E-learning no Ensino Superior: memória relacional

1.188 visualizações

Publicada em

E-learning no Ensino Superior: memória relacional | mutação tecnólogica | foco de inovação �

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.188
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
216
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
2
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

E-learning no Ensino Superior: memória relacional

  1. 1. E-learning no Ensino Superior: memória relacional | mutação tecnólogica | foco de inovação <br />Maio 2011-2012<br />
  2. 2. Equipa Responsável<br />IPSantarém<br />Parcerias:<br />IPBeja<br />IPLeiria<br />IPPortalegre<br />IPCasteloBranco<br />Universidade Aberta<br />Universidade de Évora<br />Universidade de Aveiro<br />Universidade do Minho<br />FCCN<br />ITESM-México<br />UNED-Espanha<br />
  3. 3. Resumo<br /><ul><li> Construir uma plataforma de e-learning em interoperabilidade com as redes sociais, capaz de em intercompreensão (português, inglês, francês, espanhol) ser inclusiva a TODO o cidadão (NEE);
  4. 4. Dinamizar diferentes acções: voluntariado de professores qualificados a nível nacional e internacional;
  5. 5. Construir conteúdos em intercompreensão (português, inglês, francês e espanhol);
  6. 6. Disponibilizar conteúdos para cidadãos com NEE;
  7. 7. Gerir os vários eeeeee’s [e-conteúdos, e-professor, e-tutor, e-plataforma, e-avaliador, e-comunicação];
  8. 8. Dinamizar o projecto no ciberespaço;
  9. 9. construir espaços de comunicação e interacção virtuais e reais.</li></li></ul><li>Objectivos<br /><ul><li>Promover o Ensino Superior a distância, e de qualidade;
  10. 10. Fomentar a partilha, colaboração e cooperação entre Instituições do Ensino Superior, nacionais e internacionais;
  11. 11. Construir e implementar uma plataforma de e-learning nas Instituições Ensino Superior, nacionais e internacionais;
  12. 12. Facilitar o acesso ao Ensino Superior a cidadãos com Necessidades Educativas Especiais (NEE);
  13. 13. Perceber como se declinam conteúdos para e-learning, passagem do formato papel para o formato digital;
  14. 14. Construir uma plataforma de e-learning em interoperabilidade com as redes sociais, capaz de ser utilizada por todo o cidadão em intercompreensão (português, inglês, francês, espanhol) e inclusiva a todos o cidadão (NEE);</li></li></ul><li>Objectivos<br /><ul><li>Construir conteúdos e ferramentas para e-learning;
  15. 15. Estimular e desenvolver o voluntariado online no domínio da tecnologia criando espaços digitais para a sua divulgação.
  16. 16. Dinamizar acções de formação que visam dotar docentes com competências para o desenvolvimento de conteúdos para e-learning;
  17. 17. Dinamizar acções de formação que visam dotar docentes com competências para a utilização e dinamização efectiva de uma plataforma de suporte ao e-learning;
  18. 18. Disponibilizar e flexibilizar a partilha de conteúdos em e-learning comuns a vários cursos e/ou Instituições de Ensino Superior.</li></li></ul><li>Resultados Esperados<br /><ul><li>Equacionar quais os Cursos/UC que poderão e/ou deverão ser “declinados” para este formato;
  19. 19. Criar uma macro-estrutura para suporte e apoio aos estudantes através de: </li></ul>a) ferramentas e espaços Web com toda a informação necessária e acessível a qualquer cidadão;<br />b) uma estrutura de curso para um formato a distância;<br /><ul><li>Constituir uma equipa multidisciplinar e voluntária, de modo a poder dar resposta às necessidades educativas de um estudante que procure este tipo de formação;
  20. 20. Inventariar os meios materiais e outros recursos, que possam vir a ser necessários para a implementação e desenvolvimento do projecto;
  21. 21. [Re]Construir, em regime de voluntariado científico, conteúdos que respeitem a passagem – “do papel ao ecrã” [2];</li></li></ul><li>Resultados Esperados<br /><ul><li>Demarcar objectivos em função das necessidades específicas de cada UC e do todo que integram;
  22. 22. Formar professores e tutores;
  23. 23. Implementar a plataforma, a partir de um ano experimental;
  24. 24. Avaliar o percurso de aprendizagem dos estudantes neste ano zero;
  25. 25. Reconstruir o formato em função da experiência e da avaliação consequente.</li></li></ul><li>Orçamento<br />60 mil euros<br />

×