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Todos temos alguma coisa para aprender e alguma coisa para partilhar
e_learning_IPS
Projectos Afins
Universidade Aberta_ recorre ao Moodle com integração WEB (Blog; Wikis;
Ning, Second Life, Twitter, Facebo...
Vantagens
Desvantagens
Potencialidades pedagógicas
5 eixos orientadores
Oportunidade
Comunidade
inclusiva
Qualidade
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“numa oportunidade para qualquer um (24horas…onde quiser…), ter
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Enquadramento e Justificação
Estratégia para a Sociedade da Informação (pós-i2010);
Estratégia de Lisboa (EU2020);
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Calendarização 2010_12
1º Semestre: construção do site, da plataforma e de
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Objectivos e actividades: 1º semestre
Criar plataforma de comunicação INCLUSIVA PARA TODO O
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Objectivos e actividades: 1º semestre
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• regulamento; “e.IPS.book”
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Criar conteúdos FLEXÍVEIS para as unidades curriculares
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Actividades a desenvolver no 1º semestre
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Equipa de trabalho…
quem faz o quê?
quien se apunta….ON-LINE !!!!!
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Conheça o projecto de e-learning do IP de Santarem

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  • Todos temos alguma coisa para aprender e alguma coisa para partilhar. Daí o apostar-se no indivíduo cujo desenvolvimento abre, em redes, o mundo e nos integra numa micro/macrocomunidade cujas raízes estão e estarão em “e_raízes_redes”

    O projecto “e_raízes_redes” inscreve-se em reflexões orientadas para uma acção à escala global, reflexões essas que visam a análise do impacto das tecnologias, da comunicação no âmbito dos processos de uma mudança civilizacional (de ordem social, política, económica, cultural nas sociedades, contemporâneas).


    Agradecimentos:

    Maria Emília Ricardo Marques, Alda Pereira (Universidade Aberta)

    Isabel Cabrita, António Moderno (Universidade de Aveiro)

    Paulo Dias (Universidade do Minho);

    Hermínia Vilar, Paulo Neto, Rui Pingo, Joaquim Godinho , Ana Filipe (universidade de Évora)

    Carlos Zorrinho, António Bob Santos
    (Plano Tecnológico do Governo)

    Domingo Gallego (UNED_España

    Gabriel Valerio Ureña ( ITESM Universidad Virtual_México

    Jessica Meza-Jaque (Universidad Andrés Bello – Chile);

    Jorge Martins (Universidade de Sheffield);

    IPS_ colegas de todas as Escolas (Pedro Reis, Teresa Serrano, Vânia Fernandes, Céu Martins, Dina Rocha, Fátima Quedas, João André Gago, Regina Ferreira;, Maria João Esparteiro., Alfredo José Henriques Carvalho da Silva; , Diogo Carmo, João Paulo Rodrigues da Silva Samartinho, João António Marujo do Nascimento, António Nuno Bordalo Pacheco, Ana Torres, Maurício Dias, José Basto Soares, Rosa Oliveira, Inês Matias, Ana Dias, Helena Mascarenhas, Hugo Almeida, Inês Messias, Valter Gouveia, Ana Loureiro

    À “University of the People” (UNESCO), que me mostraram aquilo que construíram. Foram todos eles que nos trouxeram, hoje e aqui!
  • O levantamento e análise de projectos afins em curso, dinamizados a nível nacional e internacional, constituiu o ponto de partida para esta missão, tendo sido adoptada uma metodologia dirigida à análise de modelos de ensino ou de aprendizagem a distância, com diferentes designações a fim de viabilizar os processos de identificação de conceitos, metodologias, dispositivos comunicativos e pedagógicos. Assim:

    Participámos em 2010Maio14 na Conferência M&Pel (Mestrado em Pedagogia do e-learning) na Universidade Aberta, retirando que a UA recorre ao Moodle, com integração WEB (Blog; Wikis; Ning, Second Life);
     
    Visitámos o Centro de Ensino a distância da Universidade de Aveiro, concluindo que adopta uma diversidade de redes disponíveis (Moodle, SL, Redes Sociais_NING e LinkdIn);
     
    Questionámos via on-line a Universidade do Porto, que recorre à plataforma Moodle e a Second Life (SL);
     
    Visitámos em Dezembro de 2009 a UNED em formato presencial a Faculdade de Educação_UNED que utiliza a plataforma ”ALFA” construída no âmbito de um projecto europeu;
     
    Identificámos a University of the People (Unesco) como a primeira Instituição on-line gratuita “dedicated to the global advancement and democratization of higher education” (UoPeople: 2010) apresentando-se à sociedade como um “new wave in global education, tendo-se um dos membros coladores deste projecto inscrito (desde o dia 2010Abril07) no Curso de Science and Technology. Com base nesta aprendizagem, concluímos que esta universidade tem optado pelo recurso ao Moodle, acrescido de módulos adicionais.
  • São experiências abrangentes e em diferentes plataformas, mas o que foi visto incentiva a lançar as bases criativas e funcionais para a construção de um projecto global e eficaz, “e_raízes_redes”.
     
    Assim, partindo destas realidades, dirigimos a atenção no sentido do apuramento e da validação das potencialidades pedagógicas do e-learning na promoção de um ensino e de uma aprendizagem inclusivas para qualquer cidadão.

    No que respeita às desvantagens decorrentes deste suporte, referiremos que a adesão a este formato de ensino exige que o aprendente esteja fortemente motivado, dado não ter a possibilidade de interagir, em modo presencial, com o docente. Os dados estatísticos das desistências no formato visado permitem identificar a relevância do papel que, apesar de tudo, o professor e/ou o tutor assumem, como um dos factores principais a ter em conta ensino a distância.

    No que respeita às vantagens, apresenta-se uma lista de observações que foram registadas ao longo da exploração do sistema em análise. Ei-las:
    Respeito pelo ritmo de aprendizagem de cada um (David Kolb, 2004);
    Estrutura com formato flexível, permitindo, ao construtor de conteúdos, optar pelas peças com que pretende interagir em primeiro lugar
    Possibilidade de interacção com uma diversidade de colegas;
    Facilitação de reflexões sobre um percurso específico de aprendizagem;
    Promoção, tanto do trabalho desenvolvido pelo estudante, através da publicação dos próprios conteúdos, como da acessibilidade aos conteúdos publicados pelos seus pares;
    Oferta ao estudante, da oportunidade de escolher a hora, o local, o onde e o como quer aprender.

    Partindo da ponderação objectiva dos inconvenientes e das virtudes inerentes a este suporte de ensino, importava identificar eixos orientadores, no sentido da integração de um aprender a distância. Isolaram-se os seguintes:

    Oportunidade - qualquer cidadão tem o direito de ter acesso ao saber. Relembre-se a apresentação, em 20 de Maio de 2009, no âmbito das Nações Unidas, da primeira universidade global on-line e de matrícula gratuita. E mal estas abriram, registaram-se 200 inscrições, oriundas de 52 países. Neste momento, 60 países partilham uma sala de aula virtual, tendo a ONU como objectivo último, abrir o acesso universal à educação: worldwide- audiance.

    Acessibilidade - todas as Universidades visitadas apresentam, como principal objectivo, a criação de um ambiente acessível a qualquer cidadão, No entanto, todas reconhecem a necessidade de introduzir melhorias sensíveis neste âmbito.

    Comunidade inclusiva - através da introdução de programas específicos de formação, que apontam para a participação de convidados especialistas. Personalidades da área empresarial, por exemplo de professores aposentados, ou de outras de reconhecido interesse.

    Integridade - enraizada numa cultura de transparência e incluindo a escolha criteriosa das melhores práticas a apresentar.

    Qualidade Máxima – visando responder em tempo real, positiva e eficazmente aos desafios deste século.
     
  • Com raiz nestes eixos orientadores, importava precisar uma definição para o conceito e-learning, que poderia talzez consubstanciar

    “numa oportunidade para qualquer um (24horas…onde quiser…), ter acesso on-line, a conteúdos de qualidade, assentando o todo num modelo misto de aprendizagem. Por um lado, aproveitando a oportunidade aberta à colaboração “peer to peer teaching” (os estudantes partilham recursos; trocam ideias, discutem tópicos, submetem-se a uma avaliação quase continua, fazem exames); por outro, dispõem de acesso a múltiplos espaços digitais (WEBct, Blackboard, Moodle com módulos adicionais, aLF, SL, Ning, LinkdIn, SLOODLE, Facebook
  • O projecto “e.raízes.redes” inscreve-se numa reflexão orientada para uma acção à escala global, orientada para a vertente da análise do impacto das tecnologias no âmbito dos processos de mudança de ordem social nas sociedades contemporâneas.

    Se a Estratégia de Lisboa (EU2020) apontava para a preparação da transição para uma economia e uma sociedade baseadas no conhecimento, através da aplicação de melhores políticas no domínio da sociedade da informação e da I&D, bem como da aceleração do processo de reforma estrutural para fomentar a competitividade e a inovação e da conclusão do mercado interno,

    a Estratégia para a Sociedade da Informação (pós-i2010) traça o novo quadro estratégico da Comissão Europeia, que define as grandes orientações políticas para a sociedade da informação e os media.

    A agenda Digital 2015 é um programa inserido no ambito do plano tecnológico e apresenta as seguintes linhas prioritárias: redes de nova geração, melhor governação, educação de excelencia, saúde de proximidade e mobilidade inteligente.

    Esta nova política integrada visa nomeadamente incentivar o conhecimento e a inovação para apoio ao crescimento e à criação de empregos mais numerosos e de melhor qualidade, inscrevendo-se no quadro da estratégia de Lisboa revista. É assim que no contexto do Ensino Superior português, o “Contrato de Confiança para o Futuro de Portugal” assinado pelo MCT e pelas universidades portuguesas, prevê um aumento da capacidade de resposta das Instituições no âmbito da “formação a distância".

    Mais especificamente, apostamos numa resposta efectiva ao desafio lançado ao a esta equipa , pela Presidente do IPS, Professor Justino, no sentido da concepção e desenvolvimento de uma estratégia de ensino a distância, para o INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTAREM. Um desafio que implicará a abordagem e implementação de um conjunto de percursos e estratégias, quer científicas, quer metodológicas, que passaremos a enunciar:
  • Ao clicar em “e-raízes_redes? Saiba tudo sobre …” pode optar por sete percursos.
    No primeiro, apresentam-se certos separadores princípios orientadores, e nele, poderemos encontrar um conjunto de informações sobre
    Medidas e programas publicados a nível nacional e Europeu (ex: EU2020); Definição de elearning (cf. parte 1); Eixos orientadores do projecto (cf. parte 1); Modelo de aprendizagem
    O modelo de aprendizagem escolhido enraíza-se numa base híbrida complexa, a saber, na combinação do Peer-to-peer teaching e no papel da colaboração, nas listas de partilha de recursos, ou na troca de ideias; discussão de tópicos; na auto e/ou hetero avaliação e nas aprendizagens em suportes tecnológicos web on-line. Perspectiva-se assim, o acesso a um conhecimento de qualidade globalmente disseminado.
    Código de conduta.
    Espera-se que a conduta dos estudantes seja exemplar. Os princípios orientadores estão disponíveis no livro do estudante e-raízes.redes (nota: é necessário construir)
     O separador liderança ficaria consignado à estrutura hierárquica de topo Presidente e Vice-Presidentes.
    Quanto ao separador docentes e técnicos teríamos: Equipa construtora do espaço, Docentes das diferentes unidades curriculares, Técnicos de apoio à plataforma. No separador parcerias seriam dados a conhecer os parceiros no projecto, de momento: VER
    No separador interacções dar-se-iam a conhecer: pólos de apoio à aprendizagem, newsletter’s, media
    O separador faQ’s dará, naturalmente, resposta às perguntas mais frequentes
    No separador contactos poderão ser colocadas questões de nível geral, ou não, a docentes, técnicos
    Finalmente, no separador orientações académicas e pedagógicas, poderá ser encontrado um conjunto de informações sobre a pertinência dos módulos de acolhimento, dos cursos disponíveis (respectivos programas e modalidades de avaliação), bem como a calendarização e a descrição do processo de avaliação.
     A nível do funcionamento do curso importa que os estudantes estejam divididos (ex: turmas de 20 alunos), o que facilitará o diálogo inter-pares, disso sendo exemplo as respostas a questões colocadas em “fora” ou a questões colocadas por outros estudantes, bem como os comentários às colocadas na unidade curricular.Um estudante de e-raízes.redes terá à sua disposição um conjunto de “peças-guias” que lhe faculte orientação e aprendizagem ao longo do curso. Assim, teremos
    - no espaço geral do curso, poderá encontrar: a publicação de notícias generalistas; syllabus (descrição do curso, autores dos materiais, onde encontrar meios e documentos, visando um suporte teórico e/ou prático; objectivos da aprendizagem, tópicos das unidades curriculares, guia de aprendizagem, requisitos para participar no curso); “fora” do curso (onde todos os estudantes participam independentemente dos grupos a que pertencem; “fora” do grupo só para membros do mesmo grupo de 15 a 20 pessoas; chat; glossário (contributos dados ao longo do curso)
    - em espaço especializado visa-se responder às unidades curriculares: livro da disciplina, que inclui a descrição das obrigações de cada parte; “fora” de discussão, onde é colocada, pelo tutor e semanalmente, uma questão para responder; instrumento de avaliação, com perguntas dicotómicas e de escolha múltipla; diário de bordo onde o estudante pode inscrever o percurso da sua aprendizagem semanal; avaliação; feedback da aprendizagem; videoconferência (com 8 pontos…a funcionar por voz e a utilizar 2 a 3 vezes por semestre, fornecendo material que, depois de digitalizado pelos respectivos serviços, poderá ser colocado na plataforma).
     Módulos de acolhimento
    Foi ponderada a disponibilização de dois módulos. Um serviria para desenvolver nos estudantes competências tecnológicas (e-skills), enquanto o segundo tentaria responder às necessidades de exploração da língua de comunicação (ex:inglês).
    Começa-se por detectar, analisar tipos de necessidades a colmatar: o que se supõe ser conhecido; aquilo de que se imagina o estudante irá precisar; para quê; como lá chegar? Visando responder a estas questões, aponta-se para a criação de módulos generalistas de acolhimento (link para módulos de acolhimento) generalista e com três componentes : abrir um curso em língua inglesa, por exemplo; apresentar ao estudante estilos e modalidades de aprendizagem; fornecer ferramentas facilitadoras.
     No separador calendarização, será apresentado um calendário com as datas de admissão, de abertura e de fecho de inscrições, as datas dos exames, as datas para a publicação de notas, feriados e outras incidências.
    No separador inscrições, os estudante ficarão informados acerca de todo o percurso a percorrer para a submissão da sua inscrição. Também deverá estar disponível, neste ponto, o software que irá utilizar ao longo do curso.
    Percurso. Neste ponto o estudante encontra: os procedimentos iniciais para concretizar uma candidatura (preenche, compõe, revê, submete e obtém feedback); a listagem da documentação que deverá ser enviada para e_raízes.redes;os direitos, deveres e obrigações perante e_raízes.redes;
    a assinatura do acordo.
     Pedidos. Descrição dos pré-requisitos para poder frequentar e desenvolver as actividades que são pedidas ao longo das várias unidades de aprendizagem.
    No separador pagamentos ficará a conhecer o valor da propina e a forma como poderá proceder ao seu pagamento.
    No separador colabore! encontrará o estudante as formas como poderá ser solidário quanto a tempo, financiamento

  • Construímos um protótipo daquilo que poderá vir a ser a nossa pagina WEB…
  • Com base no conteúdo exposto no ponto anterior, foi desenvolvido um processo de construção do que admitimos (e desejamos) possa vir ser a primeira fase estratégica para a plataforma “e.raízes.redes”.

    Assim, a nossa atenção vai no sentido da identificação objectiva do que consideramos serem as “peças” fundamentais a incluir no futuro site web, de promoção do projecto do ensino a distância na UÉ. Foi desse princípio que decorreu a construção de um mapa de navegação (cf. Imagem 1) e revelador das “palavras-chave”.
  • Na parte central(inicial) obtemos informação generalista importante, que permitirá perceber como é que a unidade curricular está estruturada, mas apresentando já alguns indicadores específicos, comuns a todas as unidades curriculares que venham a ser desenhadas:
    Announcements - zona de publicação de informações (normalmente publicadas pelo tutor)
    Glossary – espaço onde poderemos inscrever palavras que ao longo da frequência do curso, enriquecem um vocabulário específico
    Classroom forum - o espaço da socialização. Aqui podemos ficar a conhecer os 20 colegas que formam o grupo e quem é o tutor
    Course Forum - um espaço de socialização em que podem participar todos os estudantes inscritos numa unidade curricular específica
    Syllabus apresenta um descritivo sobre os autores que construíram as unidades curriculares; uma descrição das várias unidades do curso; a indicação dos pré-requisitos para a frequência do mesmo; software disponível para instalação; objectivos da aprendizagem, tópicos e calendarização das actividades; guia de aprendizagem; medidas/critérios de avaliação e código de conduta
    Real time chat é um espaço de comunicação em tempo real

    O Learning Guide inclui
    uma introdução, que descreve o tema da unidade, objectivos, actividades e listagem das tarefas a desenvolver
    a gestão da aprendizagem, partindo da realidade laboral (normalmente os estudantes são trabalhadores) e de situações de vida pessoal (o tempo para a família). Neste contexto, a unidade curricular apresenta uma estrutura de 5 períodos de inscrição no calendário escolar. Todos os estudantes devem concluir duas a três unidades curriculares em cada um destes cinco períodos
    para melhor gerir a aprendizagem aconselha-se a apresentação da utilidade do guia da aprendizagem, relembrando, por um lado, as actividades a desenvolver e, por outro, o confirmar das tarefas concretizadas na check list. Toda a unidade curricular está estruturada em 8 semanas e conta com um período de estudo (1 semana), a que se segue o exame
    Todas as unidades possuem um guia da aprendizagem personalizado, onde são disponibilizados, semanalmente, pelo tutor, os objectivos e as tarefas a desenvolver (v.g. responder à questão colocada pelo tutor no “Fora” de discussão (FD); completar a avaliação, participar no “fora” de aula (FA), “fora” do Curso (FC), avaliando, pelo menos três colegas segundo o principio do “p to p” e respondendo ao questionário de avaliação semanal.
    Utilizar e consultar o calendário escolar, espaço situado no lado direito da interface. Este dá a conhecer eventos a nível global, eventos de grupo, eventos do curso e a possibilidade de inscrição noutros eventos. Para ficarmos a conhece-los bastará fazer um duplo clique em cada data assinalada com cor.
    Aprender a gerir o tempo, no sentido da consciencialização de que o atraso às respostas no FD poderá prejudicar o grupo. Se não se conseguir submeter atempadamente as tarefas on-line, o estudante pode obter ajuda junto do Tutor, ou enviar um e-mail para suportetecnico@eraizesredes.com
     
    participar no “fora” de discussão (FD) - Todas as semanas é colocada uma questão à qual todos os estudantes deverão responder.
    Como participar de forma eficiente neste espaço?
    a) construindo, primeiro a resposta, certificando-se que entendeu bem a questão; pesquisando sobre o tema, submetendo a resposta (clicando em reply); importando o texto para a caixa respectiva e certificando-se da compatibilidade do software utilizado;
    b) respondendo aos posts colocados pelos colegas de grupo, recorrendo aos princípios orientadores do “guia do estudante”;
    c) avaliando (de 1 a 5) os contributos dos colegas, utilizando o guia das classificações, reconheçendo a importância de classificar frequente, consistente e justamente.
     
    participar na classificação de competências adquiridas pelos colegas: cada estudante deverá avaliar 3 colegas com base numa escala de 1 a 5 e o processo será devolvido com base no anonimato. As fases a ter em conta são as seguintes
    a) compreender os critérios de classificação;
    b) haver reconhecimento da classificação por parte do tutor.
     
    código de conduta.
    as interacções “estudante-tutor” e ”p-to-p” baseiam-se nos princípios da transparência, do respeito pelas ideias dos outros, da responsabilidade de cada um e do valor de aprendizagem colaborativa. De notar que, em relação ao plagio, a tolerância é ZERO!
    necessário respeito pelo princípio da interculturalidade (a diversidade cultural e linguística dos parceiros deve ser respeitada)
    (re) construção do conhecimento através da partilha na comunidade (partilha da informação, desenvolvimento interpessoal, ….)
    “fora” de discussão, onde todas as semanas é colocada uma questão, por parte do tutor, questões a que os estudantes devem responder, pelo menos a três “posts”,
    instrumento de Avaliação apresenta modalidades de avaliação de validação das competências adquiridas ao longo da unidade curricular.
    diário de bordo é um espaço de submissão, revelador do conhecimento adquirido pelos estudantes ao longo da unidade.
    submissão das actividades é um espaço onde poderemos obter informações várias: datas de início e fim das submissões e das avaliações, nele poderemos ainda aceder aos documentos que publicamos e ficar a conhecer a avaliação que tivemos por parte dos nossos colegas “p-to-p”.
    feedback de opinião sobre a qualidade da unidade.
    Quando terminada a unidade semanal, o tutor envia para a plataforma o feedback da avaliação (qualitativa e quantitativa).
    No lado direito da interface obteremos informação sobre a calendarização, notas e o perfil dos colegas que participam no mesmo grupo de aprendizagem.
  • Iremos reconstruir todo o layout dos ícones da plataforma…
  • E RaíZes Redes I 12 Put

    1. 1. e_raízes_redes Todos temos alguma coisa para aprender e alguma coisa para partilhar e_learning_IPS
    2. 2. Projectos Afins Universidade Aberta_ recorre ao Moodle com integração WEB (Blog; Wikis; Ning, Second Life, Twitter, Facebook ) Universidade de Aveiro_ adopta uma diversidade de redes disponíveis (Moodle, SL, Redes Sociais_NING e LinkdIn) Universidade do Porto_ utiliza a plataforma Moodle e a Second Life (SL) UNED_ utiliza a plataforma ”ALF” construída no âmbito de um projecto europeu; Universidade da Unesco (UoP) _ opta pelo Moodle com módulos adicionais.
    3. 3. Vantagens Desvantagens Potencialidades pedagógicas 5 eixos orientadores Oportunidade Comunidade inclusiva Qualidade Integridade Acessibilidade e_raízes_redes
    4. 4. Definição…e_learning “numa oportunidade para qualquer um (24horas…onde quiser…), ter acesso on-line, a conteúdos de qualidade, assentando o todo num modelo misto de aprendizagem. Por um lado, aproveitando a oportunidade aberta à colaboração “peer to peer teaching” (os estudantes partilham recursos; trocam ideias, discutem tópicos, submetem-se à avaliação, fazem exames); por outro, dispõem de acesso a múltiplos espaços digitais (WEBct, Blackboard, Moodle com módulos adicionais, aLF, SL, Ning, LinkdIn, SLOODLE, Facebook, …).”
    5. 5. Enquadramento e Justificação Estratégia para a Sociedade da Informação (pós-i2010); Estratégia de Lisboa (EU2020); Contrato de Confiança para o Ensino Superior; Agenda Digital 2015
    6. 6. Calendarização 2010_12 1º Semestre: construção do site, da plataforma e de conteúdos (início com o Mestrado _ ECM); 2º Semestre: (re)construção das unidades curriculares por parte dos membros da equipa, pedidos de financiamento) 3º Semestre: formação nas Escolas do IPS; 4º Semestre: divulgação da plataforma a nível nacional e internacional;
    7. 7. Objectivos e actividades: 1º semestre Criar plataforma de comunicação INCLUSIVA PARA TODO O CIDADÃO • WEB; • Moodle com módulos adicionais; • cuidar o design •SL (Ilha da Inovação e Criatividade) •Videoconferência • Criar um jogo “e-skills” •Ligação a Telemóvel • Criar tutoriais sobre “tutoria on-line” • Criar vídeo promocional do projecto • Criar conteúdos flexíveis
    8. 8. http://eraizesredes.pt.vu
    9. 9. Mapa de navegação
    10. 10. Protótipo
    11. 11. Objectivos e actividades: 1º semestre Construir documentos • código de conduta; • regulamento; “e.IPS.book” • e.avaliação • traduzir espaços e documentos digitais (ENG, ESP, FR?)
    12. 12. Actividades a desenvolver no 1º semestre Criar conteúdos FLEXÍVEIS para as unidades curriculares Semana 1. Ambiente emergente da plataforma “e-raízes.redes”: da apresentação à interacção (de 25 a 31 de Outubro); Semana 2. Pesquisar on-line (de 2 de Novembro 7); Semana 3. Redes Sociais (de 8 a 14 de Novembro); Semana 4. Interagir em Mundos Virtuais (de 15 a 21 de Novembro) Semana 5. Metodologias do projecto tecnológico (de 22 a 28 de Novembro) Semana 6. Construir bibliografia, construir textos (de 29 a 5 de Dezembro) Semana 7. Construção de apresentações on-line (6 a 12 de Dezembro) Semana 8. Apresentação na Ilha da Inovação e Criatividade do relatório de Estágio (10 de Janeiro).
    13. 13. Actividades a desenvolver no 1º semestre Preparar o pedido de financiamento WORK PROGRAMME 2011-12, COOPERATION THEME 3 ICT – INFORMATION AND COMMUNICATIONS TECHNOLOGIES (European Commission)
    14. 14. Equipa de trabalho… quem faz o quê? quien se apunta….ON-LINE !!!!! ?

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