1
DIVULGAÇÃO DE
RESULTADOS
2º trimestre de 2013
Teleconferência/Webcast
12 de Agosto de 2013
2
Estas apresentações podem conter previsões acerca de
eventos futuros. Tais previsões refletem apenas
expectativas dos administradores da Companhia sobre
condições futuras da economia, além do setor de
atuação, do desempenho e dos resultados financeiros da
Companhia, dentre outros. Os termos “antecipa",
"acredita", "espera", "prevê", "pretende", "planeja",
"projeta", "objetiva", "deverá", bem como outros termos
similares, visam a identificar tais previsões, as quais,
evidentemente, envolvem riscos e incertezas previstos ou
não pela Companhia e, consequentemente, não são
garantias de resultados futuros da Companhia. Portanto,
os resultados futuros das operações da Companhia
podem diferir das atuais expectativas, e o leitor não deve
se basear exclusivamente nas informações aqui contidas.
A Companhia não se obriga a atualizar as apresentações
e previsões à luz de novas informações ou de seus
desdobramentos futuros. Os valores informados para
2013 em diante são estimativas ou metas.
A SEC somente permite que as companhias de óleo
e gás incluam em seus relatórios arquivados reservas
provadas que a Companhia tenha comprovado por
produção ou testes de formação conclusivos que
sejam viáveis econômica e legalmente nas condições
econômicas e operacionais vigentes. Utilizamos
alguns termos nesta apresentação, tais como
descobertas, que as orientações da SEC nos
proíbem de usar em nossos relatórios arquivados.
Aviso aos Investidores Norte-Americanos:
Aviso
3
1.957 1.764 1.792 1.677 1.6911.855
240233188140115109
+1%
2T13
1.931
1T13
1.910
4T122T12
1.9802.066
1T12
1.904
3T12
1.970
Produção de Óleo e LGN (mbpd)
» Produção de Óleo e LGN 1,1% superior ao 1T13 (+21 mbpd):
• Perdas com paradas programadas e problemas operacionais: +18 mbpd.
• Entrada de novos poços/novos sistemas parcialmente compensada pelo
declínio natural da produção: +3 mbpd.
» Produção de GN de 61,8 milhões m³/dia ou 389 mboed (-3% vs. 1T13).
» Produção esperada para o 3T13 em linha com a do 2T13.
Produção no Pré-Sal (mbpd)
» 9 unidades de produção em operação no pré-sal, sendo que 4 entraram em
operação após o 2T12: Cidade de Anchieta (Baleia Azul, Set/12), Cidade de
São Paulo (Sapinhoá, Jan/13), Cidade de São Vicente (TLD Sapinhoá Norte,
Fev/13) e o Cidade de Paraty (Lula NE, Jun/13).
Entrada de Unidades de Produção (Brasil)
Desde o 2T12 entraram em operação 4 novos sistemas definitivos com
capacidade total de 420 mbpd, sendo 312 mbpd da Petrobras
Capacidade
120 mbpd
45% Petrobras
Capacidade
80 mbpd
100% Petrobras
Capacidade
120 mbpd
65% Petrobras
Recorde Pré-Sal (Petrobras+Parceiros): 326 mbpd em 22/06/13
Outros camposPré-Sal
2012 = 1 2013 = 4 até junho
Nº de Poços Interligados
9
7
5
9
34
2T13
7
4
1T13
8
4
4T123T122T121T12
Sistemas AntigosNovos Sitemas
» 15 poços interligados no 1S13.
» Interligações de 36 poços planejadas para o 2S13, adicionando aproximadamente
440 mbpd de potencial de produção.
Capacidade
140 mbpd
62,5% Petrobras
*
291
1T13
277
4T12
218
3T12
176
2T12
146
1T12
135
2X
2T13
Produção Pré-Sal (Petrobras + Parceiros)Recordes
* P-63 saiu em 18/jun do Estaleiro Quip/Honório Bicalho e seguirá para a locação definitiva em 23/ago.
Recorde
326 mbpd
Produção de Óleo e LGN no Brasil
Produção do trimestre em linha com o previsto. Novo Recorde do Pré-Sal: 326 mbpd.
FPSO Cid. São
Paulo (Sapinhoá)
Jan/13
FPSO Cid. Anchieta
(Baleia Azul) Set/12
FPSO Cid. Itajaí
(Baúna)
Fev/13
FPSO Cid. Paraty
(Piloto de Lula NE)
Jun/13
P-63*
(Papa-Terra)
Jun/13 - saída estaleiro
Capacidade
100 mbpd
100% Petrobras
» 4 novos sistemas definitivos iniciam a produção até o final do ano: P-63, P-58,
P-55 e P-61/TAD.
* Novos sistemas: FPSOs Cid. São Paulo, Cid. São Vicente, Cid. Itajaí e Cid. Paraty.
4
Desempenho Operacional no Brasil – E&P
PROEF 2T13: ganhos na produção de óleo de 62 mbpd, 15 mbpd na UO-BC e 47 mbpd na UO-RIO
Despesas com Prospecção e Perfuração (R$ milhões)
1.1461.2371.728
1.116
3.294
921
3T12 1T13
-63%
2T134T122T121T12
Política Exploratória (2S12)
» Migração de sondas da Exploração para o Desenvolvimento da Produção (DP).
» Saída de locações de maior risco exploratório.
» 2T13: 13 poços baixados, nenhum do Pré-Sal (41 poços no 2T12, 2 no Pré-Sal).
Nº de Descobertas
3
4 3
4
121
7
4
5
1T132T12 4T12
1
8
5
4
3T12
4
2T13
4
1T12
Pós-Sal Pré-sal/Cessão Onerosa
» 1S13: Índice de Sucesso Exploratório da Petrobras foi de 70% (64% em 2012) e
de 100% apenas no Pré-Sal (82% em 2012).
» Descoberta de óleo de boa qualidade no Entorno de Iara (Cessão Onerosa),
anunciada em 07/mai.
» Gráfico apresenta as 30 descobertas mais relevantes divulgadas ao mercado,
todas offshore, salvo Igarapé Chibata (Amazonas).
55 descobertas nos últimos 18 meses, sendo 16 no Pré-Sal.
Eficiência Operacional
(%)
Produção de Óleo +
LGN (mbpd)
Eficiência Operacional
(%)
Produção de Óleo +
LGN (mbpd)
+47 mbpd
887840
+2,4 p.p.
92,890,4
389374
+15 mbpd
66,1 74,3
+8,2 p.p.
PROEF UO-BC: 2T13 PROEF UO-RIO: 2T13
» Produção adicional de 15 mbpd.
» Foco na recuperação de poços e sistemas submarinos.
» VPL de US$ 626 milhões.
» Dispêndios totais de US$ 1,2 bilhão até jun/13.
» Produção adicional de 47 mbpd.
» Foco na gestão, melhoria de integridade e otimização da utilização de
recursos.
» VPL de US$ 596 milhões.
» Dispêndios totais de US$ 3,2 milhões até jun/13.
5
39,03
38,68 39,54 37,59 36,6338,48
1.9101.9802.066
1.9041.970 1.931
1T12
26,39
61,60
22,57
2T13
67,08 67,88
31,25
1T132T12
28,33
3T12
30,79
64,87 67,87
4T12
69,47
29,49
3T13 4T13
P-63
P-55
P-58
P-61
TAD
Capacidade:
500 mbpd
Custo de Extração
Novas unidades ainda em ramp up de produção no 2T13: 138 mbpd x 312 mbdp de capacidadeCustodeExtração
R$/Barril
» Custo de novas unidades com impacto integral no período sem a contrapartida da produção (ramp up gradual).
» Impacto no custo de pessoal decorrentes da revisão atuarial dos planos de pensão e saúde.
» Desvalorização cambial de 3% (2T13 vs. 1T13) impactou os custos em Reais.
» Principais alavancas do PROCOP que contribuíram para a otimização do Custo de Extração: custo de intervenções onshore; consumo de químicos
no processo de produção; e otimização do uso dos recursos de manutenção.
» A redução das participações governamentais se deve ao menor preço médio de referência, vinculado às cotações internacionais. Brent, em reais,
6% menor que no 1T13.
» Lucro Líquido da área de E&P: R$ 8,9 bilhões no 2T13 x R$ 10,0 bilhões no 1T13.
Produção de Óleo e LGNCusto de ExtraçãoParticipações Governamentais
Cid. Anchieta
Set/12
Cid. Itajaí
Fev/13
Cid. São Paulo
Jan/13
Custo de Extração, Produção de Óleo e Entrada de Novas Unidades de Produção
ProduçãodeÓleoeLGN
mbpd
Capacidade:¹ 100 mbpd
2T13: 93 mbpd
Capacidade¹: 54 mbpd
2T13: 11 mbpd
Capacidade¹: 80 mbpd
2T13: 31 mbpd
Capacidade¹: 78 mbpd
2T13: 3 mbpd
¹ Capacidade de processamento equivalente à participação da Petrobras.
Cid. Paraty
Jun/13
6
39,03
38,68 39,54 37,59 36,6338,48
1.9311.9101.9801.9041.9702.066
67,87
28,33
3T12
69,47
30,79
2T12
64,87
26,39
1T12
61,60
22,57
4T133T132T13
67,88
4T12 1T13
67,08
29,49 31,25
P-63
P-55
P-58
P-61
TAD
Capacidade¹:
448 mbpd
Produção 2013
Crescimento mais intenso no 4T13 devido à entrada de 4 novos sistemas de produçãoCustodeExtração
R$/Barril
Produção de Óleo e LGNCusto de ExtraçãoParticipações Governamentais
¹ Capacidade de processamento equivalente à participação da Petrobras.
Cid. Paraty
Jun/13
» Crescimento Sustentado da Produção no 2º semestre:
• Ramp up dos sistemas que iniciaram operação no 1º semestre.
• Entrada em operação das unidades P-55, P-58, P-63, P-61/TAD (Tender Assisted Drilling) no 4º trimestre.
• Interligação, ao longo do 2º semestre, de 36 poços offshore com aproximadamente 440 mbpd de potencial de produção.
Cid. Itajaí
Fev/13
Cid. São Paulo
Jan/13
Custo de Extração, Produção de Óleo e Entrada de Novas Unidades de Produção
Capacidade¹: 54 mbpd
2T13: 11 mbpd
Capacidade¹: 80 mbpd
2T13: 31 mbpd
Capacidade¹: 78 mbpd
2T13: 3 mbpd
Cid. Anchieta
Set/12 Capacidade:¹ 100 mbpd
2T13: 93 mbpd
Exemplo Ilustrativo
7
Desempenho Operacional no Brasil – Abastecimento
Produção de derivados, defasagem de preços, importação de derivados e exportação de óleo
Vendas de Derivados no Brasil (mbpd)
Produção de Derivados no Brasil (mbpd)
» Foco no aumento da produção de derivados que tragam maior retorno, com
destaque para a gasolina (+48 mbpd) e o diesel (+16 mbpd), em detrimento
de outros como a Nafta (-25 mbpd) e o Óleo Combustível (-43 mbpd).
» Produção de derivados 196 mbpd acima do 1T12, comparável à capacidade
de refino do Trem 1 do COMPERJ (165 mbpd).
» Maximização da produção de diesel planejada para o 2S13.
757 785 802 785 839 855
754 782 785 784 835 782
+1%
2T13
2.138
501
1T13
2.127
453
4T12
2.010
441
3T12
2.026
439
2T12
2.008
441
1T12
1.942
431
+6%
Diesel
Gasolina
Outros
Carga Processada (mil bbl/dia) e Fator de Utilização (%)
Custo do Refino (R$/bbl)
436360337385351350
+99%+98%+97%+98%+95%+93%
2T13
2.102
1.666
1T13
2.083
1.722
4T12
1.970
1.633
3T12
1.974
1.589
2T12
1.936
1.585
1T12
1.884
1.534
Óleo Nac. + LGNÓleo Imp.FUT
» Recorde diário de processamento de petróleo: 2.200 mbpd (29 e 30/jun).
» FUT de 99% no 2T13: esforço contínuo de maior utilização das refinarias
contribuiu para o aumento da carga fresca processada.
984 986 978921914864
+3%+6%
2T13
2.372
583
811
1T13
2.313
580
812
4T12
2.391
610
795
3T12
2.350
569
797
2T12
2.237
557
766
1T12
2.168
545
759
Gasolina
Diesel
Outros
» Crescimento de 3% nas vendas no mercado interno com destaque para o
diesel (+6% vs. 1T13).
» Diesel: +57 mbpd frente ao 1T13 devido à elevação sazonal das atividades
industrial e agrícola.
» Gasolina: +3 mbpd frente ao 1T13 decorrentes do aumento da frota de
veículos leves no Brasil.
6,376,246,987,076,256,60
2T13
+2%
1T134T123T12
+2%
2T121T12
» 2T13 x 1T13: aumento do custo unitário do refino devido à revisão atuarial
dos planos de pensão e saúde, parcialmente compensado pela elevação da
carga fresca processada (+1%) e pelos resultados do PROCOP.
» Principais alavancas do PROCOP que contribuíram para a otimização do
Custo de Refino: padronização do escopo de manutenção do refino; e
aumento da produtividade energética.
+11%
+2%
+6%
+196 mbpd
8
Comparação entre Preço Doméstico e Internacional
No 2T13, a defasagem dos preços dos derivados foi a menor desde jan/2012
Preço Médio Brasil* x Preço Médio no Golfo Americano**
A queda da defasagem no 2T13 foi fruto dos reajustes do diesel (30/jan, 06/mar) e da gasolina (30/jan) e da queda dos preços
internacionais. A depreciação do Real na segunda metade do trimestre prejudicou a convergência aos preços internacionais.
Importação de DieselImportação de Gasolina
Preços(R$/bbl)
* Preço Médio Brasil (PMR - Preço Médio de Realização de Diesel, Gasolina, Nafta, GLP, QAV e Óleo Combustível).
** Preço Médio no Golfo (USGC: United States Gulf Coast), considerando os volumes do mercado brasileiro para os produtos acima.
VolumesImportados(Milbbl/d)
0
100
200
300
400
500
600
700
800
900
100
120
140
160
180
200
220
240
260
jun/12
jan/12
out/12
ago/12
mai/12
jul/12
set/12
abr/12
mar/12
fev/12
jun/13
mai/13
abr/13
mar/13
fev/13
jan/13
dez/12
nov/12
Preço Médio de Venda Brasil
25/Jun
Reajustes
16/Jul
20132012
Reajustes
30/Jan
+5,4% diesel
+6,6% gasolina
06/Mar
+5% diesel
2T13 x 2T12
Gasolina: -31 mbpd
Diesel: -127 mbpd
• Aumentos dos Preços de Venda
• Queda dos Preços Internacionais
• Redução das Importações
Preço Médio de Vendas
Golfo Americano
Perdas de Resultado
9
Balança de Líquidos: Petróleo e Derivados
Aumento da produção nacional melhora o saldo da balança do 2T13 frente ao 1T13
Melhora no saldo líquido da balança no 2T13 em função da menor importação de derivados (-115 mbpd) decorrente do
aumento na produção nacional de Gasolina (+48 mbpd) e Diesel (+16 mbpd).
» Queda de 31% na importação de derivados (2T13 vs. 1T13), apesar da elevação das vendas (+3%), puxada pela redução no diesel e na
gasolina (-66%):
» Menor importação de Gasolina (-75%) devido ao aumento da produção nacional e à elevação do teor de etanol na mistura.
» Menor importação de Diesel (-64%) devido ao aumento da produção nacional associada à redução de estoque formado no 1T13.
» Redução das exportações de petróleo pesado para formação de estoques com petróleo doméstico.
» Menor importação de petróleo leve devido a utilização de estoques formados em período anterior.
» Projeção de maior patamar de importações de diesel e gasolina no segundo semestre em função do aumento sazonal das vendas e da menor
produção doméstica devido a paradas programadas.
» Lucro Líquido da área de Abastecimento: -R$ 2,5 bilhões no 2T13 x -R$ 4,2 bilhões no 1T13.
Saldo Líquido Exportação Importação
mbpd
68
188195
13
5244
383731
341
2T13
359
2T12
215
554
172 159
162
1T13
406
155
-12%
-18%
2T13
708
180
447
1T13
860
136
484
2T12
724
144
351
DieselGasolinaOutros DerivadosOCPetróleo
-35%
-2%
+105%
-180
-64
-185
10
2T13
-349
-285
1T13
-454
-269
2T12
-170
-23%
Importação de Diesel e
Gasolina (mbpd)
195 188
68
13
-66%
2T13
81
1T13
240
52
-66%
2T12
239
44
10
Desempenho Operacional no Brasil – Gás e Energia
Balanço de oferta e demanda de gás natural, fertilizantes e geração de energia
Geração de Energia (GWmed)Produção de Fertilizantes (mil ton)
» Fator de Utilização de 82%, maior patamar médio desde o 1T12.
» Incorporação da Fábrica de Fertilizantes do Paraná (FAFEN-PR) em 01/Jun/13,
com capacidade de produção de Amônia (1.303 toneladas/dia) e de Ureia
(1.975 toneladas/dia).
» Produção do 2T13 não contempla FAFEN-PR.
+43% +38%
2T13
419
231
188
1T13
304
166
138
4T12
405
221
184
3T12
417
225
192
2T12
293
156
137
1T12
455
252
203
FUT 87% 57% 80% 78% 60% 82%
1,1
2T12
4,1
2,6
1,3
1T12
1,9
0,9
0,8
-12%
2T13
8,2
4,2
2,1
0,3
1,6
1T13
9,3
4,6
2,3
0,6
1,9
4T12
8,8
4,9
1,8
0,4
1,7
3T12
3,4
2,0
Atend. ONS 98% 99% 99%99% 98% 99%
» Fornecimento de gás natural e óleo para geração de 8,2 GW médios de energia
elétrica, 14% da carga do Sistema Interligado Nacional (SIN).
» Redução de 12% na geração de energia frente ao 1T13 em função da melhoria
do nível dos reservatórios das hidrelétricas.
» Geração de energia elétrica da Petrobras atingiu 4,5 GW médios.
FUT = Fator de Utilização
Uréia
Amonia
18,314,116,07,39,50,9
90,3
30,8
43,5
3T12
71,5
24,6
39,6
2T12
74,5
27,2
37,8
1T12
63,5
+21% +2%
2T13
90,1
30,4
41,4
1T13
88,1
30,7
43,3
4T12
25,5
37,0
12,110,812,412,211,712,1
+20% +2%
2T13
89,4
38,0
39,3
1T13
87,7
39,9
37,0
4T12
89,3
40,3
2T12
74,2
23,0
39,5
1T12
63,1
11,7
39,3
38,3
3T12
71,0
18,6
38,6
Oferta de Gás Natural (milhão m³/dia)Demanda de Gás Natural (milhão m³/dia)
GNL
Bolívia
Nacional
Abast/E&P
Fertilizantes
Termelétrico
Não-Termelétrico
+6%
» Demanda não-termelétrica aumentou 6% no 2T13 em função da retomada do
consumo industrial.
» Redução de 5% na demanda termelétrica frente ao 1T13 em função do menor
patamar de geração de energia elétrica a GN (-7%).
» Oferta Total de Gás Natural alcançou 90 milhões m³/dia
» Menor oferta de GN Nacional (2T13 x 1T13) devido a paradas programadas para
manutenção nos campos de Manati, Mexilhão, Uruguá e Lula levou à maior
importação de GNL.
» Lucro Líquido da área de Gás e Energia: R$ 0,6 bilhão no 2T13 x R$ 0,9 bilhão no 1T13.
11
PROCOP: Acompanhamento dos Resultados – Jan a Jun/13
Realização de R$ 2,9 bilhões, 78% da meta anual de otimização de custos operacionais
Meta 2013: R$ 3,8 bilhões
160%
150%
140%
130%
120%
110%
100%
10%
80%
70%
60%
50%
40%
30%
20%
0%
90%
Execuçãooperacional(%)
Jan-Jun/13
Redução de Custos Prevista: R$ 1,6 bilhão (43%)
Redução de Custos Realizada: R$ 2,9 bilhões (78%)
100%
Exploração & Produção Abastecimento
Engenharia,
Tecnologia
& Materiais
Corporativa
& Serviços
Transpetro
Gás & Energia
Produção
Onshore
Administração
e Apoio Adm. Predial,
Viagens e
Hospedagens
Produção
Offshore
Serviços
de Apoio
Intervenção
em Poços
Refino Logística de
Óleo e Derivados
Comercialização
Suprimentos
e Estoque
TIC Gestão
SMESLogística
de GN
Fertilizantes
Planejado
Realização conforme planejado ou superior Risco elevado de não realização da meta anual
Pontos de atenção que podem comprometer o alcance da meta anual
Incorporação de metas adicionais, incluindo também as subsidiárias Liquigás, BR e PBIO, trarão
economia adicional de R$ 151 milhões em 2013 e de R$ 1,9 bilhão até 2016.
12
Destaques do Resultado Financeiro do 2º Trimestre
» Elevado Lucro Operacional com expressivo aumento da Geração de Caixa.
» PRODESIN: Venda de 50% dos ativos na África, gerando ganho de R$ 1,9 bilhão, com aumento de caixa no valor de R$ 3,4 bilhões.
» Até o 2T13, desinvestimentos realizados totalizam US$ 1,8 bilhão.
» Lucro Líquido da área Internacional: R$ 2,0 bilhões no 2T13 x R$ 0,7 bilhão no 1T13.
» Captação líquida total de US$ 15,1 bilhões, com destaque para a operação de US$ 11 bilhões em global notes (mai/13).
» Extensão da contabilidade de hedge para proteção de exportações futuras:
» Perdas cambiais de R$ 8,0 bilhões, relativas a aproximadamente 70% do endividamento líquido exposto a variação cambial
(final 2T13), foram contabilizadas no Patrimônio Líquido.
» Transferência para o resultado na medida em que as exportações forem realizadas.
Lucro LíquidoLucro Operacional EBITDA
-19%
+561%
+13%
+110%
+11%
+71%
R$milhões
R$milhões
R$milhões
13
Lucro Operacional - 1T13 vs 2T13
Aumento de preços dos derivados e da demanda no mercado interno
R$milhões
» Houve aumento na Receita de Vendas devido ao efeito integral dos reajustes nos preços do diesel e
gasolina realizados ao longo do 1T13 e pelo aumento da demanda no mercado interno.
» O aumento do CPV é explicado pelo maior volume de vendas no mercado interno, pelo maior
processamento de óleo importado e pelas maiores importações de GNL.
» A melhora na linha de Demais Despesas/Receitas refere-se, principalmente, à venda de ativos na África.
14
Lucro Líquido - 1T13 vs 2T13
Inferior em relação ao trimestre anterior devido ao Resultado Financeiro
R$milhões
» O Lucro Líquido diminuiu devido ao efeito da depreciação cambial sobre o endividamento
líquido, parcialmente compensado pelo aumento no Lucro Operacional.
» O Resultado Financeiro já contempla a menor exposição cambial decorrente da extensão da
contabilidade de hedge para exportações futuras.
» A redução dos Impostos reflete o menor lucro do período.
15
Investimentos: Realização Física em Linha com a Financeira
Acompanhamento da Evolução Física e Financeira – Curvas S
Acompanhamento físico e financeiro individualizado de 155 projetos (Curvas S):
Realização física média de 98,4% e financeira de 97,7%.
R$Bilhão
Investimentos: 1S12 x 1S13
Investimentos de R$ 44,1 bilhões no 1S13, 14% superior ao 1S12.
Quando calculados em Dólares, Investimentos cresceram 5%.
44,1
38,7
+14%
1S131S12
Investimentos 1S13 por área de negócio
54%
R$ 10,7 bi35%
R$ 6,9 bi
1%
1%
0%
5%
6%
G&E
Internacional
Distribuição
Biocombustíveis
Corporativo
Abastecimento
E&P
16
1) Endiividamento Líquido / (EBITDA ajustado 1S13 x 2)
2) Endividamento Líquido / (Endividamento Líquido + Patrimônio Líquido)
3) Considera EBITDA ajustado (EBITDA excluindo a participação em investimentos e a perda na recuperação de ativos)
4) Inclui títulos federais com vencimento superior a 90 dias
Endividamento
Captações realizadas a custos competitivos para financiamento do PNG 2013-17
R$ Bilhões 31/06/13 31/03/13
Endividamento de Curto Prazo 18,2 14,6
Endividamento de Longo Prazo 230,8 182,4
Endividamento Total 249,0 196,9
(-) Disponibilidades ajustadas 3 72,8 46,3
= Endividamento Líquido 176,3 150,7
US$ Bilhões
Endividamento Líquido 79,6 74,8
1,61
2,46 2,42
2,77
2,32
2,57
24%
28% 28%
31% 31%
34%
-20%
-10%
0%
10%
20%
30%
40%
0,0
1,0
2,0
3,0
4,0
5,0
1T12 2T12 3T12 4T12 1T13 2T13
Endividamento Líquido/EBITDA Endividamento Líquido/ Capitalização Líquida2
3
3
» Captação líquida total de US$ 15,1 bilhões
no 2T13.
» Terminamos o 2T13 com R$ 72,8 bilhões
(US$ 32,8 bilhões) de disponibilidades.
3
1
17
DIVULGAÇÃO DE
RESULTADOS
Informações:
Relacionamento com Investidores
+55 21 3224-1510
petroinvest@petrobras.com.br

Webcast 2T13

  • 1.
    1 DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS 2º trimestrede 2013 Teleconferência/Webcast 12 de Agosto de 2013
  • 2.
    2 Estas apresentações podemconter previsões acerca de eventos futuros. Tais previsões refletem apenas expectativas dos administradores da Companhia sobre condições futuras da economia, além do setor de atuação, do desempenho e dos resultados financeiros da Companhia, dentre outros. Os termos “antecipa", "acredita", "espera", "prevê", "pretende", "planeja", "projeta", "objetiva", "deverá", bem como outros termos similares, visam a identificar tais previsões, as quais, evidentemente, envolvem riscos e incertezas previstos ou não pela Companhia e, consequentemente, não são garantias de resultados futuros da Companhia. Portanto, os resultados futuros das operações da Companhia podem diferir das atuais expectativas, e o leitor não deve se basear exclusivamente nas informações aqui contidas. A Companhia não se obriga a atualizar as apresentações e previsões à luz de novas informações ou de seus desdobramentos futuros. Os valores informados para 2013 em diante são estimativas ou metas. A SEC somente permite que as companhias de óleo e gás incluam em seus relatórios arquivados reservas provadas que a Companhia tenha comprovado por produção ou testes de formação conclusivos que sejam viáveis econômica e legalmente nas condições econômicas e operacionais vigentes. Utilizamos alguns termos nesta apresentação, tais como descobertas, que as orientações da SEC nos proíbem de usar em nossos relatórios arquivados. Aviso aos Investidores Norte-Americanos: Aviso
  • 3.
    3 1.957 1.764 1.7921.677 1.6911.855 240233188140115109 +1% 2T13 1.931 1T13 1.910 4T122T12 1.9802.066 1T12 1.904 3T12 1.970 Produção de Óleo e LGN (mbpd) » Produção de Óleo e LGN 1,1% superior ao 1T13 (+21 mbpd): • Perdas com paradas programadas e problemas operacionais: +18 mbpd. • Entrada de novos poços/novos sistemas parcialmente compensada pelo declínio natural da produção: +3 mbpd. » Produção de GN de 61,8 milhões m³/dia ou 389 mboed (-3% vs. 1T13). » Produção esperada para o 3T13 em linha com a do 2T13. Produção no Pré-Sal (mbpd) » 9 unidades de produção em operação no pré-sal, sendo que 4 entraram em operação após o 2T12: Cidade de Anchieta (Baleia Azul, Set/12), Cidade de São Paulo (Sapinhoá, Jan/13), Cidade de São Vicente (TLD Sapinhoá Norte, Fev/13) e o Cidade de Paraty (Lula NE, Jun/13). Entrada de Unidades de Produção (Brasil) Desde o 2T12 entraram em operação 4 novos sistemas definitivos com capacidade total de 420 mbpd, sendo 312 mbpd da Petrobras Capacidade 120 mbpd 45% Petrobras Capacidade 80 mbpd 100% Petrobras Capacidade 120 mbpd 65% Petrobras Recorde Pré-Sal (Petrobras+Parceiros): 326 mbpd em 22/06/13 Outros camposPré-Sal 2012 = 1 2013 = 4 até junho Nº de Poços Interligados 9 7 5 9 34 2T13 7 4 1T13 8 4 4T123T122T121T12 Sistemas AntigosNovos Sitemas » 15 poços interligados no 1S13. » Interligações de 36 poços planejadas para o 2S13, adicionando aproximadamente 440 mbpd de potencial de produção. Capacidade 140 mbpd 62,5% Petrobras * 291 1T13 277 4T12 218 3T12 176 2T12 146 1T12 135 2X 2T13 Produção Pré-Sal (Petrobras + Parceiros)Recordes * P-63 saiu em 18/jun do Estaleiro Quip/Honório Bicalho e seguirá para a locação definitiva em 23/ago. Recorde 326 mbpd Produção de Óleo e LGN no Brasil Produção do trimestre em linha com o previsto. Novo Recorde do Pré-Sal: 326 mbpd. FPSO Cid. São Paulo (Sapinhoá) Jan/13 FPSO Cid. Anchieta (Baleia Azul) Set/12 FPSO Cid. Itajaí (Baúna) Fev/13 FPSO Cid. Paraty (Piloto de Lula NE) Jun/13 P-63* (Papa-Terra) Jun/13 - saída estaleiro Capacidade 100 mbpd 100% Petrobras » 4 novos sistemas definitivos iniciam a produção até o final do ano: P-63, P-58, P-55 e P-61/TAD. * Novos sistemas: FPSOs Cid. São Paulo, Cid. São Vicente, Cid. Itajaí e Cid. Paraty.
  • 4.
    4 Desempenho Operacional noBrasil – E&P PROEF 2T13: ganhos na produção de óleo de 62 mbpd, 15 mbpd na UO-BC e 47 mbpd na UO-RIO Despesas com Prospecção e Perfuração (R$ milhões) 1.1461.2371.728 1.116 3.294 921 3T12 1T13 -63% 2T134T122T121T12 Política Exploratória (2S12) » Migração de sondas da Exploração para o Desenvolvimento da Produção (DP). » Saída de locações de maior risco exploratório. » 2T13: 13 poços baixados, nenhum do Pré-Sal (41 poços no 2T12, 2 no Pré-Sal). Nº de Descobertas 3 4 3 4 121 7 4 5 1T132T12 4T12 1 8 5 4 3T12 4 2T13 4 1T12 Pós-Sal Pré-sal/Cessão Onerosa » 1S13: Índice de Sucesso Exploratório da Petrobras foi de 70% (64% em 2012) e de 100% apenas no Pré-Sal (82% em 2012). » Descoberta de óleo de boa qualidade no Entorno de Iara (Cessão Onerosa), anunciada em 07/mai. » Gráfico apresenta as 30 descobertas mais relevantes divulgadas ao mercado, todas offshore, salvo Igarapé Chibata (Amazonas). 55 descobertas nos últimos 18 meses, sendo 16 no Pré-Sal. Eficiência Operacional (%) Produção de Óleo + LGN (mbpd) Eficiência Operacional (%) Produção de Óleo + LGN (mbpd) +47 mbpd 887840 +2,4 p.p. 92,890,4 389374 +15 mbpd 66,1 74,3 +8,2 p.p. PROEF UO-BC: 2T13 PROEF UO-RIO: 2T13 » Produção adicional de 15 mbpd. » Foco na recuperação de poços e sistemas submarinos. » VPL de US$ 626 milhões. » Dispêndios totais de US$ 1,2 bilhão até jun/13. » Produção adicional de 47 mbpd. » Foco na gestão, melhoria de integridade e otimização da utilização de recursos. » VPL de US$ 596 milhões. » Dispêndios totais de US$ 3,2 milhões até jun/13.
  • 5.
    5 39,03 38,68 39,54 37,5936,6338,48 1.9101.9802.066 1.9041.970 1.931 1T12 26,39 61,60 22,57 2T13 67,08 67,88 31,25 1T132T12 28,33 3T12 30,79 64,87 67,87 4T12 69,47 29,49 3T13 4T13 P-63 P-55 P-58 P-61 TAD Capacidade: 500 mbpd Custo de Extração Novas unidades ainda em ramp up de produção no 2T13: 138 mbpd x 312 mbdp de capacidadeCustodeExtração R$/Barril » Custo de novas unidades com impacto integral no período sem a contrapartida da produção (ramp up gradual). » Impacto no custo de pessoal decorrentes da revisão atuarial dos planos de pensão e saúde. » Desvalorização cambial de 3% (2T13 vs. 1T13) impactou os custos em Reais. » Principais alavancas do PROCOP que contribuíram para a otimização do Custo de Extração: custo de intervenções onshore; consumo de químicos no processo de produção; e otimização do uso dos recursos de manutenção. » A redução das participações governamentais se deve ao menor preço médio de referência, vinculado às cotações internacionais. Brent, em reais, 6% menor que no 1T13. » Lucro Líquido da área de E&P: R$ 8,9 bilhões no 2T13 x R$ 10,0 bilhões no 1T13. Produção de Óleo e LGNCusto de ExtraçãoParticipações Governamentais Cid. Anchieta Set/12 Cid. Itajaí Fev/13 Cid. São Paulo Jan/13 Custo de Extração, Produção de Óleo e Entrada de Novas Unidades de Produção ProduçãodeÓleoeLGN mbpd Capacidade:¹ 100 mbpd 2T13: 93 mbpd Capacidade¹: 54 mbpd 2T13: 11 mbpd Capacidade¹: 80 mbpd 2T13: 31 mbpd Capacidade¹: 78 mbpd 2T13: 3 mbpd ¹ Capacidade de processamento equivalente à participação da Petrobras. Cid. Paraty Jun/13
  • 6.
    6 39,03 38,68 39,54 37,5936,6338,48 1.9311.9101.9801.9041.9702.066 67,87 28,33 3T12 69,47 30,79 2T12 64,87 26,39 1T12 61,60 22,57 4T133T132T13 67,88 4T12 1T13 67,08 29,49 31,25 P-63 P-55 P-58 P-61 TAD Capacidade¹: 448 mbpd Produção 2013 Crescimento mais intenso no 4T13 devido à entrada de 4 novos sistemas de produçãoCustodeExtração R$/Barril Produção de Óleo e LGNCusto de ExtraçãoParticipações Governamentais ¹ Capacidade de processamento equivalente à participação da Petrobras. Cid. Paraty Jun/13 » Crescimento Sustentado da Produção no 2º semestre: • Ramp up dos sistemas que iniciaram operação no 1º semestre. • Entrada em operação das unidades P-55, P-58, P-63, P-61/TAD (Tender Assisted Drilling) no 4º trimestre. • Interligação, ao longo do 2º semestre, de 36 poços offshore com aproximadamente 440 mbpd de potencial de produção. Cid. Itajaí Fev/13 Cid. São Paulo Jan/13 Custo de Extração, Produção de Óleo e Entrada de Novas Unidades de Produção Capacidade¹: 54 mbpd 2T13: 11 mbpd Capacidade¹: 80 mbpd 2T13: 31 mbpd Capacidade¹: 78 mbpd 2T13: 3 mbpd Cid. Anchieta Set/12 Capacidade:¹ 100 mbpd 2T13: 93 mbpd Exemplo Ilustrativo
  • 7.
    7 Desempenho Operacional noBrasil – Abastecimento Produção de derivados, defasagem de preços, importação de derivados e exportação de óleo Vendas de Derivados no Brasil (mbpd) Produção de Derivados no Brasil (mbpd) » Foco no aumento da produção de derivados que tragam maior retorno, com destaque para a gasolina (+48 mbpd) e o diesel (+16 mbpd), em detrimento de outros como a Nafta (-25 mbpd) e o Óleo Combustível (-43 mbpd). » Produção de derivados 196 mbpd acima do 1T12, comparável à capacidade de refino do Trem 1 do COMPERJ (165 mbpd). » Maximização da produção de diesel planejada para o 2S13. 757 785 802 785 839 855 754 782 785 784 835 782 +1% 2T13 2.138 501 1T13 2.127 453 4T12 2.010 441 3T12 2.026 439 2T12 2.008 441 1T12 1.942 431 +6% Diesel Gasolina Outros Carga Processada (mil bbl/dia) e Fator de Utilização (%) Custo do Refino (R$/bbl) 436360337385351350 +99%+98%+97%+98%+95%+93% 2T13 2.102 1.666 1T13 2.083 1.722 4T12 1.970 1.633 3T12 1.974 1.589 2T12 1.936 1.585 1T12 1.884 1.534 Óleo Nac. + LGNÓleo Imp.FUT » Recorde diário de processamento de petróleo: 2.200 mbpd (29 e 30/jun). » FUT de 99% no 2T13: esforço contínuo de maior utilização das refinarias contribuiu para o aumento da carga fresca processada. 984 986 978921914864 +3%+6% 2T13 2.372 583 811 1T13 2.313 580 812 4T12 2.391 610 795 3T12 2.350 569 797 2T12 2.237 557 766 1T12 2.168 545 759 Gasolina Diesel Outros » Crescimento de 3% nas vendas no mercado interno com destaque para o diesel (+6% vs. 1T13). » Diesel: +57 mbpd frente ao 1T13 devido à elevação sazonal das atividades industrial e agrícola. » Gasolina: +3 mbpd frente ao 1T13 decorrentes do aumento da frota de veículos leves no Brasil. 6,376,246,987,076,256,60 2T13 +2% 1T134T123T12 +2% 2T121T12 » 2T13 x 1T13: aumento do custo unitário do refino devido à revisão atuarial dos planos de pensão e saúde, parcialmente compensado pela elevação da carga fresca processada (+1%) e pelos resultados do PROCOP. » Principais alavancas do PROCOP que contribuíram para a otimização do Custo de Refino: padronização do escopo de manutenção do refino; e aumento da produtividade energética. +11% +2% +6% +196 mbpd
  • 8.
    8 Comparação entre PreçoDoméstico e Internacional No 2T13, a defasagem dos preços dos derivados foi a menor desde jan/2012 Preço Médio Brasil* x Preço Médio no Golfo Americano** A queda da defasagem no 2T13 foi fruto dos reajustes do diesel (30/jan, 06/mar) e da gasolina (30/jan) e da queda dos preços internacionais. A depreciação do Real na segunda metade do trimestre prejudicou a convergência aos preços internacionais. Importação de DieselImportação de Gasolina Preços(R$/bbl) * Preço Médio Brasil (PMR - Preço Médio de Realização de Diesel, Gasolina, Nafta, GLP, QAV e Óleo Combustível). ** Preço Médio no Golfo (USGC: United States Gulf Coast), considerando os volumes do mercado brasileiro para os produtos acima. VolumesImportados(Milbbl/d) 0 100 200 300 400 500 600 700 800 900 100 120 140 160 180 200 220 240 260 jun/12 jan/12 out/12 ago/12 mai/12 jul/12 set/12 abr/12 mar/12 fev/12 jun/13 mai/13 abr/13 mar/13 fev/13 jan/13 dez/12 nov/12 Preço Médio de Venda Brasil 25/Jun Reajustes 16/Jul 20132012 Reajustes 30/Jan +5,4% diesel +6,6% gasolina 06/Mar +5% diesel 2T13 x 2T12 Gasolina: -31 mbpd Diesel: -127 mbpd • Aumentos dos Preços de Venda • Queda dos Preços Internacionais • Redução das Importações Preço Médio de Vendas Golfo Americano Perdas de Resultado
  • 9.
    9 Balança de Líquidos:Petróleo e Derivados Aumento da produção nacional melhora o saldo da balança do 2T13 frente ao 1T13 Melhora no saldo líquido da balança no 2T13 em função da menor importação de derivados (-115 mbpd) decorrente do aumento na produção nacional de Gasolina (+48 mbpd) e Diesel (+16 mbpd). » Queda de 31% na importação de derivados (2T13 vs. 1T13), apesar da elevação das vendas (+3%), puxada pela redução no diesel e na gasolina (-66%): » Menor importação de Gasolina (-75%) devido ao aumento da produção nacional e à elevação do teor de etanol na mistura. » Menor importação de Diesel (-64%) devido ao aumento da produção nacional associada à redução de estoque formado no 1T13. » Redução das exportações de petróleo pesado para formação de estoques com petróleo doméstico. » Menor importação de petróleo leve devido a utilização de estoques formados em período anterior. » Projeção de maior patamar de importações de diesel e gasolina no segundo semestre em função do aumento sazonal das vendas e da menor produção doméstica devido a paradas programadas. » Lucro Líquido da área de Abastecimento: -R$ 2,5 bilhões no 2T13 x -R$ 4,2 bilhões no 1T13. Saldo Líquido Exportação Importação mbpd 68 188195 13 5244 383731 341 2T13 359 2T12 215 554 172 159 162 1T13 406 155 -12% -18% 2T13 708 180 447 1T13 860 136 484 2T12 724 144 351 DieselGasolinaOutros DerivadosOCPetróleo -35% -2% +105% -180 -64 -185 10 2T13 -349 -285 1T13 -454 -269 2T12 -170 -23% Importação de Diesel e Gasolina (mbpd) 195 188 68 13 -66% 2T13 81 1T13 240 52 -66% 2T12 239 44
  • 10.
    10 Desempenho Operacional noBrasil – Gás e Energia Balanço de oferta e demanda de gás natural, fertilizantes e geração de energia Geração de Energia (GWmed)Produção de Fertilizantes (mil ton) » Fator de Utilização de 82%, maior patamar médio desde o 1T12. » Incorporação da Fábrica de Fertilizantes do Paraná (FAFEN-PR) em 01/Jun/13, com capacidade de produção de Amônia (1.303 toneladas/dia) e de Ureia (1.975 toneladas/dia). » Produção do 2T13 não contempla FAFEN-PR. +43% +38% 2T13 419 231 188 1T13 304 166 138 4T12 405 221 184 3T12 417 225 192 2T12 293 156 137 1T12 455 252 203 FUT 87% 57% 80% 78% 60% 82% 1,1 2T12 4,1 2,6 1,3 1T12 1,9 0,9 0,8 -12% 2T13 8,2 4,2 2,1 0,3 1,6 1T13 9,3 4,6 2,3 0,6 1,9 4T12 8,8 4,9 1,8 0,4 1,7 3T12 3,4 2,0 Atend. ONS 98% 99% 99%99% 98% 99% » Fornecimento de gás natural e óleo para geração de 8,2 GW médios de energia elétrica, 14% da carga do Sistema Interligado Nacional (SIN). » Redução de 12% na geração de energia frente ao 1T13 em função da melhoria do nível dos reservatórios das hidrelétricas. » Geração de energia elétrica da Petrobras atingiu 4,5 GW médios. FUT = Fator de Utilização Uréia Amonia 18,314,116,07,39,50,9 90,3 30,8 43,5 3T12 71,5 24,6 39,6 2T12 74,5 27,2 37,8 1T12 63,5 +21% +2% 2T13 90,1 30,4 41,4 1T13 88,1 30,7 43,3 4T12 25,5 37,0 12,110,812,412,211,712,1 +20% +2% 2T13 89,4 38,0 39,3 1T13 87,7 39,9 37,0 4T12 89,3 40,3 2T12 74,2 23,0 39,5 1T12 63,1 11,7 39,3 38,3 3T12 71,0 18,6 38,6 Oferta de Gás Natural (milhão m³/dia)Demanda de Gás Natural (milhão m³/dia) GNL Bolívia Nacional Abast/E&P Fertilizantes Termelétrico Não-Termelétrico +6% » Demanda não-termelétrica aumentou 6% no 2T13 em função da retomada do consumo industrial. » Redução de 5% na demanda termelétrica frente ao 1T13 em função do menor patamar de geração de energia elétrica a GN (-7%). » Oferta Total de Gás Natural alcançou 90 milhões m³/dia » Menor oferta de GN Nacional (2T13 x 1T13) devido a paradas programadas para manutenção nos campos de Manati, Mexilhão, Uruguá e Lula levou à maior importação de GNL. » Lucro Líquido da área de Gás e Energia: R$ 0,6 bilhão no 2T13 x R$ 0,9 bilhão no 1T13.
  • 11.
    11 PROCOP: Acompanhamento dosResultados – Jan a Jun/13 Realização de R$ 2,9 bilhões, 78% da meta anual de otimização de custos operacionais Meta 2013: R$ 3,8 bilhões 160% 150% 140% 130% 120% 110% 100% 10% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 0% 90% Execuçãooperacional(%) Jan-Jun/13 Redução de Custos Prevista: R$ 1,6 bilhão (43%) Redução de Custos Realizada: R$ 2,9 bilhões (78%) 100% Exploração & Produção Abastecimento Engenharia, Tecnologia & Materiais Corporativa & Serviços Transpetro Gás & Energia Produção Onshore Administração e Apoio Adm. Predial, Viagens e Hospedagens Produção Offshore Serviços de Apoio Intervenção em Poços Refino Logística de Óleo e Derivados Comercialização Suprimentos e Estoque TIC Gestão SMESLogística de GN Fertilizantes Planejado Realização conforme planejado ou superior Risco elevado de não realização da meta anual Pontos de atenção que podem comprometer o alcance da meta anual Incorporação de metas adicionais, incluindo também as subsidiárias Liquigás, BR e PBIO, trarão economia adicional de R$ 151 milhões em 2013 e de R$ 1,9 bilhão até 2016.
  • 12.
    12 Destaques do ResultadoFinanceiro do 2º Trimestre » Elevado Lucro Operacional com expressivo aumento da Geração de Caixa. » PRODESIN: Venda de 50% dos ativos na África, gerando ganho de R$ 1,9 bilhão, com aumento de caixa no valor de R$ 3,4 bilhões. » Até o 2T13, desinvestimentos realizados totalizam US$ 1,8 bilhão. » Lucro Líquido da área Internacional: R$ 2,0 bilhões no 2T13 x R$ 0,7 bilhão no 1T13. » Captação líquida total de US$ 15,1 bilhões, com destaque para a operação de US$ 11 bilhões em global notes (mai/13). » Extensão da contabilidade de hedge para proteção de exportações futuras: » Perdas cambiais de R$ 8,0 bilhões, relativas a aproximadamente 70% do endividamento líquido exposto a variação cambial (final 2T13), foram contabilizadas no Patrimônio Líquido. » Transferência para o resultado na medida em que as exportações forem realizadas. Lucro LíquidoLucro Operacional EBITDA -19% +561% +13% +110% +11% +71% R$milhões R$milhões R$milhões
  • 13.
    13 Lucro Operacional -1T13 vs 2T13 Aumento de preços dos derivados e da demanda no mercado interno R$milhões » Houve aumento na Receita de Vendas devido ao efeito integral dos reajustes nos preços do diesel e gasolina realizados ao longo do 1T13 e pelo aumento da demanda no mercado interno. » O aumento do CPV é explicado pelo maior volume de vendas no mercado interno, pelo maior processamento de óleo importado e pelas maiores importações de GNL. » A melhora na linha de Demais Despesas/Receitas refere-se, principalmente, à venda de ativos na África.
  • 14.
    14 Lucro Líquido -1T13 vs 2T13 Inferior em relação ao trimestre anterior devido ao Resultado Financeiro R$milhões » O Lucro Líquido diminuiu devido ao efeito da depreciação cambial sobre o endividamento líquido, parcialmente compensado pelo aumento no Lucro Operacional. » O Resultado Financeiro já contempla a menor exposição cambial decorrente da extensão da contabilidade de hedge para exportações futuras. » A redução dos Impostos reflete o menor lucro do período.
  • 15.
    15 Investimentos: Realização Físicaem Linha com a Financeira Acompanhamento da Evolução Física e Financeira – Curvas S Acompanhamento físico e financeiro individualizado de 155 projetos (Curvas S): Realização física média de 98,4% e financeira de 97,7%. R$Bilhão Investimentos: 1S12 x 1S13 Investimentos de R$ 44,1 bilhões no 1S13, 14% superior ao 1S12. Quando calculados em Dólares, Investimentos cresceram 5%. 44,1 38,7 +14% 1S131S12 Investimentos 1S13 por área de negócio 54% R$ 10,7 bi35% R$ 6,9 bi 1% 1% 0% 5% 6% G&E Internacional Distribuição Biocombustíveis Corporativo Abastecimento E&P
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    16 1) Endiividamento Líquido/ (EBITDA ajustado 1S13 x 2) 2) Endividamento Líquido / (Endividamento Líquido + Patrimônio Líquido) 3) Considera EBITDA ajustado (EBITDA excluindo a participação em investimentos e a perda na recuperação de ativos) 4) Inclui títulos federais com vencimento superior a 90 dias Endividamento Captações realizadas a custos competitivos para financiamento do PNG 2013-17 R$ Bilhões 31/06/13 31/03/13 Endividamento de Curto Prazo 18,2 14,6 Endividamento de Longo Prazo 230,8 182,4 Endividamento Total 249,0 196,9 (-) Disponibilidades ajustadas 3 72,8 46,3 = Endividamento Líquido 176,3 150,7 US$ Bilhões Endividamento Líquido 79,6 74,8 1,61 2,46 2,42 2,77 2,32 2,57 24% 28% 28% 31% 31% 34% -20% -10% 0% 10% 20% 30% 40% 0,0 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0 1T12 2T12 3T12 4T12 1T13 2T13 Endividamento Líquido/EBITDA Endividamento Líquido/ Capitalização Líquida2 3 3 » Captação líquida total de US$ 15,1 bilhões no 2T13. » Terminamos o 2T13 com R$ 72,8 bilhões (US$ 32,8 bilhões) de disponibilidades. 3 1
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    17 DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS Informações: Relacionamento comInvestidores +55 21 3224-1510 petroinvest@petrobras.com.br