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FACULDADES VALE DO CARANGOLA
Fundação Fafile de Carangola
Criada pela Lei Estadual nº Lei 5454, de 10 de junho de 1970
CNPJ - 17 725 656/0001-74 – Inscrição Estadual - ISENTA

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS – UEMG (Lei 18.384/09)

Apresentação do Trabalho de Geografia da África

Autores: Adalto Alarcon de Souza; Filipe Zaniratti Damica;
Hudson Giovanni N. S.; Keiliane Nascimento Coelho.
Prof. Msc. Fernando da Costa Fereira

Carangola/MG
2013
Denomina-se cultura afro-brasileira o conjunto de
manifestações culturais do Brasil que sofreram algum grau de
influência da cultura africana desde os tempos do Brasil colônia
até a atualidade. A cultura da África chegou ao Brasil, em sua
maior parte, trazida pelos escravos negros na época do tráfico
transatlântico de escravos. Traços fortes da cultura africana
podem ser encontrados hoje em variados aspectos da cultura
brasileira, como a música popular, a religião, a culinária, o
folclore e as festividades populares. Os estados do
Maranhão, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Espírito
Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul foram os
mais influenciados pela cultura de origem africana, tanto pela
quantidade de escravos recebidos durante a época do tráfico
como pela migração interna dos escravos após o fim do ciclo da
cana-de-açúcar na região Nordeste.
O maxixe
O maxixe foi o primeiro tipo de dança urbana surgida no Brasil. Era dançado
em locais que não atendiam a moral e aos bons costumes da época, como em
forrós, gafieiras da cidade nova e nos cabarés da Lapa, no Rio de Janeiro. Por
volta de 1875, estendendo-se mais tarde aos clubes carnavalescos e aos
palcos dos teatros de revista. Os homens de classes mais privilegiadas
freqüentavam esses bailes e gafieiras, em busca da sensualidade das danças
africanas.
"Os pares enlaçam-se pelas pernas e braços, apoiando-se pela testa, essa
maneira de dançar lhe valeu o título de escandalosa e excomungada. Foi
perseguida pela polícia, igreja, chefes de família e educadores. Para que
pudessem ser tocadas em casa de família, as partituras de maxixe traziam o
impróprio nome de "Tango Brasileiro".
Era uma forma de dançar não atrelada a um gênero musical específico, sendo
inicialmente dançado ao ritmo do tango, da havaneira, da polca ou do lundu.
Só nos fins do século XIX, as casas editoriais consideraram-no um gênero
musical, imprimindo as músicas com essa classificação: "a primeira dança
genuinamente brasileira".
Danças de origem africana
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O jongo
É uma dança de origem africana. O jongo permitia que os escravos se
comunicassem de forma que os senhores e capatazes não compreendessem
aquilo que falavam. Por meio dessa dança contavam suas tristezas e sofrimentos.
A roda de capoeira
Desenvolvida no Brasil por escravos africanos, é uma forma de expressão cultural
que mistura dança, luta, música, jogo. Nela são encenados golpes e movimentos
acompanhados por músicas. Os capoeiristas ficam na roda de capoeira batendo
palma no ritmo do berimbau e cantando a música enquanto dois capoeiristas
jogam capoeira.
Samba de roda
É um gênero musical de tradição afro-brasileira. É tocado com pandeiros,
atabaques, berimbaus, chocalho e viola.
Maracatu
É um dos ritmos de tradição africana, que hoje é difundido em todo o nordeste
brasileiro, especialmente, nas cidades de Recife e Olinda. É caracterizado
principalmente pela percussão forte, que teve origem nas congadas ,cerimônias de
coroação dos reis e rainhas da nação negra.
Capoeira
A capoeira é uma dança de luta, ritualizada e estilizada, que tem sua própria música e
é praticada principalmente na cidade de Salvador, estado da Bahia. É uma das
expressões características da dança e das artes marciais brasileiras. Evoluiu a partir de
um estilo de luta originário de Angola.
Nos primeiros anos da escravidão havia lutas permanentes entre os negros e quando o
senhor de escravos as descobria, castigava ambos os bandos envolvidos. Os escravos
consideravam essa atitude injusta e criavam "cortinas de fumaça" por meio da música e
das canções, para esconder as verdadeiras brigas.
Ao longo dos anos, essa prática foi sendo refinada até se converter em um esporte
sumamente atlético, no qual dois participantes desfecham golpes entre si, usando
apenas as pernas, pés calcanhares e cabeças, sem utilizar as mãos. Os lutadores
deslizam com grande rapidez pelo solo fazendo estrelas e dando espécies de
cambalhotas.
O conjunto musical que acompanha a capoeira inclui o berimbau, um tipo de
instrumento de madeira em forma de arco, com uma corda metálica que vai de uma
extremidade à outra. Na extremidade inferior do berimbau há uma cabaça pintada, que
funciona como caixa de som. O músico sacode o arco e, enquanto ressoam as sementes
da cabaça, toca a corda tensa com uma moeda de cobre para produzir um tipo de som
único, parecido com um gemido.
O Alaká africano, conhecido como pano da
costa no Brasil é produzido por tecelãs do
terreiro de Candomblé Ilê Axé Opô Afonjá
em Salvador, no espaço chamado de Casa
do Alaká5 . Mestre Didi Alapini (sumo
sacerdote) do Culto aos Egungun e Assògbá
(supremo sacerdote) do culto de Obaluaiyê
e Orixás da terra, é também escultor e seu
trabalho é voltado inteiramente para a
mitologia e arte yorubana. Na pintura foram
muitos os pintores e desenhistas que se
dedicaram a mostrar a beleza do
Candomblé, Umbanda e Batuque em suas
telas. Um exemplo é o escultor e pintor
argentino Carybé que dedicou boa parte de
sua vida no Brasil esculpindo e pintando os
Orixás e festas nos mínimos detalhes, suas
esculturas podem ser vistas no Museu AfroBrasileiro e tem alguns livros publicados do
seu trabalho.
• A música popular brasileira é fortemente
influenciada pelos ritmos africanos. As
expressões de música afro-brasileira mais
conhecida são:
• Samba
• Maracatu
• Ijexa
• Coco
• Jongo
• Carimbó
• Lambada
• Maxixe
• Maculelê
Instrumentos usados por afro-brasileiros
•
•
•
•
•
•

Afoxe
Agogô
Alfaiais
Atabaque
Berimbau
Tambor
As canções musicais eram expressões contidas no sentimento,
sofrimento e revolta contra a sociedade dominante, que reprimia os
valores e tradições de origem africana. Os africanos teriam de se
adaptar às novas regras de convivência e compor os movimentos
ficcionistas, tomando, por exemplo, a questão de uma raça e uma
etnia formando uma marginalização de sua adversidade cultural.
Outro ponto importante que devemos mencionar é a questão das
canções, melodias e letras da música afro-brasileira, que engloba os
ritmos musicais, danças, religiões e outros componentes da cultura
européia, representados pela comunidade colonial portuguesa, e
outra música nativa, que era incorporada aos grupos de negros e
mestiços que constitui hoje a cultura afro-brasileira. É dessa forma
que as músicas simbolizam as histórias sócias político econômico e
cultural das práticas representativas da comunidade afro-brasileira.
Vários estudiosos crêem que o povo iorubá
tem prováveis laços com a cultura do Egito,
enquanto outros defendem que ele está
mais intimamente ligado ao legado da
Núbia; estes pesquisadores também
investigam a possibilidade das crenças
iorubás serem herdeiras das concepções
helenistas. Até hoje nenhuma especulação
foi comprovada.
Os babalaôs dirigem o culto a Ifá, na
dimensão da interação humana; os
babalorixás e ialorixás – pais e mães
que presidem as iniciações no orixá –
lideram a adoração a estas divindades;
os babalossaim – símbolos da
paternidade – são os responsáveis
pelo culto a Ossaim, a esfera das
folhas, representantes da Natureza.
Fonte da imagem: http://civilizacoesafricanas.blogspot.com.br/2009/10/civilizacao-ioruba.html
Religiões afro-brasileiras
•Babaçuê - Pará
•Batuque - Rio Grande do Sul
•Cabula - Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina
•Candomblé - Em todos estados do Brasil
•Culto aos Egungun - Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo
•Culto de Ifá - Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo
•Macumba - Rio de Janeiro
•Omoloko - Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo
•Quimbanda - Rio de Janeiro, São Paulo
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Trabalho sobre influencia da africa no espaço brasileiro

  • 1. FACULDADES VALE DO CARANGOLA Fundação Fafile de Carangola Criada pela Lei Estadual nº Lei 5454, de 10 de junho de 1970 CNPJ - 17 725 656/0001-74 – Inscrição Estadual - ISENTA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS – UEMG (Lei 18.384/09) Apresentação do Trabalho de Geografia da África Autores: Adalto Alarcon de Souza; Filipe Zaniratti Damica; Hudson Giovanni N. S.; Keiliane Nascimento Coelho. Prof. Msc. Fernando da Costa Fereira Carangola/MG 2013
  • 2.
  • 3.
  • 4. Denomina-se cultura afro-brasileira o conjunto de manifestações culturais do Brasil que sofreram algum grau de influência da cultura africana desde os tempos do Brasil colônia até a atualidade. A cultura da África chegou ao Brasil, em sua maior parte, trazida pelos escravos negros na época do tráfico transatlântico de escravos. Traços fortes da cultura africana podem ser encontrados hoje em variados aspectos da cultura brasileira, como a música popular, a religião, a culinária, o folclore e as festividades populares. Os estados do Maranhão, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul foram os mais influenciados pela cultura de origem africana, tanto pela quantidade de escravos recebidos durante a época do tráfico como pela migração interna dos escravos após o fim do ciclo da cana-de-açúcar na região Nordeste.
  • 5. O maxixe O maxixe foi o primeiro tipo de dança urbana surgida no Brasil. Era dançado em locais que não atendiam a moral e aos bons costumes da época, como em forrós, gafieiras da cidade nova e nos cabarés da Lapa, no Rio de Janeiro. Por volta de 1875, estendendo-se mais tarde aos clubes carnavalescos e aos palcos dos teatros de revista. Os homens de classes mais privilegiadas freqüentavam esses bailes e gafieiras, em busca da sensualidade das danças africanas. "Os pares enlaçam-se pelas pernas e braços, apoiando-se pela testa, essa maneira de dançar lhe valeu o título de escandalosa e excomungada. Foi perseguida pela polícia, igreja, chefes de família e educadores. Para que pudessem ser tocadas em casa de família, as partituras de maxixe traziam o impróprio nome de "Tango Brasileiro". Era uma forma de dançar não atrelada a um gênero musical específico, sendo inicialmente dançado ao ritmo do tango, da havaneira, da polca ou do lundu. Só nos fins do século XIX, as casas editoriais consideraram-no um gênero musical, imprimindo as músicas com essa classificação: "a primeira dança genuinamente brasileira".
  • 6. Danças de origem africana • • • • • • • • O jongo É uma dança de origem africana. O jongo permitia que os escravos se comunicassem de forma que os senhores e capatazes não compreendessem aquilo que falavam. Por meio dessa dança contavam suas tristezas e sofrimentos. A roda de capoeira Desenvolvida no Brasil por escravos africanos, é uma forma de expressão cultural que mistura dança, luta, música, jogo. Nela são encenados golpes e movimentos acompanhados por músicas. Os capoeiristas ficam na roda de capoeira batendo palma no ritmo do berimbau e cantando a música enquanto dois capoeiristas jogam capoeira. Samba de roda É um gênero musical de tradição afro-brasileira. É tocado com pandeiros, atabaques, berimbaus, chocalho e viola. Maracatu É um dos ritmos de tradição africana, que hoje é difundido em todo o nordeste brasileiro, especialmente, nas cidades de Recife e Olinda. É caracterizado principalmente pela percussão forte, que teve origem nas congadas ,cerimônias de coroação dos reis e rainhas da nação negra.
  • 7. Capoeira A capoeira é uma dança de luta, ritualizada e estilizada, que tem sua própria música e é praticada principalmente na cidade de Salvador, estado da Bahia. É uma das expressões características da dança e das artes marciais brasileiras. Evoluiu a partir de um estilo de luta originário de Angola. Nos primeiros anos da escravidão havia lutas permanentes entre os negros e quando o senhor de escravos as descobria, castigava ambos os bandos envolvidos. Os escravos consideravam essa atitude injusta e criavam "cortinas de fumaça" por meio da música e das canções, para esconder as verdadeiras brigas. Ao longo dos anos, essa prática foi sendo refinada até se converter em um esporte sumamente atlético, no qual dois participantes desfecham golpes entre si, usando apenas as pernas, pés calcanhares e cabeças, sem utilizar as mãos. Os lutadores deslizam com grande rapidez pelo solo fazendo estrelas e dando espécies de cambalhotas. O conjunto musical que acompanha a capoeira inclui o berimbau, um tipo de instrumento de madeira em forma de arco, com uma corda metálica que vai de uma extremidade à outra. Na extremidade inferior do berimbau há uma cabaça pintada, que funciona como caixa de som. O músico sacode o arco e, enquanto ressoam as sementes da cabaça, toca a corda tensa com uma moeda de cobre para produzir um tipo de som único, parecido com um gemido.
  • 8. O Alaká africano, conhecido como pano da costa no Brasil é produzido por tecelãs do terreiro de Candomblé Ilê Axé Opô Afonjá em Salvador, no espaço chamado de Casa do Alaká5 . Mestre Didi Alapini (sumo sacerdote) do Culto aos Egungun e Assògbá (supremo sacerdote) do culto de Obaluaiyê e Orixás da terra, é também escultor e seu trabalho é voltado inteiramente para a mitologia e arte yorubana. Na pintura foram muitos os pintores e desenhistas que se dedicaram a mostrar a beleza do Candomblé, Umbanda e Batuque em suas telas. Um exemplo é o escultor e pintor argentino Carybé que dedicou boa parte de sua vida no Brasil esculpindo e pintando os Orixás e festas nos mínimos detalhes, suas esculturas podem ser vistas no Museu AfroBrasileiro e tem alguns livros publicados do seu trabalho.
  • 9.
  • 10. • A música popular brasileira é fortemente influenciada pelos ritmos africanos. As expressões de música afro-brasileira mais conhecida são: • Samba • Maracatu • Ijexa • Coco • Jongo • Carimbó • Lambada • Maxixe • Maculelê
  • 11. Instrumentos usados por afro-brasileiros • • • • • • Afoxe Agogô Alfaiais Atabaque Berimbau Tambor
  • 12. As canções musicais eram expressões contidas no sentimento, sofrimento e revolta contra a sociedade dominante, que reprimia os valores e tradições de origem africana. Os africanos teriam de se adaptar às novas regras de convivência e compor os movimentos ficcionistas, tomando, por exemplo, a questão de uma raça e uma etnia formando uma marginalização de sua adversidade cultural. Outro ponto importante que devemos mencionar é a questão das canções, melodias e letras da música afro-brasileira, que engloba os ritmos musicais, danças, religiões e outros componentes da cultura européia, representados pela comunidade colonial portuguesa, e outra música nativa, que era incorporada aos grupos de negros e mestiços que constitui hoje a cultura afro-brasileira. É dessa forma que as músicas simbolizam as histórias sócias político econômico e cultural das práticas representativas da comunidade afro-brasileira.
  • 13.
  • 14.
  • 15. Vários estudiosos crêem que o povo iorubá tem prováveis laços com a cultura do Egito, enquanto outros defendem que ele está mais intimamente ligado ao legado da Núbia; estes pesquisadores também investigam a possibilidade das crenças iorubás serem herdeiras das concepções helenistas. Até hoje nenhuma especulação foi comprovada. Os babalaôs dirigem o culto a Ifá, na dimensão da interação humana; os babalorixás e ialorixás – pais e mães que presidem as iniciações no orixá – lideram a adoração a estas divindades; os babalossaim – símbolos da paternidade – são os responsáveis pelo culto a Ossaim, a esfera das folhas, representantes da Natureza.
  • 16. Fonte da imagem: http://civilizacoesafricanas.blogspot.com.br/2009/10/civilizacao-ioruba.html
  • 17. Religiões afro-brasileiras •Babaçuê - Pará •Batuque - Rio Grande do Sul •Cabula - Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina •Candomblé - Em todos estados do Brasil •Culto aos Egungun - Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo •Culto de Ifá - Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo •Macumba - Rio de Janeiro •Omoloko - Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo •Quimbanda - Rio de Janeiro, São Paulo •Tambor-de-Mina - Maranhão •Terecô - Maranhão •Umbanda - Em todos estados do Brasil •Xambá - Alagoas, Pernambuco •Xangô do Nordeste - Pernambuco •Confraria •Irmandade dos homens pretos •Sincretismo