O documento discute duas concepções éticas: 1) o emotivismo, que vê as emoções como fundamento da moralidade; e 2) uma visão anti-racionalista identificando liberdade com desejos e paixões. A visão anti-racionalista é resumida em pontos inspirados por Nietzsche, criticando a moral racionalista por ser repressora. Duas observações são feitas: a visão tem mérito em criticar a hipocrisia da moral, mas é difícil saber se devemos criticar a razão ou apenas a racionalidade repressora.