SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 25
Medidores de Potência Ativa
• Wattímetros
• Instrumento eletrodinâmico.
Wattímetro
•

Bobina fixa, constituída de duas
meias bobinas idênticas (bobina
de corrente);

•

Bobina móvel, à qual está preso
o ponteiro (analógico) em um
mecanismo de relojoaria,
colocado entre as duas meias
bobinas (bobina de potencial);

•

Mola restauradora.
Wattímetro
MÉTODO DOS DOIS WATTÍMETROS
• Medir potência trifásica
Frequencímetros
•

Freqüencímetros Eletrodinâmicos
Os instrumentos eletrodinâmicos podem ser empregados para
medir freqüência se os seus
circuitos forem executados eletricamente ressonantes.
Como regra geral possuem dois circuitos sintonizados: um deles
em uma freqüência menor que a mínima que pode indicar o
instrumento, estando, o segundo circuito, em uma freqüência
ligeiramente superior à máxima.
Estes sistemas ressonantes podem ser combinados com sistemas
eletrodinâmicos simples ou com sistemas eletrodinâmicos de
bobinas cruzadas.
Frequencímetros
Freqüencímetros
Eletrodinâmicos
Instrumento que funciona baseado no
fato de que a corrente que circula
através de uma reatância diminui ao
aumentar a freqüência, ao passo que
aumenta ao circular por uma reatância
capacitiva.
Frequencímetros
Freqüencímetros de Indução

•

Este instrumento é constituído por dois eletroímãs com núcleo de ferro laminado.

•

As expansões polares destes núcleos possuem espiras em curto-circuito que atuam
como enrolamento de partida, como se fosse um motor elétrico de indução.

•

Os campos alternados das correntes atravessam as espiras em curto-circuito como
também o disco, produzindo em cada eletroímã dois campos contíguos corridos em
fase.

•

Cada campo criado tende a arrastar o disco em sentido contrário.

•

Dado que a intensidade que atravessa 1 é proporcional à tensão e a que circula por
2 é proporcional à tensão e à freqüência, a indicação do instrumento corresponde
Frequencímetros
• Freqüencímetros de lingüeta vibratória
• Para as medições em baixa freqüência, é
geralmente usado o freqüencímetro de
lâminas.
Frequencímetros
• O instrumento baseia o seu funcionamento nos efeitos de ressonância.
• Uma determinada quantidade de lâminas metálicas (línguas) de
diferentes freqüências, próprias de ressonância, é levada a vibrar, pela
ação dos impulsos magnéticos provenientes de um eletroimã alimentado
com freqüência nominal da rede.
• Com isto, uma das lâminas vibrará com maior intensidade, e exatamente
aquela cuja freqüência própria é a mesma cômoda freqüência aplicada.
• Lâminas adjacentes também vibrarão, porém com menor intensidade.
OBJETIVOS DO ATERRAMENTO
• Obter uma resistência de aterramento a mais baixa possível, para

correntes de falta à terra;
• Manter os potenciais produzidos pelas correntes de falta dentro de
limites de segurança de modo a não causar fibrilação do coração humano;
• Fazer que os equipamentos de proteção sejam mais sensibilizados e
isolem rapidamente as falhas à terra;
• Proporcionar um caminho de escoamento para terra de descargas
atmosféricas;
• Usar a terra como retorno de corrente do sistema MRT;
• Escoar as cargas estáticas geradas nas carcaças dos equipamentos.
RESISTIVIDADE DO SOLO
•

A resistividade do solo varia com o
tipo de solo, mistura de diversos tipos
de solo, teor de umidade, temperatura,
compactação e pressão, composição
química dos sais dissolvidos na água
retida e concentração dos sais
dissolvidos na água retida.
Medição de Resistividade da Terra
• Método de Wenner.
MEDIÇÃO DA RESISTIVIDADE DO SOLO
• MÉTODO DOS QUATRO PONTOS (WENNER)
•

(ANTES DE DIMENSIONAR MALHA)

MEDE-SE A RESISTÊNCIA PARA a = 4,
8, 16, 32 m ... EM DOIS EIXOS
ORTOGONAIS. A RESISTIVODADE É
DADA POR ρ = 2 π R
A ANÁLISE DOS VALORES OBTIDOS
PERMITE DEFINIR SE O SOLO É
HOMOGÊNEO OU SE DEVE SER
MODELADO EM CAMADAS, PARA O
DIMENSIONAMENTO DA MALHA.
PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO DO
TERRA
•

Este processo consiste, basicamente, em aplicarmos uma tensão
entre terra a ser medido e o terra auxiliar (eletrodos fixos ou
eletrodos de corrente) e medirmos a resistência do terreno até o
ponto desejado (eletrodo móvel ou eletrodo de tensão). O esquema
de ligações é mostrado na figura abaixo:
MEDIÇÃO DE RESISTÊNCIA DE
ATERRAMENTO
Terrômetros
FLUKE-1623: Medidor de resistência
de aterramento (Terrômetro)
Procedimento
• Alinhar o sistema de aterramento principal com as hastes de
potencial e auxiliar;
• A distância entre o sistema de aterramento principal e a haste
auxiliar deve ser suficientemente grande ( por volta de 35m), para
que a haste de potencial atinja a região plana do patamar. Devem
ser feitas diversas medidas para levantamento do gráfico
• O aparelho deve ficar o mais próximo possível do sistema de
aterramento principal;
• As hastes de potencial e auxiliar devem estar bem limpas, para
possibilitar bom contato com o solo;
• Calibrar o aparelho, isto é, ajustar o potenciômetro e o
multiplicador MEGGER, até que seja indicado o valor zero;
Procedimento
• As hastes usadas devem ser do tipo cooperweld, com 1,2m de
comprimento e diâmetro de 16mm;
• Cravar as hastes no mínimo a 70cm do solo;
• O cabo de ligação deve ser de cobre com bitola mínima de 2,5mm_;
• As medições devem ser feitas em dias em que o solo esteja seco,
para se obter o maior valor da resistência de terra deste
aterramento;
• Se não for o caso acima, anotar as condições do solo;
• Se houver oscilação de leitura, deslocar a posição da medição, carga
da bateria ou o estado do aparelho;
• O terra a ser medido deve estar desconectado do sistema elétrico.
Levantar o gráfico dos diversos pontos medidos no deslocamento da
haste móvel.
Cuidados
•
•
•
•

• ATENÇÃO: USAR LUVAS!!
SURTOS DE MANOBRA
CURTO-CIRCUITO
TEMPO RUIM
INTERFERÊNCIA DE (LTs, LDs)
Valores
• Conforme orientação da ABNT a
resistência deve atingir no máximo 10
Ohms, quando equalizado com o sistema
de pára-raios ou no máximo 25 Ohms
quando o sistema de pára-raios não existir
na instalação.
TERRÔMETRO
ALICATE TERRÔMETRO

• Mede a resistência de sistemas de
aterramento formados por estacas ou malhas
pequenas por medição da resistência de um
laço de terra aproveitando a presença de
aterramentos vizinhos, sem a necessidade de
utilizar estacas auxiliares próprias e sem
desconectar o aterramento sob teste.
ALICATE TERRÔMETRO
•

Mede a resistência de eletrodos de aterramento (Rg) em sistemas
multiaterrados.

O valor de resistência medido pelo
instrumento representa a soma da
resistência Rg com a resistência
equivalente do circuito formado pelas
demais resistências de aterramento
interligadas (em paralelo).
ALICATE TERRÔMETRO
•Também mede a corrente de fuga em equipamentos aterrados.
CARACTERÍSTICAS DO TRATAMENTO
QUÍMICO DO SOLO
O tratamento químico do solo visa a diminuição de sua resistividade,
conseqüentemente a diminuição da resistência de aterramento.
Os materiais a serem utilizados para um bom tratamento químico do solo
devem ter as seguintes características:
-Não ser corrosivo;
-Baixa resistividade elétrica;
-Quimicamente estável no solo;
-Não ser tóxico;
-Não causar danos a natureza.
O tipo mais recomendado de tratamento químico, é o uso do Gel químico,
que é constituído de uma mistura de diversos sais que, em presença da
água, formam o agente ativo do tratamento.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

2017 aula fisica atomica e nuclear i
2017 aula fisica atomica e nuclear i2017 aula fisica atomica e nuclear i
2017 aula fisica atomica e nuclear i
IPEN - CNEN / SP
 
9355 tecnologia dos_semicondutores___componentes
9355 tecnologia dos_semicondutores___componentes9355 tecnologia dos_semicondutores___componentes
9355 tecnologia dos_semicondutores___componentes
Mariana Canastra
 
Ba048 halliday - física - vol 3- 8ª ed
Ba048 halliday - física - vol 3- 8ª edBa048 halliday - física - vol 3- 8ª ed
Ba048 halliday - física - vol 3- 8ª ed
Fabio Henrique Lanzarin
 
Instrumentos de Medidas Elétricas
Instrumentos de Medidas ElétricasInstrumentos de Medidas Elétricas
Instrumentos de Medidas Elétricas
Aryleudo De Oliveira
 

Mais procurados (20)

Aula 02 conhecendo o multímetro analógico(1)
Aula 02   conhecendo o multímetro analógico(1)Aula 02   conhecendo o multímetro analógico(1)
Aula 02 conhecendo o multímetro analógico(1)
 
Relatório transformadores elétricos
Relatório transformadores elétricosRelatório transformadores elétricos
Relatório transformadores elétricos
 
Aula 3 e 4 - TEÓRICA - Engenharia Elétrica 6NA - Sinais e Sistemas
Aula 3 e 4 - TEÓRICA - Engenharia Elétrica 6NA - Sinais e SistemasAula 3 e 4 - TEÓRICA - Engenharia Elétrica 6NA - Sinais e Sistemas
Aula 3 e 4 - TEÓRICA - Engenharia Elétrica 6NA - Sinais e Sistemas
 
Trabalho completo teste de traçao em laboratorio
Trabalho completo teste de traçao em laboratorioTrabalho completo teste de traçao em laboratorio
Trabalho completo teste de traçao em laboratorio
 
Analise espectro eletromagnética
Analise espectro eletromagnéticaAnalise espectro eletromagnética
Analise espectro eletromagnética
 
Elementos de subestação
Elementos de subestaçãoElementos de subestação
Elementos de subestação
 
PROMINP: Apresentação sobre Medidas Elétricas
PROMINP: Apresentação sobre Medidas ElétricasPROMINP: Apresentação sobre Medidas Elétricas
PROMINP: Apresentação sobre Medidas Elétricas
 
Apresentação motores de indução
Apresentação motores de induçãoApresentação motores de indução
Apresentação motores de indução
 
Instalações elétricas industriais_slides_parte_i
Instalações elétricas industriais_slides_parte_iInstalações elétricas industriais_slides_parte_i
Instalações elétricas industriais_slides_parte_i
 
Instrumentação Analítica Industrial
Instrumentação Analítica IndustrialInstrumentação Analítica Industrial
Instrumentação Analítica Industrial
 
Sensores de pressao
Sensores de pressaoSensores de pressao
Sensores de pressao
 
2017 aula fisica atomica e nuclear i
2017 aula fisica atomica e nuclear i2017 aula fisica atomica e nuclear i
2017 aula fisica atomica e nuclear i
 
9355 tecnologia dos_semicondutores___componentes
9355 tecnologia dos_semicondutores___componentes9355 tecnologia dos_semicondutores___componentes
9355 tecnologia dos_semicondutores___componentes
 
10 elementos finais de controle
10   elementos finais de controle10   elementos finais de controle
10 elementos finais de controle
 
Gps Sistema De Posicionamento Global
Gps   Sistema De Posicionamento GlobalGps   Sistema De Posicionamento Global
Gps Sistema De Posicionamento Global
 
Ba048 halliday - física - vol 3- 8ª ed
Ba048 halliday - física - vol 3- 8ª edBa048 halliday - física - vol 3- 8ª ed
Ba048 halliday - física - vol 3- 8ª ed
 
Circuitos de corrente continua
Circuitos de corrente continuaCircuitos de corrente continua
Circuitos de corrente continua
 
Aula 09 dimensionamentos elétricos
Aula 09   dimensionamentos elétricosAula 09   dimensionamentos elétricos
Aula 09 dimensionamentos elétricos
 
mecanica dos fluidos
mecanica dos fluidosmecanica dos fluidos
mecanica dos fluidos
 
Instrumentos de Medidas Elétricas
Instrumentos de Medidas ElétricasInstrumentos de Medidas Elétricas
Instrumentos de Medidas Elétricas
 

Semelhante a power point sobre os Tipos de medidores e Terrometro

Curso de Operação em Subestação para LT_JAN-2023.pptx
Curso de Operação em Subestação para LT_JAN-2023.pptxCurso de Operação em Subestação para LT_JAN-2023.pptx
Curso de Operação em Subestação para LT_JAN-2023.pptx
Alan539599
 
Instalações Elétricas
Instalações ElétricasInstalações Elétricas
Instalações Elétricas
Rafael Totola
 
Abnt nbr-15749-medição-de-resistência-de-aterramento-parte-2
Abnt nbr-15749-medição-de-resistência-de-aterramento-parte-2Abnt nbr-15749-medição-de-resistência-de-aterramento-parte-2
Abnt nbr-15749-medição-de-resistência-de-aterramento-parte-2
Rosana Paixão
 
Medição aterramentos cap6
Medição aterramentos cap6Medição aterramentos cap6
Medição aterramentos cap6
Paulo H Bueno
 
Teórica resumo PIEL 1
Teórica resumo PIEL 1Teórica resumo PIEL 1
Teórica resumo PIEL 1
sergiomart
 
04_elementosdesubestao-130123052021-phpapp01.pdf
04_elementosdesubestao-130123052021-phpapp01.pdf04_elementosdesubestao-130123052021-phpapp01.pdf
04_elementosdesubestao-130123052021-phpapp01.pdf
Olney joner
 
Aulas máquinas eléctricas ib
Aulas máquinas eléctricas ibAulas máquinas eléctricas ib
Aulas máquinas eléctricas ib
Renata Nascimento
 

Semelhante a power point sobre os Tipos de medidores e Terrometro (20)

Medidas de Potência
Medidas de PotênciaMedidas de Potência
Medidas de Potência
 
Aterramento
AterramentoAterramento
Aterramento
 
Curso de Operação em Subestação para LT_JAN-2023.pptx
Curso de Operação em Subestação para LT_JAN-2023.pptxCurso de Operação em Subestação para LT_JAN-2023.pptx
Curso de Operação em Subestação para LT_JAN-2023.pptx
 
Instalações Elétricas
Instalações ElétricasInstalações Elétricas
Instalações Elétricas
 
Abnt nbr-15749-medição-de-resistência-de-aterramento-parte-2
Abnt nbr-15749-medição-de-resistência-de-aterramento-parte-2Abnt nbr-15749-medição-de-resistência-de-aterramento-parte-2
Abnt nbr-15749-medição-de-resistência-de-aterramento-parte-2
 
Praticas3
Praticas3Praticas3
Praticas3
 
Medição aterramentos cap6
Medição aterramentos cap6Medição aterramentos cap6
Medição aterramentos cap6
 
05 instrumentos diversos
05 instrumentos diversos05 instrumentos diversos
05 instrumentos diversos
 
Teórica resumo PIEL 1
Teórica resumo PIEL 1Teórica resumo PIEL 1
Teórica resumo PIEL 1
 
04_elementosdesubestao-130123052021-phpapp01.pdf
04_elementosdesubestao-130123052021-phpapp01.pdf04_elementosdesubestao-130123052021-phpapp01.pdf
04_elementosdesubestao-130123052021-phpapp01.pdf
 
Aterramento elétrico
Aterramento elétricoAterramento elétrico
Aterramento elétrico
 
Aterramento elétrico __
Aterramento elétrico  __Aterramento elétrico  __
Aterramento elétrico __
 
He 2015-03 - elétrica
He 2015-03 - elétricaHe 2015-03 - elétrica
He 2015-03 - elétrica
 
Aterramento rápido
Aterramento rápidoAterramento rápido
Aterramento rápido
 
Aulas máquinas eléctricas ib
Aulas máquinas eléctricas ibAulas máquinas eléctricas ib
Aulas máquinas eléctricas ib
 
Instalacoes eletricas 1
Instalacoes eletricas 1Instalacoes eletricas 1
Instalacoes eletricas 1
 
664210799-Curso-Nr-10-Complementar-Sep.pptx
664210799-Curso-Nr-10-Complementar-Sep.pptx664210799-Curso-Nr-10-Complementar-Sep.pptx
664210799-Curso-Nr-10-Complementar-Sep.pptx
 
Redes e Subestação de Energia Iª PARTE
Redes e Subestação de Energia Iª PARTERedes e Subestação de Energia Iª PARTE
Redes e Subestação de Energia Iª PARTE
 
3612 puc automação_parte5
3612 puc automação_parte53612 puc automação_parte5
3612 puc automação_parte5
 
Metodo do cálculo de energia incidente segundo IEEE 1584
Metodo do cálculo de energia incidente segundo IEEE 1584Metodo do cálculo de energia incidente segundo IEEE 1584
Metodo do cálculo de energia incidente segundo IEEE 1584
 

Mais de Claudio Arkan

Power point sobre Tensão elétrica.
Power point sobre Tensão elétrica.Power point sobre Tensão elétrica.
Power point sobre Tensão elétrica.
Claudio Arkan
 
Power point sobre Resistência elétrica
Power point sobre Resistência elétricaPower point sobre Resistência elétrica
Power point sobre Resistência elétrica
Claudio Arkan
 
Teorema de thévenin e norton
Teorema de thévenin e nortonTeorema de thévenin e norton
Teorema de thévenin e norton
Claudio Arkan
 
Power point de sistema de potência
Power point de sistema de potênciaPower point de sistema de potência
Power point de sistema de potência
Claudio Arkan
 
Mais uma apostila sobre comandos elétricos.
Mais uma apostila sobre comandos elétricos.Mais uma apostila sobre comandos elétricos.
Mais uma apostila sobre comandos elétricos.
Claudio Arkan
 
Apresentações diversas.
Apresentações diversas.Apresentações diversas.
Apresentações diversas.
Claudio Arkan
 
Recon da LIGHT(RIO DE JANEIRO).
Recon da LIGHT(RIO DE JANEIRO).Recon da LIGHT(RIO DE JANEIRO).
Recon da LIGHT(RIO DE JANEIRO).
Claudio Arkan
 
Apostila para retirar YLOAD do PS3.
Apostila para retirar YLOAD do PS3.Apostila para retirar YLOAD do PS3.
Apostila para retirar YLOAD do PS3.
Claudio Arkan
 

Mais de Claudio Arkan (20)

Apostila sobre Eletricidade 2014 parte 2
Apostila sobre Eletricidade 2014 parte 2Apostila sobre Eletricidade 2014 parte 2
Apostila sobre Eletricidade 2014 parte 2
 
Normas NR-10
Normas NR-10Normas NR-10
Normas NR-10
 
Manual reativo
Manual reativoManual reativo
Manual reativo
 
Apostila com 20 comandos elétricos fáceis de fazer
Apostila com 20 comandos elétricos fáceis de fazerApostila com 20 comandos elétricos fáceis de fazer
Apostila com 20 comandos elétricos fáceis de fazer
 
Apostila para a Correção do fator de potência
Apostila para a Correção do fator de potênciaApostila para a Correção do fator de potência
Apostila para a Correção do fator de potência
 
Apostila sobre controlador lógico programável avançado
Apostila sobre controlador lógico programável avançadoApostila sobre controlador lógico programável avançado
Apostila sobre controlador lógico programável avançado
 
mais uma apostila sobre Comandos elétricos
mais uma apostila sobre Comandos elétricosmais uma apostila sobre Comandos elétricos
mais uma apostila sobre Comandos elétricos
 
Apostila de manutencao em subestação
Apostila de manutencao em subestaçãoApostila de manutencao em subestação
Apostila de manutencao em subestação
 
Apostila 20 comandos-20eletricos
Apostila 20 comandos-20eletricosApostila 20 comandos-20eletricos
Apostila 20 comandos-20eletricos
 
Power point sobre Tensão elétrica.
Power point sobre Tensão elétrica.Power point sobre Tensão elétrica.
Power point sobre Tensão elétrica.
 
Power point sobre Resistência elétrica
Power point sobre Resistência elétricaPower point sobre Resistência elétrica
Power point sobre Resistência elétrica
 
Teorema de thévenin e norton
Teorema de thévenin e nortonTeorema de thévenin e norton
Teorema de thévenin e norton
 
Power point de sistema de potência
Power point de sistema de potênciaPower point de sistema de potência
Power point de sistema de potência
 
Apostila de instalação e manutenção de motores elétricos weg
Apostila de instalação e manutenção de motores elétricos wegApostila de instalação e manutenção de motores elétricos weg
Apostila de instalação e manutenção de motores elétricos weg
 
Mais uma apostila sobre comandos elétricos.
Mais uma apostila sobre comandos elétricos.Mais uma apostila sobre comandos elétricos.
Mais uma apostila sobre comandos elétricos.
 
Apresentações diversas.
Apresentações diversas.Apresentações diversas.
Apresentações diversas.
 
Recon da LIGHT(RIO DE JANEIRO).
Recon da LIGHT(RIO DE JANEIRO).Recon da LIGHT(RIO DE JANEIRO).
Recon da LIGHT(RIO DE JANEIRO).
 
Eletricista força,controle e comandos elétricos
Eletricista força,controle e comandos elétricosEletricista força,controle e comandos elétricos
Eletricista força,controle e comandos elétricos
 
Comando simples
Comando simplesComando simples
Comando simples
 
Apostila para retirar YLOAD do PS3.
Apostila para retirar YLOAD do PS3.Apostila para retirar YLOAD do PS3.
Apostila para retirar YLOAD do PS3.
 

Último

ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
azulassessoria9
 
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
aulasgege
 
Regulamento do Festival de Teatro Negro - FESTIAFRO 2024 - 10ª edição - CEI...
Regulamento do Festival de Teatro Negro -  FESTIAFRO 2024 - 10ª edição -  CEI...Regulamento do Festival de Teatro Negro -  FESTIAFRO 2024 - 10ª edição -  CEI...
Regulamento do Festival de Teatro Negro - FESTIAFRO 2024 - 10ª edição - CEI...
Eró Cunha
 

Último (20)

ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
 
APRENDA COMO USAR CONJUNÇÕES COORDENATIVAS
APRENDA COMO USAR CONJUNÇÕES COORDENATIVASAPRENDA COMO USAR CONJUNÇÕES COORDENATIVAS
APRENDA COMO USAR CONJUNÇÕES COORDENATIVAS
 
Sequência didática Carona 1º Encontro.pptx
Sequência didática Carona 1º Encontro.pptxSequência didática Carona 1º Encontro.pptx
Sequência didática Carona 1º Encontro.pptx
 
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
 
Acróstico - Maio Laranja
Acróstico  - Maio Laranja Acróstico  - Maio Laranja
Acróstico - Maio Laranja
 
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoNós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
 
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
 
As teorias de Lamarck e Darwin para alunos de 8ano.ppt
As teorias de Lamarck e Darwin para alunos de 8ano.pptAs teorias de Lamarck e Darwin para alunos de 8ano.ppt
As teorias de Lamarck e Darwin para alunos de 8ano.ppt
 
SQL Parte 1 - Criação de Banco de Dados.pdf
SQL Parte 1 - Criação de Banco de Dados.pdfSQL Parte 1 - Criação de Banco de Dados.pdf
SQL Parte 1 - Criação de Banco de Dados.pdf
 
Projeto envolvendo as borboletas - poema.doc
Projeto envolvendo as borboletas - poema.docProjeto envolvendo as borboletas - poema.doc
Projeto envolvendo as borboletas - poema.doc
 
Poema - Aedes Aegypt.
Poema - Aedes Aegypt.Poema - Aedes Aegypt.
Poema - Aedes Aegypt.
 
Regulamento do Festival de Teatro Negro - FESTIAFRO 2024 - 10ª edição - CEI...
Regulamento do Festival de Teatro Negro -  FESTIAFRO 2024 - 10ª edição -  CEI...Regulamento do Festival de Teatro Negro -  FESTIAFRO 2024 - 10ª edição -  CEI...
Regulamento do Festival de Teatro Negro - FESTIAFRO 2024 - 10ª edição - CEI...
 
O que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de InfânciaO que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de Infância
 
[2.3.3] 100%_CN7_CAP_[FichaAvaliacao3].docx
[2.3.3] 100%_CN7_CAP_[FichaAvaliacao3].docx[2.3.3] 100%_CN7_CAP_[FichaAvaliacao3].docx
[2.3.3] 100%_CN7_CAP_[FichaAvaliacao3].docx
 
transcrição fonética para aulas de língua
transcrição fonética para aulas de línguatranscrição fonética para aulas de língua
transcrição fonética para aulas de língua
 
UFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdf
UFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdfUFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdf
UFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdf
 
Maio Laranja - Combate à violência sexual contra crianças e adolescentes
Maio Laranja - Combate à violência sexual contra crianças e adolescentesMaio Laranja - Combate à violência sexual contra crianças e adolescentes
Maio Laranja - Combate à violência sexual contra crianças e adolescentes
 
Poema - Maio Laranja
Poema - Maio Laranja Poema - Maio Laranja
Poema - Maio Laranja
 
Atividades adaptada de matemática (Adição pop )
Atividades adaptada de matemática (Adição pop )Atividades adaptada de matemática (Adição pop )
Atividades adaptada de matemática (Adição pop )
 
Currículo Professor Pablo Ortellado - Universidade de São Paulo
Currículo Professor Pablo Ortellado - Universidade de São PauloCurrículo Professor Pablo Ortellado - Universidade de São Paulo
Currículo Professor Pablo Ortellado - Universidade de São Paulo
 

power point sobre os Tipos de medidores e Terrometro

  • 1. Medidores de Potência Ativa • Wattímetros • Instrumento eletrodinâmico.
  • 2. Wattímetro • Bobina fixa, constituída de duas meias bobinas idênticas (bobina de corrente); • Bobina móvel, à qual está preso o ponteiro (analógico) em um mecanismo de relojoaria, colocado entre as duas meias bobinas (bobina de potencial); • Mola restauradora.
  • 4. MÉTODO DOS DOIS WATTÍMETROS • Medir potência trifásica
  • 5. Frequencímetros • Freqüencímetros Eletrodinâmicos Os instrumentos eletrodinâmicos podem ser empregados para medir freqüência se os seus circuitos forem executados eletricamente ressonantes. Como regra geral possuem dois circuitos sintonizados: um deles em uma freqüência menor que a mínima que pode indicar o instrumento, estando, o segundo circuito, em uma freqüência ligeiramente superior à máxima. Estes sistemas ressonantes podem ser combinados com sistemas eletrodinâmicos simples ou com sistemas eletrodinâmicos de bobinas cruzadas.
  • 6. Frequencímetros Freqüencímetros Eletrodinâmicos Instrumento que funciona baseado no fato de que a corrente que circula através de uma reatância diminui ao aumentar a freqüência, ao passo que aumenta ao circular por uma reatância capacitiva.
  • 7. Frequencímetros Freqüencímetros de Indução • Este instrumento é constituído por dois eletroímãs com núcleo de ferro laminado. • As expansões polares destes núcleos possuem espiras em curto-circuito que atuam como enrolamento de partida, como se fosse um motor elétrico de indução. • Os campos alternados das correntes atravessam as espiras em curto-circuito como também o disco, produzindo em cada eletroímã dois campos contíguos corridos em fase. • Cada campo criado tende a arrastar o disco em sentido contrário. • Dado que a intensidade que atravessa 1 é proporcional à tensão e a que circula por 2 é proporcional à tensão e à freqüência, a indicação do instrumento corresponde
  • 8. Frequencímetros • Freqüencímetros de lingüeta vibratória • Para as medições em baixa freqüência, é geralmente usado o freqüencímetro de lâminas.
  • 9. Frequencímetros • O instrumento baseia o seu funcionamento nos efeitos de ressonância. • Uma determinada quantidade de lâminas metálicas (línguas) de diferentes freqüências, próprias de ressonância, é levada a vibrar, pela ação dos impulsos magnéticos provenientes de um eletroimã alimentado com freqüência nominal da rede. • Com isto, uma das lâminas vibrará com maior intensidade, e exatamente aquela cuja freqüência própria é a mesma cômoda freqüência aplicada. • Lâminas adjacentes também vibrarão, porém com menor intensidade.
  • 10. OBJETIVOS DO ATERRAMENTO • Obter uma resistência de aterramento a mais baixa possível, para correntes de falta à terra; • Manter os potenciais produzidos pelas correntes de falta dentro de limites de segurança de modo a não causar fibrilação do coração humano; • Fazer que os equipamentos de proteção sejam mais sensibilizados e isolem rapidamente as falhas à terra; • Proporcionar um caminho de escoamento para terra de descargas atmosféricas; • Usar a terra como retorno de corrente do sistema MRT; • Escoar as cargas estáticas geradas nas carcaças dos equipamentos.
  • 11. RESISTIVIDADE DO SOLO • A resistividade do solo varia com o tipo de solo, mistura de diversos tipos de solo, teor de umidade, temperatura, compactação e pressão, composição química dos sais dissolvidos na água retida e concentração dos sais dissolvidos na água retida.
  • 12. Medição de Resistividade da Terra • Método de Wenner.
  • 13. MEDIÇÃO DA RESISTIVIDADE DO SOLO • MÉTODO DOS QUATRO PONTOS (WENNER) • (ANTES DE DIMENSIONAR MALHA) MEDE-SE A RESISTÊNCIA PARA a = 4, 8, 16, 32 m ... EM DOIS EIXOS ORTOGONAIS. A RESISTIVODADE É DADA POR ρ = 2 π R A ANÁLISE DOS VALORES OBTIDOS PERMITE DEFINIR SE O SOLO É HOMOGÊNEO OU SE DEVE SER MODELADO EM CAMADAS, PARA O DIMENSIONAMENTO DA MALHA.
  • 14. PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO DO TERRA • Este processo consiste, basicamente, em aplicarmos uma tensão entre terra a ser medido e o terra auxiliar (eletrodos fixos ou eletrodos de corrente) e medirmos a resistência do terreno até o ponto desejado (eletrodo móvel ou eletrodo de tensão). O esquema de ligações é mostrado na figura abaixo:
  • 15. MEDIÇÃO DE RESISTÊNCIA DE ATERRAMENTO
  • 17. FLUKE-1623: Medidor de resistência de aterramento (Terrômetro)
  • 18. Procedimento • Alinhar o sistema de aterramento principal com as hastes de potencial e auxiliar; • A distância entre o sistema de aterramento principal e a haste auxiliar deve ser suficientemente grande ( por volta de 35m), para que a haste de potencial atinja a região plana do patamar. Devem ser feitas diversas medidas para levantamento do gráfico • O aparelho deve ficar o mais próximo possível do sistema de aterramento principal; • As hastes de potencial e auxiliar devem estar bem limpas, para possibilitar bom contato com o solo; • Calibrar o aparelho, isto é, ajustar o potenciômetro e o multiplicador MEGGER, até que seja indicado o valor zero;
  • 19. Procedimento • As hastes usadas devem ser do tipo cooperweld, com 1,2m de comprimento e diâmetro de 16mm; • Cravar as hastes no mínimo a 70cm do solo; • O cabo de ligação deve ser de cobre com bitola mínima de 2,5mm_; • As medições devem ser feitas em dias em que o solo esteja seco, para se obter o maior valor da resistência de terra deste aterramento; • Se não for o caso acima, anotar as condições do solo; • Se houver oscilação de leitura, deslocar a posição da medição, carga da bateria ou o estado do aparelho; • O terra a ser medido deve estar desconectado do sistema elétrico. Levantar o gráfico dos diversos pontos medidos no deslocamento da haste móvel.
  • 20. Cuidados • • • • • ATENÇÃO: USAR LUVAS!! SURTOS DE MANOBRA CURTO-CIRCUITO TEMPO RUIM INTERFERÊNCIA DE (LTs, LDs)
  • 21. Valores • Conforme orientação da ABNT a resistência deve atingir no máximo 10 Ohms, quando equalizado com o sistema de pára-raios ou no máximo 25 Ohms quando o sistema de pára-raios não existir na instalação.
  • 22. TERRÔMETRO ALICATE TERRÔMETRO • Mede a resistência de sistemas de aterramento formados por estacas ou malhas pequenas por medição da resistência de um laço de terra aproveitando a presença de aterramentos vizinhos, sem a necessidade de utilizar estacas auxiliares próprias e sem desconectar o aterramento sob teste.
  • 23. ALICATE TERRÔMETRO • Mede a resistência de eletrodos de aterramento (Rg) em sistemas multiaterrados. O valor de resistência medido pelo instrumento representa a soma da resistência Rg com a resistência equivalente do circuito formado pelas demais resistências de aterramento interligadas (em paralelo).
  • 24. ALICATE TERRÔMETRO •Também mede a corrente de fuga em equipamentos aterrados.
  • 25. CARACTERÍSTICAS DO TRATAMENTO QUÍMICO DO SOLO O tratamento químico do solo visa a diminuição de sua resistividade, conseqüentemente a diminuição da resistência de aterramento. Os materiais a serem utilizados para um bom tratamento químico do solo devem ter as seguintes características: -Não ser corrosivo; -Baixa resistividade elétrica; -Quimicamente estável no solo; -Não ser tóxico; -Não causar danos a natureza. O tipo mais recomendado de tratamento químico, é o uso do Gel químico, que é constituído de uma mistura de diversos sais que, em presença da água, formam o agente ativo do tratamento.