O documento analisa as desigualdades raciais e de gênero no mercado de trabalho metropolitano brasileiro, focando em dados de rendimento e taxa de desemprego de diferentes grupos. Em outubro de 2010, apesar de um crescimento econômico modesto, as disparidades de renda entre brancos e trabalhadores pretos e pardos persistem, com uma diferença de 88,5%. A análise também observa que, embora tenha havido reduções nas desigualdades, há riscos de desaceleração econômica que podem afetar esse progresso.