O documento apresenta uma análise das desigualdades de cor, raça e gênero no mercado de trabalho no Brasil entre 2003 e 2011, com foco nos rendimentos e taxa de desemprego nas seis maiores regiões metropolitanas. Os dados mostram uma evolução positiva nos rendimentos médios dos trabalhadores pretos e pardos, mas as assimetrias em relação aos trabalhadores brancos, particularmente em gênero, permanecem significativas. No primeiro mês de 2011, a taxa de desemprego foi de 6,1%, refletindo uma leve elevação em comparação com o mês anterior.