O documento analisa as desigualdades de cor ou raça e gênero no mercado de trabalho metropolitano brasileiro, com dados de rendimentos e taxas de desemprego de março de 2011. Os trabalhadores brancos apresentaram rendimentos significativamente superiores aos trabalhadores pretos e pardos, refletindo um aumento das desigualdades. Embora tenha havido alguns avanços ao longo dos anos, os dados de 2011 indicam um aprofundamento nas assimetrias raciais e de gênero.