Cenário internacional: mudou o eixo
          dinâmico da economia
• Duas direções: Países Desenvolvidos em semi-
  estagnação (sinais recuperação EUA)
   x
  Países emergentes em ascensão.
Medidas duras nos endividados que salvaram os
 bancos: Grécia, Espanha, Itália, etc. Mas também nos
 EUA, Inglaterra, França, etc. Capital financeiro
 faturou antes e agora quem paga a conta é a
 população.
Cenário internacional: mudou o eixo
            dinâmico da economia
• Unanimidade de que emergentes com taxas
  mais elevadas de crescimento
• China reduziu crescimento a 8,5% aa; mira o
  mercado interno: há 7 anos salários crescem, menos
    I mais C, marcha a oeste.
•   Ásia virou usina de processamento. olho EUA
•   África com altas taxas. Casos entre 10% e 20%.
•   América Latina em franca expansão.
•   Comércio entre emergentes. moedas próprias
Cenário Brasil 2011
• PIB cresceu 2,7%, em termos reais. (aproxim
  9,4% nominal).
• PIB indústria + 1,6% reais (aproxim 8,2%
  nominal); e Ind Transf 0,1% (aproxim 6,6%
  nominal).
• Afetado por alta do juro, corte gastos e
  câmbio desfavorável.
• Base de comparação (2009) elevada (7,5%)
Cenário Brasil perspectivas
• Tendência de crescimento consistente até
  2016/22.
  Investimentos externos (vide dados)
  Investimentos Pré-sal (R$ 230 bilhões), Copa,
  PAC (estradas, Usinas Hidro, Eólicas, linhas transmissão)
  Minha Casa,
• Desenvolvidos de olho demanda Brasil: trio
  mortal nacional ajuda exterior.
Cenário Brasil
• Risco desindustrialização TM: juros altos,
  dólar baixo, corte gastos, impostos altos.
• Juro é custo de oportunidade: Custo Brasil
• Real supervalorizado ajuda o exterior
• Energia, estradas caras: privatização. Investir
  não é desperdício Gastos juros x
  investimentos
• Duas visões: arrocho ou desenvolvimento
Cenário Brasil: mudança
•   Governo muda política macroeconômica:
•   a) reduz juros Selic e enfrenta spread bancos,
•   b) força a queda do Real c IOF sobre câmbio
•   Reduz impostos (ainda setores, pode ampliar).
•   Precisa amplo apoio social para persistir,
    enfrenta resistência brutal financeirismo
    daqui e potências tradicionais.
Cenário Brasil
• Nova política industrial estimula setores:
  financiamento, tributos, INSS
• Aqui alerta: o INSS cortado hoje pode faltar
  amanhã: riscos p futuro aposentado
Investimento externo é recorde na AL
Setor metalúrgico faturando


                          % 2010/09   % 2011/10   % 2011/09


Máquinas e equipamentos        27,5         9,2        39,2


Veículos automotores           25,3         3,8        30,1


Produtos de metal              20,8         4,2        25,9


Metalurgia básica              31,8        -5,3        24,8


Transformação                  11,1         1,7        13,0
Setor metalúrgico faturando


                          2009   2010    2011


Máquinas e equipamentos   100    127,5   139,2


Veículos automotores      100    125,3   130,1


Produtos de metal         100    120,8   125,9


Metalurgia básica         100    131,8   124,8


Transformação             100    111,1   113,0
M áqui nas e equi pament os
                                      Setor metalúrgico

       M et al ur gi a bás i ca




                                                                                  2011

      P r f odut os de meat l                                                     2010

                                                                                  2009




          T r ans f or maç ão




    V eíc ul os aut omot or es




                                  0   20   40   60   80   100   120   140   160
Setor metalúrgico
• Empresas Caxias bom desempenho balanços:
• Randon 2011: Rec L 11,8% Lucro L 7,9% Em 2
  anos: RL 50,6% e LL 84,6%
• Marcopolo 2011: RL 13,6% e LL 16,3%%
   Em 2 anos: RL 44,1% e LL 118,2%
• Ambos prevêem crescimento mais forte
  segundo semestre ou antes. Sazonal 1º s.
Setor metalúrgico
• Relatório Mundial SA reconhece o que STIME afirma
  há anos: “redução dos juros deve turbinar demanda
  doméstica e junto com medidas de crédito e estímulos fiscais
  acelerarão o crescimento ao longo do ano, estimulando o
  consumo das famílias... “O ambiente de mercado de trabalho
  mostra-se bastante favorável, com aumento da ocupação e
  da renda real, ajudada pela elevação do salário mínimo. “O
  cenário de consumo mais otimista tem impacto direto nas
  vendas da Mundial. A perspectiva de aumento das receitas
  provocada por uma maior demanda dos produtos, aliada ao
  programa de aumento de eficiência e redução de custos,
  geram um cenário promissor para 2012”.
Previsão crescimento país
• PIB 4 a 4,5%. Investimentos. Europa, EUA e
  todos de olho na nossa demanda
  e nosso crescimento. Atrai capitais produtivos
  (IED)
• Soluço primeiro semestre era esperado,
  previsão é acelerar no segundo semestre.
Previsão setor crescer
• Unanimidade de crescimento segundo
  semestre: vide declarações: Randon,
  Marcopolo, Mundial,
• Investimentos, aquisições, greenfield em
  curso, com horizonte além de 2016.
• Bloco de investimentos da Randon de R$ 2,5
  bilhões até 2016 é expectativa mais do que
  otimista e mira mais longe.
Realidade adversa ao trabalhador
Jornadas século XIX: 60 h extras semanais
Metas estressantes
Ritmo mais intenso: mais trabalho por unidade de
   tempo e + qualidade: rende mais ao capital
Essa conjugação: a) extenua, estressa, doenças
   profissionais (LER, DORT) e psicológicas (depressão,
   ansiedade) e b) agrega mais valor por trabalhador
Salários rebaixados por rotatividade
Realidade adversa ao trabalhador
               Rotatividade: saldo positivo só até 2 SM (64,71%)
   Faixa de Rendimentos em                                          Salário Médio de Admissão   Saldo (admitidos -
          Salarios Minimos          Numero de Admitidos     %                      R$                 desligados)
ATE 0,5                                      246           1,03%             293,78                    104
0,51 A 1,0                                   654           2,74%             372,34                    65
1,01 A 1,5                                  5.040         21,15%             777,25                   1378
1,51 A 2,0                                  9.477         39,78%             973,58                   2591
2,01 A 3,0                                  6.022         25,27%            1.326,21                  -1920
3,01 A 4,0                                  1.241          5,21%            1.919,57                  -724
4,01 A 5,0                                   480           2,01%            2.496,88                  -235
5,01 A 7,0                                   358           1,50%            3.295,22                  -185
7,01 A 10,0                                  163           0,68%            4.655,46                  -135
10,01 A 15,0                                 77            0,32%            6.700,71                   -43
15,01 A 20,0                                 16            0,07%            9.620,50                   -32
MAIS DE 20,0                                 38            0,16%           21.862,32                   -16
IGNORADO                                     14            0,06%              0,00                      -6
TOTAL                                      23.826         100,00%           1.194,75                   842


Fonte: Ministerio do Trabalho e Emprego - Caged


Elaboração : DIEESE RS
Tem condições: pauta razoável
• 10% é menos que inflação + crescimento
• Piso R$ 1000,00 (hoje menor que RS)
• Redução jornada: produtividade Século XXI é
  fantástica.
• Transporte subsidiado
• Estabilidade em caso de acidente trabalho
• Igualdade salário homens e mulheres
Tem condições: pauta razoável
• Falta de transparência nas relações.
• Muitas empresas nem publicam balanço
• Nível produtividade e custo mão-de-obra no
  produto final: desafio para imprensa investigar.
• Há indícios de que peso pessoal e encargos
  não supere 12% do preço final. Se isso se
  confirmar, aumento de 10% significa um custo
  a mais de 1,2% (comparar isso com: redução INSS, juro
  menor, infra melhor,etc.)
Salário não é problema
• Como explicar EUA dobrou exportações ao
  Brasil de 2008 a 2010, com salários
  trabalhadores n vezes maiores?
• Idem Alemanha
• China subindo salário 15% aa desde 2005
• Salários centro do país bem maiores.
• Pôr a culpa no salário é defesa do
  financeirismo de 20 vinte anos: pauta datada,
  de costas ao povo e ao país.
Salário não é problema
• Desoneração da folha é redução de custo
• Empresas Caxias beneficiadas.
• Criou folga extra, além dos mecanismos de
  sempre (rotatividade, aumento produtividade,
  horas-extras, etc.).
• Risco para a previdência no futuro
Duas visões
• A saída: Nação unida pela produção x especulação.
  Corta juro, sobe o dólar, aí mais investimento, menos
  imposto, melhor salário (mais mercado interno) e
  maior escala de produção, menor custo unitário.
• A saída individualista e excludente: mantém setor
  financeiro sugando e arrocha trabalhador: no longo
  prazo destrói indústria e mercado interno. PIB vôo da
  galinha. Desaparece Nação e viramos colônia
  moderna.
Dissidio 2012

Dissidio 2012

  • 2.
    Cenário internacional: mudouo eixo dinâmico da economia • Duas direções: Países Desenvolvidos em semi- estagnação (sinais recuperação EUA) x Países emergentes em ascensão. Medidas duras nos endividados que salvaram os bancos: Grécia, Espanha, Itália, etc. Mas também nos EUA, Inglaterra, França, etc. Capital financeiro faturou antes e agora quem paga a conta é a população.
  • 3.
    Cenário internacional: mudouo eixo dinâmico da economia • Unanimidade de que emergentes com taxas mais elevadas de crescimento • China reduziu crescimento a 8,5% aa; mira o mercado interno: há 7 anos salários crescem, menos I mais C, marcha a oeste. • Ásia virou usina de processamento. olho EUA • África com altas taxas. Casos entre 10% e 20%. • América Latina em franca expansão. • Comércio entre emergentes. moedas próprias
  • 4.
    Cenário Brasil 2011 •PIB cresceu 2,7%, em termos reais. (aproxim 9,4% nominal). • PIB indústria + 1,6% reais (aproxim 8,2% nominal); e Ind Transf 0,1% (aproxim 6,6% nominal). • Afetado por alta do juro, corte gastos e câmbio desfavorável. • Base de comparação (2009) elevada (7,5%)
  • 5.
    Cenário Brasil perspectivas •Tendência de crescimento consistente até 2016/22. Investimentos externos (vide dados) Investimentos Pré-sal (R$ 230 bilhões), Copa, PAC (estradas, Usinas Hidro, Eólicas, linhas transmissão) Minha Casa, • Desenvolvidos de olho demanda Brasil: trio mortal nacional ajuda exterior.
  • 6.
    Cenário Brasil • Riscodesindustrialização TM: juros altos, dólar baixo, corte gastos, impostos altos. • Juro é custo de oportunidade: Custo Brasil • Real supervalorizado ajuda o exterior • Energia, estradas caras: privatização. Investir não é desperdício Gastos juros x investimentos • Duas visões: arrocho ou desenvolvimento
  • 7.
    Cenário Brasil: mudança • Governo muda política macroeconômica: • a) reduz juros Selic e enfrenta spread bancos, • b) força a queda do Real c IOF sobre câmbio • Reduz impostos (ainda setores, pode ampliar). • Precisa amplo apoio social para persistir, enfrenta resistência brutal financeirismo daqui e potências tradicionais.
  • 8.
    Cenário Brasil • Novapolítica industrial estimula setores: financiamento, tributos, INSS • Aqui alerta: o INSS cortado hoje pode faltar amanhã: riscos p futuro aposentado
  • 9.
  • 10.
    Setor metalúrgico faturando % 2010/09 % 2011/10 % 2011/09 Máquinas e equipamentos 27,5 9,2 39,2 Veículos automotores 25,3 3,8 30,1 Produtos de metal 20,8 4,2 25,9 Metalurgia básica 31,8 -5,3 24,8 Transformação 11,1 1,7 13,0
  • 11.
    Setor metalúrgico faturando 2009 2010 2011 Máquinas e equipamentos 100 127,5 139,2 Veículos automotores 100 125,3 130,1 Produtos de metal 100 120,8 125,9 Metalurgia básica 100 131,8 124,8 Transformação 100 111,1 113,0
  • 12.
    M áqui nase equi pament os Setor metalúrgico M et al ur gi a bás i ca 2011 P r f odut os de meat l 2010 2009 T r ans f or maç ão V eíc ul os aut omot or es 0 20 40 60 80 100 120 140 160
  • 13.
    Setor metalúrgico • EmpresasCaxias bom desempenho balanços: • Randon 2011: Rec L 11,8% Lucro L 7,9% Em 2 anos: RL 50,6% e LL 84,6% • Marcopolo 2011: RL 13,6% e LL 16,3%% Em 2 anos: RL 44,1% e LL 118,2% • Ambos prevêem crescimento mais forte segundo semestre ou antes. Sazonal 1º s.
  • 14.
    Setor metalúrgico • RelatórioMundial SA reconhece o que STIME afirma há anos: “redução dos juros deve turbinar demanda doméstica e junto com medidas de crédito e estímulos fiscais acelerarão o crescimento ao longo do ano, estimulando o consumo das famílias... “O ambiente de mercado de trabalho mostra-se bastante favorável, com aumento da ocupação e da renda real, ajudada pela elevação do salário mínimo. “O cenário de consumo mais otimista tem impacto direto nas vendas da Mundial. A perspectiva de aumento das receitas provocada por uma maior demanda dos produtos, aliada ao programa de aumento de eficiência e redução de custos, geram um cenário promissor para 2012”.
  • 15.
    Previsão crescimento país •PIB 4 a 4,5%. Investimentos. Europa, EUA e todos de olho na nossa demanda e nosso crescimento. Atrai capitais produtivos (IED) • Soluço primeiro semestre era esperado, previsão é acelerar no segundo semestre.
  • 16.
    Previsão setor crescer •Unanimidade de crescimento segundo semestre: vide declarações: Randon, Marcopolo, Mundial, • Investimentos, aquisições, greenfield em curso, com horizonte além de 2016. • Bloco de investimentos da Randon de R$ 2,5 bilhões até 2016 é expectativa mais do que otimista e mira mais longe.
  • 17.
    Realidade adversa aotrabalhador Jornadas século XIX: 60 h extras semanais Metas estressantes Ritmo mais intenso: mais trabalho por unidade de tempo e + qualidade: rende mais ao capital Essa conjugação: a) extenua, estressa, doenças profissionais (LER, DORT) e psicológicas (depressão, ansiedade) e b) agrega mais valor por trabalhador Salários rebaixados por rotatividade
  • 18.
    Realidade adversa aotrabalhador Rotatividade: saldo positivo só até 2 SM (64,71%) Faixa de Rendimentos em Salário Médio de Admissão Saldo (admitidos - Salarios Minimos Numero de Admitidos % R$ desligados) ATE 0,5 246 1,03% 293,78 104 0,51 A 1,0 654 2,74% 372,34 65 1,01 A 1,5 5.040 21,15% 777,25 1378 1,51 A 2,0 9.477 39,78% 973,58 2591 2,01 A 3,0 6.022 25,27% 1.326,21 -1920 3,01 A 4,0 1.241 5,21% 1.919,57 -724 4,01 A 5,0 480 2,01% 2.496,88 -235 5,01 A 7,0 358 1,50% 3.295,22 -185 7,01 A 10,0 163 0,68% 4.655,46 -135 10,01 A 15,0 77 0,32% 6.700,71 -43 15,01 A 20,0 16 0,07% 9.620,50 -32 MAIS DE 20,0 38 0,16% 21.862,32 -16 IGNORADO 14 0,06% 0,00 -6 TOTAL 23.826 100,00% 1.194,75 842 Fonte: Ministerio do Trabalho e Emprego - Caged Elaboração : DIEESE RS
  • 19.
    Tem condições: pautarazoável • 10% é menos que inflação + crescimento • Piso R$ 1000,00 (hoje menor que RS) • Redução jornada: produtividade Século XXI é fantástica. • Transporte subsidiado • Estabilidade em caso de acidente trabalho • Igualdade salário homens e mulheres
  • 20.
    Tem condições: pautarazoável • Falta de transparência nas relações. • Muitas empresas nem publicam balanço • Nível produtividade e custo mão-de-obra no produto final: desafio para imprensa investigar. • Há indícios de que peso pessoal e encargos não supere 12% do preço final. Se isso se confirmar, aumento de 10% significa um custo a mais de 1,2% (comparar isso com: redução INSS, juro menor, infra melhor,etc.)
  • 21.
    Salário não éproblema • Como explicar EUA dobrou exportações ao Brasil de 2008 a 2010, com salários trabalhadores n vezes maiores? • Idem Alemanha • China subindo salário 15% aa desde 2005 • Salários centro do país bem maiores. • Pôr a culpa no salário é defesa do financeirismo de 20 vinte anos: pauta datada, de costas ao povo e ao país.
  • 22.
    Salário não éproblema • Desoneração da folha é redução de custo • Empresas Caxias beneficiadas. • Criou folga extra, além dos mecanismos de sempre (rotatividade, aumento produtividade, horas-extras, etc.). • Risco para a previdência no futuro
  • 23.
    Duas visões • Asaída: Nação unida pela produção x especulação. Corta juro, sobe o dólar, aí mais investimento, menos imposto, melhor salário (mais mercado interno) e maior escala de produção, menor custo unitário. • A saída individualista e excludente: mantém setor financeiro sugando e arrocha trabalhador: no longo prazo destrói indústria e mercado interno. PIB vôo da galinha. Desaparece Nação e viramos colônia moderna.