Em busca de outro modelo para a comunicação em rede 0/22 CARNEIRO, Maria Lucia & MARASCHIN, Cleci. In: BARBOSA, R. M. (org.).  Ambientes virtuais de aprendizagem . Porto Alegre: Artmed, 2005.
Grupalidade e redes de conhecimento Mudanças na comunicação ocasionadas pelos  acoplamentos tecnológicos  ao processo educacional. Serviços integrados  ao processo de ensino-aprendizagem: comunicação síncrona, assíncrona, vídeo e bibliotecas virtuais. Grupo  como instituição: cada grupo constitui um domínio de ações diferenciadas e coordenadas entre si. No operar do grupo, a constituição de rede de trocas consensuais.
Grupalidade e redes de conhecimento Maturana e Varela (2001)  acoplamento estrutural  que permita a manutenção da individualidade dos organismos que interagem. Acoplamentos de terceira ordem  – geram modelos de interação que permite constituir novos domínios de interação que os indivíduos isolados não poderiam produzir.
Grupalidade e redes de conhecimento Acoplamento estrutural grupal  – no devir, os constantes ajustamentos das posições dos indivíduos nas redes de interações. Modelo linear  (tubo) em muitas propostas de interação  online : AVA como espaço para publicações de textos e aulas gravadas.
Grupalidade e redes de conhecimento Maturana e a desconstrução da metáfora do tubo : nas ações compartilhadas, cada participante entra em domínio consensual com os outros, de acordo com suas experiências. Comunicação com  rede interativa recorrente , que produz modos de significação entremeados de discussões e consensos.
Ecologias cognitivas e comunicação Guatari – década de 1970 – ecologia cognitiva. Bateson (1980) – ecologia da mente. Lévy (1998) – ecologia cognitiva. Maturana – teoria da autopoiese (neste texto: sobre os processos cognitivos em domínios de interação). Estrutura do sistema comunicativo (Maturana) – domínio de estados, domínio de perturbações (em operações recorrentes), mediante acoplamento estrutural do ser ao meio.
Ecologias cognitivas e comunicação Três graus de acoplamento: De primeira ordem  – entre moléculas que constituem uma célula. De segunda ordem  – entre o organismo e seu sistema nervoso. De terceira ordem  – entre organismos com sistema nervoso.
Ecologias cognitivas e comunicação Nos AVA: Acoplamento tecnológico. Sujeito e meio acoplados e sofrendo mudanças estruturais. Rede comunicativa como fenômeno autoprodutivo. Conhecimento e interação. Fenômenos sociais como conseqüência de interações entre seres vivos.
Ecologias cognitivas e comunicação Nos AVA: Conduta social baseada na cooperação. Professor e a criação de espaços em que alunos co-derivem, transformando-se e interferindo na sua rede social. Para Maturana, o ser vivo e sua circunstância transforma-se de maneira congruente.
Pesquisa de campo 1 Análise de fluxos interativos em redes de aprendizagem  online , mediante análise de conteúdo das mensagens. Gincana Virtual – Teleduc e videoconferência: 1ª semana – centrado na moderadora 2ª semana – ampliação da rede de interações / outros centros geradores / grupalidade 3a semana – constituição de várias redes de interação 4ª semana – recentralização na moderadora 5ª semana – fluxo comunicacional contínuo centrado na moderadora / também outra rede descentrada 5ª e 6ª semanas – deslocamento do centro das interações para otros sujeitos 7ª e 8ª semanas – oscilação entre interação centrada na moderadora e movimento em rede
Pesquisa de campo 1 Constituição do  sujeito coletivo : pesquisadora mais como observadora que como moderadora. Alunos assumem seus papéis nos grupos constituídos. Acoplamento tecnológico  – bate-papo e videoconferência incorporados ao cotidiano.
Pesquisa de campo 2 Análise das interações em dois cursos  online , mediante análise de conteúdo das mensagens. Centrados no professor Teleduc e videoconferência como recursos de apoio Só correio como ferramenta de comunicação (centrada no professor) Metáfora do tubo : tecnologia como meio para trocas e não como recurso estruturante da comunicação
Pesquisa de campo 3 Análise das interações em cursos presenciais, mediante análise de conteúdo das mensagens. Sala virtual 1: Mapas a partir das mensagens do correio Sujeito coletivo e descentralização da coordenação das interações na professora
Pesquisa de campo 3 Análise das interações em cursos presenciais, mediante análise de conteúdo das mensagens. Sala virtual 2: Atividades centradas na professora Fluxo de interações – metáfora do tubo Progressiva descentralização
Discussão de resultados O estudo buscou identificar alguns  padrões de fluxos comunicacionais . Não é o recurso tecnológico utilizado que determina o acoplamento estrutural ou a constituição de um dado fluxo comunicacional. A priorização de um dado fluxo comunicacional depende da coordenação do moderador e do uso dos recursos do AVA selecionados na constituição dos espaços interativos.
Discussão de resultados Proposta de modelagem: Maturana / espiral / expansão e contração, a depender da troca entre os sujeitos / coordenações de coordenações de ações consensuais (acompanhamento efetivo das mensagens dos alunos).
Discussão de resultados Proposta de modelagem: Compartilhar e constituir um sujeito coletivo. Mapas de interações  – padrão oscilatório na constituição de redes comunicativas (alternâncias dos nós das redes: ora no professor, ora em outros centros).
Proposta de atividades Analisem o fluxo de comunicação das aulas de TAAV, a partir do marco teórico do texto estudado e, se necessário, proponham outras formas de modelagem do fluxo comunicacional das aulas, apontando readequações nas coordenações consensuais de conduta das professoras e dos alunos.

TAAV - Em busca de outro modelo

  • 1.
    Em busca deoutro modelo para a comunicação em rede 0/22 CARNEIRO, Maria Lucia & MARASCHIN, Cleci. In: BARBOSA, R. M. (org.). Ambientes virtuais de aprendizagem . Porto Alegre: Artmed, 2005.
  • 2.
    Grupalidade e redesde conhecimento Mudanças na comunicação ocasionadas pelos acoplamentos tecnológicos ao processo educacional. Serviços integrados ao processo de ensino-aprendizagem: comunicação síncrona, assíncrona, vídeo e bibliotecas virtuais. Grupo como instituição: cada grupo constitui um domínio de ações diferenciadas e coordenadas entre si. No operar do grupo, a constituição de rede de trocas consensuais.
  • 3.
    Grupalidade e redesde conhecimento Maturana e Varela (2001) acoplamento estrutural que permita a manutenção da individualidade dos organismos que interagem. Acoplamentos de terceira ordem – geram modelos de interação que permite constituir novos domínios de interação que os indivíduos isolados não poderiam produzir.
  • 4.
    Grupalidade e redesde conhecimento Acoplamento estrutural grupal – no devir, os constantes ajustamentos das posições dos indivíduos nas redes de interações. Modelo linear (tubo) em muitas propostas de interação online : AVA como espaço para publicações de textos e aulas gravadas.
  • 5.
    Grupalidade e redesde conhecimento Maturana e a desconstrução da metáfora do tubo : nas ações compartilhadas, cada participante entra em domínio consensual com os outros, de acordo com suas experiências. Comunicação com rede interativa recorrente , que produz modos de significação entremeados de discussões e consensos.
  • 6.
    Ecologias cognitivas ecomunicação Guatari – década de 1970 – ecologia cognitiva. Bateson (1980) – ecologia da mente. Lévy (1998) – ecologia cognitiva. Maturana – teoria da autopoiese (neste texto: sobre os processos cognitivos em domínios de interação). Estrutura do sistema comunicativo (Maturana) – domínio de estados, domínio de perturbações (em operações recorrentes), mediante acoplamento estrutural do ser ao meio.
  • 7.
    Ecologias cognitivas ecomunicação Três graus de acoplamento: De primeira ordem – entre moléculas que constituem uma célula. De segunda ordem – entre o organismo e seu sistema nervoso. De terceira ordem – entre organismos com sistema nervoso.
  • 8.
    Ecologias cognitivas ecomunicação Nos AVA: Acoplamento tecnológico. Sujeito e meio acoplados e sofrendo mudanças estruturais. Rede comunicativa como fenômeno autoprodutivo. Conhecimento e interação. Fenômenos sociais como conseqüência de interações entre seres vivos.
  • 9.
    Ecologias cognitivas ecomunicação Nos AVA: Conduta social baseada na cooperação. Professor e a criação de espaços em que alunos co-derivem, transformando-se e interferindo na sua rede social. Para Maturana, o ser vivo e sua circunstância transforma-se de maneira congruente.
  • 10.
    Pesquisa de campo1 Análise de fluxos interativos em redes de aprendizagem online , mediante análise de conteúdo das mensagens. Gincana Virtual – Teleduc e videoconferência: 1ª semana – centrado na moderadora 2ª semana – ampliação da rede de interações / outros centros geradores / grupalidade 3a semana – constituição de várias redes de interação 4ª semana – recentralização na moderadora 5ª semana – fluxo comunicacional contínuo centrado na moderadora / também outra rede descentrada 5ª e 6ª semanas – deslocamento do centro das interações para otros sujeitos 7ª e 8ª semanas – oscilação entre interação centrada na moderadora e movimento em rede
  • 11.
    Pesquisa de campo1 Constituição do sujeito coletivo : pesquisadora mais como observadora que como moderadora. Alunos assumem seus papéis nos grupos constituídos. Acoplamento tecnológico – bate-papo e videoconferência incorporados ao cotidiano.
  • 12.
    Pesquisa de campo2 Análise das interações em dois cursos online , mediante análise de conteúdo das mensagens. Centrados no professor Teleduc e videoconferência como recursos de apoio Só correio como ferramenta de comunicação (centrada no professor) Metáfora do tubo : tecnologia como meio para trocas e não como recurso estruturante da comunicação
  • 13.
    Pesquisa de campo3 Análise das interações em cursos presenciais, mediante análise de conteúdo das mensagens. Sala virtual 1: Mapas a partir das mensagens do correio Sujeito coletivo e descentralização da coordenação das interações na professora
  • 14.
    Pesquisa de campo3 Análise das interações em cursos presenciais, mediante análise de conteúdo das mensagens. Sala virtual 2: Atividades centradas na professora Fluxo de interações – metáfora do tubo Progressiva descentralização
  • 15.
    Discussão de resultadosO estudo buscou identificar alguns padrões de fluxos comunicacionais . Não é o recurso tecnológico utilizado que determina o acoplamento estrutural ou a constituição de um dado fluxo comunicacional. A priorização de um dado fluxo comunicacional depende da coordenação do moderador e do uso dos recursos do AVA selecionados na constituição dos espaços interativos.
  • 16.
    Discussão de resultadosProposta de modelagem: Maturana / espiral / expansão e contração, a depender da troca entre os sujeitos / coordenações de coordenações de ações consensuais (acompanhamento efetivo das mensagens dos alunos).
  • 17.
    Discussão de resultadosProposta de modelagem: Compartilhar e constituir um sujeito coletivo. Mapas de interações – padrão oscilatório na constituição de redes comunicativas (alternâncias dos nós das redes: ora no professor, ora em outros centros).
  • 18.
    Proposta de atividadesAnalisem o fluxo de comunicação das aulas de TAAV, a partir do marco teórico do texto estudado e, se necessário, proponham outras formas de modelagem do fluxo comunicacional das aulas, apontando readequações nas coordenações consensuais de conduta das professoras e dos alunos.

Notas do Editor

  • #2 Obs: como não é possível modificar a cor da fonte neste campo, nas próximas lâminas optei por escrever em caixa alta, para destacar o meu texto. Objetivos do chat : 1) A partir da revisão dos principais conceitos abordados no módulo, convidar os alunos a participar de uma discussão, para troca de opiniões e conseqüente aprofundamento da temática em questão. 2) Situar o próprio chat como um dos instrumentos de avaliação do módulo, coerentemente com as idéias tematizadas no módulo. Obs: esse segundo objetivo justifica-se pelo fato da questão proposta convidar o aluno a uma metarreflexão: na reflexão sobre o seu processo de formação no módulo e sobre as contribuições deste módulo à sua formação profissional, o aluno vivencia os movimentos meterreflexivos de retrospecção e prospecção.