Este documento resume as características e o cultivo da erva-mate. Descreve a taxonomia, tipos e usos da erva-mate, além dos processos de coleta de sementes, produção de mudas, plantio, tratamentos culturais e doenças.
Característica da ervamate
“Mate” = Língua Indígena e significa o
que hoje chamamos de “cuia”
Guaranis: Grandes consumidores e
chamavam de “caá”
Jesuítas: primeiras plantações e
comercialização do mate
Terceiro ciclo da economia paranaense
4.
Descrição Taxonômica
Nome científico: Ilex paraguariensis
Família: Aquifoliacia
Espécie de sombra (Umbrófila)
Caule acinzentado (DAP 20 a 25 cm)
Atinge até 15 metros de altura
Dióica ( flores hermafroditas com um sexo
não funcional)
Fruto pequeno verde a vermelho roxeado,
dispersado por passaros
5.
Bordas dentadas dametade
Do limbo a extremidade
Pecíolo curto (15 mm)
Folha de 8 a 10 cm
6.
Tipos de Erva- Mate
Difícil diferenciação
Classificação gaúcha
Erva do talo roxo
Erva do talo branco
Erva periquita
Classificação catarinense
Pequenas coriácea do talo roxo
Pequenas coriácea do talo branco
Grandes membranáceas do talo roxo
Grandes membranáceas do talo branco
7.
Tipos de Erva- Mate
Ervas de talo roxo é considerado mais amarga
Paraná:
Região de Imbituva (talo roxo- amargo),
São Mateus (talo amarelo- transição entre branco e
roxo com sabor amargo e suave), alta exportaçao.
Serra da esperança (folha miúda)
Campos Gerais (erva timoneira- peluda, muito
amarga e perde sabor rapidamente)
8.
Tipos de Erva- Mate
Paladar forte: regiões ervateiras de talo roxo
Paladar fraco: regiões ervateiras de talo branco
Paraná: Paladar(fraco e extra fraco)
Santa Catarina : Paladar(fraco e extra fraco)
Rio G. do Sul: Paladar (forte)
Mato grosso de Sul: Paladar (ultra forte e extra
forte)
9.
Tipos de Erva- Mate
Adulteração da erva mate: Misturado junto a
erva, não permitida pela legislação, são utilizadas
outras espécie do gênero Ilex
Congonha: Ilex brevicuspis, I. Coronaria, I.
ovalifolia, I. publiflora,
Caúna: I. theezans, I. dumosa
Área de distribuiçãoNatural
Clima: Cfa e Cfb chuvas regulares com precipitação
em torno de 1250 mm a 2500 mm, temperaturas
média de 12 a 21ºC e altitude de 500 a 1500 m ao
nível do mar
Solos: Solos permeáveis, tolera solos pobres com
alto teor de Alumínio, textura média, profundidade
maior que 1 metro,
12.
Economia da erva-mate
Uso da erva mate
Bebidas (chimarrão, terere, refrigerante, cerveja)
Insumos de alimentos (Sorvete, doces)
Medicamentos (hipertensão, calmante)
Higiene em geral (esterelizante, trat. de esgoto)
Produtos de uso pessoal (perfume, sabonetes)
13.
Economia da erva-mate
Área ocupada pela erva mate no Paraná
em torno de 176 municípios (1995)
283 mil ha (91,2% nativos e 8,8%plantados)
51 mil propriedades produtoras
Maior área (Guarapuava, União da Vitória, Irati)
Maiores produtores (Guarapuava, União da Vitória,
Irati)
14.
Economia da erva-mate
Comercialização da erva mate
Aumento do consumo de 190% no mercado de
bebidas não alcoólicas na década de 90,
seguidos do suco de frutas.
Balança comercial positiva nas exportações
Coleta de Sementes
Seleção das árvores
Árvores com boa produtividade (+ folhas)
Idade superior a 6 anos (boa germinação)
Selecionar conforme o gosto da erva
Coleta de janeiro a março (frutos violeta)
Relação 1,4 machos para 1 fêmea
20.
Planta commuita semente (não recomendado)
- privilegiar sementes de árvores com muitas folhas
21.
Sementes verdes
Sementesem ponto de coleta
-cor roxo
-casca consistente
- pássaros comendo sementes
22.
Coleta de Sementes
Colheita no chão
Podem estar danificadas por brocas
Colheita na lona
Pode ser danificadas por brocas (mais
seguro)
Colheita na árvore
Corta-se o galho e coleta a semente
23.
Coleta de Sementes
Beneficiamento da semente
Deixar de 2 a 3 dias em recipiente com água para
fermentação e depois esmagar para retirar a polpa
Lavar a semente e peneirar, tendo cerca de 4 sementes
por fruto
Secar na sombra
Ambiente estável com pouca luz ou câmera fria
1K de fruto= 100 g de semente
1Kg de semente =120.000 sementes, tendo em média
10% de germinação = 12.000 mudas
24.
Coleta de Sementes
Quebra de dormência da semente
Método da lata
Perde muitas sementes
25.
Coleta de Sementes
Método da sementeira de areia
O método consiste na utilização de recipientes de
madeira. Esses recipientes devem ser perfurados a fim
de facilitar a drenagem. Coloca-se uma camada de
areia, de aproximadamente 3 cm, uma camada de
semente de 3 cm e novamente uma camada de areia de
3 cm (Figura 1). Em seguida rega-se e mantém-se a
umidade por cerca de 5 a 6 meses, sendo regado
conforme a necessidade. A semente irá para a
sementeira quando estiver com o tegumento frágil, que
se parte com uma simples pressão com as unhas
28.
Coleta de Sementes
Outras formas de estratificação
Mini-estufa com irrigação diária (germ. em 30 dias)
Água oxigenada 10 vol (ger. em 30 dias)
Cinza de fogão (ger. em 340 dias)
Coca cola (ger. em 40 dias)
29.
Produção de Mudas
Semeadura das sementes em canteiros
Deve ser feito de agosto a setembro
Plântulas surgem após 40 dias (semente estrat.) ou
seis meses para não estratificada (baixa germ.)
fazer repicagem com mudas entre 3 a 5cm ou 6 a
8 folhas
30.
Produção de Mudas
Semeadura das sementes em tubetes
Podem ser utilizados tubetes cônicos nos tamanhos
30 x 126 mm e 40 x 140 mm e/ou cilíndricos no
tamanho 40 x 140 mm
A composição do substrato deve ter no mínimo 50%
de matéria orgânica
A permanência no viveiro não deve ultrapassar 12
meses.
33.
Produção de Mudas
Propagação vegetativa da erva mate
Estaquia é o mais utilizado
Retirar ramos novos (15 cm de comp e 5 mm de
diam.)
Enraizamento (AIA e ANA)
Levar para casa de vegetação
35.
Plantio de ErvaMate
Tipos de Ervais
Erval Plantado
Erval nativo
Sistema Agroflorestais
Plantio de Ervamate
(Manejo de Ervais Nativos)
Roçar com foice a vegetação de pequeno porte e deixar os
ervais virgens (ervais em ser) e as árvores de grande porte
(repetir essa roçada 1 vez por ano)
Cortar os ervais a uma altura de 1metro (poda de
formação) para formar as touceiras
Adensar a área com mudas de Erva-mate, preenchendo
principalmente as clareiras.
Plantio de Ervamate
(Manejo de Ervais Plantados)
Consiste em plantar em povoamentos
Pode ser exposto ao sol ou sobre cobertura
Sol: em solo preparado (deve proteger a muda)
Cobertura: embaixo de capoeirinha ou em faixas dentro
da floresta
Erval em leiras
Abrir faixas na vegetação (1,2 a 2,5 metros)
42.
Plantio de Ervamate
(Tratos culturais)
Preparo do solo
Aração e gradagem
Utilizar subsolador na linha de plantio
Ervais nativos não é necessário para o
adensamento
43.
Plantio de Ervamate
(Tratos culturais)
Adubação
Ervais nativos não são adubadas
Adubação orgânica
Estrume de curral, serapilheira,cinzas, resíduos de
erva cancheada, pó de ossos, resto de cultura
agrícolas e biofertilizantes
44.
Plantio de Ervamate
(Tratos culturais)
Adubação química
Deve-se fazer no início da primavera
Usar de 150 a 250 Kg/ha de NPK (5-18-20), valores
baseados na perda de nutrientes por safra
Aplicar uréia (N), a partir do terceiro ano
Evitar adubação no inverno
45.
Plantio de Ervamate
Plantio
Mudas com 15 a 25 cm de altura, 12 a 14 folhas, e
diâmetro do colo superior a 2,5 mm
Recomendado no Inverno ( 8a 12 meses após repicado)
Dias chuvosos ou nublados
Recomendado é a enxada
Plantio de Ervamate
Espaçamentos
Agroflorestais
Entrelinhas ,maior que 4 metros
Ervais sombreados densidade menor 1000arvha
Ex:5x3, 4x3
Erva mate solteira até 2000 arv/ha
Ex: 3x3, 3x2 e outro
49.
Tratos culturais
Proteção contra o sol
Protegidas nos primeiros 6 meses (luz e gerada)
Evitar a luz do sol do fim da tarde
Sistema agroflorestais a cultura anual protege a
muda
Erval nativos não há necessidade de proteção
50.
Método gaúcho
Laminas d madeira que protegem do sol
da manha e da tarde
Tratos culturais
Replantio
Sempre Verificar necessidade
Replantar mudas maiores
Irrigação
Até seis meses, irrigar sempre que houver
20 dias de estiagem
53.
Combate a ervasdaninhas
Altamente sensível a competição com ervas
Método mecânico e aconselhado
Linha = coroamento
Entrelinha = foices ou roçadeiras
Método químico é proibido: Não existe registro de
produtos
Ervais nativos, menor infestação
54.
Combate a ervasdaninhas
Capina (enxada) deve ser feita até 5 anos, pois o
erval precisa de espaço para desenvolver
A partir dos 5 anos fazer Roçadas (foice ou
roçadeiras)
55.
Doenças de erva-mate
Tombamento
Principal problemas nas sementeiras
Os principais fungos associados são: Botrytis
sp, Cylindrocladium spathulatum, Rhizoctonia
sp., Fusarium sp. e Pythium sp.
Pré- emergência: não há germinação
Pós- emergência:lesao na região do colo que
rompe a circulaçao da seiva e provoca o
tombamento
56.
Doenças
Fatoresque favorecem o tombamento
são sementes contaminadas (resto de polpa),
substrato contaminado, alta densidade de
semeadura e excesso de umidade, de nitrogênio e de
sombreamento.
Medidas de prevenção
Melhorias dos fatores acima
Doenças
Pintapreta
É a principal doença da erva-mate, sendo causada
pelo fungo Cylindrocladium spathulatum.
Os sintomas aparecem como lesões foliares escuras,
arredondadas, às vezes concêntricas, no interior ou
nas bordas do limbo
Solos infectados são responsável pela disseminação
Controle: seleção de plantas resistentes, melhorias do
viveiro, e retirada de folhas infestadas
Doenças
Cercosporiose
É causada por Cercospora sp. e considerada uma
doença secundária por sua baixa incidência, por ter
disseminação bastante lenta e por causar poucos
danos à cultura.
Os sintomas são manchas arredondadas, pequenas,
bem delimitadas, acinzentadas, com halo escuro,
apresentando pequenas pontuações
O controle cultural é feito por meio de seleção e
descarte de mudas afetadas e manejo adequado do
viveiro
Doenças
Controlequímico de doenças
Controle preventivo: a cada 15 dias, iniciando após
3 dias a semeadura
Benlate,Manzate,Oleosan,Captam, Zineb
Controle curativo: a cada 3 dias após registrado o
ataque
Benlate,Manzate,Oleosan,Captam, Zineb (mais
concentrado)
63.
Pragas de ervamate
Broca erva mate
È a principal praga da erva mate
Besouro faz a postura no tronco da árvore
Ataca a condução das seivas, secando as
folhas
Controle deve ser feito por catação nos
horários das 10 h até 16 h
66.
Pragas
Lagartada erva mate
mariposa que faz postura na parte superior das
folhas
Lagartas comem brotações e folhas
O controle poderá ser feito com a exposição
das pupas ao sol; com a coleta dos adultos
com armadilha luminosa e com a eliminação
de folhas com posturas.
68.
Pragas
Lagartado cartucho de seda
Mariposa de 4 a 5 cm que faz sua postura sobre os
galhos ou folhas da erva em forma de um cartucho.
Os danos são causado pela lagartas que comem as
folhas
Controle: catação manual da maiposa, cartucho ou
lagarta
70.
Pragas
Cochonilhade cera
A fêmea adulta fica recoberto de cera nos galhos,
apenas as formas jovens e machos se deslocam
Sugam a seiva (debilitado), solta seiva que pode
causar a fumagina.
Controle: escovação ou retirada do galho
infectado
72.
Pragas
Ampolada erva mate
Cigarra, 2ª maior praga da erva, atacam o ano todo,
principalmente no verão,
As fêmeas colocam seus ovos na face superior das
brotações, ao longo da nervura central. Contudo,
antes de efetuar a postura, ela injeta uma substância
tóxica que provoca o crescimento desigual do broto,
formando a ampola (galhas que
Controle: retirada dos galhos infectados ou inseticida
sistemico
75.
Pragas
Brocados Ponteiros da erva mate
Besouro, onde a fêmea faz postura em fendas
previamente preparadas no ramo principal (planta
com até dois anos) ou nos ramos superiores das
plantas (plantas mais velhas). Após a eclosão, a
larva inicia a sua alimentação, construindo uma
galeria descendente no interior do ramo
Atacam o tronco podendo causar a morte
Poda e queima dos galhos atacados e coleta
dos adultos
77.
Pragas
Ácaros
3 tipos:ácaro-do-bronzeado, ácaro vermelho,
ácaro branco
Causam ataque da folha e sua queda
Controle: nada recomendados, pode-se fazer
controle biológico com fungos
79.
Pragas
Tomarmuito cuidado com o controle quimico,
verificar se o produto e liberado para este fim
Outra praga importante principalmente no
viveiro são as formigas cortadeiras
Estima-se em torno de 43 espécie de pragas
de erva mate
80.
Colheita da ervamate
Poda de formação
Feito para boa formação da copa (cálice)
Retira-se os galhos tortos e galhos internos
Ferramentas: mão,facão, tesoura ou podão
Primeiro corte: 2° ano quando a muda tem bifurcação,
poda-se 5 cm na parte superior e deixa 3 ramos
vigorosos
Segundo corte:3° ano, poda-se as brotações de todos os
galhos a distancia de 10 a 40 cm da base dos galhos, no
futuro serão escolhidos 2 brotos por ramos
82.
Colheita da ervamate
Indica-se como época para realização desta
poda, os meses de agosto e setembro,
podendo-se fazer um repasse nos meses de
janeiro ou fevereiro
DECEPA: erveiras velhas e altas que inviabilizam a
colheita, consiste em cortar o tronco da erva a 1m
de altura em forma de bisel, deve ser feito ao final
de inverno, erval velho o corte deve ser rente ao
solo. Se utilizar motosserra, usar óleo vegetal
para lubrificar a corrente
83.
Colheita da ervamate
Poda de produção
Feito a partir do 4° a 5° ano
Feito a cada 2 anos (plantado)
Retira-se em torno de 70% das folhas
Podar no inverno ( antes da brotação dos novos ramos)
Evitar podar no início da manha (orvalho) e dias
chuvosos
84.
Colheita da ervamate
Forma de podar
Cortar somente galhos do ano
Retirar o peão central
Tipo de poda: tradicional, tipo mesa,, poda
de renovação, poda de limpeza
85.
Colheita da ervamate
Poda tradicional
origina plantas muito altas, onde os ramos são
cortados muito curtos, com a utilização de facão, na
maioria das vezes, provoca danos na planta e
permite a entrada de patógenos. Mesmo as
variações efetuadas visando a melhoria da poda
tradicional, deixando-se um pouco mais de folhas
tem se mostrado ineficiente, principalmente pela
dificuldade em se controlar a altura da planta.
88.
Colheita da ervamate
Poda tipo mesa
na primeira poda um corte a uma determinada altura
e a cada poda seguinte, o corte sistemático dos
ramos maduros a uma mesma altura, considerando-se
uma distância de 10 a 15 cm do ponto de
inserção, sem a preocupação em abrir o centro da
planta. Desta forma, na parte central situam-se a
maioria dos ramos totalmente ortotrópicos (que
crescem retos, para cima).
90.
Colheita da ervamate
Poda de renovação
Indicado para ervais degradados (Decepa)
Poda de Limpeza
A poda de limpeza quando efetuada em início de
abril, juntamente com a limpeza dos ramos verdes
da parte mais baixa da planta e que estão
dominados, poderá evitar a perda do baixeiro devido
à queda de folhas. Em plantas novas, pode-se fazer
a poda de limpeza de julho a agosto.
93.
Colheita da ervamate
Safrinha
Colheita de verão (janeiro), pois a planta recupera
bem
Produto fraco, muito úmido, risco de geadas
precoces e ressecamento da planta
Colheita mecanizada
Feito na Argentina
94.
Produtividade e rendimento
Varia: Região, tecnologia, e idade do erva
Rendimento por arvore: 30 min. Homem/arv.
Produção: 1 @ por arv (plantados) , 6 a 12 @ por
arv. (nativos)
Rendimento da erva seca: 30% da erva verde
TIR >40% em 20 anos
VPL> 25000 em 20 anos
Beneficiamento da erva
Duas etapas: cacheamento e industrialização
Cacheamento
Sapeco, secagem malhação e moagem
98.
Beneficiamento da erva
Sapeco
Feito para folha não ficar preta com a secagem
natural
Manual: no local de colheita no mesmo dia onde é
feito uma fogueira e secado as folhas de forma
superficial, perde 205 do seu peso
Beneficiamento da erva
Quebragem da erva
Após o sapeco, onde os ramos maiores são
eliminados e amontoados em feixes (fardos)de 60
kg
Secagem
Feito de diversas formas (carijó, furna ou
barbaquá)
101.
Beneficiamento da erva
Carijó
Desuso,é um rancho com os lados abertos onde é
mantido um fogo que seca as ervas arrumadas em
uma espécie de tendal ou jirau, uma altura de1,6 m
Furna
Escavação onde faz um fogo comunicando com um
furo embaixo do jirau
102.
Beneficiamento da erva
Barbaquá
Funciona como uma estufa onde o calor
do fogo que esta subterrâneo esquenta
uma chapa de metal, onde a secagem é
feita peo calor irradiado e não pelo contato
direto do fogo com as folhas
104.
Beneficiamento da erva
Cachemanento
A erva vai ser triturada, tendo no final de
10 Kg de erva colhida é igual a 4 Kg de
erva cacheada, antigamente antes era
feito a mão com bastões, podendo ser feito
a tração animal ou de forma industrial
105.
Referências
Manualda erva Mate: Jorge Zbigniew
Mazuchowski, 1991
Cultivo da erva mate:Moacir J. S.
Medrado, embrapa, 2005