Introdução ao Preparo do 
terreno para implantação de 
povoamentos florestais 
Silvicultura: Aula 02 
Profº Eng. Flor. Ms. Wagner Corrêa Santos 
Profº Eng. Flor. Wilson Cesar
Introdução 
 Ajuda no rendimento da produção 
 4 etapas (desmatamento, destocamento, 
limpeza e revolvimento do solo) 
 Analisar: 
 Condições do terreno 
 Tecnologia viável para utilização 
 Maquinário disponível e estradas 
 Recursos humanos disponível
Introdução 
 Condição do terreno 
 Avaliação global do terreno (visita ao local), 
apontar pontos positivos e negativos do local. 
 Vegetação: 
 Qualidade- (Mata virgem, capoeirão, capoeira, 
capoeirinha, campo, reforma, agricultura, pasto e 
outros) 
 Quantitativo: N/ha, diâmetro max, min, e medio 
 Solo: 
 profundidade, textura, declividade e classificação
Introdução 
 Tradição agrícola ( preparo do solo é fácil) 
 Sul: colonização européia ( técnicas européias) 
 Preparo tradicional: desagrega o solo 
 Cultura florestal não precisa preparo do solo 
excessivo
Introdução 
 ASPECTOS LEGAIS 
 Código Florestal 
 Define as Florestas e demais formas de vegetação permanente, 
dentre as quais aquelas situadas ao longo dos rios e cursos 
d’água, ao redor de lagoas lagos ou reservatórios de águas 
naturais ou artificiais, alem de topos de morros, montes e serras, 
nas encostas e partes destas, com declividade igual ou superior a 
45°, e em áreas com altitude superior à 1800 metros, nas bordas 
dos tabuleiros ou chapadas, a partir da linha de ruptura do relevo 
em faixas de 100 metros em projeção horizontal conforme figura 
abaixo;
Introdução 
 Ainda nesta Lei o Art.3° foi revisto pela Medida Provisória 
1957-47, de 01 de março de 2000; onde passa a ser 
necessária à prévia autorização do Órgão federal, através de 
figura do PLANO DE MANEJO FLORESTAL, onde as florestas 
nativas, em estado médio ou avançado de regeneração, 
somente serão passiveis de corte através do Plano de Manejo, 
subscrito por Técnicos habilitados e devidamente aprovados 
pelos Órgãos competentes afirma Leite; e que somente será 
admitida quando necessária à execução de obras de utilidade 
publica (Usinas Hidrelétricas), ou interesse social, e incumbe 
ao empreendedor a necessidade de realizar as medidas de 
compensação
Etapas do preparo do terreno 
M a c r o e t a p a s d o p r e p a r o d o t e r r e n o 
D e s m a t a m e n t o 
D e s t o c a m e n t o 
L i m p e z a d o t e r r e n o 
R e v o l v i m e n t o d o s o lo
Etapas do preparo do terreno 
M a n u a l 
M a c h a d o fa c ã o 
D e s m a ta m e n to 
S e m i-m e c a n iz a d o 
M o to s s e rra s 
M e c a n iz a d o 
L a m in a s C o rre n tã o R o lo fa c a
Etapas do preparo do terreno 
 Destoco 
 Processo caro 
 Recomendado apos desmatamento de 
vegetação acima de capoeira 
 Reforma de talhão, não executar destoco e 
plantar entrelinas 
 Maquinas ou manual
Etapas do preparo do terreno 
grad e pe sa d a a ra d o sub so lad o r en xad a 
ro tativ a 
p rim á rio 
S e cu n dá rio C u ltivo m in im o 
grad e lev e 
R evolv im e nto d o solo
Fim

Intrudução ao preparo do terreno

  • 1.
    Introdução ao Preparodo terreno para implantação de povoamentos florestais Silvicultura: Aula 02 Profº Eng. Flor. Ms. Wagner Corrêa Santos Profº Eng. Flor. Wilson Cesar
  • 2.
    Introdução  Ajudano rendimento da produção  4 etapas (desmatamento, destocamento, limpeza e revolvimento do solo)  Analisar:  Condições do terreno  Tecnologia viável para utilização  Maquinário disponível e estradas  Recursos humanos disponível
  • 3.
    Introdução  Condiçãodo terreno  Avaliação global do terreno (visita ao local), apontar pontos positivos e negativos do local.  Vegetação:  Qualidade- (Mata virgem, capoeirão, capoeira, capoeirinha, campo, reforma, agricultura, pasto e outros)  Quantitativo: N/ha, diâmetro max, min, e medio  Solo:  profundidade, textura, declividade e classificação
  • 4.
    Introdução  Tradiçãoagrícola ( preparo do solo é fácil)  Sul: colonização européia ( técnicas européias)  Preparo tradicional: desagrega o solo  Cultura florestal não precisa preparo do solo excessivo
  • 5.
    Introdução  ASPECTOSLEGAIS  Código Florestal  Define as Florestas e demais formas de vegetação permanente, dentre as quais aquelas situadas ao longo dos rios e cursos d’água, ao redor de lagoas lagos ou reservatórios de águas naturais ou artificiais, alem de topos de morros, montes e serras, nas encostas e partes destas, com declividade igual ou superior a 45°, e em áreas com altitude superior à 1800 metros, nas bordas dos tabuleiros ou chapadas, a partir da linha de ruptura do relevo em faixas de 100 metros em projeção horizontal conforme figura abaixo;
  • 6.
    Introdução  Aindanesta Lei o Art.3° foi revisto pela Medida Provisória 1957-47, de 01 de março de 2000; onde passa a ser necessária à prévia autorização do Órgão federal, através de figura do PLANO DE MANEJO FLORESTAL, onde as florestas nativas, em estado médio ou avançado de regeneração, somente serão passiveis de corte através do Plano de Manejo, subscrito por Técnicos habilitados e devidamente aprovados pelos Órgãos competentes afirma Leite; e que somente será admitida quando necessária à execução de obras de utilidade publica (Usinas Hidrelétricas), ou interesse social, e incumbe ao empreendedor a necessidade de realizar as medidas de compensação
  • 8.
    Etapas do preparodo terreno M a c r o e t a p a s d o p r e p a r o d o t e r r e n o D e s m a t a m e n t o D e s t o c a m e n t o L i m p e z a d o t e r r e n o R e v o l v i m e n t o d o s o lo
  • 9.
    Etapas do preparodo terreno M a n u a l M a c h a d o fa c ã o D e s m a ta m e n to S e m i-m e c a n iz a d o M o to s s e rra s M e c a n iz a d o L a m in a s C o rre n tã o R o lo fa c a
  • 10.
    Etapas do preparodo terreno  Destoco  Processo caro  Recomendado apos desmatamento de vegetação acima de capoeira  Reforma de talhão, não executar destoco e plantar entrelinas  Maquinas ou manual
  • 11.
    Etapas do preparodo terreno grad e pe sa d a a ra d o sub so lad o r en xad a ro tativ a p rim á rio S e cu n dá rio C u ltivo m in im o grad e lev e R evolv im e nto d o solo
  • 12.