O documento argumenta que Sócrates pode ser considerado o primeiro coach, destacando sua busca pela verdade e auto-consciência como fundamentos essenciais do coaching. Ele é comparado a Aristóteles, cuja filosofia também enfatiza a busca pela felicidade e o desenvolvimento de virtudes. Ambos os filósofos focam na importância do diálogo e da responsabilidade pessoal na trajetória de autodescoberta e realização do potencial humano.