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REVISÃO PARA PROVA DE 
HISTÓRIA 2º ANO
Após a declaração da independência dos Estados Unidos 
sobre a potência colonial britânica, os americanos 
empenharam-se 
na organização do estabelecimento de um governo fe 
deral comum. A primeira metade do século XIX 
foi marcada pela formação do território e pela estrutura 
ção política dos Estados Unidos, com a inclusão da Lousi 
ana que pertencia a França, no ano de 1803, da Florida 
espanhola, da anexação do Texas em 1845, do 
Novo México e da Califórnia, depois da Guerra do Méxic 
o em 1848, e a reunião do Estado de Orégão em conseq 
uência duma partilha com Inglaterra em 1846.
As fronteiras da confederação estenderam-se 
ao oeste e a sul, até ao Pacífico e 
ao mar das Antilhas, aumentando o número de Est 
ados de 13 para 31.A nível interno, a vida política 
caracterizava-se 
então pela alternância governativa dos republican 
os centralistas e dos democratas. Os primeiros esti 
veram 25 anos no 
poder, de 1800 a 1825; o seu presidente, Monroe, 
proferiu em 1823 a célebre frase: "A América aos a 
mericanos". Em1829 chegou a vez dos democratas 
, o partido do presidente Jackson, que se iriam ma 
nter no poder até 1837.
No início do século XIX houve uma intensa 
imigração nos Estados Unidos. A maioria 
desses imigrantes vinha da Alemanha, 
Irlanda e Inglaterra, fugindo da difícil 
situação econômica que prejudicava a 
Europa. Muitos artesões estavam 
desempregados com a industrialização, e 
a concentração fundiária resultou na 
expulsão de camponeses das terras.
Isso causou um rápido crescimento 
demográfico dos EUA e o desejo ambicioso 
de conquistar as terras do Oeste. 
Em 1829, a construção de ferrovias abateu 
os preços do transporte. Com o tempo as 
linhas férreas foram sendo ampliadas cada 
vez mais, tanto que em 1890 já havia uma 
linha fazendo ligação entre a Costa do 
Atlântico ao Pacífico.
No ano de 1848 foi descoberta uma mina 
de ouro na Califórnia, causando um 
deslocamento populacional em busca da 
“riqueza fácil”. 
O Estados Unidos estava decido na sua 
expansão para o Oeste, se e justificou 
através da doutrina “Destino Manifesto” 
que apresentava os norte-americanos 
como destinados divinamente a 
conquistar o território cobiçado por eles.
Surge a Doutrina Monroe em 1820, que pode 
ser resumida pela seguinte frase: “a América 
para os norte-americanos”. Trouxe para a 
expansão dos EUA um novo significado, logo 
de início atuava na defesa das nações latino-americanas 
que tinham conquistado a 
independência recentemente. Mas em 
decorrência dos interesses dos Estados 
Unidos em relação aos territórios do Oeste, a 
doutrina foi se estendendo em direção a 
esses territórios.
A tela de John Gast (anterior) simboliza 
a difusão de progressos materiais, 
como as ferrovias e o telégrafo, nos 
EUA, no decorrer do século XIX. 
Essas mudanças contribuíram para a 
conquista de novos territórios e foram 
justificadas pelo conjunto de ideias 
conhecida como Doutrina Monroe
Os indígenas foram os mais prejudicados com 
a expansão ao Oeste, pois era um povo que 
estava passando por fases de 
desenvolvimento e por isso não tinham forças 
suficientes para se defenderem do domínio 
dos europeus. E os norte-americanos, 
continuavam acreditando e seguindo a 
doutrina “Destino Manifesto”, idealizando a 
obrigação de civilização de outros povos, 
destruindo os indígenas e a sua cultura.
Guerra de Secessão 
História da Guerra de Secessão, a 
Guerra Civil Americana, causas e 
consequências, conflitos, história 
dos Estados Unidos
A Guerra de Secessão foi um 
conflito militar que ocorreu nos 
Estados Unidos, entre os anos de 
1861 e 1865. De lado um ficaram 
os estados do sul contra os estados 
do norte.
Causas: 
Os estados do sul tinham uma economia 
baseada no latifúndio escravista e na 
produção, principalmente de algodão, 
voltada para a exportação. Enquanto 
isso, os estados do norte defendiam a 
abolição da escravidão e possuíam suas 
economias baseadas na indústria. Esta 
diferença de interesses deflagrou o 
conflito
Reforçando a ideia 
Os Estados do Norte baseavam sua economia no 
desenvolvimento do setor industrial, o emprego 
da mão de obra assalariada e a agricultura de 
pequeno e médio porte voltado para o consumo 
interno. 
Os Estados do Sul tinham uma economia 
basicamente agroexportadora, sustentada por 
grandes propriedades monocultoras que 
produziam gêneros agrícolas para o mercado 
externo e faziam uso sistemático da mão de obra 
escrava.
Inclusive A vitória de Barack Obama nas eleições 
presidenciais de 2008 foi revestida de grande 
significado. O mapa dos resultados finais do 
último pleito nacional norte-americano revela 
que a história do país continua afetando a sua 
geografia eleitoral. 
É possível associar cerca de metade dos estados 
onde Barack Obama foi derrotado em 2008 ao 
aspecto da história dos Estados Unidos 
utilização da mão de obra escrava
Ku-Klux-Klan surgiu ao final da 
Guerra de Secessão, como uma 
sociedade secreta. 
Promoviam a intolerância contra 
os negros e contra os brancos que 
com eles simpatizavam atacando 
casas, igrejas, escolas, 
frequentadas por negros.
Guerra 
O conflito teve inicio em 1861 através 
de ações militares do sul. Com duração 
de cinco anos, a guerra provocou a 
morte de aproximadamente 600 mil 
pessoas. Os estados do norte, mais 
ricos e preparados militarmente, 
venceram e impuseram seus interesses 
sobre o país.
Consequências 
- A escravidão foi abolida, atendendo aos 
interesses dos estados do norte. Apesar disso, os 
negros não tiveram nenhum programa 
governamental que lhes garantissem a integração 
social. Após a liberdade, foram marginalizados 
pela sociedade. 
- A região sul foi ocupada militarmente até o ano 
de 1877. 
- O processo de industrialização do norte 
intensificou-se ainda mais, gerando mais riqueza 
na região. Por outro lado, o sul passou por uma 
crise, perdendo influência política.
Independência da América Latina
O processo de independência das nações latino-americanas, 
ao longo do século XIX, deu origem a 
uma série de Estados independentes em sua 
maioria influenciados pelo ideário iluminista. No 
entanto, a obtenção dessa soberania política não 
foi capaz de dar fim à dependência econômica 
que submetia tais países aos interesses das 
grandes potências econômicas da época. Ao 
mesmo tempo, a consolidação da democracia 
ainda era prejudicada pela ação de governos 
tomados por uma elite conservadora e 
entreguista.
Desde as independências sul-americanas 
a retórica política e 
diplomática em torno da unidade 
continental estão presentes. O sonho de 
Simon Bolívar, e outros “libertadores da 
América”, sempre estiveram presentes 
nos discursos e brindes de fim de visitas 
protocolares de chefes de Estado 
regionais.
Pode-se dizer que a idéia de integração dos 
países do continente sul-americano surgiu 
com Simón Bolívar, embutida na sua idéia de 
integração latino-americana, denominada, 
por ele, de hispano-americanismo. Na 
verdade, Simón Bolívar tinha o propósito 
maior de proteger os países latino-americanos 
do restabelecimento de um 
sistema colonial pelos europeus e de libertá-los 
da influência dos Estados Unidos da 
América (EUA) e sua Doutrina Monroe
Em 1826, Bolívar conseguiu reunir os 
países latino-americanos no Congresso 
do Panamá 2 e chegou a propor a 
criação de uma Confederação 
Americana (MOREIRA 3, 2009). No 
entanto, não obteve o sucesso por 
várias razões, dentre as quais pode-se 
citar:
o fato de o imperialismo inglês controlar 
as economias primárias exportadoras da 
América Latina; a existência de um vazio 
econômico e demográfico no coração do 
continente, inibindo o relacionamento 
físico-territorial entre os países da região; 
as diferenças entre os regimes políticos – 
monarquia brasileira versus 
republicanismo latino-americano; e a 
diversidade das identidades indígenas, 
étnicas e raciais
Quanto à forma de organização dos Estados 
nacionais, o republicanismo foi o princípio político 
geral que norteou a formação dos Estados 
nacionais latino-americanos. Entretanto, a 
monarquia tinha seus defensores entre muitos 
membros da elite criolla. Essa tendência, além do 
Brasil, só seria viabilizada no México com Augustin 
Itúrbide, e, assim mesmo, por um curto espaço de 
tempo. Com a opção pela república, impõem-se 
também os interesses e as ambições relativas ao 
mando local, transformando as disputas políticas 
em violentas e sangrentas lutas.
O GOVERNO REGENCIAL
Toda a agitação política do governo de Dom 
Pedro I culminou em sua rápida saída do 
governo durante os primeiros meses de 
1831. Surpreendidos com a vacância 
deixada no poder, os deputados da 
Assembleia resolveram instituir um governo 
provisório até que Dom Pedro II, herdeiro 
legítimo do trono, completasse a sua 
maioridade. É nesse contexto de transição 
política que observamos a presença do 
Período Regencial.
Estendendo-se de 1831 a 1840, o 
governo regencial abriu espaço 
para diferentes correntes políticas. 
Os liberais, subdivididos entre 
moderados e exaltados, tinham 
posições políticas diversas que iam 
desde a manutenção das estruturas 
monárquicas até a formulação de 
um novo governo republicano.
De outro lado, os restauradores – 
funcionários públicos, militares 
conservadores e comerciantes 
portugueses – acreditavam que a 
estabilidade deveria ser reavida 
com o retorno de Dom Pedro I.
Em meio a tantas posições políticas, a 
falta de unidade entre os integrantes da 
política nacional em nada melhorou o 
quadro político brasileiro. As mesmas 
divergências sobre a delegação de 
poderes políticos continuaram a fazer da 
política nacional um sinônimo de 
disputas e instabilidade. Mesmo a ação 
reformadora do Ato Adicional, de 1834, 
não foi capaz de resolver os dilemas do 
período.
Umas das mais claras consequências 
desses desacordos foram a série de 
revoltas deflagradas durante a 
regência. A Sabinada na Bahia, a 
Balaiada no Maranhão e a Revolução 
Farroupilha na região Sul foram todas 
manifestações criadas em 
consequência da desordem que 
marcou todo o período regencial.
O Período Regencial (1831-1840) é considerado 
um dos momentos mais turbulentos da História 
política do Brasil. 
Entre os fatores desencadeadores das principais 
revoltas desse período poderíamos mencionar a 
desigualdade regional, a insatisfação social, a 
crise econômica, o anseio de oligarquias 
periférica que desejavam mais poder, o desejo de 
autonomia provincial, a propaganda federalista, 
defendida pelos farroupilhas
Iniciada como conflito entre facções da elite 
local, a Cabanagem, no Pará (1835-1840), aos 
poucos fugiu ao controle e tornou-se uma 
rebelião popular. A revolta paraense atemorizou 
até mesmo liberais como Evaristo da Veiga. Para 
ele, tratava-se de gentalha, crápula, massas 
brutas. Em outras revoltas, o conflito entre 
elites não transbordava para o povo. Tratava-se, 
em geral, de províncias em que era mais sólido 
o sistema da grande agricultura e da grande 
pecuária. Neste caso está a revolta Farroupilha, 
no Rio Grande do Sul, que durou de 1835 a 
1845
A Cabanagem foi uma revolta de 
caráter popular, realizada pelas 
camadas despossuídas, 
representadas pelos cabanos, 
populações ribeirinhas do Pará. Já 
a Revolução Farroupilha teve 
caráter elitista, por ter sido 
conduzida pelos estancieiros 
ligados à grande propriedade rural.
Com relação à Guarda Nacional, 
criada durante o Império, 
tinha por finalidade a garantia da 
segurança e da ordem, 
defendendo a Constituição, a 
obediência às leis e a integridade 
do Império.
O período regencial no Brasil (1830-1840) foi um 
dos mais agitados da história política do país. 
Foram questões centrais do debate político que 
marcaram esse período, 
* a questão do grau de autonomia das províncias. 
*a preocupação com a unidade territorial 
brasileira. 
* os temas da centralização e descentralização do 
poder
O Período Regencial, iniciado com a 
abdicação de D. Pedro I (1831) e 
encerrado com a aprovação da 
maioridade de D. Pedro II (1840), 
caracterizou-se pela 
instabilidade política, gerada por 
revoltas ocorridas nas províncias, que 
reivindicavam maior autonomia;
O Período Regencial (1831 – 1840) pode ser 
dividido em duas partes: a Regência 
Trina (Provisória e Permanente) e a Regência 
Una (1834-1840). Nesse período, a Assembleia 
era composta por três grupos: os moderados 
(maioria na Assembleia, representavam a elite e 
defendiam a centralização do poder); o 
restauradores (defendiam a restauração do 
Imperador D. Pedro I); e os exaltados (defendiam 
a descentralização do poder).
Os conflitos e tensões aumentaram a instabilidade 
política, levando a elite agrária a preferir o retorno 
da monarquia, a centralização do poder. Os 
liberais, por sua vez, criaram o Clube da 
Maioridade, e lançaram uma campanha popular 
pró-maioridade de Dom Pedro. Com a opinião 
pública a favor, a constituição é transgredida em 
1840, pois D. Pedro é declarado maior de idade, 
aos 14 anos. Os objetivos, tanto dos Progressistas 
quanto dos Regressistas, era de governar por meio 
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intitulado quando assume o governo, em julho de 
1840.

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Revisão para prova de história 2º ano

  • 1. REVISÃO PARA PROVA DE HISTÓRIA 2º ANO
  • 2.
  • 3. Após a declaração da independência dos Estados Unidos sobre a potência colonial britânica, os americanos empenharam-se na organização do estabelecimento de um governo fe deral comum. A primeira metade do século XIX foi marcada pela formação do território e pela estrutura ção política dos Estados Unidos, com a inclusão da Lousi ana que pertencia a França, no ano de 1803, da Florida espanhola, da anexação do Texas em 1845, do Novo México e da Califórnia, depois da Guerra do Méxic o em 1848, e a reunião do Estado de Orégão em conseq uência duma partilha com Inglaterra em 1846.
  • 4. As fronteiras da confederação estenderam-se ao oeste e a sul, até ao Pacífico e ao mar das Antilhas, aumentando o número de Est ados de 13 para 31.A nível interno, a vida política caracterizava-se então pela alternância governativa dos republican os centralistas e dos democratas. Os primeiros esti veram 25 anos no poder, de 1800 a 1825; o seu presidente, Monroe, proferiu em 1823 a célebre frase: "A América aos a mericanos". Em1829 chegou a vez dos democratas , o partido do presidente Jackson, que se iriam ma nter no poder até 1837.
  • 5. No início do século XIX houve uma intensa imigração nos Estados Unidos. A maioria desses imigrantes vinha da Alemanha, Irlanda e Inglaterra, fugindo da difícil situação econômica que prejudicava a Europa. Muitos artesões estavam desempregados com a industrialização, e a concentração fundiária resultou na expulsão de camponeses das terras.
  • 6. Isso causou um rápido crescimento demográfico dos EUA e o desejo ambicioso de conquistar as terras do Oeste. Em 1829, a construção de ferrovias abateu os preços do transporte. Com o tempo as linhas férreas foram sendo ampliadas cada vez mais, tanto que em 1890 já havia uma linha fazendo ligação entre a Costa do Atlântico ao Pacífico.
  • 7. No ano de 1848 foi descoberta uma mina de ouro na Califórnia, causando um deslocamento populacional em busca da “riqueza fácil”. O Estados Unidos estava decido na sua expansão para o Oeste, se e justificou através da doutrina “Destino Manifesto” que apresentava os norte-americanos como destinados divinamente a conquistar o território cobiçado por eles.
  • 8. Surge a Doutrina Monroe em 1820, que pode ser resumida pela seguinte frase: “a América para os norte-americanos”. Trouxe para a expansão dos EUA um novo significado, logo de início atuava na defesa das nações latino-americanas que tinham conquistado a independência recentemente. Mas em decorrência dos interesses dos Estados Unidos em relação aos territórios do Oeste, a doutrina foi se estendendo em direção a esses territórios.
  • 9.
  • 10. A tela de John Gast (anterior) simboliza a difusão de progressos materiais, como as ferrovias e o telégrafo, nos EUA, no decorrer do século XIX. Essas mudanças contribuíram para a conquista de novos territórios e foram justificadas pelo conjunto de ideias conhecida como Doutrina Monroe
  • 11. Os indígenas foram os mais prejudicados com a expansão ao Oeste, pois era um povo que estava passando por fases de desenvolvimento e por isso não tinham forças suficientes para se defenderem do domínio dos europeus. E os norte-americanos, continuavam acreditando e seguindo a doutrina “Destino Manifesto”, idealizando a obrigação de civilização de outros povos, destruindo os indígenas e a sua cultura.
  • 12. Guerra de Secessão História da Guerra de Secessão, a Guerra Civil Americana, causas e consequências, conflitos, história dos Estados Unidos
  • 13.
  • 14. A Guerra de Secessão foi um conflito militar que ocorreu nos Estados Unidos, entre os anos de 1861 e 1865. De lado um ficaram os estados do sul contra os estados do norte.
  • 15. Causas: Os estados do sul tinham uma economia baseada no latifúndio escravista e na produção, principalmente de algodão, voltada para a exportação. Enquanto isso, os estados do norte defendiam a abolição da escravidão e possuíam suas economias baseadas na indústria. Esta diferença de interesses deflagrou o conflito
  • 16. Reforçando a ideia Os Estados do Norte baseavam sua economia no desenvolvimento do setor industrial, o emprego da mão de obra assalariada e a agricultura de pequeno e médio porte voltado para o consumo interno. Os Estados do Sul tinham uma economia basicamente agroexportadora, sustentada por grandes propriedades monocultoras que produziam gêneros agrícolas para o mercado externo e faziam uso sistemático da mão de obra escrava.
  • 17. Inclusive A vitória de Barack Obama nas eleições presidenciais de 2008 foi revestida de grande significado. O mapa dos resultados finais do último pleito nacional norte-americano revela que a história do país continua afetando a sua geografia eleitoral. É possível associar cerca de metade dos estados onde Barack Obama foi derrotado em 2008 ao aspecto da história dos Estados Unidos utilização da mão de obra escrava
  • 18. Ku-Klux-Klan surgiu ao final da Guerra de Secessão, como uma sociedade secreta. Promoviam a intolerância contra os negros e contra os brancos que com eles simpatizavam atacando casas, igrejas, escolas, frequentadas por negros.
  • 19. Guerra O conflito teve inicio em 1861 através de ações militares do sul. Com duração de cinco anos, a guerra provocou a morte de aproximadamente 600 mil pessoas. Os estados do norte, mais ricos e preparados militarmente, venceram e impuseram seus interesses sobre o país.
  • 20. Consequências - A escravidão foi abolida, atendendo aos interesses dos estados do norte. Apesar disso, os negros não tiveram nenhum programa governamental que lhes garantissem a integração social. Após a liberdade, foram marginalizados pela sociedade. - A região sul foi ocupada militarmente até o ano de 1877. - O processo de industrialização do norte intensificou-se ainda mais, gerando mais riqueza na região. Por outro lado, o sul passou por uma crise, perdendo influência política.
  • 22.
  • 23. O processo de independência das nações latino-americanas, ao longo do século XIX, deu origem a uma série de Estados independentes em sua maioria influenciados pelo ideário iluminista. No entanto, a obtenção dessa soberania política não foi capaz de dar fim à dependência econômica que submetia tais países aos interesses das grandes potências econômicas da época. Ao mesmo tempo, a consolidação da democracia ainda era prejudicada pela ação de governos tomados por uma elite conservadora e entreguista.
  • 24. Desde as independências sul-americanas a retórica política e diplomática em torno da unidade continental estão presentes. O sonho de Simon Bolívar, e outros “libertadores da América”, sempre estiveram presentes nos discursos e brindes de fim de visitas protocolares de chefes de Estado regionais.
  • 25. Pode-se dizer que a idéia de integração dos países do continente sul-americano surgiu com Simón Bolívar, embutida na sua idéia de integração latino-americana, denominada, por ele, de hispano-americanismo. Na verdade, Simón Bolívar tinha o propósito maior de proteger os países latino-americanos do restabelecimento de um sistema colonial pelos europeus e de libertá-los da influência dos Estados Unidos da América (EUA) e sua Doutrina Monroe
  • 26. Em 1826, Bolívar conseguiu reunir os países latino-americanos no Congresso do Panamá 2 e chegou a propor a criação de uma Confederação Americana (MOREIRA 3, 2009). No entanto, não obteve o sucesso por várias razões, dentre as quais pode-se citar:
  • 27. o fato de o imperialismo inglês controlar as economias primárias exportadoras da América Latina; a existência de um vazio econômico e demográfico no coração do continente, inibindo o relacionamento físico-territorial entre os países da região; as diferenças entre os regimes políticos – monarquia brasileira versus republicanismo latino-americano; e a diversidade das identidades indígenas, étnicas e raciais
  • 28. Quanto à forma de organização dos Estados nacionais, o republicanismo foi o princípio político geral que norteou a formação dos Estados nacionais latino-americanos. Entretanto, a monarquia tinha seus defensores entre muitos membros da elite criolla. Essa tendência, além do Brasil, só seria viabilizada no México com Augustin Itúrbide, e, assim mesmo, por um curto espaço de tempo. Com a opção pela república, impõem-se também os interesses e as ambições relativas ao mando local, transformando as disputas políticas em violentas e sangrentas lutas.
  • 30.
  • 31. Toda a agitação política do governo de Dom Pedro I culminou em sua rápida saída do governo durante os primeiros meses de 1831. Surpreendidos com a vacância deixada no poder, os deputados da Assembleia resolveram instituir um governo provisório até que Dom Pedro II, herdeiro legítimo do trono, completasse a sua maioridade. É nesse contexto de transição política que observamos a presença do Período Regencial.
  • 32. Estendendo-se de 1831 a 1840, o governo regencial abriu espaço para diferentes correntes políticas. Os liberais, subdivididos entre moderados e exaltados, tinham posições políticas diversas que iam desde a manutenção das estruturas monárquicas até a formulação de um novo governo republicano.
  • 33. De outro lado, os restauradores – funcionários públicos, militares conservadores e comerciantes portugueses – acreditavam que a estabilidade deveria ser reavida com o retorno de Dom Pedro I.
  • 34. Em meio a tantas posições políticas, a falta de unidade entre os integrantes da política nacional em nada melhorou o quadro político brasileiro. As mesmas divergências sobre a delegação de poderes políticos continuaram a fazer da política nacional um sinônimo de disputas e instabilidade. Mesmo a ação reformadora do Ato Adicional, de 1834, não foi capaz de resolver os dilemas do período.
  • 35. Umas das mais claras consequências desses desacordos foram a série de revoltas deflagradas durante a regência. A Sabinada na Bahia, a Balaiada no Maranhão e a Revolução Farroupilha na região Sul foram todas manifestações criadas em consequência da desordem que marcou todo o período regencial.
  • 36. O Período Regencial (1831-1840) é considerado um dos momentos mais turbulentos da História política do Brasil. Entre os fatores desencadeadores das principais revoltas desse período poderíamos mencionar a desigualdade regional, a insatisfação social, a crise econômica, o anseio de oligarquias periférica que desejavam mais poder, o desejo de autonomia provincial, a propaganda federalista, defendida pelos farroupilhas
  • 37. Iniciada como conflito entre facções da elite local, a Cabanagem, no Pará (1835-1840), aos poucos fugiu ao controle e tornou-se uma rebelião popular. A revolta paraense atemorizou até mesmo liberais como Evaristo da Veiga. Para ele, tratava-se de gentalha, crápula, massas brutas. Em outras revoltas, o conflito entre elites não transbordava para o povo. Tratava-se, em geral, de províncias em que era mais sólido o sistema da grande agricultura e da grande pecuária. Neste caso está a revolta Farroupilha, no Rio Grande do Sul, que durou de 1835 a 1845
  • 38. A Cabanagem foi uma revolta de caráter popular, realizada pelas camadas despossuídas, representadas pelos cabanos, populações ribeirinhas do Pará. Já a Revolução Farroupilha teve caráter elitista, por ter sido conduzida pelos estancieiros ligados à grande propriedade rural.
  • 39.
  • 40. Com relação à Guarda Nacional, criada durante o Império, tinha por finalidade a garantia da segurança e da ordem, defendendo a Constituição, a obediência às leis e a integridade do Império.
  • 41. O período regencial no Brasil (1830-1840) foi um dos mais agitados da história política do país. Foram questões centrais do debate político que marcaram esse período, * a questão do grau de autonomia das províncias. *a preocupação com a unidade territorial brasileira. * os temas da centralização e descentralização do poder
  • 42. O Período Regencial, iniciado com a abdicação de D. Pedro I (1831) e encerrado com a aprovação da maioridade de D. Pedro II (1840), caracterizou-se pela instabilidade política, gerada por revoltas ocorridas nas províncias, que reivindicavam maior autonomia;
  • 43. O Período Regencial (1831 – 1840) pode ser dividido em duas partes: a Regência Trina (Provisória e Permanente) e a Regência Una (1834-1840). Nesse período, a Assembleia era composta por três grupos: os moderados (maioria na Assembleia, representavam a elite e defendiam a centralização do poder); o restauradores (defendiam a restauração do Imperador D. Pedro I); e os exaltados (defendiam a descentralização do poder).
  • 44. Os conflitos e tensões aumentaram a instabilidade política, levando a elite agrária a preferir o retorno da monarquia, a centralização do poder. Os liberais, por sua vez, criaram o Clube da Maioridade, e lançaram uma campanha popular pró-maioridade de Dom Pedro. Com a opinião pública a favor, a constituição é transgredida em 1840, pois D. Pedro é declarado maior de idade, aos 14 anos. Os objetivos, tanto dos Progressistas quanto dos Regressistas, era de governar por meio da manipulação do jovem D. Pedro II, assim intitulado quando assume o governo, em julho de 1840.