O documento resume os principais aspectos do absolutismo na Europa entre os séculos XVI e XVIII, caracterizado pela concentração de poder nas mãos dos reis e ausência de controle sobre suas ações. A sociedade era dividida em três ordens (clero, nobreza e povo), e os reis mantinham o equilíbrio entre a nobreza e a burguesia para manter o poder centralizado. Teóricos da época, como Bodin e Hobbes, defendiam a autoridade absoluta dos monarcas.