O documento discute a inserção da educação no sistema penitenciário brasileiro a partir da década de 1950 com o objetivo de ressocializar os presos. A educação escolar nas prisões visa desenvolver a capacidade crítica dos detentos para que compreendam a realidade social e desejem sua transformação. A maioria dos presos são jovens com baixa escolaridade, ligando a criminalidade à pobreza. Programas educacionais que trabalhem a conscientização podem ajudar na ressocialização ao invés de apenas privar a liberdade.