QUEIMADURAS
Enfª Jéssica Angelo
Coren-ce: 423376
Especialista em
Urgência e
Emergência
ANATOMIA DA PELE
A pele reveste e protege todo o corpo, corresponde15 – 16% do nosso peso
(10 – 11 kg para uma pessoa de 70 kg).
Responsáveis pela boa adaptação do organismo no ambiente.
Capacidade de regeneração, cicatrizando com facilidade e prestando-se
muito bem à realização de transplantes, especialmente em casos de
queimaduras graves.
Proteção contra o meio externo
Regulação de líquidos
Termorregulação
Adaptação metabólica.
3
QUEIMADURAS
 As queimaduras são lesões da
pele, provocadas pelo calor,
radiação, produtos químicos,
fatores físicos ou certos animais e
vegetais que causam dores fortes e
podem levar as infecções.
 Tem o potencial de desfigurar,
causar incapacitações temporária
ou permanente ou até mesmo a
morte.
•
 Pessoas de todas as faixas etárias
estão sujeitas às queimaduras,
sendo as crianças vítimas
freqüentes e, muitas vezes, por
descuido dos pais ou responsáveis.
EPIDEMIOLOGIA
• 4ª causa de morte por trauma.
• 20% de todas as vítimas de
queimaduras são crianças,
• Vitimas de lesão intencional ou abuso
infantil. É comum também ver mulheres
queimadas em casos de violência doméstica,
bem como pessoas idosas, em casos de abuso
de idosos.
• Mesmo quando não levam a óbito, as
queimaduras severas produzem grande
sofrimento físico e requerem tratamentos que
duram meses ou anos. Sequelas físicas e
psicológicas são comuns.
CARACTERÍSTICAS
DA QUEIMADURA
• Queimaduras Térmicas
• Água fervendo.
• Congelamento.
• Fogo.
Q
U
E
I
M
A
D
U
R
A
P
O
R
R
A
D
I
A
Ç
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O
• QUEIMADURAS
POR RADIAÇÃO:
• SOLAR
• MICROONDAS
QUEIMADURA QUÍMICA
QUEIMADURAS
ELÉTRICAS
• Alta voltage: causa extensa
destruição muscular, isso resulta
em liberação de potássio e
mioglobina.
• Paciente pode apresentar lesão
em orgãos internos;
• Avaliar se além da queimadura
existem outros tipos de traumas
ex: TCE, trauma torácico, fraturas
etc.
Queimadura
Elétricas • Raio- matam 50 a 300
pessoa/ano.
• As principais ameaças são as
lesões neurológicas e
cardiopulmonares.
• Ácidos.
• Álcalis.
• Derivados de
petróleo.
• Álcool.
• Fumaça- há três
elementos: lesão
térmica, asfixia e
lesão pulmonar
tardia produzida
por toxina.
QUEIMADURAS POR
SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS
PROFUNDIDADE DA
QUEIMADURA
• Envolvem somente a epiderme e
caracterizam-se por serem
avermelhadas e dolorosas.
• Queimaduras solares extensas –
suscetível à desidratação.
1º Grau
2º GRAU
• Envolvem a epiderme e porções variadas
da derme subjacente.
• Podem ser superficiais ou profundas.
• Formam flictemas (bolhas), com aparência
brilhante ou base úmida, porque a
epiderme descolou.
• Causam dor.
• Cicatrização de duas ou três semanas.
• Ex. água fervendo.
3º GRAU
• Dano completo de toda derme e
epiderme.
• Lesões são espessas, secas,
esbranquiçadas, aparência de
couro.
• Em casos graves a pele
aparece chamuscada.
• Sentem dor, pois a espessura pode
ser parcial e superficial.
4º GRAU
• Lesão extensa, quem
compromete a musculatura
e ossos;
• Necrose tecidual intensa;
• Presença de encurtamento
do membro afetado ou
amputação do mesmo
CLASSIFICAÇÃO
DO PACIENTE
QUEIMADO
• Pequeno queimado:
Tratamento ambulatorial,
sem indicação de
internação: < 10%
• Médio queimado: Internação
em enfermarias: entre 10 a
25% queimaduras de 2º grau
e 10% de 3º grau.
• Grande queimado: Maior
que 30% e crianças maior
que 20%
EXTENSÃO
• Necessária determinar a gravidade
da lesão, o melhor local para
tratamento do doente e para repor
fluidos, de maneira apropriada e
evitar complicações associadas ao
choque hipovolêmico decorrente da
queimadura.
REGRA DOS 9 DE
WALLACE
• A “regra dos nove” é uma
maneira rápida de estimar a
extensão de queimaduras em
adultos.
• O sistema divide o corpo em
múltiplos de nove.
• A soma total dessas partes é
igual à área de superfície
corporal total e é uma
importante medida de
gravidade da lesão (HINKLE;
CHEEVER, 2020).
AVALIAÇÃO DO
PACIENTE QUEIMADO
• Profundidade e extensão (pela regra
dos nove).
• Envolvimento de áreas críticas (mãos,
pés, face e genitália).
• Idade da vítima (crianças e idosos
possuem maior risco).
• Presença de lesão pulmonar por
inalação.
• Presença de lesões associadas
(outros traumatismos).
• Doenças preexistentes (diabetes melito,
insuficiência renal etc.).
QUEIMADURAS DE 1º E 2º
GRAU
• Em queimaduras e 1º grau,
hidratar o paciente via oral
ou EV;
• Realizar meios físicos para
diminuir a temperatura
corporal do paciente;
• Hidratação;
• Não romper as bolhas;
• Orientar o paciente a não
colocar produtos químicos
sobre a queimadura;
• Não cobrir o local da lesão;
• Administrar analgésicos
ATENDIMENTO AO PACIENTE
QUEIMADO
• Acolhimento do paciente;
• Realizar avaliaão do Trauma
(X, A,B,C,D,E)
• Classificar a extensão e tipo
de queimadura;
• Monitorizar sinais vitais;
• Puncionar acesso periférico
calibroso;
• Reposição hídrica;
• Aspiração orotraqueal;
• Passar SNG e SVD;
• Controle da dor;
• Balneoterapia;
• Escarotomia;
• Curativo;
• Debridamento;
• Transplante
ATENDIMENTO AO
PACIENTE QUEIMADO
• Dar banho no paciente se possível.
• Administrar analgésicos e sedativos –
morfina – somente EV.
• Obrigatório sondagem vesical e nasogástrica.
• Infundir volume de solução cristalóide
(Ringer Lactato) atingindo débito
urinário:
• Bebê: 2ml/kg/h
• Criança – 1ml/kg/h
• Adulto – 30 a 50 ml/h.
• Em queimaduras elétricas aumentar a oferta
de líquidos para garantir diurese no adulto de
100ml/h.
E- Expor a vitima investigando cada centímetro da pessoa.
Atenção para exposição da hipotermia. Retirar apenas
as vestes solta e adereços.
D - Avaliar efeito de toxinas inaladas, como monóxido
de carbono e o cianeto de hidrogênio.
C- Puncionar 2 acessos venosos calibroso, coleta de exames
e reposiçãi volêmica agressiva
B - Respiração Ventilação mecânica – as queimaduras
contraem a parede do tórax.
A - Vias aéreas – intubar precocemente – calor de um
incêndio pode causar edema de glote.
SALA DE EMERGÊNCIA
CUIDADOS COM
QUEIMADO
Usar agentes antibacterianos
tópicos para reduzir a população
bacteriana – Sulfadiazina de prata
(Silvadene), Nitrato de Prata e
Acetato de Mafenide (Sulfamylon) e
Acticoat (curativo pronto)
Curativo oclusivo – função diminuir
a dor, diminuir a contaminação e
evitar a perda de calor.
Lavar com água e SF, enfaixar
em “escama de peixe” com morim
ou raion embebido com vaselina
líquida estéril, enfaixar com gaze de
rolo (se possível estéril), algodão
ortopédico e atadura crepe.
Mão – lesões nas mãos, colocar
morim dedo à dedo, as gazes entre
os dedos, e enfaixar inteiro
tampando sempre as extremidades,
tanto nas mãos, quanto nos pés,
mesmo se os dedos não estejam
lesados, e sempre enfaixar com os
dedos totalmente esticados.
Face - lavar orelha, boca, fazer
tricotomia do crânio, colocar gazes
com SF nos olhos. Observar o
paciente em relação à respiração.
BALNEOTERAPIA
ESCAROTOMIA
É a incisão cirúrgica através da escara para
liberar a constrição, restaurando assim a
circulação distal e possibilitando ventilação
adequada. Em geral, realiza-se a
escarotomia nas primeiras 2 a 6 horas da
lesão por queimadura.
• Indicadores de lesão
pulmonar por
inalação de fumaça
• História indicando que a
queimadura ocorreu em
área restrita;
• Queimadura de face e
pescoço;
• Pêlos nasais
chamuscados;
• Rouquidão, alteração na voz,
tosse seca, estridor, escarro
com fuligem, escarro
saguinolento;
• Respiração difícil ou
taquipnéia.
27
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30
31
PROF RUI DE SOUZA
TRATAMENTO
• Há casos onde é preciso
enxertos, tirando pele de
uma área sadia e
recobrindo a lesão, há casos
que precisam de
reconstituição plástica, e
há lesões de extremidades
onde há necrose levando a
amputar.
TRATAMENTO
DEFINITIVO
PROF RUI DE SOUZA
PROF RUI DE SOUZA
Enxerto com
pele de tilápia
REFERÊNCIAS
• CANTARELLI-KANTORSKI, K. J. et al. Cara
cterização d os atendimentos por queimaduras
em um serviço de p ronto -socorro. Rev Bras
Queimaduras, v. 13, n. 1, p. 38-43, 2014.
• DANGELO, J.G., FATINI, C.A ., Sistema Tegumentar.
In : Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar. 2.
ed. São Paulo: Atheneu, 2005.
• FRAZÃO, J.M., REIS, M.N.S., SILVA, S.L., M., REIS, F.T.,
Abordagem do enfermeiro na prevenção de
feridas em pacientes hospitaliza dos , 2019.
• ISMAEL, I.C.G., A importância do papel da
enfermagem no processo assistencial em
pacientes com queimaduras, 2019
• ROSA, P.H. VIEIRA, T.G., ILHA, S., SALES, A.B.,
Tratamento de queimaduras no serviço de
emergência: o enfermeiro inserido nesse contexto,
2018

QUEIMADURAS .pptx

  • 1.
    QUEIMADURAS Enfª Jéssica Angelo Coren-ce:423376 Especialista em Urgência e Emergência
  • 2.
    ANATOMIA DA PELE Apele reveste e protege todo o corpo, corresponde15 – 16% do nosso peso (10 – 11 kg para uma pessoa de 70 kg). Responsáveis pela boa adaptação do organismo no ambiente. Capacidade de regeneração, cicatrizando com facilidade e prestando-se muito bem à realização de transplantes, especialmente em casos de queimaduras graves. Proteção contra o meio externo Regulação de líquidos Termorregulação Adaptação metabólica.
  • 3.
    3 QUEIMADURAS  As queimadurassão lesões da pele, provocadas pelo calor, radiação, produtos químicos, fatores físicos ou certos animais e vegetais que causam dores fortes e podem levar as infecções.  Tem o potencial de desfigurar, causar incapacitações temporária ou permanente ou até mesmo a morte. •  Pessoas de todas as faixas etárias estão sujeitas às queimaduras, sendo as crianças vítimas freqüentes e, muitas vezes, por descuido dos pais ou responsáveis.
  • 4.
    EPIDEMIOLOGIA • 4ª causade morte por trauma. • 20% de todas as vítimas de queimaduras são crianças, • Vitimas de lesão intencional ou abuso infantil. É comum também ver mulheres queimadas em casos de violência doméstica, bem como pessoas idosas, em casos de abuso de idosos. • Mesmo quando não levam a óbito, as queimaduras severas produzem grande sofrimento físico e requerem tratamentos que duram meses ou anos. Sequelas físicas e psicológicas são comuns.
  • 5.
    CARACTERÍSTICAS DA QUEIMADURA • QueimadurasTérmicas • Água fervendo. • Congelamento. • Fogo.
  • 6.
  • 7.
  • 8.
    QUEIMADURAS ELÉTRICAS • Alta voltage:causa extensa destruição muscular, isso resulta em liberação de potássio e mioglobina. • Paciente pode apresentar lesão em orgãos internos; • Avaliar se além da queimadura existem outros tipos de traumas ex: TCE, trauma torácico, fraturas etc.
  • 9.
    Queimadura Elétricas • Raio-matam 50 a 300 pessoa/ano. • As principais ameaças são as lesões neurológicas e cardiopulmonares.
  • 10.
    • Ácidos. • Álcalis. •Derivados de petróleo. • Álcool. • Fumaça- há três elementos: lesão térmica, asfixia e lesão pulmonar tardia produzida por toxina. QUEIMADURAS POR SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS
  • 11.
    PROFUNDIDADE DA QUEIMADURA • Envolvemsomente a epiderme e caracterizam-se por serem avermelhadas e dolorosas. • Queimaduras solares extensas – suscetível à desidratação. 1º Grau
  • 12.
    2º GRAU • Envolvema epiderme e porções variadas da derme subjacente. • Podem ser superficiais ou profundas. • Formam flictemas (bolhas), com aparência brilhante ou base úmida, porque a epiderme descolou. • Causam dor. • Cicatrização de duas ou três semanas. • Ex. água fervendo.
  • 13.
    3º GRAU • Danocompleto de toda derme e epiderme. • Lesões são espessas, secas, esbranquiçadas, aparência de couro. • Em casos graves a pele aparece chamuscada. • Sentem dor, pois a espessura pode ser parcial e superficial.
  • 14.
    4º GRAU • Lesãoextensa, quem compromete a musculatura e ossos; • Necrose tecidual intensa; • Presença de encurtamento do membro afetado ou amputação do mesmo
  • 15.
    CLASSIFICAÇÃO DO PACIENTE QUEIMADO • Pequenoqueimado: Tratamento ambulatorial, sem indicação de internação: < 10% • Médio queimado: Internação em enfermarias: entre 10 a 25% queimaduras de 2º grau e 10% de 3º grau. • Grande queimado: Maior que 30% e crianças maior que 20%
  • 16.
    EXTENSÃO • Necessária determinara gravidade da lesão, o melhor local para tratamento do doente e para repor fluidos, de maneira apropriada e evitar complicações associadas ao choque hipovolêmico decorrente da queimadura.
  • 17.
    REGRA DOS 9DE WALLACE • A “regra dos nove” é uma maneira rápida de estimar a extensão de queimaduras em adultos. • O sistema divide o corpo em múltiplos de nove. • A soma total dessas partes é igual à área de superfície corporal total e é uma importante medida de gravidade da lesão (HINKLE; CHEEVER, 2020).
  • 18.
    AVALIAÇÃO DO PACIENTE QUEIMADO •Profundidade e extensão (pela regra dos nove). • Envolvimento de áreas críticas (mãos, pés, face e genitália). • Idade da vítima (crianças e idosos possuem maior risco). • Presença de lesão pulmonar por inalação. • Presença de lesões associadas (outros traumatismos). • Doenças preexistentes (diabetes melito, insuficiência renal etc.).
  • 19.
    QUEIMADURAS DE 1ºE 2º GRAU • Em queimaduras e 1º grau, hidratar o paciente via oral ou EV; • Realizar meios físicos para diminuir a temperatura corporal do paciente; • Hidratação; • Não romper as bolhas; • Orientar o paciente a não colocar produtos químicos sobre a queimadura; • Não cobrir o local da lesão; • Administrar analgésicos
  • 20.
    ATENDIMENTO AO PACIENTE QUEIMADO •Acolhimento do paciente; • Realizar avaliaão do Trauma (X, A,B,C,D,E) • Classificar a extensão e tipo de queimadura; • Monitorizar sinais vitais; • Puncionar acesso periférico calibroso; • Reposição hídrica; • Aspiração orotraqueal; • Passar SNG e SVD; • Controle da dor; • Balneoterapia; • Escarotomia; • Curativo; • Debridamento; • Transplante
  • 21.
    ATENDIMENTO AO PACIENTE QUEIMADO •Dar banho no paciente se possível. • Administrar analgésicos e sedativos – morfina – somente EV. • Obrigatório sondagem vesical e nasogástrica. • Infundir volume de solução cristalóide (Ringer Lactato) atingindo débito urinário: • Bebê: 2ml/kg/h • Criança – 1ml/kg/h • Adulto – 30 a 50 ml/h. • Em queimaduras elétricas aumentar a oferta de líquidos para garantir diurese no adulto de 100ml/h.
  • 22.
    E- Expor avitima investigando cada centímetro da pessoa. Atenção para exposição da hipotermia. Retirar apenas as vestes solta e adereços. D - Avaliar efeito de toxinas inaladas, como monóxido de carbono e o cianeto de hidrogênio. C- Puncionar 2 acessos venosos calibroso, coleta de exames e reposiçãi volêmica agressiva B - Respiração Ventilação mecânica – as queimaduras contraem a parede do tórax. A - Vias aéreas – intubar precocemente – calor de um incêndio pode causar edema de glote. SALA DE EMERGÊNCIA
  • 23.
    CUIDADOS COM QUEIMADO Usar agentesantibacterianos tópicos para reduzir a população bacteriana – Sulfadiazina de prata (Silvadene), Nitrato de Prata e Acetato de Mafenide (Sulfamylon) e Acticoat (curativo pronto) Curativo oclusivo – função diminuir a dor, diminuir a contaminação e evitar a perda de calor. Lavar com água e SF, enfaixar em “escama de peixe” com morim ou raion embebido com vaselina líquida estéril, enfaixar com gaze de rolo (se possível estéril), algodão ortopédico e atadura crepe. Mão – lesões nas mãos, colocar morim dedo à dedo, as gazes entre os dedos, e enfaixar inteiro tampando sempre as extremidades, tanto nas mãos, quanto nos pés, mesmo se os dedos não estejam lesados, e sempre enfaixar com os dedos totalmente esticados. Face - lavar orelha, boca, fazer tricotomia do crânio, colocar gazes com SF nos olhos. Observar o paciente em relação à respiração.
  • 24.
  • 25.
    ESCAROTOMIA É a incisãocirúrgica através da escara para liberar a constrição, restaurando assim a circulação distal e possibilitando ventilação adequada. Em geral, realiza-se a escarotomia nas primeiras 2 a 6 horas da lesão por queimadura.
  • 26.
    • Indicadores delesão pulmonar por inalação de fumaça • História indicando que a queimadura ocorreu em área restrita; • Queimadura de face e pescoço; • Pêlos nasais chamuscados; • Rouquidão, alteração na voz, tosse seca, estridor, escarro com fuligem, escarro saguinolento; • Respiração difícil ou taquipnéia.
  • 27.
  • 28.
  • 29.
  • 30.
  • 31.
  • 32.
  • 33.
    TRATAMENTO • Há casosonde é preciso enxertos, tirando pele de uma área sadia e recobrindo a lesão, há casos que precisam de reconstituição plástica, e há lesões de extremidades onde há necrose levando a amputar.
  • 34.
  • 35.
  • 36.
  • 37.
    REFERÊNCIAS • CANTARELLI-KANTORSKI, K.J. et al. Cara cterização d os atendimentos por queimaduras em um serviço de p ronto -socorro. Rev Bras Queimaduras, v. 13, n. 1, p. 38-43, 2014. • DANGELO, J.G., FATINI, C.A ., Sistema Tegumentar. In : Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2005. • FRAZÃO, J.M., REIS, M.N.S., SILVA, S.L., M., REIS, F.T., Abordagem do enfermeiro na prevenção de feridas em pacientes hospitaliza dos , 2019. • ISMAEL, I.C.G., A importância do papel da enfermagem no processo assistencial em pacientes com queimaduras, 2019 • ROSA, P.H. VIEIRA, T.G., ILHA, S., SALES, A.B., Tratamento de queimaduras no serviço de emergência: o enfermeiro inserido nesse contexto, 2018