O documento discute as políticas educacionais brasileiras nas décadas de 1970 e 1980, que priorizaram a expansão quantitativa em detrimento da qualidade do ensino. Isso resultou em uma educação desqualificada devido a fatores como falta de investimento adequado, formação deficiente de professores e falta de autonomia escolar. As novas políticas dos anos 1990 passaram a enfocar a melhoria da qualidade e autonomia escolar.