O documento analisa a situação da educação em Portugal, destacando que cerca de 40% dos jovens não alcança o ensino superior, especialmente entre os provenientes de classes mais desfavorecidas, evidenciando falhas na mobilidade social. Contrapõe a realidade portuguesa com reformas educativas de outros países que buscavam maior flexibilidade e autonomia, ressaltando a resistência à mudança no modelo educacional em Portugal, que se mantém centralizado e burocrático. Propõe-se um novo paradigma de 'estado garantia', que prioriza a liberdade de escolha e a responsabilização dos cidadãos na busca pelo bem coletivo na educação.