O documento discute a importância de um desenho urbano que priorize a vida pública e a saúde das pessoas, em vez de favorecer os automóveis. Propõe ações como a revitalização de espaços públicos, o incentivo ao transporte público e alternativo, e a integração de espaços privados e públicos para melhorar a qualidade de vida nas cidades. Além disso, enfatiza a necessidade de criar experiências multisensoriais e garantir a segurança nos espaços urbanos.