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Profª. Adriana 
Ramirez
“Há sociedades que cultivam mais do que outras 
essa preocupação de polidez linguística no trato 
entre pessoas: a França e a Itália, por exemplo, 
sempre se orgulharam de cultivar formas polidas 
– e não só gramaticalmente corretas, embora de 
uns tempos para cá se ouçam queixas nesses 
países de que se acentua uma perda ou certo 
esmorecimento dessa ufania de espírito culto 
francês e italiano.”
• “Há duas forças opostas que impulsionam a 
evolução da língua : uma é a lei do menor 
esforço ou princípio da menor ação ou 
princípio da economia; a outra é o princípio 
da ênfase (energia) em pôr em evidência o 
que é necessário para sermos bem 
compreendidos quando falamos, pois a 
linguagem é um fato eminentemente social.”
“...a crise da cultura, e o relaxamento de 
certas normas de cortesia, a par de um 
movimento salutar de diminuição das 
distâncias entre classes sociais, têm 
contribuído para reduzir as construções de 
linguagem que, sobre a função própria de 
intercomunicação humana, traduza o grau e o 
nível de educação dos falantes e o respeito 
que nutrem entre si.” 
(Bechara)
“Conveniência numa determinada sociedade 
impõe ao sujeito falante uma série de 
conveniências e mesmo de obrigações, às 
quais ele não se pode furtar sem a 
reprovação social, sem a pecha de incivil, de 
mal-educado.” 
(Luft)
“A escolha de um gênero que pode ser usado para 
servir a uma certa função interativa em nossa 
cultura pode se tornar inadequada numa situação 
cultural diferente. Um sinólogo alemão que 
trabalhava como intérprete em encontros de 
negócios entre comerciantes chineses e alemães, 
me apontou a preferência dos comerciantes 
alemães por contar piadas em negociações 
comerciais. Para os chineses, é considerado 
inapropriado contar piadas durante encontros de 
negócios, e as piadas não são esperadas nesse 
contexto.” 
(Susane Günther)
Cargo ou 
função 
Por extenso Abreviatura 
singular 
Abreviatura 
plural 
Vocativo Endereçamento 
Reitores Vossa 
Magnificência ou 
Vossa Excelência 
V. Maga/V. 
Magª ou 
V. Exa./V Exª 
V. Magas./ V. 
Magaª ou V. 
Exas./V. Exª 
Magnífico 
Reitor ou 
Excelentíssimo 
Senhor Reitor 
Ao Magnífico 
Reitor 
ou 
Ao 
Excelentíssimo 
Senhor Reitor 
(Nome 
Cargo 
Endereço)
Cargo ou 
função 
Por extenso Abreviatura 
singular 
Abreviatura 
plural 
Vocativo Endereçamento 
Vice- 
Reitores 
Vossa 
Excelência 
V.Ex.ª, ou 
V.Exa. 
V.Ex.as V. Exas Excelentíssimo 
Senhor 
Vice-Reitor 
Ao 
Excelentíssimo 
Senhor 
Vice-Reitor 
(Nome 
Cargo 
Endereço)
Cargo ou 
função 
Por extenso Abreviatura 
singular 
Abreviatura 
plural 
Vocativo Endereçamento 
Assessores 
Pró- 
Reitores 
Diretores 
Coord. de 
Depto. 
Vossa 
Senhoria 
V.S.ª ou 
V.Sa 
V.S.as ou 
V.Sas 
Senhor + 
cargo 
Ao Senhor 
(Nome 
Cargo 
Endereço)
Cargo ou função Por extenso Abreviatura 
singular 
Abreviatura 
plural 
Vocativo Endereçamento 
Auditores 
Curadores 
Defensores Públicos 
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Presidentes de Tribunais 
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Promotores 
Vossa 
Excelência. 
V.Ex.ª 
ou 
V. Exa. 
V.Ex.ª 
ou 
V.Exas. 
Excelentíssimo 
Senhor + cargo 
Ao 
Excelentíssimo 
Senhor 
(Nome 
Cargo 
Endereço)
Cargo ou 
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singular 
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plural 
Vocativo Endereçamento 
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Generais 
(até 
Coronéis) 
Vossa 
Excelência 
V.Ex.ª ou 
V. Exa. 
V.Ex.ª, ou 
V. Exas. 
Excelentíssimo 
Senhor 
Ao 
Excelentíssimo 
Senhor 
(Nome 
Cargo 
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Patentes. 
Vossa 
Senhoria 
V.S.ª ou 
V. Sa. 
V.S.as ou 
V. Sas 
Senhor + 
patente 
Ao Senhor 
Nome 
Cargo 
Endereço
Cargo ou função Por 
extenso 
Abreviatura 
singular 
Abreviatura 
plural 
Vocativo Endereçame 
nto 
Chefe da Casa Civil e da 
Casa Militar 
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Ministros de Estado 
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Presidentes da República 
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Vossa 
Excelência 
V.Ex.ª 
Ou 
V. Exa. 
V.Ex.as 
ou 
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Excelentíssimo 
Senhor + Cargo 
Ao 
Excelentíssimo 
Senhor 
Nome 
Cargo 
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V.S.ª 
ou 
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V.S.as 
ou 
V. Sas 
Senhor + 
Cargo 
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Cargo 
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• Emprego de Vossa (Excelência, Senhoria, etc.) Sua (Excelência, 
Senhoria, etc.) 
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para dirigir-se a pessoa com quem se fala, ou a quem se dirige a 
correspondência (equivale a você): 
• Na expectativa do atendimento do que acaba de ser solicitado, 
apresento a Vossa Senhoria nossas atenciosas saudações. 
• Sua (Excelência, Senhoria, etc.): em relação à pessoa de quem se 
fala (equivale a ele fala): 
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PUCRS falou sobre o Plano Estratégico.
• Vossa Magnificência 
É assim que manuais mais antigos de redação 
ensinam a tratar os reitores de universidades. Uma 
forma muito cerimoniosa, empolada, difícil de escrever 
e pronunciar, e em desuso. Já não existe hoje em dia 
distanciamento tão grande entre a pessoa do reitor e o 
corpo docente e discente. É, pois, perfeitamente aceita 
hoje em dia a fórmula Vossa Excelência (V. Exa.). 
A invocação pode ser simplesmente: 
Senhor Reitor, 
Ou: 
Excelentíssimo Senhor Reitor.
• O Manual ressalta que “doutor” (Dr.) não é forma 
de tratamento, e sim título acadêmico. Portanto, 
aconselha-se a não usa-lo indiscriminadamente, 
somente em casos de comunicações dirigidas a 
pessoas que tenham tal grau por terem concluído 
curso universitário de doutorado.
• “Fica dispensado o emprego do superlativo 
“Ilustríssimo” para autoridades que recebem o 
tratamento de Vossa Senhoria e para particulares. 
É suficiente o uso do tratamento Senhor.”
“Segundo o Dicionário Houaiss da Língua 
Portuguesa, os sacerdotes devem ser tratados 
por Reverendo. Contudo, Celso Cunha, na 
Gramática do Português Contemporâneo (8.ª 
edição, pág. 210), indica a forma de tratamento 
Vossa Reverendíssima.”
Jamais vais encontrar um acento de crase antes de Vossa Excelência (e 
demais formas de tratamento) pela simples razão de que não existe 
artigo antes dessas formas! "O discurso de Vossa Excelência" (e não 
"da"), "Confio em Vossa Excelência" ( e não "na"). Ora, sabes muito bem 
que a crase ocorre quando a preposição encontra o artigo; 
Quanto ao uso de artigo antes de pronomes possessivos, essa é uma 
daquelas situações em que o falante tem total liberdade de escolher. 
"o carro de (ou do) meu filho", 
"eu estava pensando em (ou na) minha filha". 
Dessa forma, podes usar o artigo (com o consequente acento de crase: 
À minha amiga) ou não (nesse caso, o "A" vai ser uma preposição pura: 
A minha amiga)
Quando escrevemos um 'e-mail' e após cumprimentarmos a pessoa 
de destino geralmente colocamos uma vírgula e continuamos a 
escrever na linha de baixo. 
Nessa linha começamos com maiúscula devido a ser o início de uma 
frase ou com minúscula visto que na linha de cima se colocou uma 
vírgula em vez de um ponto? 
[Resposta] Pois é, aprendemos que devemos usar uma vírgula para 
separar o vocativo: «Caro Manuel, como tens passado?» E 
aprendemos, também, que devemos iniciar uma frase com maiúscula. 
O problema que refere resolve-se graficamente considerando a 
saudação ao destinatário como se fosse um título; portanto, sem 
vírgula pendente na quebra de linha, e com inicial maiúscula na linha 
de baixo: 
Caro Manuel 
Como tens passado? (...)
“O Manual é categórico em afirmar que o emprego das 
formas de tratamento obedece a secular tradição.”
• http://www.pucrs.br/manualred/tratamento.php 
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  • 2. “Há sociedades que cultivam mais do que outras essa preocupação de polidez linguística no trato entre pessoas: a França e a Itália, por exemplo, sempre se orgulharam de cultivar formas polidas – e não só gramaticalmente corretas, embora de uns tempos para cá se ouçam queixas nesses países de que se acentua uma perda ou certo esmorecimento dessa ufania de espírito culto francês e italiano.”
  • 3. • “Há duas forças opostas que impulsionam a evolução da língua : uma é a lei do menor esforço ou princípio da menor ação ou princípio da economia; a outra é o princípio da ênfase (energia) em pôr em evidência o que é necessário para sermos bem compreendidos quando falamos, pois a linguagem é um fato eminentemente social.”
  • 4. “...a crise da cultura, e o relaxamento de certas normas de cortesia, a par de um movimento salutar de diminuição das distâncias entre classes sociais, têm contribuído para reduzir as construções de linguagem que, sobre a função própria de intercomunicação humana, traduza o grau e o nível de educação dos falantes e o respeito que nutrem entre si.” (Bechara)
  • 5. “Conveniência numa determinada sociedade impõe ao sujeito falante uma série de conveniências e mesmo de obrigações, às quais ele não se pode furtar sem a reprovação social, sem a pecha de incivil, de mal-educado.” (Luft)
  • 6. “A escolha de um gênero que pode ser usado para servir a uma certa função interativa em nossa cultura pode se tornar inadequada numa situação cultural diferente. Um sinólogo alemão que trabalhava como intérprete em encontros de negócios entre comerciantes chineses e alemães, me apontou a preferência dos comerciantes alemães por contar piadas em negociações comerciais. Para os chineses, é considerado inapropriado contar piadas durante encontros de negócios, e as piadas não são esperadas nesse contexto.” (Susane Günther)
  • 7. Cargo ou função Por extenso Abreviatura singular Abreviatura plural Vocativo Endereçamento Reitores Vossa Magnificência ou Vossa Excelência V. Maga/V. Magª ou V. Exa./V Exª V. Magas./ V. Magaª ou V. Exas./V. Exª Magnífico Reitor ou Excelentíssimo Senhor Reitor Ao Magnífico Reitor ou Ao Excelentíssimo Senhor Reitor (Nome Cargo Endereço)
  • 8. Cargo ou função Por extenso Abreviatura singular Abreviatura plural Vocativo Endereçamento Vice- Reitores Vossa Excelência V.Ex.ª, ou V.Exa. V.Ex.as V. Exas Excelentíssimo Senhor Vice-Reitor Ao Excelentíssimo Senhor Vice-Reitor (Nome Cargo Endereço)
  • 9. Cargo ou função Por extenso Abreviatura singular Abreviatura plural Vocativo Endereçamento Assessores Pró- Reitores Diretores Coord. de Depto. Vossa Senhoria V.S.ª ou V.Sa V.S.as ou V.Sas Senhor + cargo Ao Senhor (Nome Cargo Endereço)
  • 10. Cargo ou função Por extenso Abreviatura singular Abreviatura plural Vocativo Endereçamento Auditores Curadores Defensores Públicos Desembargadores Membros de Tribunais Presidentes de Tribunais Procuradores Promotores Vossa Excelência. V.Ex.ª ou V. Exa. V.Ex.ª ou V.Exas. Excelentíssimo Senhor + cargo Ao Excelentíssimo Senhor (Nome Cargo Endereço)
  • 11. Cargo ou função Por extenso Abreviatura singular Abreviatura plural Vocativo Endereçamento Oficiais Generais (até Coronéis) Vossa Excelência V.Ex.ª ou V. Exa. V.Ex.ª, ou V. Exas. Excelentíssimo Senhor Ao Excelentíssimo Senhor (Nome Cargo Endereço)
  • 12. Cargo ou função Por extenso Abreviatura singular Abreviatura plural Vocativo Endereçamento Outras Patentes. Vossa Senhoria V.S.ª ou V. Sa. V.S.as ou V. Sas Senhor + patente Ao Senhor Nome Cargo Endereço
  • 13. Cargo ou função Por extenso Abreviatura singular Abreviatura plural Vocativo Endereçame nto Chefe da Casa Civil e da Casa Militar Cônsules Deputados Embaixadores Governadores Ministros de Estado Prefeitos Presidentes da República Secretários de Estado Senadores Vice-Presidentes de Repúblicas Vossa Excelência V.Ex.ª Ou V. Exa. V.Ex.as ou V. Exas Excelentíssimo Senhor + Cargo Ao Excelentíssimo Senhor Nome Cargo Endereço
  • 14. Cargo ou função Por extenso Abreviatura singular Abreviatura plural Vocativo Endereçamento Demais autoridades não contempladas com tratamento específico Vossa Senhoria V.S.ª ou V. Sa. V.S.as ou V. Sas Senhor + Cargo Ao Senhor Nome Cargo Endereço
  • 15. • Emprego de Vossa (Excelência, Senhoria, etc.) Sua (Excelência, Senhoria, etc.) • Vossa (Excelência, Senhoria, etc.), é tratamento direto - usa-se para dirigir-se a pessoa com quem se fala, ou a quem se dirige a correspondência (equivale a você): • Na expectativa do atendimento do que acaba de ser solicitado, apresento a Vossa Senhoria nossas atenciosas saudações. • Sua (Excelência, Senhoria, etc.): em relação à pessoa de quem se fala (equivale a ele fala): • Na abertura do Seminário, Sua Excelência o Senhor Reitor da PUCRS falou sobre o Plano Estratégico.
  • 16. • Vossa Magnificência É assim que manuais mais antigos de redação ensinam a tratar os reitores de universidades. Uma forma muito cerimoniosa, empolada, difícil de escrever e pronunciar, e em desuso. Já não existe hoje em dia distanciamento tão grande entre a pessoa do reitor e o corpo docente e discente. É, pois, perfeitamente aceita hoje em dia a fórmula Vossa Excelência (V. Exa.). A invocação pode ser simplesmente: Senhor Reitor, Ou: Excelentíssimo Senhor Reitor.
  • 17. • O Manual ressalta que “doutor” (Dr.) não é forma de tratamento, e sim título acadêmico. Portanto, aconselha-se a não usa-lo indiscriminadamente, somente em casos de comunicações dirigidas a pessoas que tenham tal grau por terem concluído curso universitário de doutorado.
  • 18. • “Fica dispensado o emprego do superlativo “Ilustríssimo” para autoridades que recebem o tratamento de Vossa Senhoria e para particulares. É suficiente o uso do tratamento Senhor.”
  • 19. “Segundo o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, os sacerdotes devem ser tratados por Reverendo. Contudo, Celso Cunha, na Gramática do Português Contemporâneo (8.ª edição, pág. 210), indica a forma de tratamento Vossa Reverendíssima.”
  • 20. Jamais vais encontrar um acento de crase antes de Vossa Excelência (e demais formas de tratamento) pela simples razão de que não existe artigo antes dessas formas! "O discurso de Vossa Excelência" (e não "da"), "Confio em Vossa Excelência" ( e não "na"). Ora, sabes muito bem que a crase ocorre quando a preposição encontra o artigo; Quanto ao uso de artigo antes de pronomes possessivos, essa é uma daquelas situações em que o falante tem total liberdade de escolher. "o carro de (ou do) meu filho", "eu estava pensando em (ou na) minha filha". Dessa forma, podes usar o artigo (com o consequente acento de crase: À minha amiga) ou não (nesse caso, o "A" vai ser uma preposição pura: A minha amiga)
  • 21. Quando escrevemos um 'e-mail' e após cumprimentarmos a pessoa de destino geralmente colocamos uma vírgula e continuamos a escrever na linha de baixo. Nessa linha começamos com maiúscula devido a ser o início de uma frase ou com minúscula visto que na linha de cima se colocou uma vírgula em vez de um ponto? [Resposta] Pois é, aprendemos que devemos usar uma vírgula para separar o vocativo: «Caro Manuel, como tens passado?» E aprendemos, também, que devemos iniciar uma frase com maiúscula. O problema que refere resolve-se graficamente considerando a saudação ao destinatário como se fosse um título; portanto, sem vírgula pendente na quebra de linha, e com inicial maiúscula na linha de baixo: Caro Manuel Como tens passado? (...)
  • 22. “O Manual é categórico em afirmar que o emprego das formas de tratamento obedece a secular tradição.”
  • 23. • http://www.pucrs.br/manualred/tratamento.php • http://www.filologia.org.br/revista/artigo/9(27)02.htm