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FREUD E O
INCONSCIENTE
Nasceu a 6 de Maio de 1856, em
Freiberg, Moravia, na época pertencente
ao Império Austríaco.
Atualmente a localidade é Pribor,
República Checa.
Era o filho mais velho de seis irmãos e o
preferido dos pais, que lhe chamavam
«menino de ouro».
• O seu livro «A Interpretação dos
Sonhos» foi publicado em 1899, mas
saiu com data de impressão de 1900,
porque Freud queria que a obra fosse
associada ao início de um novo século.
• Foi operado 33 vezes a um cancro na
boca, provavelmente provocado pelo
vício do charuto.
• Morreu em Londres, a 23 de Setembro
de1939, depois de ter pedido ao seu
médico pessoal que lhe administrasse
uma injecção de morfina. Julga-se que
foi vítima de overdose.
• Freud consumiu e incentivou o uso
da cocaína como um estimulante e
um analgésico, capaz de curar
várias patologias mentais,
principalmente a hipocondria, a
depressão e a histeria.
• Aos 28 anos de idade, o fundador
da psicanálise escreveu diversos
ensaios acerca das propriedades
antidepressivas desta droga e
receitou-a a inúmeros doentes.
• Convencido de que a
cocaína seria capaz de
curar a dependência de
heroína, o médico
vienense receitou-a ao
seu amigo e também
médico Ernst von Fleischl-
Marxow.
• Meses depois, Ernst
sucumbiu a uma overdose
e a cocaina foi
definitivamente abolida
das terapêuticas de Freud.
Depois do fracasso da terapia com
cocaína, Sigmund Freud abre um
consultório privado em Viena
(1886)começa a usar a eletroterapia para
tratar os doentes.
Concluiu que os choques elétricos têm
poder de sugestão, ou seja, através deles
o médico poderia induzir uma ideia no
paciente, sem que este conseguisse
colocar objeções
De 1885-86, foi aluno de Charcot, em Paris.
Charcot trabalhava no asilo de Salpetriére
e chamou a atenção da comunidade
médica ao adotar a hipnose como técnica
terapêutica.
As investigações levadas a cabo por
Charcot revelaram que nem todas as
doenças tinham a sua origem numa causa
orgânica e podiam ser produzidas por
traumas psíquicos.
Com Joseph Breuer, o
médico austríaco, fez estudos
sobre a Histeria. Breuer cria
um Método visando tratar a
Histeria: O Método Catártico
(de Catarsis), ou teoria da
conversa.
A nossa mente
consciente não controla
todos os nossos
comportamentos.
Mesmo os nossos atos
voluntários, resultantes
de uma deliberação
racional, estão
dependentes de uma
fonte motivacional
inconsciente.
A descoberta do
inconsciente trouxe
uma revolução à
Psicologia e à forma
como esta encara o ser
humano.
O Inconsciente
corresponde aos conteúdos
instintivos, hereditários,
da mente, bem como aos
conteúdos recalcados ao longo
da história de vida do indivíduo.
O INCONSCIENTE
O Inconsciente não esquece nada,
todos os incidentes da história de
vida do indivíduo ficam aí retidos e
guardam a mesma força e vivacidade
do momento em que foram vividos..
A Barreira da Censura impede que os
conteúdos ameaçadores da sanidade
mental e da sobrevivência física ou
social do indivíduo acedam à
consciência.
ESTRUTURA DA PSIQUE – 1ª TÓPICA
O Consciente corresponde à dimensão racional da
Psique. Ao nível do Consciente tomamos
conhecimento da realidade exterior e, também, dos
nossos conteúdos mentais não recalcados ao nível do
inconsciente.
Entre o Consciente e o Inconsciente, existe uma
antecâmara, o Pré consciente, que permite que
alguns conteúdos do Inconsciente acedam à
consciência, mas “travestidos”, “disfarçados”, por
forma a evitar distúrbios ao nível do Consciente
O Inconsciente é, então, a mais importante instância
da Psique, e a mais vasta. É aí que está a chave para
a interpretação do sentido de todos os nossos
comportamentos e, em geral, da nossa vida psíquica.
.
Pré - consciente
Inconsciente
Consciente
2ª TÓPICA
O ID (isso) é o termo usado para designar uma das três
instâncias apresentadas na segunda tópica das obras de Freud.
Formado por instintos, impulsos orgânicos e desejos
inconscientes e regido pelo princípio do prazer, que exige
satisfação imediata.
É a energia dos instintos e dos desejos em busca da realização
desse princípio do prazer. É a libido.
O ID
O Ego é a soma total dos pensamentos,
ideias, sentimentos, lembranças e
perceções sensoriais.
Obedece ao princípio da realidade, ou
seja, à necessidade de encontrar
objetos que possam satisfazer o id sem
transgredir as exigências do superego.
“É um dado complexo formado
primeiramente por uma perceção geral
do nosso corpo e existência e, a seguir,
pelos registos da nossa memória.”
EGO
É inconsciente, é a censura das
pulsões que a sociedade e a
cultura impõem ao id, impedindo-o
de satisfazer plenamente os seus
instintos e desejos.
É a repressão, particularmente, a
repressão sexual. Manifesta-se à
consciência indiretamente, sob
forma da moral, como um conjunto
de interdições e deveres, e por
meio da educação, pela produção
do "eu ideal", isto é, da pessoa
moral, boa e virtuosa.
SUPEREGO
O desejo e a insatisfação são
elementos inerentes à nossa
vida psíquica.
No nosso inconsciente
dominam sobretudo duas
energias pulsionais:
A Líbido, o desejo sexual, a
que Freud deu o nome de
Eros.
E o impulso de morte, ligado
à agressividade (auto e
hetero dirigida), a que Freud
deu o nome de Thanatos.
A líbido (desejo sexual) é a principal
manifestação da energia pulsional, pelo que
desempenha um papel preponderante nos
nossos comportamentos.
A não libertação das energias pulsionais
acumuladas (na maior parte das vezes pela
intervenção do superego) gera conflitos
intrapsíquicos que conduzem à ansiedade e
à neurose.
Se a saída normal (para a libertação dessas
energias) estiver bloqueada, a libertação
tenderá a realizar-se por outras vias.
Existe um conjunto de mecanismos de defesa
do ego que permitem resolver os conflitos
intrapsíquicos, garantindo o equilíbrio
psíquico do indivíduo.
Os
mecanismos
de defesa
do ego
São estratégias inconscientes de
resolução de conflitos intrapsíquicos e
da redução das energias pulsionais que
estão na sua origem.
Recalcamento
 Tudo o que provoca ansiedade ou dor (recordações, desejos, etc.) é
excluído da consciência, embora continue a afetar, inconscientemente, o
comportamento.
Deslocamento
 A agressividade é deslocada para alvos substitutos (o marido que é
agressivo com a mulher por ter tido problemas com o patrão).
Racionalização
 Justificação lógica do fracasso, pela incapacidade de superar
obstáculos (o aluno que não tira boas notas e que diz que as provas
estão mal elaboradas).
Projeção
 Projeta-se nos outros sentimentos e desejos próprios (o pai que quer
que o filho tenha um curso superior, coisa que ele não conseguiu).
Regressão
 Assumir comportamentos próprios de um estádio anterior de desenvolvimento (a
criança que chucha no dedo; o adulto que assume comportamentos de
adolescente para fugir às responsabilidades).
Compensação
 Por incapacidade física ou psicológica, o indivíduo realiza atividades que
o ajudam a afirmar-se (alguém que não tem sucesso nas atividades
físicas, dedica-se à ciência ou à música).
Sublimação
 Substituição do objeto da pulsão por outro socialmente aceite (substituir
o impulso sexual pela religião, arte, etc.)
Formação
reativa
 O individuo apresenta comportamentos opostos às pulsões para manter
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2. freud e o inconsciente

  • 2. Nasceu a 6 de Maio de 1856, em Freiberg, Moravia, na época pertencente ao Império Austríaco. Atualmente a localidade é Pribor, República Checa. Era o filho mais velho de seis irmãos e o preferido dos pais, que lhe chamavam «menino de ouro».
  • 3. • O seu livro «A Interpretação dos Sonhos» foi publicado em 1899, mas saiu com data de impressão de 1900, porque Freud queria que a obra fosse associada ao início de um novo século. • Foi operado 33 vezes a um cancro na boca, provavelmente provocado pelo vício do charuto. • Morreu em Londres, a 23 de Setembro de1939, depois de ter pedido ao seu médico pessoal que lhe administrasse uma injecção de morfina. Julga-se que foi vítima de overdose.
  • 4. • Freud consumiu e incentivou o uso da cocaína como um estimulante e um analgésico, capaz de curar várias patologias mentais, principalmente a hipocondria, a depressão e a histeria. • Aos 28 anos de idade, o fundador da psicanálise escreveu diversos ensaios acerca das propriedades antidepressivas desta droga e receitou-a a inúmeros doentes.
  • 5. • Convencido de que a cocaína seria capaz de curar a dependência de heroína, o médico vienense receitou-a ao seu amigo e também médico Ernst von Fleischl- Marxow. • Meses depois, Ernst sucumbiu a uma overdose e a cocaina foi definitivamente abolida das terapêuticas de Freud.
  • 6. Depois do fracasso da terapia com cocaína, Sigmund Freud abre um consultório privado em Viena (1886)começa a usar a eletroterapia para tratar os doentes. Concluiu que os choques elétricos têm poder de sugestão, ou seja, através deles o médico poderia induzir uma ideia no paciente, sem que este conseguisse colocar objeções
  • 7. De 1885-86, foi aluno de Charcot, em Paris. Charcot trabalhava no asilo de Salpetriére e chamou a atenção da comunidade médica ao adotar a hipnose como técnica terapêutica. As investigações levadas a cabo por Charcot revelaram que nem todas as doenças tinham a sua origem numa causa orgânica e podiam ser produzidas por traumas psíquicos.
  • 8. Com Joseph Breuer, o médico austríaco, fez estudos sobre a Histeria. Breuer cria um Método visando tratar a Histeria: O Método Catártico (de Catarsis), ou teoria da conversa.
  • 9. A nossa mente consciente não controla todos os nossos comportamentos. Mesmo os nossos atos voluntários, resultantes de uma deliberação racional, estão dependentes de uma fonte motivacional inconsciente.
  • 10. A descoberta do inconsciente trouxe uma revolução à Psicologia e à forma como esta encara o ser humano.
  • 11. O Inconsciente corresponde aos conteúdos instintivos, hereditários, da mente, bem como aos conteúdos recalcados ao longo da história de vida do indivíduo. O INCONSCIENTE
  • 12. O Inconsciente não esquece nada, todos os incidentes da história de vida do indivíduo ficam aí retidos e guardam a mesma força e vivacidade do momento em que foram vividos.. A Barreira da Censura impede que os conteúdos ameaçadores da sanidade mental e da sobrevivência física ou social do indivíduo acedam à consciência.
  • 13. ESTRUTURA DA PSIQUE – 1ª TÓPICA O Consciente corresponde à dimensão racional da Psique. Ao nível do Consciente tomamos conhecimento da realidade exterior e, também, dos nossos conteúdos mentais não recalcados ao nível do inconsciente. Entre o Consciente e o Inconsciente, existe uma antecâmara, o Pré consciente, que permite que alguns conteúdos do Inconsciente acedam à consciência, mas “travestidos”, “disfarçados”, por forma a evitar distúrbios ao nível do Consciente O Inconsciente é, então, a mais importante instância da Psique, e a mais vasta. É aí que está a chave para a interpretação do sentido de todos os nossos comportamentos e, em geral, da nossa vida psíquica. . Pré - consciente Inconsciente Consciente
  • 14.
  • 16. O ID (isso) é o termo usado para designar uma das três instâncias apresentadas na segunda tópica das obras de Freud. Formado por instintos, impulsos orgânicos e desejos inconscientes e regido pelo princípio do prazer, que exige satisfação imediata. É a energia dos instintos e dos desejos em busca da realização desse princípio do prazer. É a libido. O ID
  • 17. O Ego é a soma total dos pensamentos, ideias, sentimentos, lembranças e perceções sensoriais. Obedece ao princípio da realidade, ou seja, à necessidade de encontrar objetos que possam satisfazer o id sem transgredir as exigências do superego. “É um dado complexo formado primeiramente por uma perceção geral do nosso corpo e existência e, a seguir, pelos registos da nossa memória.” EGO
  • 18. É inconsciente, é a censura das pulsões que a sociedade e a cultura impõem ao id, impedindo-o de satisfazer plenamente os seus instintos e desejos. É a repressão, particularmente, a repressão sexual. Manifesta-se à consciência indiretamente, sob forma da moral, como um conjunto de interdições e deveres, e por meio da educação, pela produção do "eu ideal", isto é, da pessoa moral, boa e virtuosa. SUPEREGO
  • 19.
  • 20.
  • 21.
  • 22.
  • 23. O desejo e a insatisfação são elementos inerentes à nossa vida psíquica. No nosso inconsciente dominam sobretudo duas energias pulsionais: A Líbido, o desejo sexual, a que Freud deu o nome de Eros. E o impulso de morte, ligado à agressividade (auto e hetero dirigida), a que Freud deu o nome de Thanatos.
  • 24. A líbido (desejo sexual) é a principal manifestação da energia pulsional, pelo que desempenha um papel preponderante nos nossos comportamentos. A não libertação das energias pulsionais acumuladas (na maior parte das vezes pela intervenção do superego) gera conflitos intrapsíquicos que conduzem à ansiedade e à neurose. Se a saída normal (para a libertação dessas energias) estiver bloqueada, a libertação tenderá a realizar-se por outras vias. Existe um conjunto de mecanismos de defesa do ego que permitem resolver os conflitos intrapsíquicos, garantindo o equilíbrio psíquico do indivíduo.
  • 25. Os mecanismos de defesa do ego São estratégias inconscientes de resolução de conflitos intrapsíquicos e da redução das energias pulsionais que estão na sua origem.
  • 26. Recalcamento  Tudo o que provoca ansiedade ou dor (recordações, desejos, etc.) é excluído da consciência, embora continue a afetar, inconscientemente, o comportamento. Deslocamento  A agressividade é deslocada para alvos substitutos (o marido que é agressivo com a mulher por ter tido problemas com o patrão). Racionalização  Justificação lógica do fracasso, pela incapacidade de superar obstáculos (o aluno que não tira boas notas e que diz que as provas estão mal elaboradas). Projeção  Projeta-se nos outros sentimentos e desejos próprios (o pai que quer que o filho tenha um curso superior, coisa que ele não conseguiu). Regressão  Assumir comportamentos próprios de um estádio anterior de desenvolvimento (a criança que chucha no dedo; o adulto que assume comportamentos de adolescente para fugir às responsabilidades).
  • 27. Compensação  Por incapacidade física ou psicológica, o indivíduo realiza atividades que o ajudam a afirmar-se (alguém que não tem sucesso nas atividades físicas, dedica-se à ciência ou à música). Sublimação  Substituição do objeto da pulsão por outro socialmente aceite (substituir o impulso sexual pela religião, arte, etc.) Formação reativa  O individuo apresenta comportamentos opostos às pulsões para manter as características indesejáveis reprimidas (manifestar comportamentos afetuosos relativamente a alguém que se detesta).