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A MORTE – POR QUE TEMER?
Queridos irmãos, boa noite! Que a Paz de Jesus esteja entre nós.
A morte – Por que temer? Este o tema do nosso estudo
nessa noite.
Parece complicado falar de um tema tão delicado, tão misterioso e
que ao mesmo tempo que nos chama tanta a atenção.
O que é a morte?
Por que existe a morte?
E o medo da morte, devemos Ter ou não Ter?
Vamos, antes de qualquer coisa, contar uma pequena história,
chamada: O BICO DE LUZ.
Um homem transitava por estrada deserta, altas horas da noite.
Estava escuro, sem luar, estrelas apagadas...Seguia apreensivo. Por ali
ocorriam muitos assaltos. Percebeu que alguém o acompanhava.
_ Olá! Quem vem aí? Perguntou, assustado.
Não obteve reposta. Apressou-se, no que foi imitado pelo
perseguidor. Correu.... O desconhecido também.
Apavorado, em desabalada carreira, tão rápido quanto suas pernas o
permitiam, coração a galopar no peito, pulmões em brasa, passou diante
de um bico de luz.
Olhou para trás e, como por encanto, o medo desvaneceu-se.
Seu perseguidor era apenas um velho burro, acostumado a
acompanhar os que por ali passavam.
A história que acabamos de ouvir, assemelha-se ao que ocorre com
a morte.
Temos aqui mais uma história:
A morte dirigia-se para uma cidade e no caminho encontrou-se com
o prefeito, que saía para uma viagem.
A morte, disse então:
_ Levarei comigo 300 dos seus moradores.
Após alguns dias, o prefeito, retornando à sua cidade, tomou
conhecimento de que o número de mortes atingiu mais de 1.300
habitantes.
Encontrando-se novamente com a morte, perguntou-lhe por que
mudara de idéia com relação ao número de pessoas que levaria.
A morte então respondeu:
_ De fato, vim buscar 300 pessoas, as outras mil morreram só de
medo...
Esta história também é bastante significativa e nos dá a ideia do
trauma que o homem sempre teve em relação à morte.
Esse medo da morte é um condicionamento cultivado ao longo da
história da humanidade.
É vista como algo terrível ...
E afinal, nos perguntamos, por que todo esse pavor?
O temor da morte resulta de vários fatores inerentes à condição
humana:
a) O instinto de conservação da vida, que lhe constitui força
preventiva.
b) O temporário esquecimento da vida espiritual de onde procede.
c) O conteúdo religioso das Doutrinas Ortodoxas, que oferece uma
visão distorcida e prejudicial daquilo que realmente acontece após
o rompimento dos laços materiais. Céu e Inferno
d) O receio do aniquilamento da vida, por falta de informações
corretas a respeito do futuro da alma e daquilo que lhe está
destinado.
e) O maior de todos: a falta de informação.
O que é a morte?
Para onde vamos?
O que acontecerá conosco após esse momento?
Estas são dúvidas que todos os homens têm.
Todos procuram por respostas.
E onde vamos encontrar essas respostas?
No Livro dos Espíritos – 149 – 150 - 154
Lembram-se da história do Bico de Luz ?
O Espiritismo é o “Bico de Luz” que ilumina os
caminhos misteriosos do retorno, afugentando
temores irracionais e constrangimentos
perturbadores.
Nós podemos estudar o fenômeno da morte sob dois aspectos
principais:
O primeiro é o aspecto daquele que partiu. A sua situação, com
quem irá se encontrar e como será recebido, entre outros.
O segundo aspecto é o de quem fica. Como fica, qual o seu
comportamento ideal perante o desencarne dos que partem,
principalmente se são pessoas queridas.
Dentro de certo limite de tempo, que vai depender da situação desse
Espírito, ele irá encontrar com as pessoas que lhes eram queridas..
Assim, a morte nos coloca nos braços dos nossos entes queridos.
No mundo espiritual, continuamos nossos estudos, continuamos as
nossas vidas, preparando-nos sempre para novas jornadas, onde após as
férias, traremos novos conhecimentos
CARTAS DE UMA MORTA - Ler
Essa é uma certeza e com essa certeza, mais um motivo que temos
para não ver a morte como algo terrível e temida.
A situação de felicidade ou de infelicidade deste Espírito vai
depender exatamente daquilo que ele fez enquanto encarnado...
Não ao suicídio, ao aborto a eutanásia - por que a morte tem o seu
momento, aliás, na natureza tudo tem o seu tempo...
Quanto ao segundo aspecto a que nos referimos anteriormente, ou
seja, o aspecto de quem fica, caberá a cada um de nós tirar as suas
próprias conclusões.
Deixaremos apenas um pequeno lembrete:
Diante dos que partiram, ou dos que estão partindo, é preciso agir
com dignidade e com amor.
A inevitável saudade e a ausência física, mas não podem se
transformar em instrumento de agressão espiritual ao ser amado.
Antes de pensar em si mesmo, aquele que fica, se realmente ama,
deve pensar em quem segue e ajudá-lo, a fim de que mais rapidamente
possa ele encontrar a paz e seu convívio
As provas:
A manifestação dos Espíritos pela prática da mediunidade
A Literatura Espírita é repleta de autores, que nos trazem suas
experiências de além-túmulo. Podemos destacar alguns, apenas para
servir de exemplo ao nosso estudo:
André Luiz, por meio do livro Nosso Lar
Luiz Sérgio, jovem de Brasília, que desencarnou em 1973, conta em
seu livro O Mundo Que Eu Encontrei, fala do encontro com a avó e de
suas experiências pelo lado de lá.
Bezerra de Menezes, conhecido médico e político brasileiro,
também nos fala sobre o mundo espiritual.
A jovem Patrícia, no livro Violetas na Janela, fala das colônias
espirituais e do encontro com amigos.
Enxugando lágrimas, onde os mais variados Espíritos e de pessoas
comuns, nos falam de suas experiências, falam do momento da
desencarnação, o que realmente aconteceu e como foram socorridos,
além de mandarem mensagens para os seus familiares, orientando-os
sempre, no sentido de calma e de fé em Deus.
Não é possível que todos estejam mentindo.
POR QUE VIVER NA TERRA?
Oficina de trabalho para os que desenvolvem atividades edificantes, em
favor da própria renovação;
Um hospital para os que corrigem desajustes nascido de viciações
pretéritas;
uma prisão, em expiação dolorosa, para os que resgatam débitos
relacionados com crimes cometidos em existências anteriores;
uma escola para os que já compreenderam que a vida não é mero
acidente biológico.
Nosso lar definitivo está no Plano Espiritual.
FIM
Compreensível, pois, que nos preparemos, superando temores e
dúvidas, inquietações e enganos, a fim de que, ao chegar nossa hora,
estejamos habilitados a um retorno equilibrado e feliz.
E o Espiritismo nos oferece recursos para encarar a morte com
idêntica firmeza de ânimo, inspirados igualmente na fé.
A morte do corpo é uma realidade, mas cedo ou mais tarde ela
chegará. A nós cabe viver cada dia de forma que não nos amedronte a
nossa consciência, amando, fazendo o bem, certos de que o momento
chegará.
E devemos estar certos das palavras de Jesus:
“Vinde a mim, todos os que andais em sofrimento e vos achais
carregados, eu vos aliviarei. Tomais sobre vós o meu jugo, e
aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e achareis
descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu
fardo é leve.”
(Mateus – XI – 28/30)
Que Deus nos abençoe a todos e muito obrigado pela atenção.
Boa noite.
Compreensível, pois, que nos preparemos, superando temores e
dúvidas, inquietações e enganos, a fim de que, ao chegar nossa hora,
estejamos habilitados a um retorno equilibrado e feliz.
E o Espiritismo nos oferece recursos para encarar a morte com
idêntica firmeza de ânimo, inspirados igualmente na fé.
A morte do corpo é uma realidade, mas cedo ou mais tarde ela
chegará. A nós cabe viver cada dia de forma que não nos amedronte a
nossa consciência, amando, fazendo o bem, certos de que o momento
chegará.
E devemos estar certos das palavras de Jesus:
“Vinde a mim, todos os que andais em sofrimento e vos achais
carregados, eu vos aliviarei. Tomais sobre vós o meu jugo, e
aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e achareis
descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu
fardo é leve.”
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  • 1. A MORTE – POR QUE TEMER? Queridos irmãos, boa noite! Que a Paz de Jesus esteja entre nós. A morte – Por que temer? Este o tema do nosso estudo nessa noite. Parece complicado falar de um tema tão delicado, tão misterioso e que ao mesmo tempo que nos chama tanta a atenção. O que é a morte? Por que existe a morte? E o medo da morte, devemos Ter ou não Ter? Vamos, antes de qualquer coisa, contar uma pequena história, chamada: O BICO DE LUZ. Um homem transitava por estrada deserta, altas horas da noite. Estava escuro, sem luar, estrelas apagadas...Seguia apreensivo. Por ali ocorriam muitos assaltos. Percebeu que alguém o acompanhava. _ Olá! Quem vem aí? Perguntou, assustado. Não obteve reposta. Apressou-se, no que foi imitado pelo perseguidor. Correu.... O desconhecido também. Apavorado, em desabalada carreira, tão rápido quanto suas pernas o permitiam, coração a galopar no peito, pulmões em brasa, passou diante de um bico de luz. Olhou para trás e, como por encanto, o medo desvaneceu-se. Seu perseguidor era apenas um velho burro, acostumado a acompanhar os que por ali passavam. A história que acabamos de ouvir, assemelha-se ao que ocorre com a morte.
  • 2. Temos aqui mais uma história: A morte dirigia-se para uma cidade e no caminho encontrou-se com o prefeito, que saía para uma viagem. A morte, disse então: _ Levarei comigo 300 dos seus moradores. Após alguns dias, o prefeito, retornando à sua cidade, tomou conhecimento de que o número de mortes atingiu mais de 1.300 habitantes. Encontrando-se novamente com a morte, perguntou-lhe por que mudara de idéia com relação ao número de pessoas que levaria. A morte então respondeu: _ De fato, vim buscar 300 pessoas, as outras mil morreram só de medo... Esta história também é bastante significativa e nos dá a ideia do trauma que o homem sempre teve em relação à morte. Esse medo da morte é um condicionamento cultivado ao longo da história da humanidade. É vista como algo terrível ... E afinal, nos perguntamos, por que todo esse pavor?
  • 3. O temor da morte resulta de vários fatores inerentes à condição humana: a) O instinto de conservação da vida, que lhe constitui força preventiva. b) O temporário esquecimento da vida espiritual de onde procede. c) O conteúdo religioso das Doutrinas Ortodoxas, que oferece uma visão distorcida e prejudicial daquilo que realmente acontece após o rompimento dos laços materiais. Céu e Inferno d) O receio do aniquilamento da vida, por falta de informações corretas a respeito do futuro da alma e daquilo que lhe está destinado. e) O maior de todos: a falta de informação. O que é a morte? Para onde vamos? O que acontecerá conosco após esse momento? Estas são dúvidas que todos os homens têm. Todos procuram por respostas. E onde vamos encontrar essas respostas? No Livro dos Espíritos – 149 – 150 - 154 Lembram-se da história do Bico de Luz ? O Espiritismo é o “Bico de Luz” que ilumina os caminhos misteriosos do retorno, afugentando temores irracionais e constrangimentos perturbadores.
  • 4. Nós podemos estudar o fenômeno da morte sob dois aspectos principais: O primeiro é o aspecto daquele que partiu. A sua situação, com quem irá se encontrar e como será recebido, entre outros. O segundo aspecto é o de quem fica. Como fica, qual o seu comportamento ideal perante o desencarne dos que partem, principalmente se são pessoas queridas. Dentro de certo limite de tempo, que vai depender da situação desse Espírito, ele irá encontrar com as pessoas que lhes eram queridas.. Assim, a morte nos coloca nos braços dos nossos entes queridos. No mundo espiritual, continuamos nossos estudos, continuamos as nossas vidas, preparando-nos sempre para novas jornadas, onde após as férias, traremos novos conhecimentos CARTAS DE UMA MORTA - Ler Essa é uma certeza e com essa certeza, mais um motivo que temos para não ver a morte como algo terrível e temida. A situação de felicidade ou de infelicidade deste Espírito vai depender exatamente daquilo que ele fez enquanto encarnado... Não ao suicídio, ao aborto a eutanásia - por que a morte tem o seu momento, aliás, na natureza tudo tem o seu tempo... Quanto ao segundo aspecto a que nos referimos anteriormente, ou seja, o aspecto de quem fica, caberá a cada um de nós tirar as suas próprias conclusões. Deixaremos apenas um pequeno lembrete: Diante dos que partiram, ou dos que estão partindo, é preciso agir com dignidade e com amor. A inevitável saudade e a ausência física, mas não podem se transformar em instrumento de agressão espiritual ao ser amado. Antes de pensar em si mesmo, aquele que fica, se realmente ama, deve pensar em quem segue e ajudá-lo, a fim de que mais rapidamente possa ele encontrar a paz e seu convívio
  • 5. As provas: A manifestação dos Espíritos pela prática da mediunidade A Literatura Espírita é repleta de autores, que nos trazem suas experiências de além-túmulo. Podemos destacar alguns, apenas para servir de exemplo ao nosso estudo: André Luiz, por meio do livro Nosso Lar Luiz Sérgio, jovem de Brasília, que desencarnou em 1973, conta em seu livro O Mundo Que Eu Encontrei, fala do encontro com a avó e de suas experiências pelo lado de lá. Bezerra de Menezes, conhecido médico e político brasileiro, também nos fala sobre o mundo espiritual. A jovem Patrícia, no livro Violetas na Janela, fala das colônias espirituais e do encontro com amigos. Enxugando lágrimas, onde os mais variados Espíritos e de pessoas comuns, nos falam de suas experiências, falam do momento da desencarnação, o que realmente aconteceu e como foram socorridos, além de mandarem mensagens para os seus familiares, orientando-os sempre, no sentido de calma e de fé em Deus. Não é possível que todos estejam mentindo. POR QUE VIVER NA TERRA? Oficina de trabalho para os que desenvolvem atividades edificantes, em favor da própria renovação; Um hospital para os que corrigem desajustes nascido de viciações pretéritas; uma prisão, em expiação dolorosa, para os que resgatam débitos relacionados com crimes cometidos em existências anteriores; uma escola para os que já compreenderam que a vida não é mero acidente biológico. Nosso lar definitivo está no Plano Espiritual. FIM
  • 6. Compreensível, pois, que nos preparemos, superando temores e dúvidas, inquietações e enganos, a fim de que, ao chegar nossa hora, estejamos habilitados a um retorno equilibrado e feliz. E o Espiritismo nos oferece recursos para encarar a morte com idêntica firmeza de ânimo, inspirados igualmente na fé. A morte do corpo é uma realidade, mas cedo ou mais tarde ela chegará. A nós cabe viver cada dia de forma que não nos amedronte a nossa consciência, amando, fazendo o bem, certos de que o momento chegará. E devemos estar certos das palavras de Jesus: “Vinde a mim, todos os que andais em sofrimento e vos achais carregados, eu vos aliviarei. Tomais sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” (Mateus – XI – 28/30) Que Deus nos abençoe a todos e muito obrigado pela atenção. Boa noite.
  • 7. Compreensível, pois, que nos preparemos, superando temores e dúvidas, inquietações e enganos, a fim de que, ao chegar nossa hora, estejamos habilitados a um retorno equilibrado e feliz. E o Espiritismo nos oferece recursos para encarar a morte com idêntica firmeza de ânimo, inspirados igualmente na fé. A morte do corpo é uma realidade, mas cedo ou mais tarde ela chegará. A nós cabe viver cada dia de forma que não nos amedronte a nossa consciência, amando, fazendo o bem, certos de que o momento chegará. E devemos estar certos das palavras de Jesus: “Vinde a mim, todos os que andais em sofrimento e vos achais carregados, eu vos aliviarei. Tomais sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” (Mateus – XI – 28/30) Que Deus nos abençoe a todos e muito obrigado pela atenção. Boa noite.