Os livros de Samuel Estabelecimento de Israel como reino Teocrático
Autoria Título Devido à 1ª figura humana de destaque neles, Samuel, palavra que significa “nome de Deus” ou possivelmente uma abreviatura de “pedido a Deus”. Originalmente, no cânon hebraico, os dois livros formavam um só volume, “O Livro de Samuel”, mas foram divididos em dois pelos tradutores gregos (Septuaginta) que os chamaram de “1 e 2 Reis”. Os livro que chamamos de 1 e 2 Reis tinham o nome de 3 e 4 Reis.
Autor Estes livros, como a maioria dos livros históricos, são anônimos. O profeta Samuel é geralmente considerado o autor de 1 Samuel 1-24, e Natã e Gade os autores da parte restante. As descrições sugerem que os autores foram testemunhas oculares dos acontecimentos.  1 Crônicas 29.29 .
Cenário Histórico Data envolvidas  – 1100 a 970 a.C., aproximadamente. Os acontecimentos relatados nos dois livros cobrem o período do nascimento de Samuel até o fim do reinado de Davi. Supondo que Samuel tivesse 30 anos aproximadamente quando começou a sua liderança em 1070  (5 anos após a morte de Eli). O período de tempo para os livros é de cerca de 130 anos. Antes da liderança de Samuel, diversos juízes governaram Israel. Sansão, a sudeste governou Judá e Dã; Jefté governou Manassés e Efraim Oriental; Ibsão, Elom e Abdom, jugaram outras partes de Israel, enquanto Samuel crescia em Silo.
Diversos períodos sobrepostos estão envolvidos na história: 40 anos – opressão dos filisteus 1095 -1055 (juízes 13.1) 40 anos – magistratura de Eli – 1115 – 1075 (1 Sm. 4.18) 75 anos – arca em Quiriate-Jearim – 1075 – 1000  (1 Sm. 7.2; 1 Cr. 15.25) 40 anos – magistratura de Samuel – 1055 – 1015 (1 Sm. 7.14-16) 40 anos – Reinado de Saul – 1050 – 1010 (At.13.21) 40 anos – Reinado de Davi – 1010 – 970 (2 Sm. 5,4)
Cenário Religioso em que se achava a nação O período começou com a idolatria e a imoralidade ainda predominante em Israel (1 Sm. 7.3). Embora Eli fosse fiel como sacerdote, ele deixou de honrar a Deus por não disciplinar seus filhos (1 Sm. 2.29) que serviam no tabernáculo de Silo com flagrante de imoralidade e cobiça. Por este motivo, o Senhor proferiu julgamento contra a casa de Eli, dizendo que seria afastado do sacerdócio. (1 Sm. 2.33).
O Tabernáculo e a arca tinham estado em Silo (14km ao norte de Betel) desde os tempos de Josué até os de Eli. Quando na ocasião da morte de Eli a arca foi roubada, esses dois itens principais do sistema religioso de Israel ficaram separados e assim permaneceram durante 75 anos até que Davi fez com que a arca voltasse em 1000 a.C. Tabernáculo Arca Em Gilgal  1405 – 1398 Em Gilgal 1405 – 1398 Em Silo 1398 – 1075 Em Silo 1398 – 1075 Em Nobe 1075 – 1015 Em Filístia 1075 Em Gilbeom 1015 – 1000 Em Quiriate-Jearim 1015 – 1000 Em Jerusalém 1000 - 960 Em Jerusalém 1000 - 960 Templo terminado, 960 Em Jerusalém 960 - 586
Cenário político da união Divisões internas. Foi um época de lideranças divididas e anarquia geral. Desde a morte de Josué, a nação vinha sem liderança central, mas na emegerncias as tribos eram julgadas por juízes indicados por Deus e, às vezes, por governantes sacerdotes (Finéias e Eli). Opressões externas. Os filisteus do sudeste fizeram nessa época a maior oposição a Israel, embora outros povos fizessem ataques esporádicos. Os filisteus tormaram-lhe não somente a arca; toda a Jordânia ocidental foi várias vezes quase toda tomada por eles.
Sob o reinado de Davi, os problemas de anarquia interna e opressão externa foram resolvidos aos poucos. Sob sua liderança os filisteus foram expulsos; Edom, Moabe, Amom e Síria tornaram-se vassalos de Israel, e conclui-se um tratado de paz com a Fenícia.
Objetivo do Livro Apresentar a história do desenvolvimento de Israel desde um estado de anarquia até um estado de monarquia teocrática. O motivo dominante é a glória e o poder de uma nação que corresponde ao Senhor soberano.
Esboço de 1 Samuel ASCENSÃO E GOVERNO DE SAMUEL   ............... 1-8 Samuel preparado para o serviço  .................... 1-3 Nascimento e consagração .................................. 1  Crescimento e chamada para o serviço ............ 2-3 Israel unificado por Samuel  ............................. 4-7 A Arca de Deus julga os filisteus ....................... 4-5 A Arca de Deus julga Israel .................................. 6 O Senhor derrota os filisteus ............................... 7 Samuel rejeitado como líder de Israel  ..................8 Israel rejeita os filhos de Samuel  Israel pede um rei como as nações
ASCENSÃO E GOVERNO DE SAUL  .................... 9-15 Saul escolhido pelo povo ....... ......................... 9-10 Bela aparência ..................................................... 9 Unção do rei de Israel ....................................... 10 Saul confirmado por uma vitória nacional  ......... 11 Amonitas ameaçam a Transjordânia Amonitas vencidos por Saul Saul proclamado rei Saul rejeitado por Deus  ................................ 12-15 Discurso final e censura de Samuel .................... 12 Conduta insensata de Saul ............................ 13-14 Presunção fatal de Saul ...................................... 15
ASCENSÃO E FUNÇÃO ANTECIPADA DE DAVI  . 16-31 Treinamento de Davi como pastor ....... ......... 16-17 Ungido como futuro rei ..................................... 16 Aclamado como futuro rei ................................ 17 Serviço de Davi como cortesão  ..................... 18-19 Desavença com o invejoso Saul ......................... 18 Fuga da face do conspirador Saul ...................... 19 Provações de Davi como fugitivo  ................. 20-31 Fuga para longe de Saul ................................ 20-23 Davi poupa a vida de Saul ............................. 24-26 Na terra dos filisteus ..................................... 27-30 Morte de Saul .................................................... 31
Contribuições singulares de  1 e 2 Samuel Samuel, o unge reis. A história do A.T. apresenta-nos 3 levitas notáveis do começo, meio e fim do periodo de Isarel: Moisés, Samuel e Esdras. Todos contribuiram de grande forma à Palavra de Deus:  Moisés escreveu 5 livros; Esdras escreveu os últimos 4 ou 5 livros históricos e organizou o cânon. Samuel é o provável autor de 3 livros do meio deste período.
A importância de Samuel, entretanto, vem do fato de que ele ungiu os dois primeiros reis de Israel a mandado do Senhor. Essa continuou a ser uma função especial dos profetas de Israel até a ocasião em que João Batista apresentou a Jesus. Famosa oração de Ana e considerações  (1 Sm 2.1-10). Uma das orações mais notáveis da bíblia. Ana regozija-se na grandeza de Deus e na sua graça de levantar os humildes e insignificantes para confundir os sábios e poderosos.
Nas suas orações ela introduziu o uso de dois importantes nomes do Senhor:  O 1º é “Senhor dos Exércitos”(1 Sm. 1.3,11), designação usada aproximadamente 300 vezes na parte restante  do A.T. A oração de Ana afirma : “O Senhor é o que tira a vida a e dá”(1 Sm. 2.6) aludindo ao seu poder. Também se refere ao rei divino como “Seu Ungido” (1 Sm. 2.10), um termo interpretado como o “Messias” em Daniel 9.25-26, e como a origem do nome de “Cristo” no N.T.
Figura trágica de Eli (1 Sm. 2.12-36) Eli, o sumo sacerdote, simbolizou a condição em que se achava Israel naquela época: vivia uma forma de piedade sem poder ou disciplina pessoal.  Eli perdeu o sacerdócio por 2 motivos: Por sua soberania Deus tinha dado o sumo sacerdócio a Finéias – filho de Eleazar – como sacerdote perpétuo, e não a casa de Itamar à qual pertencia Eli (Nm. 25.11-13). Foi a falha de Eli em disciplinar seus filhos  (1 Sm. 3.13), que tiraram proveito do sacerdócio para seu próprio lucro; o Senhor atribuiu a Eli parte da culpa (1 Sm. 2.29).
A Arca perdida: “ICABODE” (1 Sm 4-6) Eli e seus filhos trouxeram grande vergonha a Israel pelo uso supersticioso da arca no combate. Não somente perderam a batalha como a arca foi levada pelos filisteus. O nome dado ao neto de Eli, “ Icabode ” (“Foi-se a glória de Israel”, 1 Sm. 4.21) caracterizou muito bom a nação. Durante 75 anos a arca esteve separada do tabernáculo. Durante 7 meses em que ficou na Filístia, foi usada para ensinar aos filisteus algumas profundas lições sobre o Deus de Israel. Quando colocada no templo de Dagom, o deus filisteus caiu 2 vezes por terra perante a arca, quase destruindo-se na 2ª vez. Quando foi mandada as 5 cidades da Filístia, a enfermidade devastou o povo e o temor tomou conta da nação.
Saul, a escolha israelita de um rei “alto”  (1 Sm. 9-15). A indicação de Saul como rei foi uma característica ou consentimento interessante do Senhor, visto que a cidade e tribo de Saul (Gibeá de Benjamim) tinha sido destruída quase toda 3 séculos antes por causa da imoralidade. A escolha de Saul feita pelo povo, refletia a sua confiança mais na aparência física do que na força espiritual. Os fracassos de Saul foram devidos a fraquezas espirituais:
Ao defrontar-se com os poderosos invasores filisteus, ele impacientou-se com Samuel e imprudentemente usurpou a função sacerdotal do sacrifício; Sedento por vitória, tornou-se egoísta nas exigências com as tropas; Depois de uma vitória parcial sobre os amalequitas, deixou de obedecer à ordem de Deus para destruir a todos (supondo que um sacrifício posterior compensaria a desobedienci); Quando Davi foi bem sucedido onde Saul faltara, teve ciúmes; Quando  castigo por Deus em virtude de seus erros, tornou-se amargo em vez de humilde.  O trágico fim de Saul, ao suicidar-se, demonstrou a futilidade da mera aparência na execução da obra de Deus.
Davi e Golias (1 Sm. 16-17). O grande contraste entre o “alto” Saul e o “pequeno” Davi está na escolha divina do jovem pastor, a quem a sua própria família não considerava um candidato a rei (1 Sm. 16). Tão grande era a fé de Davi, que respondeu ao desafio de Golias dizendo que daria todo o exercito dos filisteus asa aves e as bestas-feras  (17.45-46). Davi sempre perguntava ao Senhor antes de entrar em combate, diferentemente de Saul que tinha a ambição pelas vitórias (1 Sm. 22.10; 23.2,4,10; 30.8; 2 Sm. 2.1; 5.19,23). Ao derrotar Golias, o maio problema de Davi não foi o gigante ou os filisteus, mas a duvida e descrença de Israel.
Extraordinário Davi. Talvez não haja na Bíblia um homem estimado em tão alto grau  por Deus e pelos homens. Foi ele  que estabeleceu o padrão pelo  qual Deus avaliou todos os reis  posteriores de Israel. O Senhor o  usou também para instruir a nação quanto à adoração e o louvor que lhe são devidos. Seus salmos tem inspirado mais pessoas do que qualquer outras composições literárias. Quais eram as chaves da grandeza de Davi?
Tinha um profundo amor por Deus e dedicou-se à sua obra.  Tinha confiança nas suas convicções e não se atemorizava com a descrença e o negativismo ao seu redor. Assumiu o trono real como um “servo do seu povo”, e não como senhor (como Saul havia feito). No seu longo período de provação, aprendeu a esperar no Senhor e a deixar por sua conta quaisquer vinganças pessoais. Aprendeu a delegar responsabilidades e a dar  crédito àqueles que serviram bem. Apesar de não ser perfeito em muitas coisas, mostrou uma capacidade notável de aceitar a própria culpa e reagir positivamente ao castigo de Deus.
Aliança Davídica  (2 Sm. 7). A aliança Davídica foi dada para elaborar o aspecto nacional com referência ao rei. Esta aliança prometeu  que os seus descendentes teriam os direitos do trono de Israel para sempre, e que a linhagem seria através de Salomão, o construtor do templo.
O pecado de Davi (2 Sm. 11-12). O “caso” no auge do reinado de Davi que se tornou o divisor de águas em sua vida. O ponto onde fez a divisão das suas vitórias e suas dificuldades. O fato de olhar para a esposa do vizinho conduziu-o à cobiça e o arrastou ao adultério. Isso levou-o a falsidade e ao disfarce, ao roubo da esposa de um dos seus oficiais, e ao assassinato, num conspiração contra um dos homens mais nobres de seu exército. Este assassinato foi disfarçado elegantemente como uma consequência de guerra. A poderosa palavra do profeta Natã expôs o sórdido acontecimento.
Quatro foram as consequências  desse pecado, duas condenatórias e duas compassivas: O julgamento que atingiu o coração de Davi e a perda do filho recém-nascido O perdão do Senhor quando Davi confessou seu pecado (2 Sm. 12.13) As consequências em sua família. Seu filho mais velho Amnom seduziu sua filha Tamar. A morte de 2 filhos assassinados por outros 2. Absalão usurpou seu reinado e envergonhou as suas concubinas. A graça de Deus para com ele depois de seu profundo arrependimento, permitindo-lhe que Bate-Seba tivesse outro filho a quem o trono seria dado.  Salmos 32; 51.
O pecado de Davi (2 Sm. 11-12). O “caso” no auge do reinado de Davi que se tornou o divisor de águas em sua vida. O ponto onde fez a divisão das suas vitórias e suas dificuldades. O fato de olhar para a esposa do vizinho conduziu-o à cobiça e o arrastou ao adultério. Isso levou-o a falsidade e ao disfarce, ao roubo da esposa de um dos seus oficiais, e ao assassinato, num conspiração contra um dos homens mais nobres de seu exército. Este assassinato foi disfarçado elegantemente como uma consequência de guerra.
 

OS LIVROS DE SAMUEL

  • 1.
    Os livros deSamuel Estabelecimento de Israel como reino Teocrático
  • 2.
    Autoria Título Devidoà 1ª figura humana de destaque neles, Samuel, palavra que significa “nome de Deus” ou possivelmente uma abreviatura de “pedido a Deus”. Originalmente, no cânon hebraico, os dois livros formavam um só volume, “O Livro de Samuel”, mas foram divididos em dois pelos tradutores gregos (Septuaginta) que os chamaram de “1 e 2 Reis”. Os livro que chamamos de 1 e 2 Reis tinham o nome de 3 e 4 Reis.
  • 3.
    Autor Estes livros,como a maioria dos livros históricos, são anônimos. O profeta Samuel é geralmente considerado o autor de 1 Samuel 1-24, e Natã e Gade os autores da parte restante. As descrições sugerem que os autores foram testemunhas oculares dos acontecimentos. 1 Crônicas 29.29 .
  • 4.
    Cenário Histórico Dataenvolvidas – 1100 a 970 a.C., aproximadamente. Os acontecimentos relatados nos dois livros cobrem o período do nascimento de Samuel até o fim do reinado de Davi. Supondo que Samuel tivesse 30 anos aproximadamente quando começou a sua liderança em 1070 (5 anos após a morte de Eli). O período de tempo para os livros é de cerca de 130 anos. Antes da liderança de Samuel, diversos juízes governaram Israel. Sansão, a sudeste governou Judá e Dã; Jefté governou Manassés e Efraim Oriental; Ibsão, Elom e Abdom, jugaram outras partes de Israel, enquanto Samuel crescia em Silo.
  • 5.
    Diversos períodos sobrepostosestão envolvidos na história: 40 anos – opressão dos filisteus 1095 -1055 (juízes 13.1) 40 anos – magistratura de Eli – 1115 – 1075 (1 Sm. 4.18) 75 anos – arca em Quiriate-Jearim – 1075 – 1000 (1 Sm. 7.2; 1 Cr. 15.25) 40 anos – magistratura de Samuel – 1055 – 1015 (1 Sm. 7.14-16) 40 anos – Reinado de Saul – 1050 – 1010 (At.13.21) 40 anos – Reinado de Davi – 1010 – 970 (2 Sm. 5,4)
  • 6.
    Cenário Religioso emque se achava a nação O período começou com a idolatria e a imoralidade ainda predominante em Israel (1 Sm. 7.3). Embora Eli fosse fiel como sacerdote, ele deixou de honrar a Deus por não disciplinar seus filhos (1 Sm. 2.29) que serviam no tabernáculo de Silo com flagrante de imoralidade e cobiça. Por este motivo, o Senhor proferiu julgamento contra a casa de Eli, dizendo que seria afastado do sacerdócio. (1 Sm. 2.33).
  • 7.
    O Tabernáculo ea arca tinham estado em Silo (14km ao norte de Betel) desde os tempos de Josué até os de Eli. Quando na ocasião da morte de Eli a arca foi roubada, esses dois itens principais do sistema religioso de Israel ficaram separados e assim permaneceram durante 75 anos até que Davi fez com que a arca voltasse em 1000 a.C. Tabernáculo Arca Em Gilgal 1405 – 1398 Em Gilgal 1405 – 1398 Em Silo 1398 – 1075 Em Silo 1398 – 1075 Em Nobe 1075 – 1015 Em Filístia 1075 Em Gilbeom 1015 – 1000 Em Quiriate-Jearim 1015 – 1000 Em Jerusalém 1000 - 960 Em Jerusalém 1000 - 960 Templo terminado, 960 Em Jerusalém 960 - 586
  • 8.
    Cenário político daunião Divisões internas. Foi um época de lideranças divididas e anarquia geral. Desde a morte de Josué, a nação vinha sem liderança central, mas na emegerncias as tribos eram julgadas por juízes indicados por Deus e, às vezes, por governantes sacerdotes (Finéias e Eli). Opressões externas. Os filisteus do sudeste fizeram nessa época a maior oposição a Israel, embora outros povos fizessem ataques esporádicos. Os filisteus tormaram-lhe não somente a arca; toda a Jordânia ocidental foi várias vezes quase toda tomada por eles.
  • 9.
    Sob o reinadode Davi, os problemas de anarquia interna e opressão externa foram resolvidos aos poucos. Sob sua liderança os filisteus foram expulsos; Edom, Moabe, Amom e Síria tornaram-se vassalos de Israel, e conclui-se um tratado de paz com a Fenícia.
  • 10.
    Objetivo do LivroApresentar a história do desenvolvimento de Israel desde um estado de anarquia até um estado de monarquia teocrática. O motivo dominante é a glória e o poder de uma nação que corresponde ao Senhor soberano.
  • 11.
    Esboço de 1Samuel ASCENSÃO E GOVERNO DE SAMUEL ............... 1-8 Samuel preparado para o serviço .................... 1-3 Nascimento e consagração .................................. 1 Crescimento e chamada para o serviço ............ 2-3 Israel unificado por Samuel ............................. 4-7 A Arca de Deus julga os filisteus ....................... 4-5 A Arca de Deus julga Israel .................................. 6 O Senhor derrota os filisteus ............................... 7 Samuel rejeitado como líder de Israel ..................8 Israel rejeita os filhos de Samuel Israel pede um rei como as nações
  • 12.
    ASCENSÃO E GOVERNODE SAUL .................... 9-15 Saul escolhido pelo povo ....... ......................... 9-10 Bela aparência ..................................................... 9 Unção do rei de Israel ....................................... 10 Saul confirmado por uma vitória nacional ......... 11 Amonitas ameaçam a Transjordânia Amonitas vencidos por Saul Saul proclamado rei Saul rejeitado por Deus ................................ 12-15 Discurso final e censura de Samuel .................... 12 Conduta insensata de Saul ............................ 13-14 Presunção fatal de Saul ...................................... 15
  • 13.
    ASCENSÃO E FUNÇÃOANTECIPADA DE DAVI . 16-31 Treinamento de Davi como pastor ....... ......... 16-17 Ungido como futuro rei ..................................... 16 Aclamado como futuro rei ................................ 17 Serviço de Davi como cortesão ..................... 18-19 Desavença com o invejoso Saul ......................... 18 Fuga da face do conspirador Saul ...................... 19 Provações de Davi como fugitivo ................. 20-31 Fuga para longe de Saul ................................ 20-23 Davi poupa a vida de Saul ............................. 24-26 Na terra dos filisteus ..................................... 27-30 Morte de Saul .................................................... 31
  • 14.
    Contribuições singulares de 1 e 2 Samuel Samuel, o unge reis. A história do A.T. apresenta-nos 3 levitas notáveis do começo, meio e fim do periodo de Isarel: Moisés, Samuel e Esdras. Todos contribuiram de grande forma à Palavra de Deus: Moisés escreveu 5 livros; Esdras escreveu os últimos 4 ou 5 livros históricos e organizou o cânon. Samuel é o provável autor de 3 livros do meio deste período.
  • 15.
    A importância deSamuel, entretanto, vem do fato de que ele ungiu os dois primeiros reis de Israel a mandado do Senhor. Essa continuou a ser uma função especial dos profetas de Israel até a ocasião em que João Batista apresentou a Jesus. Famosa oração de Ana e considerações (1 Sm 2.1-10). Uma das orações mais notáveis da bíblia. Ana regozija-se na grandeza de Deus e na sua graça de levantar os humildes e insignificantes para confundir os sábios e poderosos.
  • 16.
    Nas suas oraçõesela introduziu o uso de dois importantes nomes do Senhor: O 1º é “Senhor dos Exércitos”(1 Sm. 1.3,11), designação usada aproximadamente 300 vezes na parte restante do A.T. A oração de Ana afirma : “O Senhor é o que tira a vida a e dá”(1 Sm. 2.6) aludindo ao seu poder. Também se refere ao rei divino como “Seu Ungido” (1 Sm. 2.10), um termo interpretado como o “Messias” em Daniel 9.25-26, e como a origem do nome de “Cristo” no N.T.
  • 17.
    Figura trágica deEli (1 Sm. 2.12-36) Eli, o sumo sacerdote, simbolizou a condição em que se achava Israel naquela época: vivia uma forma de piedade sem poder ou disciplina pessoal. Eli perdeu o sacerdócio por 2 motivos: Por sua soberania Deus tinha dado o sumo sacerdócio a Finéias – filho de Eleazar – como sacerdote perpétuo, e não a casa de Itamar à qual pertencia Eli (Nm. 25.11-13). Foi a falha de Eli em disciplinar seus filhos (1 Sm. 3.13), que tiraram proveito do sacerdócio para seu próprio lucro; o Senhor atribuiu a Eli parte da culpa (1 Sm. 2.29).
  • 18.
    A Arca perdida:“ICABODE” (1 Sm 4-6) Eli e seus filhos trouxeram grande vergonha a Israel pelo uso supersticioso da arca no combate. Não somente perderam a batalha como a arca foi levada pelos filisteus. O nome dado ao neto de Eli, “ Icabode ” (“Foi-se a glória de Israel”, 1 Sm. 4.21) caracterizou muito bom a nação. Durante 75 anos a arca esteve separada do tabernáculo. Durante 7 meses em que ficou na Filístia, foi usada para ensinar aos filisteus algumas profundas lições sobre o Deus de Israel. Quando colocada no templo de Dagom, o deus filisteus caiu 2 vezes por terra perante a arca, quase destruindo-se na 2ª vez. Quando foi mandada as 5 cidades da Filístia, a enfermidade devastou o povo e o temor tomou conta da nação.
  • 19.
    Saul, a escolhaisraelita de um rei “alto” (1 Sm. 9-15). A indicação de Saul como rei foi uma característica ou consentimento interessante do Senhor, visto que a cidade e tribo de Saul (Gibeá de Benjamim) tinha sido destruída quase toda 3 séculos antes por causa da imoralidade. A escolha de Saul feita pelo povo, refletia a sua confiança mais na aparência física do que na força espiritual. Os fracassos de Saul foram devidos a fraquezas espirituais:
  • 20.
    Ao defrontar-se comos poderosos invasores filisteus, ele impacientou-se com Samuel e imprudentemente usurpou a função sacerdotal do sacrifício; Sedento por vitória, tornou-se egoísta nas exigências com as tropas; Depois de uma vitória parcial sobre os amalequitas, deixou de obedecer à ordem de Deus para destruir a todos (supondo que um sacrifício posterior compensaria a desobedienci); Quando Davi foi bem sucedido onde Saul faltara, teve ciúmes; Quando castigo por Deus em virtude de seus erros, tornou-se amargo em vez de humilde. O trágico fim de Saul, ao suicidar-se, demonstrou a futilidade da mera aparência na execução da obra de Deus.
  • 21.
    Davi e Golias(1 Sm. 16-17). O grande contraste entre o “alto” Saul e o “pequeno” Davi está na escolha divina do jovem pastor, a quem a sua própria família não considerava um candidato a rei (1 Sm. 16). Tão grande era a fé de Davi, que respondeu ao desafio de Golias dizendo que daria todo o exercito dos filisteus asa aves e as bestas-feras (17.45-46). Davi sempre perguntava ao Senhor antes de entrar em combate, diferentemente de Saul que tinha a ambição pelas vitórias (1 Sm. 22.10; 23.2,4,10; 30.8; 2 Sm. 2.1; 5.19,23). Ao derrotar Golias, o maio problema de Davi não foi o gigante ou os filisteus, mas a duvida e descrença de Israel.
  • 22.
    Extraordinário Davi. Talveznão haja na Bíblia um homem estimado em tão alto grau por Deus e pelos homens. Foi ele que estabeleceu o padrão pelo qual Deus avaliou todos os reis posteriores de Israel. O Senhor o usou também para instruir a nação quanto à adoração e o louvor que lhe são devidos. Seus salmos tem inspirado mais pessoas do que qualquer outras composições literárias. Quais eram as chaves da grandeza de Davi?
  • 23.
    Tinha um profundoamor por Deus e dedicou-se à sua obra. Tinha confiança nas suas convicções e não se atemorizava com a descrença e o negativismo ao seu redor. Assumiu o trono real como um “servo do seu povo”, e não como senhor (como Saul havia feito). No seu longo período de provação, aprendeu a esperar no Senhor e a deixar por sua conta quaisquer vinganças pessoais. Aprendeu a delegar responsabilidades e a dar crédito àqueles que serviram bem. Apesar de não ser perfeito em muitas coisas, mostrou uma capacidade notável de aceitar a própria culpa e reagir positivamente ao castigo de Deus.
  • 24.
    Aliança Davídica (2 Sm. 7). A aliança Davídica foi dada para elaborar o aspecto nacional com referência ao rei. Esta aliança prometeu que os seus descendentes teriam os direitos do trono de Israel para sempre, e que a linhagem seria através de Salomão, o construtor do templo.
  • 25.
    O pecado deDavi (2 Sm. 11-12). O “caso” no auge do reinado de Davi que se tornou o divisor de águas em sua vida. O ponto onde fez a divisão das suas vitórias e suas dificuldades. O fato de olhar para a esposa do vizinho conduziu-o à cobiça e o arrastou ao adultério. Isso levou-o a falsidade e ao disfarce, ao roubo da esposa de um dos seus oficiais, e ao assassinato, num conspiração contra um dos homens mais nobres de seu exército. Este assassinato foi disfarçado elegantemente como uma consequência de guerra. A poderosa palavra do profeta Natã expôs o sórdido acontecimento.
  • 26.
    Quatro foram asconsequências desse pecado, duas condenatórias e duas compassivas: O julgamento que atingiu o coração de Davi e a perda do filho recém-nascido O perdão do Senhor quando Davi confessou seu pecado (2 Sm. 12.13) As consequências em sua família. Seu filho mais velho Amnom seduziu sua filha Tamar. A morte de 2 filhos assassinados por outros 2. Absalão usurpou seu reinado e envergonhou as suas concubinas. A graça de Deus para com ele depois de seu profundo arrependimento, permitindo-lhe que Bate-Seba tivesse outro filho a quem o trono seria dado. Salmos 32; 51.
  • 27.
    O pecado deDavi (2 Sm. 11-12). O “caso” no auge do reinado de Davi que se tornou o divisor de águas em sua vida. O ponto onde fez a divisão das suas vitórias e suas dificuldades. O fato de olhar para a esposa do vizinho conduziu-o à cobiça e o arrastou ao adultério. Isso levou-o a falsidade e ao disfarce, ao roubo da esposa de um dos seus oficiais, e ao assassinato, num conspiração contra um dos homens mais nobres de seu exército. Este assassinato foi disfarçado elegantemente como uma consequência de guerra.
  • 28.