Estratégia, Performance e Transformação Organizacional



Os desafios trazidos pela atual conjuntura sócio-econômica têm levado as
empresas a buscarem novos posicionamentos mercadológicos e novos
modelos de inovação capazes de proporcionar maior competitividade e
melhor alinhamento na alocação de recursos.

Em alguns ramos de
negócio, percepções
limitadas sobre os
desafios são
relativamente sem
importância.

Já no contexto das
empresas de base
tecnológica, a
qualidade em perceber é crucial.

Se os desafios são percebidos através de "filtros" desfocados, ou que não
contemplem a realidade como um todo, os esforços de reposicionamento da
empresa podem perder a efetividade, aumentando o tempo de resposta até
limites em que não mais são percebidas as ações em curso, principalmente
aquelas voltadas para a inovação/flexibilização.
De modo a evitarem-se tais situações, são desenvolvidos métodos e
dinâmicas para que a empresa capture e debata as informações necessárias
ao processo de formulação de estratégias.

A permanente antevisão de tendências permite aos gestores imaginar e
construir o tipo de empresa desejada para o futuro, levando-se em conta,
inclusive, o processo evolutivo da "indústria" (setor econômico) em que a
organização está inserida.
                                        Desenvolvimento Organizacional
O exercício contínuo do pensamento
                                        Inteligência Competitiva
estratégico permite às empresas
                                        Cenários
desenvolver vantagens em relação
                                        Estratégia Empresarial
aos        seus        concorrentes,
                                        Plano de Neócios
possibilitando a criação de barreiras
                                        Gestão da Performance
difíceis de serem transpostas pela      Orçamento e Investimento
competição e/ou a superação de          Capacitação
desafios com maior competência.         Endomarketing

Nações, empresas e pessoas que possuem alta capacidade de interagir com o
ambiente estão, cada vez mais, vinculadas a empreendimentos de sucesso,
onde o tempo de resposta é fundamental para a obtenção de êxito.

Assim, os "rápidos" conseguem ocupar posições de destaque em situações
que vão desde a vida pessoal até o mundo dos negócios, com base
principalmente em atitudes que visam à criação e ao aproveitamento de
oportunidades.
Por outro lado, entidades e indivíduos que insistem em manter posturas
baseadas na resposta tardia, ou na mera contemplação do ambiente, - os
"lentos" - certamente estarão fadados ao fracasso, ficando restritos a
cenários competitivos pouco atraentes, onde a baixa performance limitará os
ganhos e a capacidade de crescimento.

Mas afinal, o que é, e como alcançar "tempo de resposta" adequado?

Primeiramente, é preciso reconhecer que "tempo de resposta" está
intimamente ligado à mudança: quem muda pouco não consegue atender ao
nível de expectativas imposto pelo ambiente; quem muda em demasia corre o
risco de facilmente ser copiado e não lograr os resultados esperados.

Outra questão refere-se à capacidade de mudar propriamente dita:
organizações são aptas a praticar qualquer tipo de mudança, ou melhor seria
considerar que estão permanentemente despreparadas para enfrentar os
desafios ambientais?

A maneira pela qual esta última pergunta é respondida, ou seja, como é
enfocado e abordado o desenvolvimento organizacional, é fundamental para
o alcance dos propósitos de melhoria da performance estratégica e
competitiva.

O desenvolvimento organizacional volta-se para a diminuição do "tempo de
resposta" por meio do acompanhamento contínuo e permanente dos desafios
ambientais; da formulação de estratégias inovadoras e flexíveis, que
busquem o adequado posicionamento frente a estes desafios; e da
modelagem da capacitação interna, para que a empresa não caia na
armadilha de considerar que os sucessos do passado são suficientes para
enfrentar os novos tempos.
Assim, com base na adoção de métodos e processos consistentes com os
novos tempos, a busca pela melhor performance passa necessariamente pela
incorporação de procedimentos mais confiáveis e padronizados, levando à
profissionalização da empresa como um todo: atividades encadeadas e
colaboradores qualificados.

Nesse ponto, destaca-se como vital para as dinâmicas de reposicionamento /
alinhamento a inclusão da gerência média e a dedicação periódica da direção
da empresa no desenvolvimento de alternativas estratégicas que definirão o
rumo e o futuro dos negócios — atuais ou novos.

                                             Se, por um lado, a alta direção
Os projetos do Observatório Gerencial são
visões multidisciplinares e contam com       da     empresa         afasta-se         das
profissionais de sólida formação e
comprovada experiência em transformação
                                             atividades         diárias        com       o
organizacional (“turnaround corporativo”).   objetivo de construir o futuro e
  Coordenação: José Francisco Rezende        formar novos líderes, por outro,
       DSc UFRJ – Coppead 2006.
                                             a    participação         da      gerência
média nas decisões estratégicas cria maior participação e compromisso com o
alcance de resultados diferenciados.

A utilização de dinâmicas de desenvolvimento organizacional contextualizadas
e customizadas ao tipo de negócio da empresa e à familiaridade dos gestores
com ferramentas voltadas ao pensamento estratégico é o ponto de partida
para a legitimação dos planos formulados e sua disseminação por todos os
colaboradores.

Métodos são caminhos para ir além: para chegar onde nunca se esteve antes,
é preciso pensar e fazer acontecer em novas bases e com procedimentos
ainda não implementados — novas teorias e melhores práticas!

                                             Multisan Consultoria, Comércio e Representações
                                             CNPJ 31.980.667/0001-21           IM 349.958-8
                                             Rio de Janeiro – RJ
                                             og@observatoriogerencial.com.br

Observatório Gerencial

  • 1.
    Estratégia, Performance eTransformação Organizacional Os desafios trazidos pela atual conjuntura sócio-econômica têm levado as empresas a buscarem novos posicionamentos mercadológicos e novos modelos de inovação capazes de proporcionar maior competitividade e melhor alinhamento na alocação de recursos. Em alguns ramos de negócio, percepções limitadas sobre os desafios são relativamente sem importância. Já no contexto das empresas de base tecnológica, a qualidade em perceber é crucial. Se os desafios são percebidos através de "filtros" desfocados, ou que não contemplem a realidade como um todo, os esforços de reposicionamento da empresa podem perder a efetividade, aumentando o tempo de resposta até limites em que não mais são percebidas as ações em curso, principalmente aquelas voltadas para a inovação/flexibilização.
  • 2.
    De modo aevitarem-se tais situações, são desenvolvidos métodos e dinâmicas para que a empresa capture e debata as informações necessárias ao processo de formulação de estratégias. A permanente antevisão de tendências permite aos gestores imaginar e construir o tipo de empresa desejada para o futuro, levando-se em conta, inclusive, o processo evolutivo da "indústria" (setor econômico) em que a organização está inserida. Desenvolvimento Organizacional O exercício contínuo do pensamento Inteligência Competitiva estratégico permite às empresas Cenários desenvolver vantagens em relação Estratégia Empresarial aos seus concorrentes, Plano de Neócios possibilitando a criação de barreiras Gestão da Performance difíceis de serem transpostas pela Orçamento e Investimento competição e/ou a superação de Capacitação desafios com maior competência. Endomarketing Nações, empresas e pessoas que possuem alta capacidade de interagir com o ambiente estão, cada vez mais, vinculadas a empreendimentos de sucesso, onde o tempo de resposta é fundamental para a obtenção de êxito. Assim, os "rápidos" conseguem ocupar posições de destaque em situações que vão desde a vida pessoal até o mundo dos negócios, com base principalmente em atitudes que visam à criação e ao aproveitamento de oportunidades.
  • 3.
    Por outro lado,entidades e indivíduos que insistem em manter posturas baseadas na resposta tardia, ou na mera contemplação do ambiente, - os "lentos" - certamente estarão fadados ao fracasso, ficando restritos a cenários competitivos pouco atraentes, onde a baixa performance limitará os ganhos e a capacidade de crescimento. Mas afinal, o que é, e como alcançar "tempo de resposta" adequado? Primeiramente, é preciso reconhecer que "tempo de resposta" está intimamente ligado à mudança: quem muda pouco não consegue atender ao nível de expectativas imposto pelo ambiente; quem muda em demasia corre o risco de facilmente ser copiado e não lograr os resultados esperados. Outra questão refere-se à capacidade de mudar propriamente dita: organizações são aptas a praticar qualquer tipo de mudança, ou melhor seria considerar que estão permanentemente despreparadas para enfrentar os desafios ambientais? A maneira pela qual esta última pergunta é respondida, ou seja, como é enfocado e abordado o desenvolvimento organizacional, é fundamental para o alcance dos propósitos de melhoria da performance estratégica e competitiva. O desenvolvimento organizacional volta-se para a diminuição do "tempo de resposta" por meio do acompanhamento contínuo e permanente dos desafios ambientais; da formulação de estratégias inovadoras e flexíveis, que busquem o adequado posicionamento frente a estes desafios; e da modelagem da capacitação interna, para que a empresa não caia na armadilha de considerar que os sucessos do passado são suficientes para enfrentar os novos tempos.
  • 4.
    Assim, com basena adoção de métodos e processos consistentes com os novos tempos, a busca pela melhor performance passa necessariamente pela incorporação de procedimentos mais confiáveis e padronizados, levando à profissionalização da empresa como um todo: atividades encadeadas e colaboradores qualificados. Nesse ponto, destaca-se como vital para as dinâmicas de reposicionamento / alinhamento a inclusão da gerência média e a dedicação periódica da direção da empresa no desenvolvimento de alternativas estratégicas que definirão o rumo e o futuro dos negócios — atuais ou novos. Se, por um lado, a alta direção Os projetos do Observatório Gerencial são visões multidisciplinares e contam com da empresa afasta-se das profissionais de sólida formação e comprovada experiência em transformação atividades diárias com o organizacional (“turnaround corporativo”). objetivo de construir o futuro e Coordenação: José Francisco Rezende formar novos líderes, por outro, DSc UFRJ – Coppead 2006. a participação da gerência média nas decisões estratégicas cria maior participação e compromisso com o alcance de resultados diferenciados. A utilização de dinâmicas de desenvolvimento organizacional contextualizadas e customizadas ao tipo de negócio da empresa e à familiaridade dos gestores com ferramentas voltadas ao pensamento estratégico é o ponto de partida para a legitimação dos planos formulados e sua disseminação por todos os colaboradores. Métodos são caminhos para ir além: para chegar onde nunca se esteve antes, é preciso pensar e fazer acontecer em novas bases e com procedimentos ainda não implementados — novas teorias e melhores práticas! Multisan Consultoria, Comércio e Representações CNPJ 31.980.667/0001-21 IM 349.958-8 Rio de Janeiro – RJ og@observatoriogerencial.com.br