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Artigo sobre o Capitulo 8. O Universo de Einstein do livro “Breve história de quase tudo”
Joana Fernandes -12ºB
O Universo de Einstein
À medida que chegávamos ao fim do seculo XIX, os cientistas, com um certo orgulho, tinham
já desvendado muitas das incógnitas do mundo físico,tais como: a eletricidade, magnitude, gases,
óptica, acústica cinética e mecânica estatística; descoberto os raios x, radioatividade, o electrão;
inventado o ohm,watt, Kelvin entre outros. Produziram então um conjunto de leis importantes que
ainda hoje as referimos.
Com tanto desenvolvimento da ciência já muitas pessoas acreditavam que o seu dominio iria
estagnar, mas o melhor da ciência estava ainda por revelar.
Comecemos então, em 1875, por Max Plank, que nessa altura tinha a indecisão entre a Física
e a Matemática, tendo sido avisado que não valeria a pena estudar em Física visto que os próximos
anos não seriam de revolução da ciência mas sim de consolidação. Recomendação que ele não ligou.
Dedicou-se então á Física com amor à camisola e focou-se no trabalho sobre a entropia, grandeza
termodinâmica que sensura o grau de irreversibilidade de um sistema. Em 1891, Plank apresenta os
resultados do seu trabalho, mas para seu desânimo, soube que o trabalho sobre a entropia já tinha sido
feito por um académico da Universidadede Yale, de nome Gibbs.
Entre 1875 e 1878, Gibbs escreve uma série de artigos onde esclarecia os principios da
termodinâmica, mostrando que a termodinâmica não se restringia apenas ao calor e energia mas
também se encontrava presente a nível atómico nas reações quimicas.
Façamos então um desvio para Michelson e Morley, que se lançam para o estudo do éter
luminoso, que na altura adquiriu uma posição central na física para explicar a forma como a luz
viajava através do vazio do espaço. Michelson começa por interessar-se pela medição da corrente do
éter existente na luz. Ocorreu-lhe que a Terra se desloca em direção ao Sol durante metade do ano e na
outra afasta-se dele, e conclui por isso que se se fizessem medições cuidadosas e precisas em estações
do ano opostas e se compara-se ao tempo de deslocação da luz entre as duas medições se obteria a
resposta. Entrou então em contacto com Alexander Graham Bell, que inventou o telefone, para lhe
financiar a construção de um instrumento que consegui-se medir a velocidade da luz com grande
precisão, chamado interferómetro. Com a ajuda de Morley realizam anos a fio medições exaustivas
que deram frutos e espantaram os dois cientístas na medida em que na realidade a velocidade da luz
revelou ser sempre a mesma independentemente da direção em que viaja e das estações do ano.
Duvida-se então após 200 anos das leis de Newton que tais leis talvez não se apliquem em todo o lado
e momento.
Foi então que em 1905 numa revista chamada " Annalen der Physik" apareceram vários
artigos escritos por um jovem alemão chamado " Albert Einstein". Entre os seus principais trabalhos,
a junção de dois estudos do alemão, teoria da relatividade restrita e geral, levam à tão falada teoria da
relatividade, que para além de estabelecerem relações entre a massa e a energia de um corpo, elas
Artigo sobre o Capitulo 8. O Universo de Einstein do livro “Breve história de quase tudo”
Joana Fernandes -12ºB
Imagem comemorativa dos 100 anos da Teoria da
Relatividade
explicam que o tempo e o espaço são
relativos, dependendo do ponto de vista do
observador. Foi mais conhecido pela sua
fórmula de equivalência " E = mcc ", no
entanto ganhou o prémio Nobel devido ao
estudo fotoéletrico, processo pelo qual a luz
“rouba” eletrões dos átomos.
Mais tarde a glória iria bater á porta de Edwin Hubble que ganhou a sua fama por ter
descoberto as até então chamadas nubelosas, que eram na verdade galáxias fora da Via Láctea e que
estas se afastam umas das outras a uma velocidade proporcional á distância que as separa. Hubble
morreu em 1953, vítima de ataque cardíaco, mas ainda estava para lhe acontecer algo extraordinário,
usar o seu nome para um telescópio. Por razões que ninguém sabe, a sua mulher não fez o seu funeral
e nunca revelou o que fez com o corpo. Desde então, e após 50 anos, ninguém soube dos restos
mortais e o seu nome foi dado ao primeiro telescópio espacial colocado em órbita em 1990. Quem
quizer homenagea-lo que olhe apenas para o “céu”.

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O universo de einstein

  • 1. Artigo sobre o Capitulo 8. O Universo de Einstein do livro “Breve história de quase tudo” Joana Fernandes -12ºB O Universo de Einstein À medida que chegávamos ao fim do seculo XIX, os cientistas, com um certo orgulho, tinham já desvendado muitas das incógnitas do mundo físico,tais como: a eletricidade, magnitude, gases, óptica, acústica cinética e mecânica estatística; descoberto os raios x, radioatividade, o electrão; inventado o ohm,watt, Kelvin entre outros. Produziram então um conjunto de leis importantes que ainda hoje as referimos. Com tanto desenvolvimento da ciência já muitas pessoas acreditavam que o seu dominio iria estagnar, mas o melhor da ciência estava ainda por revelar. Comecemos então, em 1875, por Max Plank, que nessa altura tinha a indecisão entre a Física e a Matemática, tendo sido avisado que não valeria a pena estudar em Física visto que os próximos anos não seriam de revolução da ciência mas sim de consolidação. Recomendação que ele não ligou. Dedicou-se então á Física com amor à camisola e focou-se no trabalho sobre a entropia, grandeza termodinâmica que sensura o grau de irreversibilidade de um sistema. Em 1891, Plank apresenta os resultados do seu trabalho, mas para seu desânimo, soube que o trabalho sobre a entropia já tinha sido feito por um académico da Universidadede Yale, de nome Gibbs. Entre 1875 e 1878, Gibbs escreve uma série de artigos onde esclarecia os principios da termodinâmica, mostrando que a termodinâmica não se restringia apenas ao calor e energia mas também se encontrava presente a nível atómico nas reações quimicas. Façamos então um desvio para Michelson e Morley, que se lançam para o estudo do éter luminoso, que na altura adquiriu uma posição central na física para explicar a forma como a luz viajava através do vazio do espaço. Michelson começa por interessar-se pela medição da corrente do éter existente na luz. Ocorreu-lhe que a Terra se desloca em direção ao Sol durante metade do ano e na outra afasta-se dele, e conclui por isso que se se fizessem medições cuidadosas e precisas em estações do ano opostas e se compara-se ao tempo de deslocação da luz entre as duas medições se obteria a resposta. Entrou então em contacto com Alexander Graham Bell, que inventou o telefone, para lhe financiar a construção de um instrumento que consegui-se medir a velocidade da luz com grande precisão, chamado interferómetro. Com a ajuda de Morley realizam anos a fio medições exaustivas que deram frutos e espantaram os dois cientístas na medida em que na realidade a velocidade da luz revelou ser sempre a mesma independentemente da direção em que viaja e das estações do ano. Duvida-se então após 200 anos das leis de Newton que tais leis talvez não se apliquem em todo o lado e momento. Foi então que em 1905 numa revista chamada " Annalen der Physik" apareceram vários artigos escritos por um jovem alemão chamado " Albert Einstein". Entre os seus principais trabalhos, a junção de dois estudos do alemão, teoria da relatividade restrita e geral, levam à tão falada teoria da relatividade, que para além de estabelecerem relações entre a massa e a energia de um corpo, elas
  • 2. Artigo sobre o Capitulo 8. O Universo de Einstein do livro “Breve história de quase tudo” Joana Fernandes -12ºB Imagem comemorativa dos 100 anos da Teoria da Relatividade explicam que o tempo e o espaço são relativos, dependendo do ponto de vista do observador. Foi mais conhecido pela sua fórmula de equivalência " E = mcc ", no entanto ganhou o prémio Nobel devido ao estudo fotoéletrico, processo pelo qual a luz “rouba” eletrões dos átomos. Mais tarde a glória iria bater á porta de Edwin Hubble que ganhou a sua fama por ter descoberto as até então chamadas nubelosas, que eram na verdade galáxias fora da Via Láctea e que estas se afastam umas das outras a uma velocidade proporcional á distância que as separa. Hubble morreu em 1953, vítima de ataque cardíaco, mas ainda estava para lhe acontecer algo extraordinário, usar o seu nome para um telescópio. Por razões que ninguém sabe, a sua mulher não fez o seu funeral e nunca revelou o que fez com o corpo. Desde então, e após 50 anos, ninguém soube dos restos mortais e o seu nome foi dado ao primeiro telescópio espacial colocado em órbita em 1990. Quem quizer homenagea-lo que olhe apenas para o “céu”.