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O BIG BANG
O OVO CÓSMICO 13,7 BILHÔES DE ANOS  UMA ESFERA DE 1cm DE DIÂMETRO CONTINHA TODO O UNIVERSO TODA A MATÉRIA CONCENTRADA ESTAVAVA NA FORMA DE ENERGIA PRESSÃO E TEMPERATURA INFINITAS
A GRANDE EXPLOSÃO HOUVE UMA DESESTABILIZAÇÂO DESTA ENERGIA E INICIOU-SE A INFLAÇÂO
INFLAÇÂO O UNIVERSO CONSTITU-SE DE PURA ENERGIA A 100 BILHÕES DE GRAUS,MAS COM A EXPANSÃO HOUVE UM RESFRIAMENTO PARTÍCULAS E ANTIPARTÍCULAS SÃO CRIADAS E ANIQUILADAS EM RÍTMO FRENETICO A redução rápida de temperatura determinou as sucessivas transformações da energia liberada que se materializou na forma de partículas (quarks) e antipartículas (antiquarks). A matéria e a antimatéria se aniquilam, gerando uma quantidade enorme de energia na forma de fótons e obedecendo à equação de Einstein: E = m.c². O excesso de matéria em relação à antimatéria deu origem ao Universo em que hoje vivemos.
ANIQUILAÇÃO Albert Einstein enuncia a Teoria da Relatividade, mostrando a equivalência entre matéria e energia. E = m . c²
Depois de 380 000 anos,  os elétrons se combinam com os núcleos, formando átomos neutros. Como não existem então mais elétrons livres para espalhar os fótons, o Universo passa de opaco para transparente e, a partir de então, a matéria e a radiação evoluem independentemente. Esta radiação de 3 000 K, expandindo-se com o Universo, é o que detectamos como radiação do fundo do universo. Somente milhões de anos depois as galáxias começam a se formar.
EVIDÊNCIAS 1- LEI DE HUBBLE 2- RADIAÇÃO CÓSMICA DE FUNDO 3- RESULTADOS DO WMAP 4- PARADOXO DE OLBERS
EFEITO DOPPLER O OBSERVADOR 2 RECEBE UMA FREQUÊNCIA APARENTE MAIOR(SOM MAIS AGUDO) O OBSERVADOR 1 RECEBE UMA FREQUÊNCIA APARENTE MENOR(SOM MAIS GRAVE)
DESVIO PARA O VERMELHO Deslocamento Espectral para o Vermelho VERMELHO(MENOR FREQUÊNCIA) ALARANJADO AMARELO VERDE AZUL ANIL VIOLETA(MAIOR FREQUÊNCIA)
DOPPLER
LEI DE HUBBLE O astrônomo Edwin Powell Hubble (1889-1953), em 1929, reuniu elementos suficientes para concluir que: “A velocidade com que uma galáxia se afasta de nossa galáxia é diretamente proporcional à sua distância de nossa galáxia”. Matematicamente: V = H d V: velocidade de afastamento da galáxia considerada. d: distância entre a galáxia considerada e a nossa galáxia. H: constante de Hubble A Lei de Hubble sugere que toda essa matéria que está em expansão, num dado instante, pode ter estado junta em um só local: o ovo cósmico ou singularidade.
 
RADIAÇÃO CÓSMICA DE FUNDO A radiação de fundo Os físicos norte-americanos Arno Penzias e Robert Wilson, em 1965, ao estudarem ondas de rádio, detectaram a presença de “ruídos” estranhos que iriam constituir a radiação cósmica de fundo. Os estudos posteriores mostraram que esta radiação é equivalente à emitida por um corpo negro a uma temperatura de 2,7K. Essa descoberta da radiação cósmica de fundo parece evidenciar duas coisas: a existência do big-bang, sendo esta radiação de fundo proveniente da transformação de massa em energia radiante, um resíduo do big-bang que deu origem ao Universo, e ainda que 2,7K seria a temperatura atual do Universo considerado como um todo (uma espécie de temperatura média do Universo), o que já tinha sido previsto por George Gamow (1904-1968) em 1948.
RESULTADOS DO WMAP Wilkinson Microwave Anisotropy Probe  (WMAP) Comparação das medidas de flutuação na temperatura da radiação do fundo do Universo com as previsões do modelo inflacionário.Os observadores mediram a diferença de temperatura entre duas regiões do céu, separadas por um certo ângulo, e calcularam esta diferença. março de 2006
PARADOXO DE OLBERS O Paradoxo de Olbers: O enigma da escuridão da noite Uma das constatações mais simples que podemos fazer é que o céu é escuro, à noite. É estranho que esse fato, sobre o qual ninguém em sã consciência colocará qualquer dúvida, e que à primeira vista parece tão compreensível para qualquer pessoa, tenha dado tanto o que pensar durante tanto tempo.   Aparentemente a primeira pessoa que reconheceu as implicações cosmológicas da escuridão noturna foi Johannes Kepler (1571-1630), em 1610. Kepler rejeitava veementemente a idéia de um universo infinito recoberto de estrelas, que nessa época estava ganhando vários adeptos principalmente depois da comprovação por Galileu Galilei de que a Via Láctea era composta de uma miríade de estrelas, e usou o fato de que o céu é escuro à noite como argumento para provar que o universo era finito, como que encerrado por uma parede cósmica escura.
QUAL SERÁ O  FIM?
 

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  • 2. O OVO CÓSMICO 13,7 BILHÔES DE ANOS UMA ESFERA DE 1cm DE DIÂMETRO CONTINHA TODO O UNIVERSO TODA A MATÉRIA CONCENTRADA ESTAVAVA NA FORMA DE ENERGIA PRESSÃO E TEMPERATURA INFINITAS
  • 3. A GRANDE EXPLOSÃO HOUVE UMA DESESTABILIZAÇÂO DESTA ENERGIA E INICIOU-SE A INFLAÇÂO
  • 4. INFLAÇÂO O UNIVERSO CONSTITU-SE DE PURA ENERGIA A 100 BILHÕES DE GRAUS,MAS COM A EXPANSÃO HOUVE UM RESFRIAMENTO PARTÍCULAS E ANTIPARTÍCULAS SÃO CRIADAS E ANIQUILADAS EM RÍTMO FRENETICO A redução rápida de temperatura determinou as sucessivas transformações da energia liberada que se materializou na forma de partículas (quarks) e antipartículas (antiquarks). A matéria e a antimatéria se aniquilam, gerando uma quantidade enorme de energia na forma de fótons e obedecendo à equação de Einstein: E = m.c². O excesso de matéria em relação à antimatéria deu origem ao Universo em que hoje vivemos.
  • 5. ANIQUILAÇÃO Albert Einstein enuncia a Teoria da Relatividade, mostrando a equivalência entre matéria e energia. E = m . c²
  • 6. Depois de 380 000 anos, os elétrons se combinam com os núcleos, formando átomos neutros. Como não existem então mais elétrons livres para espalhar os fótons, o Universo passa de opaco para transparente e, a partir de então, a matéria e a radiação evoluem independentemente. Esta radiação de 3 000 K, expandindo-se com o Universo, é o que detectamos como radiação do fundo do universo. Somente milhões de anos depois as galáxias começam a se formar.
  • 7. EVIDÊNCIAS 1- LEI DE HUBBLE 2- RADIAÇÃO CÓSMICA DE FUNDO 3- RESULTADOS DO WMAP 4- PARADOXO DE OLBERS
  • 8. EFEITO DOPPLER O OBSERVADOR 2 RECEBE UMA FREQUÊNCIA APARENTE MAIOR(SOM MAIS AGUDO) O OBSERVADOR 1 RECEBE UMA FREQUÊNCIA APARENTE MENOR(SOM MAIS GRAVE)
  • 9. DESVIO PARA O VERMELHO Deslocamento Espectral para o Vermelho VERMELHO(MENOR FREQUÊNCIA) ALARANJADO AMARELO VERDE AZUL ANIL VIOLETA(MAIOR FREQUÊNCIA)
  • 11. LEI DE HUBBLE O astrônomo Edwin Powell Hubble (1889-1953), em 1929, reuniu elementos suficientes para concluir que: “A velocidade com que uma galáxia se afasta de nossa galáxia é diretamente proporcional à sua distância de nossa galáxia”. Matematicamente: V = H d V: velocidade de afastamento da galáxia considerada. d: distância entre a galáxia considerada e a nossa galáxia. H: constante de Hubble A Lei de Hubble sugere que toda essa matéria que está em expansão, num dado instante, pode ter estado junta em um só local: o ovo cósmico ou singularidade.
  • 12.  
  • 13. RADIAÇÃO CÓSMICA DE FUNDO A radiação de fundo Os físicos norte-americanos Arno Penzias e Robert Wilson, em 1965, ao estudarem ondas de rádio, detectaram a presença de “ruídos” estranhos que iriam constituir a radiação cósmica de fundo. Os estudos posteriores mostraram que esta radiação é equivalente à emitida por um corpo negro a uma temperatura de 2,7K. Essa descoberta da radiação cósmica de fundo parece evidenciar duas coisas: a existência do big-bang, sendo esta radiação de fundo proveniente da transformação de massa em energia radiante, um resíduo do big-bang que deu origem ao Universo, e ainda que 2,7K seria a temperatura atual do Universo considerado como um todo (uma espécie de temperatura média do Universo), o que já tinha sido previsto por George Gamow (1904-1968) em 1948.
  • 14. RESULTADOS DO WMAP Wilkinson Microwave Anisotropy Probe (WMAP) Comparação das medidas de flutuação na temperatura da radiação do fundo do Universo com as previsões do modelo inflacionário.Os observadores mediram a diferença de temperatura entre duas regiões do céu, separadas por um certo ângulo, e calcularam esta diferença. março de 2006
  • 15. PARADOXO DE OLBERS O Paradoxo de Olbers: O enigma da escuridão da noite Uma das constatações mais simples que podemos fazer é que o céu é escuro, à noite. É estranho que esse fato, sobre o qual ninguém em sã consciência colocará qualquer dúvida, e que à primeira vista parece tão compreensível para qualquer pessoa, tenha dado tanto o que pensar durante tanto tempo. Aparentemente a primeira pessoa que reconheceu as implicações cosmológicas da escuridão noturna foi Johannes Kepler (1571-1630), em 1610. Kepler rejeitava veementemente a idéia de um universo infinito recoberto de estrelas, que nessa época estava ganhando vários adeptos principalmente depois da comprovação por Galileu Galilei de que a Via Láctea era composta de uma miríade de estrelas, e usou o fato de que o céu é escuro à noite como argumento para provar que o universo era finito, como que encerrado por uma parede cósmica escura.
  • 16. QUAL SERÁ O FIM?
  • 17.