O documento discute a importância de incluir obras literárias, especialmente romances, no estudo da filosofia moral. Defende que romances exploram concepções éticas de uma forma que não pode ser captada por teorias filosóficas sozinhas. Propõe seguir o método dialético aristotélico de investigação ética, que é aberto e inclusivo o suficiente para considerar diferentes perspectivas, incluindo as expressas em romances.