O documento discute como o problema do sentido da vida é mal compreendido quando encarado como um problema pessoal em vez de um problema universal. Quando visto como um problema pessoal, as pessoas procuram respostas rápidas e garantidas que lhes deem importância, em vez de relativizar sua angústia no contexto maior da humanidade. Isso explica por que respostas religiosas podem ser mais satisfatórias do que respostas filosóficas.