O modelo mps.Br Alessandro Almeida
Agenda Objetivo Motivação Processo O modelo mps.Br Uma empresa que poderia ser a sua
Objetivo Apresentar o modelo mps.Br e como ele pode colaborar com a melhoria dos processos de software em nossas empresas. Compartilhar experiência na definição de processos para empresas de software.
Motivação
Motivação Sucesso em projetos Somente 29% dos projetos verificados foram bem sucedidos, ou seja, saíram conforme o planejado.
Motivação Sucesso em projetos (a evolução) Evolução de 13% em 10 anos!?!
Motivação Considerando as informações anteriores, podemos pensar: Ahhhh... Mas estes dados são antigos (2004). Além disso, tratam de projetos do mundo inteiro. Com certeza os projetos brasileiros são melhores! Somente nós temos o “jeitinho brasileiro”!
Motivação A fonte dos slides a seguir é o  Estudo de Benchmarking em Gerenciamento de Projetos Brasil 2007  (Anexo 1 – Perspectiva por Setor) Disponível para download no endereço www.pmi.org.br Realizado pelos capítulos brasileiros do PMI (Project Management Institute) 184 empresas participaram (~60 da área de TI)
Motivação
Motivação
Motivação
Motivação
Motivação Somente 30% das organizações da área de TI dizem não apresentar desvio relevante no orçamento.
Motivação Além disso, temos outros problemas... Problemas de comunicação Escopo não definido adequadamente (além de mudar sempre) Recursos humanos insuficientes Riscos não avaliados corretamente Falta de uma metodologia de apoio E outros que não cabem no slide, mas foram apontados na pesquisa
Motivação Agora, o que deve ser a principal motivação: E na minha empresa, como é? Enfrentamos problemas com prazo, custo, qualidade, satisfação do cliente, etc.?
Motivação Conclusão: Temos um problema! (Como resolver?)
Pontos de Influência
Pontos de influência Pessoas Processos Tecnologia
Pontos de influência Sobre as pessoas... Nosso pessoal está motivado! (Será?) Investimos em capacitação. (Será?) A remuneração está adequada. (Será?) Etc. (Será?)
Pontos de influência Sobre a tecnologia... Investimos pesado! (Será?) Utilizamos o que há de melhor. (Será?) Etc. (Será?)
Pontos de influência Sobre os processos... ZZZZZZZZZZZzzzzzzzzzzzz Ééééé... Não temos processo. Mas... O que é processo?
Processo
Processo O que é? “Um conjunto de atividades inter-relacionadas ou interativas, que transforma insumos (entradas) em produtos (saídas) [ABNT, 2001].”
Processo
Processo Para que serve? CONHECER e institucionalizar o fluxo de trabalho; Identificar oportunidades de melhoria; Definir papéis e responsabilidades; “Unir” pessoas e tecnologia; Colocar a casa em ordem; Potencializar os “heróis”; Etc.
Processo E as empresas que não possuem processos definidos?
Processo E as empresas que não possuem processos definidos? As coisas simplesmente acontecem; O “sucesso” nos projetos acontece “por acaso”; “ Por acaso, temos alguns heróis...” “ Por acaso, o cliente era mais desorganizado...” É normal estouro de prazo e custos (entre outros problemas); Ambiente sem controle (caos); Grande dependência dos heróis (mas não é qualquer herói...)
Jack Bauer O herói das empresas sem processos
Jack Bauer O herói das empresas sem processos Está sempre sob pressão; Nunca tira férias; Anda sempre estressado; Nunca tem tempo para os amigos; Nunca se diverte; Sempre tem que trabalhar 24 horas direto; Até consegue terminar o projeto, mas...
Processo Legal, mas o que posso considerar ao definir um processo para desenvolvimento de software?
MPS.BR [o programa]
MPS.BR [o programa] MPS.BR Acrônimo de “Melhoria de Processo do Software Brasileiro” Objetivo “ Uma das metas do MPS.BR é definir e aprimorar um  modelo  de melhoria e avaliação de processo de software,  visando preferencialmente as micro, pequenas e médias empresas , de forma a atender as suas necessidades de negócio e ser reconhecido nacional e internacionalmente como um modelo aplicável à indústria de software.”
MPS.BR [o programa]
MPS.BR [o programa] Coordenação SOFTEX  [Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro] Apoio MCT  [Ministério da Ciência e Tecnologia] FINEP  [Financiadora de Estudos e Projetos] BID  [Banco Interamericano de Desenvolvimento]
MPS.BR [o programa] Um pouco sobre a SOFTEX  [www.softex.br] Organização da Sociedade Civil de Interesse Público que visa aumentar a competitividade da indústria de software brasileira por meio de ações em três áreas-fim: Capacitação e Inovação Mercado Qualidade e Competitividade Coordena as ações de 22 Agentes SOFTEX, em 15 UF, com mais de 1.000 empresas associadas (cerca de 70% são micro e pequenas empresas)
MPS.BR [o programa] Estruturas de apoio FCC  [Fórum de Credenciamento e Controle] Assegurar que as IIs e IAs sejam submetidas a um processo adequado de credenciamento e que suas atuações não se afastem dos limites éticos e de qualidade esperados; Avaliar e atuar sobre o controle dos resultados obtidos pelo MPS.BR. ETM  [Equipe Técnica do Modelo] Atua sobre os aspectos técnicos do MR-MPS e MA-MPS
MPS.BR [o modelo]
MPS.BR [o modelo]
MPS.BR [o modelo] MR-MPS  [Modelo de Referência] Contém os requisitos que os processos das unidades organizacionais devem atender para estar em conformidade com o MR-MPS; Contém as definições dos níveis de maturidade, processos e atributos do processo.
MPS.BR [o modelo] MA-MPS  [Modelo de Avaliação] Contém o processo e o método de avaliação MA-MPS, os requisitos para os avaliadores líderes, avaliadores adjuntos e Instituições Avaliadoras (IA).
MPS.BR [o modelo] MN-MPS  [Modelo de Negócio] Descreve regras de negócio para: Implementação e avaliação do MPS; Organização de grupos de empresas para implementação e avaliação do MPS; Certificação de consultores de aquisição e programas anuais de treinamento por meio de cursos, provas e workshops.
MPS.BR [o modelo] Está descrito por meio de documentos em formato de guias: Guia Geral; Guia de Aquisição; Guia de Avaliação; Guia de Implementação. Todos disponíveis no site www.softex.br/mpsbr
MPS.BR [o modelo] Guia Geral Contém a descrição geral do MPS.BR e detalha o Modelo de Referência (MR-MPS), seus componentes e as definições comuns necessárias para seu entendimento e aplicação [base para esta apresentação]
MPS.BR [o modelo] Guia de Aquisição Descreve um processo de aquisição de software e serviços correlatos. É descrito como forma de apoiar as instituições que queiram adquirir produtos de software e serviços correlatos apoiando-se no MR-MPS
MPS.BR [o modelo] Guia de Avaliação Descreve o processo e o método de avaliação MA-MPS, os requisitos para avaliadores líderes, avaliadores adjuntos e Instituições Avaliadoras (IA)
MPS.BR [o modelo] Guia de Implementação Composto de 7 partes, cada uma delas descrevendo como implementar um determinado nível do MR-MPS
MPS.BR [o modelo] Base Técnica para a definição do mps.Br ISO/IEC 12207 Ciclo de Vida de processos de software ISO/IEC 15504 Avaliações de processos de software CMMI-DEV Modelo de maturidade mantido pelo Software  Engineering Institute
MPS.BR [o modelo]
Níveis de Maturidade
Nível de Maturidade Grau de melhoria de processo para um predeterminado conjunto de processos no qual todos os resultados esperados do processo e dos atributos dos processos são atendidos O modelo mps.Br possui 7 níveis de maturidade
Níveis de Maturidade do mps.Br G  [Parcialmente Gerenciado] ; F  [Gerenciado] ; E  [Parcialmente Definido] ; D  [Largamente Definido] ; C  [Definido] ; B  [Gerenciado Quantitativamente] ; A  [Em Otimização] .
Processos do mps.Br
Processos do mps.Br As práticas do modelo mps.Br estão distribuídas em 19 áreas de processo
Processos do mps.Br Gerência de Projetos  [GPR] Gerência de Requisitos  [GRE] Aquisição  [AQU] Gerência de Configuração  [GCO] Garantia da Qualidade  [GQA]
Processos do mps.Br Medição  [MED] Avaliação e Melhoria do Processo Organizacional  [AMP] Definição do Processo Organizacional  [DFP] Gerência de Recursos Humanos  [GRH]
Processos do mps.Br Gerência de Reutilização  [GRU] Desenvolvimento de Requisitos  [DRE] Integração do Produto  [ITP] Projeto e Construção do Produto  [PCP] Validação  [VAL]
Processos do mps.Br Verificação  [VER] Análise de Decisão e Resolução  [ADR] Desenvolvimento para Reutilização  [DRU] Gerência de Riscos  [GRI] Análise de Causas de Problemas e Resolução  [ACP]
Capacidade do Processo
Capacidade do Processo É representada por um conjunto de atributos de processo descrito em termos de resultados esperados Expressa o grau de refinamento e institucionalização com que o processo é executado Conforme evolui nos níveis de maturidade, um maior nível de capacidade para desempenhar o processo deve ser atingido pela organização.
Capacidade do Processo O atendimento aos atributos do processo (AP), pelo atendimento aos resultados esperados dos atributos do processo (RAP) é requerido para todos os processos no nível correspondente ao nível de maturidade Os níveis são cumulativos A capacidade do processo no MPS possui 9 atributos de processos (AP)
Capacidade do Processo
Atributos de Processos
[AP 1.1] O processo é executado Este atributo é uma medida do quanto o processo atinge o seu propósito
[AP 2.1] O processo é gerenciado Este atributo é uma medida do quanto a execução do processo é gerenciada
[AP 2.2] Os produtos de trabalho do processo são gerenciados Este atributo é uma medida do quanto os produtos de trabalho produzidos pelo processo são gerenciados apropriadamente
[AP 3.1] O processo é definido Este atributo é uma medida do quanto um processo padrão é mantido para apoiar a implementação do processo definido
[AP 3.2] O processo está implementado Este atributo é uma medida do quanto o processo padrão é efetivamente implementado como um processo definido para atingir seus resultados
[AP 4.1] O processo é medido Este atributo é uma medida do quanto os resultados de medição são usados para assegurar que o desempenho do processo apóia o alcance dos objetivos de desempenho relevantes como apoio aos objetivos de negócio definidos
[AP 4.2] O processo é controlado Este atributo é uma medida do quanto o processo é controlado estatisticamente para produzir um processo estável, capaz e previsível dentro de limites estabelecidos
[AP 5.1] O processo é objeto de inovações Este atributo é uma medida do quanto as mudanças no processo são identificadas a partir da análise de causas comuns de variação do desempenho e da investigação de enfoques inovadores para a definição e implementação do processo
[AP 5.2] O processo é otimizado continuamente Este atributo é uma medida do quanto as mudanças na definição, gerência e desempenho do processo têm impacto efetivo para o alcance dos objetivos relevantes de melhoria do processo
Juntando tudo
Juntando tudo Falamos em “Níveis de Maturidade”, “Processos” e “Capacidade do Processo” (representada pelos APs). Como essa coisa toda se integra?
Juntando tudo
Detalhando os processos
Detalhando os processos Os processos são descritos em termos de propósito e resultados O propósito descreve o objetivo geral a ser atingido durante a execução do processo. Os resultados esperados do processo estabelecem os resultados a serem obtidos com a efetiva implementação do processo. Estes resultados podem ser evidenciados por um artefato produzido ou uma mudança significativa de estado ao se executar o processo.
Detalhando os processos
Detalhando os processos Propósito do processo O objetivo geral da execução do processo. Convém que a implementação do processo forneça benefícios tangíveis aos envolvidos [ISO/IEC 12207:1995/Amd 1:2002] Resultado esperado do processo Um resultado observável do sucesso do alcance do propósito do processo [ISO/IEC 12207:1995/Amd 1:2002] Exemplos: Um artefato produzido, uma mudança de estado, etc.
Processos do nível G
Gerência de Projetos [GPR] Propósito Estabelecer e manter planos que definem as atividades, recursos e responsabilidades do projeto, bem como prover informações sobre o andamento do projeto que permitam a realização de correções quando houver desvios significativos no desempenho do projeto O propósito evolui à medida que a organização cresce em maturidade 25 resultados esperados Sendo que alguns são específicos para determinado nível de maturidade
Gerência de Requisitos [GRE] Propósito Gerenciar os requisitos dos produtos e componentes do produto do projeto e identificar inconsistências entre os requisitos, os planos do projeto e os produtos de trabalho do projeto 5 resultados esperados
Processos do nível F
Aquisição [AQU] Propósito Gerenciar a aquisição de produtos e/ou serviços que satisfaçam a necessidade expressa pelo adquirente 9 resultados esperados
Gerência de Configuração [GCO] Propósito Estabelecer e manter a integridade de todos os produtos de trabalho de um processo ou projeto e disponibilizá-los a todos os envolvidos 7 resultados esperados
Garantia da Qualidade [GQA] Propósito Assegurar que os produtos de trabalho e a execução dos processos estejam em conformidade com os planos e recursos predefinidos 4 resultados esperados
Medição [MED] Propósito Coletar, analisar e relatar os dados relativos aos produtos desenvolvidos e aos processos implementados na organização e em seus projetos, de forma a apoiar os objetivos organizacionais 7 resultados esperados
Processos do nível E
Avaliação e Melhoria do Processo Organizacional [AMP] Propósito Determinar o quanto os processos padrão da organização contribuem para alcançar os objetivos de negócio da organização e para apoiar a organização a planejar, realizar e implantar melhorias contínuas nos processos com base no entendimento de seus pontos fortes e fracos 10 resultados esperados
Definição do Processo Organizacional [DFP] Propósito Estabelecer e manter um conjunto de ativos de processo organizacional e padrões do ambiente de trabalho usáveis e aplicáveis às necessidades de negócio da organização 7 resultados esperados
Gerência de Recursos Humanos [GRH] Propósito Prover a organização e os projetos com os recursos humanos necessários e manter suas competências consistentes com as necessidades do negócio 10 resultados esperados
Gerência de Reutilização [GRU] Propósito Gerenciar o ciclo de vida dos ativos reutilizáveis 5 resultados esperados
Gerência de Projetos [GPR] A partir do nível E a gerência de projetos passa a ser realizada com base no processo definido para o projeto e nos planos integrados
Processos do nível D
Desenvolvimento de Requisitos [DRE] Propósito Estabelecer os requisitos dos componentes do produto, do produto e do cliente 8 resultados esperados
Integração do Produto [ITP] Propósito Compor os componentes do produto, produzindo um produto integrado consistente com o projeto, e demonstrar que os requisitos funcionais e não-funcionais são satisfeitos para o ambiente alvo ou equivalente 9 resultados esperados
Projeto e Construção do Produto [PCP] Propósito Projetar, desenvolver e implementar soluções para atender aos requisitos 8 resultados esperados
Validação [VAL] Propósito Confirmar que um produto ou componente do produto atenderá a seu uso pretendido quando colocado no ambiente para o qual foi desenvolvido 7 resultados esperados
Verificação [VER] Propósito Confirmar que cada serviço e/ou produto de trabalho do processo ou do projeto atende apropriadamente os requisitos especificados 6 resultados esperados
Processos do nível C
Análise de Decisão e Resolução [ADR] Propósito Analisar possíveis decisões usando um processo formal, com critérios estabelecidos, para avaliação das alternativas identificadas 7 resultados esperados
Desenvolvimento para Reutilização [DRU] Propósito Identificar oportunidades de reutilização sistemática na organização e, se possível, estabelecer um programa de reutilização para desenvolver ativos a partir de engenharia de domínios de aplicação 9 resultados esperados
Gerência de Riscos [GRI] Propósito Identificar, analisar, tratar, monitorar e reduzir continuamente os riscos em nível organizacional e de projeto 9 resultados esperados
Gerência de Reutilização [GRU] Evolução em um dos resultados (GRU 3) para adequar esse processo aos resultados do processo Desenvolvimento para Reutilização [DRU]
Processos do nível B
Gerência de Projetos [GPR] No nível B a gerência de projetos passa a ter um enfoque quantitativo, refletindo a alta maturidade que se espera da organização
Processos do nível A
Análise de Causas de Problemas e Resolução [ACP] Propósito Identificar causas de defeitos e de outros problemas e tomar ações para prevenir suas ocorrências no futuro 5 resultados esperados
Juntando tudo
Grandes vantagens do mps.Br
Grandes vantagens do mps.Br Modelo brasileiro A questão do idioma influencia muito 7 níveis de maturidade Os resultados podem ser visualizados no “curto prazo” Custo baixo Comparado com o CMMI Foca a realidade brasileira Micros, pequenas e médias empresas
Grandes vantagens do mps.Br Participação da comunidade no desenvolvimento Empresas, acadêmicos Conformidade com padrões estabelecidos CMMI ISO 122007 ISO 15504
Complicado? Depende do ângulo...
Demonstração Uma empresa que poderia ser a sua...
Cenário Nome da empresa: UCT Nº de funcionários: ~120 Tipo: Fábrica de software e projetos Situação: Jack Bauer é gerente de projetos na UCT, ele anda um pouco estressado, pois nenhum dos projetos possui um cronograma confiável. Além disso, o cliente muda de idéia toda hora, solicitando alterações direto para os desenvolvedores. Sem contar outros problemas que não cabem aqui...
O diagnóstico Alô... Bill? Tem um minuto?
O diagnóstico Prossiga, Jack.
O diagnóstico Fiz um levantamento em nossos projetos e percebi que 95% são concluídos fora do prazo e custo...
O diagnóstico Além disso, 80% dos projetos teve desvio de pelo menos 70% do prazo e 55% do custo.
O diagnóstico Por isso, acredito que devemos fazer algo. Posso coordenar este trabalho?
O diagnóstico Vá em frente, Jack.
O diagnóstico Não temos uma forma de estimar o tamanho, esforço e nem o custo dos projetos; O cliente não se compromete com o planejado, pois nada é planejado, simplesmente realizamos uma reunião entre desenvolvedor e cliente e “saímos fazendo”; Os riscos não são levantados, consequentemente não temos gestão de riscos;
O diagnóstico O monitoramento é feito em conversas de corredor, o humor do cliente conta muito nas ações que serão tomadas; Os desenvolvedores trocam muitas idéias entre si, mas as lições aprendidas não são registradas.
Vamos ajudar o Jack?
O que fazer?
O que fazer? Alô... Chefe? Tem um minuto?
O que fazer? Fala, aspirante!
O que fazer? Precisamos da sua ajuda...
O que fazer? Diagnosticamos sérios problemas na gestão dos projetos, mas não sabemos “O QUE” fazer...
O que fazer? Então, aspira, por que vocês não dão uma olhada no modelo mps.Br?
O que fazer? Lá vocês podem verificar pelo menos os processos do nível G, que focam o planejamento e o monitoramento dos projetos.
O que fazer? Além disso, o nível G também comtempla a Gerência de Requisitos, problema que vocês também precisam resolver, né?
O que fazer? É mesmo... Valeu! E não me chama de aspira!
O que fazer? Ok! Boa sorte, aspira!
Como fazer?
Como fazer?
Como fazer?
O resultado Bill, nossa iniciativa foi um sucesso! O processo que definimos já está em uso e ajudando na redução dos desvios de custo e prazo.
O resultado Inclusive percebi que nosso processo está aderente aos resultados esperados no nível G do modelo mps.Br.
O resultado Obtendo sucesso em uma avaliação oficial poderíamos atender novos clientes.
O resultado O que acha de realizarmos um diagnóstico de aderência e aproveitarmos a oportunidade de negócio?
O resultado Jack, parabéns! Pode ir em frente com a sua idéia.
Avaliando o trabalho
Avaliando o trabalho A avaliação só pode ser feita por uma IA (Instituição Avaliadora) IA: Instituição autorizada, mediante convênio com a SOFTEX, como avaliadora seguindo o MA-MPS O processo de avaliação está definido na Guia de Avaliação Disponível no site da SOFTEX
Mitos
“ Esses processos acabam com os heróis!” Errado! Se o trabalho for feito da forma correta, a partir do nível G temos um novo herói...
James Bond O herói potencializado
James Bond O herói potencializado Herói potencializado; Consegue planejar seus projetos; Tem os recursos definidos, de acordo com o projeto; Tem tempo para estudar e utilizar novas tecnologias; Tem tempo para os amigos; Consegue se divertir e até namorar...
Outros mitos “ Esse negócio de melhoria de processo é só para ‘inglês ver’.” “ mps.Br é sinônimo de burocracia.” “ mps.Br bloqueia a criatividade.”
Compartilhando experiências
Compartilhando experiências O diagnóstico deve ser muito bem feito Foto da situação atual Saiba onde você deseja chegar Quais são as metas? “ Por que estamos iniciando esta empreitada?” A iniciativa deve estar alinhada com a estratégia da empresa Alguém “forte” na organização deve ser o padrinho do projeto Normalmente envolve  mudança cultural Traga o pessoal de RH para o projeto
Compartilhando experiências Conte com os “integradores” TODOS devem participar (desde analistas até diretores) Alguém deve gerenciar a iniciativa Seja “subversivo” Sempre questionem! “ Por que fazer assim se podemos fazer diferente?” Seja um “herege” Cuidado com os “religiosos”! “ Misture” práticas, metodologias, ferramentas e etc. Comunique!
Compartilhando experiências O mps.Br deve ser um dos resultados da mudança Cuidado com aqueles que só estão preocupados com o “diploma” na parede Aproveite a oportunidade Mude de “Meu cliente exige que eu tenha mps.BR.” para “O que posso oferecer de diferente utilizando o processo que criamos?”
Aguardo sua visita! www.AlessandroAlmeida.com Bate-Papo de Buteco Blog do Alessandro Células de Estudo Quality|Process
Muito obrigado! [email_address]
APÊNDICE
Navegando pelo site da SOFTEX
Adoção do mps.Br
Adoção do mps.Br

O Modelo mps.Br

  • 1.
    O modelo mps.BrAlessandro Almeida
  • 2.
    Agenda Objetivo MotivaçãoProcesso O modelo mps.Br Uma empresa que poderia ser a sua
  • 3.
    Objetivo Apresentar omodelo mps.Br e como ele pode colaborar com a melhoria dos processos de software em nossas empresas. Compartilhar experiência na definição de processos para empresas de software.
  • 4.
  • 5.
    Motivação Sucesso emprojetos Somente 29% dos projetos verificados foram bem sucedidos, ou seja, saíram conforme o planejado.
  • 6.
    Motivação Sucesso emprojetos (a evolução) Evolução de 13% em 10 anos!?!
  • 7.
    Motivação Considerando asinformações anteriores, podemos pensar: Ahhhh... Mas estes dados são antigos (2004). Além disso, tratam de projetos do mundo inteiro. Com certeza os projetos brasileiros são melhores! Somente nós temos o “jeitinho brasileiro”!
  • 8.
    Motivação A fontedos slides a seguir é o Estudo de Benchmarking em Gerenciamento de Projetos Brasil 2007 (Anexo 1 – Perspectiva por Setor) Disponível para download no endereço www.pmi.org.br Realizado pelos capítulos brasileiros do PMI (Project Management Institute) 184 empresas participaram (~60 da área de TI)
  • 9.
  • 10.
  • 11.
  • 12.
  • 13.
    Motivação Somente 30%das organizações da área de TI dizem não apresentar desvio relevante no orçamento.
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    Motivação Além disso,temos outros problemas... Problemas de comunicação Escopo não definido adequadamente (além de mudar sempre) Recursos humanos insuficientes Riscos não avaliados corretamente Falta de uma metodologia de apoio E outros que não cabem no slide, mas foram apontados na pesquisa
  • 15.
    Motivação Agora, oque deve ser a principal motivação: E na minha empresa, como é? Enfrentamos problemas com prazo, custo, qualidade, satisfação do cliente, etc.?
  • 16.
    Motivação Conclusão: Temosum problema! (Como resolver?)
  • 17.
  • 18.
    Pontos de influênciaPessoas Processos Tecnologia
  • 19.
    Pontos de influênciaSobre as pessoas... Nosso pessoal está motivado! (Será?) Investimos em capacitação. (Será?) A remuneração está adequada. (Será?) Etc. (Será?)
  • 20.
    Pontos de influênciaSobre a tecnologia... Investimos pesado! (Será?) Utilizamos o que há de melhor. (Será?) Etc. (Será?)
  • 21.
    Pontos de influênciaSobre os processos... ZZZZZZZZZZZzzzzzzzzzzzz Ééééé... Não temos processo. Mas... O que é processo?
  • 22.
  • 23.
    Processo O queé? “Um conjunto de atividades inter-relacionadas ou interativas, que transforma insumos (entradas) em produtos (saídas) [ABNT, 2001].”
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  • 25.
    Processo Para queserve? CONHECER e institucionalizar o fluxo de trabalho; Identificar oportunidades de melhoria; Definir papéis e responsabilidades; “Unir” pessoas e tecnologia; Colocar a casa em ordem; Potencializar os “heróis”; Etc.
  • 26.
    Processo E asempresas que não possuem processos definidos?
  • 27.
    Processo E asempresas que não possuem processos definidos? As coisas simplesmente acontecem; O “sucesso” nos projetos acontece “por acaso”; “ Por acaso, temos alguns heróis...” “ Por acaso, o cliente era mais desorganizado...” É normal estouro de prazo e custos (entre outros problemas); Ambiente sem controle (caos); Grande dependência dos heróis (mas não é qualquer herói...)
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    Jack Bauer Oherói das empresas sem processos
  • 29.
    Jack Bauer Oherói das empresas sem processos Está sempre sob pressão; Nunca tira férias; Anda sempre estressado; Nunca tem tempo para os amigos; Nunca se diverte; Sempre tem que trabalhar 24 horas direto; Até consegue terminar o projeto, mas...
  • 30.
    Processo Legal, maso que posso considerar ao definir um processo para desenvolvimento de software?
  • 31.
  • 32.
    MPS.BR [o programa]MPS.BR Acrônimo de “Melhoria de Processo do Software Brasileiro” Objetivo “ Uma das metas do MPS.BR é definir e aprimorar um modelo de melhoria e avaliação de processo de software, visando preferencialmente as micro, pequenas e médias empresas , de forma a atender as suas necessidades de negócio e ser reconhecido nacional e internacionalmente como um modelo aplicável à indústria de software.”
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  • 34.
    MPS.BR [o programa]Coordenação SOFTEX [Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro] Apoio MCT [Ministério da Ciência e Tecnologia] FINEP [Financiadora de Estudos e Projetos] BID [Banco Interamericano de Desenvolvimento]
  • 35.
    MPS.BR [o programa]Um pouco sobre a SOFTEX [www.softex.br] Organização da Sociedade Civil de Interesse Público que visa aumentar a competitividade da indústria de software brasileira por meio de ações em três áreas-fim: Capacitação e Inovação Mercado Qualidade e Competitividade Coordena as ações de 22 Agentes SOFTEX, em 15 UF, com mais de 1.000 empresas associadas (cerca de 70% são micro e pequenas empresas)
  • 36.
    MPS.BR [o programa]Estruturas de apoio FCC [Fórum de Credenciamento e Controle] Assegurar que as IIs e IAs sejam submetidas a um processo adequado de credenciamento e que suas atuações não se afastem dos limites éticos e de qualidade esperados; Avaliar e atuar sobre o controle dos resultados obtidos pelo MPS.BR. ETM [Equipe Técnica do Modelo] Atua sobre os aspectos técnicos do MR-MPS e MA-MPS
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  • 39.
    MPS.BR [o modelo]MR-MPS [Modelo de Referência] Contém os requisitos que os processos das unidades organizacionais devem atender para estar em conformidade com o MR-MPS; Contém as definições dos níveis de maturidade, processos e atributos do processo.
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    MPS.BR [o modelo]MA-MPS [Modelo de Avaliação] Contém o processo e o método de avaliação MA-MPS, os requisitos para os avaliadores líderes, avaliadores adjuntos e Instituições Avaliadoras (IA).
  • 41.
    MPS.BR [o modelo]MN-MPS [Modelo de Negócio] Descreve regras de negócio para: Implementação e avaliação do MPS; Organização de grupos de empresas para implementação e avaliação do MPS; Certificação de consultores de aquisição e programas anuais de treinamento por meio de cursos, provas e workshops.
  • 42.
    MPS.BR [o modelo]Está descrito por meio de documentos em formato de guias: Guia Geral; Guia de Aquisição; Guia de Avaliação; Guia de Implementação. Todos disponíveis no site www.softex.br/mpsbr
  • 43.
    MPS.BR [o modelo]Guia Geral Contém a descrição geral do MPS.BR e detalha o Modelo de Referência (MR-MPS), seus componentes e as definições comuns necessárias para seu entendimento e aplicação [base para esta apresentação]
  • 44.
    MPS.BR [o modelo]Guia de Aquisição Descreve um processo de aquisição de software e serviços correlatos. É descrito como forma de apoiar as instituições que queiram adquirir produtos de software e serviços correlatos apoiando-se no MR-MPS
  • 45.
    MPS.BR [o modelo]Guia de Avaliação Descreve o processo e o método de avaliação MA-MPS, os requisitos para avaliadores líderes, avaliadores adjuntos e Instituições Avaliadoras (IA)
  • 46.
    MPS.BR [o modelo]Guia de Implementação Composto de 7 partes, cada uma delas descrevendo como implementar um determinado nível do MR-MPS
  • 47.
    MPS.BR [o modelo]Base Técnica para a definição do mps.Br ISO/IEC 12207 Ciclo de Vida de processos de software ISO/IEC 15504 Avaliações de processos de software CMMI-DEV Modelo de maturidade mantido pelo Software Engineering Institute
  • 48.
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  • 50.
    Nível de MaturidadeGrau de melhoria de processo para um predeterminado conjunto de processos no qual todos os resultados esperados do processo e dos atributos dos processos são atendidos O modelo mps.Br possui 7 níveis de maturidade
  • 51.
    Níveis de Maturidadedo mps.Br G [Parcialmente Gerenciado] ; F [Gerenciado] ; E [Parcialmente Definido] ; D [Largamente Definido] ; C [Definido] ; B [Gerenciado Quantitativamente] ; A [Em Otimização] .
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  • 53.
    Processos do mps.BrAs práticas do modelo mps.Br estão distribuídas em 19 áreas de processo
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    Processos do mps.BrGerência de Projetos [GPR] Gerência de Requisitos [GRE] Aquisição [AQU] Gerência de Configuração [GCO] Garantia da Qualidade [GQA]
  • 55.
    Processos do mps.BrMedição [MED] Avaliação e Melhoria do Processo Organizacional [AMP] Definição do Processo Organizacional [DFP] Gerência de Recursos Humanos [GRH]
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    Processos do mps.BrGerência de Reutilização [GRU] Desenvolvimento de Requisitos [DRE] Integração do Produto [ITP] Projeto e Construção do Produto [PCP] Validação [VAL]
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    Processos do mps.BrVerificação [VER] Análise de Decisão e Resolução [ADR] Desenvolvimento para Reutilização [DRU] Gerência de Riscos [GRI] Análise de Causas de Problemas e Resolução [ACP]
  • 58.
  • 59.
    Capacidade do ProcessoÉ representada por um conjunto de atributos de processo descrito em termos de resultados esperados Expressa o grau de refinamento e institucionalização com que o processo é executado Conforme evolui nos níveis de maturidade, um maior nível de capacidade para desempenhar o processo deve ser atingido pela organização.
  • 60.
    Capacidade do ProcessoO atendimento aos atributos do processo (AP), pelo atendimento aos resultados esperados dos atributos do processo (RAP) é requerido para todos os processos no nível correspondente ao nível de maturidade Os níveis são cumulativos A capacidade do processo no MPS possui 9 atributos de processos (AP)
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  • 62.
  • 63.
    [AP 1.1] Oprocesso é executado Este atributo é uma medida do quanto o processo atinge o seu propósito
  • 64.
    [AP 2.1] Oprocesso é gerenciado Este atributo é uma medida do quanto a execução do processo é gerenciada
  • 65.
    [AP 2.2] Osprodutos de trabalho do processo são gerenciados Este atributo é uma medida do quanto os produtos de trabalho produzidos pelo processo são gerenciados apropriadamente
  • 66.
    [AP 3.1] Oprocesso é definido Este atributo é uma medida do quanto um processo padrão é mantido para apoiar a implementação do processo definido
  • 67.
    [AP 3.2] Oprocesso está implementado Este atributo é uma medida do quanto o processo padrão é efetivamente implementado como um processo definido para atingir seus resultados
  • 68.
    [AP 4.1] Oprocesso é medido Este atributo é uma medida do quanto os resultados de medição são usados para assegurar que o desempenho do processo apóia o alcance dos objetivos de desempenho relevantes como apoio aos objetivos de negócio definidos
  • 69.
    [AP 4.2] Oprocesso é controlado Este atributo é uma medida do quanto o processo é controlado estatisticamente para produzir um processo estável, capaz e previsível dentro de limites estabelecidos
  • 70.
    [AP 5.1] Oprocesso é objeto de inovações Este atributo é uma medida do quanto as mudanças no processo são identificadas a partir da análise de causas comuns de variação do desempenho e da investigação de enfoques inovadores para a definição e implementação do processo
  • 71.
    [AP 5.2] Oprocesso é otimizado continuamente Este atributo é uma medida do quanto as mudanças na definição, gerência e desempenho do processo têm impacto efetivo para o alcance dos objetivos relevantes de melhoria do processo
  • 72.
  • 73.
    Juntando tudo Falamosem “Níveis de Maturidade”, “Processos” e “Capacidade do Processo” (representada pelos APs). Como essa coisa toda se integra?
  • 74.
  • 75.
  • 76.
    Detalhando os processosOs processos são descritos em termos de propósito e resultados O propósito descreve o objetivo geral a ser atingido durante a execução do processo. Os resultados esperados do processo estabelecem os resultados a serem obtidos com a efetiva implementação do processo. Estes resultados podem ser evidenciados por um artefato produzido ou uma mudança significativa de estado ao se executar o processo.
  • 77.
  • 78.
    Detalhando os processosPropósito do processo O objetivo geral da execução do processo. Convém que a implementação do processo forneça benefícios tangíveis aos envolvidos [ISO/IEC 12207:1995/Amd 1:2002] Resultado esperado do processo Um resultado observável do sucesso do alcance do propósito do processo [ISO/IEC 12207:1995/Amd 1:2002] Exemplos: Um artefato produzido, uma mudança de estado, etc.
  • 79.
  • 80.
    Gerência de Projetos[GPR] Propósito Estabelecer e manter planos que definem as atividades, recursos e responsabilidades do projeto, bem como prover informações sobre o andamento do projeto que permitam a realização de correções quando houver desvios significativos no desempenho do projeto O propósito evolui à medida que a organização cresce em maturidade 25 resultados esperados Sendo que alguns são específicos para determinado nível de maturidade
  • 81.
    Gerência de Requisitos[GRE] Propósito Gerenciar os requisitos dos produtos e componentes do produto do projeto e identificar inconsistências entre os requisitos, os planos do projeto e os produtos de trabalho do projeto 5 resultados esperados
  • 82.
  • 83.
    Aquisição [AQU] PropósitoGerenciar a aquisição de produtos e/ou serviços que satisfaçam a necessidade expressa pelo adquirente 9 resultados esperados
  • 84.
    Gerência de Configuração[GCO] Propósito Estabelecer e manter a integridade de todos os produtos de trabalho de um processo ou projeto e disponibilizá-los a todos os envolvidos 7 resultados esperados
  • 85.
    Garantia da Qualidade[GQA] Propósito Assegurar que os produtos de trabalho e a execução dos processos estejam em conformidade com os planos e recursos predefinidos 4 resultados esperados
  • 86.
    Medição [MED] PropósitoColetar, analisar e relatar os dados relativos aos produtos desenvolvidos e aos processos implementados na organização e em seus projetos, de forma a apoiar os objetivos organizacionais 7 resultados esperados
  • 87.
  • 88.
    Avaliação e Melhoriado Processo Organizacional [AMP] Propósito Determinar o quanto os processos padrão da organização contribuem para alcançar os objetivos de negócio da organização e para apoiar a organização a planejar, realizar e implantar melhorias contínuas nos processos com base no entendimento de seus pontos fortes e fracos 10 resultados esperados
  • 89.
    Definição do ProcessoOrganizacional [DFP] Propósito Estabelecer e manter um conjunto de ativos de processo organizacional e padrões do ambiente de trabalho usáveis e aplicáveis às necessidades de negócio da organização 7 resultados esperados
  • 90.
    Gerência de RecursosHumanos [GRH] Propósito Prover a organização e os projetos com os recursos humanos necessários e manter suas competências consistentes com as necessidades do negócio 10 resultados esperados
  • 91.
    Gerência de Reutilização[GRU] Propósito Gerenciar o ciclo de vida dos ativos reutilizáveis 5 resultados esperados
  • 92.
    Gerência de Projetos[GPR] A partir do nível E a gerência de projetos passa a ser realizada com base no processo definido para o projeto e nos planos integrados
  • 93.
  • 94.
    Desenvolvimento de Requisitos[DRE] Propósito Estabelecer os requisitos dos componentes do produto, do produto e do cliente 8 resultados esperados
  • 95.
    Integração do Produto[ITP] Propósito Compor os componentes do produto, produzindo um produto integrado consistente com o projeto, e demonstrar que os requisitos funcionais e não-funcionais são satisfeitos para o ambiente alvo ou equivalente 9 resultados esperados
  • 96.
    Projeto e Construçãodo Produto [PCP] Propósito Projetar, desenvolver e implementar soluções para atender aos requisitos 8 resultados esperados
  • 97.
    Validação [VAL] PropósitoConfirmar que um produto ou componente do produto atenderá a seu uso pretendido quando colocado no ambiente para o qual foi desenvolvido 7 resultados esperados
  • 98.
    Verificação [VER] PropósitoConfirmar que cada serviço e/ou produto de trabalho do processo ou do projeto atende apropriadamente os requisitos especificados 6 resultados esperados
  • 99.
  • 100.
    Análise de Decisãoe Resolução [ADR] Propósito Analisar possíveis decisões usando um processo formal, com critérios estabelecidos, para avaliação das alternativas identificadas 7 resultados esperados
  • 101.
    Desenvolvimento para Reutilização[DRU] Propósito Identificar oportunidades de reutilização sistemática na organização e, se possível, estabelecer um programa de reutilização para desenvolver ativos a partir de engenharia de domínios de aplicação 9 resultados esperados
  • 102.
    Gerência de Riscos[GRI] Propósito Identificar, analisar, tratar, monitorar e reduzir continuamente os riscos em nível organizacional e de projeto 9 resultados esperados
  • 103.
    Gerência de Reutilização[GRU] Evolução em um dos resultados (GRU 3) para adequar esse processo aos resultados do processo Desenvolvimento para Reutilização [DRU]
  • 104.
  • 105.
    Gerência de Projetos[GPR] No nível B a gerência de projetos passa a ter um enfoque quantitativo, refletindo a alta maturidade que se espera da organização
  • 106.
  • 107.
    Análise de Causasde Problemas e Resolução [ACP] Propósito Identificar causas de defeitos e de outros problemas e tomar ações para prevenir suas ocorrências no futuro 5 resultados esperados
  • 108.
  • 109.
  • 110.
    Grandes vantagens domps.Br Modelo brasileiro A questão do idioma influencia muito 7 níveis de maturidade Os resultados podem ser visualizados no “curto prazo” Custo baixo Comparado com o CMMI Foca a realidade brasileira Micros, pequenas e médias empresas
  • 111.
    Grandes vantagens domps.Br Participação da comunidade no desenvolvimento Empresas, acadêmicos Conformidade com padrões estabelecidos CMMI ISO 122007 ISO 15504
  • 112.
  • 113.
    Demonstração Uma empresaque poderia ser a sua...
  • 114.
    Cenário Nome daempresa: UCT Nº de funcionários: ~120 Tipo: Fábrica de software e projetos Situação: Jack Bauer é gerente de projetos na UCT, ele anda um pouco estressado, pois nenhum dos projetos possui um cronograma confiável. Além disso, o cliente muda de idéia toda hora, solicitando alterações direto para os desenvolvedores. Sem contar outros problemas que não cabem aqui...
  • 115.
    O diagnóstico Alô...Bill? Tem um minuto?
  • 116.
  • 117.
    O diagnóstico Fizum levantamento em nossos projetos e percebi que 95% são concluídos fora do prazo e custo...
  • 118.
    O diagnóstico Alémdisso, 80% dos projetos teve desvio de pelo menos 70% do prazo e 55% do custo.
  • 119.
    O diagnóstico Porisso, acredito que devemos fazer algo. Posso coordenar este trabalho?
  • 120.
    O diagnóstico Váem frente, Jack.
  • 121.
    O diagnóstico Nãotemos uma forma de estimar o tamanho, esforço e nem o custo dos projetos; O cliente não se compromete com o planejado, pois nada é planejado, simplesmente realizamos uma reunião entre desenvolvedor e cliente e “saímos fazendo”; Os riscos não são levantados, consequentemente não temos gestão de riscos;
  • 122.
    O diagnóstico Omonitoramento é feito em conversas de corredor, o humor do cliente conta muito nas ações que serão tomadas; Os desenvolvedores trocam muitas idéias entre si, mas as lições aprendidas não são registradas.
  • 123.
  • 124.
  • 125.
    O que fazer?Alô... Chefe? Tem um minuto?
  • 126.
    O que fazer?Fala, aspirante!
  • 127.
    O que fazer?Precisamos da sua ajuda...
  • 128.
    O que fazer?Diagnosticamos sérios problemas na gestão dos projetos, mas não sabemos “O QUE” fazer...
  • 129.
    O que fazer?Então, aspira, por que vocês não dão uma olhada no modelo mps.Br?
  • 130.
    O que fazer?Lá vocês podem verificar pelo menos os processos do nível G, que focam o planejamento e o monitoramento dos projetos.
  • 131.
    O que fazer?Além disso, o nível G também comtempla a Gerência de Requisitos, problema que vocês também precisam resolver, né?
  • 132.
    O que fazer?É mesmo... Valeu! E não me chama de aspira!
  • 133.
    O que fazer?Ok! Boa sorte, aspira!
  • 134.
  • 135.
  • 136.
  • 137.
    O resultado Bill,nossa iniciativa foi um sucesso! O processo que definimos já está em uso e ajudando na redução dos desvios de custo e prazo.
  • 138.
    O resultado Inclusivepercebi que nosso processo está aderente aos resultados esperados no nível G do modelo mps.Br.
  • 139.
    O resultado Obtendosucesso em uma avaliação oficial poderíamos atender novos clientes.
  • 140.
    O resultado Oque acha de realizarmos um diagnóstico de aderência e aproveitarmos a oportunidade de negócio?
  • 141.
    O resultado Jack,parabéns! Pode ir em frente com a sua idéia.
  • 142.
  • 143.
    Avaliando o trabalhoA avaliação só pode ser feita por uma IA (Instituição Avaliadora) IA: Instituição autorizada, mediante convênio com a SOFTEX, como avaliadora seguindo o MA-MPS O processo de avaliação está definido na Guia de Avaliação Disponível no site da SOFTEX
  • 144.
  • 145.
    “ Esses processosacabam com os heróis!” Errado! Se o trabalho for feito da forma correta, a partir do nível G temos um novo herói...
  • 146.
    James Bond Oherói potencializado
  • 147.
    James Bond Oherói potencializado Herói potencializado; Consegue planejar seus projetos; Tem os recursos definidos, de acordo com o projeto; Tem tempo para estudar e utilizar novas tecnologias; Tem tempo para os amigos; Consegue se divertir e até namorar...
  • 148.
    Outros mitos “Esse negócio de melhoria de processo é só para ‘inglês ver’.” “ mps.Br é sinônimo de burocracia.” “ mps.Br bloqueia a criatividade.”
  • 149.
  • 150.
    Compartilhando experiências Odiagnóstico deve ser muito bem feito Foto da situação atual Saiba onde você deseja chegar Quais são as metas? “ Por que estamos iniciando esta empreitada?” A iniciativa deve estar alinhada com a estratégia da empresa Alguém “forte” na organização deve ser o padrinho do projeto Normalmente envolve mudança cultural Traga o pessoal de RH para o projeto
  • 151.
    Compartilhando experiências Contecom os “integradores” TODOS devem participar (desde analistas até diretores) Alguém deve gerenciar a iniciativa Seja “subversivo” Sempre questionem! “ Por que fazer assim se podemos fazer diferente?” Seja um “herege” Cuidado com os “religiosos”! “ Misture” práticas, metodologias, ferramentas e etc. Comunique!
  • 152.
    Compartilhando experiências Omps.Br deve ser um dos resultados da mudança Cuidado com aqueles que só estão preocupados com o “diploma” na parede Aproveite a oportunidade Mude de “Meu cliente exige que eu tenha mps.BR.” para “O que posso oferecer de diferente utilizando o processo que criamos?”
  • 153.
    Aguardo sua visita!www.AlessandroAlmeida.com Bate-Papo de Buteco Blog do Alessandro Células de Estudo Quality|Process
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