O MODELO mps.Br
Edvaldo Brito Cruz
José Roberto
Agenda
Objetivo;
Processo;
MPS.Br – O Programa;
MPS.Br – O Modelo;
MPS.Br – Níveis de Maturidade e Processos;
MPS.Br – Vantagens;
MPS.Br – Informações Complementares;
MPS.Br – Estudo de Caso
MPS.Br – Desafios para implementar
Objetivo
Apresentar o modelo mps.Br e como ele pode
colaborar com a melhoria dos processos de software
em nossas empresas.
Processo
Processo
Definição:
“Um conjunto de atividades interrelacionadas ou
interativas, que transforma insumos (entradas) em
produtos (saídas) [ABNT, 2001].”
Processo
Quadrado mágico...
Processo
Porque ele é tão importante?
Triângulo mágico...
Escalável: reproduzir repetidamente em grande quantidade com
grande ganho de PRODUTIVIDADE
Processo
Serve para:
 CONHECER e institucionalizar o fluxo de trabalho;
 Identificar oportunidade de melhoria;
 Definir papéis e responsabilidades;
 “Unir” pessoas e tecnologia;
 Colocar a casa em ordem.
Processo
E as empresas que não possuem processos
definidos?
 As coisas simplesmente
acontecem;
 Sucesso ocorre por acaso;
 Estouro de prazo;
 Caos;
 Dependência de pessoas
Processo
Jack Bauer. O herói das empresas que não possuem
processos.
 Está sempre sob pressão;
 Nunca tira férias;
 Anda sempre estressado;
 Nunca tem tempo para os
amigos;
 Nunca se diverte;
 Sempre tem que trabalhar 24
horas direto;
 Até consegue terminar o
projeto, mas...
Processo
Como definir um processo para o desenvolvimento
de software?
É possível com o MPS.BR.
MPS.BR
O Programa
MPS.BR
O Programa
O MPS.BR ou Melhoria de Processos do Software
Brasileiro, é simultaneamente um movimento para a
melhoria e um modelo de qualidade de processo
voltada para a realidade do mercado de pequenas e
médias empresas de desenvolvimento de software
no Brasil.
Ele é baseado no CMMI, nas normas ISO/IEC 12207
e ISO/IEC 15504 e na realidade do mercado
brasileiro.
MPS.BR
O Programa
Diagrama
MPS.BR
O Programa
Motivação para o modelo
 Níveis de Maturidade;
 Custos da Avaliação alto (CMMI);
 Custos adequados a realidade brasileira (MPS.BR);
 Mudanças no Ambientes de Trabalho;
 Necessidade de Padronização;
 Foco no Cliente;
 Motivação.
MPS.BR
O Programa
Motivação para o modelo
1997 1999 2001 2003
Certificação
ISO 9000
102 206 167 214
Avaliação CMM
(total)
1 2 6 30
Nível 5
- - - -
Nível 4
- - - 1
Nível 3
1 1 4 5
Nível 2 - 1 2 24
MPS.BR
O Programa
SOFTEX (www.softex.br)
Organização da Sociedade Civil de Interesse Público
que visa aumentar a competitividade da indústria de
software brasileira por meio de ações em três áreas:
 Capacitação e Inovação
 Mercado
 Qualidade e Competitividade
Coordena as ações de 22 Agentes SOFTEX, em 15
UF, com mais de 1.000 empresas associadas (cerca
de 70% são micro e pequenas empresas).
MPS.BR
O Programa
Estruturas de apoio:
FCC (Fórum de Credenciamento e Controle)
 Atua sobre Instituições Implementadoras (IIs) e
avaliadoras (IAs);
 Avaliar e atuar sobre o controle dos resultados
obtidos pelo MPS.BR.
ETM (Equipe Técnica do Modelo)
 Atua sobre os aspectos técnicos do MR-MPS e
MA-MPS
MPS.BR
O Programa
Evolução
2003-2007
IMPLANTAÇÃO
DO MPS.BR
2008-2011
CONSOLIDAÇÃO
DO MPS.BR
2012-2015
INTERNACIONALIZAÇÃO
DO MPS.BR
MPS.BR
O Modelo
MPS.BR
O Modelo
O modelo tem o foco em processo como já
mencionado e qualidade que podemos classicar:
 Estabilidade
 Funcionalidade
 Interface intuitiva
 Eficiência
 Manutenção
 Portabilidade
MPS.BR
O Modelo
O programa MPS.BR está dividido em três (3)
Modelos:
 Modelo de Referência (MR-MPS),
 Método de Avaliação (MA-MPS)
 Modelo de Negócio (MN-MPS).
MPS.BR
O Modelo
MPS.BR
MODELO DE
REFERÊNCIA
(MR-MPS)
MÉTODO DE
AVALIAÇÃO
(MA-MPS)
MODELO DE
NEGÓCIO
(MN-MPS)
GUIA GERAL
GUIA DE
IMPLEMENTAÇÃO
GUIA DE
AQUISIÇÃO
GUIA DE
AVALIAÇÃO
DOCUMENTOS
DO PROGRAMA
MPS.BR
O Modelo
MPS.BR
MODELO DE
REFERÊNCIA
(MR-MPS)
MÉTODO DE
AVALIAÇÃO
(MA-MPS)
MODELO DE
NEGÓCIO
(MN-MPS)
GUIA GERAL
GUIA DE
IMPLEMENTAÇÃO
GUIA DE
AQUISIÇÃO
GUIA DE
AVALIAÇÃO
DOCUMENTOS
DO PROGRAMA
MPS.BR
O Modelo
MR-MPS - Modelo de referência
 Contém os requisitos que os processos das
unidades organizacionais devem atender para
estar em conformidade com o MR-MPS;
 Contém as definições dos níveis de maturidade,
processos e atributos do processo.
MPS.BR
O Modelo
Guia Geral
 Contém a descrição geral do MPS.BR e detalha o
Modelo de Referência (MR-MPS), seus
componentes e as definições comuns
necessárias para seu entendimento e aplicação.
MPS.BR
O Modelo
Guia de Aquisição
 Descreve um processo de aquisição de software
e serviços correlatos. É descrito como forma de
apoiar as instituições que queiram adquirir
produtos de software e serviços correlatos
apoiando-se no MR-MPS.
MPS.BR
O Modelo
Guia de Implementação
 Composto de 7 partes, cada uma delas
descrevendo como implementar um determinado
nível do MR-MPS.
MPS.BR
O Modelo
MR-MPS – São obtidos os resultados dos processos
analisados, onde cada nível de maturação possui
um número definido de capacidades a serem vistos.
Níveis de Maturação
AP 1.1 O processo é executado;
AP 2.1 O processo é gerenciado;
AP 2.2 Os produtos de trabalho do processo são gerenciados;
AP 3.1 O processo é definido;
AP 3.2 O processo está implementado;
AP 4.1 O processo é medido;
AP 4.2 O processo é controlado;
AP 5.1 O processo é objeto de inovações;
AP 5.2 O processo é otimizado continuamente.
MPS.BR
O Modelo
MR-MPS – Níveis de Maturidade
MPS.BR
O Modelo
MR-MPS – Níveis de Maturidade
MPS.BR
O Modelo
Base técnica para a definição do mps.Br
 ISO/IEC 12207;
 Ciclo de Vida de processos de software.
 ISO/IEC 15504;
 Avaliações de processos de software.
 CMMI-DEV;
 Modelo de maturidade mantido pelo Software
Engineering Institute.
MPS.BR
O Modelo
Pequeno comparativo
CMMI MPS.BR
Modelo internacional Modelo brasileiro
Desenvolvido pelo Software
Engineering Institute-SEI em 1992
Desenvolvido pela SOFTEX em
2003
Possui representação por estágios
(5 níveis) e contínua (6 níveis)
Possui representação em níveis
(7 níveis)
Custo mais elevado Custo acessível
MPS.BR
Níveis de Maturidade e Processos
MPS.BR
Níveis de Maturidade e Processos
Estabelecem patamares de evolução de processos,
caracterizando estágios de melhoria da
implementação de processos na organização.
MPS.BR
Níveis de Maturidade e Processos
MPS.BR
Níveis de Maturidade e Processos
Nível G – Parcialmente gerenciado
Gerência de Projetos
 Estabelecer e manter os planos que definem as
atividades, recursos e responsabilidades dos
projetos
Gerência de Requisitos
 Gerenciar os requisitos do produto e dos
componentes do produto do projeto e identificar
inconsistências entre os requisitos, os planos de
projetos e os produtos de trabalho do projeto
MPS.BR
Níveis de Maturidade e Processos
Nível A – Em otimização
Não possui processos específicos
Foca em:
 Inovação e Implantação na Organização
 Análise de Causas e Resolução
MPS.BR
Vantagens
Modelo brasileiro
 A questão do idioma influencia muito;
7 níveis de maturidade
 Os resultados podem ser visualizados no “curto prazo”;
Custo baixo
 Comparado com o CMMI;
Foca a realidade brasileira
 Micros, pequenas e médias empresas;
Participação da comunidade no desenvolvimento
 Empresas, Instituições Acadêmicas;
Conformidade com padrões estabelecidos
 CMMI, ISO 12207 e ISO 15504
MPS.BR
Informações complementares
Empresas certificadas 2006-2008
Nível
Maturidade
A B C D E F G
2006 2 0 0 1 1 1 7
2007 1 0 0 0 1 12 41
2008 1 0 0 0 1 8 28
Total 4 0 0 1 3 21 76
Total de 105
MPS.BR
Informações complementares
Empresas Brasileiras com avaliação mps.Br
Nível Empresas
A CPM BRAXIS/UNITECH – BA (válido até: 30.set.13)
POLITEC – DF (válido até: 27.mai.12)
STEFANINI – SP (válido até: 29.set.12)
B Nenhuma empresa nível B
C Domínio – CE (válido até: 26.mai.14)
E-Governe – PR (válido até: 13.set.14)
FÓTON – DF (válido até: 18.mai.13)
Informal – RJ (válido até: 16.nov.14)
MONTREAL – RJ (validade até 14.dez.13)
D IMA – SP (válido até: 12.mai.12)
MPS.BR
Informações complementares
Empresas Brasileiras com avaliação mps.Br
Nível Empresas
E FORMALIS – ES (validade até 14.dez.14)
INFORMAL INFORMÁTICA – RJ (válido até: 19.mai.12)
IVIA – CE (válido até: 19.nov.12)
UNUN (INTEQ) – CE (válido até: 6.out.14)
F Poligrah – SC (válido até: 14.jul.14)
PROCENGE – PE (válido até: 05.fev.12)
PROVIDER – PE (válido até: 26.mar.12)
RCN – CE (válido até: 23.abr.12)
G GESTEC – RN (validade até 03.out.13)
NATALSOFT – RN (validade até 06.out.13)
Nefrodata – MG (válido até: 9.ago.14)
Neo-IT – SP (válido até: 12.set.14)
MPS.BR
Estudo de Caso
Nome da empresa: NATALSOFT – RN
Nº de funcionários/colaboradores: ~70
Tipo: Fábrica de software e projetos
Situação: Nenhum dos projetos possui um
cronograma confiável. Além disso, o cliente muda de
idéia toda hora, solicitando alterações direto para os
desenvolvedores. Sem contar outros problemas.
MPS.BR
Estudo de Caso
Diagnóstico
 Não existe forma de estimar o tamanho, esforço e
nem o custo dos projetos;
 O cliente não se compromete com o planejado,
pois nada é planejado, simplesmente realizamos
uma reunião entre desenvolvedor e cliente e
“saímos fazendo”;
 Os riscos não são levantados,
consequentemente não temos gestão de riscos.
MPS.BR
Estudo de Caso
Diagnóstico
 O monitoramento é feito em conversas de
corredor, o humor do cliente conta muito nas ações
que serão tomadas;
 Os desenvolvedores trocam muitas idéias entre
si, mas as lições aprendidas não são registradas.
MPS.BR
Estudo de Caso
Ou seja, não existe processo
MPS.BR
Estudo de Caso
A empresa não investe em processos de melhoria
e mais da metade dos projetos são entregues
com atraso.
MPS.BR
Estudo de Caso
Implementação do nível G foca em:
 O Planejamento e o Monitoramento dos Projetos.
 Escopo do trabalho para o projeto é definido;
 Tarefas e produtos do Projeto são dimensionados
utilizando métodos apropriados.
 Contempla a Gerência de Requisitos.
 Mudança nos requisitos são gerenciados ao
longo do Projeto;
 Os requisitos de software são aprovados
utilizando critérios objetivos.
MPS.BR
Estudo de Caso
Resultados da Implementação do nível G
 Padronizar Plano de Projeto;
 Utilizar dados do mercado para definir esforço,
elaboração, desenvolvimento, implantação.
 Realizar reuniões com o cliente para
entendimento e aprovação dos requisitos;
 Gerenciar os requisitos durante todo o ciclo de
vida, tratando as mudanças necessárias;
 Utilizar ferramenta para tratar a rastreabilidade.
MPS.BR
Estudo de Caso
Primeiros resultados
88%
12%
% de Projetos Concluídos
(prazo e custo)
Dentro
Fora
62%
38%
% de Projetos Concluídos
(prazo e custo)
Fora
Dentro
Antes do mps.Br
Depois do mps.Br
MPS.BR
Estudo de Caso
Itens positivos
 Consegue planejar seus projetos;
 Tem os recursos definidos, de acordo com o
projeto;
 Tempo para analisar novas tecnologias;
MPS.BR
Desafios para implementar
 O diagnóstico deve ser muito bem feito; Foto da
situação atual
 Saiba onde você deseja chegar
 Quais são as metas?
 “Por que estamos iniciando esta empreitada?”
 A iniciativa deve estar alinhada com a estratégia
da empresa
 Alguém “forte” na organização deve ser o
padrinho do projeto
 Normalmente envolve mudança cultural
 Traga o pessoal de RH para o projeto
 TODOS devem participar
Reflexão
“Falta de tempo é desculpa
daqueles que perdem tempo
por falta de métodos.”
Albert Einstein
Referências
Softex, MPS.BR - Melhoria de Processo do Software
Brasileiro – Guia Geral, Versão 1.2, Junho 2007.
Softex, MPS.BR - Melhoria de Processo do Software
Brasileiro – Guia de Avaliação, Versão 1.1, Junho
2007.
MPS.BR
FIM

Mps br final - mps

  • 1.
    O MODELO mps.Br EdvaldoBrito Cruz José Roberto
  • 2.
    Agenda Objetivo; Processo; MPS.Br – OPrograma; MPS.Br – O Modelo; MPS.Br – Níveis de Maturidade e Processos; MPS.Br – Vantagens; MPS.Br – Informações Complementares; MPS.Br – Estudo de Caso MPS.Br – Desafios para implementar
  • 3.
    Objetivo Apresentar o modelomps.Br e como ele pode colaborar com a melhoria dos processos de software em nossas empresas.
  • 4.
  • 5.
    Processo Definição: “Um conjunto deatividades interrelacionadas ou interativas, que transforma insumos (entradas) em produtos (saídas) [ABNT, 2001].”
  • 6.
  • 7.
    Processo Porque ele étão importante? Triângulo mágico... Escalável: reproduzir repetidamente em grande quantidade com grande ganho de PRODUTIVIDADE
  • 8.
    Processo Serve para:  CONHECERe institucionalizar o fluxo de trabalho;  Identificar oportunidade de melhoria;  Definir papéis e responsabilidades;  “Unir” pessoas e tecnologia;  Colocar a casa em ordem.
  • 9.
    Processo E as empresasque não possuem processos definidos?  As coisas simplesmente acontecem;  Sucesso ocorre por acaso;  Estouro de prazo;  Caos;  Dependência de pessoas
  • 10.
    Processo Jack Bauer. Oherói das empresas que não possuem processos.  Está sempre sob pressão;  Nunca tira férias;  Anda sempre estressado;  Nunca tem tempo para os amigos;  Nunca se diverte;  Sempre tem que trabalhar 24 horas direto;  Até consegue terminar o projeto, mas...
  • 11.
    Processo Como definir umprocesso para o desenvolvimento de software? É possível com o MPS.BR.
  • 12.
  • 13.
    MPS.BR O Programa O MPS.BRou Melhoria de Processos do Software Brasileiro, é simultaneamente um movimento para a melhoria e um modelo de qualidade de processo voltada para a realidade do mercado de pequenas e médias empresas de desenvolvimento de software no Brasil. Ele é baseado no CMMI, nas normas ISO/IEC 12207 e ISO/IEC 15504 e na realidade do mercado brasileiro.
  • 14.
  • 15.
    MPS.BR O Programa Motivação parao modelo  Níveis de Maturidade;  Custos da Avaliação alto (CMMI);  Custos adequados a realidade brasileira (MPS.BR);  Mudanças no Ambientes de Trabalho;  Necessidade de Padronização;  Foco no Cliente;  Motivação.
  • 16.
    MPS.BR O Programa Motivação parao modelo 1997 1999 2001 2003 Certificação ISO 9000 102 206 167 214 Avaliação CMM (total) 1 2 6 30 Nível 5 - - - - Nível 4 - - - 1 Nível 3 1 1 4 5 Nível 2 - 1 2 24
  • 17.
    MPS.BR O Programa SOFTEX (www.softex.br) Organizaçãoda Sociedade Civil de Interesse Público que visa aumentar a competitividade da indústria de software brasileira por meio de ações em três áreas:  Capacitação e Inovação  Mercado  Qualidade e Competitividade Coordena as ações de 22 Agentes SOFTEX, em 15 UF, com mais de 1.000 empresas associadas (cerca de 70% são micro e pequenas empresas).
  • 18.
    MPS.BR O Programa Estruturas deapoio: FCC (Fórum de Credenciamento e Controle)  Atua sobre Instituições Implementadoras (IIs) e avaliadoras (IAs);  Avaliar e atuar sobre o controle dos resultados obtidos pelo MPS.BR. ETM (Equipe Técnica do Modelo)  Atua sobre os aspectos técnicos do MR-MPS e MA-MPS
  • 19.
  • 20.
  • 21.
    MPS.BR O Modelo O modelotem o foco em processo como já mencionado e qualidade que podemos classicar:  Estabilidade  Funcionalidade  Interface intuitiva  Eficiência  Manutenção  Portabilidade
  • 22.
    MPS.BR O Modelo O programaMPS.BR está dividido em três (3) Modelos:  Modelo de Referência (MR-MPS),  Método de Avaliação (MA-MPS)  Modelo de Negócio (MN-MPS).
  • 23.
    MPS.BR O Modelo MPS.BR MODELO DE REFERÊNCIA (MR-MPS) MÉTODODE AVALIAÇÃO (MA-MPS) MODELO DE NEGÓCIO (MN-MPS) GUIA GERAL GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO GUIA DE AQUISIÇÃO GUIA DE AVALIAÇÃO DOCUMENTOS DO PROGRAMA
  • 24.
    MPS.BR O Modelo MPS.BR MODELO DE REFERÊNCIA (MR-MPS) MÉTODODE AVALIAÇÃO (MA-MPS) MODELO DE NEGÓCIO (MN-MPS) GUIA GERAL GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO GUIA DE AQUISIÇÃO GUIA DE AVALIAÇÃO DOCUMENTOS DO PROGRAMA
  • 25.
    MPS.BR O Modelo MR-MPS -Modelo de referência  Contém os requisitos que os processos das unidades organizacionais devem atender para estar em conformidade com o MR-MPS;  Contém as definições dos níveis de maturidade, processos e atributos do processo.
  • 26.
    MPS.BR O Modelo Guia Geral Contém a descrição geral do MPS.BR e detalha o Modelo de Referência (MR-MPS), seus componentes e as definições comuns necessárias para seu entendimento e aplicação.
  • 27.
    MPS.BR O Modelo Guia deAquisição  Descreve um processo de aquisição de software e serviços correlatos. É descrito como forma de apoiar as instituições que queiram adquirir produtos de software e serviços correlatos apoiando-se no MR-MPS.
  • 28.
    MPS.BR O Modelo Guia deImplementação  Composto de 7 partes, cada uma delas descrevendo como implementar um determinado nível do MR-MPS.
  • 29.
    MPS.BR O Modelo MR-MPS –São obtidos os resultados dos processos analisados, onde cada nível de maturação possui um número definido de capacidades a serem vistos. Níveis de Maturação AP 1.1 O processo é executado; AP 2.1 O processo é gerenciado; AP 2.2 Os produtos de trabalho do processo são gerenciados; AP 3.1 O processo é definido; AP 3.2 O processo está implementado; AP 4.1 O processo é medido; AP 4.2 O processo é controlado; AP 5.1 O processo é objeto de inovações; AP 5.2 O processo é otimizado continuamente.
  • 30.
    MPS.BR O Modelo MR-MPS –Níveis de Maturidade
  • 31.
    MPS.BR O Modelo MR-MPS –Níveis de Maturidade
  • 32.
    MPS.BR O Modelo Base técnicapara a definição do mps.Br  ISO/IEC 12207;  Ciclo de Vida de processos de software.  ISO/IEC 15504;  Avaliações de processos de software.  CMMI-DEV;  Modelo de maturidade mantido pelo Software Engineering Institute.
  • 33.
    MPS.BR O Modelo Pequeno comparativo CMMIMPS.BR Modelo internacional Modelo brasileiro Desenvolvido pelo Software Engineering Institute-SEI em 1992 Desenvolvido pela SOFTEX em 2003 Possui representação por estágios (5 níveis) e contínua (6 níveis) Possui representação em níveis (7 níveis) Custo mais elevado Custo acessível
  • 34.
  • 35.
    MPS.BR Níveis de Maturidadee Processos Estabelecem patamares de evolução de processos, caracterizando estágios de melhoria da implementação de processos na organização.
  • 36.
  • 37.
    MPS.BR Níveis de Maturidadee Processos Nível G – Parcialmente gerenciado Gerência de Projetos  Estabelecer e manter os planos que definem as atividades, recursos e responsabilidades dos projetos Gerência de Requisitos  Gerenciar os requisitos do produto e dos componentes do produto do projeto e identificar inconsistências entre os requisitos, os planos de projetos e os produtos de trabalho do projeto
  • 38.
    MPS.BR Níveis de Maturidadee Processos Nível A – Em otimização Não possui processos específicos Foca em:  Inovação e Implantação na Organização  Análise de Causas e Resolução
  • 39.
    MPS.BR Vantagens Modelo brasileiro  Aquestão do idioma influencia muito; 7 níveis de maturidade  Os resultados podem ser visualizados no “curto prazo”; Custo baixo  Comparado com o CMMI; Foca a realidade brasileira  Micros, pequenas e médias empresas; Participação da comunidade no desenvolvimento  Empresas, Instituições Acadêmicas; Conformidade com padrões estabelecidos  CMMI, ISO 12207 e ISO 15504
  • 40.
    MPS.BR Informações complementares Empresas certificadas2006-2008 Nível Maturidade A B C D E F G 2006 2 0 0 1 1 1 7 2007 1 0 0 0 1 12 41 2008 1 0 0 0 1 8 28 Total 4 0 0 1 3 21 76 Total de 105
  • 41.
    MPS.BR Informações complementares Empresas Brasileirascom avaliação mps.Br Nível Empresas A CPM BRAXIS/UNITECH – BA (válido até: 30.set.13) POLITEC – DF (válido até: 27.mai.12) STEFANINI – SP (válido até: 29.set.12) B Nenhuma empresa nível B C Domínio – CE (válido até: 26.mai.14) E-Governe – PR (válido até: 13.set.14) FÓTON – DF (válido até: 18.mai.13) Informal – RJ (válido até: 16.nov.14) MONTREAL – RJ (validade até 14.dez.13) D IMA – SP (válido até: 12.mai.12)
  • 42.
    MPS.BR Informações complementares Empresas Brasileirascom avaliação mps.Br Nível Empresas E FORMALIS – ES (validade até 14.dez.14) INFORMAL INFORMÁTICA – RJ (válido até: 19.mai.12) IVIA – CE (válido até: 19.nov.12) UNUN (INTEQ) – CE (válido até: 6.out.14) F Poligrah – SC (válido até: 14.jul.14) PROCENGE – PE (válido até: 05.fev.12) PROVIDER – PE (válido até: 26.mar.12) RCN – CE (válido até: 23.abr.12) G GESTEC – RN (validade até 03.out.13) NATALSOFT – RN (validade até 06.out.13) Nefrodata – MG (válido até: 9.ago.14) Neo-IT – SP (válido até: 12.set.14)
  • 43.
    MPS.BR Estudo de Caso Nomeda empresa: NATALSOFT – RN Nº de funcionários/colaboradores: ~70 Tipo: Fábrica de software e projetos Situação: Nenhum dos projetos possui um cronograma confiável. Além disso, o cliente muda de idéia toda hora, solicitando alterações direto para os desenvolvedores. Sem contar outros problemas.
  • 44.
    MPS.BR Estudo de Caso Diagnóstico Não existe forma de estimar o tamanho, esforço e nem o custo dos projetos;  O cliente não se compromete com o planejado, pois nada é planejado, simplesmente realizamos uma reunião entre desenvolvedor e cliente e “saímos fazendo”;  Os riscos não são levantados, consequentemente não temos gestão de riscos.
  • 45.
    MPS.BR Estudo de Caso Diagnóstico O monitoramento é feito em conversas de corredor, o humor do cliente conta muito nas ações que serão tomadas;  Os desenvolvedores trocam muitas idéias entre si, mas as lições aprendidas não são registradas.
  • 46.
    MPS.BR Estudo de Caso Ouseja, não existe processo
  • 47.
    MPS.BR Estudo de Caso Aempresa não investe em processos de melhoria e mais da metade dos projetos são entregues com atraso.
  • 48.
    MPS.BR Estudo de Caso Implementaçãodo nível G foca em:  O Planejamento e o Monitoramento dos Projetos.  Escopo do trabalho para o projeto é definido;  Tarefas e produtos do Projeto são dimensionados utilizando métodos apropriados.  Contempla a Gerência de Requisitos.  Mudança nos requisitos são gerenciados ao longo do Projeto;  Os requisitos de software são aprovados utilizando critérios objetivos.
  • 49.
    MPS.BR Estudo de Caso Resultadosda Implementação do nível G  Padronizar Plano de Projeto;  Utilizar dados do mercado para definir esforço, elaboração, desenvolvimento, implantação.  Realizar reuniões com o cliente para entendimento e aprovação dos requisitos;  Gerenciar os requisitos durante todo o ciclo de vida, tratando as mudanças necessárias;  Utilizar ferramenta para tratar a rastreabilidade.
  • 50.
    MPS.BR Estudo de Caso Primeirosresultados 88% 12% % de Projetos Concluídos (prazo e custo) Dentro Fora 62% 38% % de Projetos Concluídos (prazo e custo) Fora Dentro Antes do mps.Br Depois do mps.Br
  • 51.
    MPS.BR Estudo de Caso Itenspositivos  Consegue planejar seus projetos;  Tem os recursos definidos, de acordo com o projeto;  Tempo para analisar novas tecnologias;
  • 52.
    MPS.BR Desafios para implementar O diagnóstico deve ser muito bem feito; Foto da situação atual  Saiba onde você deseja chegar  Quais são as metas?  “Por que estamos iniciando esta empreitada?”  A iniciativa deve estar alinhada com a estratégia da empresa  Alguém “forte” na organização deve ser o padrinho do projeto  Normalmente envolve mudança cultural  Traga o pessoal de RH para o projeto  TODOS devem participar
  • 53.
    Reflexão “Falta de tempoé desculpa daqueles que perdem tempo por falta de métodos.” Albert Einstein
  • 54.
    Referências Softex, MPS.BR -Melhoria de Processo do Software Brasileiro – Guia Geral, Versão 1.2, Junho 2007. Softex, MPS.BR - Melhoria de Processo do Software Brasileiro – Guia de Avaliação, Versão 1.1, Junho 2007.
  • 55.