SlideShare uma empresa Scribd logo
O Embate entre as correntes
liberais e os socialismos no
século XIX

Prof. Washington de Souza
#HistóriaNaVeia
Considerações iniciais
A ordem política europeia do século XIX, foi
deflagrada pelo Congresso de Viena (1814-1815), que
pretendia restaurar as forças absolutistas do
Antigo Regime.
Mas, diante dos resultados liberalizantes do
processo revolucionário francês, as determinações do
Congresso soou como como o “último suspiro”, o
“canto do cisne” da declinante hegemonia absolutista
na Europa.
Considerações iniciais
Culturalmente, o imaginário europeu desse
período foi fortemente influenciado pelo
Romantismo.
O Romantismo exaltava os sentimentos
humanos e a valorização da natureza diante da
emergência da sociedade industrial. Acabou
influenciando a estética revolucionária das
diferentes manifestações artísticas do século
XIX.
De Porto a Paris: a reação contra as
determinações do Congresso de Viena
No período que se estabelece entre o
Congresso de Viena (1815) e a eclosão da Primeira
Guerra Mundial (1914), a sociedade europeia
testemunhou diferentes manifestações sociais,
promovidas por variados grupos da sociedade:
o Burgueses;
o Nobres dissidentes;
o Campesinato;
o Proletariado urbano.
Revolução do Porto de 1820
Movimento encabeçado por grupos
progressistas influenciados pelos ideais liberais,
que livraram Portugal da dominação inglesa
(Lorde Beresford).
As chamadas Cortes Revolucionárias
exigiram o retorno imediato de D. João VI e
limitaram seu poder a uma constituição,
estabelecendo um governo liberal em Portugal.
Paris 1830
Embasado pelo Congresso de Viena, a
França voltou a ser governada pela dinastia
Bourbon. Luiz XVIII procurou atuar dentro dos
limites da constituição, mas a partir de sua
morte, seu irmão Carlos X, de tendência
ultrarrealista restaura o absolutismo na França.
Paris 1830
Com a vitória dos políticos liberais nas
eleições em 1830, Carlos X dissolveu a
Assembleia francesa, limitando o universo de
eleitores e suprimindo a liberdade de imprensa.

A reação
populares e
foram
provocando a
Carlos X.

das forças
burguesas
imediatas
queda de
Paris 1830
(UEL) Entre as décadas de 30 e 70 do século XIX, eclodiram diversos
movimentos revolucionários que provocaram diversas transformações nas
nações da Europa Ocidental.
Assinale a opção que apresenta corretamente um desses movimentos.
a) A Revolução de 1830, na França, foi motivada por ideias liberais e
nacionalistas que se opunham aos objetivos restauradores do Congresso de
Viena.
b) A Revolução de 1848, na Itália, foi um movimento que pregava a
descentralização republicana, provocando a queda da monarquia italiana.
c) A Revolução de 1848, na Confederação Germânica, foi provocada pelos
ideais da restauração monárquica, propondo a unificação alemã sob a Casa Real
austríaca.
d) A Revolução de 1848, na França, proclamou o Segundo Império, instituindo
uma política de nacionalidades ligada ao Congresso de Viena.
e) A Comuna de Paris, em 1871, caracterizou-se por ser um movimento liberal e
burguês que criou uma experiência de autogestão democrática, apoiada pelo
governo republicano francês.
(UEL) Entre as décadas de 30 e 70 do século XIX, eclodiram diversos
movimentos revolucionários que provocaram diversas transformações nas
nações da Europa Ocidental.
Assinale a opção que apresenta corretamente um desses movimentos.
a) A Revolução de 1830, na França, foi motivada por ideias liberais e
nacionalistas que se opunham aos objetivos restauradores do Congresso de
Viena.
b) A Revolução de 1848, na Itália, foi um movimento que pregava a
descentralização republicana, provocando a queda da monarquia italiana.
c) A Revolução de 1848, na Confederação Germânica, foi provocada pelos
ideais da restauração monárquica, propondo a unificação alemã sob a Casa Real
austríaca.
d) A Revolução de 1848, na França, proclamou o Segundo Império, instituindo
uma política de nacionalidades ligada ao Congresso de Viena.
e) A Comuna de Paris, em 1871, caracterizou-se por ser um movimento liberal e
burguês que criou uma experiência de autogestão democrática, apoiada pelo
governo republicano francês.
Do Ludismo ao Anarquismo: a força
das utopias transformadoras.
O cenário a partir do qual se desenvolveu esses
movimentos:
O processo de industrialização iniciado na
Inglaterra no século XVIII, fortaleceu o poder econômico
e político da classe burguesa.
Mas, o mesmo processo impôs condições
desumanas de trabalho a classe operária:
o Longas jornadas de trabalho;
o Baixos salários;
o Péssimas condições de moradia;
o Exploração do trabalho feminino e infantil.
(ENEM) A Inglaterra pedia lucros e recebia lucros, Tudo se transformava em lucro. As
cidades tinham sua sujeira lucrativa, suas favelas lucrativas, sua fumaça lucrativa, sua
desordem lucrativa, sua ignorância lucrativa, seu desespero lucrativo. As novas fábricas e
os novos altos-fornos eram como as Pirâmides, mostrando mais a escravização do homem
que seu poder. DEANE, P. A Revolução Industrial. Rio de Janeiro: Zahar, 1979
(adaptado).
Qual relação é estabelecida no texto entre os avanços tecnológicos ocorridos no
contexto da Revolução Industrial Inglesa e as características das cidades industriais
no início do século XIX?
a) A facilidade em se estabelecerem relações lucrativas transformava as cidades em espaços
privilegiados para a livre iniciativa, característica da nova sociedade capitalista.
b) O desenvolvimento de métodos de planejamento urbano aumentava a eficiência do
trabalho industrial.
c) A construção de núcleos urbanos integrados por meios de transporte facilitava o
deslocamento dos trabalhadores das periferias até as fábricas.
d) A grandiosidade dos prédios onde se localizavam as fábricas revelava os avanços da
engenharia e da arquitetura do período, transformando as cidades em locais de
experimentação estética e artística.
e) O alto nível de exploração dos trabalhadores industriais ocasionava o surgimento de
aglomerados urbanos marcados por péssimas condições de moradia, saúde e higiene.
(ENEM) A Inglaterra pedia lucros e recebia lucros, Tudo se transformava em lucro. As
cidades tinham sua sujeira lucrativa, suas favelas lucrativas, sua fumaça lucrativa, sua
desordem lucrativa, sua ignorância lucrativa, seu desespero lucrativo. As novas fábricas e
os novos altos-fornos eram como as Pirâmides, mostrando mais a escravização do homem
que seu poder. DEANE, P. A Revolução Industrial. Rio de Janeiro: Zahar, 1979
(adaptado).
Qual relação é estabelecida no texto entre os avanços tecnológicos ocorridos no
contexto da Revolução Industrial Inglesa e as características das cidades industriais
no início do século XIX?
a) A facilidade em se estabelecerem relações lucrativas transformava as cidades em espaços
privilegiados para a livre iniciativa, característica da nova sociedade capitalista.
b) O desenvolvimento de métodos de planejamento urbano aumentava a eficiência do
trabalho industrial.
c) A construção de núcleos urbanos integrados por meios de transporte facilitava o
deslocamento dos trabalhadores das periferias até as fábricas.
d) A grandiosidade dos prédios onde se localizavam as fábricas revelava os avanços da
engenharia e da arquitetura do período, transformando as cidades em locais de
experimentação estética e artística.
e) O alto nível de exploração dos trabalhadores industriais ocasionava o surgimento de
aglomerados urbanos marcados por péssimas condições de moradia, saúde e higiene.
Industrialização e suas consequências
Industrialização e suas consequências
Ludismo
O Ludismo surgiu na Inglaterra no final do
século XVIII, foi o primeiro movimento operário
organizado. Teria sido inspirado no “lendário”
cidadão Ned Ludham, que insatisfeito com as
condições de trabalho, defendeu a destruição do
maquinário da fábrica onde trabalhava.
Karl Marx caracterizou o movimento como
ingênuo e romântico. (Por quê?).
Ludismo
Cartismo
Esse movimento da classe operária tem sua origem na carta
redigida por William Lovett e Feargus O’Connor, em 1838, a
chamada “Carta do Povo”, na qual estavam registradas as
reivindicações que os participantes do movimento desejavam ver
implementadas.
A carta continha as seguintes exigências:
• Sufrágio (voto) universal;
• voto secreto;
• pagamento aos membros aos deputados à câmara dos comuns;
• reeleição anual do parlamento;
• Fim do censo;
• Igualdade dos direitos eleitorais.
Cartismo
O movimento Cartista procurou sem
sucesso, entre 1838 e 1850, pressionar o
Parlamento
no
atendimento
de
suas
reivindicações.
Somente a partir do final da década de
1860, com exceção da proposta de reeleição do
parlamento, as reivindicações foram atendidas.
Ludismo e Cartismo
As doutrinas operárias
O socialismo e o anarquismo caracterizamse pela crítica ao sistema capitalista, defendendo
a construção de uma sociedade igualitária
estabelecida com base na supressão da
propriedade privada dos meios de produção e da
extinção da divisão social.
Os precursores da doutrina socialista
Na década de 1830, surgiram na Europa
pensadores políticos associados a classe burguesa,
que idealizavam uma sociedade fundamentada no
voluntarismo e na generosidade. Propunham uma
política patronal de caráter assistencialista.
Apesar do mérito de pensadores como
Fourier, Owen e Saint-Simon, os trabalhos destes
foram rotulados como “Socialismo Utópico”, por
Karl Marx.
Os precursores da doutrina socialista
Louis Blanc e Pierre Prouhon foram
defensores da criação de cooperativas
patrocinadas pelo Estado e bancos que
emprestassem dinheiro sem juros aos
trabalhadores.
Proudhon também defendia a substituição
do Estado por uma república de pequenos
proprietários. O pensamento deste influenciará
mais tarde o ideário anarquista.
O socialismo marxista
Entre 1846 e 1848, a ordem capitalista viu-se
diante de uma crise no setor econômico e uma
prolongada seca que atingiu a produção agrícola.
Foi a partir dessa conjuntura que Karl Marx e
Friedrich Engels, publicaram O Manifesto
Comunista (1848), no qual convoca a união da
classe trabalhadora em torno da ação revolucionária
contra a ordem capitalista vigente, para desta forma
promover a construção de uma sociedade igualitária.
O socialismo marxista
Para os ideólogos do socialismo marxista, a
luta de classes é um elemento intrínseco ao
processo evolutivo da sociedade humana.
Marx e Engels percebiam a “luta de
classes” como um agente dialético, por meio do
qual a sociedade humana, gradualmente,
acessaria o estágio da riqueza igualitária.
O socialismo marxista
“A história de todas as sociedades que existiram até
nossos dias tem sido a história das lutas da classes.
Homem livre e escravo, patrício e plebeu, senhor e
servo, mestre de corporação e oficial, numa palavra,
opressores e oprimidos, em constante oposição, têm
vivido numa guerra ininterrupta, ora franca, ora
disfarçada, uma guerra que terminou sempre, ou por
uma transformação evolucionária da sociedade
inteira, ou pela destruição das suas classes em luta”.
(Manifesto do Partido Comunista. In: K. Marx e F. Engels. Obras
escolhidas. Rio de Janeiro: Vitória, 1961. p. 26-29. (Fragmento).
Eclosões revolucionárias
A expressão “Primavera dos Povos”,
utilizada para definir a conjuntura europeia no
ano de 1848, corresponde a um conjunto de
manifestações sociais caracterizadas pela
diversidade de propostas ideológicas.
o Liberalismo;
o Socialismo;
o Nacionalismo.
(FUVEST) Quase toda a Europa Ocidental e Central foi
sacudida, em 1848, por uma onda de revoluções que se
caracterizaram por misturar motivos e projetos políticos
diferenciados-liberalismo, democracia e socialismo.
Elas também foram marcadas por uma atmosfera
intelectual e um sentimento ideológico comuns. Tratase, no caso destes últimos, do:
a) realismo e internacionalismo.
b) romantismo e nacionalismo.
c) romantismo e corporativismo.
d) realismo e nacionalismo.
e) modernismo e internacionalismo.
(FUVEST) Quase toda a Europa Ocidental e Central foi
sacudida, em 1848, por uma onda de revoluções que se
caracterizaram por misturar motivos e projetos políticos
diferenciados-liberalismo, democracia e socialismo.
Elas também foram marcadas por uma atmosfera
intelectual e um sentimento ideológico comuns. Tratase, no caso destes últimos, do:
a) realismo e internacionalismo.
b) romantismo e nacionalismo.
c) romantismo e corporativismo.
d) realismo e nacionalismo.
e) modernismo e internacionalismo.
(PUC CAMP) No contexto histórico da geração de 1848, a
França tornou-se palco inicial e de expansão de revoltas em
toda a Europa que enfraqueceram definitivamente os
movimentos:
a) liberais, que ganhavam força política com a restauração dos
Estados Absolutistas.
b) socialistas, que pregavam o fim da propriedade privada e da
sociedade sem classes.
c) nacionalistas, que procuravam enfraquecer a política
intervencionista da Santa Aliança.
d) conservadores, que procuravam restaurar o Antigo Regime
desde o Congresso de Viena.
e) anarquistas, que defendiam o fim do poder político e o
domínio superior do ideal humanista.
(PUC CAMP) No contexto histórico da geração de 1848, a
França tornou-se palco inicial e de expansão de revoltas em
toda a Europa que enfraqueceram definitivamente os
movimentos:
a) liberais, que ganhavam força política com a restauração dos
Estados Absolutistas.
b) socialistas, que pregavam o fim da propriedade privada e da
sociedade sem classes.
c) nacionalistas, que procuravam enfraquecer a política
intervencionista da Santa Aliança.
d) conservadores, que procuravam restaurar o Antigo Regime
desde o Congresso de Viena.
e) anarquistas, que defendiam o fim do poder político e o
domínio superior do ideal humanista.
Eclosões revolucionárias:
França 1848
Catolicismo social
O cenário de desigualdade social e de exploração
contra o proletariado industrial estimulou a Igreja
Católica, no final do século XIX, a manifestar a sua
opinião em relação à ordem capitalista vigente. A Igreja
estava preocupada com a questão social.
A Carta Encíclica Rerum Novarum (“Das coisas
novas”) do papa Leão XIII, criticou os abusos da
exploração capitalista. As críticas se caracterizam por:
o Não admitir as ideias socialistas;
o Necessidade da harmonia entre patrões e empregados;
o Busca da dignidade humana;
o Promoção da justiça social.
Anarquismo
O pensamento anarquista inspirou-se, inicialmente,
nos pressupostos de William Godwin (1756-1836), que
criticava as diferentes formas de autoridade, defendia o
exercício pleno da liberdade e a extinção da propriedade
privada.

Principais defensores do anarquismo:
Mikhail Bakunin;
Leon Tolstoi;
Peter Kropotsky;
Enrico Malatesta.
Anarquismo
O pensamento anarquista propunha a total
destruição da ordem capitalista e a supressão de
todas as formas de governo, de autoridade e
poder.
O anarquismo propunha uma sociedade
igualitária, sem fase intermediária (socialismo),
como defendia os marxistas.
Anarquismo
Internacionais socialistas
 Tinham o objetivo de organizar politicamente as
classe operária.
Primeira AIT (Londres: 1864-1876)
Não conseguiu definir um programa de ação
comum, devido as divergências entre socialistas
(seguidores de Marx) e os anarquistas (seguidores
de Bakunin). Os anarquistas acabaram expulsos.
Durante os trabalhos da Primeira AIT, eclodiu
na França o movimento definido como Comuna de
Paris.
Internacionais socialistas
Segunda AIT (Paris: 1889-1914)
Organizada pelo movimento sindical
francês, por iniciativa de Frederich Engels.
Defendia a tese revisionista, que consistia
num socialismo reformista e não mais
revolucionário, ou seja, defendia a aliança da
esquerda com setores progressistas da burguesia.
Internacionais socialistas
Terceira AIT (Moscou: 1918-1935)
Nesta Lênin defendeu a criação de Partidos
Comunistas nacionais, que pudessem promover a
ação revolucionária socialista, pois era contrário
a Social – Democracia (que defendia o
reformismo).
Como desdobramento foram criados:
Criação do PCC (Partido Comunista Chinês); e o
do PCB (Partido Comunista Brasileiro).
Internacionais socialistas
Quarta internacional (México: 1938-1953)
Organizada por Trotsky criticava o
burocratismo do regime soviético.
Trotsky foi vítima de perseguição pelo
governo de Stálin.
Nacionalismos: a autodeterminação
dos povos
• Movimentos nacionais expressam a reação a
dominação estrangeira;
• Forte desenvolvimento industrial em regiões
germânicas e italianas;
• Arte, música e literatura são usados como
elementos para formação do Estado.
Unificação da Itália
• A Unificação Italiana foi conduzida pelo Reino
Sardo – Piemontês;
• O Império Austríaco dominava boa parte da
região, havia um Estado Pontifício e as Duas
Sicilias dominado pelos Bourbons da França;
• Sociedade Secreta dos Carbonários;
• O Resorgimento e o Conde Cavour;
• Os Camisas Vermelhas e Garibaldi.
Unificação da Alemanha
• A Unificação Alemã foi conduzida pela
Prússia;
• Otto Von Bismark primeiro-ministro;
• A Zollverein;
• A Prússia derrota a Áustria na Guerra das Sete
Semanas;
• Com a vitória na Guerra Franco-Prussiana,
nasce o II Reich sob a liderança do Kaiser
Guilherme.
Unificações italiana e alemã
Considerações Finais
Ao longo do século XIX, observamos além
das disputas entre diversos grupos sociais, como
burguesia e proletariado, também ressaltamos
que essas disputas foram em muitos momentos
influenciadas por diferentes correntes de
pensamentos, como o LIBERALISMO e os
diferentes SOCIALISMOS.
Estudo Dirigido
Pág. 24-29.
1. Qual o grande objetivo das internacionais
comunistas?
2. Faça um comentário sobre a Terceira
Internacional.
3. Caracterize a autodeterminação dos povos.
4. Faça um comentário sobre a Unificação da
Alemanha.
5. Faça um comentário sobre a Unificação da
Itália.
Referências
• http://www.telecurso.org.br/historia-2/
• http://www.youtube.com/watch?v=7reifQomevI
• Livro didático de História 3º ano – Ensino Médio.
Rede Pitágoras. Livro 1.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Expansão territorial
Expansão territorialExpansão territorial
Expansão territorial
Edenilson Morais
 
o primeiro reinado (1822-1831)
o primeiro reinado (1822-1831)o primeiro reinado (1822-1831)
o primeiro reinado (1822-1831)
Colégio Basic e Colégio Imperatrice
 
3 brasil colônia completo
3 brasil colônia completo3 brasil colônia completo
3 brasil colônia completo
Kerol Brombal
 
Revolução francesa 8º
Revolução francesa 8ºRevolução francesa 8º
Revolução francesa 8º
Vagner Roberto
 
O Governo Eurico Dutra (1946
O Governo Eurico Dutra (1946O Governo Eurico Dutra (1946
O Governo Eurico Dutra (1946
Edenilson Morais
 
O império napoleônico
O império napoleônicoO império napoleônico
O império napoleônico
Edenilson Morais
 
Independência das Colônias Espanholas
Independência das Colônias EspanholasIndependência das Colônias Espanholas
Independência das Colônias Espanholas
Gmsantos23
 
Revoluções Liberais Séc XIX
Revoluções Liberais Séc XIXRevoluções Liberais Séc XIX
Revoluções Liberais Séc XIX
dmflores21
 
6 apresentação periodo joanino estagio
6  apresentação periodo joanino estagio6  apresentação periodo joanino estagio
6 apresentação periodo joanino estagio
aridu18
 
Primeira guerra mundial
Primeira guerra mundialPrimeira guerra mundial
Primeira guerra mundial
patriciacaralo
 
RevoluçãO Francesa
RevoluçãO FrancesaRevoluçãO Francesa
RevoluçãO Francesa
LianaSuzuki
 
Revolução Puritana
Revolução PuritanaRevolução Puritana
Revolução Puritana
Leonardo Caputo
 
Brasil expansão territorial
Brasil expansão territorialBrasil expansão territorial
A era napoleônica
A era napoleônicaA era napoleônica
A era napoleônica
Fatima Freitas
 
Independência dos EUA
Independência dos EUAIndependência dos EUA
Independência dos EUA
Portal do Vestibulando
 
Revolução Francesa - Daniel Silva
Revolução Francesa - Daniel SilvaRevolução Francesa - Daniel Silva
Revolução Francesa - Daniel Silva
Turma Olímpica
 
Brasil - Revoltas Coloniais
Brasil - Revoltas ColoniaisBrasil - Revoltas Coloniais
Brasil - Revoltas Coloniais
carlosbidu
 
A revolução liberal do porto
A revolução liberal do portoA revolução liberal do porto
A revolução liberal do porto
historiando
 
Revolução Russa
Revolução RussaRevolução Russa
Revolução Russa
Portal do Vestibulando
 
Segundo reinado
Segundo reinadoSegundo reinado
Segundo reinado
Fabiana Tonsis
 

Mais procurados (20)

Expansão territorial
Expansão territorialExpansão territorial
Expansão territorial
 
o primeiro reinado (1822-1831)
o primeiro reinado (1822-1831)o primeiro reinado (1822-1831)
o primeiro reinado (1822-1831)
 
3 brasil colônia completo
3 brasil colônia completo3 brasil colônia completo
3 brasil colônia completo
 
Revolução francesa 8º
Revolução francesa 8ºRevolução francesa 8º
Revolução francesa 8º
 
O Governo Eurico Dutra (1946
O Governo Eurico Dutra (1946O Governo Eurico Dutra (1946
O Governo Eurico Dutra (1946
 
O império napoleônico
O império napoleônicoO império napoleônico
O império napoleônico
 
Independência das Colônias Espanholas
Independência das Colônias EspanholasIndependência das Colônias Espanholas
Independência das Colônias Espanholas
 
Revoluções Liberais Séc XIX
Revoluções Liberais Séc XIXRevoluções Liberais Séc XIX
Revoluções Liberais Séc XIX
 
6 apresentação periodo joanino estagio
6  apresentação periodo joanino estagio6  apresentação periodo joanino estagio
6 apresentação periodo joanino estagio
 
Primeira guerra mundial
Primeira guerra mundialPrimeira guerra mundial
Primeira guerra mundial
 
RevoluçãO Francesa
RevoluçãO FrancesaRevoluçãO Francesa
RevoluçãO Francesa
 
Revolução Puritana
Revolução PuritanaRevolução Puritana
Revolução Puritana
 
Brasil expansão territorial
Brasil expansão territorialBrasil expansão territorial
Brasil expansão territorial
 
A era napoleônica
A era napoleônicaA era napoleônica
A era napoleônica
 
Independência dos EUA
Independência dos EUAIndependência dos EUA
Independência dos EUA
 
Revolução Francesa - Daniel Silva
Revolução Francesa - Daniel SilvaRevolução Francesa - Daniel Silva
Revolução Francesa - Daniel Silva
 
Brasil - Revoltas Coloniais
Brasil - Revoltas ColoniaisBrasil - Revoltas Coloniais
Brasil - Revoltas Coloniais
 
A revolução liberal do porto
A revolução liberal do portoA revolução liberal do porto
A revolução liberal do porto
 
Revolução Russa
Revolução RussaRevolução Russa
Revolução Russa
 
Segundo reinado
Segundo reinadoSegundo reinado
Segundo reinado
 

Destaque

Aula liberalismo
Aula liberalismoAula liberalismo
Aula liberalismo
Over Lane
 
Estado e mercado power point
Estado e mercado power pointEstado e mercado power point
Estado e mercado power point
saaah10
 
Taylorismo, fordismo e toyotismo 3 2
Taylorismo, fordismo e toyotismo 3 2Taylorismo, fordismo e toyotismo 3 2
Taylorismo, fordismo e toyotismo 3 2
edsonfgodoy
 
1 liberalismo e crise de 1929
1 liberalismo e crise de 19291 liberalismo e crise de 1929
1 liberalismo e crise de 1929
Fábio Ribeiro
 
Revolução russa 9 ano
Revolução russa 9 anoRevolução russa 9 ano
Revolução russa 9 ano
Geronimo barbosa Costa
 
Ferdinand de saussure
Ferdinand de saussureFerdinand de saussure
Ferdinand de saussure
Diana Barbosa
 
00 revolução russa – 9º ano sj
00 revolução russa – 9º ano sj00 revolução russa – 9º ano sj
00 revolução russa – 9º ano sj
Rafael Noronha
 
Colecao de mapas_conceituais
Colecao de mapas_conceituaisColecao de mapas_conceituais
Colecao de mapas_conceituais
claudia murta
 
Socialismo e revolução russa 9 ano
Socialismo e revolução russa 9 anoSocialismo e revolução russa 9 ano
Socialismo e revolução russa 9 ano
AEDFL
 
Da Rússia dos czares à Rússia dos sovietes
Da Rússia dos czares à Rússia dos sovietesDa Rússia dos czares à Rússia dos sovietes
Da Rússia dos czares à Rússia dos sovietes
João Camacho
 
Apresentação Revolução Russa
Apresentação Revolução RussaApresentação Revolução Russa
Apresentação Revolução Russa
marcosfm32
 
Fordismo
FordismoFordismo
Séc xix o mundo em transformação - socialismo - liberalismo
Séc xix   o mundo em transformação - socialismo - liberalismoSéc xix   o mundo em transformação - socialismo - liberalismo
Séc xix o mundo em transformação - socialismo - liberalismo
Douglas Barraqui
 
PPT - Revolução Russa de 1917
PPT - Revolução Russa de 1917PPT - Revolução Russa de 1917
PPT - Revolução Russa de 1917
josafaslima
 
Fordismo
FordismoFordismo
Fordismo
SuperaInf
 
Revolução Russa de 1917
Revolução Russa de 1917Revolução Russa de 1917
Revolução Russa de 1917
Valéria Shoujofan
 
Revolução russa slide
Revolução russa slideRevolução russa slide
Revolução russa slide
Isabel Aguiar
 
Taylorismo, fordismo e toyotismo 3 1
Taylorismo, fordismo e toyotismo 3 1Taylorismo, fordismo e toyotismo 3 1
Taylorismo, fordismo e toyotismo 3 1
edsonfgodoy
 
A RevoluçãO Russa De 1917
A  RevoluçãO  Russa De 1917A  RevoluçãO  Russa De 1917
A RevoluçãO Russa De 1917
guestd47650
 

Destaque (19)

Aula liberalismo
Aula liberalismoAula liberalismo
Aula liberalismo
 
Estado e mercado power point
Estado e mercado power pointEstado e mercado power point
Estado e mercado power point
 
Taylorismo, fordismo e toyotismo 3 2
Taylorismo, fordismo e toyotismo 3 2Taylorismo, fordismo e toyotismo 3 2
Taylorismo, fordismo e toyotismo 3 2
 
1 liberalismo e crise de 1929
1 liberalismo e crise de 19291 liberalismo e crise de 1929
1 liberalismo e crise de 1929
 
Revolução russa 9 ano
Revolução russa 9 anoRevolução russa 9 ano
Revolução russa 9 ano
 
Ferdinand de saussure
Ferdinand de saussureFerdinand de saussure
Ferdinand de saussure
 
00 revolução russa – 9º ano sj
00 revolução russa – 9º ano sj00 revolução russa – 9º ano sj
00 revolução russa – 9º ano sj
 
Colecao de mapas_conceituais
Colecao de mapas_conceituaisColecao de mapas_conceituais
Colecao de mapas_conceituais
 
Socialismo e revolução russa 9 ano
Socialismo e revolução russa 9 anoSocialismo e revolução russa 9 ano
Socialismo e revolução russa 9 ano
 
Da Rússia dos czares à Rússia dos sovietes
Da Rússia dos czares à Rússia dos sovietesDa Rússia dos czares à Rússia dos sovietes
Da Rússia dos czares à Rússia dos sovietes
 
Apresentação Revolução Russa
Apresentação Revolução RussaApresentação Revolução Russa
Apresentação Revolução Russa
 
Fordismo
FordismoFordismo
Fordismo
 
Séc xix o mundo em transformação - socialismo - liberalismo
Séc xix   o mundo em transformação - socialismo - liberalismoSéc xix   o mundo em transformação - socialismo - liberalismo
Séc xix o mundo em transformação - socialismo - liberalismo
 
PPT - Revolução Russa de 1917
PPT - Revolução Russa de 1917PPT - Revolução Russa de 1917
PPT - Revolução Russa de 1917
 
Fordismo
FordismoFordismo
Fordismo
 
Revolução Russa de 1917
Revolução Russa de 1917Revolução Russa de 1917
Revolução Russa de 1917
 
Revolução russa slide
Revolução russa slideRevolução russa slide
Revolução russa slide
 
Taylorismo, fordismo e toyotismo 3 1
Taylorismo, fordismo e toyotismo 3 1Taylorismo, fordismo e toyotismo 3 1
Taylorismo, fordismo e toyotismo 3 1
 
A RevoluçãO Russa De 1917
A  RevoluçãO  Russa De 1917A  RevoluçãO  Russa De 1917
A RevoluçãO Russa De 1917
 

Semelhante a O embate entre as correntes liberais e os socialismos no século XIX. http://blogdoprofessorwashington.blogspot.com.br/

Web aula1
Web aula1Web aula1
Web aula1
Jessica Silva
 
Unidade 8 burgueses proletários classes medias e camponeses
Unidade 8 burgueses proletários classes medias e camponesesUnidade 8 burgueses proletários classes medias e camponeses
Unidade 8 burgueses proletários classes medias e camponeses
Vítor Santos
 
O embate entre as correntes liberaias e os socialismos no século xix ppt
O embate entre as correntes liberaias e os socialismos no século xix pptO embate entre as correntes liberaias e os socialismos no século xix ppt
O embate entre as correntes liberaias e os socialismos no século xix ppt
AliceLani
 
Linha do tempo ciencias
Linha do tempo cienciasLinha do tempo ciencias
Linha do tempo ciencias
thilipe
 
Linha do tempo ciencias nf6 a
Linha do tempo ciencias nf6 aLinha do tempo ciencias nf6 a
Linha do tempo ciencias nf6 a
thilipe
 
A cultura da Gare - História da Cultura e das Artes
A cultura da Gare - História da Cultura e das ArtesA cultura da Gare - História da Cultura e das Artes
A cultura da Gare - História da Cultura e das Artes
João Couto
 
G2 capitalismo x socialismo 2
G2 capitalismo x socialismo 2G2 capitalismo x socialismo 2
G2 capitalismo x socialismo 2
Google
 
G2 capitalismo x socialismo 2
G2 capitalismo x socialismo 2G2 capitalismo x socialismo 2
G2 capitalismo x socialismo 2
Google
 
Capitalismo x socialismo
Capitalismo x socialismoCapitalismo x socialismo
Capitalismo x socialismo
Ana Selma Sena Santos
 
capitalismo-x-socialismo.ppt
capitalismo-x-socialismo.pptcapitalismo-x-socialismo.ppt
capitalismo-x-socialismo.ppt
Gabrielisilva8
 
G2 capitalismo x socialismo 2
G2 capitalismo x socialismo 2G2 capitalismo x socialismo 2
G2 capitalismo x socialismo 2
Google
 
G2 capitalismo x socialismo 2
G2 capitalismo x socialismo 2G2 capitalismo x socialismo 2
G2 capitalismo x socialismo 2
Google
 
Capitalismo socialismo fund 2.
Capitalismo  socialismo fund 2.Capitalismo  socialismo fund 2.
Capitalismo socialismo fund 2.
Camila Brito
 
Liberalismo e Socialismo no século XIX
Liberalismo e Socialismo no século XIXLiberalismo e Socialismo no século XIX
Liberalismo e Socialismo no século XIX
Edenilson Morais
 
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
Ana Barreiros
 
Revolução industrial slides blog
Revolução industrial  slides blogRevolução industrial  slides blog
Revolução industrial slides blog
Thays Vieira
 
Basicão – 3ºano século xix
Basicão – 3ºano   século xixBasicão – 3ºano   século xix
Basicão – 3ºano século xix
Rafael Noronha
 
Live int 07mai
Live int 07maiLive int 07mai
Live int 07mai
CarlosNazar1
 
Exercícios - história
Exercícios - históriaExercícios - história
Exercícios - história
Isabella Silva
 
Movimentos operários
Movimentos operáriosMovimentos operários
Movimentos operários
Jornal Ovale
 

Semelhante a O embate entre as correntes liberais e os socialismos no século XIX. http://blogdoprofessorwashington.blogspot.com.br/ (20)

Web aula1
Web aula1Web aula1
Web aula1
 
Unidade 8 burgueses proletários classes medias e camponeses
Unidade 8 burgueses proletários classes medias e camponesesUnidade 8 burgueses proletários classes medias e camponeses
Unidade 8 burgueses proletários classes medias e camponeses
 
O embate entre as correntes liberaias e os socialismos no século xix ppt
O embate entre as correntes liberaias e os socialismos no século xix pptO embate entre as correntes liberaias e os socialismos no século xix ppt
O embate entre as correntes liberaias e os socialismos no século xix ppt
 
Linha do tempo ciencias
Linha do tempo cienciasLinha do tempo ciencias
Linha do tempo ciencias
 
Linha do tempo ciencias nf6 a
Linha do tempo ciencias nf6 aLinha do tempo ciencias nf6 a
Linha do tempo ciencias nf6 a
 
A cultura da Gare - História da Cultura e das Artes
A cultura da Gare - História da Cultura e das ArtesA cultura da Gare - História da Cultura e das Artes
A cultura da Gare - História da Cultura e das Artes
 
G2 capitalismo x socialismo 2
G2 capitalismo x socialismo 2G2 capitalismo x socialismo 2
G2 capitalismo x socialismo 2
 
G2 capitalismo x socialismo 2
G2 capitalismo x socialismo 2G2 capitalismo x socialismo 2
G2 capitalismo x socialismo 2
 
Capitalismo x socialismo
Capitalismo x socialismoCapitalismo x socialismo
Capitalismo x socialismo
 
capitalismo-x-socialismo.ppt
capitalismo-x-socialismo.pptcapitalismo-x-socialismo.ppt
capitalismo-x-socialismo.ppt
 
G2 capitalismo x socialismo 2
G2 capitalismo x socialismo 2G2 capitalismo x socialismo 2
G2 capitalismo x socialismo 2
 
G2 capitalismo x socialismo 2
G2 capitalismo x socialismo 2G2 capitalismo x socialismo 2
G2 capitalismo x socialismo 2
 
Capitalismo socialismo fund 2.
Capitalismo  socialismo fund 2.Capitalismo  socialismo fund 2.
Capitalismo socialismo fund 2.
 
Liberalismo e Socialismo no século XIX
Liberalismo e Socialismo no século XIXLiberalismo e Socialismo no século XIX
Liberalismo e Socialismo no século XIX
 
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
Ficha formativa "A Cultura da Gare 1"
 
Revolução industrial slides blog
Revolução industrial  slides blogRevolução industrial  slides blog
Revolução industrial slides blog
 
Basicão – 3ºano século xix
Basicão – 3ºano   século xixBasicão – 3ºano   século xix
Basicão – 3ºano século xix
 
Live int 07mai
Live int 07maiLive int 07mai
Live int 07mai
 
Exercícios - história
Exercícios - históriaExercícios - história
Exercícios - história
 
Movimentos operários
Movimentos operáriosMovimentos operários
Movimentos operários
 

Último

epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
MarceloMonteiro213738
 
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.pptLeis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
PatriciaZanoli
 
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
LEANDROSPANHOL1
 
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números RacionaisPotenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
wagnermorais28
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
joseanesouza36
 
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sonsAula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Érika Rufo
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
profesfrancleite
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
HisrelBlog
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
SILVIAREGINANAZARECA
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
mamaeieby
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
livrosjovert
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
WelberMerlinCardoso
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
Pastor Robson Colaço
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
AurelianoFerreirades2
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Professor Belinaso
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
AmiltonAparecido1
 

Último (20)

epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
 
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.pptLeis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
 
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
 
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números RacionaisPotenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
 
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sonsAula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
 

O embate entre as correntes liberais e os socialismos no século XIX. http://blogdoprofessorwashington.blogspot.com.br/

  • 1. O Embate entre as correntes liberais e os socialismos no século XIX Prof. Washington de Souza #HistóriaNaVeia
  • 2. Considerações iniciais A ordem política europeia do século XIX, foi deflagrada pelo Congresso de Viena (1814-1815), que pretendia restaurar as forças absolutistas do Antigo Regime. Mas, diante dos resultados liberalizantes do processo revolucionário francês, as determinações do Congresso soou como como o “último suspiro”, o “canto do cisne” da declinante hegemonia absolutista na Europa.
  • 3. Considerações iniciais Culturalmente, o imaginário europeu desse período foi fortemente influenciado pelo Romantismo. O Romantismo exaltava os sentimentos humanos e a valorização da natureza diante da emergência da sociedade industrial. Acabou influenciando a estética revolucionária das diferentes manifestações artísticas do século XIX.
  • 4. De Porto a Paris: a reação contra as determinações do Congresso de Viena No período que se estabelece entre o Congresso de Viena (1815) e a eclosão da Primeira Guerra Mundial (1914), a sociedade europeia testemunhou diferentes manifestações sociais, promovidas por variados grupos da sociedade: o Burgueses; o Nobres dissidentes; o Campesinato; o Proletariado urbano.
  • 5. Revolução do Porto de 1820 Movimento encabeçado por grupos progressistas influenciados pelos ideais liberais, que livraram Portugal da dominação inglesa (Lorde Beresford). As chamadas Cortes Revolucionárias exigiram o retorno imediato de D. João VI e limitaram seu poder a uma constituição, estabelecendo um governo liberal em Portugal.
  • 6. Paris 1830 Embasado pelo Congresso de Viena, a França voltou a ser governada pela dinastia Bourbon. Luiz XVIII procurou atuar dentro dos limites da constituição, mas a partir de sua morte, seu irmão Carlos X, de tendência ultrarrealista restaura o absolutismo na França.
  • 7. Paris 1830 Com a vitória dos políticos liberais nas eleições em 1830, Carlos X dissolveu a Assembleia francesa, limitando o universo de eleitores e suprimindo a liberdade de imprensa. A reação populares e foram provocando a Carlos X. das forças burguesas imediatas queda de
  • 9. (UEL) Entre as décadas de 30 e 70 do século XIX, eclodiram diversos movimentos revolucionários que provocaram diversas transformações nas nações da Europa Ocidental. Assinale a opção que apresenta corretamente um desses movimentos. a) A Revolução de 1830, na França, foi motivada por ideias liberais e nacionalistas que se opunham aos objetivos restauradores do Congresso de Viena. b) A Revolução de 1848, na Itália, foi um movimento que pregava a descentralização republicana, provocando a queda da monarquia italiana. c) A Revolução de 1848, na Confederação Germânica, foi provocada pelos ideais da restauração monárquica, propondo a unificação alemã sob a Casa Real austríaca. d) A Revolução de 1848, na França, proclamou o Segundo Império, instituindo uma política de nacionalidades ligada ao Congresso de Viena. e) A Comuna de Paris, em 1871, caracterizou-se por ser um movimento liberal e burguês que criou uma experiência de autogestão democrática, apoiada pelo governo republicano francês.
  • 10. (UEL) Entre as décadas de 30 e 70 do século XIX, eclodiram diversos movimentos revolucionários que provocaram diversas transformações nas nações da Europa Ocidental. Assinale a opção que apresenta corretamente um desses movimentos. a) A Revolução de 1830, na França, foi motivada por ideias liberais e nacionalistas que se opunham aos objetivos restauradores do Congresso de Viena. b) A Revolução de 1848, na Itália, foi um movimento que pregava a descentralização republicana, provocando a queda da monarquia italiana. c) A Revolução de 1848, na Confederação Germânica, foi provocada pelos ideais da restauração monárquica, propondo a unificação alemã sob a Casa Real austríaca. d) A Revolução de 1848, na França, proclamou o Segundo Império, instituindo uma política de nacionalidades ligada ao Congresso de Viena. e) A Comuna de Paris, em 1871, caracterizou-se por ser um movimento liberal e burguês que criou uma experiência de autogestão democrática, apoiada pelo governo republicano francês.
  • 11. Do Ludismo ao Anarquismo: a força das utopias transformadoras. O cenário a partir do qual se desenvolveu esses movimentos: O processo de industrialização iniciado na Inglaterra no século XVIII, fortaleceu o poder econômico e político da classe burguesa. Mas, o mesmo processo impôs condições desumanas de trabalho a classe operária: o Longas jornadas de trabalho; o Baixos salários; o Péssimas condições de moradia; o Exploração do trabalho feminino e infantil.
  • 12. (ENEM) A Inglaterra pedia lucros e recebia lucros, Tudo se transformava em lucro. As cidades tinham sua sujeira lucrativa, suas favelas lucrativas, sua fumaça lucrativa, sua desordem lucrativa, sua ignorância lucrativa, seu desespero lucrativo. As novas fábricas e os novos altos-fornos eram como as Pirâmides, mostrando mais a escravização do homem que seu poder. DEANE, P. A Revolução Industrial. Rio de Janeiro: Zahar, 1979 (adaptado). Qual relação é estabelecida no texto entre os avanços tecnológicos ocorridos no contexto da Revolução Industrial Inglesa e as características das cidades industriais no início do século XIX? a) A facilidade em se estabelecerem relações lucrativas transformava as cidades em espaços privilegiados para a livre iniciativa, característica da nova sociedade capitalista. b) O desenvolvimento de métodos de planejamento urbano aumentava a eficiência do trabalho industrial. c) A construção de núcleos urbanos integrados por meios de transporte facilitava o deslocamento dos trabalhadores das periferias até as fábricas. d) A grandiosidade dos prédios onde se localizavam as fábricas revelava os avanços da engenharia e da arquitetura do período, transformando as cidades em locais de experimentação estética e artística. e) O alto nível de exploração dos trabalhadores industriais ocasionava o surgimento de aglomerados urbanos marcados por péssimas condições de moradia, saúde e higiene.
  • 13. (ENEM) A Inglaterra pedia lucros e recebia lucros, Tudo se transformava em lucro. As cidades tinham sua sujeira lucrativa, suas favelas lucrativas, sua fumaça lucrativa, sua desordem lucrativa, sua ignorância lucrativa, seu desespero lucrativo. As novas fábricas e os novos altos-fornos eram como as Pirâmides, mostrando mais a escravização do homem que seu poder. DEANE, P. A Revolução Industrial. Rio de Janeiro: Zahar, 1979 (adaptado). Qual relação é estabelecida no texto entre os avanços tecnológicos ocorridos no contexto da Revolução Industrial Inglesa e as características das cidades industriais no início do século XIX? a) A facilidade em se estabelecerem relações lucrativas transformava as cidades em espaços privilegiados para a livre iniciativa, característica da nova sociedade capitalista. b) O desenvolvimento de métodos de planejamento urbano aumentava a eficiência do trabalho industrial. c) A construção de núcleos urbanos integrados por meios de transporte facilitava o deslocamento dos trabalhadores das periferias até as fábricas. d) A grandiosidade dos prédios onde se localizavam as fábricas revelava os avanços da engenharia e da arquitetura do período, transformando as cidades em locais de experimentação estética e artística. e) O alto nível de exploração dos trabalhadores industriais ocasionava o surgimento de aglomerados urbanos marcados por péssimas condições de moradia, saúde e higiene.
  • 14. Industrialização e suas consequências
  • 15. Industrialização e suas consequências
  • 16. Ludismo O Ludismo surgiu na Inglaterra no final do século XVIII, foi o primeiro movimento operário organizado. Teria sido inspirado no “lendário” cidadão Ned Ludham, que insatisfeito com as condições de trabalho, defendeu a destruição do maquinário da fábrica onde trabalhava. Karl Marx caracterizou o movimento como ingênuo e romântico. (Por quê?).
  • 18. Cartismo Esse movimento da classe operária tem sua origem na carta redigida por William Lovett e Feargus O’Connor, em 1838, a chamada “Carta do Povo”, na qual estavam registradas as reivindicações que os participantes do movimento desejavam ver implementadas. A carta continha as seguintes exigências: • Sufrágio (voto) universal; • voto secreto; • pagamento aos membros aos deputados à câmara dos comuns; • reeleição anual do parlamento; • Fim do censo; • Igualdade dos direitos eleitorais.
  • 19. Cartismo O movimento Cartista procurou sem sucesso, entre 1838 e 1850, pressionar o Parlamento no atendimento de suas reivindicações. Somente a partir do final da década de 1860, com exceção da proposta de reeleição do parlamento, as reivindicações foram atendidas.
  • 21. As doutrinas operárias O socialismo e o anarquismo caracterizamse pela crítica ao sistema capitalista, defendendo a construção de uma sociedade igualitária estabelecida com base na supressão da propriedade privada dos meios de produção e da extinção da divisão social.
  • 22. Os precursores da doutrina socialista Na década de 1830, surgiram na Europa pensadores políticos associados a classe burguesa, que idealizavam uma sociedade fundamentada no voluntarismo e na generosidade. Propunham uma política patronal de caráter assistencialista. Apesar do mérito de pensadores como Fourier, Owen e Saint-Simon, os trabalhos destes foram rotulados como “Socialismo Utópico”, por Karl Marx.
  • 23. Os precursores da doutrina socialista Louis Blanc e Pierre Prouhon foram defensores da criação de cooperativas patrocinadas pelo Estado e bancos que emprestassem dinheiro sem juros aos trabalhadores. Proudhon também defendia a substituição do Estado por uma república de pequenos proprietários. O pensamento deste influenciará mais tarde o ideário anarquista.
  • 24. O socialismo marxista Entre 1846 e 1848, a ordem capitalista viu-se diante de uma crise no setor econômico e uma prolongada seca que atingiu a produção agrícola. Foi a partir dessa conjuntura que Karl Marx e Friedrich Engels, publicaram O Manifesto Comunista (1848), no qual convoca a união da classe trabalhadora em torno da ação revolucionária contra a ordem capitalista vigente, para desta forma promover a construção de uma sociedade igualitária.
  • 25. O socialismo marxista Para os ideólogos do socialismo marxista, a luta de classes é um elemento intrínseco ao processo evolutivo da sociedade humana. Marx e Engels percebiam a “luta de classes” como um agente dialético, por meio do qual a sociedade humana, gradualmente, acessaria o estágio da riqueza igualitária.
  • 26. O socialismo marxista “A história de todas as sociedades que existiram até nossos dias tem sido a história das lutas da classes. Homem livre e escravo, patrício e plebeu, senhor e servo, mestre de corporação e oficial, numa palavra, opressores e oprimidos, em constante oposição, têm vivido numa guerra ininterrupta, ora franca, ora disfarçada, uma guerra que terminou sempre, ou por uma transformação evolucionária da sociedade inteira, ou pela destruição das suas classes em luta”. (Manifesto do Partido Comunista. In: K. Marx e F. Engels. Obras escolhidas. Rio de Janeiro: Vitória, 1961. p. 26-29. (Fragmento).
  • 27. Eclosões revolucionárias A expressão “Primavera dos Povos”, utilizada para definir a conjuntura europeia no ano de 1848, corresponde a um conjunto de manifestações sociais caracterizadas pela diversidade de propostas ideológicas. o Liberalismo; o Socialismo; o Nacionalismo.
  • 28. (FUVEST) Quase toda a Europa Ocidental e Central foi sacudida, em 1848, por uma onda de revoluções que se caracterizaram por misturar motivos e projetos políticos diferenciados-liberalismo, democracia e socialismo. Elas também foram marcadas por uma atmosfera intelectual e um sentimento ideológico comuns. Tratase, no caso destes últimos, do: a) realismo e internacionalismo. b) romantismo e nacionalismo. c) romantismo e corporativismo. d) realismo e nacionalismo. e) modernismo e internacionalismo.
  • 29. (FUVEST) Quase toda a Europa Ocidental e Central foi sacudida, em 1848, por uma onda de revoluções que se caracterizaram por misturar motivos e projetos políticos diferenciados-liberalismo, democracia e socialismo. Elas também foram marcadas por uma atmosfera intelectual e um sentimento ideológico comuns. Tratase, no caso destes últimos, do: a) realismo e internacionalismo. b) romantismo e nacionalismo. c) romantismo e corporativismo. d) realismo e nacionalismo. e) modernismo e internacionalismo.
  • 30. (PUC CAMP) No contexto histórico da geração de 1848, a França tornou-se palco inicial e de expansão de revoltas em toda a Europa que enfraqueceram definitivamente os movimentos: a) liberais, que ganhavam força política com a restauração dos Estados Absolutistas. b) socialistas, que pregavam o fim da propriedade privada e da sociedade sem classes. c) nacionalistas, que procuravam enfraquecer a política intervencionista da Santa Aliança. d) conservadores, que procuravam restaurar o Antigo Regime desde o Congresso de Viena. e) anarquistas, que defendiam o fim do poder político e o domínio superior do ideal humanista.
  • 31. (PUC CAMP) No contexto histórico da geração de 1848, a França tornou-se palco inicial e de expansão de revoltas em toda a Europa que enfraqueceram definitivamente os movimentos: a) liberais, que ganhavam força política com a restauração dos Estados Absolutistas. b) socialistas, que pregavam o fim da propriedade privada e da sociedade sem classes. c) nacionalistas, que procuravam enfraquecer a política intervencionista da Santa Aliança. d) conservadores, que procuravam restaurar o Antigo Regime desde o Congresso de Viena. e) anarquistas, que defendiam o fim do poder político e o domínio superior do ideal humanista.
  • 33. Catolicismo social O cenário de desigualdade social e de exploração contra o proletariado industrial estimulou a Igreja Católica, no final do século XIX, a manifestar a sua opinião em relação à ordem capitalista vigente. A Igreja estava preocupada com a questão social. A Carta Encíclica Rerum Novarum (“Das coisas novas”) do papa Leão XIII, criticou os abusos da exploração capitalista. As críticas se caracterizam por: o Não admitir as ideias socialistas; o Necessidade da harmonia entre patrões e empregados; o Busca da dignidade humana; o Promoção da justiça social.
  • 34. Anarquismo O pensamento anarquista inspirou-se, inicialmente, nos pressupostos de William Godwin (1756-1836), que criticava as diferentes formas de autoridade, defendia o exercício pleno da liberdade e a extinção da propriedade privada. Principais defensores do anarquismo: Mikhail Bakunin; Leon Tolstoi; Peter Kropotsky; Enrico Malatesta.
  • 35. Anarquismo O pensamento anarquista propunha a total destruição da ordem capitalista e a supressão de todas as formas de governo, de autoridade e poder. O anarquismo propunha uma sociedade igualitária, sem fase intermediária (socialismo), como defendia os marxistas.
  • 37. Internacionais socialistas  Tinham o objetivo de organizar politicamente as classe operária. Primeira AIT (Londres: 1864-1876) Não conseguiu definir um programa de ação comum, devido as divergências entre socialistas (seguidores de Marx) e os anarquistas (seguidores de Bakunin). Os anarquistas acabaram expulsos. Durante os trabalhos da Primeira AIT, eclodiu na França o movimento definido como Comuna de Paris.
  • 38. Internacionais socialistas Segunda AIT (Paris: 1889-1914) Organizada pelo movimento sindical francês, por iniciativa de Frederich Engels. Defendia a tese revisionista, que consistia num socialismo reformista e não mais revolucionário, ou seja, defendia a aliança da esquerda com setores progressistas da burguesia.
  • 39. Internacionais socialistas Terceira AIT (Moscou: 1918-1935) Nesta Lênin defendeu a criação de Partidos Comunistas nacionais, que pudessem promover a ação revolucionária socialista, pois era contrário a Social – Democracia (que defendia o reformismo). Como desdobramento foram criados: Criação do PCC (Partido Comunista Chinês); e o do PCB (Partido Comunista Brasileiro).
  • 40. Internacionais socialistas Quarta internacional (México: 1938-1953) Organizada por Trotsky criticava o burocratismo do regime soviético. Trotsky foi vítima de perseguição pelo governo de Stálin.
  • 41. Nacionalismos: a autodeterminação dos povos • Movimentos nacionais expressam a reação a dominação estrangeira; • Forte desenvolvimento industrial em regiões germânicas e italianas; • Arte, música e literatura são usados como elementos para formação do Estado.
  • 42. Unificação da Itália • A Unificação Italiana foi conduzida pelo Reino Sardo – Piemontês; • O Império Austríaco dominava boa parte da região, havia um Estado Pontifício e as Duas Sicilias dominado pelos Bourbons da França; • Sociedade Secreta dos Carbonários; • O Resorgimento e o Conde Cavour; • Os Camisas Vermelhas e Garibaldi.
  • 43. Unificação da Alemanha • A Unificação Alemã foi conduzida pela Prússia; • Otto Von Bismark primeiro-ministro; • A Zollverein; • A Prússia derrota a Áustria na Guerra das Sete Semanas; • Com a vitória na Guerra Franco-Prussiana, nasce o II Reich sob a liderança do Kaiser Guilherme.
  • 45. Considerações Finais Ao longo do século XIX, observamos além das disputas entre diversos grupos sociais, como burguesia e proletariado, também ressaltamos que essas disputas foram em muitos momentos influenciadas por diferentes correntes de pensamentos, como o LIBERALISMO e os diferentes SOCIALISMOS.
  • 46. Estudo Dirigido Pág. 24-29. 1. Qual o grande objetivo das internacionais comunistas? 2. Faça um comentário sobre a Terceira Internacional. 3. Caracterize a autodeterminação dos povos. 4. Faça um comentário sobre a Unificação da Alemanha. 5. Faça um comentário sobre a Unificação da Itália.
  • 47. Referências • http://www.telecurso.org.br/historia-2/ • http://www.youtube.com/watch?v=7reifQomevI • Livro didático de História 3º ano – Ensino Médio. Rede Pitágoras. Livro 1.