O documento analisa a evolução das interfaces humano-computador, destacando a estagnação causada por preconceitos que limitam suas funções e design. Propõe uma abordagem alternativa, a interface humano-humana, que prioriza a interação entre pessoas e considera implicações éticas, sociais e psicológicas. Conclui que a prototipação com foco no corpo humano pode melhorar o design de interfaces e desafiar preconceitos na computação.