O documento explora a ideia do computador como um 'teatro do oprimido', onde o design de interfaces reflete a ação do usuário e pode tanto libertar quanto oprimir grupos sociais. Ele faz uma analogia entre o trabalho do designer gráfico e o do designer cênico, ressaltando como a tecnologia pode representar e, ao mesmo tempo, reduzir contextos de ação. O texto também vincula a teoria de Augusto Boal sobre o teatro ao uso crítico da tecnologia na interação humana.