ESPECIALISTAS EM
PEQUENOS NEGÓCIOS
MICRO E PEQUENAS
NA ECONOMIA BRASILEIRA
Mais
de 95%
do total de
empresas no País
O QUE É CONSIDERADO
PEQUENO NEGÓCIO NO BRASIL
De acordo com a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei nº 123/2006)
MICROEMPREENDEDOR
INDIVIDUAL (MEI) MICROEMPRESA PEQUENA EMPRESA
Receita bruta anual de
até R$ 60 mil
Receita bruta anual de até
R$ 360 mil
Receita bruta anual de
R$ 360 mil a R$ 3,6 milhões
ONDE ESSAS
de empreendimentos
optantes do Supersimples*
•Regime especial de tributação para pequenos negócios, maio/2015
19%
5%
8%
50%
EMPRESAS ESTÃO
9,8 MILHÕES
CONCENTRAÇÃO POR REGIÃO
18%
Dados Anuário do Trabalho
Sebrae e Dieese
Construção
Civil
7% Serviços
35%
Indústria
13%
E O QUE ELAS FAZEM
CONCENTRAÇÃO POR SETOR
Comércio
44%
Fonte: Secretaria da Receita Federal, 2015
PIB DOS PEQUENOS NEGÓCIOS
NO BRASIL
Fonte: Sebrae e FGV , a partir de dados do IBGE
MAIS DA METADE DO PIB DO COMÉRCIO
É GERADO POR PEQUENOS NEGÓCIOS
Fonte: Sebrae e FGV , a partir de dados do IBGE
25,5%
27.9%
8.3%
38,3%
COMÉRCIO
24.5%
8.7%
13.8%
53.0%
INDÚSTRIA
20.0%
16.3%
6.7%
57.0%
SERVIÇOS
36,3%
53,4%
22,5
%
Micro e
Pequenas
Empresas
Médias
Empresas
Grandes
Empresas
Micro
Micro
Micro
Pequenas
Pequenas
Pequenas
ELAS GERAM MAIS DA METADE
DOS EMPREGOS NO BRASIL
52% dos empregos formais no país
40% da massa salarial
Fonte: Anuário do Trabalho
Sebrae e Dieese
IMPACTO DOS PEQUENOS NEGÓCIOS
NA GERAÇÃO DE EMPREGOS
1,280,356
900,289
839,855
526,928
274,189
-30,810
-126,422
-380,282
2011 2012 2013 2014
Micro e Pequenas Empresas: 3,5 milhões de empregos gerados entre 2011 e 2014
Médias e Grandes Empresas: 263 mil empregos extintos entre 2011 e 2014
Fonte: Caged, jan. 2015
Fonte: Anuário do Trabalho
Sebrae e Dieese
Salários sobem mais nos pequenos negócios
do que nas grandes empresas
Em dez anos, média salarial dos trabalhadores dos
pequenos negócios subiu 33% acima da inflação
33%
22%
Pequenos Negócios Médias e Grandes Empresas
DIFERENÇA SALARIAL EM QUEDA
Entre trabalhadores de pequenos negócios e
médias e grandes empresas
Fonte: Anuário do Trabalho
Sebrae e Dieese
14
12
10
8
6
4
2
0
Nota: empresas optantes e não optantes do Simples Nacional
E AINDA HÁ ESPAÇO PARA O CRESCIMENTO
DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO PAÍS
2008 2009 2010 2011 2012 2013 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 20222014
PROJEÇÃO DE CRESCIMENTO
POR CATEGORIA DE EMPRESA
2,9
3,3
4,5
5,8
6,9
6,9
9,8
4,2 4,5
43,9
3,7
4,3
5,3
2,9
1,90,81
0,49
0,8
1,7 2,7
3,7
4,7
5,3
5,9
6,5
6,9
7,3
7,7
8,1
8,5
3,3 3,4 3,5
3,6 3,7 3,8 4,0 4,0 4,1 4,2 4,3 4,4 4,4
0,8 0,9 0,9
1,0 1,0 1,1 1,1 1,2 1,2 1,3 1,3 1,3 1,3
4,8
5,9
7,1
8,3
9,4
10,3
11,0
11,7
12,3
12,8
13,3
13,8
14,2
0
2
4
6
8
10
12
14
16
2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 2022
Milhões
MEI
ME
EPP
MEI+ME+EPP
FONTE: Sebrae, a partir das bases de dados da Receita Federal.
POR QUE O
EMPREENDEDORISMO
CRESCE NO BRASIL?
3 RAZÕES
1ª MERCADO  Mais de 40 milhões de
consumidores da nova
classe média
 Cerca de 100 milhões de
pessoas consumindo no País
 Aumento do poder
aquisitivo gera demanda
para produtos e serviços
3 RAZÕES
2ª ESCOLARIDADE
Do brasileiro, em geral,
e do empreendedor
AUMENTAA ESCOLARIDADE
75% dos empreendedores com nível
superior completo iniciam um negócio por
oportunidade
Fonte: Sebrae, a partir da GEM 2014
3 RAZÕES
3ª AMBIENTE LEGAL
EVOLUÇÃO DA LEGISLAÇÃO
PARA PEQUENOS NEGÓCIOS
2006 2007 2009 2011 2015
Cria a Lei
Geral da
Micro e
Pequena
Empresa
Super
Simples
reduz em
40% os
impostos,
em média
Cria o Micro
Empreendedor
Individual
(MEI) e inclui o
setor cultural
no Simples
Atualiza os
limites de
faturamento
do Simples e
reduz a carga
tributária do
MEI
Amplia o
Supersimples para
todas as categorias,
cria proteção ao MEI
e disciplina a
substituição
tributária
QUEM É O MEI?
MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL
 Categoria criada em julho de 2009.
Fruto da Lei Geral da Micro e
Pequena Empresa
 Fatura em média R$ 5 mil/mês
(no máximo R$ 60 mil/ano).
 Paga carga reduzida de impostos: de até R$
45,40: 5% do salário mínimo (R$ 39,40) de
INSS + R$ 1,00 de ICMS (indústria/comércio),
e/ou R$ 5,00 de ISS (serviços).
 Aposentadoria
 Auxílio-doença
 Licença-maternidade e outros
DIREITOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL
 CNPJ
 Emissão de Nota Fiscal
 Crédito para Pessoa Jurídica etc.
CIDADANIA EMPRESARIAL
CARACTERÍSTICAS DO MEI
MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL
Homens (53%) e
mulheres (47%)
Maioria menos de 40
anos (58,8%)
Ensino médio ou
técnico completo (63%)
Vivem no Sudeste
Trabalham em casa
Fonte: Perfil do MEI/Sebrae
Trabalham com serviços
e comércio
Não possuem outra
fonte de renda
Se formalizaram para ter
empresa formal e INSS
Recomendam
a formalização
Pretendem crescer e faturar
mais de R$ 60 mil/ano
CARACTERÍSTICAS DO MEI
MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL
Fonte: Perfil do MEI/Sebrae
Conseguir empréstimo
Fazer compras mais
baratas
Facilidade de abrir a empresa
Crescer mais como empresa
Emitir nota fiscal
Benefícios do INSS
Ter uma empresa formal
3%
4%
5%
8%
9%
22%
43%Benefícios
do INSS
Benefícios
do registro formal
MOTIVOS PARA BUSCAR A
FORMALIZAÇÃO
21%
79%
Fonte: Perfil do MEI/Sebrae
Fonte: Perfil do MEI/Sebrae
Aumentaram
as vendas
Passaram a
vender para outras
empresas
Melhoraram condições
de compra junto aos
fornecedores
68% 78% 50%
MEI
IMPACTO APÓS FORMALIZAÇÃO
RESULTADO DO
BOM CENÁRIO
PARA O EMPREENDEDORISMO
SOBREVIVÊNCIA
Fonte: Censo Sebrae sobre dados da Receita Federal
SOBREVIVÊNCIA EM 2 ANOS
2007 2008 2009
73,6%
75,1%
75,6%
2007 2008 2009
MORTALIDADE EM 2 ANOS
26,4%
24,9%
24,4%
76 A CADA 100 EMPRESAS
MANTÊM ATIVIDADE
Fonte: Censo Sebrae sobre dados da Receita Federal
TAXA DE SOBREVIVÊNCIA (%)
POR SETOR
INDÚSTRIA
76,7 79,9
CONSTRUÇÃO
CIVIL
63,4
72,5
COMÉRCIO
74,1 77,7
SERVIÇOS
72,8 72,2
2007
2009
TAXA DE SOBREVIVÊNCIA (%)
POR REGIÃO
MAIS ALTA NO SUDESTE
Fonte: Censo Sebrae sobre dados da Receita Federal
76,2
78,2
SUDESTEBRASIL
73,6
75,6
SUL
71,8
75,3
CENTRO
OESTE
69,6
74,0
NORDESTE
71,971,3
NORTE
67,9
68,9
2007
2009
Fonte: Sebrae Nacional e OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico)
Nota: Empresas constituídas em 2007
REFERÊNCIAS INTERNACIONAIS (%)
TAXA DE SOBREVIVÊNCIA 2 ANOS
PAÍSES MONITORADOS PELA OECD
ESLOVÊNIA
LUXEMBURGO
ESTÔNIA
CANADÁ
ROMÊNIA
LETÔNIA
ÁUSTRIA
ESPANHA
ITÁLIA
FINLÂNDIA
ESLOVÁQUIA
NOVAZELANDIA
HUNGRIA
PORTUGAL
HOLANDA
78 76 75 74 72 71 71 69 68 63 62 56 56
51 50
QUEM É
O EMPREENDEDOR
BRASILEIRO?
Fonte: Fonte: Sebrae, a partir da GEM 2014
EMPREENDEDORISMO ATRAI 3 EM CADA 10
BRASILEIROS
23%
34,5%
2004 2014
Praticamente 1 em cada 3 pessoas da
população tem um negócio ou está
envolvido na criação de um
TAXA TOTAL DE EMPREENDEDORISMO
ENTRE OS BRICS
Fonte: Sebrae, a partir da GEM 2014
0
5
10
15
20
25
30
35
40
Brasil China Índia África do
Sul
Rússia
Taxa Total de
Empreendedorismo
OPORTUNIDADE É A PRINCIPAL
MOTIVAÇÃO PARA EMPREENDER
Fonte: Sebrae, a partir da GEM 2014
70,6% dos brasileiros iniciam um negócio por oportunidade
42.4
53.3 52.3 52.3 50.9
56.1
66.7
60.0
67.3 67.5 69.2 71.3 70.6
2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014
TER UMA EMPRESA É UM DOS
PRINCIPAIS SONHOS DOS BRASILEIROS
Fonte: Sebrae, a partir da GEM 2014
1º Comprar a casa própria
2º Viajar pelo Brasil
3º Ter seu próprio negócio
4º Comprar um automóvel
5º Ter um diploma de ensino superior
6º Viajar para o exterior
7º Ter plano de saúde
8º Fazer carreira numa empresa
9º Casar ou formar uma família
10º Comprar um computador
EMPREENDEDORISMO É OPÇÃO DE
CARREIRA EM TODAS AS REGIÕES
Fonte: Sebrae, a partir da GEM 2013
84%
88%
87%
84%
81%
83%
Brasil Norte Nordeste Centro-Oeste Sudeste Sul
FAIXA ETÁRIA DOS NOVOS
EMPREENDEDORES
CRESCE A PARTICIPAÇÃO
DOS JOVENS
Até 34
anos
35 a 44
anos
45 a 54
anos
23,6%
16,2%
Fonte: Sebrae, a partir da GEM 2014
52,7%
MAIORIA DOS NOVOS
EMPREENDIMENTOS* SÃO
COMANDADOS POR MULHERES
51%
49%
Mulheres
Homens
* Com até 3 anos e meio de atividade
Fonte: Sebrae, a partir da GEM 2014
Fonte: Sebrae/Data Popular
EMPREENDEDOR
BRASILEIRO É DA CLASSE C
37,5%
55,2%
7,3%
CLASSES
AB C DE
Negros Brancos
E OS NEGROS GANHAM ESPAÇO
NO EMPREENDEDORISMO
Fonte: Sebrae, 2014 (a partir de IBGE/PNAD, 2012)
DISTRIBUIÇÃO DOS DONOS DE NEGÓCIO NO BRASIL (EM %)
44% 50%
55% 49%
2002 2011
Fonte: Sebrae, 2014 (a partir de IBGE/PNAD, 2012)
Negros Brancos
15%
4%
16%
41%
8% 7%
31%
46%
5%
26%
Norte Nordeste Centro-Oeste Sudeste Sul
DISTRIBUIÇÃO POR
REGIÕES DO PAÍS (EM %)
QUEM GANHA COM O
EMPREENDEDORISMO
FORTE NO BRASIL?
GANHA A ECONOMIA
FORMAL
9,8 milhões de
empresas no Simples
Mais de 16,2 milhões de
empregos com carteira
assinada
Desenvolvimento nas
economias locais de todo
o País
ARRECADAÇÃO DO SUPERSIMPLES
Total União Estados Municípios
2013
(jan-dez)
R$ 54,3
bilhões
R$ 41,4
bilhões
R$ 8,55
bilhões
R$ 4,40
bilhões
2014
(jan-dez)
R$ 61,9
bilhões
R$ 47,3
bilhões
R$ 9,46
bilhões
R$ 5,17
bilhões
Acumulado Total União Estados Municípios
Agosto 2007
a Dez 2014
R$ 300
bilhões
R$ 226,2
bilhões
R$ 50,6
bilhões
R$ 23,2
bilhões
Fonte: Receita Federal
ARRECADAÇÃO DO SUPERSIMPLES
Fonte: Receita Federal
14%
Crescimento nominal
Janeiro a
Dezembro/2014
7,23%
Crescimento real
(descontada a
inflação – IPCA)
PEDIDOS DE OPÇÃO DO
SUPERSIMPLES
Fonte: SMPE,
com dados da
Receita Federal
234,838 244,500 242,664
223,076
502,692
Jan/11 Jan/12 Jan/13 Jan/14 Jan/15
GANHAM AS GRANDES EMPRESAS
ENCADEAMENTO PRODUTIVO
Portfólio com 116
projetos nacionais e
regionais
19,5 mil empresas
beneficiadas
Investimento de
R$ 122,7 milhões
Estimativa de negócios
de R$ 4,5 bilhões
Fonte: Sebrae: Pesquisa Impacto Encadeamento Produtivo, 2014
ENCADEAMENTO PRODUTIVO
RESULTADOS PARA AS GRANDES EMPRESAS
MAIS
PARCEIROS
70%
das âncoras
aumentaram a
participação de
pequenas
empresas no seu
volume de
compras e
60%
no volume de
vendas
FLEXIBILIDADE
Para
60%
das âncoras
melhorou a
presteza e
flexibilidade dos
pequenos
fornecedores ao
atender
necessidades
emergenciais
INOVAÇÃO
50%
percebem
atualização
tecnológica de
produtos e/ou
processos de
seus
fornecedores e
60%
de seus
pequenos
distribuidores
QUALIDADE
90%
das âncoras
constatam
maior
qualidade dos
produtos e/ou
serviços de
fornecedores;
tempo
dedicado a
resolver
problemas
caiu
30%
RELACIONAMENTO
80%
das âncoras
registram melhor
aproximação com
o consumidor
final após
parceria com
distribuidores
Fonte: Sebrae: Pesquisa Impacto Encadeamento Produtivo, 2014
ENCADEAMENTO PRODUTIVO
RESULTADOS PARA AS PEQUENAS EMPRESAS
FATURAMENTO
Para
66%
dos
pequenos
negócios,
aumento
médio de
34%
LUCRATIVIDADE
Para
48%
das
pequenas
empresas,
cresceu em
média
26%
QUALIDADE
71%
dos pequenos
negócios
aumentaram a
qualidade de seus
produtos e
serviços;
reclamações
caíram
28%
PRODUTIVIDADE
Para
58%
dos pequenos
negócios,
aumento médio
de
31%
EMPREGOS
47%
das pequenas
empresas
aumentaram o
número de
pessoas
ocupadas
Fonte: Sebrae: Pesquisa Impacto Encadeamento Produtivo, 2014
ENCADEAMENTOS PRODUTIVOS
O QUE SÃO?
Estratégia para aumentar a competitividade, a cooperação,
a competência tecnológica e de gestão das empresas
Através de
relacionamentos
cooperativos, de longo
prazo e mutuamente
atraentes, que se
estabelecem em
Grandes Companhias
e Pequenas Empresas
de sua Cadeia de valor
Fonte: Sebrae: Pesquisa Impacto Encadeamento Produtivo, 2014
ENCADEAMENTO PRODUTIVO
COMO TRABALHAMOS
Identificação de
gargalos e
oportunidades
atuais e futuras
Indicação de
fornecedores
atuais
Definição de
segmentos
prioritários para
as pequenas
empresas
Diretoria de
Compras /
Suprimentos
Sebrae
Fonte: Sebrae: Pesquisa Impacto Encadeamento Produtivo, 2014
ATUAÇÃO DO
Gestão
Processos
de
trabalho
Certificações
Acesso
à
Inovação
Resultados
Cursos,
consultorias
e troca de
experiências
Mapear e
desenvolver
ISO e outras
específicas
Subsídio de
até 80% pelo
SebraeTec
Atendimento das
necessidades da
empresa âncora e
acesso a novos
mercados
COMO O SEBRAE ATUA
com os fornecedores ou clientes
DESAFIOS DO ATENDIMENTO
DESAFIO
DA INOVAÇÃO
EPP
Microempresa
Microempreendedor
Individual
Produtor Rural
Potencial Empresário
Potencial Empreendedor
Desafio da inovação e
competitividade
Desafio da inclusão
produtiva e
sustentabilidade
Desafio da cultura
empreendedora
Focos da segmentação pelo porte da empresa
DESAFIOS DO ATENDIMENTO
DESAFIO
DA INOVAÇÃO
EPP
Microempresa
Microempreendedor
Individual
Produtor Rural
Potencial Empresário
Potencial Empreendedor
Focos da segmentação pelo porte da empresa
Capacitação; consultoria,
tecnologia e inovação;
acesso a mercados;
serviços financeiros.
Orientação; informação
Capacitação.
PROGRAMAS NACIONAIS
DO SEBRAE
Sebrae Mais
Sebraetec
ALI (Agentes Locais de
Inovação)
Negócio a Negócio
Encadeamento Produtivo
Educação
Empreendedora
INOVAÇÃO, GESTÃO,
ACESSO A MERCADOS
COMO CONTINUAR
CRESCENDO?
INOVAÇÃO
É O DIFERENCIAL
É A NOVA AGENDA DO SÉCULO 21
É UMA META NO SEBRAE
INVESTIMOS 20% DO ORÇAMENTO
De 2015 a 2018,
O Sebrae investirá
R$ 2 bilhões
em projetos e programas
INVESTIMENTO EM
INOVAÇÃO
ATUAÇÃO DO SEBRAE
EM INOVAÇÃO
Programa
SEBRAETEC
Programa
ALI
Incubadoras
Centro Sebrae de
Sustentabilidade
Parcerias
Estratégicas
SEBRAE
Criado em Outubro de 1972
Fomenta o empreendedorismo,
promove a competitividade
e inovação, dissemina
conhecimento sobre gestão
Estrutura
 Está em todos os Estados brasileiros
 Diretoria enxuta (com 3 integrantes) eleita
para mandato de 4 anos (renovável uma
vez) por um conselho deliberativo
 Conselho formado por 13 entidades:
associações do comércio, indústria e
agricultura; bancos de fomento; governo;
instituições de inovação
 Estados não são subordinados ao Nacional
REDE DE ATENDIMENTO
DO SEBRAE
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0800 570 0800
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ESPECIALISTAS EM
PEQUENOS NEGÓCIOS

Índices e estatísticas sobre as micro e pequenas empresas -SEBRAE

  • 1.
  • 2.
    MICRO E PEQUENAS NAECONOMIA BRASILEIRA Mais de 95% do total de empresas no País
  • 3.
    O QUE ÉCONSIDERADO PEQUENO NEGÓCIO NO BRASIL De acordo com a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei nº 123/2006) MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL (MEI) MICROEMPRESA PEQUENA EMPRESA Receita bruta anual de até R$ 60 mil Receita bruta anual de até R$ 360 mil Receita bruta anual de R$ 360 mil a R$ 3,6 milhões
  • 4.
    ONDE ESSAS de empreendimentos optantesdo Supersimples* •Regime especial de tributação para pequenos negócios, maio/2015 19% 5% 8% 50% EMPRESAS ESTÃO 9,8 MILHÕES CONCENTRAÇÃO POR REGIÃO 18% Dados Anuário do Trabalho Sebrae e Dieese
  • 5.
    Construção Civil 7% Serviços 35% Indústria 13% E OQUE ELAS FAZEM CONCENTRAÇÃO POR SETOR Comércio 44% Fonte: Secretaria da Receita Federal, 2015
  • 6.
    PIB DOS PEQUENOSNEGÓCIOS NO BRASIL Fonte: Sebrae e FGV , a partir de dados do IBGE
  • 7.
    MAIS DA METADEDO PIB DO COMÉRCIO É GERADO POR PEQUENOS NEGÓCIOS Fonte: Sebrae e FGV , a partir de dados do IBGE 25,5% 27.9% 8.3% 38,3% COMÉRCIO 24.5% 8.7% 13.8% 53.0% INDÚSTRIA 20.0% 16.3% 6.7% 57.0% SERVIÇOS 36,3% 53,4% 22,5 % Micro e Pequenas Empresas Médias Empresas Grandes Empresas Micro Micro Micro Pequenas Pequenas Pequenas
  • 8.
    ELAS GERAM MAISDA METADE DOS EMPREGOS NO BRASIL 52% dos empregos formais no país 40% da massa salarial Fonte: Anuário do Trabalho Sebrae e Dieese
  • 9.
    IMPACTO DOS PEQUENOSNEGÓCIOS NA GERAÇÃO DE EMPREGOS 1,280,356 900,289 839,855 526,928 274,189 -30,810 -126,422 -380,282 2011 2012 2013 2014 Micro e Pequenas Empresas: 3,5 milhões de empregos gerados entre 2011 e 2014 Médias e Grandes Empresas: 263 mil empregos extintos entre 2011 e 2014 Fonte: Caged, jan. 2015
  • 10.
    Fonte: Anuário doTrabalho Sebrae e Dieese Salários sobem mais nos pequenos negócios do que nas grandes empresas Em dez anos, média salarial dos trabalhadores dos pequenos negócios subiu 33% acima da inflação 33% 22% Pequenos Negócios Médias e Grandes Empresas
  • 11.
    DIFERENÇA SALARIAL EMQUEDA Entre trabalhadores de pequenos negócios e médias e grandes empresas Fonte: Anuário do Trabalho Sebrae e Dieese
  • 12.
    14 12 10 8 6 4 2 0 Nota: empresas optantese não optantes do Simples Nacional E AINDA HÁ ESPAÇO PARA O CRESCIMENTO DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO PAÍS 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 20222014 PROJEÇÃO DE CRESCIMENTO POR CATEGORIA DE EMPRESA 2,9 3,3 4,5 5,8 6,9 6,9 9,8 4,2 4,5 43,9 3,7 4,3 5,3 2,9 1,90,81 0,49 0,8 1,7 2,7 3,7 4,7 5,3 5,9 6,5 6,9 7,3 7,7 8,1 8,5 3,3 3,4 3,5 3,6 3,7 3,8 4,0 4,0 4,1 4,2 4,3 4,4 4,4 0,8 0,9 0,9 1,0 1,0 1,1 1,1 1,2 1,2 1,3 1,3 1,3 1,3 4,8 5,9 7,1 8,3 9,4 10,3 11,0 11,7 12,3 12,8 13,3 13,8 14,2 0 2 4 6 8 10 12 14 16 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 2022 Milhões MEI ME EPP MEI+ME+EPP FONTE: Sebrae, a partir das bases de dados da Receita Federal.
  • 13.
  • 14.
    3 RAZÕES 1ª MERCADO Mais de 40 milhões de consumidores da nova classe média  Cerca de 100 milhões de pessoas consumindo no País  Aumento do poder aquisitivo gera demanda para produtos e serviços
  • 15.
    3 RAZÕES 2ª ESCOLARIDADE Dobrasileiro, em geral, e do empreendedor
  • 16.
    AUMENTAA ESCOLARIDADE 75% dosempreendedores com nível superior completo iniciam um negócio por oportunidade Fonte: Sebrae, a partir da GEM 2014
  • 17.
  • 18.
    EVOLUÇÃO DA LEGISLAÇÃO PARAPEQUENOS NEGÓCIOS 2006 2007 2009 2011 2015 Cria a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa Super Simples reduz em 40% os impostos, em média Cria o Micro Empreendedor Individual (MEI) e inclui o setor cultural no Simples Atualiza os limites de faturamento do Simples e reduz a carga tributária do MEI Amplia o Supersimples para todas as categorias, cria proteção ao MEI e disciplina a substituição tributária
  • 19.
    QUEM É OMEI? MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL  Categoria criada em julho de 2009. Fruto da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa  Fatura em média R$ 5 mil/mês (no máximo R$ 60 mil/ano).  Paga carga reduzida de impostos: de até R$ 45,40: 5% do salário mínimo (R$ 39,40) de INSS + R$ 1,00 de ICMS (indústria/comércio), e/ou R$ 5,00 de ISS (serviços).  Aposentadoria  Auxílio-doença  Licença-maternidade e outros DIREITOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL  CNPJ  Emissão de Nota Fiscal  Crédito para Pessoa Jurídica etc. CIDADANIA EMPRESARIAL
  • 20.
    CARACTERÍSTICAS DO MEI MICROEMPREENDEDORINDIVIDUAL Homens (53%) e mulheres (47%) Maioria menos de 40 anos (58,8%) Ensino médio ou técnico completo (63%) Vivem no Sudeste Trabalham em casa Fonte: Perfil do MEI/Sebrae
  • 21.
    Trabalham com serviços ecomércio Não possuem outra fonte de renda Se formalizaram para ter empresa formal e INSS Recomendam a formalização Pretendem crescer e faturar mais de R$ 60 mil/ano CARACTERÍSTICAS DO MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL Fonte: Perfil do MEI/Sebrae
  • 22.
    Conseguir empréstimo Fazer comprasmais baratas Facilidade de abrir a empresa Crescer mais como empresa Emitir nota fiscal Benefícios do INSS Ter uma empresa formal 3% 4% 5% 8% 9% 22% 43%Benefícios do INSS Benefícios do registro formal MOTIVOS PARA BUSCAR A FORMALIZAÇÃO 21% 79% Fonte: Perfil do MEI/Sebrae
  • 23.
    Fonte: Perfil doMEI/Sebrae Aumentaram as vendas Passaram a vender para outras empresas Melhoraram condições de compra junto aos fornecedores 68% 78% 50% MEI IMPACTO APÓS FORMALIZAÇÃO
  • 24.
  • 25.
    SOBREVIVÊNCIA Fonte: Censo Sebraesobre dados da Receita Federal SOBREVIVÊNCIA EM 2 ANOS 2007 2008 2009 73,6% 75,1% 75,6% 2007 2008 2009 MORTALIDADE EM 2 ANOS 26,4% 24,9% 24,4% 76 A CADA 100 EMPRESAS MANTÊM ATIVIDADE
  • 26.
    Fonte: Censo Sebraesobre dados da Receita Federal TAXA DE SOBREVIVÊNCIA (%) POR SETOR INDÚSTRIA 76,7 79,9 CONSTRUÇÃO CIVIL 63,4 72,5 COMÉRCIO 74,1 77,7 SERVIÇOS 72,8 72,2 2007 2009
  • 27.
    TAXA DE SOBREVIVÊNCIA(%) POR REGIÃO MAIS ALTA NO SUDESTE Fonte: Censo Sebrae sobre dados da Receita Federal 76,2 78,2 SUDESTEBRASIL 73,6 75,6 SUL 71,8 75,3 CENTRO OESTE 69,6 74,0 NORDESTE 71,971,3 NORTE 67,9 68,9 2007 2009
  • 28.
    Fonte: Sebrae Nacionale OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) Nota: Empresas constituídas em 2007 REFERÊNCIAS INTERNACIONAIS (%) TAXA DE SOBREVIVÊNCIA 2 ANOS PAÍSES MONITORADOS PELA OECD ESLOVÊNIA LUXEMBURGO ESTÔNIA CANADÁ ROMÊNIA LETÔNIA ÁUSTRIA ESPANHA ITÁLIA FINLÂNDIA ESLOVÁQUIA NOVAZELANDIA HUNGRIA PORTUGAL HOLANDA 78 76 75 74 72 71 71 69 68 63 62 56 56 51 50
  • 29.
  • 30.
    Fonte: Fonte: Sebrae,a partir da GEM 2014 EMPREENDEDORISMO ATRAI 3 EM CADA 10 BRASILEIROS 23% 34,5% 2004 2014 Praticamente 1 em cada 3 pessoas da população tem um negócio ou está envolvido na criação de um
  • 31.
    TAXA TOTAL DEEMPREENDEDORISMO ENTRE OS BRICS Fonte: Sebrae, a partir da GEM 2014 0 5 10 15 20 25 30 35 40 Brasil China Índia África do Sul Rússia Taxa Total de Empreendedorismo
  • 32.
    OPORTUNIDADE É APRINCIPAL MOTIVAÇÃO PARA EMPREENDER Fonte: Sebrae, a partir da GEM 2014 70,6% dos brasileiros iniciam um negócio por oportunidade 42.4 53.3 52.3 52.3 50.9 56.1 66.7 60.0 67.3 67.5 69.2 71.3 70.6 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014
  • 33.
    TER UMA EMPRESAÉ UM DOS PRINCIPAIS SONHOS DOS BRASILEIROS Fonte: Sebrae, a partir da GEM 2014 1º Comprar a casa própria 2º Viajar pelo Brasil 3º Ter seu próprio negócio 4º Comprar um automóvel 5º Ter um diploma de ensino superior 6º Viajar para o exterior 7º Ter plano de saúde 8º Fazer carreira numa empresa 9º Casar ou formar uma família 10º Comprar um computador
  • 34.
    EMPREENDEDORISMO É OPÇÃODE CARREIRA EM TODAS AS REGIÕES Fonte: Sebrae, a partir da GEM 2013 84% 88% 87% 84% 81% 83% Brasil Norte Nordeste Centro-Oeste Sudeste Sul
  • 35.
    FAIXA ETÁRIA DOSNOVOS EMPREENDEDORES CRESCE A PARTICIPAÇÃO DOS JOVENS Até 34 anos 35 a 44 anos 45 a 54 anos 23,6% 16,2% Fonte: Sebrae, a partir da GEM 2014 52,7%
  • 36.
    MAIORIA DOS NOVOS EMPREENDIMENTOS*SÃO COMANDADOS POR MULHERES 51% 49% Mulheres Homens * Com até 3 anos e meio de atividade Fonte: Sebrae, a partir da GEM 2014
  • 37.
    Fonte: Sebrae/Data Popular EMPREENDEDOR BRASILEIROÉ DA CLASSE C 37,5% 55,2% 7,3% CLASSES AB C DE
  • 38.
    Negros Brancos E OSNEGROS GANHAM ESPAÇO NO EMPREENDEDORISMO Fonte: Sebrae, 2014 (a partir de IBGE/PNAD, 2012) DISTRIBUIÇÃO DOS DONOS DE NEGÓCIO NO BRASIL (EM %) 44% 50% 55% 49% 2002 2011
  • 39.
    Fonte: Sebrae, 2014(a partir de IBGE/PNAD, 2012) Negros Brancos 15% 4% 16% 41% 8% 7% 31% 46% 5% 26% Norte Nordeste Centro-Oeste Sudeste Sul DISTRIBUIÇÃO POR REGIÕES DO PAÍS (EM %)
  • 40.
    QUEM GANHA COMO EMPREENDEDORISMO FORTE NO BRASIL?
  • 41.
    GANHA A ECONOMIA FORMAL 9,8milhões de empresas no Simples Mais de 16,2 milhões de empregos com carteira assinada Desenvolvimento nas economias locais de todo o País
  • 42.
    ARRECADAÇÃO DO SUPERSIMPLES TotalUnião Estados Municípios 2013 (jan-dez) R$ 54,3 bilhões R$ 41,4 bilhões R$ 8,55 bilhões R$ 4,40 bilhões 2014 (jan-dez) R$ 61,9 bilhões R$ 47,3 bilhões R$ 9,46 bilhões R$ 5,17 bilhões Acumulado Total União Estados Municípios Agosto 2007 a Dez 2014 R$ 300 bilhões R$ 226,2 bilhões R$ 50,6 bilhões R$ 23,2 bilhões Fonte: Receita Federal
  • 43.
    ARRECADAÇÃO DO SUPERSIMPLES Fonte:Receita Federal 14% Crescimento nominal Janeiro a Dezembro/2014 7,23% Crescimento real (descontada a inflação – IPCA)
  • 44.
    PEDIDOS DE OPÇÃODO SUPERSIMPLES Fonte: SMPE, com dados da Receita Federal 234,838 244,500 242,664 223,076 502,692 Jan/11 Jan/12 Jan/13 Jan/14 Jan/15
  • 45.
    GANHAM AS GRANDESEMPRESAS ENCADEAMENTO PRODUTIVO Portfólio com 116 projetos nacionais e regionais 19,5 mil empresas beneficiadas Investimento de R$ 122,7 milhões Estimativa de negócios de R$ 4,5 bilhões Fonte: Sebrae: Pesquisa Impacto Encadeamento Produtivo, 2014
  • 46.
    ENCADEAMENTO PRODUTIVO RESULTADOS PARAAS GRANDES EMPRESAS MAIS PARCEIROS 70% das âncoras aumentaram a participação de pequenas empresas no seu volume de compras e 60% no volume de vendas FLEXIBILIDADE Para 60% das âncoras melhorou a presteza e flexibilidade dos pequenos fornecedores ao atender necessidades emergenciais INOVAÇÃO 50% percebem atualização tecnológica de produtos e/ou processos de seus fornecedores e 60% de seus pequenos distribuidores QUALIDADE 90% das âncoras constatam maior qualidade dos produtos e/ou serviços de fornecedores; tempo dedicado a resolver problemas caiu 30% RELACIONAMENTO 80% das âncoras registram melhor aproximação com o consumidor final após parceria com distribuidores Fonte: Sebrae: Pesquisa Impacto Encadeamento Produtivo, 2014
  • 47.
    ENCADEAMENTO PRODUTIVO RESULTADOS PARAAS PEQUENAS EMPRESAS FATURAMENTO Para 66% dos pequenos negócios, aumento médio de 34% LUCRATIVIDADE Para 48% das pequenas empresas, cresceu em média 26% QUALIDADE 71% dos pequenos negócios aumentaram a qualidade de seus produtos e serviços; reclamações caíram 28% PRODUTIVIDADE Para 58% dos pequenos negócios, aumento médio de 31% EMPREGOS 47% das pequenas empresas aumentaram o número de pessoas ocupadas Fonte: Sebrae: Pesquisa Impacto Encadeamento Produtivo, 2014
  • 48.
    ENCADEAMENTOS PRODUTIVOS O QUESÃO? Estratégia para aumentar a competitividade, a cooperação, a competência tecnológica e de gestão das empresas Através de relacionamentos cooperativos, de longo prazo e mutuamente atraentes, que se estabelecem em Grandes Companhias e Pequenas Empresas de sua Cadeia de valor Fonte: Sebrae: Pesquisa Impacto Encadeamento Produtivo, 2014
  • 49.
    ENCADEAMENTO PRODUTIVO COMO TRABALHAMOS Identificaçãode gargalos e oportunidades atuais e futuras Indicação de fornecedores atuais Definição de segmentos prioritários para as pequenas empresas Diretoria de Compras / Suprimentos Sebrae Fonte: Sebrae: Pesquisa Impacto Encadeamento Produtivo, 2014
  • 50.
  • 51.
    Gestão Processos de trabalho Certificações Acesso à Inovação Resultados Cursos, consultorias e troca de experiências Mapeare desenvolver ISO e outras específicas Subsídio de até 80% pelo SebraeTec Atendimento das necessidades da empresa âncora e acesso a novos mercados COMO O SEBRAE ATUA com os fornecedores ou clientes
  • 52.
    DESAFIOS DO ATENDIMENTO DESAFIO DAINOVAÇÃO EPP Microempresa Microempreendedor Individual Produtor Rural Potencial Empresário Potencial Empreendedor Desafio da inovação e competitividade Desafio da inclusão produtiva e sustentabilidade Desafio da cultura empreendedora Focos da segmentação pelo porte da empresa
  • 53.
    DESAFIOS DO ATENDIMENTO DESAFIO DAINOVAÇÃO EPP Microempresa Microempreendedor Individual Produtor Rural Potencial Empresário Potencial Empreendedor Focos da segmentação pelo porte da empresa Capacitação; consultoria, tecnologia e inovação; acesso a mercados; serviços financeiros. Orientação; informação Capacitação.
  • 54.
    PROGRAMAS NACIONAIS DO SEBRAE SebraeMais Sebraetec ALI (Agentes Locais de Inovação) Negócio a Negócio Encadeamento Produtivo Educação Empreendedora INOVAÇÃO, GESTÃO, ACESSO A MERCADOS
  • 55.
    COMO CONTINUAR CRESCENDO? INOVAÇÃO É ODIFERENCIAL É A NOVA AGENDA DO SÉCULO 21 É UMA META NO SEBRAE INVESTIMOS 20% DO ORÇAMENTO
  • 56.
    De 2015 a2018, O Sebrae investirá R$ 2 bilhões em projetos e programas INVESTIMENTO EM INOVAÇÃO
  • 57.
    ATUAÇÃO DO SEBRAE EMINOVAÇÃO Programa SEBRAETEC Programa ALI Incubadoras Centro Sebrae de Sustentabilidade Parcerias Estratégicas
  • 58.
    SEBRAE Criado em Outubrode 1972 Fomenta o empreendedorismo, promove a competitividade e inovação, dissemina conhecimento sobre gestão Estrutura  Está em todos os Estados brasileiros  Diretoria enxuta (com 3 integrantes) eleita para mandato de 4 anos (renovável uma vez) por um conselho deliberativo  Conselho formado por 13 entidades: associações do comércio, indústria e agricultura; bancos de fomento; governo; instituições de inovação  Estados não são subordinados ao Nacional
  • 59.
    REDE DE ATENDIMENTO DOSEBRAE facebook.com/sebrae @sebrae youtube.com/tvsebrae 0800 570 0800 www.sebrae.com.br Mais de 700 pontos de atendimento presencial no Brasil, em todos os Estados SERVIÇOS ONLINE O que você precisa saber para iniciar bem: informações importantes para a abertura da sua empresa. COMO O SEBRAE PODE ME ATENDER O que você precisa saber para iniciar bem: informações importantes para a abertura da sua empresa. QUERO ABRIR UM NEGÓCIO O que você precisa saber para iniciar bem: informações importantes para a abertura da sua empresa. QUERO MELHORAR MINHA EMPRESA Precisa planejar melhor o futuro da sua empresa? Está com dificuldades para traçar e cumprir suas metas?
  • 60.

Notas do Editor

  • #49 Neste slide o objetivo é apresentar o conceito envolvido em Encadeamento Produtivo, destacar tanto os objetivos, como os meios pelos quais a estratégia é construída. É importante destacar que um projeto só é bem sucedido com a EFETIVA participação das EPP mobilizadas e do engajamento dos representantes da GE. Destacar os aspectos Ganha-Ganha da relação. Colocar, de forma sutil, que a atuação entre a GE e o Sebrae não é de contratação e sim de cooperação.
  • #50 Importante informar que o modelo de EP é estruturado de forma sistematizada em três objetivos estratégicos, visando gerar inovações (fazer diferente para fazer melhor) para que as EPP tornem-se competitivas e sustentáveis. Esses três objetivos estratégicos se desdobram em cinco focos estratégicos, que tem propósitos que se complementam. Destacar os focos de inteligência competitiva e políticas corporativas como fatores diferenciais da estratégia. Apresentar, de forma resumida, os principais produtos e serviços do Sebrae.
  • #53 Importante demonstrar a atuação de cada parceria nacional. Ressaltar que as parcerias seguem a mesma diretriz/estratégia mas possuem especificidades.
  • #54 Importante demonstrar a atuação de cada parceria nacional. Ressaltar que as parcerias seguem a mesma diretriz/estratégia mas possuem especificidades.
  • #56 Comentário UAIT O investimento mínimo de 20% em inovação já vem sendo superado pelo Sebrae. Em 2013 , atingimos o percentual de 35,4% no Sebrae NA e 31,9% para o Sistema Sebrae. O investimento absoluto do Sistema Sebrae (ainda em 2013) em Inovação foi de R$ 548,9 milhões.
  • #57 Comentário UAIT Sugerimos atualizar o valor para R$ 2 bilhões pois a nova engenharia financeira dos Programas (100% Sebrae NA) alterou significativamente esta previsão. Apenas para ilustrar temos aprovados apenas no Sebraetec o valor de R$ 560 milhões para o biênio 2014-2015. Portanto, considerando apenas o que foi executado em 2013 pelo Sistema SEBRAE (R$ 548milhões) como parâmetro, teremos ao final do PPA mais de R$ 2 bilhões investidos em inovação.
  • #58 Aqui poderia colocar a logo dos programas e de alguns parceiros estratégicos Comentário UAIT Meta 2 (Atendimento com soluções de inovação) em 2013: 157 mil Meta 2 (Atendimento com soluções de inovação) em 2014: 201 mil (previsão) ALI Nº de ALI em Campo: 1.023 Nº de Empresas Atendidas em 2013: 44.252 Meta 2014: 45.000 Investimento 2014: R$ 73,9 milhões. SEBRAETEC Nº de Fornecedores: 1.407 Nº de Empresas Atendidas em 2013: 78 mil Meta 2014: 83 mil Investimento 2014: R$ 256 milhões INCUBADORAS Incubadoras Apoiadas atualmente (possuem convênios com o Sebrae): 116 Investimento (Edital de implantação do Cerne): R$ 20 milhões Nº de empresas incubadas nas incubadoras apoiadas: 2.105 Parcerias Estratégicas Investimento: R$ 351 milhões Parceiros: ABDI, FINEP, ABNT, CNPQ, ANPROTEC, ANPEI, INPI, CNI/IEL, SBRT, GS1, MBC, FGV.