A história dum artigo científico
            (paper)

       Professor




 Processos Pedagógicos em eLearning
Tudo isto começou numa atividade da U.C. PPEL
...
Inicialmente estavam previstos grupos de 2 mestrandos mas a
título excecionional foi aceite um grupo de 3 elementos passando
           os entrevistados a serem 2 em vez do 1 inicial




  Graham Attwell          e       José Lagarto
Dois Professores diferentes:
     1. Foi preciso estudar cada um deles;
     2. Ajustar o guião a cada um deles;
     3. Fazendo contudo com que as perguntas se “encaixassem” no
         todo final.

Guiões podem ser consultados em http://ppel5.weebly.com

Com as sugestões e críticas do Professsor José Mota “chegamos a bom
porto” e lá foram enviadas as perguntas ficando a aguardar resposta.

Por sorte a entrevista de Graham Attwell foi a que chegou mais cedo
pois foi preciso o trabalho de a passar de video a texto escrito.

Entrevista disponível em http://ppel5.weebly.com/reflections-on-
personal-learning-environments-by-graham-attwell.html
Questões Logísticas

        Graham Attwell
        • Uma entrevista em video
        • Em Inglês
        • Necessidade de a passar para escrito
        • Traduzi-la para Português




                                         José Lagarto
                                         • Uma entrevista por escrito
                                         • Em Português
                                         • Traduzi-la para Inglês
O trabalho está publicado em
Português e em Inglês no
endereço
http://ppel5.weebly.com
Conclusão

Os professores inquiridos mostraram-se, ambos, abertos a
diferentes abordagens pedagógicas em e-learning, manifestando-
se ora críticos de uma só metodologia, ora preferindo colocar a
ênfase na adaptação da mensagem aos contextos, dado que não
existe um modelo pedagógico único para o e-learning, devendo
antes serem feitas adaptações em função dos contextos. Por
isso, ambos enfatizam os processos, a contextualização específica
de cada comunidade.
....
O mesmo se passa com os PLE: mais que uma ferramenta, constituem parte do
processo de aprendizagem, ainda que subsistam dúvidas sobre se a sua utilização virá a
constituir uma solução ou um problema do ponto de vista da inclusão digital e do
combate à infoexclusão. Caso constituam parte da solução e não do problema, os PLE
têm as potencialidades necessárias para operar a mudança nas comunidades de
aprendizagem.

Esse não é um processo fácil, dada a tendência das universidades para se refugiarem
entre paredes. Ainda que o e-learning seja estratégico para as universidades,
verifica-se que ambos os inquiridos estão bastante céticos quanto à generalização
imediata do elearning, seja por dificuldades das IES em perceber a sua
importância, seja pela irrelevância de algumas das competências técnicas dos próprios
estudantes.

Apesar das dificuldades e dos recuos naturais em processos de mudança de
paradigma, o e-learning, ainda que não se chame e-learning, tem pela frente um
futuro promissor sobretudo num contexto de aprendizagem ao longo da vida.
Durante a entrevista em video Graham Attwell lançou-nos o desafio de nós o
virmos a conhecer durante a PLECONF2012 em Aveiro onde ele seria um dos
                   principais, senão o principal convidado.

 Este simpático convite fez com que nós visitássemos o site da conferência e
 vissemos a possibilidade de apresentar o nosso primeiro paper num evento
                          académico internacional.

    Daí a falarmos nisso ao Professor José Mota foi um passo. Ele, como
sempre, prontificou-se a ajudar a “afinar” o trabalho para que fosse aprovado.
Foi tomada a decisão de participar nesta Conferência
que iria decorrer em simultâneo em Aveiro e em
Melbourne propondo o nosso artigo académico
(paper) para apreciação e caso aprovado seria
apresentado durante o evento.
O que foi preciso fazer para submeter o paper a uma conferência internacional?



Uma conferência internacional, como esta que decorreu em simultâneo em Aveiro
Portugal e em Melbourne na Austrália, é forçosamente em Inglês.

Foi necessário traduzir o trabalho académico em Inglês e toda troca de emails com a
organização foi nesse idioma.

Tivemos um primeiro comentário em que o revisor A nos dava praticamente a
aprovação do paper e a sua admissão à conferência e um revisor B que tecia criticas e
sugestões para melhoria do trabalho que nos apanharam de surpresa.
O Peer Review – Processo de Análise e aprovação do Paper



Como novato nesta coisa da proposta de trabalhos académicos a conferências
queria deixar aqui uma ideia do que foi esta primeira experiência.

Apresentar um paper para peer review é submeter esse trabalho a uma avaliação
externa por, normalmente dois avaliadores incógnitos.

Uma experiência que foi extremamente positiva pois fomos confrontados com
visões diametralmente diferentes. O Professor José Mota foi aqui um conselheiro
excelente orientando-nos no que fazer para resubmeter o paper.
Como encarar as críticas e sugestões?


•   Entendê-las como uma contribuição para a nossa aprendizagem
•   Tornar consciente que podem haver leituras diametralmente diferentes
•   Que é preciso ser paciente e persistente
•   E pensar sempre positivamente

Como recompensa, após este processo que se alonga por algum tempo,
uma alegria enorme de ver o nosso trabalho reconhecido.
http://www.uab.pt/web/guest/noticias/-/journal_content/56/10136/8513067




                                                           A nossa participação foi
                                                            notícia nas páginas da
                                                             Universidade Aberta
Rui Páscoa
                            Graham Attwell
                             João Brogueira
                           na Universidade de
                            Aveiro durante a
                             PLECONF2012




   Imagens duma das
Workshops da Conferência
que decorreu em Julho de
          2012
Agradecimentos

Participar numa conferência interiêncianacional é uma experiência
extremamente enriqueceddora. Mas esta experiência só foi possivel
graças:

1. Ao Professor José Mota pela Actividade que esteve na origem desta;
2. Aos meus colegas Sérgio Lagoa e Rui Páscoa pelo trabalho colaborativo;
3. À Professora Lina Morgado que nos apoiou incluindo durante a
   PLECONF;
4. À Universidade Aberta por lhe dar o devido destaque;
5. À Organização da PLECONF que nos acolheu com grande simpatia.
Contatos

 Este trabalho reflete a opinião e as experiências de João Brogueira enquanto
 integrante dum grupo de trabalho.
 João Brogueira - twitter.com/topcadexperts

 Os outros componentes do grupo de trabalho e do Paper foram:
 Rui Páscoa - twitter.com/ruipascoa
 Sérgio Lagoa - twitter.com/sergiolagoa

Mympel2012 joaobrogueira

  • 1.
    A história dumartigo científico (paper) Professor Processos Pedagógicos em eLearning
  • 2.
    Tudo isto começounuma atividade da U.C. PPEL
  • 3.
  • 4.
    Inicialmente estavam previstosgrupos de 2 mestrandos mas a título excecionional foi aceite um grupo de 3 elementos passando os entrevistados a serem 2 em vez do 1 inicial Graham Attwell e José Lagarto
  • 7.
    Dois Professores diferentes: 1. Foi preciso estudar cada um deles; 2. Ajustar o guião a cada um deles; 3. Fazendo contudo com que as perguntas se “encaixassem” no todo final. Guiões podem ser consultados em http://ppel5.weebly.com Com as sugestões e críticas do Professsor José Mota “chegamos a bom porto” e lá foram enviadas as perguntas ficando a aguardar resposta. Por sorte a entrevista de Graham Attwell foi a que chegou mais cedo pois foi preciso o trabalho de a passar de video a texto escrito. Entrevista disponível em http://ppel5.weebly.com/reflections-on- personal-learning-environments-by-graham-attwell.html
  • 8.
    Questões Logísticas Graham Attwell • Uma entrevista em video • Em Inglês • Necessidade de a passar para escrito • Traduzi-la para Português José Lagarto • Uma entrevista por escrito • Em Português • Traduzi-la para Inglês
  • 9.
    O trabalho estápublicado em Português e em Inglês no endereço http://ppel5.weebly.com
  • 10.
    Conclusão Os professores inquiridosmostraram-se, ambos, abertos a diferentes abordagens pedagógicas em e-learning, manifestando- se ora críticos de uma só metodologia, ora preferindo colocar a ênfase na adaptação da mensagem aos contextos, dado que não existe um modelo pedagógico único para o e-learning, devendo antes serem feitas adaptações em função dos contextos. Por isso, ambos enfatizam os processos, a contextualização específica de cada comunidade. ....
  • 11.
    O mesmo sepassa com os PLE: mais que uma ferramenta, constituem parte do processo de aprendizagem, ainda que subsistam dúvidas sobre se a sua utilização virá a constituir uma solução ou um problema do ponto de vista da inclusão digital e do combate à infoexclusão. Caso constituam parte da solução e não do problema, os PLE têm as potencialidades necessárias para operar a mudança nas comunidades de aprendizagem. Esse não é um processo fácil, dada a tendência das universidades para se refugiarem entre paredes. Ainda que o e-learning seja estratégico para as universidades, verifica-se que ambos os inquiridos estão bastante céticos quanto à generalização imediata do elearning, seja por dificuldades das IES em perceber a sua importância, seja pela irrelevância de algumas das competências técnicas dos próprios estudantes. Apesar das dificuldades e dos recuos naturais em processos de mudança de paradigma, o e-learning, ainda que não se chame e-learning, tem pela frente um futuro promissor sobretudo num contexto de aprendizagem ao longo da vida.
  • 12.
    Durante a entrevistaem video Graham Attwell lançou-nos o desafio de nós o virmos a conhecer durante a PLECONF2012 em Aveiro onde ele seria um dos principais, senão o principal convidado. Este simpático convite fez com que nós visitássemos o site da conferência e vissemos a possibilidade de apresentar o nosso primeiro paper num evento académico internacional. Daí a falarmos nisso ao Professor José Mota foi um passo. Ele, como sempre, prontificou-se a ajudar a “afinar” o trabalho para que fosse aprovado.
  • 13.
    Foi tomada adecisão de participar nesta Conferência que iria decorrer em simultâneo em Aveiro e em Melbourne propondo o nosso artigo académico (paper) para apreciação e caso aprovado seria apresentado durante o evento.
  • 14.
    O que foipreciso fazer para submeter o paper a uma conferência internacional? Uma conferência internacional, como esta que decorreu em simultâneo em Aveiro Portugal e em Melbourne na Austrália, é forçosamente em Inglês. Foi necessário traduzir o trabalho académico em Inglês e toda troca de emails com a organização foi nesse idioma. Tivemos um primeiro comentário em que o revisor A nos dava praticamente a aprovação do paper e a sua admissão à conferência e um revisor B que tecia criticas e sugestões para melhoria do trabalho que nos apanharam de surpresa.
  • 15.
    O Peer Review– Processo de Análise e aprovação do Paper Como novato nesta coisa da proposta de trabalhos académicos a conferências queria deixar aqui uma ideia do que foi esta primeira experiência. Apresentar um paper para peer review é submeter esse trabalho a uma avaliação externa por, normalmente dois avaliadores incógnitos. Uma experiência que foi extremamente positiva pois fomos confrontados com visões diametralmente diferentes. O Professor José Mota foi aqui um conselheiro excelente orientando-nos no que fazer para resubmeter o paper.
  • 16.
    Como encarar ascríticas e sugestões? • Entendê-las como uma contribuição para a nossa aprendizagem • Tornar consciente que podem haver leituras diametralmente diferentes • Que é preciso ser paciente e persistente • E pensar sempre positivamente Como recompensa, após este processo que se alonga por algum tempo, uma alegria enorme de ver o nosso trabalho reconhecido.
  • 17.
    http://www.uab.pt/web/guest/noticias/-/journal_content/56/10136/8513067 A nossa participação foi notícia nas páginas da Universidade Aberta
  • 18.
    Rui Páscoa Graham Attwell João Brogueira na Universidade de Aveiro durante a PLECONF2012 Imagens duma das Workshops da Conferência que decorreu em Julho de 2012
  • 19.
    Agradecimentos Participar numa conferênciainteriêncianacional é uma experiência extremamente enriqueceddora. Mas esta experiência só foi possivel graças: 1. Ao Professor José Mota pela Actividade que esteve na origem desta; 2. Aos meus colegas Sérgio Lagoa e Rui Páscoa pelo trabalho colaborativo; 3. À Professora Lina Morgado que nos apoiou incluindo durante a PLECONF; 4. À Universidade Aberta por lhe dar o devido destaque; 5. À Organização da PLECONF que nos acolheu com grande simpatia.
  • 20.
    Contatos Este trabalhoreflete a opinião e as experiências de João Brogueira enquanto integrante dum grupo de trabalho. João Brogueira - twitter.com/topcadexperts Os outros componentes do grupo de trabalho e do Paper foram: Rui Páscoa - twitter.com/ruipascoa Sérgio Lagoa - twitter.com/sergiolagoa