O documento discute a difícil tarefa de definir quem é negro no Brasil. Kabengele Munanga, professor da USP, afirma que não é fácil definir devido ao ideal de branqueamento no país. Ele também diz que as cotas nas universidades são uma medida transitória para acelerar o aumento do contingente negro no ensino superior, mas que não deve ser o único caminho e deve levar em conta critérios econômicos também. Por fim, destaca a falta de pesquisas sobre raça e gênero na USP.