O desenvolvimento da Educação no Brasil        Um país para se evoluir necessita de uma educação de qualidade como um dos principais pontos de partida, fato esse considerado meio que distante da realidade brasileira. Apesar disso, o Governo Federal, com o objetivo de melhorar a educação no Brasil, criou o PDE (Plano de Desenvolvimento da Educação).       A principal finalidade do PDE é oferecer educação básica de qualidade a todos os indivíduos, realizando investimentos na educação profissionale superior, visto que apresentam uma relação íntima, envolvendo um trabalho em conjunto, no qual pais, alunos, professores e gestores visem o sucesso e a permanência do aluno na escola.                     
Dados sobre a Educação nacional Pesquisas na área educacional apontam que um terço dos brasileiros entre professores e alunos frequentam diariamente a escola. São mais de 2,5 milhões de professorentes matriculados em todos os níveis de ensino. Estes números apontam uma um crescimento no nível de escolaridade do povo brasileiro, o que é considerado muito importante para o desenvolvimento do nosso país. Outro dado importante é a queda no índice de repetência escolar, que tem diminuido nos últimos anos e também o número de crianças frequentando à escola em 2006, correspondendo a 97% das crianças de sete a quatorze anos. A LDB( Lei de Diretrizes e Base da Educação), aprovada em 1996, trouxe um grande avanço no sistema de educação do nosso país. Esta lei visa tornar a escola um espaço de participação social, valorizando a democracia, o respeito, a pluralidade cultural e a formação do cidadão.
  Educação Infantil       Educação infantil nada mais é do que a sustentação de uma criança, é a educação das crianças antes de chegarem ao ensino obrigatório, são crianças de 0 a 6 anos de idade. Neste tipo de educação as crianças são estimuladas a exercitar suas capacidades motoras a fazer descobertas e a iniciar seu processo de aprendizado, isso através de jogos, brincadeiras tudo que ajude o estimulo da criança.
Analfabetismo no Brasil      A situação da Educação apresentou melhorias no Brasil nas ultimas décadas.   Houve queda substancial da taxa de analfabetismo e, ao mesmo tempo, aumento regular da escolaridade média e da freqüência escolar (taxa de escolarização). No entanto, a situação da educação no Brasil ainda não é satisfatória, principalmente em algumas das cinco grandes regiões do país.      Taxa de analfabetismo   Na última década do século XX - 1991/2000, a taxa de analfabetismo de pessoas de 15 anos ou mais de idade caiu de 20,1% para 13,6 % .                 1970 33,6% 1980 25,5% 1991 20,1% 2000 13,6%
           Uma queda chegando a 11,8% em 2002. No entanto, apesar dessa redução, o país ainda tem um total de 14,6 milhões de pessoas analfabetas.       No Brasil o analfabetismo está concentrado entre os mais pobres, mais idosos, negros ou pardos e em áreas mais pobres. A Pnad mostra que dos analfabetos, 67,4% eram negros ou pardos, enquanto 32% eram brancos.       A faixa etária mais analfabeta era de 40 a 59 anos. Os cursos de alfabetização e de educação de jovens e adultos alcançavam em 2006 2,5 milhões de pessoas com idade superior a 15 anos .            Entre as regiões, a maior taxa de defasagem escolar no ensino fundamental foi encontrada na região Nordeste (37,9%). Já a menor foi verificada na região Sul (15,5%).        A média de anos de estudo no Brasil subiu de 5,7 anos, em 1996, para 7,2 anos, em 2006.       Em uma análise entre rendimentos e escolaridade, a pesquisa aponta que entre os 20% mais pobres no Brasil era de 3,9 anos. Já entre os 20% com maior renda a média era de 10,2 anos .
  Como já foi dito a educação no Brasil tem muitas coisas para serem mudadas e melhoradas. Temos pleno conhecimento de que falta muito para conseguirmos fazer do Brasil um país com um ensino de qualidade, interessante, que valha a pena ensinar e aprender. Cabe as autoridades fazer com que essa educação seja concreta, chegando aos alunos os quais não importa a idade são o presente e futuro da nação.   ENSINO, CONHECIMENTO, EDUCAÇÃO são fundamentais a um país, para que seu povo  seja feliz, seja igual, seja "gente"!    
        Lembro-me como se fosse ontem de minha avó sempre folhando o jornal, as revistas... As vezes ria, as vezes ficava apavorada. Não das notícias que via, mas sim das figuras, fotos, minha avó não sabia ler nem escrever apenas o essencial: seu nome, o qual às vezes(como ela dizia) dava branco e acabava ficando nervosa.    Ela tentou aos 60 anos estudar, ia à escola à noite, foi pouco tempo menos de um. Ela aprendeu muito pouco quase nada, mas foi o bastante para ficar alegre e ao mesmo tempo triste por não poder assistir as aulas. Eu chegava à casa de minha avó a ajudava a limpar a cozinha e logo lia o jornal para ela, muito atenciosa as minhas palavras, sempre comentava as notícias as quais lhe passava, mas é claro, que eu não podia citar acontecimentos tristes.        O que me entristece é ela não ter tido a possibilidade de estudar quando pequena. Minha avó morreu aos 73 anos analfabeta (sem nunca sentir o prazer de ler sozinha).

Educacao Web2

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    O desenvolvimento daEducação no Brasil      Um país para se evoluir necessita de uma educação de qualidade como um dos principais pontos de partida, fato esse considerado meio que distante da realidade brasileira. Apesar disso, o Governo Federal, com o objetivo de melhorar a educação no Brasil, criou o PDE (Plano de Desenvolvimento da Educação).      A principal finalidade do PDE é oferecer educação básica de qualidade a todos os indivíduos, realizando investimentos na educação profissionale superior, visto que apresentam uma relação íntima, envolvendo um trabalho em conjunto, no qual pais, alunos, professores e gestores visem o sucesso e a permanência do aluno na escola.                    
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    Dados sobre aEducação nacional Pesquisas na área educacional apontam que um terço dos brasileiros entre professores e alunos frequentam diariamente a escola. São mais de 2,5 milhões de professorentes matriculados em todos os níveis de ensino. Estes números apontam uma um crescimento no nível de escolaridade do povo brasileiro, o que é considerado muito importante para o desenvolvimento do nosso país. Outro dado importante é a queda no índice de repetência escolar, que tem diminuido nos últimos anos e também o número de crianças frequentando à escola em 2006, correspondendo a 97% das crianças de sete a quatorze anos. A LDB( Lei de Diretrizes e Base da Educação), aprovada em 1996, trouxe um grande avanço no sistema de educação do nosso país. Esta lei visa tornar a escola um espaço de participação social, valorizando a democracia, o respeito, a pluralidade cultural e a formação do cidadão.
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      Educação Infantil      Educação infantil nada mais é do que a sustentação de uma criança, é a educação das crianças antes de chegarem ao ensino obrigatório, são crianças de 0 a 6 anos de idade. Neste tipo de educação as crianças são estimuladas a exercitar suas capacidades motoras a fazer descobertas e a iniciar seu processo de aprendizado, isso através de jogos, brincadeiras tudo que ajude o estimulo da criança.
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    Analfabetismo no Brasil     A situação da Educação apresentou melhorias no Brasil nas ultimas décadas. Houve queda substancial da taxa de analfabetismo e, ao mesmo tempo, aumento regular da escolaridade média e da freqüência escolar (taxa de escolarização). No entanto, a situação da educação no Brasil ainda não é satisfatória, principalmente em algumas das cinco grandes regiões do país.      Taxa de analfabetismo Na última década do século XX - 1991/2000, a taxa de analfabetismo de pessoas de 15 anos ou mais de idade caiu de 20,1% para 13,6 % .                 1970 33,6% 1980 25,5% 1991 20,1% 2000 13,6%
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             Uma queda chegando a 11,8% em 2002. No entanto, apesar dessa redução, o país ainda tem um total de 14,6 milhões de pessoas analfabetas.      No Brasil o analfabetismo está concentrado entre os mais pobres, mais idosos, negros ou pardos e em áreas mais pobres. A Pnad mostra que dos analfabetos, 67,4% eram negros ou pardos, enquanto 32% eram brancos.      A faixa etária mais analfabeta era de 40 a 59 anos. Os cursos de alfabetização e de educação de jovens e adultos alcançavam em 2006 2,5 milhões de pessoas com idade superior a 15 anos .           Entre as regiões, a maior taxa de defasagem escolar no ensino fundamental foi encontrada na região Nordeste (37,9%). Já a menor foi verificada na região Sul (15,5%).      A média de anos de estudo no Brasil subiu de 5,7 anos, em 1996, para 7,2 anos, em 2006.      Em uma análise entre rendimentos e escolaridade, a pesquisa aponta que entre os 20% mais pobres no Brasil era de 3,9 anos. Já entre os 20% com maior renda a média era de 10,2 anos .
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      Como jáfoi dito a educação no Brasil tem muitas coisas para serem mudadas e melhoradas. Temos pleno conhecimento de que falta muito para conseguirmos fazer do Brasil um país com um ensino de qualidade, interessante, que valha a pena ensinar e aprender. Cabe as autoridades fazer com que essa educação seja concreta, chegando aos alunos os quais não importa a idade são o presente e futuro da nação.   ENSINO, CONHECIMENTO, EDUCAÇÃO são fundamentais a um país, para que seu povo seja feliz, seja igual, seja "gente"!    
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           Lembro-me como se fosse ontem de minha avó sempre folhando o jornal, as revistas... As vezes ria, as vezes ficava apavorada. Não das notícias que via, mas sim das figuras, fotos, minha avó não sabia ler nem escrever apenas o essencial: seu nome, o qual às vezes(como ela dizia) dava branco e acabava ficando nervosa.   Ela tentou aos 60 anos estudar, ia à escola à noite, foi pouco tempo menos de um. Ela aprendeu muito pouco quase nada, mas foi o bastante para ficar alegre e ao mesmo tempo triste por não poder assistir as aulas. Eu chegava à casa de minha avó a ajudava a limpar a cozinha e logo lia o jornal para ela, muito atenciosa as minhas palavras, sempre comentava as notícias as quais lhe passava, mas é claro, que eu não podia citar acontecimentos tristes.        O que me entristece é ela não ter tido a possibilidade de estudar quando pequena. Minha avó morreu aos 73 anos analfabeta (sem nunca sentir o prazer de ler sozinha).