O documento discute a educação a distância (EAD) como um meio de promover acesso à educação superior e inclusão social no Brasil, especialmente para populações historicamente marginalizadas, como a população negra. Apesar das dificuldades e desigualdades persistentes, a EAD é apresentada como uma solução prática e rápida para melhorar a qualificação e a representação de afro-descendentes na academia, incluindo a proposição de ações afirmativas. O texto destaca a importância de implementar políticas públicas que abordem especificamente os desafios enfrentados por essas populações no contexto educacional.