[1] O narrador conta que, na infância, tinha medo de dormir na casa do avô devido ao relógio que o chamava para incorporar-se na história da casa, que ele não conhecia. [2] O autor destaca a ideia de escrever bilhetes ao futuro como forma de projetar esperanças e perplexidades diante do presente e do futuro. [3] O texto discute como as sociedades constroem convenções de tempo e como a adolescência surgiu como uma nova etapa apenas no século XIX.