O artigo discute a importância de se enxergar as crianças como sujeitos ativos no processo de ensino-aprendizagem, em vez de meros imitadores. Defende que a avaliação deve promover o desenvolvimento equitativo de cada criança, considerando seu contexto único, ao invés de exigir resultados iguais. A prática pedagógica deve mediar o universo infantil de forma a libertar, e não limitar, o potencial de pensamento das crianças.