Longevidade saudável :  as instâncias intermediárias Renato Veras
Aproximadamente 82% dos idosos estão bem de saúde, mantendo sua independência  e autonomia.  18% utilizam os serviços de saúde de forma muito mais intensa do que os outros  grupos etários.  Ambos, idosos autônomos ou dependentes, necessitam de assistência, e muito pouco  lhes é oferecido. AMBOS NECESSITAM DE CUIDADOS
GDP per capita in developing regions and high income countries, 1990 and 2030 GDP  per capita (thousands of 1000 dollars) Sub-Saharan Africa Asia and  the Pacific Latin America and the Caribbean Middle East and North Africa Europe and former U.S.S.R. High-income countries   Source:  World Bank Data; World Development Report, 1992
A  Inflação   da Saúde Inflação no Brasil - 1984 a 1991 (US$) Geral: 47% Saúde: 154,8% Tecnologia na saúde Tecnologia não substitutiva Não substitui mão-de-obra Exige mão-de-obra mais cara e sofisticada
Inflação  Do Setor Saúde A General  Motors, na década de 80, chegou a gastar, em um ano, com seguro-saúde para os seus empregados, o mesmo valor que pagara em aço para todos os carros produzidos, naquele ano .
A mídia...
Países selecionados, para o ano de 2000, indicadores demográficos e de gastos em saúde. Países População total (000) População de  60 anos ou mais (em %) Gasto total em saúde, % do PIB Gasto total em saúde, per capita (em US$) Argentina 36.577 13.3 8.2 823 Bélgica 10.152 21.6 8.0 1.738 Brasil 167.988 7.6 6.5 428 Canadá 30.857 16.7 8.6 1.836 Cuba 11.160 13.4 6.3 109 França 58.886 20.5 9.8 2.125 Reino Unido 58.744 20.9 5.8 1.193 Estados Unidos 276.218 16.4 13.7 4.187
Caso não se atue decisivamente para modificar o quadro atual,  mantendo-se as atuais  tendências de crescimento dos custos com o cuidados médicos e de aumento da parcela idosa da população,  o custeio da assistência médica será inviável. Custeio da  Assistência Médica
HOSPITALIZAÇÕES SUS - 2002 AMBULÂNCIA
CUSTO MÉDIO POR AIH POR 3 FAIXAS ETÁRIAS - SUS - 2001 0-14 anos  15-59 anos  60 ou + 542,78 (custo médio pago por hospitalização por habitante de cada faixa etária) R$ 394,97 368,43 Ministério da Saúde, 2002
R$ 18,07 R$ 27,79 R$ 82,70 ÍNDICE DE CUSTO HOSPITALAR POR 3 FAIXAS ETÁRIAS - SUS - 2001 0-14 anos  15-59 anos  60 ou + (custo de hospitalização consumido por habitante/ano de cada faixa etária ) Ministério da Saúde, 2002
29,6% 0-14 anos  15-59 anos  60 ou + 922 (18,0%) 2.963 (58,1%) 61,8% 8,5% 1.217 (23,9%) COMPARAÇÃO  ENTRE  O  CUSTO DAS AIHs E COMPOSIÇÃO POPULACIONAL PROPORCIONAL Por 3 faixas etárias  SUS - 2001 Custo (em 000 R$) % da população total
COEFICIENTE DE HOSPITALIZAÇÃO POR 7 FAIXAS ETÁRIAS - SUS - 2001 0-14 anos  15-59  60-64  65-69  70-74  75-79  80 ou + 49 70 163 (número de hospitalizações por 1.000 habitantes de cada faixa etária) 199 243 133 107
Fonte: IBGE - Censo Demográfico e Estimativas Sistema de Informação Hospitalar do SUS  www.datasus.gov.br
Fonte: IBGE - Censo Demográfico e Estimativas Sistema de Informação Hospitalar do SUS  www.datasus.gov.br
 
 
 
 
Números absolutos e percentuais de Doenças Crônicas por grupo de idade. Brasil PNAD/Saúde 1998
Grupos de Idade Doença Crônica Uma Doença Crônica Duas Doenças Crônicas Três Doenças Crônicas 0 a 14 anos 3 973 799 3 716 006 204 971 43 547 93,51% 5,16% 1,10% 15 a 59 anos 38 472 948 21 145 915 9 396 744 7 893 578 54,96% 24,42% 20,52% 60 anos ou mais 7 568 850 2 960 041 2 192 432 2 406 728 39,11% 28,97% 31,80% Idade ignorada 3 734 3 114 410 210 83,40% 10,98% 5,62% Doenças Crônicas por grupo de idade.  Brasil PNAD/Saúde 1998.
Percentual de consultas realizadas nos últimos 12 meses segundo grupos de idade.  PNAD, 1998.
Nos  Estados  Unidos os idosos contituiam 12%  da  população  em 1988,  recebiam 29% de  todas  as  prescrições  e  consumiam  35%  dos gastos com medicamentos prescritos.  Em um estudo no Uruguai (Meenhoff, 1992)  mostrou  que  o  consumo  per  capita entre os idosos  é  de  29 prescrições por ano, enquanto que a média  para a população  é de 11,5 prescrições anuais.   Medicamentos na Terceira Idade Fonte:   Suely  Rosenfeld,  tese  de  doutorado  “Reações  adversas  aos medicamentos na Terceira Idade, IMS/UERJ, 1997
Mortalidade nos países em desenvolvimento Fonte:  Report of the Ad Hoc Committee on Health Research Relating to Future Intervation Options,  Draft 3.0,  December 1995 1990 2020 49,8% 8,7% 41,5% 76,8% 11,5% 11,7% Doenças Agudas Doenças Crônicas Causas externas
AGE-SPECIFIC STROKE MORTALITY RATES (per 100 000) FOR SELECTED COUNTRIES, 1990   Age   55-64     65-74  Países  homem  mulher  homem  mulher Canada  48.5  28.4  165.7  108.8 Argentina   188.8  104.8  409.9  254.1  China   292.5   197.9   1025.8  664.9 Bulgaria   352.1   213.1   1044.8  764.6 Mauritius   520.6   172.6   848.8  559.2 Source:   Kalache & Aboderin  Health Policy Planning   1995, (1);  1-21
A N OVA  I DADE
 
Ampliação do número de hospitais A tendência mundial da desospitalização: Nos Estados Unidos, a demanda hospitalar experimenta dramático recuo. Em apenas 6 anos, os leitos ocupados despencaram de 1,2 milhão, em 1994, para 425 mil, em 1999. Redução de um terço em seis anos. Já no Brasil, o número de hospitais, neste mesmo período, cresceu em 30%.
É estimado que no último ano de vida, com o modelo atual baseado na internação e do uso intensivo da tecnologia das máquinas, o indivíduo consome com a doença a mesma quantidade de recursos financeiros com que gastou com o item saúde durante toda a sua vida. Será que mais este dado não é suficiente para se gestar políticas que busquem um envelhecimento saudável e um final de vida, conseqüência do envelhecimento biológico.  Modelo inadequado
Conhecendo o “Doente”   Não se pode separar os componentes de uma situação global CLIENTE PLANO PRESTADOR PACIENTE
 
Deve-se buscar ações que viabilizem a busca ativa e à antecipação da intervenção sobre a doença, e da postergação para aquelas doenças já adquiridas. As instâncias intermediárias
Pouco está sendo feito para transformar o modelo assistencial. É hora de falarmos nas instâncias intermediárias, como o  home care  e os centros de convivência. As instâncias intermediárias
A lógica da identificação precoce A pequena parte da população idosa que utiliza pesadamente os recursos destinados à saúde  (nos EUA  5% da população  idosa registrada no Medicare é responsável por  62% das despesas  hospitalares)  poderia gozar de uma saúde melhor e gastar menos em hospitalizações e outros recursos de complexidade tecnológica crescente se seus membros com maior risco fossem identificados precocemente e abordados preventivamente. Fonte: Boult et al., 1993; Gruenberg et al., 1989.
O avanço tecnológico das últimas décadas permitiu a miniaturização e automação de equipamentos de alta tecnologia.  Procedimentos cirúrgicos que demandavam vários dias de internação foram reduzidos pela metade. Procedimentos vários que antes demandavam hospitalização são realizados em consultórios/ambulatórios, trazendo mais conforto para o paciente, reduzindo as chances de infecção hospitalar, além de uma conta menor para o pagador.  Estes fatores levam a uma menor utilização do hospital e a conseqüente ampliação dos procedimentos realizados no lar (home-care).  Home Care
Home Care Central de Internação Equipe de Enfermagem Equipe Médica Nutricionistas Farmacêuticas Administrativos Almoxarifado Despacho Serviços Terceirizados
Para refletir Papel do profissional de saúde no seu espaço de  trabalho.  O médico no hospital, poder inquestionável. O médico prestador de serviços. O acompanhante
Programa Vida Saudável  Manutenção e Restabelecimento da Saúde
Concentração dos gastos em saúde Source: National Medical Expenditure Survey, 1987 Percentil Percentual do total dos gastos TOP 1 % 30 % TOP 10 % 72 % TOP 50 % 97 %
Esta modalidade de cuidado vem se ampliando pela necessidade de se oferecer uma assistência mais minuciosa e pormenorizada ao paciente, particularmente para aqueles com suas múltiplas patologias crônicas. Monitoramento de Doenças Crônicas
Programa Vida Saudável BASES TEÓRICAS
Identificar, o mais precocemente possível, qualquer alteração de saúde Aumentar o envolvimento no auto-cuidado; Interferir favoravelmente na história natural da doença; Objetivos do Vida Saudável
Antecipar e monitorar o surgimento, ou complicações, de doenças; Prevenir as exacerbações e complicações de doenças;  Construir uma base de dados sobre os pacientes; quer aqueles ainda sadios ou aqueles com doenças já instaladas. Objetivos do Vida Saudável
Alicerces do Vida Saudável Programa de prevenção e promoção de saúde Visita domiciliar para avaliação do paciente no seu ambiente doméstico Identificação da severidade dos casos
Alicerces do Vida Saudável Protocolos clínicos de atendimento; Equipe de médicos, enfermeiros e agentes de saúde qualificado para ações comunitárias Prontuário eletrônico do paciente; Call center  com profissionais de saúde especializados nas 24 horas, todos os dias.
Esta modalidade de cuidado vem se ampliando pela necessidade de se oferecer uma assistência mais minuciosa e pormenorizada ao paciente, particularmente para aqueles com suas múltiplas patologias crônicas. O Monitoramento de doenças
Abordagem prospectiva, doenças-específicas, integrando a prestação de cuidados de saúde em todas as suas etapas, mesmo nos períodos de remissão da doença.  Enfatiza a intervenção n a doença focando nas intervenções mais adequadas como mecanismo de se atingir um resultado custo-efetivo. Conceito Ou seja; a velha prática do exercício da boa medicina
Interferir favoravelmente na história natural da doença; Antecipar e monitorar o surgimento, ou complicações, das doenças crônicas; Prevenir as exacerbações e complicações das doenças crônicas;  Aumentar o envolvimento do paciente no auto-cuidado; Construir uma base de dados sobre os doentes crônicos. Objetivos
Benefício farmacêutico aos doentes crônicos; Alicerces do programa Programa de prevenção e promoção de saúde Visita domiciliar para avaliação do ambiente domiciliar Identificação da severidade dos casos Implantação de protocolos clínicos de atendimento; Equipe de médicos e enfermeiros qualificados para o gerenciamento de doenças específicas; Prontuário eletrônico do paciente; Call center  com profissionais de saúde qualificados nas 24 horas
Devido ao fato da maioria das pessoas com doenças crônicas pertencerem ao grupo etário dos idosos, e estes terem por característica  múltiplas patologias crônicas , o programa de monitoramento de doenças deve se ater ao cuidado e monitoramento não apenas de uma doença, mas das várias doenças crônicas associadas.  Doenças para o monitoramento
UnATI - Universidade Aberta da Terceira Idade  é uma unidade da Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Uma das primeiras Universidades Abertas da Terceira Idade do país, a UnATI/UERJ  está estruturada como uma microuniversidade temática cujo programa, em permanente construção, apresenta 4 eixos básicos de atuação  1. O primeiro eixo, voltado para o idoso, consiste em atividades de  integração e inserção social, atividades sócio-culturais e educativas e  atividades de promoção e de atenção à saúde.
2. O segundo eixo diz respeito à formação, capacitação, atualização, especialização, mestrado e doutorado, além da formação de cuidadores de idosos.  3. O terceiro eixo prioriza a produção de conhecimento, através do fomento de pesquisas na área do envelhecimento, da manutenção do Centro de Documentação e da divulgação da produção dos pesquisadores, através da publicação de livros e da Revista Científica da UnATI.
4. O quarto eixo, com objetivo de promover a sensibilização da opinião pública, é voltado para o público  externo, formador de opinião, concentrado-se, portanto, em atividades de extensão através de programas  de voluntariado, atividades de comunicação e divulgação, além da participação na formulação de políticas públicas voltadas para as pessoas idosas.
A concepção de uma microuniversidade temática, ou seja, a conjugação de atividades - ensino, pesquisa e extensão - voltadas para o idoso, possibilita a criação de alternativas inovadoras com interações sinérgicas entre produção de conhecimento, formação e aperfeiçoamento de recursos humanos e prestação de serviços.   Concepção de uma UnATI
A   UnATI  iniciou suas atividades no segundo semestre de 1993, foi concebida com a proposta de integrar profissionais e estudiosos de reconhecida experiência em diversas áreas para a realização de atividades de ensino, pesquisa e assistência dentro do campo da  Geriatria e Gerontologia .   A Jovem UnATI
A  UnATI  está instalada em uma área de aproximadamente  800 m 2  do campus universitário. Possui ainda dois ambulatório de saúde, sendo um localizado nas proximidades do campus.
Trabalham na UnATI 54 profissionais  além de  bolsistas ,  estagiários  e  trabalhadores vonluntários.
A  UnATI  é freqüentada por  2900 idosos  nos seus cursos, a cada semestre, e realiza  800 atendimentos/mês  nos seus ambulatórios.
A UnATI está estruturada em  três segmentos- Ensino, Extensão (assistência á comunidade) e Pesquisa.   UnATI: ensino, pesquisa e extensão
A UnATI traz pessoas idosas para o  campus , onde entram em contato cotidiano com pessoas mais jovens. Isto significa uma tentativa particularmente importante de reduzir a discrepância de valores e idéias entre as diferentes gerações. A busca da integração entre gerações é, adicionalmente, uma estratégia que pode contribuir para reverter, a médio e longo prazo, o processo social de desvalorização do idoso na nossa sociedade. UnATI: a procura da integração entre   gerações
Na área de ensino realiza cursos para os idosos, além de programas específicos, dirigidos à qualificação de pessoal técnico voltado ao atendimento à Terceira idade. Ensino
Ensino Cursos para os idosos: são oferecidos 125 cursos por semestre  todos os cursos são totalmente gratuitos exemplos de algumas área de ensino: 1.Educação para Saúde  2.A Arte da Dança e da Música  3.Artes Plásticas e Artesanato  4.Arte, Literatura e História  5.Línguas Estrangeiras  6.Atividades Informativas/Formativas em Terceira Idade  7.Atividades de Integração e Reflexão
•  Uma estratégia cada vez mais adotada visando reduzir os problemas de solidão dos idosos e melhorar o contato social, assim como desenvolver novas capacidades em idade mais avançada é a implantação dos chamados  centros de convivência .  •  Estes locais podem agrupar idosos em atividades de ensino, culturais, de lazer ou mesmo esportivas, sempre com a supervisão de profissionais qualificados.  Novos modelos de atenção
Projeto preventivo •  A partir das atividades do  Centro de Convivência , técnicos observam o dia-a-dia do idoso, seu humor, sua marcha, sua cognição e se qualquer mudança for detectada este idoso é imediatamente encaminhado para o atendimento médico. •  A prevenção quanto maior precoce ocorre, maiores são as chances de um melhor prognóstico
•  Todas as atividades desenvolvidas tem como  meta  a busca do  envelhecimento saudável . •  Os cursos da UnATI, por exemplo, visam, não apenas oferecer conhecimento e novas habilidades, mas principalmente  colocar os idosos em contacto com outras pessoas  e possibilitar aos técnicos a  observação cuidadosa do seu dia-a-dia . •  A meta da UnATI é a de manter, por mais longo período possível, a  autonomia  e a  independência do idoso.
Extensão   •   A Unati atende gratuitamente a  800 pessoas/mês,  em dois ambulatórios de saúde. •   A equipe é composta de  médicos, enfermeiros,, assistentes sociais, nutricionistas, fisioterapeutas, psicólogos , entre outros profissionais da área da saúde. •   Exames complementares são realizados.
O principal propósito   da UnATI não é apenas oferecer assistência médica,  mas também aproximar pessoas da terceira idade em atividades culturais,  de lazer e até atividades físicas sob a supervisão de profissionais qualificados.
Pesquisa •  Várias pesquisas em andamento •  Centro de documentação •  Home Page •  Livros produzidos
UnATI: faixa etária
UnATI:  situação previdenciária
UnATI: situação de escolaridade
UnATI: gênero
A UnATI traz pessoas idosas para o  campus , onde entram em contato cotidiano com pessoas mais jovens. Isto significa uma tentativa particularmente importante de reduzir a discrepância de valores e idéias entre as diferentes gerações. A busca da integração entre gerações é, adicionalmente, uma estratégia que pode contribuir para reverter, a médio e longo prazo, o processo social de desvalorização do idoso na nossa sociedade. UnATI: a procura da integração entre   gerações
A maioria das doenças crônicas que acometem o indivíduo idoso tem, na própria idade, seu principal fator de risco. Envelhecer sem nenhuma doença crônica é mais exceção do que regra. No entanto, a presença de uma doença crônica não significa que o idoso não possa gerir sua própria vida e encaminhar o seu dia-a-dia de forma totalmente independente.   Operacionalização do conceito
•  Uma estratégia cada vez mais adotada visando reduzir os problemas de solidão dos idosos e melhorar o contato social, assim como desenvolver novas capacidades em idade mais avançada é a implantação dos chamados  centros de convivência .  •  Estes locais podem agrupar idosos em atividades de ensino, culturais, de lazer ou mesmo esportivas, sempre com a supervisão de profissionais qualificados.  Novos modelos de atenção
Projeto preventivo •  A partir das atividades do  Centro de Convivência , técnicos observam o dia-a-dia do idoso, seu humor, sua marcha, sua cognição e se qualquer mudança for detectada este idoso é imediatamente encaminhado para o atendimento médico. •  A prevenção quanto mais precoce ocorre, maiores são as chances de um melhor prognóstico
A maior parte dos idosos é, na verdade, absolutamente capaz de decidir sobre seus interesses e organizar-se sem nenhuma necessidade de ajuda de quem quer que seja. Consoante aos mais modernos conceitos gerontológicos, esse idoso que mantém sua autodeterminação e prescinde de qualquer ajuda ou supervisão para realizar-se no seu cotidiano deve ser considerado um idoso saudável,  ainda que seja portador de uma ou mais de uma doença crônica .
Doenças como depressão e demência já estão, em todo mundo, entre as principais causas de anos vividos com incapacidade, exatamente por conduzirem à perda da independência e, quase que necessariamente, à perda da autonomia.
Marcadores de doenças O exemplo da depressão e sua  prevalência ampliada entre as mulheres
O que deve conter um novo modelo Perfil epidemiológico atualizado. Prevenção/postergação de doenças. Instâncias intermediárias, home-care. Gatekeeper - excelente formação acadêmica,  protocolos, discussões técnicas. Estímulo a programas de integração social. Prontuários eletrônicos,  padronização de  procedimentos. Tecnologia da informação ao invés da tecnologia  das máquinas.
Para se fazer frente aos custos crescente da assistência à saúde, devido ao crescimento da população idosa e da incorporação de novas tecnologias, deve-se buscar a  diminuição do período da internação hospitalar , no melhor  monitoramento das doenças crônicas  e no monitoramento dos fatores de risco como forma de  prevenir doenças evitáveis . A gestão contemporânea na saúde
Prontuário Eletrônico Alguns exemplos: Tela de abertura
 
Prontuário Eletrônico Alguns exemplos: Hábitos de vida
 
Prontuário Eletrônico Alguns exemplos: Sintomas
 
Prontuário Eletrônico Alguns exemplos: Condições ambientais
 
Prontuário Eletrônico Alguns exemplos de relatórios: Extrato de saúde, resumo para o médico
 
 
Prontuário Eletrônico Alguns exemplos de relatórios: Perfil de saúde - para o paciente, com seus fatores de riscos
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Estilo de Vida As informações epidemiológicas disponíveis já permitem ao indivíduo eleger como particularmente deseja viver. Se optar pelo consumo de tabaco, de álcool, pela vida estressada, pela ingestão de grandes quantidades de gordura animal e açúcar, não praticar atividade física de forma regular, ou seja, não levar uma vida definida como saudável, estará optando também pela redução de seus anos de vida.  Não aderir a cartilha do “life style” significa renunciar, de forma consciente, a uma vida mais longeva.
Excesso e desperdício O  excesso  de exames solicitados e o  desperdício   de recursos são imediatamente imputados ao poder da caneta do médico. Esta é uma análise verdadeira, porém de pouca profundidade   Para se exigir do médico a moderação nos pedidos de exames de diagnóstico devemos ofertar os instrumentos adequados, como formação continuada com informações atualizadas a fim de permitir o exercício da correta medicina.
Caso não se atue decisivamente para modificar o quadro atual, mantendo-se as atuais tendências de crescimento dos custos com o cuidados médicos e de aumento da parcela idosa da população, o custeio da assistência médica será inviável. CUSTEIO DA  ASSISTÊNCIA MÉDICA
Amplia os benefícios da população segurada. Limita  a contribuição adicional por idade. Obriga a busca de um novo modelo assistencial de qualidade e uma  Relação  Custo/Benefício  mais adequada. Esta nova realidade de saúde exige soluções eficazes e um melhor conhecimento do perfil epidemiológico dos idosos. A Nova  Regulamentação  da Saúde
Manutenção da capacidade funcional Capacidade funcional:  capacidade de o indivíduo manter as habilidades físicas e mentais necessárias para uma vida independente e autônoma
Para se fazer frente aos custos crescente da assistência à saúde, devido ao crescimento da população idosa e da incorporação de novas tecnologias, deve-se buscar a  diminuição do período da internação hospitalar , no melhor  monitoramento das doenças crônicas  e no monitoramento dos fatores de risco como forma de  prevenir doenças evitáveis . A gestão contemporânea na saúde
Importante pensar em... Identificação precoce
Deve-se buscar ações que viabilizem a busca ativa e à antecipação da intervenção sobre a doença, e da postergação para aquelas doenças já adquiridas. Identificação precoce Quanto mais precoce for o diagnóstico (a intervenção), maiores são as chances de um melhor prognóstico.  –  radicalização do modelo preventivo.
A equipe do Programa Saúde da Família tem como diretriz cuidar de um conjunto de famílias que vivem em um determinado território.   Suas finalidades são: a realização de ações intersetoriais de controle dos determinantes do processo saúde-doença; a partilha de conhecimentos profissionais com a população usuária, a participação social nas ações realizadas pela equipe e o entendimento do princípio constitucional de saúde como direito de todos. Programa Saúde da Família
A estratégia de saúde da família constitui o eixo estruturante da reorganização do sistema de saúde, a partir da atenção básica. Seus princípios fundamentam-se na noção de responsabilidade sanitária, mediante a criação de um vínculo permanente entre os profissionais de saúde e um conjunto de famílias residentes em uma área.  Programa Saúde da Família
O seu propósito é intervir, em parceria com a comunidade e setores governamentais e não-governamentais, nos principais problemas de saúde da população, mediante a oferta articulada de ações de promoção, prevenção, recuperação e reabilitação. Programa Saúde da Família
As Unidades de Saúde da Família constituem a porta de entrada do sistema de saúde, e devem se articular com outros níveis de atenção para garantir o atendimento integral às necessidades sociais de saúde, percebidas pela população e definidas pelo conhecimento clínico e epidemiológico dos profissionais de saúde. Programa Saúde da Família
A abordagem familiar opera dentro da lógica do ciclo de vida, compatível com cinco diretrizes da PNSI, que visam a promoção do envelhecimento saudável, a manutenção da capacidade funcional, a assistência às necessidades de saúde dos idosos, a reabilitação da capacidade funcional comprometida e o apoio aos cuidados informais.   Programa Saúde da Família
A equipe do Programa Saúde da Família tem como diretriz cuidar de um conjunto de famílias que vivem em um determinado território.   Suas finalidades são: a realização de ações intersetoriais de controle dos determinantes do processo saúde-doença; a partilha de conhecimentos profissionais com a população usuária, a participação social nas ações realizadas pela equipe e o entendimento do princípio constitucional de saúde como direito de todos. Programa Saúde da Família
Área complexa e repleta de pessoas bem intencionadas, porém sem a qualificação técnica necessária. Ações atuais são muito tímidas e tradicionais.
Gestão Em Saúde Estamos Todos no Mesmo Barco
Ou revisamos o modelo, utilizando inovadoras ferramentas de gestão, ou ...
 
 
“ Retratos de Outono” João Máximo
“ País jovem com Cabelos  Brancos” Renato Veras
“ Terceira idade -  Um envelhecimento digno para o cidadão do Futuro” Org.  Renato Veras
"Terceira Idade: Gestão Contemporânea em Saúde", editado pela Relume Dumará em parceria com a UnATI/UERJ.
Autor:   Renato Veras  Editora: Reluma-Dumara: UnATI/UERJ, 2002 190 páginas Inclui textos escritos por: Cláudia S. F. Martins; Maria Angélica S. Sanchez; Nelson A. de Souza Silva; Paulo Henrique Chaves; Renato Veras; Roberto Lourenço Reúne textos sobre organização e acesso aos serviços de saúde. O primeiro, vencedor do Prêmio Abramge de Medicina 2000, apresenta um modelo assistencial desenvolvido no serviço de saúde da UnATI. O segundo analisa  as informações do Datasus, banco de dados de saúde do país, destinado à subsidiar a organização dos serviços de saúde. O terceiro, resumo de uma dissertação, aborda a hipertensão arterial com seus fatores de risco e agravos. O último traz as informações do estudo sobre  “Acesso e utilização de serviços de saúde da Pesquisa Nacional por Amostra Domiciliar (PNAD)” do IBGE identificando o novo perfil, tendências e demandas do sistema privado e público de saúde.
 
Este livro comemora os dez anos da Universidade Aberta da Terceira Idade da Universidade do Estado do Rio de Janeiro UnATI/UERJ. Descreve um modelo de cuidado integral que também seja um  locus  de formação qualificada de profissionais e de produção e disseminação de conhecimento por meio de desenvolvimento de pesquisas. Um Centro que ofereça atualização, informação e cursos e preste assistência e serviços de diversas naturezas a idosos. Objetiva colocar à disposição dos profissionais interessados na área do envelhecimento humano, o inventário da experiência desenvolvida na UnATI/UERJ e estimular a criação de Centros de Convivência para pessoas idosas em qualquer comunidade com o mínimo de recursos a partir de alguns princípios básicos. Autores:   Renato Veras e Célia Pereira Caldas.  Editora: UnATI/UERJ, 2004  76 páginas
 
Apresenta um histórico da prestação de serviços de saúde mostrando as várias tendências do setor. Aborda estes serviços no Brasil com dados recentes por falta de registros históricos da assistência domiciliar no país. Aponta a transição demográfica mundial como fator determinante para o desenvolvimento da modalidade de assistência domiciliar. Analisa, apresentando dados estatísticos, a diferença entre o crescimento populacional nos países mais desenvolvidos em comparação aos menos desenvolvidos. Conceitua home care apresentando os vários significados do termo. Descreve a expansão da assistência domiciliar e sua estratégia de desospitalização. Reflete sobre esta nova modalidade de assistência à saúde. Inclui vários dados estatísticos.  Autor:   Mendes, Walter.  Editora: UnATI/UERJ, 2001  111 páginas
Resultado de uma convocação feita à vários profissionais atuantes em Instituições de Ensino Superior e técnicos do Ministério da Saúde objetivando a elaboração da Política Nacional de Saúde do Idoso (PNSI). Aponta a peculiaridade do processo de transição demográfica no Brasil e suas conseqüências epidemiológicas alterando o quadro de morbimortalidade. Apresenta e descreve as diretrizes necessárias para atingir o objetivo da Política Nacional do Idoso. Inclui terminologia e relação de participantes da oficina de trabalho sobre a PNSI.
O objetivo deste livro, em linhas gerais, é o de habilitar pessoas para cuidar de idosos, com vista à melhoria da qualidade de vida dos idosos atendidos em suas próprias comunidades. Com objetivos específicos, espera-se proporcionar orientação necessária ao cuidado de idosos na comunidade; desenvolver uma mentalidade preventiva no sentido de evitar riscos à saúde e à autonomia do idoso; priorizar a qualidade de vida do idoso e estimular sua autonomia e independência; e despertar uma integração harmoniosa entre o cuidador e idoso.  Editora: UnATI/UERJ, 2005 169 páginas
Convite
To add life to the years that have been added to life

Módulo 3 - Aula 5

  • 1.
    Longevidade saudável : as instâncias intermediárias Renato Veras
  • 2.
    Aproximadamente 82% dosidosos estão bem de saúde, mantendo sua independência e autonomia. 18% utilizam os serviços de saúde de forma muito mais intensa do que os outros grupos etários. Ambos, idosos autônomos ou dependentes, necessitam de assistência, e muito pouco lhes é oferecido. AMBOS NECESSITAM DE CUIDADOS
  • 3.
    GDP per capitain developing regions and high income countries, 1990 and 2030 GDP per capita (thousands of 1000 dollars) Sub-Saharan Africa Asia and the Pacific Latin America and the Caribbean Middle East and North Africa Europe and former U.S.S.R. High-income countries Source: World Bank Data; World Development Report, 1992
  • 4.
    A Inflação da Saúde Inflação no Brasil - 1984 a 1991 (US$) Geral: 47% Saúde: 154,8% Tecnologia na saúde Tecnologia não substitutiva Não substitui mão-de-obra Exige mão-de-obra mais cara e sofisticada
  • 5.
    Inflação DoSetor Saúde A General Motors, na década de 80, chegou a gastar, em um ano, com seguro-saúde para os seus empregados, o mesmo valor que pagara em aço para todos os carros produzidos, naquele ano .
  • 6.
  • 7.
    Países selecionados, parao ano de 2000, indicadores demográficos e de gastos em saúde. Países População total (000) População de 60 anos ou mais (em %) Gasto total em saúde, % do PIB Gasto total em saúde, per capita (em US$) Argentina 36.577 13.3 8.2 823 Bélgica 10.152 21.6 8.0 1.738 Brasil 167.988 7.6 6.5 428 Canadá 30.857 16.7 8.6 1.836 Cuba 11.160 13.4 6.3 109 França 58.886 20.5 9.8 2.125 Reino Unido 58.744 20.9 5.8 1.193 Estados Unidos 276.218 16.4 13.7 4.187
  • 8.
    Caso não seatue decisivamente para modificar o quadro atual, mantendo-se as atuais tendências de crescimento dos custos com o cuidados médicos e de aumento da parcela idosa da população, o custeio da assistência médica será inviável. Custeio da Assistência Médica
  • 9.
    HOSPITALIZAÇÕES SUS -2002 AMBULÂNCIA
  • 10.
    CUSTO MÉDIO PORAIH POR 3 FAIXAS ETÁRIAS - SUS - 2001 0-14 anos 15-59 anos 60 ou + 542,78 (custo médio pago por hospitalização por habitante de cada faixa etária) R$ 394,97 368,43 Ministério da Saúde, 2002
  • 11.
    R$ 18,07 R$27,79 R$ 82,70 ÍNDICE DE CUSTO HOSPITALAR POR 3 FAIXAS ETÁRIAS - SUS - 2001 0-14 anos 15-59 anos 60 ou + (custo de hospitalização consumido por habitante/ano de cada faixa etária ) Ministério da Saúde, 2002
  • 12.
    29,6% 0-14 anos 15-59 anos 60 ou + 922 (18,0%) 2.963 (58,1%) 61,8% 8,5% 1.217 (23,9%) COMPARAÇÃO ENTRE O CUSTO DAS AIHs E COMPOSIÇÃO POPULACIONAL PROPORCIONAL Por 3 faixas etárias SUS - 2001 Custo (em 000 R$) % da população total
  • 13.
    COEFICIENTE DE HOSPITALIZAÇÃOPOR 7 FAIXAS ETÁRIAS - SUS - 2001 0-14 anos 15-59 60-64 65-69 70-74 75-79 80 ou + 49 70 163 (número de hospitalizações por 1.000 habitantes de cada faixa etária) 199 243 133 107
  • 14.
    Fonte: IBGE -Censo Demográfico e Estimativas Sistema de Informação Hospitalar do SUS www.datasus.gov.br
  • 15.
    Fonte: IBGE -Censo Demográfico e Estimativas Sistema de Informação Hospitalar do SUS www.datasus.gov.br
  • 16.
  • 17.
  • 18.
  • 19.
  • 20.
    Números absolutos epercentuais de Doenças Crônicas por grupo de idade. Brasil PNAD/Saúde 1998
  • 21.
    Grupos de IdadeDoença Crônica Uma Doença Crônica Duas Doenças Crônicas Três Doenças Crônicas 0 a 14 anos 3 973 799 3 716 006 204 971 43 547 93,51% 5,16% 1,10% 15 a 59 anos 38 472 948 21 145 915 9 396 744 7 893 578 54,96% 24,42% 20,52% 60 anos ou mais 7 568 850 2 960 041 2 192 432 2 406 728 39,11% 28,97% 31,80% Idade ignorada 3 734 3 114 410 210 83,40% 10,98% 5,62% Doenças Crônicas por grupo de idade. Brasil PNAD/Saúde 1998.
  • 22.
    Percentual de consultasrealizadas nos últimos 12 meses segundo grupos de idade. PNAD, 1998.
  • 23.
    Nos Estados Unidos os idosos contituiam 12% da população em 1988, recebiam 29% de todas as prescrições e consumiam 35% dos gastos com medicamentos prescritos. Em um estudo no Uruguai (Meenhoff, 1992) mostrou que o consumo per capita entre os idosos é de 29 prescrições por ano, enquanto que a média para a população é de 11,5 prescrições anuais. Medicamentos na Terceira Idade Fonte: Suely Rosenfeld, tese de doutorado “Reações adversas aos medicamentos na Terceira Idade, IMS/UERJ, 1997
  • 24.
    Mortalidade nos paísesem desenvolvimento Fonte: Report of the Ad Hoc Committee on Health Research Relating to Future Intervation Options, Draft 3.0, December 1995 1990 2020 49,8% 8,7% 41,5% 76,8% 11,5% 11,7% Doenças Agudas Doenças Crônicas Causas externas
  • 25.
    AGE-SPECIFIC STROKE MORTALITYRATES (per 100 000) FOR SELECTED COUNTRIES, 1990 Age 55-64 65-74 Países homem mulher homem mulher Canada 48.5 28.4 165.7 108.8 Argentina 188.8 104.8 409.9 254.1 China 292.5 197.9 1025.8 664.9 Bulgaria 352.1 213.1 1044.8 764.6 Mauritius 520.6 172.6 848.8 559.2 Source: Kalache & Aboderin Health Policy Planning 1995, (1); 1-21
  • 26.
    A N OVA I DADE
  • 27.
  • 28.
    Ampliação do númerode hospitais A tendência mundial da desospitalização: Nos Estados Unidos, a demanda hospitalar experimenta dramático recuo. Em apenas 6 anos, os leitos ocupados despencaram de 1,2 milhão, em 1994, para 425 mil, em 1999. Redução de um terço em seis anos. Já no Brasil, o número de hospitais, neste mesmo período, cresceu em 30%.
  • 29.
    É estimado queno último ano de vida, com o modelo atual baseado na internação e do uso intensivo da tecnologia das máquinas, o indivíduo consome com a doença a mesma quantidade de recursos financeiros com que gastou com o item saúde durante toda a sua vida. Será que mais este dado não é suficiente para se gestar políticas que busquem um envelhecimento saudável e um final de vida, conseqüência do envelhecimento biológico. Modelo inadequado
  • 30.
    Conhecendo o “Doente” Não se pode separar os componentes de uma situação global CLIENTE PLANO PRESTADOR PACIENTE
  • 31.
  • 32.
    Deve-se buscar açõesque viabilizem a busca ativa e à antecipação da intervenção sobre a doença, e da postergação para aquelas doenças já adquiridas. As instâncias intermediárias
  • 33.
    Pouco está sendofeito para transformar o modelo assistencial. É hora de falarmos nas instâncias intermediárias, como o home care e os centros de convivência. As instâncias intermediárias
  • 34.
    A lógica daidentificação precoce A pequena parte da população idosa que utiliza pesadamente os recursos destinados à saúde (nos EUA 5% da população idosa registrada no Medicare é responsável por 62% das despesas hospitalares) poderia gozar de uma saúde melhor e gastar menos em hospitalizações e outros recursos de complexidade tecnológica crescente se seus membros com maior risco fossem identificados precocemente e abordados preventivamente. Fonte: Boult et al., 1993; Gruenberg et al., 1989.
  • 35.
    O avanço tecnológicodas últimas décadas permitiu a miniaturização e automação de equipamentos de alta tecnologia. Procedimentos cirúrgicos que demandavam vários dias de internação foram reduzidos pela metade. Procedimentos vários que antes demandavam hospitalização são realizados em consultórios/ambulatórios, trazendo mais conforto para o paciente, reduzindo as chances de infecção hospitalar, além de uma conta menor para o pagador. Estes fatores levam a uma menor utilização do hospital e a conseqüente ampliação dos procedimentos realizados no lar (home-care). Home Care
  • 36.
    Home Care Centralde Internação Equipe de Enfermagem Equipe Médica Nutricionistas Farmacêuticas Administrativos Almoxarifado Despacho Serviços Terceirizados
  • 37.
    Para refletir Papeldo profissional de saúde no seu espaço de trabalho. O médico no hospital, poder inquestionável. O médico prestador de serviços. O acompanhante
  • 38.
    Programa Vida Saudável Manutenção e Restabelecimento da Saúde
  • 39.
    Concentração dos gastosem saúde Source: National Medical Expenditure Survey, 1987 Percentil Percentual do total dos gastos TOP 1 % 30 % TOP 10 % 72 % TOP 50 % 97 %
  • 40.
    Esta modalidade decuidado vem se ampliando pela necessidade de se oferecer uma assistência mais minuciosa e pormenorizada ao paciente, particularmente para aqueles com suas múltiplas patologias crônicas. Monitoramento de Doenças Crônicas
  • 41.
    Programa Vida SaudávelBASES TEÓRICAS
  • 42.
    Identificar, o maisprecocemente possível, qualquer alteração de saúde Aumentar o envolvimento no auto-cuidado; Interferir favoravelmente na história natural da doença; Objetivos do Vida Saudável
  • 43.
    Antecipar e monitoraro surgimento, ou complicações, de doenças; Prevenir as exacerbações e complicações de doenças; Construir uma base de dados sobre os pacientes; quer aqueles ainda sadios ou aqueles com doenças já instaladas. Objetivos do Vida Saudável
  • 44.
    Alicerces do VidaSaudável Programa de prevenção e promoção de saúde Visita domiciliar para avaliação do paciente no seu ambiente doméstico Identificação da severidade dos casos
  • 45.
    Alicerces do VidaSaudável Protocolos clínicos de atendimento; Equipe de médicos, enfermeiros e agentes de saúde qualificado para ações comunitárias Prontuário eletrônico do paciente; Call center com profissionais de saúde especializados nas 24 horas, todos os dias.
  • 46.
    Esta modalidade decuidado vem se ampliando pela necessidade de se oferecer uma assistência mais minuciosa e pormenorizada ao paciente, particularmente para aqueles com suas múltiplas patologias crônicas. O Monitoramento de doenças
  • 47.
    Abordagem prospectiva, doenças-específicas,integrando a prestação de cuidados de saúde em todas as suas etapas, mesmo nos períodos de remissão da doença. Enfatiza a intervenção n a doença focando nas intervenções mais adequadas como mecanismo de se atingir um resultado custo-efetivo. Conceito Ou seja; a velha prática do exercício da boa medicina
  • 48.
    Interferir favoravelmente nahistória natural da doença; Antecipar e monitorar o surgimento, ou complicações, das doenças crônicas; Prevenir as exacerbações e complicações das doenças crônicas; Aumentar o envolvimento do paciente no auto-cuidado; Construir uma base de dados sobre os doentes crônicos. Objetivos
  • 49.
    Benefício farmacêutico aosdoentes crônicos; Alicerces do programa Programa de prevenção e promoção de saúde Visita domiciliar para avaliação do ambiente domiciliar Identificação da severidade dos casos Implantação de protocolos clínicos de atendimento; Equipe de médicos e enfermeiros qualificados para o gerenciamento de doenças específicas; Prontuário eletrônico do paciente; Call center com profissionais de saúde qualificados nas 24 horas
  • 50.
    Devido ao fatoda maioria das pessoas com doenças crônicas pertencerem ao grupo etário dos idosos, e estes terem por característica múltiplas patologias crônicas , o programa de monitoramento de doenças deve se ater ao cuidado e monitoramento não apenas de uma doença, mas das várias doenças crônicas associadas. Doenças para o monitoramento
  • 51.
    UnATI - UniversidadeAberta da Terceira Idade é uma unidade da Universidade do Estado do Rio de Janeiro
  • 52.
    Uma das primeirasUniversidades Abertas da Terceira Idade do país, a UnATI/UERJ está estruturada como uma microuniversidade temática cujo programa, em permanente construção, apresenta 4 eixos básicos de atuação 1. O primeiro eixo, voltado para o idoso, consiste em atividades de integração e inserção social, atividades sócio-culturais e educativas e atividades de promoção e de atenção à saúde.
  • 53.
    2. O segundoeixo diz respeito à formação, capacitação, atualização, especialização, mestrado e doutorado, além da formação de cuidadores de idosos. 3. O terceiro eixo prioriza a produção de conhecimento, através do fomento de pesquisas na área do envelhecimento, da manutenção do Centro de Documentação e da divulgação da produção dos pesquisadores, através da publicação de livros e da Revista Científica da UnATI.
  • 54.
    4. O quartoeixo, com objetivo de promover a sensibilização da opinião pública, é voltado para o público externo, formador de opinião, concentrado-se, portanto, em atividades de extensão através de programas de voluntariado, atividades de comunicação e divulgação, além da participação na formulação de políticas públicas voltadas para as pessoas idosas.
  • 55.
    A concepção deuma microuniversidade temática, ou seja, a conjugação de atividades - ensino, pesquisa e extensão - voltadas para o idoso, possibilita a criação de alternativas inovadoras com interações sinérgicas entre produção de conhecimento, formação e aperfeiçoamento de recursos humanos e prestação de serviços. Concepção de uma UnATI
  • 56.
    A UnATI iniciou suas atividades no segundo semestre de 1993, foi concebida com a proposta de integrar profissionais e estudiosos de reconhecida experiência em diversas áreas para a realização de atividades de ensino, pesquisa e assistência dentro do campo da Geriatria e Gerontologia . A Jovem UnATI
  • 57.
    A UnATI está instalada em uma área de aproximadamente 800 m 2 do campus universitário. Possui ainda dois ambulatório de saúde, sendo um localizado nas proximidades do campus.
  • 58.
    Trabalham na UnATI54 profissionais além de bolsistas , estagiários e trabalhadores vonluntários.
  • 59.
    A UnATI é freqüentada por 2900 idosos nos seus cursos, a cada semestre, e realiza 800 atendimentos/mês nos seus ambulatórios.
  • 60.
    A UnATI estáestruturada em três segmentos- Ensino, Extensão (assistência á comunidade) e Pesquisa. UnATI: ensino, pesquisa e extensão
  • 61.
    A UnATI trazpessoas idosas para o campus , onde entram em contato cotidiano com pessoas mais jovens. Isto significa uma tentativa particularmente importante de reduzir a discrepância de valores e idéias entre as diferentes gerações. A busca da integração entre gerações é, adicionalmente, uma estratégia que pode contribuir para reverter, a médio e longo prazo, o processo social de desvalorização do idoso na nossa sociedade. UnATI: a procura da integração entre gerações
  • 62.
    Na área deensino realiza cursos para os idosos, além de programas específicos, dirigidos à qualificação de pessoal técnico voltado ao atendimento à Terceira idade. Ensino
  • 63.
    Ensino Cursos paraos idosos: são oferecidos 125 cursos por semestre todos os cursos são totalmente gratuitos exemplos de algumas área de ensino: 1.Educação para Saúde 2.A Arte da Dança e da Música 3.Artes Plásticas e Artesanato 4.Arte, Literatura e História 5.Línguas Estrangeiras 6.Atividades Informativas/Formativas em Terceira Idade 7.Atividades de Integração e Reflexão
  • 64.
    • Umaestratégia cada vez mais adotada visando reduzir os problemas de solidão dos idosos e melhorar o contato social, assim como desenvolver novas capacidades em idade mais avançada é a implantação dos chamados centros de convivência . • Estes locais podem agrupar idosos em atividades de ensino, culturais, de lazer ou mesmo esportivas, sempre com a supervisão de profissionais qualificados. Novos modelos de atenção
  • 65.
    Projeto preventivo • A partir das atividades do Centro de Convivência , técnicos observam o dia-a-dia do idoso, seu humor, sua marcha, sua cognição e se qualquer mudança for detectada este idoso é imediatamente encaminhado para o atendimento médico. • A prevenção quanto maior precoce ocorre, maiores são as chances de um melhor prognóstico
  • 66.
    • Todasas atividades desenvolvidas tem como meta a busca do envelhecimento saudável . • Os cursos da UnATI, por exemplo, visam, não apenas oferecer conhecimento e novas habilidades, mas principalmente colocar os idosos em contacto com outras pessoas e possibilitar aos técnicos a observação cuidadosa do seu dia-a-dia . • A meta da UnATI é a de manter, por mais longo período possível, a autonomia e a independência do idoso.
  • 67.
    Extensão • A Unati atende gratuitamente a 800 pessoas/mês, em dois ambulatórios de saúde. • A equipe é composta de médicos, enfermeiros,, assistentes sociais, nutricionistas, fisioterapeutas, psicólogos , entre outros profissionais da área da saúde. • Exames complementares são realizados.
  • 68.
    O principal propósito da UnATI não é apenas oferecer assistência médica, mas também aproximar pessoas da terceira idade em atividades culturais, de lazer e até atividades físicas sob a supervisão de profissionais qualificados.
  • 69.
    Pesquisa • Várias pesquisas em andamento • Centro de documentação • Home Page • Livros produzidos
  • 70.
  • 71.
    UnATI: situaçãoprevidenciária
  • 72.
  • 73.
  • 74.
    A UnATI trazpessoas idosas para o campus , onde entram em contato cotidiano com pessoas mais jovens. Isto significa uma tentativa particularmente importante de reduzir a discrepância de valores e idéias entre as diferentes gerações. A busca da integração entre gerações é, adicionalmente, uma estratégia que pode contribuir para reverter, a médio e longo prazo, o processo social de desvalorização do idoso na nossa sociedade. UnATI: a procura da integração entre gerações
  • 75.
    A maioria dasdoenças crônicas que acometem o indivíduo idoso tem, na própria idade, seu principal fator de risco. Envelhecer sem nenhuma doença crônica é mais exceção do que regra. No entanto, a presença de uma doença crônica não significa que o idoso não possa gerir sua própria vida e encaminhar o seu dia-a-dia de forma totalmente independente. Operacionalização do conceito
  • 76.
    • Umaestratégia cada vez mais adotada visando reduzir os problemas de solidão dos idosos e melhorar o contato social, assim como desenvolver novas capacidades em idade mais avançada é a implantação dos chamados centros de convivência . • Estes locais podem agrupar idosos em atividades de ensino, culturais, de lazer ou mesmo esportivas, sempre com a supervisão de profissionais qualificados. Novos modelos de atenção
  • 77.
    Projeto preventivo • A partir das atividades do Centro de Convivência , técnicos observam o dia-a-dia do idoso, seu humor, sua marcha, sua cognição e se qualquer mudança for detectada este idoso é imediatamente encaminhado para o atendimento médico. • A prevenção quanto mais precoce ocorre, maiores são as chances de um melhor prognóstico
  • 78.
    A maior partedos idosos é, na verdade, absolutamente capaz de decidir sobre seus interesses e organizar-se sem nenhuma necessidade de ajuda de quem quer que seja. Consoante aos mais modernos conceitos gerontológicos, esse idoso que mantém sua autodeterminação e prescinde de qualquer ajuda ou supervisão para realizar-se no seu cotidiano deve ser considerado um idoso saudável, ainda que seja portador de uma ou mais de uma doença crônica .
  • 79.
    Doenças como depressãoe demência já estão, em todo mundo, entre as principais causas de anos vividos com incapacidade, exatamente por conduzirem à perda da independência e, quase que necessariamente, à perda da autonomia.
  • 80.
    Marcadores de doençasO exemplo da depressão e sua prevalência ampliada entre as mulheres
  • 81.
    O que deveconter um novo modelo Perfil epidemiológico atualizado. Prevenção/postergação de doenças. Instâncias intermediárias, home-care. Gatekeeper - excelente formação acadêmica, protocolos, discussões técnicas. Estímulo a programas de integração social. Prontuários eletrônicos, padronização de procedimentos. Tecnologia da informação ao invés da tecnologia das máquinas.
  • 82.
    Para se fazerfrente aos custos crescente da assistência à saúde, devido ao crescimento da população idosa e da incorporação de novas tecnologias, deve-se buscar a diminuição do período da internação hospitalar , no melhor monitoramento das doenças crônicas e no monitoramento dos fatores de risco como forma de prevenir doenças evitáveis . A gestão contemporânea na saúde
  • 83.
    Prontuário Eletrônico Algunsexemplos: Tela de abertura
  • 84.
  • 85.
    Prontuário Eletrônico Algunsexemplos: Hábitos de vida
  • 86.
  • 87.
  • 88.
  • 89.
    Prontuário Eletrônico Algunsexemplos: Condições ambientais
  • 90.
  • 91.
    Prontuário Eletrônico Algunsexemplos de relatórios: Extrato de saúde, resumo para o médico
  • 92.
  • 93.
  • 94.
    Prontuário Eletrônico Algunsexemplos de relatórios: Perfil de saúde - para o paciente, com seus fatores de riscos
  • 95.
  • 96.
  • 97.
  • 98.
  • 99.
  • 100.
  • 101.
  • 102.
  • 103.
  • 104.
    Estilo de VidaAs informações epidemiológicas disponíveis já permitem ao indivíduo eleger como particularmente deseja viver. Se optar pelo consumo de tabaco, de álcool, pela vida estressada, pela ingestão de grandes quantidades de gordura animal e açúcar, não praticar atividade física de forma regular, ou seja, não levar uma vida definida como saudável, estará optando também pela redução de seus anos de vida. Não aderir a cartilha do “life style” significa renunciar, de forma consciente, a uma vida mais longeva.
  • 105.
    Excesso e desperdícioO excesso de exames solicitados e o desperdício de recursos são imediatamente imputados ao poder da caneta do médico. Esta é uma análise verdadeira, porém de pouca profundidade Para se exigir do médico a moderação nos pedidos de exames de diagnóstico devemos ofertar os instrumentos adequados, como formação continuada com informações atualizadas a fim de permitir o exercício da correta medicina.
  • 106.
    Caso não seatue decisivamente para modificar o quadro atual, mantendo-se as atuais tendências de crescimento dos custos com o cuidados médicos e de aumento da parcela idosa da população, o custeio da assistência médica será inviável. CUSTEIO DA ASSISTÊNCIA MÉDICA
  • 107.
    Amplia os benefíciosda população segurada. Limita a contribuição adicional por idade. Obriga a busca de um novo modelo assistencial de qualidade e uma Relação Custo/Benefício mais adequada. Esta nova realidade de saúde exige soluções eficazes e um melhor conhecimento do perfil epidemiológico dos idosos. A Nova Regulamentação da Saúde
  • 108.
    Manutenção da capacidadefuncional Capacidade funcional: capacidade de o indivíduo manter as habilidades físicas e mentais necessárias para uma vida independente e autônoma
  • 109.
    Para se fazerfrente aos custos crescente da assistência à saúde, devido ao crescimento da população idosa e da incorporação de novas tecnologias, deve-se buscar a diminuição do período da internação hospitalar , no melhor monitoramento das doenças crônicas e no monitoramento dos fatores de risco como forma de prevenir doenças evitáveis . A gestão contemporânea na saúde
  • 110.
    Importante pensar em...Identificação precoce
  • 111.
    Deve-se buscar açõesque viabilizem a busca ativa e à antecipação da intervenção sobre a doença, e da postergação para aquelas doenças já adquiridas. Identificação precoce Quanto mais precoce for o diagnóstico (a intervenção), maiores são as chances de um melhor prognóstico. – radicalização do modelo preventivo.
  • 112.
    A equipe doPrograma Saúde da Família tem como diretriz cuidar de um conjunto de famílias que vivem em um determinado território. Suas finalidades são: a realização de ações intersetoriais de controle dos determinantes do processo saúde-doença; a partilha de conhecimentos profissionais com a população usuária, a participação social nas ações realizadas pela equipe e o entendimento do princípio constitucional de saúde como direito de todos. Programa Saúde da Família
  • 113.
    A estratégia desaúde da família constitui o eixo estruturante da reorganização do sistema de saúde, a partir da atenção básica. Seus princípios fundamentam-se na noção de responsabilidade sanitária, mediante a criação de um vínculo permanente entre os profissionais de saúde e um conjunto de famílias residentes em uma área. Programa Saúde da Família
  • 114.
    O seu propósitoé intervir, em parceria com a comunidade e setores governamentais e não-governamentais, nos principais problemas de saúde da população, mediante a oferta articulada de ações de promoção, prevenção, recuperação e reabilitação. Programa Saúde da Família
  • 115.
    As Unidades deSaúde da Família constituem a porta de entrada do sistema de saúde, e devem se articular com outros níveis de atenção para garantir o atendimento integral às necessidades sociais de saúde, percebidas pela população e definidas pelo conhecimento clínico e epidemiológico dos profissionais de saúde. Programa Saúde da Família
  • 116.
    A abordagem familiaropera dentro da lógica do ciclo de vida, compatível com cinco diretrizes da PNSI, que visam a promoção do envelhecimento saudável, a manutenção da capacidade funcional, a assistência às necessidades de saúde dos idosos, a reabilitação da capacidade funcional comprometida e o apoio aos cuidados informais. Programa Saúde da Família
  • 117.
    A equipe doPrograma Saúde da Família tem como diretriz cuidar de um conjunto de famílias que vivem em um determinado território. Suas finalidades são: a realização de ações intersetoriais de controle dos determinantes do processo saúde-doença; a partilha de conhecimentos profissionais com a população usuária, a participação social nas ações realizadas pela equipe e o entendimento do princípio constitucional de saúde como direito de todos. Programa Saúde da Família
  • 118.
    Área complexa erepleta de pessoas bem intencionadas, porém sem a qualificação técnica necessária. Ações atuais são muito tímidas e tradicionais.
  • 119.
    Gestão Em SaúdeEstamos Todos no Mesmo Barco
  • 120.
    Ou revisamos omodelo, utilizando inovadoras ferramentas de gestão, ou ...
  • 121.
  • 122.
  • 123.
    “ Retratos deOutono” João Máximo
  • 124.
    “ País jovemcom Cabelos Brancos” Renato Veras
  • 125.
    “ Terceira idade- Um envelhecimento digno para o cidadão do Futuro” Org. Renato Veras
  • 126.
    "Terceira Idade: GestãoContemporânea em Saúde", editado pela Relume Dumará em parceria com a UnATI/UERJ.
  • 127.
    Autor: Renato Veras Editora: Reluma-Dumara: UnATI/UERJ, 2002 190 páginas Inclui textos escritos por: Cláudia S. F. Martins; Maria Angélica S. Sanchez; Nelson A. de Souza Silva; Paulo Henrique Chaves; Renato Veras; Roberto Lourenço Reúne textos sobre organização e acesso aos serviços de saúde. O primeiro, vencedor do Prêmio Abramge de Medicina 2000, apresenta um modelo assistencial desenvolvido no serviço de saúde da UnATI. O segundo analisa as informações do Datasus, banco de dados de saúde do país, destinado à subsidiar a organização dos serviços de saúde. O terceiro, resumo de uma dissertação, aborda a hipertensão arterial com seus fatores de risco e agravos. O último traz as informações do estudo sobre “Acesso e utilização de serviços de saúde da Pesquisa Nacional por Amostra Domiciliar (PNAD)” do IBGE identificando o novo perfil, tendências e demandas do sistema privado e público de saúde.
  • 128.
  • 129.
    Este livro comemoraos dez anos da Universidade Aberta da Terceira Idade da Universidade do Estado do Rio de Janeiro UnATI/UERJ. Descreve um modelo de cuidado integral que também seja um locus de formação qualificada de profissionais e de produção e disseminação de conhecimento por meio de desenvolvimento de pesquisas. Um Centro que ofereça atualização, informação e cursos e preste assistência e serviços de diversas naturezas a idosos. Objetiva colocar à disposição dos profissionais interessados na área do envelhecimento humano, o inventário da experiência desenvolvida na UnATI/UERJ e estimular a criação de Centros de Convivência para pessoas idosas em qualquer comunidade com o mínimo de recursos a partir de alguns princípios básicos. Autores: Renato Veras e Célia Pereira Caldas. Editora: UnATI/UERJ, 2004  76 páginas
  • 130.
  • 131.
    Apresenta um históricoda prestação de serviços de saúde mostrando as várias tendências do setor. Aborda estes serviços no Brasil com dados recentes por falta de registros históricos da assistência domiciliar no país. Aponta a transição demográfica mundial como fator determinante para o desenvolvimento da modalidade de assistência domiciliar. Analisa, apresentando dados estatísticos, a diferença entre o crescimento populacional nos países mais desenvolvidos em comparação aos menos desenvolvidos. Conceitua home care apresentando os vários significados do termo. Descreve a expansão da assistência domiciliar e sua estratégia de desospitalização. Reflete sobre esta nova modalidade de assistência à saúde. Inclui vários dados estatísticos. Autor: Mendes, Walter. Editora: UnATI/UERJ, 2001  111 páginas
  • 132.
    Resultado de umaconvocação feita à vários profissionais atuantes em Instituições de Ensino Superior e técnicos do Ministério da Saúde objetivando a elaboração da Política Nacional de Saúde do Idoso (PNSI). Aponta a peculiaridade do processo de transição demográfica no Brasil e suas conseqüências epidemiológicas alterando o quadro de morbimortalidade. Apresenta e descreve as diretrizes necessárias para atingir o objetivo da Política Nacional do Idoso. Inclui terminologia e relação de participantes da oficina de trabalho sobre a PNSI.
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    O objetivo destelivro, em linhas gerais, é o de habilitar pessoas para cuidar de idosos, com vista à melhoria da qualidade de vida dos idosos atendidos em suas próprias comunidades. Com objetivos específicos, espera-se proporcionar orientação necessária ao cuidado de idosos na comunidade; desenvolver uma mentalidade preventiva no sentido de evitar riscos à saúde e à autonomia do idoso; priorizar a qualidade de vida do idoso e estimular sua autonomia e independência; e despertar uma integração harmoniosa entre o cuidador e idoso. Editora: UnATI/UERJ, 2005 169 páginas
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    To add lifeto the years that have been added to life