O documento discute o estado atual da biodiversidade da Mata Atlântica brasileira, que foi seriamente degradada nos últimos 500 anos devido à exploração econômica e expansão populacional. Apesar de séculos de pesquisa, a região ainda abriga muitas espécies desconhecidas e ameaçadas de extinção. O documento propõe indicadores para monitorar os esforços de conservação e recomenda ações específicas para as diferentes sub-regiões biogeográficas com base nesses indicadores.