Bioindicadores de
Qualidade Ambiental


      Dr. Júlio N. C. Louzada
      Universidade Federal de Lavras
                  Depto. de Biologia
Objetivos do quinto dia
   Apresentar as justificativas e rotinas
    de trabalho usadas para o emprego
    de bioindicadores para avaliar a
    integridade biológica de florestas
    inundáveis (wetlands)
O que é uma “wetland”?
Importância

   Filtros naturais

   Locais de reprodução

   Mananciais de água

   Zonas tampão
Princípios de trabalho para
cada grupo proposto
   Importância ecológica e possibilidade de uso como bioindicador
   Parâmetros bioindicadores possíveis de serem utilizados
   Utilização prévia
   Resposta a estressores
      Estressores hidrológicos

      Condição de cobertura vegetal

      Salinidade

      Sedimentação e turbidez

      Entrada excessiva de nutrientes e anoxia

      Contaminação com pesticidas e metais

   Variabilidade da amostragem
   Técnicas de monitoramento
Para plantas
Para anfíbios
Para insetos
Júlio N. C. Louzada
Depto de Biologia – Setor de Ecologia
Universidade Federal de Lavras
Lavras – MG
37200-000
Jlouzada@ufla.br

Bioindicadores de qualidade ambiental v

  • 1.
    Bioindicadores de Qualidade Ambiental Dr. Júlio N. C. Louzada Universidade Federal de Lavras Depto. de Biologia
  • 2.
    Objetivos do quintodia  Apresentar as justificativas e rotinas de trabalho usadas para o emprego de bioindicadores para avaliar a integridade biológica de florestas inundáveis (wetlands)
  • 3.
    O que éuma “wetland”?
  • 4.
    Importância  Filtros naturais  Locais de reprodução  Mananciais de água  Zonas tampão
  • 5.
    Princípios de trabalhopara cada grupo proposto  Importância ecológica e possibilidade de uso como bioindicador  Parâmetros bioindicadores possíveis de serem utilizados  Utilização prévia  Resposta a estressores  Estressores hidrológicos  Condição de cobertura vegetal  Salinidade  Sedimentação e turbidez  Entrada excessiva de nutrientes e anoxia  Contaminação com pesticidas e metais  Variabilidade da amostragem  Técnicas de monitoramento
  • 6.
  • 7.
  • 8.
  • 9.
    Júlio N. C.Louzada Depto de Biologia – Setor de Ecologia Universidade Federal de Lavras Lavras – MG 37200-000 Jlouzada@ufla.br