5o
ano
4OANO
•
E
N
SINO FUNDAMENTAL I •
EF8ANOS
Cadernos de apoio
e aprendizagem
L I V R O D O P R O F E S S O R
P R O G R A M A D E O R I E N T A Ç Õ E S C U R R I C U L A R E S
2010
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Prefeitura da Cidade de São Paulo
Prefeito
Gilberto Kassab
Secretaria Municipal de Educação
Secretário
Alexandre Alves Schneider
Secretária Adjunta
Célia Regina Guidon Falótico
Diretora da Assessoria Técnica de Planejamento
Fátima Elisabete Pereira Thimoteo
Diretora de Orientação Técnica
Regina Célia Lico Suzuki
(Coordenadora Geral do Programa)
Divisão de Orientação Técnica Ensino Fundamental e Médio
Suzete de Souza Borelli
(Diretora e Coordenadora do Programa DOT/EF)
Cristhiane de Souza, Hugo Luiz Montenegro,
Humberto Luis de Jesus, Ione Aparecida Cardoso Oliveira,
Leika Watabe, Leila de Cássia José Mendes,
Margareth Aparecida Ballesteros Buzinaro, Maria Emilia Lima,
Regina Célia dos Santos Câmara, Silvia Moretti Rosa Ferrari
Divisão de Orientação Técnica Educação Especial
Silvana Lucena dos Santos Drago
Diretores Regionais de Educação
Eliane Seraphim Abrantes, Elizabeth Oliveira Dias, Hatsue Ito,
Isaias Pereira de Souza, José Waldir Gregio, Leila Barbosa Oliva,
Leila Portella Ferreira, Maria Angela Gianetti,
Maria Antonieta Carneiro, Marcelo Rinaldi,
Silvana Ribeiro de Faria, Sueli Chaves Eguchi,
Waldecir Navarrete Pelissoni
Equipe técnica de apoio da SME/DOT
Ana Lúcia Dias Baldineti Oliveira, Ana Maria Rodrigues Jordão
Massa, Claudia Aparecida Fonseca Costa, Delma Aparecida da
Silva, Jarbas Mazzariello, Magda Giacchetto de Ávila,
Maria Teresa Yae Kubota Ferrari, Mariana Pereira Rosa Santos,
Tania Nardi de Padua, Telma de Oliveira
Assessoria Pedagógica SME/DOT
Célia Maria Carolino Pires, Maria José Nóbrega
Fundação Padre Anchieta
Presidente
João Sayad
Vice-Presidentes
Ronaldo Bianchi
Fernando Vieira de Mello
Diretoria de Educação
Diretor
Fernando José de Almeida
Gerentes
Monica Gardelli Franco
Júlio Moreno
Coordenadora do projeto
Maria Helena Soares de Souza
Equipe de autoria
Coordenação
Célia Maria Carolino Pires
Autores
Armando Traldi Junior, Célia Maria Carolino Pires, Cíntia
Aparecida Bento dos Santos, Danielle Amaral Ambrósio, Dulce
Satiko Onaga, Edda Curi, Ivan Cruz Rodrigues, Janaína Pinheiro
Vece, Jayme do Carmo Macedo Leme, Leika Watabe,
Maria das Graças Bezerra Barreto, Norma Kerches de Oliveira
Rogeri, Simone Dias da Silva, Wanderli Cunha de Lima
Leitura crítica
Eliane Reame, Rosa Monteiro Paulo, Walter Spinelli
Equipe Editorial
Gerência editorial
Carlos Seabra
Secretaria editorial
Janaína Chervezan da Costa Cardoso
Assessoria de conteúdo
Márcia Regina Savioli (Língua Portuguesa)
Maria Helena Soares de Souza (Matemática)
Controle de iconografia
Elisa Rojas
Apoio administrativo
Acrizia Araújo dos Santos, Ricardo Gomes, Walderci Hipólito
Edição de texto
Helena Meidani, Maria Carolina de Araujo
Revisão
Ana Luiza Saad Pereira, Marcia Menin, Maria Carolina de Araujo,
Miguel Facchini, Silvia Amancio de Oliveira
Direção de arte
Eliana Kestenbaum, Marco Irici
Arte e diagramação
Cristiane Pino, Cristina Izuno, Henrique Ozawa, Mariana Schmidt
Ilustrações
Fellipe Gonzalez
Fernando Makita
Renato Zechetto
Bureau de editoração
Mare Magnum Artes Gráficas
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Prezado(a) professor(a),
Os Cadernos de apoio e aprendizagem – Matemática, destinados aos estudantes dos
nove anos do Ensino Fundamental, têm como finalidade contribuir para o trabalho
docente visando à melhoria das aprendizagens dos alunos. Sua elaboração teve como
critérios para seleção das atividades o alcance das expectativas de aprendizagem contidas
nos documentos de Orientações curriculares e as dificuldades apresentadas pelos
alunos na Prova São Paulo e na Prova da Cidade.
Na área de Matemática, estes Cadernos foram preparados de modo a contemplar os
seguintes blocos de conteúdos: espaço e forma, grandezas e medidas, números, operações,
tratamento da informação. Além do material escrito, os estudantes terão acesso também
a vídeos produzidos especialmente para desencadear as discussões em sala de aula –
por meio de DVD inserido no Livro do Professor. Destacamos que, qualquer que
seja o conteúdo abordado nos Cadernos, sua organização possibilita aos alunos usar
ativamente seus conhecimentos para resolver os problemas apresentados, valorizando
seus procedimentos e estratégias pessoais.
É importante ressaltar que esta obra não está proposta como único recurso a ser
utilizado para a aprendizagem dos estudantes. Ela deve ser complementada com
atividades planejadas pelo professor, em função das características de sua turma,
fazendo uso de livros didáticos e de outros materiais já publicados pela SME, disponíveis
nas escolas, para trabalho com o Ensino Fundamental (Guias de planejamento e
orientações didáticas – Ciclo I, Orientações curriculares e proposição de expectativas
de aprendizagem do Ciclo I e das áreas de conhecimento do Ciclo II, Referenciais de
expectativas para o desenvolvimento da competência leitora e escritora – Ciclo II).
Para cada ano de escolaridade foram produzidas sequências de atividades para os
alunos e orientações didáticas para o professor. A proposta é que estes Cadernos sejam
utilizados pelos professores e pelos alunos duas vezes por semana.
Esperamos que os Cadernos de apoio e aprendizagem – Matemática, com outros
recursos e projetos desenvolvidos pelos professores nas Unidades Educacionais e por todos
nós na SME, e, em especial, as ações de formação continuada possam colaborar para a
melhoria da aprendizagem dos alunos em Matemática.
Saudações,
Alexandre Alves Schneider
Secretário Municipal de Educação de São Paulo
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Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
(Bibliotecária Silvia Marques CRB 8/7377)
C122
Cadernos de apoio e aprendizagem: Matemática / Programa de
Orientações curriculares. Livro do Professor. São Paulo: Fundação
Padre Anchieta, 2010.
Quinto ano, il.
(vários autores)
ISBN 978-85-8028-034-0
ISBN 978-85-8028-025-8 (aluno)
1. Ensino Fundamental 2. Matemática I. Título.
CDD 371.302.813
Esta obra, Cadernos de apoio e aprendizagem – Matemática e Língua Portuguesa,
é uma edição que tem a Fundação Padre Anchieta como Organizadora
e foi produzida com a supervisão e orientação pedagógica da
Divisão de Orientação Técnica da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo.
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Sumário
Parte I
1. Apresentação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
2. Reflexão sobre problemas a enfrentar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10
3. Orientações metodológicas e didáticas gerais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
Problematização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
Uso de recursos didáticos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
Contextualização histórica e cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17
4. Orientações metodológicas e didáticas específicas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17
O trabalho com números naturais e operações. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17
O trabalho com os números racionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20
O trabalho com operações envolvendo os números racionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22
O trabalho com espaço e forma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24
O trabalho com grandezas e medidas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26
O trabalho com tratamento da informação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28
5. Os Cadernos de apoio e o planejamento do professor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29
Planejar é preciso. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29
Planejar de acordo com o tempo didático. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30
Planejar de acordo com a organização da sala . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31
Planejar de acordo com as diferentes modalidades organizativas. . . . . . . . . . . . . . . 31
Acompanhamento e avaliação das aprendizagens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32
Alguns procedimentos para coletar dados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34
Referências bibliográficas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37
Parte II
Comentários e sugestões página a página
Unidade 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43
Unidade 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63
Unidade 3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 85
Unidade 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 111
Unidade 5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 137
Unidade 6. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 161
Unidade 7. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 183
Unidade 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 205
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LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 9
1. Apresentação
O Caderno de apoio e aprendizagem – Matemática, dirigido
aos estudantes do 5o
ano, é composto por oito Unidades, a
serem desenvolvidas ao longo do ano letivo. Em cada uma
delas são propostas atividades relacionadas a um grupo de
expectativas de aprendizagem, retiradas das Orientações
curriculares e proposição de expectativas de aprendizagem
(da PMSP, Secretaria Municipal de Educação, 2007), articu-
lando diferentes eixos de conteúdos – números, operações,
espaço e forma, grandezas e medidas, tratamento da informa-
ção – que orientarão o planejamento das aulas.
Buscando apoiar o trabalho do professor, este material leva
em conta o fato de que sua tarefa tornou-se muito mais com-
plexa do que a de simplesmente transmitir informações, pois
é necessário elaborar boas situações de aprendizagem que
mobilizem conhecimentos prévios de cada estudante e
que lhe permitam construir novos significados, novas apren-
dizagens e socializá-los com os colegas e com o professor. Tal
complexidade gerou a propagação de ideias simplistas que
ocasionam distorções a respeito do papel do ensino.
O que se pretende não é que as atividades aqui propostas
sejam “aplicadas mecanicamente”, e sim que provoquem
discussões entre os professores sobre as expectativas de
aprendizagem para os alunos e as hipóteses e pressupostos
considerados em cada uma delas para que sejam enriquecidas
e ajustadas a cada turma.
Destaca-se a importância do uso de outros recursos disponí-
veis – livros didáticos, paradidáticos, vídeos, softwares, jogos
– que o professor julgue interessantes para ampliar a aprendi-
zagem de seus alunos. Da mesma forma, é fundamental que a
Matemática seja compreendida por eles e que não lhes traga
medo ou insegurança, cabendo ao professor criar um am-
biente favorável para a aprendizagem, cuidando sempre para
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10 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
que tenham confiança na elaboração de estratégias pessoais
diante de situações-problema, assim como interesse e curio-
sidade por conhecer outras, aprendendo a trocar experiências
com seus pares e a cuidar da organização na elaboração e
apresentação dos trabalhos.
2. Reflexão sobre problemas a enfrentar
Para Pires e Santos (2008), ainda existem (e são fortes) alguns
mitos e crenças como o de que Matemática é algo para quem
tem dom, para quem é geneticamente dotado de determinadas
qualidades, ou o de que é preciso ter certo capital cultural para
transitar no universo matemático. Essas crenças se contrapõem
às propostas que defendem que todos os alunos podem fazer
Matemática em sala de aula, que são capazes de construí-la,
produzi-la, engajando-se no processo de produção de seus
conhecimentos matemáticos. É frequente também a crença de
que os estudantes só podem resolver problemas que conhe-
cem, que já viram resolvidos e que podem tomar como modelo.
Tal convicção dificulta a aceitação de que o ponto de partida
da atividade matemática não deve ser uma definição, mas um
problema. Esse, certamente, não é um exercício em que se
aplica de maneira quase mecânica uma fórmula ou um processo
operatório, pois só há problema, no sentido estrito do termo,
se o aluno é obrigado a trabalhar o enunciado da questão que
lhe é posta e a estruturar a situação que lhe é apresentada.
Segundo os mesmos autores, além desses mitos e crenças,
muitas deformações na prática docente foram se consoli-
dando por influência de visões deturpadas das próprias teorias
educacionais. Uma ideia bastante comum é a de que, em uma
perspectiva construtivista, o percurso de aprendizagem deve
ser ditado unicamente por interesses dos alunos, sem defini-
ções prévias de objetivos e conteúdos. Construiu-se certa
aversão ao planejamento de uma trajetória de aprendizagem a
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LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 11
ser realizada pelos estudantes, o que leva à improvisação
e à não aprendizagem.
Pires e Santos (2008) destacam também como inadequada a
noção de que contextualizar envolve apenas mostrar as aplica-
ções dos conhecimentos matemáticos no cotidiano e não que
os alunos possam atribuir significado às ideias matemáticas
em diferentes contextos; além disso, pouco se discute que
há momentos de descontextualização, fundamentais para a
construção de conhecimentos que poderão ser usados em no-
vos contextos. Existe, ainda, certo receio no que se refere
à institucionalização e sistematização dos conhecimentos;
deve-se refletir sobre o fato de que, à medida que as ideias e
procedimentos matemáticos vão sendo construídos pelos alu-
nos, é fundamental que o professor os ajude a organizá-los,
anomear,adefinir,aformulare,também,aexercitar.Finalmen-
te,osautoresenfatizamasmuitasconcepçõesdeque,emgeral,
o simples uso de “materiais concretos”, como jogos, softwares,
entre outros, resolve, por si só, os problemas de aprendizagem
dos alunos; esses recursos podem, sem dúvida, apresentar
boas situações de aprendizagem, mas tudo depende de como
elas são propostas e da intervenção planejada pelo professor.
Tal perspectiva traz implicações para a atuação do educador
e, consequentemente, a necessidade de que ele se aproprie de
conhecimentos relativos aos conteúdos matemáticos, conheci-
mentos didático-pedagógicos e curriculares. Essa pretende ser
uma das contribuições dos Cadernos de apoio e aprendizagem.
3. Orientações metodológicas e
didáticas gerais
As atividades deste material seguem os pressupostos abaixo
explicitados. São eles:
 Exploração de uma diversidade de conteúdos, abordando,
de maneira equilibrada e articulada, números e operações,
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12 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
espaço e forma, grandezas e medidas, além do tratamento
da informação, que aparece de modo transversal.
 Apresentação contextualizada dos conhecimentos matemá-
ticos, com base nos problemas encontrados no cotidiano do
aluno, nas demais áreas de conhecimento e no interior da
própria Matemática, ressaltando que as ideias matemáticas
sejam sistematizadas e generalizadas para serem transferi-
das para outros contextos.
 Uso de diversos recursos didáticos disponíveis – jogos,
materiais manipuláveis, vídeos, calculadoras, computado-
res, jornais, revistas – deve ser amplamente explorado a
serviço da aprendizagem.
 A aprendizagem dos estudantes precisa ser acompanhada
continuamente, sendo sempre orientada pelas expectativas
de aprendizagem que se deseja construir.
São eixos metodológicos privilegiados para o ensino de Mate-
mática: a resolução de problemas, as investigações, o recurso
à história da Matemática e às novas tecnologias.
Problematização
A problematização deve orientar o trabalho do professor, por
isso precisa estar sempre inserida no processo de aprendiza-
gem dos estudantes, que serão levados a desenvolver algum
tipo de estratégia para resolver as situações apresentadas. Um
problema não é traduzido por um enunciado contendo
uma pergunta a ser respondida de uma única maneira; é uma
situação que demanda a realização de ações ou operações
para obter um resultado. Desse modo, a solução não está
disponível de início, mas será possível construí-la.
A discussão de procedimentos para a resolução de proble-
mas, desde a leitura e análise cuidadosa da situação, até
a elaboração de procedimentos que envolvem simulações,
tentativas, hipóteses, é fundamental, especialmente quan-
do os estudantes são orientados para comparar seus resul-
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LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 13
tados com os de colegas e para validar seus procedimentos
e resultados.
O problema se caracteriza quando é necessário que o aluno
interprete o enunciado da questão proposta, estruture a situa-
ção apresentada, encontre uma solução e verifique se ela é ade-
quada/correta, ou não. É preciso, portanto, que ele desenvolva
habilidades que lhe permitam provar os resultados, testar seus
efeitos e comparar diferentes caminhos para obter a solução.
Nessa forma de trabalho, a importância da resposta correta
cede lugar à importância do processo de resolução e da cons-
trução de argumentos matemáticos por parte dos estudantes.
O fato de o aluno ser orientado para questionar a própria
resposta, questionar o problema, transformar um dado pro-
blema em uma fonte de novos problemas, formular outros
com base em determinadas informações e analisar proble-
mas abertos – que admitem diferentes respostas em função
de certas condições – evidencia uma concepção de ensino e
aprendizagem não pela mera reprodução de conhecimentos,
mas pela via da ação refletida.
Com tais características, a resolução de problemas não é
uma atividade para ser desenvolvida em paralelo ou como
aplicação da aprendizagem. Trata-se de uma orientação para
a aprendizagem, pois proporciona o contexto em que se po-
dem construir conceitos, procedimentos e argumentos que
ampliem o conhecimento matemático.
Uso de recursos didáticos
Uma das propostas de maior consenso na atualidade, entre
educadores, é a de que o ensino de Matemática possa aprovei-
tar, ao máximo, os recursos didáticos e tecnológicos disponí-
veis, para enriquecer o trabalho do professor e potencializar
as aprendizagens dos estudantes.
Nos últimos anos, a utilização de múltiplos recursos vem sen-
do implementada pelos professores. Um exemplo é o trabalho
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14 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
com a leitura de notícias de jornais e revistas e com livros
paradidáticos, que proporcionam contextos significativos
para a construção de ideias matemáticas e complementam
o que foi produzido com o livro didático. Outro exemplo é o
uso de calculadoras e computadores que, necessariamente,
devem estar presentes nas salas de aula das novas gerações,
tanto por sua ampla utilização pela sociedade como para
melhorar a linguagem expressiva e comunicativa dos alunos.
É interessante destacar que as experiências escolares com
o computador também têm mostrado que seu uso efetivo
pode levar ao estabelecimento de uma nova relação pro-
fessor-estudante, marcada por maior proximidade, interação
e colaboração.
As pesquisas na internet permitem aos estudantes ter infor-
mações sobre a história e sobre as personagens da Matemá-
tica e revelam que foram uma criação coletiva humana. Eles
aprendem que foram necessidades e preocupações de diferen-
tes culturas, em diversos momentos históricos, que impulsio-
naram o desenvolvimento dessa área de conhecimento.
Quanto ao uso da calculadora, constata-se que é um recurso
útil para verificação de resultados e correção de erros, podendo
ser um valioso instrumento de autoavaliação. Além disso, ela
favorece a busca e a percepção de regularidades matemáticas
e o desenvolvimento de estratégias de resolução de situações-
-problema, pois leva à descoberta de estratégias e à investi-
gação de hipóteses, uma vez que os alunos ganham tempo na
execuçãodoscálculos.Nomundoatual,saberfazercálculoscom
lápis e papel é uma competência de importância relativa, que
deve conviver com outras modalidades de cálculo, como o cál-
culo mental e o produzido pelas calculadoras e as estimativas.
Outros recursos utilizados em Matemática são aqueles que
funcionam como ferramentas de visualização, ou seja, como
imagens que por si mesmas possibilitam a compreensão ou
demonstração de uma relação, regularidade ou propriedade.
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LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 15
A visualização e a leitura de informações gráficas em Matemá-
tica são aspectos importantes, pois auxiliam a compreensão
de conceitos e o desenvolvimento de capacidades de expres-
são gráficas.
Para complementar, destacamos que o material está acom-
panhado por um DVD com dois vídeos: Edifícios paulistanos
e Os números do Mercado Municipal. É fundamental que haja
uma organização prévia para exibi-los aos alunos, e seria
interessante solicitar a eles que anotem, enquanto assistem,
o que consideram importante sobre os números apresentados
para discussão posterior.
O foco do primeiro vídeo é mostrado como reportagem e abor-
da as formas de alguns dos edifícios paulistanos, que consti-
tuem a paisagem da cidade, evidenciando as semelhanças e
diferenças com as formas geométricas, como, por exemplo,
a do hotel Unique, cuja arquitetura diferencia-se das demais
por seu contorno similar ao de um barco, e a do edifício
Copan, também com arquitetura arrojada. O vídeo pode ser
útil ao professor como proposta para iniciar os conteúdos
ou, ainda, no término da Unidade para retomar conceitos
que não ficaram claros durante a abordagem usual, mas que
se mostram naturalmente quando apresentados por meio do
roteiro de reportagem. Além disso, permite aos alunos co-
nhecer um pouco mais de nossa cidade.
O segundo vídeo, Os números do Mercado Municipal, trata
de uma visita ao Mercado Municipal de São Paulo a fim de
ilustrar como são importantes no dia a dia as unidades
de massa e o sistema monetário brasileiro. Deve-se discutir
com os alunos para que servem esses números, como são uti-
lizados, para reforçar o significado de cada um deles. Antes
de assistirem ao vídeo, vale a pena destacar que o Mercado
Municipal é um ponto histórico da cidade de São Paulo que
reúne cultura e culinária, e ressaltar a quantidade de pessoas
que passam pelo local todos os dias, questionando os alunos
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16 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
se acham que esse valor é pouco ou muito. Um aspecto a ex-
plorar é a forma como são comercializadas, por exemplo, de-
terminadas frutas: em caixas, em bacias, ou ainda em peso,
com a utilização da balança digital. Outro ponto a ser desta-
cado é o boxe que vende amendoim; ali 1 kg custa R$ 10,00,
mas, se a balança marcar 110 g, então o cliente deve pagar
R$ 1,10. É possível discutir com os alunos quanto pagaria o
cliente se quisesse comprar de kg de amendoim e quanto
de kg representa em gramas. Pode-se perguntar, ainda, o que
é mais usado como medida para comprar amendoim de kg
ou 250 g.
Outra opção para explorar os números apresentados e seus
significados é o estande de lanche de mortadela, em que cada
lanche é recheado com 300 g de mortadela. Com base nesse
valor e nos demais mostrados no vídeo, podem-se explorar
as unidades de medida de massa. A divisão da pizza ilustra
a utilização no cotidiano da representação fracionária, uma
vez que, conforme aparece no vídeo, a pizza pode ser comer-
cializada em sua totalidade (um inteiro) ou em partes, como
, ou , em que esta última representação diz respeito à
relação parte e todo.
Após a exibição do vídeo, os alunos podem ser convidados
a realizar pesquisas sobre o uso dos números racionais, para
ampliar seu conhecimento.
Os vídeos auxiliam na abordagem dos assuntos tratados no
material, indicando aos alunos a utilização cotidiana dos
conteúdos matemáticos aprendidos na escola. Podem ser
usados tanto para desencadear o tema a ser trabalhado ao
longo da Unidade, como para sistematizar as aprendizagens.
Dessa forma, ele poderá ser retomado várias vezes, conforme
a necessidade do professor.
É importante que, ao final da exibição do vídeo, os estudan-
tes façam comentários e o professor sistematize os conheci-
mentos veiculados.
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LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 17
Contextualização histórica e cultural
Ao estudar as contribuições matemáticas de algumas cul-
turas antigas, o aluno compreenderá que o avanço tecno-
lógico de hoje não seria possível sem a herança cultural de
gerações passadas.
Embora a recomendação seja bastante óbvia, vale a pena res-
saltar que, ao abordar aspectos históricos, não se tem como
objetivo colocar a ênfase em fatos, datas e nomes e, muito
menos, que eles sejam memorizados pelos estudantes e co-
brados em avaliações. Fatos, datas e nomes aparecem nos
textos para contextualizar o próprio processo de construção
histórica das ideias e conceitos matemáticos.
Também os jogos que fazem parte da cultura infantil e ju-
venil podem contribuir para um trabalho de formação de
atitudes – enfrentar desafios, lançar-se à busca de soluções,
desenvolver a crítica, a intuição, a criação de estratégias e a
possibilidade de alterá-las quando o resultado não for satis-
fatório –, necessárias para a aprendizagem da Matemática.
Além disso, na situação de jogo, muitas vezes, o critério de
certo ou errado é decidido pelo grupo. Assim, a prática do
debate possibilita o exercício da argumentação e a organi-
zação do pensamento.
4. Orientações metodológicas e didáticas
específicas
O trabalho com números naturais e operações
O trabalho com números e com o sistema de numeração deci-
mal é realizado nas primeiras Unidades com o objetivo de
sistematizar aprendizagens desse tema e também de ampliar
a ordem de grandeza dos números, principalmente no que se
refere à leitura, escrita e decomposição de números naturais.
MAT5ºANO–PROF.indd 17MAT5ºANO–PROF.indd 17 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
18 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Com relação ao tema “operações com números naturais”, os
problemas estão orientados para ampliar os significados rela-
tivos ao campo aditivo e ao campo multiplicativo, conforme
explicitam teorias como a dos campos conceituais, incorpo-
rando também números de ordens de grandeza mais elevadas.
Estudos recentes revelam que a dificuldade de um problema
não está diretamente relacionada à operação requisitada para
a solução e que nem sempre problemas que se resolvem por
adição são mais fáceis para os alunos do que outros, que se
resolvem por subtração. Os problemas aditivos e subtrativos
não podem ser classificados separadamente, pois fazem parte
de uma mesma família e mostram grande variedade de signifi-
cados. Isso pode ser dito também em relação às operações de
multiplicação e divisão. Os pressupostos teóricos fundamen-
tam-se na teoria dos campos conceituais, desenvolvida pelo
pesquisador francês Gérard Vergnaud.
Na Unidade 1, os problemas são do campo aditivo e abordam
os significados de composição, transformação e comparação.
A variedade de problemas não pode ser restrita aos diferentes
significados das operações. É importante que nos problemas
propostos varie também a posição do termo do qual se pretende
descobrirovalor.Emalgunscasos,osalunosdevemencontraro
termo final, e em outros, os termos inicial ou intermediário.
Os que envolvem a determinação do termo final, em resposta a
perguntas como: qual é o total?, quanto gastou?, quanto fi-
cou?, qual a diferença? etc., são de resolução mais fácil e, em
geral, mais usados pelos professores e pelos livros didáticos.
Os problemas em que os alunos devem apoiar-se no termo co-
nhecido (inicial ou intermediário) e no termo final são mais
complexos e devem ser trabalhados com frequência no 5o
ano.
Na Unidade 2, iniciam-se as atividades com as operações do
campo multiplicativo. Exploram-se neste volume os significa-
dos de razão, multiplicação comparativa, configuração retan-
gular e combinatória.
MAT5ºANO–PROF.indd 18MAT5ºANO–PROF.indd 18 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 19
Os quadros a seguir apresentam alguns problemas que exem-
plificam um dos significados do campo aditivo e outro do
campo multiplicativo. Eles podem ajudar na proposição
de outros problemas. Cabe destacar que os nomes das dife-
rentes categorias de problemas são recursos do professor para
organizar seu trabalho, mas essa classificação não deve ser
apresentada aos alunos.
Problemas que envolvem o significado de composição
Busca do estado final Busca dos estados intermediários
• Em uma fábrica de chocolates há 257
chocolates amargos e 280 brancos.
Quantos chocolates há nessa fábrica?
• Em uma fábrica de chocolates há
537 chocolates, sendo 280 brancos e
os demais amargos. Quantos são os
chocolates amargos dessa fábrica?
• Em uma fábrica de chocolates há
537 chocolates, sendo alguns brancos
e 257 amargos. Quantos são os chocolates
brancos dessa fábrica?
Problemas que envolvem o significado de razão
• Se um brinquedo custa R$ 14,00, quanto custam 4 brinquedos iguais a esse?
• Se um brinquedo custa R$ 14,00, quantos brinquedos iguais a esse compro com R$ 56,00?
• Se 4 brinquedos custam R$ 56,00, quanto custa 1 brinquedo igual a esse?
• Se 4 brinquedos custam R$ 56,00, quanto custam 8 brinquedos iguais a esse?
Além dos exercícios com as operações, o material explora
e procura sistematizar os procedimentos de cálculo escri-
to, partindo de alguns processos intermediários até chegar
ao convencional. O cálculo mental é bastante evidenciado
e solicita-se sempre que os alunos socializem suas resolu-
ções com os colegas, uma vez que surgem métodos diferentes
para cada situação. Esse momento de troca é bastante rico
e contribui para a ampliação dos procedimentos de cálculo.
Na multiplicação e na divisão há algumas propostas para ob-
servação de regularidades como, por exemplo, multiplicações
por 10, 100 e 1.000, ou multiplicação por 2, 4 e 8. Há ênfase
à verificação de cálculo com uso da calculadora, bem como
atividades que possibilitam ao aluno usar a relação entre di-
videndo, divisor, quociente e resto.
MAT5ºANO–PROF.indd 19MAT5ºANO–PROF.indd 19 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
20 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Dessa forma, o enfoque das operações com números naturais
é bastante abrangente, configurando-se como eixo estrutura-
dor para as quatro primeiras Unidades, em que as atividades
foram elaboradas para fazer evoluir as concepções dos alunos
sobre os significados das operações e sobre os procedimentos
de cálculo. Compreender as quatro operações básicas envolve
um complexo conjunto de conhecimentos relacionados aos
problemas, aos recursos de cálculo e às escritas aritméticas.
Esse processo demanda muitos anos de escolaridade e expe-
riências com uma diversidade de problemas aditivos e mul-
tiplicativos, abrangendo as diversas ideias das operações, os
diferentes conjuntos numéricos, números de diversas grande-
zas, diferentes contextos etc.
O trabalho com os números racionais
ApartirdaUnidade5,ofocoéotrabalhocomnúmerosracionais,
tanto na representação decimal como na fracionária. Explo-
ram-se situações cotidianas nas quais esses números apare-
cem, como na comercialização de produtos de mercado, em
que eles são representados na forma decimal, por exemplo,
em balanças eletrônicas, e no sistema monetário brasileiro, que
também usa os racionais na representação decimal. Realiza-se
um trabalho com leitura e escrita desses números, ampliando
o quadro de valor posicional com as ordens menores que a uni-
dade (décimos, centésimos, milésimos), a fim de que os alunos
compreendam as casas de centenas, dezenas e unidades das
partes inteiras e não inteiras, e também são feitas compara-
ções e ordenações entre os racionais na representação decimal.
Depois, inicia-se o estudo da representação fracionária, em que
os alunos são levados a refletir sobre diferentes significados,
comorelaçãoparte-todo,razãoequociente(exploradapormeio
da divisão de folhas de papel em partes iguais, mas de diversas
formas). O documento Orientações curriculares e proposição de
expectativas de aprendizagem para o Ciclo II – Matemática apre-
senta atividades com números racionais, nas páginas 82 a 86.
MAT5ºANO–PROF.indd 20MAT5ºANO–PROF.indd 20 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 21
Pesquisas revelam que um dos obstáculos dos números racio-
nais é que existe mais de uma escrita numérica para repre-
sentar o mesmo número, enquanto os números naturais são
representados sempre pela mesma escrita numérica. Por esse
motivo, trabalha-se com as duas representações (fracionária
e decimal) em situações em que, por exemplo, se fala da com-
pra de meio quilo de peixe e aparece na balança 0,500 kg,
depois se apresenta a escrita fracionária e por fim se mos-
tra a relação entre as duas escritas numéricas. O uso da cal-
culadora auxilia os alunos a entender a conversão da repre-
sentação fracionária para a decimal, como na atividade:
 A professora ensinou também que é possível escrever as
representações fracionárias na forma decimal, dividindo-se
o numerador pelo denominador.
Use essas informações e, com auxílio da calculadora,
escreva para cada representação fracionária sua
representação decimal:
a) = d) =
b) = e) =
c) =
Também se exploram os termos “denominador”, que deno-
mina o número de partes, e “numerador”, que enumera a
quantidade de partes escolhidas. Dessa forma, os alunos per-
cebem que, entre frações de mesmo numerador, a de menor
denominador é a maior.
A localização de alguns números racionais na representação
decimal na reta numérica leva os alunos a realizar compara-
ções e tecer justificativas.
Ao final, são trabalhadas as frações equivalentes, ou seja,
aquelas que equivalem a um mesmo número racional, embo-
ra apresentem números diferentes no numerador e no deno-
minador. Essa noção é evidenciada quando, nas atividades,
MAT5ºANO–PROF.indd 21MAT5ºANO–PROF.indd 21 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
22 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
solicita-se que os alunos dividam figuras em partes iguais e
tomem partes dessas figuras, verificando que têm “o mesmo
tamanho”, mas com representações fracionárias diferentes.
O trabalho com operações envolvendo os números
racionais
As operações ganham destaque a partir da Unidade 6, em que
se realizam operações de adição e subtração entre números
racionais na representação decimal. Exploram-se os diferen-
tes significados do campo aditivo estudados desde a Unida-
de 1 com os números naturais. Os alunos são convidados a
trabalhar tanto essas operações de forma convencional como
por estimativa, comparando os racionais aos números intei-
ros. Sugere-se que o professor amplie a lista de problemas
com outros apresentados em livros didáticos, sempre procu-
rando abordar todos os significados das operações de adição
e subtração e ainda os diferentes posicionamentos do termo
desconhecido, como termo final, inicial ou intermediário.
Na Unidade 7, as operações aparecem por meio do trabalho
com porcentagens de modo articulado com os números racio-
nais, denotando que toda porcentagem pode ser escrita na
forma fracionária ou decimal e que, quando se utiliza a por-
centagem, isso quer dizer que um inteiro equivale a 100%,
como na atividade:
 Em 2007, a Cidade Ademar, bairro do município de
São Paulo, era uma das regiões com maior porcentagem
de domicílios sem ligação com a rede de esgoto. Se
aproximadamente 63% dos domicílios tinham ligação com
a rede de esgoto, qual o percentual de domicílios sem essa
ligação? Represente a porcentagem na forma fracionária.
Também são propostas a leitura e a interpretação de dados
percentuais apresentados em tabelas e gráficos.
Na Unidade 8, o eixo operações trabalha a ideia de probabi-
lidade e de combinação de objetos. Para isso, exploram-se
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LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 23
situações-problema em que são trabalhados não somente
procedimentos, mas também a justificativa dos procedimen-
tos adotados para resolução.
A noção de combinatória tem sido desenvolvida desde os
anos iniciais, mas é intensificada no 5o
. A hipótese dos alu-
nos é que basta combinar aquilo de que gostam. Portanto, a
ideia de que precisam combinar todos os elementos de dado
conjunto com todos os elementos do outro não é intuitiva;
tem de ser desenvolvida.
A seguir, apresentam-se algumas situações-problema do co-
tidiano envolvendo o campo aditivo com números racionais
na escrita decimal que podem ser exploradas em sala de aula:
1. José tinha R$ 15,20 e ganhou de seu tio R$ 9,50. Com
quanto ficou agora?
2. Há dois anos Priscila media 1,57 m de altura. Nesse perío-
do, cresceu 0,18 m. Qual é sua altura agora?
3. Dei R$ 25,00 para pagar uma conta no valor de R$ 12,75.
Quanto recebi de troco?
4. Uma peça de fita tem 26,80 m e outra, 12,50 m. Quantos
metros de fita têm as duas peças juntas?
5. Mariana pesava 55,800 kg e em um mês perdeu 1,200 kg.
Quanto ela pesa agora?
6. Pedro mede 1,58 m e Mariana mede 0,15 m a menos que
ele. Qual é a medida de Mariana?
7. Marcos mede 0,12 m a mais que Paulo. Se Marcos mede
1,67 m, quanto mede Paulo?
8. Uma peça de fita verde tem 0,15 m a menos que a peça
de fita azul. Se a peça de fita verde tem 15,50 m, quantos
metros tem a peça de fita azul?
9. Cibele mede 1,47 m de altura e Solange, 1,52 m. Qual é
a diferença entre as medidas das alturas das duas meninas?
10. Leandro cresceu 0,15 m em dois anos. Se atualmente ele
mede 1,67 m, quanto media dois anos atrás?
MAT5ºANO–PROF.indd 23MAT5ºANO–PROF.indd 23 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
24 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
O trabalho com espaço e forma
A abordagem envolvendo o eixo “espaço e forma” está vol-
tada para a localização espacial e para o reconhecimento de
formas geométricas tridimensionais existentes em nosso co-
tidiano, apresentadas, primeiramente, para que o aluno as
reconheça de modo global e, depois, sistematize algumas de
suas características.
Inicia-se o trabalho com atividades de descrição e de repre-
sentação, partindo do mesmo espaço, como, por exemplo, o
quarteirão da escola, fazendo uso dos pontos de referência.
Pode ser interessante propor, antes, atividades em que os
alunos percorram primeiro o caminho. No entanto, para que
eles avancem nesses conhecimentos, é necessário desenvol-
ver a capacidade de deslocar-se mentalmente e de pensar o
espaço de diferentes pontos de vista. Essa evolução se dá
com a resolução de problemas que incluam representações
gráficas e descrições, tanto orais como gráficas (desenhos e
esquemas) e escritas. A representação é apenas um modelo
que possibilita tomar decisões e antecipar ações. Ao solu-
cionarem problemas que envolvem produzir ou interpretar
informações para localizar objetos em determinado espaço,
os alunos podem avançar de modo progressivo no domínio
de um vocabulário específico que leva a uma localização
mais ajustada.
Na Unidade 2, começa o trabalho com formas geométricas
tridimensionais – poliedros e corpos redondos –, sempre com
base em formas de construções humanas, usando até a arqui-
tetura da cidade, a fim de aproveitar o que o aluno conhece
e o que está presente em seu cotidiano.
As formas tridimensionais envolvem três dimensões – com-
primento, altura e largura – e podem ser ocas ou não.
Quando não são ocas, são conhecidas como sólidos geomé-
tricos, entre os quais se destacam os poliedros e os corpos
redondos.
MAT5ºANO–PROF.indd 24MAT5ºANO–PROF.indd 24 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 25
Para que os alunos possam conhecer melhor as formas geomé-
tricas tridimensionais e avançar na análise de suas caracte-
rísticas, foram propostas atividades para explorar, reco-
nhecer e usar características dessas formas com a finalidade
de diferenciar umas das outras, para esboçar construções
e estabelecer relações entre diferentes formas geométricas e
entre formas geométricas espaciais e as planificações de
suas superfícies.
Quando os alunos fazem o esboço de formas geométricas, uti-
lizam de maneira explícita ou implícita alguns conhecimentos
de características dessas formas e de relações que existem
entre seus elementos. Por sua vez, as atividades de constru-
ção de esboços de formas geométricas possibilitam que os
estudantes avancem em sua análise.
Os elementos como vértices, faces e arestas de prismas e
pirâmides e as relações entre os números desses elementos
e o polígono da base são explorados, além do trabalho de
planificação de prismas e pirâmides. A seguinte atividade
ilustra isso:
 Desenhe o esboço da pirâmide de cada planificação:
desenho desenho
planificação 1 planificação 3
planificação 2 planificação 4
Nas Unidades 6 e 7, o eixo espaço e forma é ampliado com
a identificação de semelhanças e diferenças entre polígonos
levando em conta o número de lados e de ângulos. Esse tra-
MAT5ºANO–PROF.indd 25MAT5ºANO–PROF.indd 25 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
26 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
balho é desenvolvido por meio de observação de figuras e
reconhecimento de suas características e de desenhos em
malha quadriculada, incluindo a nomenclatura de polígonos
regulares e sua classificação segundo o número de lados e de
ângulos internos.
Enfatizam-se a composição e a decomposição de formas geo-
métricas planas, permitindo que os alunos compreendam que
qualquer região poligonal pode ser composta ou decomposta
em regiões triangulares. Também se exploram a ampliação e
a redução de formas geométricas planas em malha quadricu-
lada. Desse modo, os alunos têm de contar os quadradinhos
da malha para fazer a reconfiguração da figura e refletir sobre
o aumento ou diminuição de seu tamanho, de acordo com a
alteração da malha.
O trabalho com grandezas e medidas
Com relação ao tema “grandezas e medidas”, o trabalho en-
volve situações-problema que exploram questões de tempo,
temperatura e o sistema monetário brasileiro.
Para as atividades relacionadas à noção de tempo, procura-
mos evidenciar questões com a localização temporal, como
a relação entre dia, mês e ano, considerando transformações
de dias em meses, com saldo de dias, ou de meses em anos,
com saldo de meses.
O professor pode propor atividades em que os enunciados
oferecem informação sobre o horário de início e de término
de um evento e o aluno deve calcular o tempo de duração;
ou informam o horário de término e o tempo de duração e o
aluno calcula o horário de início do evento; ou ainda indicam
o horário inicial e o tempo de duração e o aluno calcula o
horário de término.
A noção de temperatura foi abordada por uma situação-proble-
ma usando a temperatura do corpo humano e por questões re-
lativas à previsão do tempo. As atividades sobre o sistema mo-
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LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 27
netário brasileiro trabalham com as operações e com a escrita
decimal dos valores. A atividade abaixo ilustra o que foi dito:
 Os termômetros abaixo indicam a temperatura de Paulo
e de Carina.
temperatura de Paulo
temperatura de Carina
Complete a tabela abaixo, com a temperatura de:
Paulo
Carina
Qual dos dois está com a temperatura normal?
Qual é a diferença de temperatura entre Paulo e Carina?
A partir da Unidade 5, o trabalho é feito com unidades usuais
de massa, comprimento e capacidade e articula-se com o
estudo dos números racionais nas representações decimal
e fracionária por meio da leitura e escrita de tais grandezas
na resolução de situações-problema presentes no cotidiano,
como o valor de massa expresso nas embalagens de alimentos
e produtos em mercados. Propõe-se também uma pesquisa
das unidades de medida de comprimento que se baseiam em
partes do corpo, como passo, palmo, cúbito etc.
As unidades usuais de capacidade são exploradas com base
em referências que os alunos conhecem, como garrafas e
copos.
O trabalho realizado tanto com medidas usadas ao longo da
história como com unidades não convencionais utilizadas na
vivência dos alunos, como as citadas, permite-lhes perceber
a necessidade da uniformização das unidades de medida.
São introduzidas as ideias de perímetro e área, com a utili-
zação da malha quadriculada. Na Unidade 7, a noção de área
IVANCARNEIRO
MAT5ºANO–PROF.indd 27MAT5ºANO–PROF.indd 27 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
28 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
de uma superfície encontra-se associada ao procedimento de
contagem. Na Unidade 8, é ampliada por meio de atividades
que envolvem superfícies poligonais, especialmente quadra-
das e retangulares, desenhadas em malha quadriculada e,
em seguida, as mesmas superfícies desenhadas sem malha
quadriculada, para que os alunos compreendam que, na au-
sência dela, a área de uma superfície quadrangular pode ser
calculada multiplicando dois de seus lados não paralelos.
Na Unidade 8, também se trabalham as noções de unidades
usuais de medida de superfície, como metro quadrado (m²),
centímetro quadrado (cm²) e quilômetro quadrado (km²), e
algumas relações entre elas.
O trabalho com tratamento da informação
Gráficos e tabelas são estudados no material. O gráfico ex-
pressa informações por meio de linhas ou de áreas coloridas e
as tabelas apresentam dados numéricos e informações escri-
tas, distribuídos em linhas e colunas que se relacionam entre
si. O uso desses recursos depende dos tipos de informações.
As tabelas contêm, em geral, valores exatos. Os gráficos não
favorecem a identificação de valores exatos porque utilizam
escalas, valores aproximados, e possibilitam analisar as rela-
ções entre dados.
As atividades que tratam desse tema propõem a leitura e
interpretação de dados em tabelas simples e avançam para
a interpretação de dados em tabelas de dupla entrada. Na
sequência há atividades que possibilitam a leitura e interpre-
tação de dados inseridos em gráficos de colunas e de barras.
Outras atividades com uso de gráficos e tabelas podem ser
propostas. Ao planejar uma atividade, deve-se ter em mente
os graus de complexidade de uma tabela ou de um gráfico.
As últimas Unidades visam a aprofundar a noção dos alunos
sobre a leitura e construção de gráficos e tabelas, eviden-
ciando elementos típicos de um gráfico, entre eles legenda,
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LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 29
título e fonte, bem como a utilização de determinado tipo de
gráfico para cada situação.
Na Unidade 6, explora-se a leitura de gráficos de linha com
dados de situações cotidianas, possibilitando aos alunos o
entendimento das informações apresentadas.
Na Unidade 7, estudam-se a leitura de gráficos de setores e
suas especificidades. Os alunos são levados a entender o que
deve ser utilizado nos casos com porcentagens que totalizam
um valor de 100%.
A Unidade 8 propõe aos alunos que, com base nos conheci-
mentos adquiridos, construam tabelas e gráficos.
5. Os Cadernos de apoio e o planejamento
do professor
Planejar é preciso
Uma das características dos Cadernos de apoio e aprendiza-
gem é a explicitação da relação entre as diferentes atividades
e as expectativas de aprendizagem que se pretende alcançar.
Essa explicitação é fundamental para que o professor, saben-
do aonde quer chegar, planeje o desenvolvimento de cada
atividade ou sequência de atividades, buscando coerência en-
tre o que deseja atingir e o que de fato acontece na sala de
aula, introduzindo ajustes necessários.
O planejamento deve ser sempre flexível, o que não se confun-
de com improvisações ou falta de organização. É preciso levar
em conta as possibilidades de aprendizagem dos estudantes,
seus conhecimentos prévios e suas hipóteses sobre os con-
ceitos e procedimentos estudados, bem como as estratégias
pessoais. Apenas tendo clareza sobre as expectativas de
aprendizagem o professor pode reorientar as atividades sem
perder aspectos importantes como a continuidade e o pro-
gresso na construção dos conhecimentos. O planejamento faz
MAT5ºANO–PROF.indd 29MAT5ºANO–PROF.indd 29 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
30 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
parte de todo o desenvolvimento das atividades propostas
e inclui a elaboração de outras que surgirão em decorrência
das necessidades específicas de aprendizagem dos alunos e de
seus interesses.
O professor pode enriquecer seu planejamento discutindo
com seus pares, em um processo colaborativo de troca de
saberes e de experiências.
Planejar de acordo com o tempo didático
A organização do trabalho permite usar melhor o tempo
didático e oferecer situações significativas que favoreçam a
aprendizagem. Por isso, é importante ressaltar que organizar
a rotina implica tomar decisões acerca do uso inteligente
do tempo de aprendizagem, o que é diferente da distribui-
ção simples e despretensiosa das atividades em determinado
período.
A organização do tempo é necessária para a aprendizagem
não só dos alunos, mas também do professor, especialmente
no que se refere à gestão de sala de aula. Essa é uma apren-
dizagem constante, pois, a cada nova turma, novos desa-
fios são colocados. O que o professor aprendeu sobre gestão
de sala de aula com um grupo de estudantes nem sempre é
transferível para outro.
O tempo dedicado às aulas de Matemática deve ser observa-
do de forma criteriosa. A organização desse trabalho exige
levar em conta a natureza das atividades e pensar em tem-
pos maiores (como aulas duplas) para ocasiões em que estão
previstas sequências de atividades mais longas, por exemplo.
Outro aspecto importante é o planejamento do uso do Cader-
no e de outros materiais ao longo de uma semana.
No 5o
ano, é aconselhável que a rotina semanal contemple
algumas situações didáticas permanentes e de sistematiza-
ção, que podem ser desenvolvidas por meio das atividades
sequenciais propostas no Caderno de apoio. O intuito é que
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LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 31
o uso do material seja articulado ao planejamento e à rotina
do professor.
O quadro a seguir apresenta uma possibilidade de organiza-
ção e rotina de atividades da Unidade 5 para a primeira sema-
na do mês. Ao planejar a sequência de atividades, é preciso
ter bem definidas quais delas serão permanentes, quais serão
sequenciais e de sistematização.
Segunda-feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira
Atividade ocasional:
• Introdução da
abertura da Unidade
– Exploração do
Mercado Municipal
Atividade sequencial:
• Uma visita ao
Mercado Municipal
Atividade sequencial:
• Uma barraca de
frutas do Mercadão
– Exploração de
leitura de outros
valores monetários.
Atividade de
sistematização:
• Leitura de números
racionais escritos na
forma decimal.
Atividade sequencial:
• Uma barraca
de legumes –
Exploração de
outras situações
em que é possível
comparar números
racionais escritos na
forma decimal.
Atividade de
sistematização:
• Comparação e
ordenação de
números racionais
escritos na forma
decimal.
Planejar de acordo com a organização da sala
Outroaspectoimportantedoplanejamentodoprofessordizres-
peito à organização da classe para o desenvolvimento de cada
atividade: diversificar agrupamentos em duplas, trios, realizar
trabalhos individuais. Sabe-se da potencialidade das ativida-
des em grupo pela interação que promovem entre os estudan-
tes, que podem aprender uns com os outros, mas é necessário
que o professor acompanhe o trabalho de cada agrupamento
levando os alunos a expor suas conclusões e a tomar decisões
e dando informações/explicações que julgar necessárias. No
entanto, em alguns momentos também é importante a reali-
zação de atividades individuais para que se analise a autono-
mia de cada estudante, sua iniciativa para resolver problemas.
Planejar de acordo com as diferentes modalidades
organizativas
Ainda sobre o planejamento para uso do Caderno, é importante
que o professor se organize para explorar várias modalidades
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32 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
organizativas. As sequências de atividades de cada Unida-
de são um conjunto articulado de situações de aprendiza-
gem, com objetivos e conteúdos bem definidos, que incluem
problemas e exercícios orais e escritos, uso de jogos, de mate-
riais, entre outras propostas para as quais é preciso definir os
modos de realização.
Também é fundamental planejar atividades permanentes,
ou seja, aquelas que se repetem de forma sistemática. Elas
possibilitam o contato intenso com um tipo específico de
atividade em cada ano da escolaridade e são particularmente
apropriadas para comunicar certos aspectos atitudinais em
relação à Matemática. As atividades permanentes são, ainda,
adequadas para cumprir outro objetivo didático: o de favore-
cer a aproximação dos estudantes com textos que não leriam
por si mesmos ou com a resolução de problemas do dia a dia
que podem ser trazidos, a princípio, pelo professor e, depois,
pelos próprios alunos. As atividades de cálculo mental certa-
mente podem ser incluídas nessa modalidade de organização
do trabalho escolar.
Contudo, também deve ser reservado tempo para ativida-
des ocasionais, que podem ser motivadas por um assunto
de repercussão na mídia que tenha interesse para os alunos
cuja compreensão exija algum conteúdo matemático. Não há
sentido em não tratar do assunto pelo fato de não ter relação
com o que se está fazendo no momento, e a organização de
uma situação ocasional se justifica.
Acompanhamento e avaliação das aprendizagens
Se já são visíveis os avanços de natureza metodológica em
parte significativa dos trabalhos realizados durante as aulas
de Matemática, é verdade também que é preciso aprofundar
as discussões e modificar as práticas de avaliação. Ideias anti-
gas predominam na avaliação em Matemática, valorizando a
memorização de regras e procedimentos e deixando de lado,
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LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 33
muitas vezes, a compreensão de conceitos, a criatividade nas
soluções, as possibilidades de enfrentar situações-problema e
resolvê-las.
Assim sendo, em uma proposta que contempla uma varie-
dade de situações de aprendizagem – resolução de proble-
mas, recurso à história da Matemática, uso de recursos
tecnológicos, desenvolvimento de projetos de trabalho,
estabelecimento de conexões com outras áreas de conheci-
mento –, não faz sentido manter uma concepção de avalia-
ção incoerente com novos objetivos e com novas abordagens
do conhecimento matemático.
Aavaliaçãotemafunçãodeforneceraosestudanteseprofessores
informações sobre o desenvolvimento das capacidades e com-
petências exigidas socialmente, bem como auxiliar os professo-
res a identificar os objetivos atingidos, com vistas a reconhecer
a capacidade matemática dos alunos, para que possam inserir-
-se no mercado de trabalho e participar da vida sociocultural.
Cabe também à avaliação informar como está ocorrendo a
aprendizagem: os conhecimentos adquiridos, os raciocínios
desenvolvidos, os hábitos e valores incorporados, o domínio
de certas estratégias, para que o professor possa propor re-
visões e reelaborações de conceitos e procedimentos ainda
parcialmente consolidados.
Se os conteúdos estão dimensionados em conceitos, proce-
dimentos e atitudes, cada uma dessas dimensões pode ser
avaliada por diferentes estratégias. A avaliação de conceitos
é feita por meio de atividades voltadas à compreensão de
definições, ao reconhecimento de hierarquias, ao estabele-
cimento de relações e de critérios para fazer classificações
e também à resolução de situações de aplicação envolvendo
conceitos. A avaliação de procedimentos implica reconhe-
cer como eles são construídos e utilizados. A avaliação de
atitudes pode ser feita pela observação do professor e pela
realização de autoavaliações.
MAT5ºANO–PROF.indd 33MAT5ºANO–PROF.indd 33 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
34 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Embora a avaliação esteja intimamente relacionada aos obje-
tivos visados, estes nem sempre se realizam plenamente para
todos os estudantes. Por isso, critérios de avaliação devem
ser elaborados com a função de indicar as expectativas de
aprendizagem possíveis de serem desenvolvidas pelos estu-
dantes, ao final de cada ciclo.
Alguns procedimentos para coletar dados
Para acompanhamento sistemático do trabalho desenvolvido,
as últimas páginas de cada Unidade são destinadas à ava-
liação individual dos alunos. As atividades da seção “Agora,
é com você” foram elaboradas com base nas expectativas
desenvolvidas ao longo das Unidades. Além de servirem de
instrumento para a avaliação das aprendizagens e como pon-
to de partida para reorganizar o trabalho pedagógico, elas
devem ser realizadas individualmente pelos alunos, com o
mínimo de interferência do professor.
A proposta é que esse não seja o único instrumento de ava-
liação, mas que o professor estabeleça, durante o desenvol-
vimento das Unidades, outros critérios e indicadores para
avaliar o processo de ensino e aprendizagem. As fichas e os
mapeamentos individuais são instrumentos alternativos que
asseguram o acompanhamento sistemático das expectativas
de aprendizagem e dos blocos de conteúdos.
Com o modelo de mapeamento por Unidade sugerido a seguir,
o professor poderá acompanhar o desempenho de cada aluno
no decorrer das Unidades, o que contribuirá para tomadas
de decisões mais precisas na organização do tempo didá-
tico. Analisando o modelo, podemos perceber que algumas
expectativas da Unidade 1 são retomadas na 2. O aluno 1,
por exemplo, não atingiu duas das expectativas da primeira
Unidade, mas na segunda já podemos perceber sua superação
atingindo o esperado.
MAT5ºANO–PROF.indd 34MAT5ºANO–PROF.indd 34 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 35
Legenda: S = sim; P = parcialmente; N = não.
Expectativas de aprendizagem Alunos
Unidade 1 1 2 3 4 5 6 7 8...
Ler e escrever números pela
compreensão das características
do sistema de numeração decimal.
S
Comparar e ordenar números.
(em ordem crescente e decrescente).
P
Analisar, interpretar e resolver
situações-problema, envolvendo
adição e subtração.
N
Estabelecer relação entre unidades de
tempo – dia, semana, mês, bimestre,
semestre, ano – e utilizar calendários
e fazer leitura de horas.
N
Interpretar a localização de um objeto
ou pessoa no espaço pela análise de
maquetes, esboços, croquis.
S
Unidade 2 1 2 3 4 5 6 7 8...
Interpretar a movimentação de um
objeto ou pessoa no espaço pela
análise de maquetes, esboços, croquis.
S
Estabelecer relação entre unidades de
tempo – dia, semana, mês, bimestre,
semestre, ano – e utilizar calendários
e fazer leitura de horas.
S
Analisar, interpretar e resolver
situações-problema, envolvendo adição
e subtração.
S
Utilizar procedimentos pessoais como a
decomposição das escritas numéricas
para a realização do cálculo de adições
e analisar e validar (ou não) resultados
obtidos por estratégias pessoais de
cálculo de adição.
P
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MAT5ºANO–PROF.indd 36MAT5ºANO–PROF.indd 36 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 37
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LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
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semestre
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LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 43
cidade afixado na sala de aula.
Veja se conhecem algum bairro e
se sabem localizá-lo no mapa. Se
a escola está situada na região
norte ou sul etc.
Para a aula seguinte, você pode
pedir uma pesquisa sobre a or-
ganização da cidade em subpre-
feituras e subdistritos, para ser
socializada com a classe.
Converse com os alunos sobre os
bairros de São Paulo: quais co-
nhecem, o que tem de interes-
sante neles etc. e se sabem em
que bairro moram e a que região
ele pertence. Comente que São
Paulo é uma cidade muito grande
e, para facilitar a administração,
foi dividida em subprefeituras.
Peça que observem o mapa da
•M1 Compreender e utilizar as
regras do sistema de numeração
decimal, para leitura e escrita,
comparação, ordenação e
arredondamento de números
naturais de qualquer ordem
de grandeza.
•M7 Analisar, interpretar, formular
e resolver situações-problema
compreendendo diferentes
significados das operações
envolvendo números naturais.
•M8 Resolver adições com
números naturais por meio
de estratégias pessoais e do
uso de técnicas operatórias
convencionais, cálculo mental
e da calculadora e usar
estratégias de verificação e
controle de resultados pelo
uso do cálculo mental ou da
calculadora.
•M17 Descrever, interpretar
e representar por meio de
desenhos a localização ou a
movimentação de uma pessoa
ou um objeto.
Material necessário para o
desenvolvimento da Unidade:
uma calculadora para
cada grupo
um mapa do município de São
Paulo com seus subdistritos,
para afixar na classe
Resposta pessoal
MAT5ºANO–PROF.indd 43MAT5ºANO–PROF.indd 43 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
44 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Na atividade 2, peça a alguns
alunos que leiam em voz alta os
números que aparecem na infor-
mação. Socialize as respostas,
verificando as escritas numéricas
por extenso, conversando sobre
erros e acertos.
Na atividade 3, pergunte se sa-
bem qual é a população de seu
bairro. Informe que a Secretaria
de Planejamento da Prefeitura
Municipal de São Paulo divulga
anualmente a população estimada
de cada bairro e peça-lhes que
pesquisem o subdistrito onde mo-
ram e sua população.
Numa roda de conversa, retome
a pesquisa feita pelos alunos e
fale sobre a cidade, suas regiões
e seus bairros.
Na atividade 1, peça a um aluno
que leia o texto e o enunciado e
verifique se a classe responde que
o bairro mais populoso é Belém e
como justifica a resposta.
•Compreender e utilizar as regras
do sistema de numeração
decimal, para leitura e escrita,
comparação, ordenação e
arredondamento de números
naturais de qualquer ordem
de grandeza.
Belém
Uma resposta possível: todos os números têm o mesmo número de
algarismos, e o maior número é o que começa pelo maior algarismo.
Quinze mil, setecentos e dezesseis15.716
28.004
41.459
Vinte e oito mil e quatro
Quarenta e um mil, quatrocentos e cinquenta e nove
MAT5ºANO–PROF.indd 44MAT5ºANO–PROF.indd 44 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 45
número de ordens, basta observar o
primeiro algarismo de maior ordem.
No item b, promova uma discussão
com a classe e organize um texto
coletivo sobre o assunto. Deve fi-
car claro para os alunos que:
• ordem é a posição que cada alga-
rismo pode ocupar em um núme-
ro, e as ordens se organizam da
direita para a esquerda, a partir
da classe das unidades simples;
• classe é um grupo de três
ordens e, também da direita
para a esquerda, são chamadas
classe das unidades simples,
dos milhares, dos milhões, dos
bilhões etc.
• Nos itens c e d, peça aos alu-
nos que voltem ao quadro para
responder às questões.
No item a da atividade 1, peça
aos alunos que leiam o enuncia-
do e analisem o quadro. Pergunte
como fizeram para saber quantas
ordens e classes têm os números
que escreveram.
Peça a alguns que façam uma lei-
tura oral desses números.
Explore o fato de que, para com-
parar números que têm o mesmo
•Compreender e utilizar as regras
do sistema de numeração
decimal, para leitura e escrita,
comparação, ordenação e
arredondamento de números
naturais de qualquer ordem
de grandeza.
2
4
8
1
0
4
0
5
4
9
Há 5 ordens e 2 classes.
Resposta pessoal
Têm 5 ordens e 2 classes.
98.765
99.999
MAT5ºANO–PROF.indd 45MAT5ºANO–PROF.indd 45 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
46 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
e, se não arredondarem os núme-
ros para compará-los, você pode
sugerir que o façam: basta com-
parar 79.000, 62.000 e 86.000.
Na atividade 2, peça a alguns
alunos que leiam os números pro-
postos e dê outros exemplos de
números para eles identificarem o
maior e o menor. Caso algum gru-
po tenha escrito os números de
forma não convencional, retome
a escrita numérica.
Na atividade 3, cada grupo deve
discutir como fez a comparação
entre os números. Socialize as
respostas.
Comente com os alunos que nesta
atividade vão aprender mais sobre
a população de outros subdistri-
tos. Peça-lhes que leiam o texto
e respondam os itens a, b e c da
atividade 1, discutindo em grupo
como procederam. Depois, cada
grupo explicará seus procedimen-
tos. Explore os mais interessantes
•Compreender e utilizar as regras
do sistema de numeração
decimal, para leitura e escrita,
comparação, ordenação e
arredondamento de números
naturais de qualquer ordem
de grandeza.
86.615 (Água Rasa)
62.656 (Moóca)
Resposta possível: como todos os números têm o mesmo número
de algarismos, o maior é o que começa com o maior algarismo, e
o menor é o que começa com o menor algarismo.
51.519 (menor)
53.608
52.760
Resposta possível: todos os números têm o mesmo número de
algarismos, mas como todos começam com 5, para descobrir
o menor, comparei os algarismos da ordem da unidade de
milhar, e o menor é 1. Então, o menor número é 51.519.
MAT5ºANO–PROF.indd 46MAT5ºANO–PROF.indd 46 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 47
Na atividade 1, pergunte qual é o
maior e o menor número da lista,
para orientá-los na escrita em or-
dem decrescente.
Na atividade 2, pergunte qual
é o menor e o maior número da
lista, para orientá-los na escrita
em ordem crescente.
Se for o caso, apresente outras lis-
tas de números para os alunos or-
denarem. Faça essa atividade oral-
mente e anote na lousa algumas
situações propostas pelos alunos.
Depois, diga-lhes que copiem
aquela de que mais gostaram.
O objetivo da atividade 3 é com-
parar números e usar o símbolo
adequado.
Pergunte se os alunos sabem o
que significa ordem crescente e
ordem decrescente e se conhecem
algum símbolo matemático que
indique que um número é maior
ou menor que outro. Conte que
esses símbolos são usados para
facilitar a comunicação.
•Compreender e utilizar as regras
do sistema de numeração
decimal, para leitura e escrita,
comparação, ordenação e
arredondamento de números
naturais de qualquer ordem
de grandeza.
9.350 >
>
>
<
>
<
>
<
<
<
>
<3.105
9.208
3.207
7.001
7.003
5.873
8.450
5.307
8.913
MAT5ºANO–PROF.indd 47MAT5ºANO–PROF.indd 47 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
48 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Na atividade 2, verifique como
justificam a resposta e se usam a
decomposição do número. Podem
surgir várias respostas. Por exem-
plo, o número 100 pode ser escrito
como 10 + 10 + ... + 10 e outras
composições mais longas.
Na atividade 3, veja como eles
procedem e socialize as respostas.
Na questão 4, dite os números
11.001, 11.010, 11.100 e 11.110
e verifique as diferentes escritas
que surgirem. Essa é uma boa
oportunidade para discutir o va-
lor posicional.
Antes de começar, oriente os alu-
nos a explorar a calculadora, su-
gerindo que digitem alguns alga-
rismos e vejam o número formado.
Na atividade 1, peça a alguns alu-
nos, antes de escrever, que leiam o
número que aparece no visor.
•Compreender e utilizar as regras
do sistema de numeração
decimal, para leitura e escrita,
comparação, ordenação e
arredondamento de números
naturais de qualquer ordem
de grandeza.
3.585
Resposta pessoal. Uma possível: 1.000 + 100 + 10 + 10 + 10 + 1 + 1
Resposta possível: para aparecer o número 3.907 depois de
digitado o 2.807, basta adicionar 1.100.
11.001
11.110 11.001
11.010 11.100 11.110
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LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 49
Que número viria depois do último
da primeira coluna? E da segunda?
Qual é o maior número da primeira
linha? E da terceira?
Na atividade 3, depois de com-
pletar o quadro, proponha que al-
guns alunos leiam os números es-
critos nas linhas ou nas colunas.
Antes da atividade 4, proponha
que os alunos façam alguns arre-
dondamentos de números. Depois,
observe se eles percebem o inter-
valo em que estão esses números.
Por exemplo: 5.256 está entre
5.000 e 6.000, mas o mais pró-
ximo de 5.256 é 5.000. Dê outros
exemplos para eles resolverem
oralmente.
Antes de começar as atividades,
explore com os alunos os quadros
numéricos lendo algumas linhas e
colunas e fazendo perguntas que
os levem a perceber regularida-
des: os números estão em ordem
crescente ou decrescente? O que
há em comum nos números es-
critos nas linhas? E nas colunas?
•Compreender e utilizar as regras
do sistema de numeração
decimal, para leitura e escrita,
comparação, ordenação e
arredondamento de números
naturais de qualquer ordem
de grandeza.
6.030
7.856
7.849
7.839 7.836 7.8337.838 7.835 7.832 7.8307.837 7.834 7.831
7.845 7.843 7.842
7.854 7.852
6.037 6.039 6.041
6.052 6.053 6.054
6.044 6.046
6.032 6.033 6.036
MAT5ºANO–PROF.indd 49MAT5ºANO–PROF.indd 49 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
50 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
As atividades 1 e 2 envolvem
o significado de composição. No
primeiro, pede-se o termo final,
bastando adicionar. No segundo,
o termo intermediário é desco-
nhecido, o que é mais comple-
xo para os alunos, embora se
apoiem no termo inicial.
Na atividade 3, os alunos de-
vem analisar se os enunciados
que criaram são coerentes com
os dados e as operações. Você
pode chamar alguns alunos para
ler os enunciados, discutindo es-
ses aspectos.
Oriente os alunos para que façam
uma leitura atenta dos enuncia-
dos, selecionando os dados para
a resolução. Socialize os procedi-
mentos e discuta-os com a clas-
se. Lembre sempre o fato de que
um problema pode ser resolvido
usando diferentes estratégias.
•Analisar, interpretar, formular
e resolver situações-problema
compreendendo diferentes
significados das operações
envolvendo números naturais.
412
195 169
39
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LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 51
e o aluno deve encontrar o total
de canetas.
A atividade 2 envolve o signifi-
cado de transformação, em que
o estado inicial é desconhecido,
sofre uma transformação positiva
(comprou) e apresenta um resul-
tado. Essa atividade apresenta
uma dificuldade maior que a an-
terior, pois, no geral, os alunos
se apoiam no primeiro termo para
resolver o problema.
A atividade 3 envolve o signi-
ficado de comparação, em que
a expressão a mais do texto do
problema pode provocar alguma
confusão, pois, se havia 36 lápis
a mais do que precisava, então
ela precisava de 1.048 – 36, e
não 1.048 + 36.
Converse com os alunos sobre o
comércio da Rua 25 de Março.
Passe à leitura do texto e à reso-
lução dos problemas.
Observe como eles pensam e dis-
cuta as soluções com a classe.
Socialize alguns procedimentos.
A atividade 1 envolve o signi-
ficado de composição de duas
quantidades. São dadas as partes
•Analisar, interpretar, formular
e resolver situações-problema
compreendendo diferentes
significados das operações
envolvendo números naturais.
5.580
280
1.012
MAT5ºANO–PROF.indd 51MAT5ºANO–PROF.indd 51 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
52 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
As atividades 2 e 3 envolvem o
significado de transformação. Na
segunda há uma transformação
negativa (vendeu), e na terceira
há uma transformação positiva
(comprou). Ambos apresentam o
estado inicial e a transformação,
e é preciso calcular o estado final.
Na atividade 4, os alunos devem
elaborar, em grupo, um problema
que possa ser resolvido pela ope-
ração indicada e depois trocá-lo
com o de outro grupo. Veja se o
enunciado tem uma narrativa, os
dados numéricos e a questão que
deve ser respondida. Criar enun-
ciados de problemas tem por
objetivo levá-los a compreender
melhor os enunciados que leem.
Peça aos alunos que identifiquem
os dados e o que se pede em cada
um dos problemas. Depois, soli-
cite que verifiquem se a resposta
encontrada é realmente a solução.
Socialize as soluções e discuta-as
com a classe.
A atividade 1 envolve o significado
de composição, em que um termo
é desconhecido e é dado o total.
•Analisar, interpretar, formular
e resolver situações-problema
compreendendo diferentes
significados das operações
envolvendo números naturais.
334
1.089
2.246
222
MAT5ºANO–PROF.indd 52MAT5ºANO–PROF.indd 52 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 53
Na atividade 3, os alunos fa-
rão cálculos aproximados, para
auxiliá-los no cálculo mental.
Na primeira linha, se os alunos
adicionarem 150 com 50, obte-
rão 200, uma boa aproximação,
mas na segunda, se adiciona-
rem 300 com 200, obterão 500,
que não é a melhor estimativa,
porque 380 é mais próximo de
400 do que de 300. Nesse caso,
a melhor aproximação é 600.
Oriente-os a calcular o resultado
na calculadora para verificar se a
aproximação foi adequada.
Na atividade 1, observe se os
alunos percebem que podem adi-
cionar as parcelas em qualquer
ordem. Socialize as respostas.
Na atividade 2, peça aos
alunos que verifiquem o resultado
na calculadora. Faça o levanta-
mento dos procedimentos esco-
lhidos e discuta-os.
•Resolver adições com números
naturais por meio de estratégias
pessoais e do uso de técnicas
operatórias convencionais,
cálculo mental e da calculadora
e usar estratégias de verificação
e controle de resultados pelo
uso do cálculo mental ou
da calculadora.
126 135
Resposta pessoal
MAT5ºANO–PROF.indd 53MAT5ºANO–PROF.indd 53 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
54 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Nas atividades 2, 3 e 4, discuta
com a classe as resoluções que
apareceram na atividade 1. Ve-
rifique se os alunos se apoiam no
procedimento de Daniel para con-
cluirem que: o número 1 escrito
em vermelho refere-se à dezena
do 13, resultado de 9 + 4.
Na atividade 5, observe como
eles chegam ao resultado das
operações propostas e tire as dú-
vidas individualmente, discutindo
os procedimentos utilizados.
Na atividade 1, peça aos alunos
que analisem com atenção os dois
procedimentos e discutam como
fazer uma adição com reserva.
•Resolver adições com números
naturais por meio de estratégias
pessoais e do uso de técnicas
operatórias convencionais,
cálculo mental e da calculadora
e usar estratégias de verificação
e controle de resultados pelo
uso do cálculo mental ou
da calculadora.
Resposta pessoal. Leia os comentários.
Daniel transforma 7 dezenas e 5 dezenas em 70 e 50 unidades.
Adicionam unidades com unidades e dezenas com dezenas.
Daniel fez a decomposição dos números.
3.462 4.434 7.435 2.624
MAT5ºANO–PROF.indd 54MAT5ºANO–PROF.indd 54 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 55
Na atividade 2, eles devem ler o
enunciado e observar a outra for-
ma de indicar o cálculo e conver-
sar a respeito. Veja se percebem
que o colega de Daniel transfor-
mou as 38 dezenas e 5 unidades
em 37 dezenas e 15 unidades.
Na atividade 3, observe qual a
forma de cálculo escolhida e faça
as intervenções necessárias.
Na atividade 1, peça aos alunos
que leiam a primeira parte do
texto e observem os cálculos de
Daniel. Pergunte se algum aluno
já usou a decomposição de núme-
ros para fazer a subtração, como
Daniel. Socialize as respostas.
Espera-se que percebam que o
professor substituiu 80 + 5 por
70 + 15.
•Resolver adições com números
naturais por meio de estratégias
pessoais e do uso de técnicas
operatórias convencionais,
cálculo mental e da calculadora
e usar estratégias de verificação
e controle de resultados pelo
uso do cálculo mental ou
da calculadora.
O professor calculou 80 + 5 por 70 + 15.
Resposta possível: o colega de Daniel não usou
a decomposição.
589 1.669 1.934
MAT5ºANO–PROF.indd 55MAT5ºANO–PROF.indd 55 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
56 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
discutir as diferentes estratégias
que surgem. Peça-lhes que ex-
pliquem e tentem representar o
modo como calcularam, refletindo
coletivamente sobre as diferenças
de cada estratégia.
Acompanhe os procedimento de
cálculo dos alunos. Peça a alguns
que expliquem como pensaram e
faça as intervenções necessárias
para que calculem corretamente.
Na correção, socialize os proce-
dimentos, pois o importante é
•Resolver adições com números
naturais por meio de estratégias
pessoais e do uso de técnicas
operatórias convencionais,
cálculo mental e da calculadora
e usar estratégias de verificação
e controle de resultados pelo
uso do cálculo mental ou
da calculadora.
487
1.365
705
2.927
1.344
4.444
MAT5ºANO–PROF.indd 56MAT5ºANO–PROF.indd 56 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 57
497
1.115
531
2.317
252
1.883
MAT5ºANO–PROF.indd 57MAT5ºANO–PROF.indd 57 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
58 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
localizar a escola. De volta à
sala, peça-lhes que escrevam ao
amigo o bilhete descrevendo o
quarteirão. Ressalte que o ami-
go não conhece o bairro, então
será necessário indicar algumas
referências para chegar à escola.
Depois da discussão e da sociali-
zação de alguns textos, proponha
a atividade 2.
Numa roda de conversa, diga aos
alunos que, para andar por uma
cidade grande como São Paulo,
podemos usar mapas, esquemas,
referências etc.
Antes de começar a atividade 1,
leve-os para dar uma volta no
quarteirão, observando e ano-
tando lugares que possam servir
como pontos de referência para
•Descrever, interpretar e
representar por meio de
desenhos a localização ou a
movimentação de uma pessoa
ou um objeto.
Resposta pessoal
Resposta pessoal
MAT5ºANO–PROF.indd 58MAT5ºANO–PROF.indd 58 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 59
Na atividade 2, primeiro, co-
mente alguns trajetos descritos
pelos alunos e, depois que eles
fizerem os desenhos, socialize-os.
Veja se os pontos de referências
estão claros e se de fato ajudam
Daniel a fazer esse percurso des-
conhecido por ele.
Na atividade 1, se não houver
uma padaria próxima à escola,
pode ser escolhido outro lugar
que lhe pareça adequado à ativi-
dade. Depois de algumas descri-
ções, feitas oralmente, cada aluno
escreverá o trajeto.
•Descrever, interpretar e
representar por meio de
desenhos a localização ou a
movimentação de uma pessoa
ou um objeto.
Resposta pessoal
Resposta pessoal
MAT5ºANO–PROF.indd 59MAT5ºANO–PROF.indd 59 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
60 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
que todas as tarefas sejam feitas
no mesmo dia: organize-as como
achar melhor.
Registre as dificuldades dos alu-
nos, para planejar possíveis re-
tomadas.
A seção Agora, é com você vai
aparecer no final de cada Unida-
de, com propostas que retomam
o conteúdo trabalhado. São ati-
vidades individuais, e você deve
analisá-las para verificar se as
expectativas de aprendizagem
foram atingidas, quanto os alu-
nos avançaram e o que precisa
ser retomado. Não é necessário
MAT5ºANO–PROF.indd 60MAT5ºANO–PROF.indd 60 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 61
MAT5ºANO–PROF.indd 61MAT5ºANO–PROF.indd 61 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
62 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
42
902 89 222
77 13
MAT5ºANO–PROF.indd 62MAT5ºANO–PROF.indd 62 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 63
Peça-lhes que pesquisem há
quantos anos ela existe. Veja se
fazem uma subtração ou uma adi-
ção e se percebem que precisam
saber em que ano estamos.
Peça aos alunos que leiam indivi-
dualmente o texto e, depois, que
um deles o faça em voz alta. Se al-
guém conhecer a Feira de Artesa-
nato da Praça da República, pode
contar alguma coisa a respeito.
•M7 Analisar, interpretar, formular
e resolver situações-problema
compreendendo diferentes
significados das operações
envolvendo números naturais.
•M10 Resolver multiplicações
com números naturais por
meio de técnicas operatórias
convencionais, cálculo mental
e da calculadora e usar
estratégias de verificação e
controle de resultados pelo
uso do cálculo mental ou da
calculadora.
•M18 Reconhecer semelhanças
e diferenças entre poliedros
(como os prismas, as pirâmides
e outros).
•M19 Identificar relações entre
o número de elementos como
faces, vértices e arestas de
um poliedro.
•M24 Utilizar unidades usuais
de tempo e temperatura em
situações-problema.
•M25 Utilizar unidades
usuais de temperatura em
situações-problema.
Material necessário para o
desenvolvimento da Unidade:
conjunto de prismas em
madeira ou papel cartão
caixas em forma de prisma
(sucata)
calculadoras
Resposta pessoal
Depende do ano.
MAT5ºANO–PROF.indd 63MAT5ºANO–PROF.indd 63 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
64 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
A leitura e a compreensão do
texto que antecede as questões
devem ser garantidas.
Prepare uma coleção de prismas
e um conjunto de caixas (sucata)
que tenham a forma de paralele-
pípedo e dê aos grupos.
Proponha que os alunos levantem
hipóteses sobre os elementos
dos sólidos, para confirmá-las,
posteriormente, ao manipularem
as caixas.
•Reconhecer semelhanças e
diferenças entre poliedros
(como os prismas, as pirâmides
e outros).
Material necessário (por grupo):
uma coleção de prismas
um conjunto de caixas (sucata)
com forma de paralelepípedo
4 retangulares e 2 quadradas
3 retangulares e 2 triangulares
6 retangulares e 2 hexagonais
MAT5ºANO–PROF.indd 64MAT5ºANO–PROF.indd 64 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 65
Nas atividades 2 e 3, os dese-
nhos são individuais. Deixe-os
explorar as caixas que você le-
vou (em forma de paralelepípedo
e de outros prismas). Você tam-
bém pode propor que a classe
faça uma coleção dessas caixas.
Todos os prismas analisados nesta
Unidade são retos, isto é, têm to-
das as faces laterais retangulares.
Resposta pessoal. Por exemplo, o desenho
de uma caixa em forma de paralelepípedo ou cubo.
Resposta pessoal
MAT5ºANO–PROF.indd 65MAT5ºANO–PROF.indd 65 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
66 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Na atividade 2, depois da leitura
do enunciado, pergunte aos alu-
nos se conhecem essas formas
geométricas e peça-lhes que ob-
servem todas as caixas vistas an-
teriormente, identificando entre
elas as que têm forma de cubos
e paralelepípedos. Estimule-os a
comentar semelhanças e diferen-
ças entre essas formas, antes de
fazer o desenho.
Discuta o texto inicial e retome
as formas geométricas para que
os alunos observem as faces e as
bases de cada prisma.
Na atividade 1, distribua um con-
junto de prismas para cada grupo,
discuta as respostas e verifique se
eles nomeiam os prismas de acor-
do com o polígono da base.
•Reconhecer semelhanças e
diferenças entre poliedros
(como os prismas, as pirâmides
e outros).
Prisma de base
triangular
cubo paralelepípedo
Por exemplo,
a figura de um cubo
Por exemplo,
a figura de um
paralelepípedo
Prisma de base
pentagonal
Prisma de base
hexagonal
MAT5ºANO–PROF.indd 66MAT5ºANO–PROF.indd 66 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 67
duas bases e que, para calcular o
total de faces, basta observar o
polígono da base, contar o número
de faces laterais e adicionar dois.
Na atividade 3, peça-lhes que ob-
servem o desenho do prisma, des-
tacando os vértices e as arestas.
Você pode propor uma atividade
complementar usando um conjun-
to de modelos de prismas de pa-
pelão solicitando que pintem cada
vértice com tinta guache para ca-
rimbá-lo num papel (vão aparecer
pontos) e façam o mesmo com as
arestas (vão aparecer segmentos
de reta). A contagem desses pon-
tos e segmentos de reta permite
encontrar o número de vértices e
arestas do prisma.
Distribua um conjunto de prismas
para cada grupo e oriente-os a
explorá-los para preencher a ta-
bela e socialize as respostas.
Nas atividades 1 e 2, socialize as
conclusões dos grupos e verifique
se os alunos percebem que o nú-
mero de faces laterais depende do
polígono da base, que sempre há
•Identificar relações entre o
número de elementos como
faces, vértices e arestas de
um poliedro.
Material necessário:
um conjunto de prismas para
cada grupo
3
5
6
4
4
2
2
2
2
2
5
7
8
6
6
Resposta pessoal; leia os comentários.
8 12
MAT5ºANO–PROF.indd 67MAT5ºANO–PROF.indd 67 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
68 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Na atividade 2, promova uma nova
discussão. Os alunos devem per-
ceber que o número de arestas de
cada base depende do polígono da
base e que o número total de ares-
tas é o triplo do número de lados
do polígono da base.
Na atividade 1, peça aos alunos
que explorem os desenhos ou os
modelos de prismas montados que
já foram usados nas atividades
anteriores e descubram quantos
vértices há em cada prisma.
Espera-se que os alunos cheguem
à conclusão de que o número to-
tal de vértices é o dobro do nú-
mero de vértices da base.
•Identificar relações entre o
número de elementos como
faces, vértices e arestas de
um poliedro.
Material necessário:
um conjunto de prismas para
cada grupo
3
3
5
5
6
6
4
4
4
4
6
9
10
15
12
18
8
12
8
12
Resposta pessoal; leia os comentários.
Resposta pessoal; leia os comentários.
MAT5ºANO–PROF.indd 68MAT5ºANO–PROF.indd 68 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 69
O item b normalmente é resolvi-
do por duas operações: para sa-
ber o preço de muitos, primeiro
precisamos saber o preço de um.
Nesse caso, há uma dificuldade,
que é a divisão de R$ 2,00 por 3.
Mas, nesse problema, ela não é
necessária, pois ele poderá resol-
ver utilizando os dobros. Assim:
se 3 doces custam 2 reais, 6 cus-
tarão 4 reais, 12 custarão 8 reais
e assim sucessivamente.
No item c, temos a relação “1
está para 6”. Assim, por exem-
plo, 10 chocolates correspondem
a R$ 60,00 (6 ∙ 10 = 60) e 6 cho-
colates correspondem a R$ 36,00
(6 ∙ 6 = 36). Portanto, a compra
será de 16 chocolates.
•Analisar, interpretar, formular
e resolver situações-problema
compreendendo diferentes
significados das operações
envolvendo números naturais.
72
R$ 32,00
16
R$ 17,00
Os problemas desta página são
do campo multiplicativo, envol-
vem razão e apoiam-se na ideia
de comparação entre razões
(proporção).
No item a, temos a relação “1
está para 8 assim como 9 está
para 72”. O resultado 72 pode ser
obtido multiplicando 9 por 8.
MAT5ºANO–PROF.indd 69MAT5ºANO–PROF.indd 69 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
70 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Os problemas desta página são do
campo multiplicativo e envolvem
multiplicação comparativa: dobro,
triplo, quádruplo, metade, terça
parte etc.
Verifique os procedimentos das
duplas e socialize-os.
•Analisar, interpretar, formular
e resolver situações-problema
compreendendo diferentes
significados das operações
envolvendo números naturais.
112
32
29
52
MAT5ºANO–PROF.indd 70MAT5ºANO–PROF.indd 70 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 71
O preenchimento da tabela pode
ser realizado individualmente.
Nos itens a, b e c, faça uma dis-
cussão coletiva sobre as regulari-
dades percebidas, que devem ser
registradas.
•Resolver multiplicações
com números naturais por
meio de técnicas operatórias
convencionais, cálculo mental
e da calculadora e usar
estratégias de verificação e
controle de resultados pelo
uso do cálculo mental ou da
calculadora.
30
100
870
1.000
3.450
23.450
300
1.000
8.700
10.000
34.500
234.500
3.000
10.000
87.000
100.000
345.000
2.345.000
Acrescentar um zero a esse número.
Acrescentar dois zeros a esse número.
Acrescentar três zeros a esse número.
MAT5ºANO–PROF.indd 71MAT5ºANO–PROF.indd 71 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
72 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Para as atividades das páginas 38
e 39, distribua calculadoras para
as duplas fazerem as multiplica-
ções e preencherem a tabela. As
regularidades serão discutidas nos
itens a, b, c e d.
•Resolver multiplicações
com números naturais por
meio de técnicas operatórias
convencionais, cálculo mental
e da calculadora e usar
estratégias de verificação e
controle de resultados pelo
uso do cálculo mental ou da
calculadora.
15 16 17 18 19
3632
36
44 48 60 64
9580757055
66
77
88
99
112 120 152
171144135
105
90 108 114
39 48 54
MAT5ºANO–PROF.indd 72MAT5ºANO–PROF.indd 72 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 73
O números da 2a
linha são multiplicados por 2.
O números da 4a
linha podem ser obtidos multiplicando
os números da 1a
linha por 4 ou os da 2a
linha por 2.
O números da 8a
linha podem ser obtidos multiplicando
os números da 1a
linha por 8, ou multiplicando os da 2a
linha
por 4, ou os da 4a
linha por 2.
Os números da 4a
linha podem ser obtidos multiplicando os
números da 1a
linha por 2 × 2, porque 4 = 2 × 2.
Os números da 8a
linha podem ser obtidos multiplicando os
números da 1a
linha por 2 × 2 × 2, porque 8 = 2 × 2 × 2.
MAT5ºANO–PROF.indd 73MAT5ºANO–PROF.indd 73 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
74 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Espera-se que os alunos respon-
dam que contaram de 1 em 1,
que fizeram adições interativas,
ou que multiplicaram o número
de linhas pelo de colunas.
Na atividade 1, os alunos de-
vem descobrir como Patrícia fez
para saber quantos bombons
cabem em cada caixa, a partir
das divisórias. Verifique se eles
percebem que basta multiplicar
o número de linhas pelo número
de colunas e ajude-os a escrever
suas conclusões.
•Resolver multiplicações
com números naturais por
meio de técnicas operatórias
convencionais, cálculo mental
e da calculadora e usar
estratégias de verificação e
controle de resultados pelo
uso do cálculo mental ou da
calculadora.
9 16 30 20
50
Resposta pessoal (ler o comentário).
MAT5ºANO–PROF.indd 74MAT5ºANO–PROF.indd 74 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 75
usada na resolução desse proble-
ma é a distributiva da multipli-
cação em relação à adição, apre-
sentada pelo esquema.
Na atividade 2, discuta como se
repartiria a malha quadriculada
na multiplicação de 12 por 11 e
faça uma síntese dessa discussão.
Na atividade 1, comente que as
descobertas das atividades ante-
riores podem ajudá-los nesta e
pergunte se sabem de que repar-
tição se trata. Depois, peça-lhes
que comparem o cálculo com a
divisão feita na malha quadricu-
lada. Uma importante propriedade
•Resolver multiplicações
com números naturais por
meio de técnicas operatórias
convencionais, cálculo mental
e da calculadora e usar
estratégias de verificação e
controle de resultados pelo
uso do cálculo mental ou da
calculadora.
10 + 2
× 10 + 1
10 + 2
100 + 20
100 + 30 + 2
MAT5ºANO–PROF.indd 75MAT5ºANO–PROF.indd 75 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
76 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Na atividade 2, retome os pon-
tos da discussão anterior para
ajudá-los a respondê-la.
Na atividade 3, chame atenção
para o zero que aparece na se-
gunda parcela intermediária do
procedimento 2. Discuta com os
alunos se isso acontece sempre
e como fazemos no algoritmo
convencional. Registre a síntese
da discussão.
Na atividade 1, peça aos alunos
que comparem os procedimentos
de Renata com os analisados nas
atividades da página anterior
(uso da malha quadriculada). A
seguir, eles devem usar o proce-
dimento de Renata para resolver
as operações propostas.
•Resolver multiplicações
com números naturais por
meio de técnicas operatórias
convencionais, cálculo mental
e da calculadora e usar
estratégias de verificação e
controle de resultados pelo
uso do cálculo mental ou
da calculadora.
Resposta pessoal. Por exemplo: as duas decompõem os
números maiores que 10, mas só Patrícia usa o quadriculado.
Resposta pessoal.
Por exemplo: no procedimento
convencional, começamos
multiplicando pela unidade (3),
mas, no procedimento 1,
o resultado da multiplicação
de 3 por 4 dezenas é
indicado em unidades (120),
e, no procedimento 2,
em dezenas (12).
10 + 7
× 10 + 1
10 + 7
100 + 70
100 + 80 + 7
10 + 3
× 10 + 6
60 + 18
100 + 30
100 + 90 + 18
MAT5ºANO–PROF.indd 76MAT5ºANO–PROF.indd 76 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 77
Na atividade 2, os alunos podem
fazer os cálculos individualmen-
te e conferir os resultados com a
calculadora.
Na atividade 3, retome a discus-
são sobre o segundo produto par-
cial. Veja se os alunos percebem
que todos terminam em 0 e se
concluem que isso acontece por-
que são multiplicados por dezena.
Retome, se necessário, o procedi-
mento da página anterior, em que
os números foram decompostos.
Na atividade 1, cada aluno deve
resolver três multiplicações e ve-
rificar com a calculadora o resul-
tado das outras três, feitas pelo
colega.
•Resolver multiplicações
com números naturais por
meio de técnicas operatórias
convencionais, cálculo mental
e da calculadora e usar
estratégias de verificação e
controle de resultados pelo
uso do cálculo mental ou da
calculadora.
966
736
1 0 6 4 1 6 4 89 1 5
6 3 8 4 5 7 6 83 9 6 5
1.088
1.408
540
660
As parcelas terminam em 0.
MAT5ºANO–PROF.indd 77MAT5ºANO–PROF.indd 77 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
78 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Na atividade 1, pergunte aos
alunos em que situações eles já
mediram o tempo e faça a leitura
compartilhada, verificando se há
dúvidas. No item b, a divisão não
é exata. O quociente representa
o número de meses e o resto, o
número de dias.
•Utilizar unidades usuais de
tempo e temperatura em
situações-problema.
A resposta depende do ano.
20 meses e 10 dias
84 anos
MAT5ºANO–PROF.indd 78MAT5ºANO–PROF.indd 78 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 79
25
Depende da data.
1 1554
MAT5ºANO–PROF.indd 79MAT5ºANO–PROF.indd 79 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
80 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
tivamente, 100 e 0 graus, e que
os termômetros usados no Brasil
baseiam-se nessa escala. Conte
também que hoje os termômetros
usados para medir temperatura
de pessoas são digitais ou de
mercúrio, como os indicados na
ilustração.
Você pode sugerir que os alu-
nos façam uma pesquisa sobre
o termômetro: quando surgiu,
quem inventou etc. Comente que
Anders Celsius criou uma escala
termométrica baseada nos pontos
de ebulição e de congelamento
da água, estabelecendo, respec-
•Utilizar unidades usuais
de temperatura em
situações-problema.
39 °C
Carina
2 °C
37 °C
MAT5ºANO–PROF.indd 80MAT5ºANO–PROF.indd 80 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 81
previsões do tempo para vários
dias. Normalmente, as previsões
apresentam a menor temperatu-
ra mínima e a maior temperatura
máxima prevista para cada dia.
Diga aos alunos que, depois de
analisar temperaturas de pesso-
as, vão analisar temperaturas da
cidade de São Paulo num período
de 5 dias. Comente que os meios
de informação sempre apresentam
•Utilizar unidades usuais
de temperatura em
situações-problema.
No dia 10/07 (23 °C)
No dia 12/07 (11 °C)
A diferença de temperatura é de 12 °C.
MAT5ºANO–PROF.indd 81MAT5ºANO–PROF.indd 81 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
82 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
que todas as tarefas sejam feitas
no mesmo dia: organize-as como
achar melhor.
Enquanto os alunos fazem essas
atividades, circule pela classe
para acompanhá-los e orientá-
-los, quando for o caso. Registre
as dificuldades dos alunos, para
planejar possíveis retomadas.
A seção Agora, é com você vai
aparecer no final de cada Unida-
de, com propostas que retomam
o conteúdo trabalhado. São ati-
vidades individuais, e você deve
analisá-las para verificar se as
expectativas de aprendizagem
foram atingidas, quanto os alu-
nos avançaram e o que precisa
ser retomado. Não é necessário
O desenho é pessoal, mas
a ordem 0 °C, 37 °C, 100 °C
deve ser obedecida.
MAT5ºANO–PROF.indd 82MAT5ºANO–PROF.indd 82 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 83
8
12
6
6
9
5
12
18
8
MAT5ºANO–PROF.indd 83MAT5ºANO–PROF.indd 83 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
84 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
42 anos e (quase) 5 meses
MAT5ºANO–PROF.indd 84MAT5ºANO–PROF.indd 84 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 85
Pela internet, você pode explo-
rar construções de diferentes for-
matos que existem na cidade de
São Paulo: o prédio do Banespa,
o edifício Copan, o edifício Itá-
lia, o Masp etc. Depois, peça aos
alunos que explorem a ilustração
e façam os desenhos pedidos.
Comente com os alunos o que
estudarão nesta Unidade, peça a
um deles que faça a leitura em
voz alta e promova uma discussão
coletiva.
•M7 Analisar, interpretar, formular
e resolver situações-problema,
compreendendo diferentes
significados das operações
envolvendo números naturais
(multiplicação com significado
de configuração retangular
e de combinatória).
•M11 Resolver divisões com
números naturais por meio
de técnicas operatórias
convencionais, cálculo mental
e da calculadora e usar
estratégias de verificação e
controle de resultados pelo
uso do cálculo mental ou da
calculadora.
•M18 Reconhecer semelhanças
e diferenças entre poliedros
(como os prismas, as pirâmides
e outros), destacando elementos
da pirâmide e relações entre
esses elementos e o polígono
da base.
•M32 Resolver situações-
-problema com dados
apresentados de maneira
organizada por meio de
tabelas simples ou tabelas
de dupla entrada.
Material necessário para o
desenvolvimento da Unidade:
conjunto de modelos de
prismas e pirâmides em
papelão ou madeira
calculadora
folhas de papel sulfite
MAT5ºANO–PROF.indd 85MAT5ºANO–PROF.indd 85 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
86 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Para a atividade 1, é importan-
te que os alunos manipulem um
conjunto de pirâmides e prismas
com diferentes bases. Verifique se
eles percebem que há duas bases
no prisma e uma só na pirâmide,
ou que a forma das faces laterais
é diferente nesses dois tipos de
poliedros. É uma oportunidade
para retomar os termos geomé-
tricos convencionais.
Verifique se os alunos observam as
diferentes formas de alguns edifí-
cios, se já repararam em fotos de
edifícios que aparecem em revis-
tas ou na internet e se, quando
viajam, percebem as formas das
construções de outros lugares.
•Reconhecer semelhanças e
diferenças entre poliedros
(como os prismas, as pirâmides
e outros), destacando elementos
da pirâmide e relações
entre esses elementos e
o polígono da base.
Material necessário:
conjunto de prismas
e pirâmides
Resposta possível: a primeira tem as faces
laterais em forma de triângulo, a segunda,
em forma de retângulo e duas bases etc.
MAT5ºANO–PROF.indd 86MAT5ºANO–PROF.indd 86 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 87
Na atividade 2, verifique como
os alunos descrevem semelhanças
e diferenças entre as formas ge-
ométricas dos edifícios da foto.
Você pode propor uma visita
virtual a esses edifícios, no site
http://www.sampaonline.com.br/
postais/index.htm.
Resposta pessoal. Por exemplo: Semelhança: as formas
geométricas dos dois edifícios têm duas bases.
Diferença: no edifício da Fiesp a superfície é composta
por formas geométricas poligonais e no do Citibank parte
de sua superfície é arredondada.
MAT5ºANO–PROF.indd 87MAT5ºANO–PROF.indd 87 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
88 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
métrico. Use um prisma de base
hexagonal para explorar essa for-
ma geométrica para confirmar ou
não suas hipóteses anteriores.
Na atividade 1, explore a ilus-
tração, sempre perguntando o
que as figuras têm em comum
e o que chama atenção por ser
diferente. Verifique se percebem
que a forma da base é a mesma,
mas as faces laterais da figura 1
são retangulares e as da figura 2
são triangulares.
Leia o texto inicial com eles e
explore a forma geométrica do
edifício. Discuta com qual forma
geométrica já estudada ele se
parece. Pergunte, ainda, como é
a base desse prisma. Retome as
características desse sólido geo-
•Reconhecer semelhanças e
diferenças entre poliedros
(como os prismas, as pirâmides
e outros), destacando elementos
da pirâmide e relações
entre esses elementos e
o polígono da base.
Material necessário:
conjunto de prismas
e pirâmides
A forma da base é a mesma, mas as faces laterais da figura 1
são retangulares e as da figura 2 são triangulares.
MAT5ºANO–PROF.indd 88MAT5ºANO–PROF.indd 88 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 89
a forma e o número de faces e
indicando de alguma maneira as
faces ocultas etc. No item b, faça
primeiro uma discussão oral e de-
pois um texto coletivo. Faça per-
guntas que os ajude a perceber
que a pirâmide tem uma base
quadrada e o cubo tem todas as
faces congruentes, isto é, com
as mesmas medidas e a mesma
forma, e que as faces laterais da
pirâmide são triangulares etc.
No item a, observe se os alunos
desenham a figura solicitada,
mesmo que seja um esboço: se re-
presentam apenas uma face, uma
face e a base, mais de uma face
ou a figura completa, mantendo
A pirâmide tem base quadrada; o cubo tem todas as faces
quadradas e com mesmas medidas; as faces laterais da
pirâmide são triangulares etc.
MAT5ºANO–PROF.indd 89MAT5ºANO–PROF.indd 89 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
90 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Na atividade 1, são retomadas as
faces dos poliedros, particulari-
zando as faces laterais e a base
de uma pirâmide.
•Reconhecer semelhanças e
diferenças entre poliedros
(como os prismas, as pirâmides
e outros), destacando elementos
da pirâmide e relações
entre esses elementos e
o polígono da base.
Triângulo
Quadrado
Pentágono
Hexágono
MAT5ºANO–PROF.indd 90MAT5ºANO–PROF.indd 90 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 91
Na atividade 3, surgirão de-
senhos de pirâmides com base
quadrada e retangular. Aproveite
para discutir que estas 2 formas
de base são quadrangulares, pois
têm 4 lados. Podem aparecer pi-
râmides quadrangulares cujas ba-
ses não são retângulos. Socialize
os desenhos e discuta-os.
Na atividade 2, retome a discus-
são sobre as bases dos prismas e
relacione-as com as bases das pi-
râmides. Oriente a nomeação das
pirâmides pelo polígono da base.
Pirâmide de
base triangular
Pirâmide de
base pentagonal
Pirâmide de
base hexagonal
MAT5ºANO–PROF.indd 91MAT5ºANO–PROF.indd 91 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
92 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
ro de faces laterais. Dê as mesmas
orientações quanto ao número de
bases e o total de faces. Socialize
as respostas.
Na atividade 2, observe se eles
compreendem a relação entre a
forma da base e o número de fa-
ces laterais.
Na atividade 3, peça-lhes que
observem o modelo da pirâmide
de base triangular e o compa-
rem com os números que estão
no quadro. Discuta os resultados
encontrados.
Depois de discutir a atividade 4,
produza um texto coletivo sobre
o que se concluiu. Socialize algu-
mas conclusões.
Na atividade 1, peça aos alunos
que explorem a ilustração da pá-
gina anterior ou os modelos de
prismas montados. Oriente-os a
descobrir quantas faces laterais
tem cada uma dessas pirâmides.
Diga-lhes que explorem cada figu-
ra e registrem no quadro o núme-
•Reconhecer semelhanças e
diferenças entre poliedros
(como os prismas, as pirâmides
e outros), destacando elementos
da pirâmide e relações
entre esses elementos e
o polígono da base.
4
5
5 8
6 10
7 12
6
716
O número de faces laterais é igual ao número de lados do polígono da base.
Respostas possíveis: (1) o número
de vértices da pirâmide é igual ao
número de vértices da base mais
um; (2) O número de arestas da
pirâmide é igual ao dobro do número
de lados do polígono da base.
MAT5ºANO–PROF.indd 92MAT5ºANO–PROF.indd 92 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 93
ções que apresenta. Os alunos
estão se familiarizando com esse
tipo de texto. Explore as informa-
ções desta tabela: o que enten-
dem por capacidade do auditório
e onde Leandro conseguiu essas
informações. Realize coletivamen-
te as atividades dessa página.
Leia o título e converse sobre os
centros culturais, se conhecem al-
guns deles, o que assistiram nas
salas etc. Peça a um aluno que
leia o 1º parágrafo e chame a
atenção para a leitura da tabela:
qual seu título, quais as informa-
•Resolver situações-problema
com dados apresentados de
maneira organizada por meio
de tabelas simples ou tabelas
de dupla entrada.
Capacidade dos auditórios dos centros culturais da cidade
www.sampa.art.br/centros_culturais
Pinacoteca do Estado
800 pessoas
1.960 pessoas
MAT5ºANO–PROF.indd 93MAT5ºANO–PROF.indd 93 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
94 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
contam de 1 em 1, se adicionam
o número de cadeiras por filei-
ra (ou por coluna) e adicionam
o total, ou se há aqueles que
já multiplicam os números para
calcular o total de cadeiras. Na
socialização, discuta qual é o
procedimento mais rápido.
Na atividade 1, promova uma
conversa para que os alunos per-
cebam que o auditório está or-
ganizado em filas horizontais e
verticais. Combine com eles as
denominações de filas (horizon-
tal) e colunas (vertical). Verifi-
que como resolveram o item c, se
•Analisar, interpretar, formular e
resolver situações-problema,
compreendendo diferentes
significados das operações
envolvendo números naturais
(multiplicação com significado
de configuração retangular).
10
8
Multiplicando 10 × 8 = 80
MAT5ºANO–PROF.indd 94MAT5ºANO–PROF.indd 94 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 95
sala de vídeo que pode ser re-
tangular. Espera-se que os alu-
nos concluam por uma configu-
ração semelhante a um quadro.
Discuta ainda que, apesar de
surgirem algumas representações
comutáveis, por exemplo 12 × 4
e 4 × 12, elas não são iguais.
Na atividade 3, verifique se
eles conseguiram compreender
o significado da configuração
retangular quando elaboraram o
enunciado do problema, a partir
dos dados.
Na atividade 2, verifique se os
alunos realmente fazem uma con-
figuração retangular, pois eles po-
dem pensar em outras.
Socialize as diferentes represen-
tações e discuta qual é a mais
adequada, tratando-se de uma
Resposta pessoal.
Algumas possibilidades: 6 × 8, 2 × 24, 12 × 4, 8 × 6, 24 × 2,
4 × 12, 16 × 3, 3 × 16.
MAT5ºANO–PROF.indd 95MAT5ºANO–PROF.indd 95 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
96 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
combinação, no caso, uma mul-
tiplicação. Socialize todos os pro-
cedimentos e peça aos alunos que
os expliquem.
Na atividade 2, verifique os pro-
cedimentos usados e se combi-
nam cada elemento a outros dois.
Na atividade 1, verifique os pro-
cedimentos dos alunos: se ligam
cada bermuda a cada uma das ca-
misetas etc. Observe se contam
as combinações para calcular o
resultado. Pode ser que alguns
façam a operação referente à
•Analisar, interpretar, formular e
resolver situações-problema,
compreendendo diferentes
significados das operações
envolvendo números naturais
(multiplicação com significado
de configuração retangular).
Procedimentos pessoais
Total: 6 combinações
Procedimentos pessoais
Total 8
MAT5ºANO–PROF.indd 96MAT5ºANO–PROF.indd 96 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 97
Na socialização dos diferentes
procedimentos, espera-se que os
alunos percebam que as ativi-
dades 1 e 2 pedem estratégias
cujas operações são inversas. Na
atividade 2, pode ser que alguns
alunos usem desenho. Nesse caso,
peça-lhes que estabeleçam a rela-
ção entre as duas operações.
•Analisar, interpretar, formular
e resolver situações-problema,
compreendendo diferentes
significados das operações
envolvendo números naturais
(multiplicação com significado
de configuração retangular e
de combinatória).
108
18
MAT5ºANO–PROF.indd 97MAT5ºANO–PROF.indd 97 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
98 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Nas atividades 1 e 2, observe
os procedimentos que os alunos
utilizam para resolver problemas
de análise combinatória. Socialize
aqueles que achar interessante.
8
4 rapazes
MAT5ºANO–PROF.indd 98MAT5ºANO–PROF.indd 98 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 99
Na atividade 2, o objetivo é que
percebam a regularidade da divi-
são por 10, 100 e 1.000.
Antes de realizar a atividade 1,
explore oralmente outros números
e peça aos alunos que determi-
nem a metade.
Estas atividades são de cálcu-
lo mental. Sugere-se fazê-las
oralmente e depois pedir aos
alunos que as respondam indivi-
dualmente.
•Resolver divisões com números
naturais por meio de técnicas
operatórias convencionais,
cálculo mental e da calculadora
e usar estratégias de
verificação e controle de
resultados pelo uso do cálculo
mental ou da calculadora.
36
8 8 8
10
diminuindo um zero desse número.
diminuindo dois zeros desse número.
diminuindo três zeros desse número.
10 10
13 13 13
121 121 121
120
8 33
16 93
MAT5ºANO–PROF.indd 99MAT5ºANO–PROF.indd 99 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
100 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
-se que eles façam a associação
com a divisão. Explore o fato de
a divisão não ser exata e sobrar
uma latinha.
Na atividade 3, pergunte aos
alunos como acham que Leandro
pensou e que relação tem seu
procedimento com o de seu pai.
Explore as semelhanças e as dife-
renças. Discuta a relação entre o
número 50 da divisão de Leandro
e o número 50 da divisão de seu
pai. Faça a mesma discussão para
os números 5 e 2. Produza um
texto coletivo baseado nos textos
elaborados pelos alunos.
Na atividade 1, explore as so-
luções propostas pelos alunos.
Depois, passe ao esquema da
atividade 2.
Explore o esquema da ativida-
de 2: pergunte o que significam
os números 50, 5 e 2 no esque-
ma. Deixe-os discutir. Espera-
•Resolver divisões com números
naturais por meio de técnicas
operatórias convencionais,
cálculo mental e da calculadora
e usar estratégias de verificação
e controle de resultados pelo
uso do cálculo mental ou
da calculadora.
Uma das respostas possiveis: dividindo por 2.
Resposta pessoal. Resposta possível: uma divisão
Resposta possível: No esquema do pai de Leandro, os
números que estão nos quadros em amarelo são os que
aparecem no lado direito da divisão de Leandro. Os números
dos quadros brancos são os que aparecem no lado esquerdo
da divisão de Leandro.
MAT5ºANO–PROF.indd 100MAT5ºANO–PROF.indd 100 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 101
Na atividade 2, os alunos devem
usar o procedimento discutido
anteriormente. Se não conse-
guirem, interfira com perguntas
auxiliares: você deve começar
colocando centenas inteiras?
A atividade 3 é mais uma opor-
tunidade para os alunos entende-
rem os procedimentos expressos
nesse esquema de divisão e iden-
tificarem o quociente e o resto.
Na atividade 4, verifique que
procedimento os alunos usam,
socialize alguns e discuta com a
classe acertos e erros.
Na atividade 1, organize os alu-
nos em duplas e, com dicas e per-
guntas, ajude-os a perceber que o
número 115 foi dividido por 3 e
a encontrar o quociente e o resto
da divisão.
•Resolver divisões com números
naturais por meio de técnicas
operatórias convencionais,
cálculo mental e da calculadora
e usar estratégias de verificação
e controle de resultados pelo
uso do cálculo mental ou
da calculadora.
38
400
O resultado é 412 e o resto é 0.
Resultado 105, resto 1
10 2
400 10 2
24 4 0
Sim 1 latinha
MAT5ºANO–PROF.indd 101MAT5ºANO–PROF.indd 101 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
102 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Na atividade 2, a proposta é que
cada aluno resolva as divisões e
depois, em duplas, troquem os
cadernos para que cada um cor-
rija a divisão do colega.
Organize os alunos em duplas e
faça uma leitura compartilhada do
texto. Chame atenção para o fato
de que Sabrina faz uma estimati-
va, um procedimento importante
para obter o resultado da divisão.
•Resolver divisões com números
naturais por meio de técnicas
operatórias convencionais,
cálculo mental e da calculadora
e usar estratégias de verificação
e controle de resultados pelo
uso do cálculo mental ou
da calculadora.
Os dois usaram a decomposição dos números
para encontrar o resultado.
Resultado estimado:
um número maior que
300 e menor que 400.
392
Resultado estimado:
um número maior que
100 e menor que 200.
123
MAT5ºANO–PROF.indd 102MAT5ºANO–PROF.indd 102 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 103
suficiente, comente outras situa-
ções da tabela.
Na atividade 1, a leitura é apenas
das linhas. Verifique se eles perce-
beram que basta adicionar as pre-
ferências indicadas em cada linha.
Na atividade 2, a proposta é a
leitura das colunas. Além da lei-
tura e da adição, os alunos de-
vem comparar esses resultados.
Oriente-os a fazer anotações in-
termediárias.
Na atividade 3, a leitura envolve
o cruzamento da 1ª linha com a
1ª coluna.
Na atividade 4, a leitura envolve
o cruzamento da 2ª linha com a
2ª coluna.
Leia com os alunos os dados da
tabela, verificando se identificam
o que está nas linhas e nas co-
lunas. Como a tabela é de dupla
entrada, comente que, para saber
quantos preferem visitar o Masp
e o Catavento, devem procurar o
cruzamento da linha do Masp com
a coluna do Catavento. Se não for
•Resolver situações-problema
com dados apresentados de
maneira organizada por meio
de tabelas simples ou tabelas
de dupla entrada.
22 alunos preferem ir à Pinacoteca e 28 ao Masp.
A maioria escolheu o Catavento (30 alunos).
16 alunos
8 alunos
50 alunos
MAT5ºANO–PROF.indd 103MAT5ºANO–PROF.indd 103 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
104 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Na atividade 1, peça a alguns
alunos que contem como enten-
deram o esquema apresentado.
No fim, redija um texto coletivo
com a conclusão geral.
Na atividade 2, peça-lhes que
discutam se esse procedimento
é válido para qualquer divisão e
que deem outros exemplos.
Organize os alunos em grupos e
peça-lhes que observem o proce-
dimento de Leandro. Verifique se
eles entendem o esquema e, se
for preciso, dê algumas pistas.
231 × 3 = 693;
693 + 2 = 695
•Resolver divisões com números
naturais, por meio de técnicas
operatórias convencionais,
cálculo mental e da calculadora
e usar estratégias de verificação
e controle de resultados pelo
uso do cálculo mental ou
da calculadora.
Leandro, ao dividir 17 por 2, encontrou o resultado 8 e o resto
1. Ele descobriu que, se multiplicar 8 por 2 e adicionar o resto
1, obterá 17.
231– 6
0 9
– 9
0 5
– 3
2
MAT5ºANO–PROF.indd 104MAT5ºANO–PROF.indd 104 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 105
Na atividade 3, pergunte se eles
perceberam que, com a descober-
ta de Leandro, podemos verificar
se uma divisão está correta ou
não. Proponha divisões na lousa.
Chame alguns alunos para resol-
vê-las e verificar com a calcula-
dora se estão corretas.
122 × 3 = 366;
366 + 1 = 367
13 × 5 = 65;
65 + 4 = 69
4 × 12 = 48;
48 + 1 = 49
13– 5
1 9
– 1 5
4
122– 3
0 6
– 6
0 7
– 6
1
12– 4
0 9
– 8
1
MAT5ºANO–PROF.indd 105MAT5ºANO–PROF.indd 105 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
106 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Depois que eles tiverem discutido
essa afirmação com o colega de
dupla, peça a alguns que mostrem
na lousa como a entendem e deem
exemplos. Procure relacionar essa
igualdade com a descoberta de
Leandro, da atividade anterior.
Na atividade 1, discuta com os
alunos os resultados da tabela e se
os valores respeitam as igualdades.
Na atividade 2, peça-lhes que
efetuem a operação e verifi-
quem se o resultado está correto
usando uma calculadora e o que
aprenderam nesta página.
Peça a um aluno que leia o texto
em voz alta, enquanto os outros
acompanham a leitura. Destaque
o significado dos termos dividen-
do, divisor, quociente e resto.
Para isso, peça-lhes que obser-
vem com atenção a divisão na
ilustração abaixo.
44
Quociente: 145
Resto: 1
5
8 3
•Resolver divisões com números
naturais por meio de técnicas
operatórias convencionais,
cálculo mental e da calculadora
e usar estratégias de
verificação e controle de
resultados pelo uso do cálculo
mental ou da calculadora.
MAT5ºANO–PROF.indd 106MAT5ºANO–PROF.indd 106 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 107
Esta atividade envolve uma tabe-
la de dupla entrada que demanda
leitura de linhas e colunas. Para
saber quantos alunos preferem
sorvete de casquinha e choco-
late, basta olhar o cruzamento
da linha e da coluna correspon-
dente aos sabores e ao tipo de
recipiente.
45
30 alunos
10 alunos
45 alunos
60 alunos
3555 135
60
75
MAT5ºANO–PROF.indd 107MAT5ºANO–PROF.indd 107 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
108 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
foram atingidas, quanto os alu-
nos avançaram e o que precisa
ser retomado. Não é necessário
que todas as tarefas sejam feitas
no mesmo dia: organize-as como
achar melhor.
A seção Agora, é com você vai
aparecer no final de cada Unida-
de, com propostas que retomam
o conteúdo trabalhado. São ati-
vidades individuais, e você deve
analisá-las para verificar se as
expectativas de aprendizagem
6
2 algarismos
11 206
3 algarismos
4 24
MAT5ºANO–PROF.indd 108MAT5ºANO–PROF.indd 108 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 109
3 × 4 = 12
MAT5ºANO–PROF.indd 109MAT5ºANO–PROF.indd 109 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
110 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
141 alunos
9 9 16
7 7 12
MAT5ºANO–PROF.indd 110MAT5ºANO–PROF.indd 110 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 111
o Museu do Futebol, que fica no
estádio do Pacaembu, e incenti-
ve os alunos a pesquisar dados a
respeito. Se fizerem a pesquisa em
casa, marque um dia para todos
trazerem os resultados e compar-
tilhá-los com os colegas. Ao invés
de um texto, eles também podem
fazer um cartaz ou outro trabalho
que você combine com a classe.
Peça aos alunos que observem
as fotos e pergunte se conhecem
ou já estiveram em algum estádio
da cidade de São Paulo. Pergun-
te também se imaginam quantas
pessoas cabem em cada um deles.
Faça uma pesquisa sobre o espor-
te preferido da maioria da classe,
pedindo a um aluno que anote
na lousa os resultados. Mencione
•M1 Compreender e utilizar
as regras do sistema de
numeração decimal, para
leitura e escrita, comparação,
ordenação e arredondamento
de números naturais de
qualquer ordem de grandeza
(com números de ordem de
grandeza até o milhão).
•M7 Analisar, interpretar, formular
e resolver situações-problema,
compreendendo diferentes
significados das operações
envolvendo números naturais
(divisão, distribuição e medida,
inversas da multiplicação).
•M11 Resolver divisões com
números naturais por meio
de técnicas operatórias
convencionais, cálculo mental e
da calculadora e usar estratégias
de verificação e controle de
resultados pelo uso do cálculo
mental ou da calculadora.
•M20 Explorar planificações
de alguns poliedros e
corpos redondos.
•M26 Utilizar o sistema
monetário brasileiro em
situações-problema.
•M33 Resolver situações-
-problema em que os dados
são apresentados por meio
de gráficos de colunas ou
gráficos de barras.
Respostas
de acordo
com a turma
Material necessário para o
desenvolvimento da Unidade:
régua
tesoura
cola branca
fita adesiva
cartolina ou papel cartão
calculadoras
dados
tampinhas de garrafa
prismas e pirâmides de
papel cartão
moldes de pirâmides com
diferentes bases
embalagens de papelão
um tabuleiro do jogo a trilha
do resto (por grupo)
um quadro com valor posicional
até a ordem dos milhões
MAT5ºANO–PROF.indd 111MAT5ºANO–PROF.indd 111 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
112 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Na atividade 1, verifique se os
alunos identificam o maior núme-
ro e peça-lhes que o justifiquem.
Veja que critério usam e se per-
cebem a ordem de grandeza dos
números. Discuta os resultados.
Na atividade 2, verifique se eles
reconhecem o menor número
e que critérios de composição
adotam.
Na atividade 3, oriente as dis-
cussões nos grupos e peça a
alguns alunos que escrevam na
lousa o número com algarismos.
Peça a um aluno que leia o texto
e à classe que observe com aten-
ção os números apresentados na
tabela. Destaque que capacidade
significa, nesse caso, o número de
pessoas sentadas que o estádio
comporta.
•Compreender e utilizar as
regras do sistema de numeração
decimal, para leitura e escrita,
comparação, ordenação e
arredondamento de
números naturais de qualquer
ordem de grandeza
(com números de ordem
de grandeza até o milhão).
Estádio do Morumbi
Estádio do Canindé
138.082
73.501 37.58525.000 32.000
MAT5ºANO–PROF.indd 112MAT5ºANO–PROF.indd 112 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 113
Na atividade 2, ajude os alunos
a montar a subtração, observe
como posicionam os números e
se os separam em classes para
facilitar a operação.
Na atividade 3, veja se eles reco-
nhecem a aproximação dos núme-
ros no quadro. Peça a alguns que
justifiquem seu raciocínio.
Na atividade 4, observe se os
alunos leem corretamente os
números e se os escrevem por
extenso. Se tiverem dificulda-
des, peça-lhes que os escrevam
no quadro de valor posicional, o
que facilitará a leitura.
Pergunte aos alunos se costumam
ler notícias em jornais ou em ou-
tros meios de informação e se já
perceberam como é grande o valor
do prêmio dado pela Mega-Sena.
Na atividade 1, oriente-os a tirar
informações do texto para preen-
cher a tabela e observe se trans-
crevem corretamente os números.
•Compreender e utilizar as
regras do sistema de
numeração decimal, para
leitura e escrita, comparação,
ordenação e arredondamento
de números naturais de
qualquer ordem de grandeza
(com números de ordem de
grandeza até o milhão).
•Utilizar o sistema
monetário brasileiro em
situações-problema.
R$ 21.878.202,00
vinte e um milhões, oitocentos e setenta
e oito mil e duzentos e dois reais
quinze mil, trezentos e cinquenta reais
e trinta e oito centavosR$ 15.350,38
22.000.000,00 ou 22 milhões
Vinte e um milhões e novecentos mil
Quinze milhões e quatrocentos mil
MAT5ºANO–PROF.indd 113MAT5ºANO–PROF.indd 113 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
114 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Na atividade 1, organize a classe
em duplas e peça-lhes que discu-
tam entre si e depois escrevam
na tabela como se lê cada número
apresentado. Chame algumas du-
plas para dar suas respostas na
lousa e discuti-las com a sala.
•Compreender e utilizar as
regras do sistema de numeração
decimal, para leitura e escrita,
comparação, ordenação e
arredondamento de
números naturais de qualquer
ordem de grandeza
(com números de ordem
de grandeza até o milhão).
duzentos e noventa mil
duzentos e vinte mil
cento e sessenta mil
cento e cinquenta mil
cento e dez mil
noventa e três mil
MAT5ºANO–PROF.indd 114MAT5ºANO–PROF.indd 114 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 115
Nas atividades 3 e 4, pergunte
quantas classes e ordens têm os
números que aparecem no texto
e ajude-os a completar a tabela.
Na atividade 2, relembre com os
alunos o significado de ordens e
classes. Pergunte-lhes sobre situ-
ações que exigem números gran-
des e se já observaram seu uso no
cotidiano e peça exemplos.
1
3
6
02
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1 3 0 0 0 0 0
3 classes e 8 ordens
MAT5ºANO–PROF.indd 115MAT5ºANO–PROF.indd 115 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
116 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Na atividade 2, eles devem resol-
ver a operação no quadro. Peça a
alguns que apresentem seu proce-
dimento e discuta-os com a sala.
Na atividade 3, novamente, ob-
serve se os alunos reconhecem a
operação de divisão ou se usam
outro procedimento para resolver
a situação-problema.
Antes da atividade 1, organize a
classe em duplas, peça a um alu-
no que leia o texto e lembre que
Mateus também faz parte da equi-
pe de natação. Observe se eles
percebem que a operação para
resolver a situação é a divisão.
Oriente-os a calcular os valores
pedidos e completar os campos
da tabela.
•Analisar, interpretar, formular
e resolver situações-problema,
compreendendo diferentes
significados das operações
envolvendo números naturais
(divisão, distribuição e medida,
inversas da multiplicação).
•Utilizar o sistema
monetário brasileiro em
situações-problema.
4
3
R$ 12,00
8 2 2
MAT5ºANO–PROF.indd 116MAT5ºANO–PROF.indd 116 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 117
atividade 1 pelo método que
acharem conveniente. Depois,
diga-lhes que confiram o resul-
tado com a calculadora.
Na atividade 2, peça-lhes que
façam a operação na calculado-
ra. Discuta com eles o resultado
obtido e explique que, nesse caso,
a divisão não é exata. Verifique se
percebem que a resposta do pro-
blema deve ser um número natu-
ral, pois é referente ao número de
ônibus; logo, a resposta indicada
no visor da calculadora não pode
ser a resposta do problema, pois
é preciso um ônibus a mais para
acomodar o restante dos passa-
geiros. Pergunte quantos lugares
sobram no último ônibus.
Organize os alunos em grupos e
distribua calculadoras. Peça-lhes
que leiam o texto e sublinhem os
dados que acharem importantes.
Comente que a expressão exten-
são linear, significa comprimento
do parque. Verifique se há algum
outro termo desconhecido e es-
clareça-o.
Oriente os alunos a resolver a
•Resolver divisões com
números naturais por meio
de técnicas operatórias
convencionais, cálculo mental
e da calculadora e usar
estratégias de verificação e
controle de resultados pelo
uso do cálculo mental ou da
calculadora.
750
834
MAT5ºANO–PROF.indd 117MAT5ºANO–PROF.indd 117 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
118 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Peça a um aluno que leia as regras
do jogo e explique cada etapa.
Distribua dados e peões (que po-
dem ser tampinhas, por exemplo).
Construa em papel cartão ou carto-
lina um tabuleiro para cada grupo,
conforme o modelo desta página.
Enquanto eles jogam, passe pelos
grupos fazendo as intervenções
necessárias.
•Resolver divisões com
números naturais por meio
de técnicas operatórias
convencionais, cálculo mental
e da calculadora e usar
estratégias de verificação e
controle de resultados pelo
uso do cálculo mental ou da
calculadora.
MAT5ºANO–PROF.indd 118MAT5ºANO–PROF.indd 118 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 119
MAT5ºANO–PROF.indd 119MAT5ºANO–PROF.indd 119 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
120 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Na atividade 2, peça-lhes que
montem as operações pedidas no
texto, que escolham algarismos
para esconder e lancem o desafio
ao colega de dupla. Os resulta-
dos podem ser conferidos com a
calculadora.
Antes de começar as atividades,
organize a classe em duplas.
Na atividade 1, peça aos alu-
nos que observem com atenção
a montagem das operações e de-
pois completem com os números
que faltam. Discuta com eles os
procedimentos que adotaram para
encontrar esses números.
•Resolver divisões com
números naturais por meio
de técnicas operatórias
convencionais, cálculo mental
e da calculadora e usar
estratégias de verificação e
controle de resultados pelo
uso do cálculo mental ou da
calculadora. 0
2
8
9
7
7
1
4
6
8
5
3
4
5
1
0
9
9
1
0
5
0
9
1 0 1
3
7 2
6
2
0
9 7
7 2
8 4 9 2 5
Resposta pessoal
MAT5ºANO–PROF.indd 120MAT5ºANO–PROF.indd 120 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 121
gráfico. Comente que o título se
refere aos dados apresentados no
gráfico e a fonte é o lugar de onde
foram tiradas as informações.
Na atividade 2, peça-lhes que
examinem o gráfico e explore os
dados de cada coluna.
Na atividade 3, ajude-os a iden-
tificar os dados no gráfico. Verifi-
que como eles dispõem os núme-
ros para fazer a subtração, se os
dividem em classes ou não.
Na atividade 4, ajude-os a loca-
lizar o número que fica entre 18 e
30 milhões. Verifique se percebem
em que faixa está esse número
e retome o gráfico porque eles
devem identificar o ano no eixo
horizontal.
Peça a um aluno que leia em voz
alta os números indicados no grá-
fico e explique que cada coluna
representa a população do estado
de São Paulo em um determinado
ano. Explique que este é um gráfi-
co de colunas e organize a classe
em duplas.
Na atividade 1, observe se eles
identificam o título e a fonte do
•Resolver situações-problema em
que os dados são apresentados
por meio de gráficos de colunas
ou gráficos de barras.
título: Crescimento da população do estado de São Paulo
Sim, houve crescimento.
24 milhões ou 24.000.000
1980
fonte: IBGE, relativo ao Censo 2000
MAT5ºANO–PROF.indd 121MAT5ºANO–PROF.indd 121 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
122 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Na atividade 1, pergunte se
esse gráfico é igual ao anterior.
Verifique se eles percebem que,
neste, as barras são horizontais.
Diga que esse gráfico é conhecido
como gráfico de barras.
Peça a um aluno que leia o texto
e esclareça o que significa morar
em área urbana ou em área rural.
Depois, organize a classe em gru-
pos de 5 alunos.
Peça aos alunos que leiam os da-
dos do gráfico. Faça com a classe
uma leitura coletiva dos números
do gráfico e explore oralmente o
título e a fonte.
•Resolver situações-problema em
que os dados são apresentados
por meio de gráficos de colunas
ou gráficos de barras.
Neste, as informações estão em barras e, no outro, em colunas.
MAT5ºANO–PROF.indd 122MAT5ºANO–PROF.indd 122 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 123
Na atividade 4, peça a alguns
alunos que escrevam os números
na lousa e comente os resultados
com a classe.
Na atividade 2, ajude os alunos
na leitura dos dados no gráfico.
Na atividade 3, é importante que
eles observem que em um gráfico
a leitura das informações é mais
imediata que no texto.
9.192.122
Resposta possível: os dados no gráfico são identificados mais
facilmente do que no texto.
Seiscentos e vinte um mil e sessenta e cinco
Nove milhões, oitocentos e treze mil,
cento e oitenta e sete
MAT5ºANO–PROF.indd 123MAT5ºANO–PROF.indd 123 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
124 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
rio, retome noções já estudadas
sobre os elementos de um prisma.
Depois da atividade 1, peça aos
alunos que desenhem a planifi-
cação da superfície de algumas
figuras geométricas estudadas, re-
cortem e colem os encontros das
faces com fita adesiva, recompon-
do as formas originais. Ofereça
cartolina, réguas, tesouras e fita
adesiva e oriente-os quanto às
medidas dos lados dos polígonos
das bases e das arestas laterais.
A construção de hexágonos e
pentágonos precisa ser orienta-
da. Se não se usar fita adesiva
para colar o encontro das faces,
elas devem ter pequenas abas
Organize duplas e distribua mo-
delos de prismas montados em
papel cartão ou embalagens de
papelão em forma de prismas.
Peça-lhes que as manipulem e
verifiquem que tipos de prisma
estão analisando. Pergunte que
forma têm as faces laterais e as
bases desses prismas. Se necessá-
•Explorar planificações de alguns
poliedros e corpos redondos.
prisma de base hexagonal
MAT5ºANO–PROF.indd 124MAT5ºANO–PROF.indd 124 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 125
se percebem que, na planificação
da superfície de um prisma, a
medida do lado da base deve ser
igual a um dos lados do retângulo
(face lateral).
que ficarão internas às formas
geométricas. Faça perguntas
como “o que você observou so-
bre a medida do lado da base e
a medida do menor lado do re-
tângulo?”.
Na atividade 2, sugira aos alunos
que façam a planificação na carto-
lina e montem o prisma. Verifique
prisma de base pentagonal
paralelepípedo
Resposta pessoal
MAT5ºANO–PROF.indd 125MAT5ºANO–PROF.indd 125 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
126 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
percebam que as medidas dos la-
dos da figura da base devem ser
iguais a medida de um dos lados
do triângulo que compõem as fa-
ces laterais. Distribua os moldes
e verifique se percebem que as
faces laterais das pirâmides são
triangulares.
Na atividade 1, explore cada pla-
nificação e peça aos alunos que
identifiquem semelhanças e dife-
renças entre elas. Faça pergun-
tas como “o que você observou
sobre a medida do lado da base
e a medida de um dos lados do
triângulo?”. Espera-se que eles
•Explorar planificações de alguns
poliedros e corpos redondos.
MAT5ºANO–PROF.indd 126MAT5ºANO–PROF.indd 126 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 127
Na atividade 2, verifique se os
alunos percebem que, na planifi-
cação da superfície de uma pirâ-
mide, a medida do lado da base
deve ser igual à do lado menor do
retângulo (face lateral).
MAT5ºANO–PROF.indd 127MAT5ºANO–PROF.indd 127 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
128 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
bem que o cilindro tem duas ba-
ses e o cone, apenas uma; que o
cone tem um vértice e o cilindro,
não. Explore as planificações das
superfícies de cones e cilindros
perguntando como foram obtidas
a partir dos modelos das formas
geométricas. Distribua modelos
de cone e cilindro feitos em pa-
pel cartão e oriente os alunos a
começar separando a(s) base(s)
e depois abrindo o restante do
modelo. Explore as planificações
obtidas.
Pergunte se os alunos veem com
frequência essas formas e em que
elas diferem dos prismas e das pi-
râmides. Verifique se percebem que
existem superfícies não planas.
Organize a classe em duplas e ex-
plore as diferenças entre um cone
e um cilindro. Veja se eles perce-
•Explorar planificações de alguns
poliedros e corpos redondos.
MAT5ºANO–PROF.indd 128MAT5ºANO–PROF.indd 128 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 129
Na atividade 2, você pode fazer
na lousa uma lista com os objetos
mencionados. Explore os elemen-
tos das formas geométricas.
Na atividade 3, pode-se fazer
uma tabela na lousa anotando as
observações feitas pelos alunos.
Resposta pessoal. Por exemplo: casquinhas de sorvete (cone);
latinhas de refrigerante (cilindro)
Por exemplo: os cilindros possuem 2 bases circulares e
os cones possuem apenas uma base circular.
MAT5ºANO–PROF.indd 129MAT5ºANO–PROF.indd 129 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
130 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Na atividade 1, ajude-os a iden-
tificar os dados no gráfico. Per-
gunte se, só olhando o gráfico, dá
para saber se há mais homens ou
mulheres. Retome a importância
de se apresentarem dados visu-
almente para uma rápida identi-
ficação. Comente que esses dados
podem ser representados em grá-
ficos de barras ou de colunas ou
ainda em tabelas.
Na atividade 2, peça aos alunos
que calculem a diferença entre o
número de homens e de mulheres.
Peça a um aluno que leia em voz
alta os números expressos no grá-
fico e pergunte o que significa
cada barra. Depois, organizados
em duplas, eles devem identificar
o título e a fonte desse gráfico.
•Resolver situações-problema em
que os dados são apresentados
por meio de gráficos de colunas
ou gráficos de barras.
Total - 10.434.252
Há mais mulheres, e a diferença é de 488.896.
MAT5ºANO–PROF.indd 130MAT5ºANO–PROF.indd 130 9/15/10 1:48 PM9/15/10 1:48 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 131
informações fornecidas pelo grá-
fico. Socialize alguns textos.
O Museu do Futebol tem uma sala
de estatísticas. Sugira aos alunos
que façam uma visita ao Museu
para conhecê-lo e para ver nessa
sala números como os que traba-
lharam nesta Unidade.
Na atividade 3, é provável que
os alunos, ao fazerem os arredon-
damentos, cheguem à conclusão
de que os valores ficarão iguais.
É importante que discuta porque
isso ocorre.
Na atividade 4, peça-lhes que
escrevam um texto com base nas
Resposta pessoal
5.000.0005.461.574
5.000.0004.972.678
10.000.00010.434.252
MAT5ºANO–PROF.indd 131MAT5ºANO–PROF.indd 131 9/15/10 1:48 PM9/15/10 1:48 PM
132 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
que todas as tarefas sejam feitas
no mesmo dia: organize-as como
achar melhor.
Enquanto os alunos fazem essas
atividades, circule pela classe
para acompanhá-los e orientá-
los, quando for o caso. Registre
as dificuldades dos alunos, para
planejar possíveis retomadas.
A seção Agora, é com você vai
aparecer no final de cada Unida-
de, com propostas que retomam
o conteúdo trabalhado. São ati-
vidades individuais, e você deve
analisá-las para verificar se as
expectativas de aprendizagem
foram atingidas, quanto os alu-
nos avançaram e o que precisa
ser retomado. Não é necessário
57.910.000 km
cinquenta e sete milhões,
novecentos e dez mil
quilômetros
cento e oito milhões e
duzentos mil quilômetros
cento e quarenta e nove
milhões e seiscentos mil
quilômetros
duzentos e vinte e
sete milhões e novecentos
e quarenta mil quilômetros
108.200.000 km
149.600.000 km
227.940.000 km
MAT5ºANO–PROF.indd 132MAT5ºANO–PROF.indd 132 9/15/10 1:48 PM9/15/10 1:48 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 133
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134 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
26.004
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2o
semestre
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MAT5ºANO–2–PROF.indd 136MAT5ºANO–2–PROF.indd 136 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 137
Pergunte aos alunos se conhecem
o Mercado Municipal. Comente a
importância de ter sido construí-
do ao lado do rio Tamanduateí, na
época de sua implantação. Peça
a um aluno que leia o texto in-
trodutório e ressalte os números
apresentados no texto.
•M2 Reconhecer e fazer
leitura de números racionais
no contexto diário, nas
representações fracionária
e decimal.
•M3 Explorar diferentes
significados das frações em
situações-problema: parte-todo,
quociente e razão.
•M5 Comparar e ordenar
números racionais de uso
frequente, nas representações
fracionária e decimal.
•M26 Utilizar o sistema
monetário brasileiro em
situações-problema.
•M27 Utilizar unidades
usuais de comprimento,
massa e capacidade em
situações-problema.
•M32 Resolver situações-
-problema com dados
apresentados de maneira
organizada, por meio de
tabelas simples ou tabelas
de dupla entrada.
Material necessário para o
desenvolvimento da Unidade:
uma calculadora para
cada grupo
uma fita métrica para
cada grupo
balança para pesar os alunos
folhas de papel sulfite
12.600: doze mil e seiscentos
1.600: um mil e seiscentos
14.000: catorze mil
MAT5ºANO–2–PROF.indd 137MAT5ºANO–2–PROF.indd 137 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
138 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
cados dados a esses números e,
depois, discuti-los coletivamen-
te. Esclareça o que significam
os números racionais positivos,
seu uso no dia a dia, e peça que
descrevam situações em que se
usam representações com vírgula.
Esclareça também a forma 0.500
que aparece na ilustração. Em
seguida, faça uma lista na lousa
com os exemplos fornecidos pelos
alunos e discuta coletivamente.
Dê mais exemplos, destacando
outras situações, como o preço
do combustível.
Explore a ilustração com os alu-
nos, perguntando-lhes se já pre-
senciaram uma situação como
essa no mercado ou na feira.
Na atividade 1, peça que leiam o
texto e expliquem o que significa
para eles 0,500 kg. Uma suges-
tão é anotar na lousa os signifi-
Resposta possível: O número 0,500 se refere a meio
quilograma de peixe ou a 500 gramas de peixe.
Metade de 0,500 kg ou 250 g.
•Reconhecer e fazer leitura
de números racionais
no contexto diário, na
representação decimal.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 138MAT5ºANO–2–PROF.indd 138 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 139
Resposta possível: Para medir a altura de uma
pessoa, o peso de alimentos, representar o preço
de mercadorias etc.
Cinco centavos
Dez centavos
Vinte e cinco centavos
Cinquenta centavos
MAT5ºANO–2–PROF.indd 139MAT5ºANO–2–PROF.indd 139 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
140 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Na atividade 1, solicite que anali-
sem as ilustrações das frutas e seus
respectivos preços. Pergunte qual é
o maior preço e o menor. Em segui-
da, peça que escrevam por extenso
os números apresentados. Circule
pelos grupos, faça as intervenções
necessárias e verifique as dificulda-
des dos alunos nesta etapa.
Na atividade 2, observe se eles
conseguem diferenciar os va-
lores maiores e os menores que
1 real. Você pode utilizar exem-
plos que conhecem no cotidiano
para estabelecer a relação entre
as grandezas.
As atividades dessa página têm ca-
ráter de diagnóstico. Desse modo,
é preciso explorá-las a fim de veri-
ficar os conhecimentos dos alunos.
Peça a um aluno que leia o texto
introdutório. Pergunte se conhe-
cem preços de algumas frutas.
Dois reais e vinte
e nove centavos
Um real e quarenta
e sete centavos
R$ 0,25
R$ 2,29; R$ 1,47
Vinte e cinco
centavos
•Reconhecer e fazer leitura
de números racionais
no contexto diário, na
representação decimal.
•Utilizar o sistema monetário
brasileiro em situações-
-problema.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 140MAT5ºANO–2–PROF.indd 140 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 141
parte inteira (escrita antes da
vírgula) e uma parte não inteira
(escrita após a vírgula).
Na atividade 1, peça que com-
pletem o quadro com os números
indicados e socialize as respos-
tas. Ressalte o número 0,375,
cuja parte não inteira ocupa até
a casa dos milésimos.
Na atividade 2, solicite que
leiam os números e observe se
os escrevem corretamente por
extenso.
Na atividade 3, verifique se reco-
nhecem os números menores que
1 e questione suas escolhas.
Peça a um aluno que leia o texto
inicial da página. Se for o caso,
retome as noções de ordem e
classe vistas anteriormente. So-
licite que observem com atenção
como está representado o número
3,19 no quadro. Esclareça que o
número racional escrito na for-
ma decimal é composto por uma
2 3 5
0 3 7 5
Três inteiros e dezenove centésimos
Dois inteiros e trinta e cinco centésimos
Trezentos e setenta e cinco milésimos
•Reconhecer e fazer leitura
de números racionais
no contexto diário, na
representação decimal.
•Comparar e ordenar números
racionais de uso frequente na
representação decimal.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 141MAT5ºANO–2–PROF.indd 141 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
142 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Na atividade 2, observe se eles
comparam a parte inteira dos
números apresentados a fim de
escrevê-los em ordem crescente.
Na atividade 3, oriente-os para
descobrir que, se dois ou mais
números apresentam a mesma
parte inteira, a comparação deve
ser feita entre os algarismos da
parte não inteira.
Na atividade 1, peça que leiam
o enunciado e observem a res-
pectiva ilustração. Verifique se
eles reconhecem que o número
maior tem o algarismo da ordem
das unidades maior. Solicite a
alguns alunos que leiam em voz
alta suas respostas e discuta-as
com a classe.
Resposta possível: Fernanda observou que o preço de 1 quilograma
de cenoura corresponde a 98 centésimos, número inferior ao do custo de
1 quilograma de pimentão, 2 inteiros e 15 centésimos, pois zero é menor
que 2 inteiros. Desse modo, o pimentão é mais caro que a cenoura.
0,21; 1,47; 2,29; 3,35.
Resposta possível: Comparei os números correspondentes
à ordem das unidades (parte inteira).
1,57.
Resposta possível: Comparei os números da parte não inteira e,
no caso, 57 centésimos é maior que 23 centésimos.
•Reconhecer e fazer leitura
de números racionais
no contexto diário, na
representação decimal.
•Comparar e ordenar números
racionais de uso frequente na
representação decimal.
•Utilizar o sistema monetário
brasileiro em situações-
-problema.
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LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 143
situação apresentada. Essa ativi-
dade permite diagnosticar se os
alunos reconhecem que = 0,5,
porque, dividindo 1 por 2, o re-
sultado é 0,5.
Na atividade 2, faça uma lista de
situações propostas pelos alunos
em que se utilizam os racionais
no cotidiano. Solicite que repre-
sentem na forma fracionária e
façam a leitura da fração.
Na atividade 3, pergunte se
conhecem alguma receita, se já
viram algo similar em revistas,
livros ou na internet. Observe
como representam as frações e
se reconhecem a quantidade que
cada uma delas expressa.
Antes de iniciar as atividades,
solicite aos alunos que retomem a
figura da balança na página 102.
Esclareça que a denominação “ra-
cionais” é relativa à razão ou a
um quociente e que esses dois
termos se referem à operação de
divisão.
Na atividade 1, peça que leiam
e discutam o que acham sobre a
Resposta pessoal
Sim. Justificativa possível: Meio pode ser escrito como e como
0,5 (ou 0,500), pois, dividindo 1 por 2, temos como resultado 0,5.
Alguns exemplos: quilograma de carne, de pizza,
de pó de café etc.
•Reconhecer e fazer leitura de
números racionais no contexto
diário, nas representações
fracionária e decimal.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 143MAT5ºANO–2–PROF.indd 143 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
144 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Comente que o numerador indica
o número de partes usadas e o
denominador, o número de partes
iguais em que o todo foi dividido.
Na atividade 2, oriente-os para
realizar o caminho inverso: com
base na fração, escrever por ex-
tenso como se lê.
Peça a um aluno que leia o texto
inicial.
Na atividade 1, solicite que es-
crevam as respectivas escritas
fracionárias. Esclareça que o nú-
mero que fica em cima do traço
chama-se numerador e o que fica
abaixo do traço, denominador.
Um quarto de kg de azeitonas pretas
Meio kg de presunto
Três quartos de kg de mozarela
•Reconhecer e fazer leitura
de números racionais
no contexto diário, na
representação fracionária.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 144MAT5ºANO–2–PROF.indd 144 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 145
significado de parte-todo das fra-
ções. O todo é dividido em partes
iguais e são estabelecidas rela-
ções entre partes e todo.
Na atividade 2, os alunos devem
descobrir que, quanto mais divi-
dimos alguma coisa, menor suas
partes ficam. Desse modo, quan-
to maior o denominador, menor
o “tamanho” da parte em que o
todo foi dividido.
Distribua folhas de papel sulfite
para os alunos, indique a eles que
podem fazer dobraduras em círcu-
los divididos em 8 e 10 partes.
Explique aos alunos que boxes do
Mercadão são espaços delimitados
para cada comerciante. Peça que
observem a ilustração e digam
em quantas partes está dividida
a pizza.
Nas atividades 1 e 2, é impor-
tante que os alunos explorem o
•Explorar diferentes significados
das frações em situações-
-problema: parte-todo.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 145MAT5ºANO–2–PROF.indd 145 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
146 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
que metade da pizza. Observe se
os alunos percebem que equi-
vale à metade da pizza e explique
a eles que as frações e são
equivalentes, ou seja, represen-
tam a mesma parte do inteiro.
Nas atividades 1, 2 e 3 explore o
significado de parte-todo das fra-
ções. Pergunte se é maior ou
menor que metade da pizza e, em
seguida, se é maior ou menor
que metade da pizza. Questione,
então, se é maior ou menor
Quem comeu de pizza comeu o pedaço maior.
Explicação possível: A pizza foi dividida em menos partes e,
portanto, o “tamanho” dessa parte é maior.
•Explorar diferentes significados
das frações em situações-
-problema: parte-todo.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 146MAT5ºANO–2–PROF.indd 146 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 147
é o “tamanho” da parte. Logo,
quando se comparam pedaços
de “tamanhos” diferentes, o
maior deles é representado pela
fração de denominador menor.
Na atividade 4, peça que com-
parem os três pedaços de pizza
pintados e indiquem, justifi-
cando, qual fração representa a
maior parte pintada. Observe se
eles percebem que, quanto mais
aumenta o número de partes em
que o inteiro foi dividido, menor
Sim. Explicação possível: Considerando o numerador
igual nas três frações apresentadas, a fração com o
menor denominador é a maior delas.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 147MAT5ºANO–2–PROF.indd 147 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
148 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
A atividade 2 envolve o signi-
ficado de parte-todo do número
racional. Relembre com os alu-
nos o significado de cada escrita
fracionária; por exemplo, sig-
nifica uma parte de um inteiro
dividido em cinco partes iguais.
Pergunte como fariam para saber
quantos quadradinhos represen-
tam do total de quadradinhos
da malha. Verifique se percebem
que basta dividir 100 por 5. Use
o mesmo procedimento para as
outras frações.
Peça a um aluno que leia a in-
formação inicial da página. Nela,
a escrita fracionária envolve o
significado de razão dos números
racionais.
Na atividade 1, solicite aos
alunos que observem o total de
pessoas que cada item descreve
e o número de pessoas que repre-
sentam a parte em cada situação.
•Explorar diferentes significados
das frações em situações-
-problema: razão e parte-todo.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 148MAT5ºANO–2–PROF.indd 148 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 149
Na atividade, comente que mo-
saico é, em geral, uma imagem
em que há padrões visuais – às
vezes, com figuras geométricas –
formada por pequenas peças de
vidro, pedra ou pisos coloridos.
No item a, verifique como proce-
dem para contar os quadradinhos.
Se for o caso, retome a ideia de
configuração retangular, em que
basta multiplicar 10 linhas por
10 colunas de quadradinhos. Nos
itens b e c, observe se estabe-
lecem corretamente a relação
parte-todo para as pastilhas azuis
e amarelas.
Peça aos alunos que observem a
fotografia do vitral. Explique que
vitrais são elementos arquitetô-
nicos construídos em geral com
pedaços de vidro colorido e que
formam determinado desenho.
Peça para um aluno ler o texto
referente à foto.
100
•Explorar diferentes significados
das frações em situações-
-problema: razão e parte-todo.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 149MAT5ºANO–2–PROF.indd 149 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
150 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
página, estabelece-se também a
noção de porcentagem, ou seja,
a expressão 40 entre 100 pessoas
pode ser representada por
ou por 40%. O significado de ra-
zão é diferente do significado de
parte-todo, que expressa a ideia
de que o todo (unidade) se divide
em partes “do mesmo tamanho”
e que existe uma relação entre
um número de partes e o total
das partes.
As atividades dessa página ex-
ploram o significado de razão das
frações. A escrita fracionária é,
então, usada como índice compa-
rativo entre duas quantidades, ou
seja, é interpretada como razão.
Quando o denominador é 100,
como ocorre nas atividades dessa
•Explorar diferentes significados
das frações em situações-
-problema: razão.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 150MAT5ºANO–2–PROF.indd 150 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 151
Na atividade 2, verifique se eles
fazem a relação entre comprar
de um produto e pagar seu preço
dividido por quatro.
Na atividade 5, observe como
adicionam as representações
decimais. Faça primeiro uma
estimativa com a classe, per-
guntando se o total em reais é
maior ou menor que 12. Discuta
a importância de estimar os re-
sultados para verificar o cálculo
e comente que, se adicionarem a
parte inteira, obterão uma es-
timativa próxima do resultado.
Nas atividades de 1 a 4, explo-
ra-se o significado de parte-todo
das frações. As atividades da
Unidade 5 pretendem conduzir
os alunos a explorar os signifi-
cados que os números racionais
assumem no contexto em que se
inserem.
R$ 2,50
R$ 1,20
R$ 1,30
R$ 9,00
R$ 14,00
•Explorar diferentes significados
das frações em situações-
-problema: parte-todo.
•Utilizar o sistema monetário
brasileiro em situações-
-problema.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 151MAT5ºANO–2–PROF.indd 151 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
152 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
embalagem de 1 kg, porque sai
por R$ 1,40 (1,40 + 0,70 = 2,10).
Na atividade 2, os alunos de-
vem perceber que necessitarão
de quatro embalagens de para
ter 1 kg. Logo, para 2 kg precisa-
rão de oito embalagens.
Na atividade 1, solicite que ob-
servem as embalagens e compa-
rem os preços com a quantidade
de cada produto. Peça que digam
em que embalagem o preço de
1 kg de feijão é menor. É impor-
tante que verifiquem que na em-
balagem de 1,5 kg o quilograma
do feijão é mais barato que na
Naquela de 1,5 kg. Resposta possível: Na embalagem de 1,5 kg
o valor do quilograma do feijão é mais barato: R$ 1,40.
8 embalagens
•Utilizar unidades usuais de
massa em situações-problema.
•Reconhecer e fazer leitura
de números racionais
no contexto diário, na
representação decimal.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 152MAT5ºANO–2–PROF.indd 152 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 153
medidas diferentes e seus respec-
tivos preços. Depois, podem dis-
cutir vantagens e desvantagens
de cada embalagem em relação
ao preço.
Nas atividades 3 e 4, eles têm de
verificar quantas embalagens
de 50 g são necessárias para for-
mar 100 g e 250 g. Para comple-
mentar, peça que realizem uma
pesquisa em um mercado próximo
sobre alguns produtos vendidos
em embalagens que envolvam
4
2
4
MAT5ºANO–2–PROF.indd 153MAT5ºANO–2–PROF.indd 153 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
154 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
gol quando um jogador bate um
pênalti, ou no jogo de bolinhas
de gude mede-se com palmos a
distância entre a bola e a caçapa.
Pergunte que unidades de compri-
mento eles conhecem.
Na atividade, distribua uma fita
métrica por grupo e solicite que
meçam as alturas dos colegas e
as anotem no quadro.
Convide os alunos para explo-
rarem os desenhos de partes do
corpo e pergunte se já usaram
palmos, passos, pés ou polegadas
para medir e em que situações.
Amplie o tema comentando que
essas unidades de medida são
usadas em muitos jogos. No jogo
de futebol, por exemplo, a bola
é colocada a alguns passos do
Respostas pessoais
Resposta pessoal
Resposta pessoal
•Utilizar unidades usuais de
comprimento em situações-
-problema.
•Comparar e ordenar números
racionais de uso frequente nas
representações decimais.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 154MAT5ºANO–2–PROF.indd 154 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 155
As unidades pé, polegada, pal-
mo, jarda e cúbito são utilizadas
como unidades-padrão em países
de língua inglesa.
As atividades 1 e 3 propõem uma
pesquisa, que pode ser desenvol-
vida na sala de informática.
•Utilizar unidades usuais de
comprimento em situações-
-problema.
•Comparar e ordenar números
racionais de uso frequente nas
representações decimais.
70 cm
22 cm
52,4 cm
palmos ou pés
polegadas ou palmos
Resposta pessoal
MAT5ºANO–2–PROF.indd 155MAT5ºANO–2–PROF.indd 155 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
156 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
isso, é preciso comparar a parte
inteira das representações deci-
mais apresentadas. Nos itens c
e d, devem comparar as medidas
verificando não apenas a parte
inteira, mas também a parte de-
cimal dos números.
Explique aos alunos que, popu-
larmente, empregamos a palavra
“peso” no lugar de massa, que
indica a quantidade de matéria
de um corpo.
Nos itens a e b, eles devem iden-
tificar valores que se encontram
acima ou abaixo de 40 kg e, para
•Utilizar unidades usuais de
massa em situações-problema.
•Comparar e ordenar números
racionais de uso frequente na
representação decimal.
Camila e Simone
Júlia e Luana
Camila
Luana
MAT5ºANO–2–PROF.indd 156MAT5ºANO–2–PROF.indd 156 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 157
Na atividade 1, pergunte se sa-
bem quantos mL equivalem a 1 li-
tro. Informe que 1 L = 1.000 mL e
solicite que verifiquem, com base
nessa informação, quantos copos
de 250 mL se podem encher com
1 L de água. Lembre que 250 mL
correspondem a de litro.
Pergunte aos alunos quais são
as unidades usuais de medida de
capacidade. Questione se já ob-
servaram diferentes unidades de
medida de capacidade escritas,
por exemplo, em garrafas e latas
de refrigerante. Peça a um aluno
que leia o texto introdutório.
6 copos
1 litro
750 mL
3 copos
Para resolver a atividade 2, peça
que digam quantos mL têm dois
copos de água.
Nas atividades 3 e 4, utilize os
mesmos procedimentos das ativi-
dades anteriores e oriente os alu-
nos para realizarem comparações.
•Utilizar unidades usuais de
capacidade em situações-
-problema.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 157MAT5ºANO–2–PROF.indd 157 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
158 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Na atividade 1, solicite que
leiam a receita com as medidas
caseiras e busquem na tabela as
respectivas unidades de medida.
Na atividade 2, os alunos devem
verificar na tabela a unidade de
medida correspondente a um
copo de suco e multiplicar o nú-
mero de copos por essa medida.
Pergunte aos alunos se obser-
varam em casa alguém fazendo
uma receita, que “medidas” eram
usadas nessa receita e se viram
situações similares às descritas
no texto introdutório. Em segui-
da, peça-lhes que leiam os dados
apresentados na tabela. Explique
que a padronização das medidas
é feita por aproximação.
4 ovos
4 colheres de sopa de açúcar
lata de leite condensado
4 colheres de sopa de cenoura cozida e amassada
1 colher de sopa de manteiga
4 litros
•Utilizar unidades usuais de
massa e capacidade em
situações-problema.
•Resolver situações-problema
com dados apresentados de
maneira organizada, por meio
de tabelas simples ou tabelas de
dupla entrada.
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LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 159
ser retomado. Não é necessário
que todas as tarefas sejam feitas
no mesmo dia: organize-as como
achar melhor. Enquanto os alunos
fazem essas atividades, circule
pela sala para acompanhá-los e
orientá-los, quando for o caso.
Registre as dificuldades dos alunos,
para planejar possíveis retomadas.
A seção “Agora, é com você” vai
aparecer no final de cada Unida-
de, com propostas que retomam
o conteúdo trabalhado. São ati-
vidades individuais, e você deve
analisá-las para verificar se as
expectativas de aprendizagem
foram atingidas, quanto os alu-
nos avançaram e o que precisa
R$ 7,50
X
X
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160 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
R$ 4,50
X
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LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 161
na representação fracionária.
Procure descobrir quais figuras
geométricas planas eles conhe-
cem e, caso não saibam dizer o
nome delas, solicite que as dese-
nhem na lousa. Em seguida, peça
que leiam a informação abaixo da
imagem e calculem quantos anos
terá o autódromo de Interlagos
na data indicada.
Pergunte aos alunos se já ouviram
falar do autódromo de Interlagos
ou se o conhecem. Peça a um
deles que leia o texto introdu-
tório. Como retomada da Unida-
de anterior, pergunte quais são
os números racionais e solicite
a alguns alunos que escrevam
na lousa um número racional na
representação decimal e outro
Material necessário para o
desenvolvimento da Unidade:
folhas de papel sulfite
lápis de cor
folhas de papel de seda
calculadoras
•M3 Explorar diferentes
significados das frações em
situações-problema: parte-todo,
quociente e razão.
•M4 Escrever números
racionais de uso frequente,
nas representações fracionária e
decimal e localizar alguns deles
na reta numérica.
•M5 Comparar e ordenar
números racionais de uso
frequente, nas representações
fracionária e decimal.
•M12 Analisar, interpretar,
formular e resolver situações-
-problema, compreendendo
diferentes significados da
adição e subtração, envolvendo
números racionais escritos na
forma decimal.
•M13 Calcular o resultado de
adição e subtração de números
racionais na forma decimal, por
meio de estratégias pessoais
e pelo uso de técnicas
operatórias convencionais.
•M21 Identificar semelhanças
e diferenças entre polígonos,
considerando seu número de
lados e de ângulos.
•M22 Compor e decompor
figuras planas e identificação
de que qualquer polígono
pode ser composto a partir de
figuras triangulares.
•M34 Ler informações
apresentadas de maneira
organizada por meio de gráficos
de linha.
76 anos
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162 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Faça outras questões, como: qual
é o número racional que se situa
na metade da distância entre 1
e 2? Esse recurso permite uma
posição mais aproximada de 1,7.
Pergunte se 1,7 é maior ou menor
que 1,5. Com base na resposta,
os alunos concluirão que 1,7 não
pode estar antes do ponto médio
entre os números 1 e 2.
Na atividade 2, discuta todas
as alternativas e peça que justi-
fiquem oralmente por que esco-
lheriam ou não cada uma delas.
Na atividade 3, continue de-
monstrando que, para comparar
números racionais na forma deci-
mal, primeiro compara-se a parte
inteira e depois a parte decimal.
Na atividade 1, explique, por
exemplo, que a representação de-
cimal 1,7 tem uma parte inteira
(1) e uma decimal (7). Logo, 1,7
é um número maior que 1, mas
menor que 2, pois se localiza na
reta numérica entre os números
1 e 2.
•Escrever números racionais de
uso frequente na representação
decimal e localizar alguns deles
na reta numérica.
•Comparar e ordenar números
racionais de uso frequente, na
representação decimal.
B CA
Resposta possível: Por meio da comparação entre os números
racionais apresentados verificou-se que o número 2,8 é
maior que 2,5 e menor que 3,25. Portanto, o carro D estaria
posicionado entre os carros A e C na reta numérica.
X
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LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 163
Na atividade 2, pergunte que
algarismo está escrito na parte
inteira do número racional que
indica a distância percorrida por
Maurício. Questione se esse al-
garismo representa um número
maior ou menor que os demais.
Observe se comparam apenas a
parte inteira e se justificam di-
zendo que a medida do percur-
so de Maurício começa com 0,
portanto é menor que as outras.
Na atividade 3, relembre aos
alunos que todo número racional
pode ser escrito na representação
decimal e fracionária. Pergunte
qual é a representação decimal da
fração e solicite que indiquem
o valor na reta numérica.
Explique aos alunos que 1 km é
igual a 1.000 m e que 4,309 km
se lê como quatro quilômetros e
trezentos e nove metros. Pergunte
a um aluno se os ciclistas 1 e 3
chegaram a dar uma volta comple-
ta na pista. Peça que justifique.
Na atividade 1, relembre aos
alunos como comparar números
escritos na forma decimal.
2,5 3,5 4,309
0 0,5 1
Ele percorreu um espaço menor que os demais ciclistas.
Justificativa possível: O número 0,90 é menor do que os demais
apresentados na tabela, porque começa com zero.
Entre 0 e 1, pois = 0,5.
•Escrever números racionais
de uso frequente nas
representações fracionária e
decimal e localizar alguns deles
na reta numérica.
•Comparar e ordenar números
racionais de uso frequente,
nas representações fracionária
e decimal.
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164 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
a mesma justificativa para com-
parar as representações decimais
e os números naturais, ou seja,
quanto mais algarismos, maior o
número, e concluem que 0,75 é
maior que 0,9. Explique por que
0,9 é maior que 0,75.
Na atividade 3, faça alguns ques-
tionamentos, sempre comparan-
do dois números. Peça a alguns
alunos que coloquem na lousa a
resposta e justifiquem por que
um número é maior ou menor
que outro dentro da sequência
apresentada.
Na atividade 4, solicite que des-
crevam como procederam. Faça
sínteses destacando alguns cri-
térios de comparação utilizados.
Na atividade 1, pergunte aos
alunos se a parte inteira dos
números racionais apresentados
é igual. Como fazer, então, para
comparar esses números? Espera-
-se que respondam que é preci-
so comparar a parte não inteira.
Observe se percebem que 0,9 é
maior que 0,75. Questione se isso
é verdade e por quê. Alguns usam
0,9. Justificativa possível: Foram comparados os números da
parte não inteira e verificou-se assim que o maior começa com 9.
0,1. Justificativa possível: Foram comparados os números da
parte não inteira e verificou-se assim que 1 é o menor.
Foi verificada a parte não inteira e comparados os
algarismos da ordem dos décimos.
0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,4; 0,5; 0,6; 0,75; 0,8; 0,9
•Comparar e ordenar números
racionais de uso frequente, na
representação decimal.
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LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 165
unidade em três partes e tomar
duas (parte-todo) e dividir duas
unidades para três pessoas (quo-
ciente), embora os dois casos
sejam representados pela fração
. Divida a classe em grupos
para que vivenciem a situação
de divisão/repartição das folhas
de papel. Só depois de fazer a
atividade experimentalmente os
alunos desenharão a divisão feita
e representarão a parte da folha
por uma fração.
É importante que desenhem nas
atividades 1 e 2 as folhas de
mesmo tamanho.
As atividades dessa página envol-
vem o significado de quociente
da fração. É a fração interpretada
como a divisão de um número in-
teiro por outro. Para os alunos,
essa interpretação se diferencia
do significado de parte-todo
estudado na Unidade anterior,
porque é diferente dividir uma
Algumas representações de cada parte:
Algumas representações de cada parte:
Assim como na quarta divisão
na resposta da atividade 1,
as divisões da folha não
precisam ser representadas
apenas por segmentos retos.
•Explorar diferentes significados
das frações em situações-
-problema: quociente.
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166 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Pergunte se cada amigo recebeu
mais ou menos de uma folha.
Questione se há alguma relação
entre o fato de 3 ser maior que
2 na fração e os colegas de
Maurício terem recebido mais
de uma folha. As folhas podem
ser divididas em dois e cada um
receber três metades ou cada
um receber uma folha inteira e
metade da terceira.
Na atividade 2, distribua mais
quatro folhas de papel de seda para
cada grupo e adote procedimento
similar ao da atividade anterior. Ao
final, discuta com os alunos em
qual das duas situações, na ativi-
dade 1 ou na 2, cada um recebeu
fração maior de folhas e por quê.
Peça a um aluno que leia a infor-
mação introdutória. Depois forme
grupos de cinco alunos.
Na atividade 1, distribua três
folhas de papel de seda para
cada grupo e solicite que leiam
o enunciado. Depois de reparti-
rem as folhas de papel, peça
que façam no espaço reservado
o desenho da divisão das folhas.
Uma representação possível:
Uma representação possível:
•Explorar diferentes significados
das frações em situações-
-problema: quociente.
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LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 167
1 por 4, 1 por 5 etc. e verifiquem
os resultados encontrados com a
calculadora. Solicite que façam
a relação entre as representações
fracionárias e decimais.
Converse com os alunos sobre o
resultado do item e.
Na atividade 2, a situação é
inversa. Os alunos têm a repre-
sentação decimal e devem che-
gar à representação fracionária.
A leitura ajuda nessa conversão.
Por esse motivo, é interessante
propor aos alunos a leitura cole-
tiva das representações decimais
antes de pedir-lhes que façam a
representação fracionária.
Na atividade 1, comente que,
dividindo o numerador pelo de-
nominador de uma fração, o
resultado é uma representação
decimal. Faça alguns exemplos
com a calculadora. Peça que
explorem as frações , ,
fazendo as divisões de 1 por 2,
0,5
5
10
1
10
25
100
3
10
0,4
0,75 0,666...
5,625
•Escrever números racionais
de uso frequente nas
representações fracionária
e decimal.
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168 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
vírgula, se “dividem” o número
em duas partes e subtraem a par-
te inteira e a não inteira separa-
damente etc. Peça que estimem
os resultados antes da realização
do cálculo. O resultado dessa sub-
tração é maior que 2 ou menor
que 2? Por quê? Perguntas como
essas direcionam para a obtenção
de resultados corretos no cálculo.
Na atividade 2, solicite que fa-
çam os cálculos por estimativa.
Pergunte: Ricardo andou mais de
5 km ou menos de 5 km? Peça
que justifiquem. Verifique como
procederam para realizar as ope-
rações com as representações de-
cimais. Discuta com a classe os
procedimentos adotados.
As atividades dessa página são
exploratórias. Após a leitura por
um aluno da informação no iní-
cio, pergunte se já ouviram falar
do Bike Tour.
Na atividade 1, verifique se utili-
zam a subtração e como procedem
para fazer o cálculo: se colocam
os algarismos um abaixo do outro,
observando o posicionamento da
2,160 km
5,590 km
Resposta possível: Alinhei as vírgulas uma embaixo da outra para
posicionar os números e realizar as operações.
•Analisar, interpretar, formular
e resolver situações-problema,
compreendendo diferentes
significados da adição
e subtração, envolvendo
números racionais escritos
na forma decimal.
•Calcular o resultado de adição
e subtração de números
racionais na forma decimal,
por meio de estratégias
pessoais e pelo uso de técnicas
operatórias convencionais.
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LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 169
As atividades 4, 5 e 6 reforçam o
que foi explorado nas atividades
anteriores.
80,300 kg
1,200 kg
81,350 kg
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170 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
decimal são os mesmos empre-
gados com os números naturais.
Na atividade 2, faça oralmente
as estimativas dos resultados das
operações e peça que as justifi-
quem. Em seguida, solicite que
confiram com a calculadora. Ob-
serve se os resultados obtidos são
próximos dos estimados.
Na atividade 3, explique aos
alunos que vão realizar o pro-
cedimento inverso da atividade
anterior. Agora devem estimar os
resultados das operações e esco-
lher o resultado mais aproximado
na primeira coluna do quadro.
Na atividade 1, peça aos alunos
que observem as operações efe-
tuadas por Maurício. Solicite que
descrevam como foram realizadas
e pergunte o que observam em
cada uma. Verifique se percebem
que os algoritmos utilizados na
adição e subtração dos números
racionais representados na forma
Resposta possível: Adicionou
os algarismos da parte não
inteira (décimos) e os da
parte inteira (unidades).
Resposta possível: Subtraiu os
algarismos começando da parte
não inteira (décimos) e depois
os da parte inteira (unidades).
•Calcular o resultado de adição
e subtração de números
racionais na forma decimal, por
meio de estratégias pessoais
e pelo uso de técnicas
operatórias convencionais.
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LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 171
Socialize os procedimentos usados
pelos alunos na resolução das ati-
vidades 1 e 2.
Discuta com a classe todas as pos-
sibilidades da atividade 3.
•Calcular o resultado de adição
e subtração de números
racionais na forma decimal, por
meio de estratégias pessoais
e pelo uso de técnicas
operatórias convencionais.
R$ 45,80
Recebeu R$ 1,70, porque gastou R$ 18,30 com o lanche.
R$ 6,50: uma nota de 5 reais, uma moeda de 1 real e uma
moeda de 50 centavos. Há outras possibilidades.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 171MAT5ºANO–2–PROF.indd 171 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
172 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
apenas duas dimensões. Pergun-
te que diferenças eles encontram
nas figuras, anote algumas delas
na lousa e faça uma síntese dos
comentários. Esclareça que figu-
ras formadas por segmentos de
reta, como as que delimitam as
superfícies planas dos painéis,
denominam-se polígonos. Super-
fícies poligonais são superfícies
planas delimitadas por polígonos.
Peça que, em cada tela, contem
os números de lados e de ângu-
los dos polígonos que limitam as
regiões poligonais.
Pergunte aos alunos quais são
as formas geométricas das figu-
ras da primeira imagem. Faça o
mesmo com relação à segunda
imagem. Comente que as figu-
ras nas duas telas são planas.
Informe que formas geométricas
planas são aquelas que possuem
Resposta possível: Todas as formas geométricas são planas; na
primeira tela, todas as formas são poligonais, o que não acontece
na segunda.
•Identificar semelhanças e
diferenças entre polígonos,
considerando seu número
de lados e de ângulos.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 172MAT5ºANO–2–PROF.indd 172 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 173
no sentido vertical e depois pela
metade novamente, mas no sen-
tido horizontal, o papel dobrado
forma uma quina com um ângulo
reto. Com essa quina você pode
“medir” os ângulos dos polígonos
desenhados no livro. Os que fo-
rem menores do que ela medem
menos de 90º e os que forem
maiores do que ela medem mais
de 90º.
A malha quadriculada também
serve de referência para estabe-
lecer comparação entre medidas
de ângulos.
Pergunte aos alunos quais as di-
ferenças entre as figuras desenha-
das. Peça que leiam a informação
sobre polígono e tire as dúvidas.
Na atividade 2, solicite que re-
conheçam os ângulos das figuras
e escrevam a resposta. Dobrando
uma folha de papel pela metade
Quadrado
Triângulo
Pentágono
Hexágono
4
3
5
6
Os ângulos medem 90º no quadrado, mais de 90º no pentágono e
no hexágono e menos de 90º no triângulo.
•Identificar semelhanças e
diferenças entre polígonos,
considerando seu número
de lados e de ângulos.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 173MAT5ºANO–2–PROF.indd 173 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
174 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Na atividade 2, distribua alguns
lápis de cor, peça que usem a
malha quadriculada para fazer os
polígonos e que considerem lados
com medidas iguais e diferentes,
bem como ângulos iguais, maio-
res e menores que 90°. Lembre-os
de que vão desenhar polígonos e
não pintar seu interior.
Na atividade 1, nos itens a, b e
c, explore com os alunos as carac-
terísticas dos polígonos. Informe
que quatro lados com medidas
iguais dois a dois significa que os
pares de lados paralelos têm medi-
das idênticas. No item c, verifique
se os alunos compreendem que
a figura solicitada é o trapézio.
Retângulo; quadrado
Losango; quadrado
Resposta pessoal
Trapézio
•Identificar semelhanças e
diferenças entre polígonos,
considerando seu número
de lados e de ângulos.
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LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 175
que representa o mapa do Esta-
do de São Paulo e, em seguida, a
dividam em regiões triangulares.
Na atividade 2, verifique o nú-
mero de regiões triangulares
que eles encontraram e se é o
número máximo em que essa
região poligonal pode ser divi-
dida. Questione os alunos sobre
a divisão de regiões poligonais
em regiões triangulares e peça a
alguns que justifiquem por que
acham que a região pode ser
dividida em regiões triangula-
res. Discuta as respostas coleti-
vamente.
Peça a um aluno que leia o texto
inicial.
Na atividade 1, pergunte aos
alunos se eles acham que toda
a região poligonal pode ser di-
vidida em regiões triangulares.
Peça que reproduzam, na malha
quadriculada, a região poligonal
8
Representação possível:
•Compor e decompor figuras
planas e identificação de
que qualquer polígono pode
ser composto a partir de
figuras triangulares.
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176 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
e outras, em quatro. Discuta a
possibilidade de decompor qual-
quer região poligonal em regiões
triangulares, pois o triângulo é
o menor polígono, formado por
três segmentos de reta. Comente
também que a decomposição não
é única. Na atividade sobre o piso
que representa o mapa do Estado
de São Paulo, para decompô-lo
em regiões triangulares, os alu-
nos encontraram diversas decom-
posições corretas. Comente que
às vezes não interessa obter uma
decomposição com o mínimo de
regiões poligonais possível, mas
sim uma em que um dos polígo-
nos que limita uma região se re-
pita várias vezes.
Informe aos alunos que um mo-
saico é constituído de pequenas
peças justapostas que, às vezes,
formam figuras geométricas.
Na atividade 1, pergunte o que
observam na divisão de cada re-
gião quadrada do piso e verifique
se percebem que algumas regiões
quadrangulares foram divididas
em duas regiões triangulares
Pode ser dividida em duas ou quatro regiões triangulares.
•Compor e decompor figuras
planas e identificação de
que qualquer polígono pode
ser composto a partir de
figuras triangulares.
Há outras
possibilidades.
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LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 177
a camada de ozônio é uma es-
pécie de “capa” de gás que
envolve a Terra e a protege de
várias radiações, sendo a ra-
diação ultravioleta a principal
delas. Consideramos a hipótese
segundo a qual a destruição da
camada de ozônio afeta as con-
dições climáticas de determina-
do lugar, tendo como uma das
Solicite a um aluno que leia a
informação inicial. Verifique se
os alunos ouviram falar do ín-
dice ultravioleta. Explique-lhes
que esse índice aponta o nível
de radiação solar na superfície da
Terra e que a radiação solar é um
fenômeno normal.
Para elaborar essa atividade,
partimos do princípio de que
consequências o efeito estufa.
O efeito estufa é um processo que
ocorre quando parte da radiação
solar refletida pela superfície
terrestre é absorvida por certos
gases presentes na atmosfera.
Dentro de determinada faixa,
esse efeito é de vital importância
para aquecer o planeta e garantir
a vida na Terra.
•Ler informações apresentadas
de maneira organizada por
meio de gráficos de linha.
4 e 7
22 e 23
21
20, 22, 23 e 24
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178 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
mentou e peça-lhes que façam os
cálculos para saber de quanto foi
esse aumento.
Na atividade 2, verifique se com-
preendem que, para saber a produ-
ção de gases do efeito estufa em
milhões de toneladas no ano 2000,
basta fazer a leitura do gráfico,
buscando o dado correspondente
ao ano 2000 no eixo vertical.
Na atividade 3, observe se per-
cebem que basta localizar o valor
de 1.500 milhões de toneladas no
eixo vertical e fazer a leitura dos
pontos que se encontram abaixo
desse valor, correspondentes aos
anos do eixo horizontal.
Peça aos alunos que observem
os conteúdos apresentados no
gráfico. Pergunte-lhes que dados
se encontram no eixo horizontal
e no eixo vertical e se sabem o
nome da informação ao lado do
gráfico, a legenda.
Na atividade 1, certifique-se de
que eles percebem que a produ-
ção de gases do efeito estufa au-
Aumentou em 841 milhões de toneladas.
2.052 milhões de toneladas
Em 1990 e 1994
•Ler informações apresentadas
de maneira organizada por
meio de gráficos de linha.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 178MAT5ºANO–2–PROF.indd 178 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 179
ra a que as atividades se referem
significa um valor médio entre as
temperaturas máxima e mínima.
Na atividade 1, peça aos alu-
nos que façam uma leitura dos
valores fornecidos no gráfico.
Na atividade 2, verifique se
observam quais são os números
menores que 23,5 °C e encon-
tram o dia correspondente no
eixo horizontal.
Na atividade 3, observe se veri-
ficam o dia no eixo horizontal e
encontram a respectiva tempera-
tura no eixo vertical.
Comente a importância de com-
preender os dados por meio de
gráficos, uma vez que a maioria
dos meios de comunicação utili-
za esse recurso atualmente para
transmitir informações. Explore o
título do gráfico e a legenda. Es-
clareça que a média da temperatu-
Maior média de temperatura: 4 de dezembro;
menor média de temperatura: 3 de dezembro
Nos dias 30 de novembro, 2 e 3 de dezembro
23,5 ºC
•Ler informações apresentadas
de maneira organizada por
meio de gráficos de linha.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 179MAT5ºANO–2–PROF.indd 179 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
180 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
ser retomado. Não é necessário
que todas as tarefas sejam feitas
no mesmo dia: organize-as como
achar melhor. Enquanto os alunos
fazem essas atividades, circule
pela sala para acompanhá-los e
orientá-los, quando for o caso.
Registre as dificuldades dos alunos,
para planejar possíveis retomadas.
A seção “Agora, é com você” vai
aparecer no final de cada Unida-
de, com propostas que retomam
o conteúdo trabalhado. São ati-
vidades individuais, e você deve
analisá-las para verificar se as
expectativas de aprendizagem
foram atingidas, quanto os alu-
nos avançaram e o que precisa
5
4
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LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 181
6
9
3
9
4
1
1
2
Resposta possível: A média de congestionamento diminui
de 2001 a 2003 e, a partir de 2003, aumenta até 2008.
Maior: 2008; menor: 2003
MAT5ºANO–2–PROF.indd 181MAT5ºANO–2–PROF.indd 181 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
182 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
R$ 6,20
1,5 1,9 2,7
5,0 4,5 3,5
40,15 40,20 40,25
17 16,96 16,94
Há outras
possibilidades.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 182MAT5ºANO–2–PROF.indd 182 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 183
medida km2
se referem a áreas
do município de São Paulo e os
outros indicam a quantidade de
favelas e de pessoas. Há nú-
meros que indicam um período
de tempo também. Explore ou-
tros significados dos números.
Peça a um aluno que leia o tex-
to da página inicial. Aproveite
para comentar sobre o gran-
de crescimento da cidade de
São Paulo. Verifique se os alu-
nos percebem que os números
acompanhados da unidade de
Resposta possível: Os números acompanhados por unidades de
medida se referem às áreas (a área total da cidade de São Paulo e
parcela da área ocupada por favelas); os números 2.000 e 3.000.000
indicam quantidades (de favelas e de população sem habitação
formal); e os números 2000-2004 indicam um período de tempo.
•M6 Identificar e produzir frações
equivalentes, pela observação
de representações gráficas
e de regularidades nas
escritas numéricas.
•M14 Resolver problemas que
envolvem o uso da porcentagem
no contexto diário, como 10%,
20%, 50%, 25%.
•M23 Ampliar e reduzir figuras
planas pelo uso de malhas
quadriculadas.
•M28 Calcular perímetro de
figuras desenhadas em malhas
quadriculadas ou não.
•M29 Compreender a área como
a medida da superfície de uma
figura plana.
•M32 Resolver situações-
-problema com dados
apresentados de maneira
organizada, por meio de tabelas
simples ou tabelas de dupla
entrada.
•M35 Ler informações
apresentadas de maneira
organizada por meio de gráficos
de setor.
Material necessário para o
desenvolvimento da Unidade:
lápis de cor
papel quadriculado
calculadoras
réguas
tesouras sem ponta
folhas de papel
pedaços de cartolina
MAT5ºANO–2–PROF.indd 183MAT5ºANO–2–PROF.indd 183 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
184 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Na atividade 2, observe se eles
dividem 220 por 2 para calcular a
metade e se chegam ao resultado
de 110 litros, que corresponde a
um consumo diário consciente de
água por uma pessoa.
Comente com os alunos que, em
nosso país, há muito desperdício
de comida, de água e de energia
elétrica e que é preciso desenvol-
ver nas atuais gerações a noção
de consumo consciente. Pergunte
se sabem o que significa consu-
mo consciente. Peça a um aluno
que leia o texto introdutório da
página.
1
2
110 L
330 L
•Identificar e produzir frações
equivalentes, pela observação
de representações gráficas
e de regularidades nas
escritas numéricas.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 184MAT5ºANO–2–PROF.indd 184 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 185
acontece, as frações que repre-
sentam as partes, embora nume-
ricamente sejam diferentes, são
denominadas frações equivalen-
tes, pois representam a mesma
parte do inteiro.
As atividades 1, 2, 3 e 4 ex-
ploram a noção de equivalência.
Observe se eles percebem que as
frações, apesar de serem numeri-
camente diferentes, representam
partes que têm o mesmo tama-
nho. Informe que, quando isso
Resposta possível: As partes pintadas das tiras têm o mesmo tamanho.
Resposta possível: As partes pintadas das tiras têm o
mesmo tamanho.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 185MAT5ºANO–2–PROF.indd 185 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
186 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Retome a noção de equivalência e
discuta as atividades. No item a,
peça aos alunos que observem as
partes pintadas de cada círculo e
as traduzam com uma fração. No
item b, verifique se eles percebem
que as partes pintadas em ambos
os círculos representam partes
iguais de um inteiro e podem ser
expressas por frações equivalentes.
•Identificar e produzir frações
equivalentes, pela observação
de representações gráficas
e de regularidades nas escritas
numéricas.
1
4
2
8
Resposta possível: Elas são equivalentes, pois representam
a mesma parte do inteiro.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 186MAT5ºANO–2–PROF.indd 186 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 187
esquemas gráficos ou outro tipo
de procedimento, como dividir
ou multiplicar o numerador e o
denominador de uma fração pelo
mesmo número para obter a ou-
tra fração. É importante ressaltar
que, na questão da equivalência,
as frações representam o mesmo
número, porém suas expressões
fracionárias são diferentes.
No item c, observe se eles perce-
bem que as partes não pintadas
em ambos os círculos também
representam partes iguais de um
inteiro e podem ser expressas por
frações equivalentes.
Explore a noção de equivalência
e apresente outras frações para
que os alunos verifiquem se são
equivalentes. Observe se usam
Sim, porque as frações e são equivalentes, pois
representam “pedaços” de mesmo tamanho.
Exemplo:
4
5
12
15
Resposta possível: Elas são equivalentes, pois representam
a mesma parte do inteiro.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 187MAT5ºANO–2–PROF.indd 187 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
188 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
tabela solicitando sua leitura e se
reconhecem os valores expressos
pelas porcentagens.
Comente que geralmente, em uma
pesquisa, as pessoas votam apenas
uma vez em uma única opção, que
os resultados dessa votação são
apresentados em porcentagens e
que a soma de todas elas deve to-
talizar 100%. Nesse caso, a soma
não deu 100%, pois existem outros
acidentes envolvendo outros tipos
de situação não apresentados na
tabela. Peça que descubram como
fazer para obter a porcentagem
desses outros tipos de acidentes.
Verifique se concluem que bas-
ta subtrair de 100% o valor da
porcentagem encontrada na ati-
vidade 4.
Na atividade 1, questione os alu-
nos sobre os acidentes que ocor-
rem com maior e menor frequência
na região e que tipo de pessoas
envolvem. Explore a tabela: per-
gunte o que está colocado na
primeira e na segunda coluna e
se eles conhecem o símbolo que
acompanha os números. Verifique
se sabem ler cada porcentagem da
Resposta pessoal
Menor: 3%; maior: 40%
Abaixo: 3% e 18%; acima: 40%
85%
•Resolver problemas que
envolvem o uso da porcentagem
no contexto diário, como 10%,
20%, 50%, 25%.
•Resolver situações-problema
com dados apresentados de
maneira organizada, por meio
de tabelas simples.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 188MAT5ºANO–2–PROF.indd 188 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 189
representa determinada parte
desse total, o que possibilita es-
crever a porcentagem em fração
ou como decimal. Discuta com
eles que 40% corresponde a 40
partes de 100, que podem ser tra-
duzidas por ou 0,4.
Para a atividade 2, os alunos
precisam subtrair a porcentagem
de casas com esgoto de 100%
para descobrir as que ainda não
tinham ligação com a rede de es-
goto. Depois fazem a correspon-
dência com 100% para escrever a
representação fracionária.
Esclareça aos alunos que toda
porcentagem pode ser escrita nas
representações fracionária e deci-
mal. Informe a eles que, quando
trabalhamos com porcentagem, o
inteiro é expresso por 100%.
Na atividade 1, observe se os
alunos entendem que nesse caso
a porcentagem está relacionada a
um total de 100%, ou seja, ela
Representação
fracionária:
Representação decimal:
0,40 ou 0,4
37%
Representação fracionária:
•Resolver problemas que
envolvem o uso da porcentagem
no contexto diário, como 10%,
20%, 50%, 25%.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 189MAT5ºANO–2–PROF.indd 189 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
190 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
dele, ou seja, dividi-lo por 10.
Na atividade 1, observe se adotam
essa ideia e dividem 30 por 10.
Na atividade 2, comente que, se
40% dos entrevistados são ho-
mens, o que falta para 100% são
mulheres. Esclareça que podem
calcular o número de mulheres
pelo procedimento que quiserem.
Socialize os processos usados.
Na atividade 3, peça aos alunos
que se reúnam em grupos e resol-
vam as porcentagens. Depois, dis-
tribua calculadoras e solicite que
confiram os resultados. Explique a
eles como se utiliza a tecla de por-
centagem da calculadora. Proponha
outros problemas em que é preciso
calcular porcentagens simples.
Converse com os alunos sobre as
maneiras de calcular a porcen-
tagem de um número usando as
informações do texto. Verifique se
eles percebem que uma das for-
mas de calcular a porcentagem de
determinado número é usar o cál-
culo de 10% como auxiliar, pois,
para calcular 10% de um número,
basta determinar a décima parte
R$ 3,00
R$ 27,00
40 homens e 60 mulheres
25 13,60
60 24
•Resolver problemas que
envolvem o uso da porcentagem
no contexto diário, como 10%,
20%, 50%, 25%.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 190MAT5ºANO–2–PROF.indd 190 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 191
a quantidade de quadradinhos na
segunda de maneira a garantir a
mesma forma, se usam régua, se
percebem o posicionamento das
linhas etc.
Na atividade 2, discuta com os
alunos que nessas atividades o
que muda é a quantidade dos qua-
dradinhos da malha quadriculada.
Peça aos alunos que observem
o desenho na malha quadricu-
lada. Comente que cada parte
do desenho é representada por
uma quantidade de quadradinhos
e que a figura reduzida terá uma
quantidade menor de quadradi-
nhos. Observe os procedimentos
utilizados: se fazem a contagem
nas duas malhas e se diminuem
Resposta possível: Reduzi o tamanho de cada figura (a contagem
de quadradinhos da primeira malha quadriculada é menor na
segunda malha).
•Ampliar e reduzir figuras
planas pelo uso de malhas
quadriculadas.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 191MAT5ºANO–2–PROF.indd 191 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
192 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
servando se os lados da região
retangular dobram de tamanho.
Ajude os que não usaram o pro-
cedimento anterior para ampliar
a segunda figura.
Na atividade 1, esclareça aos
alunos como fazer para dese-
nhar as figuras na outra malha
quadriculada. Verifique se con-
tam quantos quadradinhos há
na primeira figura e se desenham
essa figura na segunda malha ob-
Armário: 7; cama: 6
Há vários lugares possíveis para
a localização da mesa.
•Ampliar e reduzir figuras
planas pelo uso de malhas
quadriculadas.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 192MAT5ºANO–2–PROF.indd 192 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 193
e criar uma malha quadriculada
com quadrados maiores, conser-
vando o número de quadradinhos
da primeira malha. Esse procedi-
mento não é o mesmo usado até
agora e deve ser discutido com
todos. Existe ainda a possibili-
dade de os alunos ampliarem as
medidas, usando a régua.
Um dos procedimentos de am-
pliação da figura da atividade 5
pode ser quadricular a figura,
depois fazer outro quadriculado
com a malha do mesmo tamanho
e reproduzi-la nesse quadriculado
aumentando o número de quadra-
dinhos da primeira malha. Outra
maneira é quadricular a figura
Armário: 28; cama: 24
Porque a malha quadruplicou o número de quadradinhos.
Uma das maneiras é desenhar
uma malha quadriculada interna à
figura, depois ampliar a figura em
uma malha quadriculada e fazer o
novo desenho.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 193MAT5ºANO–2–PROF.indd 193 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
194 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Ainda na atividade 1, itens a e
b, discuta com eles as figuras
que têm perímetros iguais e
as que apresentam perímetros di-
ferentes. Explique que, para ter o
mesmo perímetro, as figuras não
precisam ter necessariamente a
mesma forma; podem ter contor-
nos diferentes, como no caso das
figuras A e D.
As atividades dessa página ini-
ciam o estudo dos perímetros.
Na atividade 1, informe aos alu-
nos que o lado de cada quadra-
dinho equivale a uma unidade de
medida. Solicite que calculem o
perímetro, observe se realizam
a contagem dos lados dos qua-
dradinhos que formam cada figura
e peça que completem o quadro.
12 u 14 u
16 u 12 u
As figuras A e D
As figuras A e B; A e
C; B e C; B e D; C e D
•Calcular perímetro de figuras
desenhadas em malhas
quadriculadas ou não.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 194MAT5ºANO–2–PROF.indd 194 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 195
Na atividade 3, peça que dese-
nhem dois polígonos com o mes-
mo perímetro, observando que
os polígonos podem ter formas
diferentes.
Na atividade 4, eles devem iden-
tificar o perímetro das figuras e
verificar quantas unidades o pe-
rímetro de um polígono é maior
que o outro.
Na atividade 2, comente que
agora devem considerar que a
lateral de cada quadradinho tem
2 cm. Observe se eles fazem a
contagem novamente ou se mul-
tiplicam os valores encontrados
na atividade 1 por 2.
Resposta pessoal
24 cm 28 cm
32 cm 24 cm
Duas vezes, pois a figura A tem 8 unidades de perímetro e a
figura B tem 16 unidades de perímetro.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 195MAT5ºANO–2–PROF.indd 195 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
196 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Peça aos alunos que observem as
figuras pintadas na malha quadri-
culada.
Na atividade 2, observe o tipo de
procedimento utilizado para cal-
cular a área das figuras, se con-
tam os quadradinhos pintados de
cada uma ou se adotam o proce-
dimento de multiplicar a quanti-
dade de quadradinhos de duas das
laterais. Se nenhum aluno usou o
procedimento multiplicativo, ex-
plique a eles que, para calcular a
área de quadrados e retângulos,
basta multiplicar dois de seus la-
dos não paralelos.
Na atividade 3, esclareça que
duas figuras podem ter a mesma
área sem necessariamente ter a
mesma forma, o que significa que
possuem áreas equivalentes.
9 u2
12 u2
16 u2
12 u2
Sim, as figuras 2 e 4.
Respostas possíveis: Contei a quantidade de quadradinhos de
cada figura ou contei os quadradinhos de duas das laterais e os
multipliquei.
•Compreender a área como a
medida da superfície de uma
figura plana.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 196MAT5ºANO–2–PROF.indd 196 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 197
Na atividade 1, observe se eles
compreendem que, pelo fato de o
terreno ser retangular, é possível
trabalhar em malha quadricula-
da e, se os lados medem 25 m e
10 m, então pode-se ter a malha
quadriculada de 25 quadradinhos
por 10 quadradinhos.
Na atividade 2, observe se eles
usam o procedimento multiplicati-
vo e fazem 10 m × 25 m, obtendo
250 m2
. Lembre aos alunos a ne-
cessidade de, na resposta, escrever
a unidade de medida, que nesse
caso é o m2
, a unidade de área.
Na atividade 3, solicite que res-
pondam se a pergunta é válida e
que justifiquem a resposta.
Peça aos alunos que observem
o desenho e as medidas do terre-
no. Comente com eles que o
terreno tem a forma de um re-
tângulo, ou seja, lados de mes-
ma medida dois a dois e ângulos
internos com medida de 90°.
Resposta possível: Elaborar malha quadriculada com
25 quadradinhos em uma das laterais e 10 quadradinhos na
outra lateral, considerando que cada quadradinho tem
1 m2
de área.
250 m2
Sim, uma vez que em retângulos a área é calculada por
meio da multiplicação dos quadradinhos que formam dois
lados não paralelos.
•Compreender a área como a
medida da superfície de uma
figura plana.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 197MAT5ºANO–2–PROF.indd 197 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
198 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Nas atividade 1 e 2, peça aos
alunos que verifiquem o que
apresenta essa tabela, qual seu
título e sua fonte. Informe que
o título de uma tabela é impor-
tante para indicar ao leitor de
que informação se trata. Escla-
reça ainda que a fonte é o meio
do qual foram extraídos os dados
e que ela deve ser citada para
dar confiabilidade às informa-
ções. Nesse caso, a fonte é um
site. Explore a leitura da tabe-
la, o que está representado em
cada coluna e em cada linha.
Na atividade 3, verifique como os
alunos procedem para calcular a
diferença entre a população da
área urbana e da área rural.
Comente com os alunos que São
Paulo, apesar de sua caracterís-
tica urbana, apresenta área rural
e que isso pode ser constatado à
medida que nos distanciamos das
áreas centrais.
88%
Porcentagem de população da área urbana e rural de São Paulo
100%. Significa toda a população de São Paulo.
Site: <www.portalbrasil.net>.
•Ler informações apresentadas
de maneira organizada por
meio de gráficos de setor.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 198MAT5ºANO–2–PROF.indd 198 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 199
cela pintada do gráfico e que a
menor porcentagem indica a par-
cela menor.
Na atividade 7, comente a utili-
zação dos gráficos de setores pela
mídia e a facilidade que trazem
na comparação de dados.
Na atividade 5, solicite aos alu-
nos que comparem os valores das
porcentagens da tabela da página
anterior com as partes pintadas
do gráfico. Destaque a importân-
cia da legenda e do título em um
gráfico e comente que a maior
porcentagem indica a maior par-
Resposta possível: A porcentagem maior na tabela equivale à
parte pintada de amarelo no gráfico, e a porcentagem menor
equivale à parte pintada de azul.
Resposta pessoal
Porcentagem de população da área urbana e rural da cidade
de São Paulo.
População urbana
População rural
MAT5ºANO–2–PROF.indd 199MAT5ºANO–2–PROF.indd 199 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
200 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
O setor de transporte
Industrial 7%
Transporte 78%
Residencial 10%
Outros 5%
MAT5ºANO–2–PROF.indd 200MAT5ºANO–2–PROF.indd 200 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 201
A atividade 1 dessa página re-
toma a relação entre a represen-
tação percentual e a fracionária.
Na atividade 2, os alunos darão
significado a essa relação, con-
textualizando-a em uma situação-
-problema.
•Ler informações apresentadas
de maneira organizada por
meio de gráficos de setor.
25%
1
4
3
4
75%
Resposta pessoal
MAT5ºANO–2–PROF.indd 201MAT5ºANO–2–PROF.indd 201 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
202 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
ser retomado. Não é necessário
que todas as tarefas sejam feitas
no mesmo dia: organize-as como
achar melhor. Enquanto os alunos
fazem essas atividades, circule
pela sala para acompanhá-los e
orientá-los, quando for o caso.
Registre as dificuldades dos alunos,
para planejar possíveis retomadas.
A seção “Agora, é com você” vai
aparecer no final de cada Unida-
de, com propostas que retomam
o conteúdo trabalhado. São ati-
vidades individuais, e você deve
analisá-las para verificar se as
expectativas de aprendizagem
foram atingidas, quanto os alu-
nos avançaram e o que precisa
16 quadradinhos 21 quadradinhos
Figura 1: 22 cm; figura 2: 28 cm
MAT5ºANO–2–PROF.indd 202MAT5ºANO–2–PROF.indd 202 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 203
2 25 260
R$ 150,00
Há outras
possibilidades.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 203MAT5ºANO–2–PROF.indd 203 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
204 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
60%
Terror 20
Ação 40
Drama 15
Ficção 25
MAT5ºANO–2–PROF.indd 204MAT5ºANO–2–PROF.indd 204 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 205
ras latino-americanas, integran-
do relações culturais, políticas,
sociais e econômicas dos países
da América Latina. Comente que
o interior do prédio é dividido
em espaços destinados a acervos
de arte e em espaços culturais,
abrigando também importante bi-
blioteca especializada em cultura
latino-americana. Pode-se indicar
que visitem o site do Memorial
(www.memorial.sp.gov.br), no
qual encontrarão mais informa-
ções sobre a instituição.
Peça a um aluno que leia o tex-
to introdutório. Pergunte aos
alunos se conhecem o Memorial
da América Latina. Conte a eles
que o Memorial foi inaugurado
em 18 de março de 1989, com
o objetivo de difundir as cultu-
O Memorial da América Latina foi criado para difundir as
manifestações latino-americanas de criatividade e saber,
com o objetivo de integrar as relações culturais, políticas,
econômicas e sociais dos países da América Latina.
Localiza-se no bairro da Barra Funda, na cidade de São Paulo.
•M15 Identificar as possíveis
maneiras de combinar
elementos de uma coleção de
objetos e de contabilizá-las
usando estratégias pessoais.
•M16 Explorar a ideia
de probabilidade em
situações-problema simples.
•M30 Calcular área de retângulos
ou quadrados desenhados em
malhas quadriculadas ou não.
•M31 Resolver situações-
-problema que envolvam o
significado de unidades de
medidas de superfície como
o metro quadrado (m2
), o
centímetro quadrado (cm2
) e o
quilômetro quadrado (km2
).
•M36 Construir tabelas e
gráficos para apresentar dados
coletados ou obtidos em textos
jornalísticos.
Material necessário para o
desenvolvimento da Unidade:
dados
folhas de papel sulfite
lápis de cor
MAT5ºANO–2–PROF.indd 205MAT5ºANO–2–PROF.indd 205 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
206 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
A atividade 2 pode servir para
verificar se os procedimentos
usados anteriormente foram
aprendidos.
Na atividade 1, observe se os
alunos identificam, por meio de
diagramas ou pela multiplica-
ção, o número de combinações
possíveis. Verifique que tipos de
procedimento eles utilizam,
de contagem ou multiplicativo,
e discuta-os com a classe.
3 × 3 = 9
2 × 4 = 8. São 8 combinações.
•Identificar as possíveis maneiras
de combinar elementos de
uma coleção de objetos e
de contabilizá-las usando
estratégias pessoais.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 206MAT5ºANO–2–PROF.indd 206 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 207
diferentes de canetas mexicanas,
então é possível realizar 6 tipos
de combinações diferentes de
1 caneca com 1 caneta.
Na atividade 2, discuta os pro-
cedimentos adotados e verifique
como descrevem ter pensado; se
percebem que agora existem 3
tipos de peças de cerâmica mexi-
cana e 4 de peruana e que, dessa
forma, ocorrem 12 possibilidades
de combinações diferentes entre
esses dois tipos de peças. Solicite
a alguns alunos que escrevam na
lousa seus procedimentos e dis-
cuta os resultados com a classe.
Na atividade 1, pergunte aos
alunos como procederam para
fazer as combinações. Verifique
se usam algum esquema ou dia-
grama, se descrevem cada par de
objetos ou se utilizam a multipli-
cação. Observe se concluem que,
se existem 2 tipos diferentes de
canecas peruanas e 3 modelos
2 × 3 = 6
3 × 4 = 12
•Identificar as possíveis
maneiras de combinar
elementos de uma coleção
de objetos e de
contabilizá-las usando
estratégias pessoais.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 207MAT5ºANO–2–PROF.indd 207 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
208 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
1 livro e 1 gibi entre todos eles
é possível fazer 10 combinações
diferentes. Pergunte aos alunos
que procedimentos adotaram e
discuta com a classe.
Peça que observem o quadro e
verifiquem quantos livros e gibis
são apresentados. No item a, cer-
tifique-se de que entendem que,
se existem 2 opções de livros e
5 opções de gibis, para escolher
2 × 5 = 10
3 × 4 = 12
•Identificar as possíveis
maneiras de combinar
elementos de uma coleção
de objetos e de
contabilizá-las usando
estratégias pessoais.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 208MAT5ºANO–2–PROF.indd 208 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 209
No item c, observe se concluem
que, se Rodrigo optou por 1 livro,
então resta combiná-lo com 2 gi-
bis escolhidos dentre os 5. Para
isso, podem fazer um esquema ou
uma multiplicação.
Como são 5 gibis e devem-se escolher 2 entre eles,
há 5 × 4 possibilidades.
20
MAT5ºANO–2–PROF.indd 209MAT5ºANO–2–PROF.indd 209 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
210 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Peça aos alunos que leiam os car-
tazes com as opções de lanches
e sucos.
Na atividade 1, observe se fazem
as combinações com o número
de sucos com leite e percebem
que, se ocorre a possibilidade de
2 tipos de sucos com leite e 4
lanches naturais, então é possível
ter 8 combinações diferentes.
2 × 4 = 8
•Identificar as possíveis
maneiras de combinar
elementos de uma coleção
de objetos e de
contabilizá-las usando
estratégias pessoais.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 210MAT5ºANO–2–PROF.indd 210 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 211
Na atividade 3, observe se iden-
tificam que, se Rodrigo já esco-
lheu um lanche, resta apenas as
possibilidades de escolha de um
dos sucos com água e que, dessa
forma, as combinações possíveis
são 3.
Na atividade 2, o procedimento
é o mesmo da atividade anterior,
porém verifique se eles conta-
bilizam os sucos com água e se
percebem que, se existem 3 sucos
diferentes e 4 opções diversas de
lanche, então é possível ter 12
combinações diferentes.
3 × 4 = 12
1 × 3 = 3
MAT5ºANO–2–PROF.indd 211MAT5ºANO–2–PROF.indd 211 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
212 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
pontos virada para cima. Elabo-
re outras questões desse tipo.
Na atividade 1, pergunte qual a
possibilidade de sair a face da fi-
gura 1 virada para cima, ao jogar
o dado para o alto e ele cair em
uma mesa. Verifique se os alunos
percebem que a chance de cair
essa face é 1 em 6, pois o dado
tem 6 faces. Comente com eles
que essa chance pode ser repre-
sentada pela fração .
Solicite aos alunos que identi-
fiquem a quantidade de figuras,
lembrando que um dado tem 6
faces. Faça com eles o lançamen-
to de um dado e pergunte qual
a chance de cair a face com 5
1 em 6, pois existe 1 possibilidade em 6 situações possíveis.
1 em 6 (1 em um total de 6 possibilidades)
•Explorar a ideia de probabilidade
em situações-problema simples.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 212MAT5ºANO–2–PROF.indd 212 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 213
Na atividade 4, devem perceber
que existem 2 possibilidades de
ocorrência de sair a figura esco-
lhida (figura 4 ou 5) em 6 possi-
bilidades, que é o total de faces
do dado.
1 em 6 (1 em um total de 6 possibilidades)
2 em 6 (2 em um total de 6 possibilidades)
2 em 6 (2 em um total de 6 possibilidades)
MAT5ºANO–2–PROF.indd 213MAT5ºANO–2–PROF.indd 213 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
214 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
de probabilidade como fenômeno
aleatório. Passe pelos grupos e
observe se estão anotando corre-
tamente os números encontrados
nos lançamentos dos dados. Colo-
que alguns quadros na lousa. Dis-
cuta com a classe os resultados
obtidos pelos grupos e explique
que esses resultados são aleató-
rios. O número 5, por exemplo,
pode ter saído com maior frequên-
cia em determinado grupo e com
menor em outro.
Oriente os alunos para que se
reúnam em grupos de seis. Distri-
bua entre os grupos alguns dados
e folhas de papel sulfite. As ati-
vidades dessa página devem ser
desenvolvidas com o objetivo de
que os alunos percebam a noção
•Explorar a ideia de probabilidade
em situações-problema simples.
Resposta
pessoal
Resposta
pessoal
Resposta
pessoal
MAT5ºANO–2–PROF.indd 214MAT5ºANO–2–PROF.indd 214 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 215
casos favoráveis e o denomina-
dor, o número de casos possíveis.
Na atividade 1, observe se os
alunos entendem por que a pro-
babilidade de sair o número 6 no
lançamento do dado é .
Na atividade 2, eles devem ini-
cialmente contabilizar o total de
bolas amarelas e azuis (9), pois
o total de bolas representa o nú-
mero de casos possíveis de ocor-
rência do evento, e concluir que
o número de casos favoráveis é
5, pois existem 5 bolas amare-
las. Dessa forma, devem verificar
que a probabilidade de ocorrência
desse evento é .
Explique aos alunos que a pro-
babilidade pode ser calculada
pelo quociente entre o número de
casos favoráveis e o número to-
tal de casos possíveis em uma
experiência. Informe que a pro-
babilidade pode ser representada
por meio de uma fração em que
o numerador indica o número de
•Explorar a ideia de probabilidade
em situações-problema simples.
1
6
5
9
MAT5ºANO–2–PROF.indd 215MAT5ºANO–2–PROF.indd 215 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
216 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
figura e verifique se calculam a
quantidade de quadrículas da su-
perfície da cozinha. É importan-
te que compreendam que, nesse
caso, o número de quadrículas
do desenho é equivalente a sua
área, porém esse número deve
vir acompanhado da unidade de
medida – nessa questão, o m2
–,
para caracterizar uma grandeza de
superfície. No item b, verifique
se os alunos compreendem que,
se em cada m2
, ou seja, em cada
quadrícula da malha quadriculada,
cabem 4 lajotas, então na malha
toda cabem 96.
Peça a um aluno que leia o tex-
to introdutório da página. Para
o item a, lembre aos alunos que
cada quadrícula da malha qua-
driculada tem 1 m2
e que o me-
tro quadrado é uma unidade de
medida de superfície bastante
usada. Solicite que observem a
24 m2
24 × 4 = 96 lajotas
•Calcular área de retângulos
ou quadrados desenhados em
malhas quadriculadas ou não.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 216MAT5ºANO–2–PROF.indd 216 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 217
fazem fronteira com o Brasil e
dois não fazem. Ressalte que a
Guiana Francesa é um território
francês, não um país. Peça a eles
que retomem a questão, agora
considerando todos os países que
fazem fronteiras. O resultado será
2 × 11 ou 22.
Solicite aos alunos que obser-
vem no mapa os países que fa-
zem fronteira com o Brasil e os
que não fazem. Faça na lousa
duas listagens, uma com o nome
daqueles que fazem e outra dos
que não fazem. Verifique se os
alunos percebem que 11 países
6 maneiras
•Identificar as possíveis maneiras
de combinar elementos de
uma coleção de objetos e
de contabilizá-las usando
estratégias pessoais.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 217MAT5ºANO–2–PROF.indd 217 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
218 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Distribua alguns lápis de cor aos
alunos. Explique que cm2
é uma
unidade de superfície de área.
Na atividade 1, diga que podem
desenhar os quadriláteros com as
medidas que quiserem e que de-
vem calcular a área de cada um
deles.
Na atividade 2, observe se os
alunos pintam, para a superfície
quadrada de 4 cm2
de área, um
quadrilátero com lados de 2 cm
e, para a superfície retangular de
6 cm2
de área, um quadrilátero
com lados de 2 cm e 3 cm ou
1 cm e 6 cm.
Resposta pessoal
•Calcular área de retângulos
ou quadrados desenhados em
malhas quadriculadas ou não.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 218MAT5ºANO–2–PROF.indd 218 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 219
Retome as atividades anteriores e
verifique se os alunos perceberam
que, para calcular a área de um
quadrilátero, basta multiplicar
dois de seus lados não paralelos
e que as unidades de medida de
área sempre são ao quadrado, por
exemplo, cm2
e m2
.
Na atividade 1, observe se os
alunos percebem que um qua-
drado tem todos os lados iguais
e que, para calcular a área li-
mitada por ele, basta calcular
3 cm × 3 cm = 9 cm2
.
Na atividade 2, eles devem mul-
tiplicar 5 cm × 8 cm = 40 cm2
.
Nas atividades 3 e 4, precisam
adotar o mesmo procedimento
das atividades 1 e 2, porém lem-
bre a eles que agora a unidade de
medida dos lados dos quadriláte-
ros é o metro (m) e, por isso, a
unidade de medida de área deve
ser expressa em m2
.
9 cm2
40 cm2
4 m2
18 m2
•Calcular área de retângulos
ou quadrados desenhados em
malhas quadriculadas ou não.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 219MAT5ºANO–2–PROF.indd 219 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
220 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Peça aos alunos que observem
o desenho do campo de futebol
e suas respectivas medidas.
Na atividade 1, solicite que cal-
culem a área do campo de fute-
bol. Eles devem multiplicar 75 m
por 110 m, que representam as
medidas dos lados do quadrilátero
que forma o campo, a fim de ob-
ter 8.250 m2
de área da superfície
do campo todo.
Na atividade 2, esclareça que a
superfície da “grande área” é li-
mitada pelo quadrilátero de lados
16 m por 40 m; eles devem obter
a área de 640 m2
.
75 m × 110 m = 8.250 m2
16 m × 40 m = 640 m2
•Calcular área de retângulos
ou quadrados desenhados em
malhas quadriculadas ou não.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 220MAT5ºANO–2–PROF.indd 220 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 221
Na atividade 1, peça aos alunos
que leiam em voz alta os dados
da tabela, observando como fa-
zem a leitura dos números e das
unidades de medida. Comente que
os elementos da tabela apresen-
tam unidades de medida de área
diferentes: o quilômetro quadra-
do, o metro quadrado e o centí-
metro quadrado.
Na atividade 2, eles devem per-
ceber que a área do Estado de
São Paulo é a maior superfície da
tabela e, por isso, tem sua uni-
dade de medida em km2
, e que
a área de uma folha de papel é a
que apresenta a menor superfície
e, por isso, sua unidade de medi-
da está em cm2
.
Na atividade 3, deve ficar cla-
ro que o cm2
é utilizado usual-
mente para representar a área de
superfícies pequenas e que, por
isso, não seria apropriado para
representar a área do Estado de
São Paulo.
Maior: 248.209,426 km2
; menor: 623,7 cm2
Não, pois o cm2
é utilizado para medir a área de superfícies
menores, como a de uma folha de papel, e as dimensões do
Estado de São Paulo são muito grandes.
•Resolver situações-problema
que envolvam o significado
de unidades de medidas de
superfície como o
metro quadrado (m2
), o
centímetro quadrado (cm2
)
e o quilômetro quadrado (km2
).
MAT5ºANO–2–PROF.indd 221MAT5ºANO–2–PROF.indd 221 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
222 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Na atividade 1, os alunos devem
associar a unidade de medida
adequada a cada superfície rela-
cionada. Precisam perceber que
a unidade cm2
é adequada para
superfícies menores e que o m2
pode ser utilizado em determina-
das superfícies não tão pequenas,
mas menores que o km2
, o qual
deve ser usado quando se deseja
representar áreas de superfícies
muito grandes.
Na atividade 2, explique aos
alunos que, se 1 m = 100 cm,
então, se multiplicarem os lados
de um quadrado com medidas de
100 cm, vão encontrar uma su-
perfície de 10.000 cm2
de área.
Na atividade 3, o mesmo proce-
dimento deve ser adotado. Ex-
plique que, se multiplicarem os
lados de um quadrado com me-
didas de 1.000 m, terão uma su-
perfície de 1.000.000 m2
de área.
1 m2
= 10.000 cm2
1 km2
= 1.000.000 m2
•Resolver situações-problema
que envolvam o significado
de unidades de medidas de
superfície como o
metro quadrado (m2
), o
centímetro quadrado (cm2
)
e o quilômetro quadrado (km2
).
MAT5ºANO–2–PROF.indd 222MAT5ºANO–2–PROF.indd 222 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 223
Peça a um aluno que leia o texto
introdutório da página.
Na atividade 1, solicite que
descrevam do que trata o texto,
quais dados estão apresentados.
Verifique se percebem a informa-
ção que o texto transmite. Eles
devem discutir oralmente suas
considerações. Explique que as
informações de um texto algumas
vezes podem ser organizadas em
tabelas e gráficos e que essas for-
mas de apresentação facilitam a
leitura dos dados. Esclareça que
na linguagem corrente nem sem-
pre a palavra “área” é usada para
designar medida de superfície.
Na atividade 2, oriente-os para
que iniciem a anotação dos dados
na tabela e depois a ampliem a
fim de incluir o restante das in-
formações do texto.
Resposta pessoal
1
9
2
1
11
7
•Construir tabelas e gráficos para
apresentar dados coletados ou
obtidos em textos jornalísticos.
MAT5ºANO–2–PROF.indd 223MAT5ºANO–2–PROF.indd 223 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
224 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Na atividade 3, para construção
do gráfico, peça que localizem na
tabela o número de árvores cor-
respondentes à legenda indicada.
Explique a eles que o eixo verti-
cal representa os valores relativos
ao número de árvores e que eles
devem pintar na malha quadricu-
lada o valor dado. Lembre a eles
a importância da legenda para
um gráfico e peça que deem um
título ao gráfico. Esclareça que
o título do gráfico deve ter rela-
ção com os dados apresentados.
Na atividade 4, peça aos alunos
que escolham quatro árvores e
construam um gráfico de barras.
Observe se eles se recordam de
como é a construção do gráfico
de barras. Se for o caso, ajude-os
na montagem. Lembre a eles que
devem fazer uma legenda, pois
sem ela não seria possível fazer
a leitura do gráfico.
Resposta pessoal
Resposta pessoal
MAT5ºANO–2–PROF.indd 224MAT5ºANO–2–PROF.indd 224 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 225
Esclareça que o gráfico de linha é
aquele determinado por pontos
e segmentos de retas. Eles devem
utilizar os valores apresentados
no enunciado da atividade em
relação ao crescimento da árvore
e relacionar o eixo do ano com o
eixo da altura atingida pela ár-
vore e marcar pontos na malha
quadriculada. Em seguida, devem
ligar os pontos com segmentos
de reta.
•Construir tabelas e gráficos para
apresentar dados coletados ou
obtidos em textos jornalísticos.
Resposta pessoal
MAT5ºANO–2–PROF.indd 225MAT5ºANO–2–PROF.indd 225 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
226 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
A seção “Agora, é com você” vai
aparecer no final de cada Unida-
de, com propostas que retomam
o conteúdo trabalhado. São ati-
vidades individuais, e você deve
analisá-las para verificar se as
expectativas de aprendizagem
foram atingidas, quanto os alu-
nos avançaram e o que precisa
ser retomado. Não é necessário
que todas as tarefas sejam feitas
no mesmo dia: organize-as como
achar melhor. Enquanto os alunos
fazem essas atividades, circule
pela sala para acompanhá-los e
orientá-los, quando for o caso.
Registre as dificuldades dos alunos,
para planejar possíveis retomadas.
5 × 2 = 10
4 × 2 = 8
MAT5ºANO–2–PROF.indd 226MAT5ºANO–2–PROF.indd 226 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
LIVRO DO PROFESSOR MATEMÁTICA · 5O
ANO 227
16 cm2
54 m2
MAT5ºANO–2–PROF.indd 227MAT5ºANO–2–PROF.indd 227 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
228 CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP
Resposta pessoal
Resposta pessoal
Número de escolhas
N
F
B
V
Esporte
Vôlei 10
5
18
8
Basquete
Futebol
Natação
Vôlei - V
Basquete - B
Futebol - F
Natação - N
MAT5ºANO–2–PROF.indd 228MAT5ºANO–2–PROF.indd 228 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM

Mat cont prof_5

  • 1.
    5o ano 4OANO • E N SINO FUNDAMENTAL I• EF8ANOS Cadernos de apoio e aprendizagem L I V R O D O P R O F E S S O R P R O G R A M A D E O R I E N T A Ç Õ E S C U R R I C U L A R E S 2010 MAT5ºANO–PROF.indd 1MAT5ºANO–PROF.indd 1 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
  • 2.
    MAT5ºANO–PROF.indd 2MAT5ºANO–PROF.indd 29/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
  • 3.
    Prefeitura da Cidadede São Paulo Prefeito Gilberto Kassab Secretaria Municipal de Educação Secretário Alexandre Alves Schneider Secretária Adjunta Célia Regina Guidon Falótico Diretora da Assessoria Técnica de Planejamento Fátima Elisabete Pereira Thimoteo Diretora de Orientação Técnica Regina Célia Lico Suzuki (Coordenadora Geral do Programa) Divisão de Orientação Técnica Ensino Fundamental e Médio Suzete de Souza Borelli (Diretora e Coordenadora do Programa DOT/EF) Cristhiane de Souza, Hugo Luiz Montenegro, Humberto Luis de Jesus, Ione Aparecida Cardoso Oliveira, Leika Watabe, Leila de Cássia José Mendes, Margareth Aparecida Ballesteros Buzinaro, Maria Emilia Lima, Regina Célia dos Santos Câmara, Silvia Moretti Rosa Ferrari Divisão de Orientação Técnica Educação Especial Silvana Lucena dos Santos Drago Diretores Regionais de Educação Eliane Seraphim Abrantes, Elizabeth Oliveira Dias, Hatsue Ito, Isaias Pereira de Souza, José Waldir Gregio, Leila Barbosa Oliva, Leila Portella Ferreira, Maria Angela Gianetti, Maria Antonieta Carneiro, Marcelo Rinaldi, Silvana Ribeiro de Faria, Sueli Chaves Eguchi, Waldecir Navarrete Pelissoni Equipe técnica de apoio da SME/DOT Ana Lúcia Dias Baldineti Oliveira, Ana Maria Rodrigues Jordão Massa, Claudia Aparecida Fonseca Costa, Delma Aparecida da Silva, Jarbas Mazzariello, Magda Giacchetto de Ávila, Maria Teresa Yae Kubota Ferrari, Mariana Pereira Rosa Santos, Tania Nardi de Padua, Telma de Oliveira Assessoria Pedagógica SME/DOT Célia Maria Carolino Pires, Maria José Nóbrega Fundação Padre Anchieta Presidente João Sayad Vice-Presidentes Ronaldo Bianchi Fernando Vieira de Mello Diretoria de Educação Diretor Fernando José de Almeida Gerentes Monica Gardelli Franco Júlio Moreno Coordenadora do projeto Maria Helena Soares de Souza Equipe de autoria Coordenação Célia Maria Carolino Pires Autores Armando Traldi Junior, Célia Maria Carolino Pires, Cíntia Aparecida Bento dos Santos, Danielle Amaral Ambrósio, Dulce Satiko Onaga, Edda Curi, Ivan Cruz Rodrigues, Janaína Pinheiro Vece, Jayme do Carmo Macedo Leme, Leika Watabe, Maria das Graças Bezerra Barreto, Norma Kerches de Oliveira Rogeri, Simone Dias da Silva, Wanderli Cunha de Lima Leitura crítica Eliane Reame, Rosa Monteiro Paulo, Walter Spinelli Equipe Editorial Gerência editorial Carlos Seabra Secretaria editorial Janaína Chervezan da Costa Cardoso Assessoria de conteúdo Márcia Regina Savioli (Língua Portuguesa) Maria Helena Soares de Souza (Matemática) Controle de iconografia Elisa Rojas Apoio administrativo Acrizia Araújo dos Santos, Ricardo Gomes, Walderci Hipólito Edição de texto Helena Meidani, Maria Carolina de Araujo Revisão Ana Luiza Saad Pereira, Marcia Menin, Maria Carolina de Araujo, Miguel Facchini, Silvia Amancio de Oliveira Direção de arte Eliana Kestenbaum, Marco Irici Arte e diagramação Cristiane Pino, Cristina Izuno, Henrique Ozawa, Mariana Schmidt Ilustrações Fellipe Gonzalez Fernando Makita Renato Zechetto Bureau de editoração Mare Magnum Artes Gráficas MAT5ºANO–PROF.indd 3MAT5ºANO–PROF.indd 3 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
  • 4.
    MAT5ºANO–PROF.indd 4MAT5ºANO–PROF.indd 49/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
  • 5.
    Prezado(a) professor(a), Os Cadernosde apoio e aprendizagem – Matemática, destinados aos estudantes dos nove anos do Ensino Fundamental, têm como finalidade contribuir para o trabalho docente visando à melhoria das aprendizagens dos alunos. Sua elaboração teve como critérios para seleção das atividades o alcance das expectativas de aprendizagem contidas nos documentos de Orientações curriculares e as dificuldades apresentadas pelos alunos na Prova São Paulo e na Prova da Cidade. Na área de Matemática, estes Cadernos foram preparados de modo a contemplar os seguintes blocos de conteúdos: espaço e forma, grandezas e medidas, números, operações, tratamento da informação. Além do material escrito, os estudantes terão acesso também a vídeos produzidos especialmente para desencadear as discussões em sala de aula – por meio de DVD inserido no Livro do Professor. Destacamos que, qualquer que seja o conteúdo abordado nos Cadernos, sua organização possibilita aos alunos usar ativamente seus conhecimentos para resolver os problemas apresentados, valorizando seus procedimentos e estratégias pessoais. É importante ressaltar que esta obra não está proposta como único recurso a ser utilizado para a aprendizagem dos estudantes. Ela deve ser complementada com atividades planejadas pelo professor, em função das características de sua turma, fazendo uso de livros didáticos e de outros materiais já publicados pela SME, disponíveis nas escolas, para trabalho com o Ensino Fundamental (Guias de planejamento e orientações didáticas – Ciclo I, Orientações curriculares e proposição de expectativas de aprendizagem do Ciclo I e das áreas de conhecimento do Ciclo II, Referenciais de expectativas para o desenvolvimento da competência leitora e escritora – Ciclo II). Para cada ano de escolaridade foram produzidas sequências de atividades para os alunos e orientações didáticas para o professor. A proposta é que estes Cadernos sejam utilizados pelos professores e pelos alunos duas vezes por semana. Esperamos que os Cadernos de apoio e aprendizagem – Matemática, com outros recursos e projetos desenvolvidos pelos professores nas Unidades Educacionais e por todos nós na SME, e, em especial, as ações de formação continuada possam colaborar para a melhoria da aprendizagem dos alunos em Matemática. Saudações, Alexandre Alves Schneider Secretário Municipal de Educação de São Paulo MAT5ºANO–PROF.indd 5MAT5ºANO–PROF.indd 5 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
  • 6.
    Dados Internacionais deCatalogação na Publicação (CIP) (Bibliotecária Silvia Marques CRB 8/7377) C122 Cadernos de apoio e aprendizagem: Matemática / Programa de Orientações curriculares. Livro do Professor. São Paulo: Fundação Padre Anchieta, 2010. Quinto ano, il. (vários autores) ISBN 978-85-8028-034-0 ISBN 978-85-8028-025-8 (aluno) 1. Ensino Fundamental 2. Matemática I. Título. CDD 371.302.813 Esta obra, Cadernos de apoio e aprendizagem – Matemática e Língua Portuguesa, é uma edição que tem a Fundação Padre Anchieta como Organizadora e foi produzida com a supervisão e orientação pedagógica da Divisão de Orientação Técnica da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. MAT5ºANO–PROF.indd 6MAT5ºANO–PROF.indd 6 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
  • 7.
    Sumário Parte I 1. Apresentação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 2. Reflexão sobre problemas a enfrentar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 3. Orientações metodológicas e didáticas gerais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 Problematização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12 Uso de recursos didáticos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13 Contextualização histórica e cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17 4. Orientações metodológicas e didáticas específicas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17 O trabalho com números naturais e operações. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17 O trabalho com os números racionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20 O trabalho com operações envolvendo os números racionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 O trabalho com espaço e forma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24 O trabalho com grandezas e medidas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26 O trabalho com tratamento da informação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28 5. Os Cadernos de apoio e o planejamento do professor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 Planejar é preciso. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 Planejar de acordo com o tempo didático. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 Planejar de acordo com a organização da sala . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 Planejar de acordo com as diferentes modalidades organizativas. . . . . . . . . . . . . . . 31 Acompanhamento e avaliação das aprendizagens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32 Alguns procedimentos para coletar dados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34 Referências bibliográficas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37 Parte II Comentários e sugestões página a página Unidade 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43 Unidade 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63 Unidade 3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 85 Unidade 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 111 Unidade 5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 137 Unidade 6. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 161 Unidade 7. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 183 Unidade 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 205 MAT5ºANO–PROF.indd 7MAT5ºANO–PROF.indd 7 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 9 1. Apresentação O Caderno de apoio e aprendizagem – Matemática, dirigido aos estudantes do 5o ano, é composto por oito Unidades, a serem desenvolvidas ao longo do ano letivo. Em cada uma delas são propostas atividades relacionadas a um grupo de expectativas de aprendizagem, retiradas das Orientações curriculares e proposição de expectativas de aprendizagem (da PMSP, Secretaria Municipal de Educação, 2007), articu- lando diferentes eixos de conteúdos – números, operações, espaço e forma, grandezas e medidas, tratamento da informa- ção – que orientarão o planejamento das aulas. Buscando apoiar o trabalho do professor, este material leva em conta o fato de que sua tarefa tornou-se muito mais com- plexa do que a de simplesmente transmitir informações, pois é necessário elaborar boas situações de aprendizagem que mobilizem conhecimentos prévios de cada estudante e que lhe permitam construir novos significados, novas apren- dizagens e socializá-los com os colegas e com o professor. Tal complexidade gerou a propagação de ideias simplistas que ocasionam distorções a respeito do papel do ensino. O que se pretende não é que as atividades aqui propostas sejam “aplicadas mecanicamente”, e sim que provoquem discussões entre os professores sobre as expectativas de aprendizagem para os alunos e as hipóteses e pressupostos considerados em cada uma delas para que sejam enriquecidas e ajustadas a cada turma. Destaca-se a importância do uso de outros recursos disponí- veis – livros didáticos, paradidáticos, vídeos, softwares, jogos – que o professor julgue interessantes para ampliar a aprendi- zagem de seus alunos. Da mesma forma, é fundamental que a Matemática seja compreendida por eles e que não lhes traga medo ou insegurança, cabendo ao professor criar um am- biente favorável para a aprendizagem, cuidando sempre para MAT5ºANO–PROF.indd 9MAT5ºANO–PROF.indd 9 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    10 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP que tenham confiança na elaboração de estratégias pessoais diante de situações-problema, assim como interesse e curio- sidade por conhecer outras, aprendendo a trocar experiências com seus pares e a cuidar da organização na elaboração e apresentação dos trabalhos. 2. Reflexão sobre problemas a enfrentar Para Pires e Santos (2008), ainda existem (e são fortes) alguns mitos e crenças como o de que Matemática é algo para quem tem dom, para quem é geneticamente dotado de determinadas qualidades, ou o de que é preciso ter certo capital cultural para transitar no universo matemático. Essas crenças se contrapõem às propostas que defendem que todos os alunos podem fazer Matemática em sala de aula, que são capazes de construí-la, produzi-la, engajando-se no processo de produção de seus conhecimentos matemáticos. É frequente também a crença de que os estudantes só podem resolver problemas que conhe- cem, que já viram resolvidos e que podem tomar como modelo. Tal convicção dificulta a aceitação de que o ponto de partida da atividade matemática não deve ser uma definição, mas um problema. Esse, certamente, não é um exercício em que se aplica de maneira quase mecânica uma fórmula ou um processo operatório, pois só há problema, no sentido estrito do termo, se o aluno é obrigado a trabalhar o enunciado da questão que lhe é posta e a estruturar a situação que lhe é apresentada. Segundo os mesmos autores, além desses mitos e crenças, muitas deformações na prática docente foram se consoli- dando por influência de visões deturpadas das próprias teorias educacionais. Uma ideia bastante comum é a de que, em uma perspectiva construtivista, o percurso de aprendizagem deve ser ditado unicamente por interesses dos alunos, sem defini- ções prévias de objetivos e conteúdos. Construiu-se certa aversão ao planejamento de uma trajetória de aprendizagem a MAT5ºANO–PROF.indd 10MAT5ºANO–PROF.indd 10 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 11 ser realizada pelos estudantes, o que leva à improvisação e à não aprendizagem. Pires e Santos (2008) destacam também como inadequada a noção de que contextualizar envolve apenas mostrar as aplica- ções dos conhecimentos matemáticos no cotidiano e não que os alunos possam atribuir significado às ideias matemáticas em diferentes contextos; além disso, pouco se discute que há momentos de descontextualização, fundamentais para a construção de conhecimentos que poderão ser usados em no- vos contextos. Existe, ainda, certo receio no que se refere à institucionalização e sistematização dos conhecimentos; deve-se refletir sobre o fato de que, à medida que as ideias e procedimentos matemáticos vão sendo construídos pelos alu- nos, é fundamental que o professor os ajude a organizá-los, anomear,adefinir,aformulare,também,aexercitar.Finalmen- te,osautoresenfatizamasmuitasconcepçõesdeque,emgeral, o simples uso de “materiais concretos”, como jogos, softwares, entre outros, resolve, por si só, os problemas de aprendizagem dos alunos; esses recursos podem, sem dúvida, apresentar boas situações de aprendizagem, mas tudo depende de como elas são propostas e da intervenção planejada pelo professor. Tal perspectiva traz implicações para a atuação do educador e, consequentemente, a necessidade de que ele se aproprie de conhecimentos relativos aos conteúdos matemáticos, conheci- mentos didático-pedagógicos e curriculares. Essa pretende ser uma das contribuições dos Cadernos de apoio e aprendizagem. 3. Orientações metodológicas e didáticas gerais As atividades deste material seguem os pressupostos abaixo explicitados. São eles:  Exploração de uma diversidade de conteúdos, abordando, de maneira equilibrada e articulada, números e operações, MAT5ºANO–PROF.indd 11MAT5ºANO–PROF.indd 11 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    12 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP espaço e forma, grandezas e medidas, além do tratamento da informação, que aparece de modo transversal.  Apresentação contextualizada dos conhecimentos matemá- ticos, com base nos problemas encontrados no cotidiano do aluno, nas demais áreas de conhecimento e no interior da própria Matemática, ressaltando que as ideias matemáticas sejam sistematizadas e generalizadas para serem transferi- das para outros contextos.  Uso de diversos recursos didáticos disponíveis – jogos, materiais manipuláveis, vídeos, calculadoras, computado- res, jornais, revistas – deve ser amplamente explorado a serviço da aprendizagem.  A aprendizagem dos estudantes precisa ser acompanhada continuamente, sendo sempre orientada pelas expectativas de aprendizagem que se deseja construir. São eixos metodológicos privilegiados para o ensino de Mate- mática: a resolução de problemas, as investigações, o recurso à história da Matemática e às novas tecnologias. Problematização A problematização deve orientar o trabalho do professor, por isso precisa estar sempre inserida no processo de aprendiza- gem dos estudantes, que serão levados a desenvolver algum tipo de estratégia para resolver as situações apresentadas. Um problema não é traduzido por um enunciado contendo uma pergunta a ser respondida de uma única maneira; é uma situação que demanda a realização de ações ou operações para obter um resultado. Desse modo, a solução não está disponível de início, mas será possível construí-la. A discussão de procedimentos para a resolução de proble- mas, desde a leitura e análise cuidadosa da situação, até a elaboração de procedimentos que envolvem simulações, tentativas, hipóteses, é fundamental, especialmente quan- do os estudantes são orientados para comparar seus resul- MAT5ºANO–PROF.indd 12MAT5ºANO–PROF.indd 12 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 13 tados com os de colegas e para validar seus procedimentos e resultados. O problema se caracteriza quando é necessário que o aluno interprete o enunciado da questão proposta, estruture a situa- ção apresentada, encontre uma solução e verifique se ela é ade- quada/correta, ou não. É preciso, portanto, que ele desenvolva habilidades que lhe permitam provar os resultados, testar seus efeitos e comparar diferentes caminhos para obter a solução. Nessa forma de trabalho, a importância da resposta correta cede lugar à importância do processo de resolução e da cons- trução de argumentos matemáticos por parte dos estudantes. O fato de o aluno ser orientado para questionar a própria resposta, questionar o problema, transformar um dado pro- blema em uma fonte de novos problemas, formular outros com base em determinadas informações e analisar proble- mas abertos – que admitem diferentes respostas em função de certas condições – evidencia uma concepção de ensino e aprendizagem não pela mera reprodução de conhecimentos, mas pela via da ação refletida. Com tais características, a resolução de problemas não é uma atividade para ser desenvolvida em paralelo ou como aplicação da aprendizagem. Trata-se de uma orientação para a aprendizagem, pois proporciona o contexto em que se po- dem construir conceitos, procedimentos e argumentos que ampliem o conhecimento matemático. Uso de recursos didáticos Uma das propostas de maior consenso na atualidade, entre educadores, é a de que o ensino de Matemática possa aprovei- tar, ao máximo, os recursos didáticos e tecnológicos disponí- veis, para enriquecer o trabalho do professor e potencializar as aprendizagens dos estudantes. Nos últimos anos, a utilização de múltiplos recursos vem sen- do implementada pelos professores. Um exemplo é o trabalho MAT5ºANO–PROF.indd 13MAT5ºANO–PROF.indd 13 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    14 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP com a leitura de notícias de jornais e revistas e com livros paradidáticos, que proporcionam contextos significativos para a construção de ideias matemáticas e complementam o que foi produzido com o livro didático. Outro exemplo é o uso de calculadoras e computadores que, necessariamente, devem estar presentes nas salas de aula das novas gerações, tanto por sua ampla utilização pela sociedade como para melhorar a linguagem expressiva e comunicativa dos alunos. É interessante destacar que as experiências escolares com o computador também têm mostrado que seu uso efetivo pode levar ao estabelecimento de uma nova relação pro- fessor-estudante, marcada por maior proximidade, interação e colaboração. As pesquisas na internet permitem aos estudantes ter infor- mações sobre a história e sobre as personagens da Matemá- tica e revelam que foram uma criação coletiva humana. Eles aprendem que foram necessidades e preocupações de diferen- tes culturas, em diversos momentos históricos, que impulsio- naram o desenvolvimento dessa área de conhecimento. Quanto ao uso da calculadora, constata-se que é um recurso útil para verificação de resultados e correção de erros, podendo ser um valioso instrumento de autoavaliação. Além disso, ela favorece a busca e a percepção de regularidades matemáticas e o desenvolvimento de estratégias de resolução de situações- -problema, pois leva à descoberta de estratégias e à investi- gação de hipóteses, uma vez que os alunos ganham tempo na execuçãodoscálculos.Nomundoatual,saberfazercálculoscom lápis e papel é uma competência de importância relativa, que deve conviver com outras modalidades de cálculo, como o cál- culo mental e o produzido pelas calculadoras e as estimativas. Outros recursos utilizados em Matemática são aqueles que funcionam como ferramentas de visualização, ou seja, como imagens que por si mesmas possibilitam a compreensão ou demonstração de uma relação, regularidade ou propriedade. MAT5ºANO–PROF.indd 14MAT5ºANO–PROF.indd 14 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 15 A visualização e a leitura de informações gráficas em Matemá- tica são aspectos importantes, pois auxiliam a compreensão de conceitos e o desenvolvimento de capacidades de expres- são gráficas. Para complementar, destacamos que o material está acom- panhado por um DVD com dois vídeos: Edifícios paulistanos e Os números do Mercado Municipal. É fundamental que haja uma organização prévia para exibi-los aos alunos, e seria interessante solicitar a eles que anotem, enquanto assistem, o que consideram importante sobre os números apresentados para discussão posterior. O foco do primeiro vídeo é mostrado como reportagem e abor- da as formas de alguns dos edifícios paulistanos, que consti- tuem a paisagem da cidade, evidenciando as semelhanças e diferenças com as formas geométricas, como, por exemplo, a do hotel Unique, cuja arquitetura diferencia-se das demais por seu contorno similar ao de um barco, e a do edifício Copan, também com arquitetura arrojada. O vídeo pode ser útil ao professor como proposta para iniciar os conteúdos ou, ainda, no término da Unidade para retomar conceitos que não ficaram claros durante a abordagem usual, mas que se mostram naturalmente quando apresentados por meio do roteiro de reportagem. Além disso, permite aos alunos co- nhecer um pouco mais de nossa cidade. O segundo vídeo, Os números do Mercado Municipal, trata de uma visita ao Mercado Municipal de São Paulo a fim de ilustrar como são importantes no dia a dia as unidades de massa e o sistema monetário brasileiro. Deve-se discutir com os alunos para que servem esses números, como são uti- lizados, para reforçar o significado de cada um deles. Antes de assistirem ao vídeo, vale a pena destacar que o Mercado Municipal é um ponto histórico da cidade de São Paulo que reúne cultura e culinária, e ressaltar a quantidade de pessoas que passam pelo local todos os dias, questionando os alunos MAT5ºANO–PROF.indd 15MAT5ºANO–PROF.indd 15 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    16 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP se acham que esse valor é pouco ou muito. Um aspecto a ex- plorar é a forma como são comercializadas, por exemplo, de- terminadas frutas: em caixas, em bacias, ou ainda em peso, com a utilização da balança digital. Outro ponto a ser desta- cado é o boxe que vende amendoim; ali 1 kg custa R$ 10,00, mas, se a balança marcar 110 g, então o cliente deve pagar R$ 1,10. É possível discutir com os alunos quanto pagaria o cliente se quisesse comprar de kg de amendoim e quanto de kg representa em gramas. Pode-se perguntar, ainda, o que é mais usado como medida para comprar amendoim de kg ou 250 g. Outra opção para explorar os números apresentados e seus significados é o estande de lanche de mortadela, em que cada lanche é recheado com 300 g de mortadela. Com base nesse valor e nos demais mostrados no vídeo, podem-se explorar as unidades de medida de massa. A divisão da pizza ilustra a utilização no cotidiano da representação fracionária, uma vez que, conforme aparece no vídeo, a pizza pode ser comer- cializada em sua totalidade (um inteiro) ou em partes, como , ou , em que esta última representação diz respeito à relação parte e todo. Após a exibição do vídeo, os alunos podem ser convidados a realizar pesquisas sobre o uso dos números racionais, para ampliar seu conhecimento. Os vídeos auxiliam na abordagem dos assuntos tratados no material, indicando aos alunos a utilização cotidiana dos conteúdos matemáticos aprendidos na escola. Podem ser usados tanto para desencadear o tema a ser trabalhado ao longo da Unidade, como para sistematizar as aprendizagens. Dessa forma, ele poderá ser retomado várias vezes, conforme a necessidade do professor. É importante que, ao final da exibição do vídeo, os estudan- tes façam comentários e o professor sistematize os conheci- mentos veiculados. MAT5ºANO–PROF.indd 16MAT5ºANO–PROF.indd 16 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 17 Contextualização histórica e cultural Ao estudar as contribuições matemáticas de algumas cul- turas antigas, o aluno compreenderá que o avanço tecno- lógico de hoje não seria possível sem a herança cultural de gerações passadas. Embora a recomendação seja bastante óbvia, vale a pena res- saltar que, ao abordar aspectos históricos, não se tem como objetivo colocar a ênfase em fatos, datas e nomes e, muito menos, que eles sejam memorizados pelos estudantes e co- brados em avaliações. Fatos, datas e nomes aparecem nos textos para contextualizar o próprio processo de construção histórica das ideias e conceitos matemáticos. Também os jogos que fazem parte da cultura infantil e ju- venil podem contribuir para um trabalho de formação de atitudes – enfrentar desafios, lançar-se à busca de soluções, desenvolver a crítica, a intuição, a criação de estratégias e a possibilidade de alterá-las quando o resultado não for satis- fatório –, necessárias para a aprendizagem da Matemática. Além disso, na situação de jogo, muitas vezes, o critério de certo ou errado é decidido pelo grupo. Assim, a prática do debate possibilita o exercício da argumentação e a organi- zação do pensamento. 4. Orientações metodológicas e didáticas específicas O trabalho com números naturais e operações O trabalho com números e com o sistema de numeração deci- mal é realizado nas primeiras Unidades com o objetivo de sistematizar aprendizagens desse tema e também de ampliar a ordem de grandeza dos números, principalmente no que se refere à leitura, escrita e decomposição de números naturais. MAT5ºANO–PROF.indd 17MAT5ºANO–PROF.indd 17 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    18 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Com relação ao tema “operações com números naturais”, os problemas estão orientados para ampliar os significados rela- tivos ao campo aditivo e ao campo multiplicativo, conforme explicitam teorias como a dos campos conceituais, incorpo- rando também números de ordens de grandeza mais elevadas. Estudos recentes revelam que a dificuldade de um problema não está diretamente relacionada à operação requisitada para a solução e que nem sempre problemas que se resolvem por adição são mais fáceis para os alunos do que outros, que se resolvem por subtração. Os problemas aditivos e subtrativos não podem ser classificados separadamente, pois fazem parte de uma mesma família e mostram grande variedade de signifi- cados. Isso pode ser dito também em relação às operações de multiplicação e divisão. Os pressupostos teóricos fundamen- tam-se na teoria dos campos conceituais, desenvolvida pelo pesquisador francês Gérard Vergnaud. Na Unidade 1, os problemas são do campo aditivo e abordam os significados de composição, transformação e comparação. A variedade de problemas não pode ser restrita aos diferentes significados das operações. É importante que nos problemas propostos varie também a posição do termo do qual se pretende descobrirovalor.Emalgunscasos,osalunosdevemencontraro termo final, e em outros, os termos inicial ou intermediário. Os que envolvem a determinação do termo final, em resposta a perguntas como: qual é o total?, quanto gastou?, quanto fi- cou?, qual a diferença? etc., são de resolução mais fácil e, em geral, mais usados pelos professores e pelos livros didáticos. Os problemas em que os alunos devem apoiar-se no termo co- nhecido (inicial ou intermediário) e no termo final são mais complexos e devem ser trabalhados com frequência no 5o ano. Na Unidade 2, iniciam-se as atividades com as operações do campo multiplicativo. Exploram-se neste volume os significa- dos de razão, multiplicação comparativa, configuração retan- gular e combinatória. MAT5ºANO–PROF.indd 18MAT5ºANO–PROF.indd 18 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 19 Os quadros a seguir apresentam alguns problemas que exem- plificam um dos significados do campo aditivo e outro do campo multiplicativo. Eles podem ajudar na proposição de outros problemas. Cabe destacar que os nomes das dife- rentes categorias de problemas são recursos do professor para organizar seu trabalho, mas essa classificação não deve ser apresentada aos alunos. Problemas que envolvem o significado de composição Busca do estado final Busca dos estados intermediários • Em uma fábrica de chocolates há 257 chocolates amargos e 280 brancos. Quantos chocolates há nessa fábrica? • Em uma fábrica de chocolates há 537 chocolates, sendo 280 brancos e os demais amargos. Quantos são os chocolates amargos dessa fábrica? • Em uma fábrica de chocolates há 537 chocolates, sendo alguns brancos e 257 amargos. Quantos são os chocolates brancos dessa fábrica? Problemas que envolvem o significado de razão • Se um brinquedo custa R$ 14,00, quanto custam 4 brinquedos iguais a esse? • Se um brinquedo custa R$ 14,00, quantos brinquedos iguais a esse compro com R$ 56,00? • Se 4 brinquedos custam R$ 56,00, quanto custa 1 brinquedo igual a esse? • Se 4 brinquedos custam R$ 56,00, quanto custam 8 brinquedos iguais a esse? Além dos exercícios com as operações, o material explora e procura sistematizar os procedimentos de cálculo escri- to, partindo de alguns processos intermediários até chegar ao convencional. O cálculo mental é bastante evidenciado e solicita-se sempre que os alunos socializem suas resolu- ções com os colegas, uma vez que surgem métodos diferentes para cada situação. Esse momento de troca é bastante rico e contribui para a ampliação dos procedimentos de cálculo. Na multiplicação e na divisão há algumas propostas para ob- servação de regularidades como, por exemplo, multiplicações por 10, 100 e 1.000, ou multiplicação por 2, 4 e 8. Há ênfase à verificação de cálculo com uso da calculadora, bem como atividades que possibilitam ao aluno usar a relação entre di- videndo, divisor, quociente e resto. MAT5ºANO–PROF.indd 19MAT5ºANO–PROF.indd 19 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    20 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Dessa forma, o enfoque das operações com números naturais é bastante abrangente, configurando-se como eixo estrutura- dor para as quatro primeiras Unidades, em que as atividades foram elaboradas para fazer evoluir as concepções dos alunos sobre os significados das operações e sobre os procedimentos de cálculo. Compreender as quatro operações básicas envolve um complexo conjunto de conhecimentos relacionados aos problemas, aos recursos de cálculo e às escritas aritméticas. Esse processo demanda muitos anos de escolaridade e expe- riências com uma diversidade de problemas aditivos e mul- tiplicativos, abrangendo as diversas ideias das operações, os diferentes conjuntos numéricos, números de diversas grande- zas, diferentes contextos etc. O trabalho com os números racionais ApartirdaUnidade5,ofocoéotrabalhocomnúmerosracionais, tanto na representação decimal como na fracionária. Explo- ram-se situações cotidianas nas quais esses números apare- cem, como na comercialização de produtos de mercado, em que eles são representados na forma decimal, por exemplo, em balanças eletrônicas, e no sistema monetário brasileiro, que também usa os racionais na representação decimal. Realiza-se um trabalho com leitura e escrita desses números, ampliando o quadro de valor posicional com as ordens menores que a uni- dade (décimos, centésimos, milésimos), a fim de que os alunos compreendam as casas de centenas, dezenas e unidades das partes inteiras e não inteiras, e também são feitas compara- ções e ordenações entre os racionais na representação decimal. Depois, inicia-se o estudo da representação fracionária, em que os alunos são levados a refletir sobre diferentes significados, comorelaçãoparte-todo,razãoequociente(exploradapormeio da divisão de folhas de papel em partes iguais, mas de diversas formas). O documento Orientações curriculares e proposição de expectativas de aprendizagem para o Ciclo II – Matemática apre- senta atividades com números racionais, nas páginas 82 a 86. MAT5ºANO–PROF.indd 20MAT5ºANO–PROF.indd 20 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 21 Pesquisas revelam que um dos obstáculos dos números racio- nais é que existe mais de uma escrita numérica para repre- sentar o mesmo número, enquanto os números naturais são representados sempre pela mesma escrita numérica. Por esse motivo, trabalha-se com as duas representações (fracionária e decimal) em situações em que, por exemplo, se fala da com- pra de meio quilo de peixe e aparece na balança 0,500 kg, depois se apresenta a escrita fracionária e por fim se mos- tra a relação entre as duas escritas numéricas. O uso da cal- culadora auxilia os alunos a entender a conversão da repre- sentação fracionária para a decimal, como na atividade:  A professora ensinou também que é possível escrever as representações fracionárias na forma decimal, dividindo-se o numerador pelo denominador. Use essas informações e, com auxílio da calculadora, escreva para cada representação fracionária sua representação decimal: a) = d) = b) = e) = c) = Também se exploram os termos “denominador”, que deno- mina o número de partes, e “numerador”, que enumera a quantidade de partes escolhidas. Dessa forma, os alunos per- cebem que, entre frações de mesmo numerador, a de menor denominador é a maior. A localização de alguns números racionais na representação decimal na reta numérica leva os alunos a realizar compara- ções e tecer justificativas. Ao final, são trabalhadas as frações equivalentes, ou seja, aquelas que equivalem a um mesmo número racional, embo- ra apresentem números diferentes no numerador e no deno- minador. Essa noção é evidenciada quando, nas atividades, MAT5ºANO–PROF.indd 21MAT5ºANO–PROF.indd 21 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    22 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP solicita-se que os alunos dividam figuras em partes iguais e tomem partes dessas figuras, verificando que têm “o mesmo tamanho”, mas com representações fracionárias diferentes. O trabalho com operações envolvendo os números racionais As operações ganham destaque a partir da Unidade 6, em que se realizam operações de adição e subtração entre números racionais na representação decimal. Exploram-se os diferen- tes significados do campo aditivo estudados desde a Unida- de 1 com os números naturais. Os alunos são convidados a trabalhar tanto essas operações de forma convencional como por estimativa, comparando os racionais aos números intei- ros. Sugere-se que o professor amplie a lista de problemas com outros apresentados em livros didáticos, sempre procu- rando abordar todos os significados das operações de adição e subtração e ainda os diferentes posicionamentos do termo desconhecido, como termo final, inicial ou intermediário. Na Unidade 7, as operações aparecem por meio do trabalho com porcentagens de modo articulado com os números racio- nais, denotando que toda porcentagem pode ser escrita na forma fracionária ou decimal e que, quando se utiliza a por- centagem, isso quer dizer que um inteiro equivale a 100%, como na atividade:  Em 2007, a Cidade Ademar, bairro do município de São Paulo, era uma das regiões com maior porcentagem de domicílios sem ligação com a rede de esgoto. Se aproximadamente 63% dos domicílios tinham ligação com a rede de esgoto, qual o percentual de domicílios sem essa ligação? Represente a porcentagem na forma fracionária. Também são propostas a leitura e a interpretação de dados percentuais apresentados em tabelas e gráficos. Na Unidade 8, o eixo operações trabalha a ideia de probabi- lidade e de combinação de objetos. Para isso, exploram-se MAT5ºANO–PROF.indd 22MAT5ºANO–PROF.indd 22 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 23 situações-problema em que são trabalhados não somente procedimentos, mas também a justificativa dos procedimen- tos adotados para resolução. A noção de combinatória tem sido desenvolvida desde os anos iniciais, mas é intensificada no 5o . A hipótese dos alu- nos é que basta combinar aquilo de que gostam. Portanto, a ideia de que precisam combinar todos os elementos de dado conjunto com todos os elementos do outro não é intuitiva; tem de ser desenvolvida. A seguir, apresentam-se algumas situações-problema do co- tidiano envolvendo o campo aditivo com números racionais na escrita decimal que podem ser exploradas em sala de aula: 1. José tinha R$ 15,20 e ganhou de seu tio R$ 9,50. Com quanto ficou agora? 2. Há dois anos Priscila media 1,57 m de altura. Nesse perío- do, cresceu 0,18 m. Qual é sua altura agora? 3. Dei R$ 25,00 para pagar uma conta no valor de R$ 12,75. Quanto recebi de troco? 4. Uma peça de fita tem 26,80 m e outra, 12,50 m. Quantos metros de fita têm as duas peças juntas? 5. Mariana pesava 55,800 kg e em um mês perdeu 1,200 kg. Quanto ela pesa agora? 6. Pedro mede 1,58 m e Mariana mede 0,15 m a menos que ele. Qual é a medida de Mariana? 7. Marcos mede 0,12 m a mais que Paulo. Se Marcos mede 1,67 m, quanto mede Paulo? 8. Uma peça de fita verde tem 0,15 m a menos que a peça de fita azul. Se a peça de fita verde tem 15,50 m, quantos metros tem a peça de fita azul? 9. Cibele mede 1,47 m de altura e Solange, 1,52 m. Qual é a diferença entre as medidas das alturas das duas meninas? 10. Leandro cresceu 0,15 m em dois anos. Se atualmente ele mede 1,67 m, quanto media dois anos atrás? MAT5ºANO–PROF.indd 23MAT5ºANO–PROF.indd 23 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    24 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP O trabalho com espaço e forma A abordagem envolvendo o eixo “espaço e forma” está vol- tada para a localização espacial e para o reconhecimento de formas geométricas tridimensionais existentes em nosso co- tidiano, apresentadas, primeiramente, para que o aluno as reconheça de modo global e, depois, sistematize algumas de suas características. Inicia-se o trabalho com atividades de descrição e de repre- sentação, partindo do mesmo espaço, como, por exemplo, o quarteirão da escola, fazendo uso dos pontos de referência. Pode ser interessante propor, antes, atividades em que os alunos percorram primeiro o caminho. No entanto, para que eles avancem nesses conhecimentos, é necessário desenvol- ver a capacidade de deslocar-se mentalmente e de pensar o espaço de diferentes pontos de vista. Essa evolução se dá com a resolução de problemas que incluam representações gráficas e descrições, tanto orais como gráficas (desenhos e esquemas) e escritas. A representação é apenas um modelo que possibilita tomar decisões e antecipar ações. Ao solu- cionarem problemas que envolvem produzir ou interpretar informações para localizar objetos em determinado espaço, os alunos podem avançar de modo progressivo no domínio de um vocabulário específico que leva a uma localização mais ajustada. Na Unidade 2, começa o trabalho com formas geométricas tridimensionais – poliedros e corpos redondos –, sempre com base em formas de construções humanas, usando até a arqui- tetura da cidade, a fim de aproveitar o que o aluno conhece e o que está presente em seu cotidiano. As formas tridimensionais envolvem três dimensões – com- primento, altura e largura – e podem ser ocas ou não. Quando não são ocas, são conhecidas como sólidos geomé- tricos, entre os quais se destacam os poliedros e os corpos redondos. MAT5ºANO–PROF.indd 24MAT5ºANO–PROF.indd 24 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 25 Para que os alunos possam conhecer melhor as formas geomé- tricas tridimensionais e avançar na análise de suas caracte- rísticas, foram propostas atividades para explorar, reco- nhecer e usar características dessas formas com a finalidade de diferenciar umas das outras, para esboçar construções e estabelecer relações entre diferentes formas geométricas e entre formas geométricas espaciais e as planificações de suas superfícies. Quando os alunos fazem o esboço de formas geométricas, uti- lizam de maneira explícita ou implícita alguns conhecimentos de características dessas formas e de relações que existem entre seus elementos. Por sua vez, as atividades de constru- ção de esboços de formas geométricas possibilitam que os estudantes avancem em sua análise. Os elementos como vértices, faces e arestas de prismas e pirâmides e as relações entre os números desses elementos e o polígono da base são explorados, além do trabalho de planificação de prismas e pirâmides. A seguinte atividade ilustra isso:  Desenhe o esboço da pirâmide de cada planificação: desenho desenho planificação 1 planificação 3 planificação 2 planificação 4 Nas Unidades 6 e 7, o eixo espaço e forma é ampliado com a identificação de semelhanças e diferenças entre polígonos levando em conta o número de lados e de ângulos. Esse tra- MAT5ºANO–PROF.indd 25MAT5ºANO–PROF.indd 25 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    26 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP balho é desenvolvido por meio de observação de figuras e reconhecimento de suas características e de desenhos em malha quadriculada, incluindo a nomenclatura de polígonos regulares e sua classificação segundo o número de lados e de ângulos internos. Enfatizam-se a composição e a decomposição de formas geo- métricas planas, permitindo que os alunos compreendam que qualquer região poligonal pode ser composta ou decomposta em regiões triangulares. Também se exploram a ampliação e a redução de formas geométricas planas em malha quadricu- lada. Desse modo, os alunos têm de contar os quadradinhos da malha para fazer a reconfiguração da figura e refletir sobre o aumento ou diminuição de seu tamanho, de acordo com a alteração da malha. O trabalho com grandezas e medidas Com relação ao tema “grandezas e medidas”, o trabalho en- volve situações-problema que exploram questões de tempo, temperatura e o sistema monetário brasileiro. Para as atividades relacionadas à noção de tempo, procura- mos evidenciar questões com a localização temporal, como a relação entre dia, mês e ano, considerando transformações de dias em meses, com saldo de dias, ou de meses em anos, com saldo de meses. O professor pode propor atividades em que os enunciados oferecem informação sobre o horário de início e de término de um evento e o aluno deve calcular o tempo de duração; ou informam o horário de término e o tempo de duração e o aluno calcula o horário de início do evento; ou ainda indicam o horário inicial e o tempo de duração e o aluno calcula o horário de término. A noção de temperatura foi abordada por uma situação-proble- ma usando a temperatura do corpo humano e por questões re- lativas à previsão do tempo. As atividades sobre o sistema mo- MAT5ºANO–PROF.indd 26MAT5ºANO–PROF.indd 26 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 27 netário brasileiro trabalham com as operações e com a escrita decimal dos valores. A atividade abaixo ilustra o que foi dito:  Os termômetros abaixo indicam a temperatura de Paulo e de Carina. temperatura de Paulo temperatura de Carina Complete a tabela abaixo, com a temperatura de: Paulo Carina Qual dos dois está com a temperatura normal? Qual é a diferença de temperatura entre Paulo e Carina? A partir da Unidade 5, o trabalho é feito com unidades usuais de massa, comprimento e capacidade e articula-se com o estudo dos números racionais nas representações decimal e fracionária por meio da leitura e escrita de tais grandezas na resolução de situações-problema presentes no cotidiano, como o valor de massa expresso nas embalagens de alimentos e produtos em mercados. Propõe-se também uma pesquisa das unidades de medida de comprimento que se baseiam em partes do corpo, como passo, palmo, cúbito etc. As unidades usuais de capacidade são exploradas com base em referências que os alunos conhecem, como garrafas e copos. O trabalho realizado tanto com medidas usadas ao longo da história como com unidades não convencionais utilizadas na vivência dos alunos, como as citadas, permite-lhes perceber a necessidade da uniformização das unidades de medida. São introduzidas as ideias de perímetro e área, com a utili- zação da malha quadriculada. Na Unidade 7, a noção de área IVANCARNEIRO MAT5ºANO–PROF.indd 27MAT5ºANO–PROF.indd 27 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    28 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP de uma superfície encontra-se associada ao procedimento de contagem. Na Unidade 8, é ampliada por meio de atividades que envolvem superfícies poligonais, especialmente quadra- das e retangulares, desenhadas em malha quadriculada e, em seguida, as mesmas superfícies desenhadas sem malha quadriculada, para que os alunos compreendam que, na au- sência dela, a área de uma superfície quadrangular pode ser calculada multiplicando dois de seus lados não paralelos. Na Unidade 8, também se trabalham as noções de unidades usuais de medida de superfície, como metro quadrado (m²), centímetro quadrado (cm²) e quilômetro quadrado (km²), e algumas relações entre elas. O trabalho com tratamento da informação Gráficos e tabelas são estudados no material. O gráfico ex- pressa informações por meio de linhas ou de áreas coloridas e as tabelas apresentam dados numéricos e informações escri- tas, distribuídos em linhas e colunas que se relacionam entre si. O uso desses recursos depende dos tipos de informações. As tabelas contêm, em geral, valores exatos. Os gráficos não favorecem a identificação de valores exatos porque utilizam escalas, valores aproximados, e possibilitam analisar as rela- ções entre dados. As atividades que tratam desse tema propõem a leitura e interpretação de dados em tabelas simples e avançam para a interpretação de dados em tabelas de dupla entrada. Na sequência há atividades que possibilitam a leitura e interpre- tação de dados inseridos em gráficos de colunas e de barras. Outras atividades com uso de gráficos e tabelas podem ser propostas. Ao planejar uma atividade, deve-se ter em mente os graus de complexidade de uma tabela ou de um gráfico. As últimas Unidades visam a aprofundar a noção dos alunos sobre a leitura e construção de gráficos e tabelas, eviden- ciando elementos típicos de um gráfico, entre eles legenda, MAT5ºANO–PROF.indd 28MAT5ºANO–PROF.indd 28 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 29 título e fonte, bem como a utilização de determinado tipo de gráfico para cada situação. Na Unidade 6, explora-se a leitura de gráficos de linha com dados de situações cotidianas, possibilitando aos alunos o entendimento das informações apresentadas. Na Unidade 7, estudam-se a leitura de gráficos de setores e suas especificidades. Os alunos são levados a entender o que deve ser utilizado nos casos com porcentagens que totalizam um valor de 100%. A Unidade 8 propõe aos alunos que, com base nos conheci- mentos adquiridos, construam tabelas e gráficos. 5. Os Cadernos de apoio e o planejamento do professor Planejar é preciso Uma das características dos Cadernos de apoio e aprendiza- gem é a explicitação da relação entre as diferentes atividades e as expectativas de aprendizagem que se pretende alcançar. Essa explicitação é fundamental para que o professor, saben- do aonde quer chegar, planeje o desenvolvimento de cada atividade ou sequência de atividades, buscando coerência en- tre o que deseja atingir e o que de fato acontece na sala de aula, introduzindo ajustes necessários. O planejamento deve ser sempre flexível, o que não se confun- de com improvisações ou falta de organização. É preciso levar em conta as possibilidades de aprendizagem dos estudantes, seus conhecimentos prévios e suas hipóteses sobre os con- ceitos e procedimentos estudados, bem como as estratégias pessoais. Apenas tendo clareza sobre as expectativas de aprendizagem o professor pode reorientar as atividades sem perder aspectos importantes como a continuidade e o pro- gresso na construção dos conhecimentos. O planejamento faz MAT5ºANO–PROF.indd 29MAT5ºANO–PROF.indd 29 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    30 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP parte de todo o desenvolvimento das atividades propostas e inclui a elaboração de outras que surgirão em decorrência das necessidades específicas de aprendizagem dos alunos e de seus interesses. O professor pode enriquecer seu planejamento discutindo com seus pares, em um processo colaborativo de troca de saberes e de experiências. Planejar de acordo com o tempo didático A organização do trabalho permite usar melhor o tempo didático e oferecer situações significativas que favoreçam a aprendizagem. Por isso, é importante ressaltar que organizar a rotina implica tomar decisões acerca do uso inteligente do tempo de aprendizagem, o que é diferente da distribui- ção simples e despretensiosa das atividades em determinado período. A organização do tempo é necessária para a aprendizagem não só dos alunos, mas também do professor, especialmente no que se refere à gestão de sala de aula. Essa é uma apren- dizagem constante, pois, a cada nova turma, novos desa- fios são colocados. O que o professor aprendeu sobre gestão de sala de aula com um grupo de estudantes nem sempre é transferível para outro. O tempo dedicado às aulas de Matemática deve ser observa- do de forma criteriosa. A organização desse trabalho exige levar em conta a natureza das atividades e pensar em tem- pos maiores (como aulas duplas) para ocasiões em que estão previstas sequências de atividades mais longas, por exemplo. Outro aspecto importante é o planejamento do uso do Cader- no e de outros materiais ao longo de uma semana. No 5o ano, é aconselhável que a rotina semanal contemple algumas situações didáticas permanentes e de sistematiza- ção, que podem ser desenvolvidas por meio das atividades sequenciais propostas no Caderno de apoio. O intuito é que MAT5ºANO–PROF.indd 30MAT5ºANO–PROF.indd 30 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 31 o uso do material seja articulado ao planejamento e à rotina do professor. O quadro a seguir apresenta uma possibilidade de organiza- ção e rotina de atividades da Unidade 5 para a primeira sema- na do mês. Ao planejar a sequência de atividades, é preciso ter bem definidas quais delas serão permanentes, quais serão sequenciais e de sistematização. Segunda-feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira Atividade ocasional: • Introdução da abertura da Unidade – Exploração do Mercado Municipal Atividade sequencial: • Uma visita ao Mercado Municipal Atividade sequencial: • Uma barraca de frutas do Mercadão – Exploração de leitura de outros valores monetários. Atividade de sistematização: • Leitura de números racionais escritos na forma decimal. Atividade sequencial: • Uma barraca de legumes – Exploração de outras situações em que é possível comparar números racionais escritos na forma decimal. Atividade de sistematização: • Comparação e ordenação de números racionais escritos na forma decimal. Planejar de acordo com a organização da sala Outroaspectoimportantedoplanejamentodoprofessordizres- peito à organização da classe para o desenvolvimento de cada atividade: diversificar agrupamentos em duplas, trios, realizar trabalhos individuais. Sabe-se da potencialidade das ativida- des em grupo pela interação que promovem entre os estudan- tes, que podem aprender uns com os outros, mas é necessário que o professor acompanhe o trabalho de cada agrupamento levando os alunos a expor suas conclusões e a tomar decisões e dando informações/explicações que julgar necessárias. No entanto, em alguns momentos também é importante a reali- zação de atividades individuais para que se analise a autono- mia de cada estudante, sua iniciativa para resolver problemas. Planejar de acordo com as diferentes modalidades organizativas Ainda sobre o planejamento para uso do Caderno, é importante que o professor se organize para explorar várias modalidades MAT5ºANO–PROF.indd 31MAT5ºANO–PROF.indd 31 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    32 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP organizativas. As sequências de atividades de cada Unida- de são um conjunto articulado de situações de aprendiza- gem, com objetivos e conteúdos bem definidos, que incluem problemas e exercícios orais e escritos, uso de jogos, de mate- riais, entre outras propostas para as quais é preciso definir os modos de realização. Também é fundamental planejar atividades permanentes, ou seja, aquelas que se repetem de forma sistemática. Elas possibilitam o contato intenso com um tipo específico de atividade em cada ano da escolaridade e são particularmente apropriadas para comunicar certos aspectos atitudinais em relação à Matemática. As atividades permanentes são, ainda, adequadas para cumprir outro objetivo didático: o de favore- cer a aproximação dos estudantes com textos que não leriam por si mesmos ou com a resolução de problemas do dia a dia que podem ser trazidos, a princípio, pelo professor e, depois, pelos próprios alunos. As atividades de cálculo mental certa- mente podem ser incluídas nessa modalidade de organização do trabalho escolar. Contudo, também deve ser reservado tempo para ativida- des ocasionais, que podem ser motivadas por um assunto de repercussão na mídia que tenha interesse para os alunos cuja compreensão exija algum conteúdo matemático. Não há sentido em não tratar do assunto pelo fato de não ter relação com o que se está fazendo no momento, e a organização de uma situação ocasional se justifica. Acompanhamento e avaliação das aprendizagens Se já são visíveis os avanços de natureza metodológica em parte significativa dos trabalhos realizados durante as aulas de Matemática, é verdade também que é preciso aprofundar as discussões e modificar as práticas de avaliação. Ideias anti- gas predominam na avaliação em Matemática, valorizando a memorização de regras e procedimentos e deixando de lado, MAT5ºANO–PROF.indd 32MAT5ºANO–PROF.indd 32 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 33 muitas vezes, a compreensão de conceitos, a criatividade nas soluções, as possibilidades de enfrentar situações-problema e resolvê-las. Assim sendo, em uma proposta que contempla uma varie- dade de situações de aprendizagem – resolução de proble- mas, recurso à história da Matemática, uso de recursos tecnológicos, desenvolvimento de projetos de trabalho, estabelecimento de conexões com outras áreas de conheci- mento –, não faz sentido manter uma concepção de avalia- ção incoerente com novos objetivos e com novas abordagens do conhecimento matemático. Aavaliaçãotemafunçãodeforneceraosestudanteseprofessores informações sobre o desenvolvimento das capacidades e com- petências exigidas socialmente, bem como auxiliar os professo- res a identificar os objetivos atingidos, com vistas a reconhecer a capacidade matemática dos alunos, para que possam inserir- -se no mercado de trabalho e participar da vida sociocultural. Cabe também à avaliação informar como está ocorrendo a aprendizagem: os conhecimentos adquiridos, os raciocínios desenvolvidos, os hábitos e valores incorporados, o domínio de certas estratégias, para que o professor possa propor re- visões e reelaborações de conceitos e procedimentos ainda parcialmente consolidados. Se os conteúdos estão dimensionados em conceitos, proce- dimentos e atitudes, cada uma dessas dimensões pode ser avaliada por diferentes estratégias. A avaliação de conceitos é feita por meio de atividades voltadas à compreensão de definições, ao reconhecimento de hierarquias, ao estabele- cimento de relações e de critérios para fazer classificações e também à resolução de situações de aplicação envolvendo conceitos. A avaliação de procedimentos implica reconhe- cer como eles são construídos e utilizados. A avaliação de atitudes pode ser feita pela observação do professor e pela realização de autoavaliações. MAT5ºANO–PROF.indd 33MAT5ºANO–PROF.indd 33 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    34 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Embora a avaliação esteja intimamente relacionada aos obje- tivos visados, estes nem sempre se realizam plenamente para todos os estudantes. Por isso, critérios de avaliação devem ser elaborados com a função de indicar as expectativas de aprendizagem possíveis de serem desenvolvidas pelos estu- dantes, ao final de cada ciclo. Alguns procedimentos para coletar dados Para acompanhamento sistemático do trabalho desenvolvido, as últimas páginas de cada Unidade são destinadas à ava- liação individual dos alunos. As atividades da seção “Agora, é com você” foram elaboradas com base nas expectativas desenvolvidas ao longo das Unidades. Além de servirem de instrumento para a avaliação das aprendizagens e como pon- to de partida para reorganizar o trabalho pedagógico, elas devem ser realizadas individualmente pelos alunos, com o mínimo de interferência do professor. A proposta é que esse não seja o único instrumento de ava- liação, mas que o professor estabeleça, durante o desenvol- vimento das Unidades, outros critérios e indicadores para avaliar o processo de ensino e aprendizagem. As fichas e os mapeamentos individuais são instrumentos alternativos que asseguram o acompanhamento sistemático das expectativas de aprendizagem e dos blocos de conteúdos. Com o modelo de mapeamento por Unidade sugerido a seguir, o professor poderá acompanhar o desempenho de cada aluno no decorrer das Unidades, o que contribuirá para tomadas de decisões mais precisas na organização do tempo didá- tico. Analisando o modelo, podemos perceber que algumas expectativas da Unidade 1 são retomadas na 2. O aluno 1, por exemplo, não atingiu duas das expectativas da primeira Unidade, mas na segunda já podemos perceber sua superação atingindo o esperado. MAT5ºANO–PROF.indd 34MAT5ºANO–PROF.indd 34 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 35 Legenda: S = sim; P = parcialmente; N = não. Expectativas de aprendizagem Alunos Unidade 1 1 2 3 4 5 6 7 8... Ler e escrever números pela compreensão das características do sistema de numeração decimal. S Comparar e ordenar números. (em ordem crescente e decrescente). P Analisar, interpretar e resolver situações-problema, envolvendo adição e subtração. N Estabelecer relação entre unidades de tempo – dia, semana, mês, bimestre, semestre, ano – e utilizar calendários e fazer leitura de horas. N Interpretar a localização de um objeto ou pessoa no espaço pela análise de maquetes, esboços, croquis. S Unidade 2 1 2 3 4 5 6 7 8... Interpretar a movimentação de um objeto ou pessoa no espaço pela análise de maquetes, esboços, croquis. S Estabelecer relação entre unidades de tempo – dia, semana, mês, bimestre, semestre, ano – e utilizar calendários e fazer leitura de horas. S Analisar, interpretar e resolver situações-problema, envolvendo adição e subtração. S Utilizar procedimentos pessoais como a decomposição das escritas numéricas para a realização do cálculo de adições e analisar e validar (ou não) resultados obtidos por estratégias pessoais de cálculo de adição. P MAT5ºANO–PROF.indd 35MAT5ºANO–PROF.indd 35 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 37 Referências bibliográficas ABELLÓ, Frederic U. Aritmetica y calculadoras. Madri: Sintesis, 1989 (Coleção Matemáticas: cultura y aprendizaje). ABRANTES, P. Um (bom) problema (não) é (só)... Educação e Matemáti- ca, Lisboa, n. 8, p. 7-10, 1988. BALLONGA, Pep Pérez. Matemática. In: ZABALA, Antoni (Org.). Como tra- balhar os conteúdos procedimentais em aula. Porto Alegre: Artmed, 1999. BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: 1o e 2o ciclos do Ensino Fundamental. Brasília (DF), 1997. BRISSIAUD, R. Como as crianças aprendem a calcular. Lisboa: Instituto Piaget, 1995. CARAÇA, B. J. Conceitos fundamentais da Matemática. Lisboa: Gradiva, 2003. CLEMENTS, M. A.; DELCAMPO, G. How natural is fraction knowledge? 6o ICME – International Congress on Mathematical Education. Bu- dapeste, 1989. CURI, E. A Matemática e os professores dos anos iniciais. São Paulo: Musa, 2005. . Conhecimentos prévios de alunos de 4a série: uma contri- buição para o trabalho com o tratamento da informação no Ensino Fundamental. Educação Matemática em Revista, São Paulo, SBEM, n. 15, p. 47-55, 2003. DOUADY, R. Ingénierie didactique. Recherches en Didactiques des Mathé- matiques, Grenoble, La Pensée Sauvage, v. 1, n. 1, 1988. ; PERRIN-GLORIAN, M. J. Un processus d’apprentissage du con- cept d’aire de surface plane. Educational Studies in Mathematics, v. 20, n. 4, p. 387-424, 1989. FAYOL, M. A criança e o número: da contagem à resolução de proble- mas. Porto Alegre: Artmed, 1996. FONSECA, M. C. et al. O ensino de geometria na escola fundamental. Belo Horizonte: Autêntica, 2001. FRANCHI, A. Considerações sobre a teoria dos campos conceituais. In: MACHADO, Sílvia D. A. et al. Educação matemática: uma introdução. São Paulo: Educ, 1999, p. 155-195. GÓMEZ, Carlos M. Enseñanza de la multiplicación y división. Madri: Sintesis, 1991. GRANDO, R. C.; TORICELLI, L.; NACARATO, A. M. De professora para profes- sora: conversas sobre a iniciação matemática. São Carlos: Pedro e João Editores, 2008. MAT5ºANO–PROF.indd 37MAT5ºANO–PROF.indd 37 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    38 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP HUETE, J. C. Sanches; BRAVO, J. A. Fernandez. O ensino da Matemática. Tradução de Ernani Rosa. Porto Alegre: Artmed, 2007. INSTITUT NATIONAL DE RECHERCHE PÉDAGOGIQUE. À descoberta dos núme- ros: contar, cantar e calcular. Tradução de Mario Pinto. Porto: Asa Editora, 1995. KRULIK, S.; REYS, R. E. A resolução de problemas na Matemática escolar. São Paulo: Atual, 1997. LERNER, D. A Matemática na escola: aqui e agora. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 1995. ; SADOVSKY, P. Didática da Matemática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994. LOPES, C. A. E. O conhecimento profissional dos professores e suas rela- ções com estatística e probabilidade na Educação Infantil. Tese (Doutorado) – Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2003. LORENZATO, S. Por que não ensinar Geometria? Educação Matemática em Revista, São Paulo, SBEM, n. 4, p. 3-13, 1995. MIGUEL, A.; MIORIM, M. A. O ensino de Matemática no Primeiro Grau. São Paulo: Atual, 1996. NASSER, Lílian et al. Geometria segundo a teoria de Van Hiele. 3. ed. Rio de Janeiro: Instituto de Matemática/UFRJ, 2000 (Projeto Fundão). NUNES, T.; BRYANT, P. Crianças fazendo Matemática. Porto Alegre: Art- med, 1997. ONUCHIC, L. R. Ensino-aprendizagem de Matemática através da resolu- ção de problemas. In: BICUDO, M. A. V. Pesquisa em educação mate- mática: concepções & perspectivas. São Paulo: Editora da Unesp, 1999, p. 199-218. PAVANELLO, R. M. Matemática das séries iniciais do Ensino Fundamental: a pesquisa e a sala de aula. São Paulo: SBEM, 2005. . O abandono do ensino de Geometria no Brasil: causas e consequências. Zetetiké, ano I, n. 1, mar. 1993. PIRES, C. M. C.; CURI, E.; CAMPOS, T. M. M. Currículos de Matemática: da organização linear à ideia de rede. São Paulo: FTD, 2000. PIRES, C. M. C.; CURI, E.; CAMPOS, T. M. M. Espaço e forma: a construção de noções geométricas pelas crianças das quatro séries iniciais do Ensino Fundamental. São Paulo: Proem, 2001. PIRES, C. M. C.; SANTOS, V. M. Aprender matemática no Ensino Funda- mental. In: Educação: fazer e aprender na cidade de São Paulo. São Paulo: Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, 2008. POLYA,G.Aartederesolverproblemas.RiodeJaneiro:Interciência,1995. POZZO, J. I. (Org.). A solução de problemas. Aprender a resolver proble- mas e resolver problemas para aprender. Porto Alegre: Artmed, 1998. MAT5ºANO–PROF.indd 38MAT5ºANO–PROF.indd 38 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 39 ROGALSKI, J. Acquisition de notions relatives à la dimensionalité des mesures spatiales (longueur, surface). Recherches en Didactique des Mathématiques, Grenoble, La Pensée Sauvage, v. 3, n. 3, 1982. STRUIK, Dirk J. História concisa da Matemática. Lisboa: Gradiva, 1989. VELOSO, João; PONTE, João Pedro da. Ensino de Geometria no virar do milênio. Lisboa: Departamento de Educação – Faculdade de Ciên- cias/Universidade de Lisboa, 1999. VERGNAUD, G. La théorie de champs conceptuels. Recherches en Didacti- que de Mathématiques, Grenoble, La Pensée Sauvage, v. 10, n. 2-3, p. 133-170, 1990. ZUFFI, E. M.; FELICIANO, L. F. Uma sequência didática com uso de história da Matemática: o método de multiplicação e divisão egípcio. Revista de Educação Matemática, São Paulo, ano 9, n. 9-10, p. 55-60, 2005. MAT5ºANO–PROF.indd 39MAT5ºANO–PROF.indd 39 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 43 cidade afixado na sala de aula. Veja se conhecem algum bairro e se sabem localizá-lo no mapa. Se a escola está situada na região norte ou sul etc. Para a aula seguinte, você pode pedir uma pesquisa sobre a or- ganização da cidade em subpre- feituras e subdistritos, para ser socializada com a classe. Converse com os alunos sobre os bairros de São Paulo: quais co- nhecem, o que tem de interes- sante neles etc. e se sabem em que bairro moram e a que região ele pertence. Comente que São Paulo é uma cidade muito grande e, para facilitar a administração, foi dividida em subprefeituras. Peça que observem o mapa da •M1 Compreender e utilizar as regras do sistema de numeração decimal, para leitura e escrita, comparação, ordenação e arredondamento de números naturais de qualquer ordem de grandeza. •M7 Analisar, interpretar, formular e resolver situações-problema compreendendo diferentes significados das operações envolvendo números naturais. •M8 Resolver adições com números naturais por meio de estratégias pessoais e do uso de técnicas operatórias convencionais, cálculo mental e da calculadora e usar estratégias de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora. •M17 Descrever, interpretar e representar por meio de desenhos a localização ou a movimentação de uma pessoa ou um objeto. Material necessário para o desenvolvimento da Unidade: uma calculadora para cada grupo um mapa do município de São Paulo com seus subdistritos, para afixar na classe Resposta pessoal MAT5ºANO–PROF.indd 43MAT5ºANO–PROF.indd 43 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    44 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Na atividade 2, peça a alguns alunos que leiam em voz alta os números que aparecem na infor- mação. Socialize as respostas, verificando as escritas numéricas por extenso, conversando sobre erros e acertos. Na atividade 3, pergunte se sa- bem qual é a população de seu bairro. Informe que a Secretaria de Planejamento da Prefeitura Municipal de São Paulo divulga anualmente a população estimada de cada bairro e peça-lhes que pesquisem o subdistrito onde mo- ram e sua população. Numa roda de conversa, retome a pesquisa feita pelos alunos e fale sobre a cidade, suas regiões e seus bairros. Na atividade 1, peça a um aluno que leia o texto e o enunciado e verifique se a classe responde que o bairro mais populoso é Belém e como justifica a resposta. •Compreender e utilizar as regras do sistema de numeração decimal, para leitura e escrita, comparação, ordenação e arredondamento de números naturais de qualquer ordem de grandeza. Belém Uma resposta possível: todos os números têm o mesmo número de algarismos, e o maior número é o que começa pelo maior algarismo. Quinze mil, setecentos e dezesseis15.716 28.004 41.459 Vinte e oito mil e quatro Quarenta e um mil, quatrocentos e cinquenta e nove MAT5ºANO–PROF.indd 44MAT5ºANO–PROF.indd 44 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 45 número de ordens, basta observar o primeiro algarismo de maior ordem. No item b, promova uma discussão com a classe e organize um texto coletivo sobre o assunto. Deve fi- car claro para os alunos que: • ordem é a posição que cada alga- rismo pode ocupar em um núme- ro, e as ordens se organizam da direita para a esquerda, a partir da classe das unidades simples; • classe é um grupo de três ordens e, também da direita para a esquerda, são chamadas classe das unidades simples, dos milhares, dos milhões, dos bilhões etc. • Nos itens c e d, peça aos alu- nos que voltem ao quadro para responder às questões. No item a da atividade 1, peça aos alunos que leiam o enuncia- do e analisem o quadro. Pergunte como fizeram para saber quantas ordens e classes têm os números que escreveram. Peça a alguns que façam uma lei- tura oral desses números. Explore o fato de que, para com- parar números que têm o mesmo •Compreender e utilizar as regras do sistema de numeração decimal, para leitura e escrita, comparação, ordenação e arredondamento de números naturais de qualquer ordem de grandeza. 2 4 8 1 0 4 0 5 4 9 Há 5 ordens e 2 classes. Resposta pessoal Têm 5 ordens e 2 classes. 98.765 99.999 MAT5ºANO–PROF.indd 45MAT5ºANO–PROF.indd 45 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    46 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP e, se não arredondarem os núme- ros para compará-los, você pode sugerir que o façam: basta com- parar 79.000, 62.000 e 86.000. Na atividade 2, peça a alguns alunos que leiam os números pro- postos e dê outros exemplos de números para eles identificarem o maior e o menor. Caso algum gru- po tenha escrito os números de forma não convencional, retome a escrita numérica. Na atividade 3, cada grupo deve discutir como fez a comparação entre os números. Socialize as respostas. Comente com os alunos que nesta atividade vão aprender mais sobre a população de outros subdistri- tos. Peça-lhes que leiam o texto e respondam os itens a, b e c da atividade 1, discutindo em grupo como procederam. Depois, cada grupo explicará seus procedimen- tos. Explore os mais interessantes •Compreender e utilizar as regras do sistema de numeração decimal, para leitura e escrita, comparação, ordenação e arredondamento de números naturais de qualquer ordem de grandeza. 86.615 (Água Rasa) 62.656 (Moóca) Resposta possível: como todos os números têm o mesmo número de algarismos, o maior é o que começa com o maior algarismo, e o menor é o que começa com o menor algarismo. 51.519 (menor) 53.608 52.760 Resposta possível: todos os números têm o mesmo número de algarismos, mas como todos começam com 5, para descobrir o menor, comparei os algarismos da ordem da unidade de milhar, e o menor é 1. Então, o menor número é 51.519. MAT5ºANO–PROF.indd 46MAT5ºANO–PROF.indd 46 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 47 Na atividade 1, pergunte qual é o maior e o menor número da lista, para orientá-los na escrita em or- dem decrescente. Na atividade 2, pergunte qual é o menor e o maior número da lista, para orientá-los na escrita em ordem crescente. Se for o caso, apresente outras lis- tas de números para os alunos or- denarem. Faça essa atividade oral- mente e anote na lousa algumas situações propostas pelos alunos. Depois, diga-lhes que copiem aquela de que mais gostaram. O objetivo da atividade 3 é com- parar números e usar o símbolo adequado. Pergunte se os alunos sabem o que significa ordem crescente e ordem decrescente e se conhecem algum símbolo matemático que indique que um número é maior ou menor que outro. Conte que esses símbolos são usados para facilitar a comunicação. •Compreender e utilizar as regras do sistema de numeração decimal, para leitura e escrita, comparação, ordenação e arredondamento de números naturais de qualquer ordem de grandeza. 9.350 > > > < > < > < < < > <3.105 9.208 3.207 7.001 7.003 5.873 8.450 5.307 8.913 MAT5ºANO–PROF.indd 47MAT5ºANO–PROF.indd 47 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    48 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Na atividade 2, verifique como justificam a resposta e se usam a decomposição do número. Podem surgir várias respostas. Por exem- plo, o número 100 pode ser escrito como 10 + 10 + ... + 10 e outras composições mais longas. Na atividade 3, veja como eles procedem e socialize as respostas. Na questão 4, dite os números 11.001, 11.010, 11.100 e 11.110 e verifique as diferentes escritas que surgirem. Essa é uma boa oportunidade para discutir o va- lor posicional. Antes de começar, oriente os alu- nos a explorar a calculadora, su- gerindo que digitem alguns alga- rismos e vejam o número formado. Na atividade 1, peça a alguns alu- nos, antes de escrever, que leiam o número que aparece no visor. •Compreender e utilizar as regras do sistema de numeração decimal, para leitura e escrita, comparação, ordenação e arredondamento de números naturais de qualquer ordem de grandeza. 3.585 Resposta pessoal. Uma possível: 1.000 + 100 + 10 + 10 + 10 + 1 + 1 Resposta possível: para aparecer o número 3.907 depois de digitado o 2.807, basta adicionar 1.100. 11.001 11.110 11.001 11.010 11.100 11.110 MAT5ºANO–PROF.indd 48MAT5ºANO–PROF.indd 48 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 49 Que número viria depois do último da primeira coluna? E da segunda? Qual é o maior número da primeira linha? E da terceira? Na atividade 3, depois de com- pletar o quadro, proponha que al- guns alunos leiam os números es- critos nas linhas ou nas colunas. Antes da atividade 4, proponha que os alunos façam alguns arre- dondamentos de números. Depois, observe se eles percebem o inter- valo em que estão esses números. Por exemplo: 5.256 está entre 5.000 e 6.000, mas o mais pró- ximo de 5.256 é 5.000. Dê outros exemplos para eles resolverem oralmente. Antes de começar as atividades, explore com os alunos os quadros numéricos lendo algumas linhas e colunas e fazendo perguntas que os levem a perceber regularida- des: os números estão em ordem crescente ou decrescente? O que há em comum nos números es- critos nas linhas? E nas colunas? •Compreender e utilizar as regras do sistema de numeração decimal, para leitura e escrita, comparação, ordenação e arredondamento de números naturais de qualquer ordem de grandeza. 6.030 7.856 7.849 7.839 7.836 7.8337.838 7.835 7.832 7.8307.837 7.834 7.831 7.845 7.843 7.842 7.854 7.852 6.037 6.039 6.041 6.052 6.053 6.054 6.044 6.046 6.032 6.033 6.036 MAT5ºANO–PROF.indd 49MAT5ºANO–PROF.indd 49 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    50 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP As atividades 1 e 2 envolvem o significado de composição. No primeiro, pede-se o termo final, bastando adicionar. No segundo, o termo intermediário é desco- nhecido, o que é mais comple- xo para os alunos, embora se apoiem no termo inicial. Na atividade 3, os alunos de- vem analisar se os enunciados que criaram são coerentes com os dados e as operações. Você pode chamar alguns alunos para ler os enunciados, discutindo es- ses aspectos. Oriente os alunos para que façam uma leitura atenta dos enuncia- dos, selecionando os dados para a resolução. Socialize os procedi- mentos e discuta-os com a clas- se. Lembre sempre o fato de que um problema pode ser resolvido usando diferentes estratégias. •Analisar, interpretar, formular e resolver situações-problema compreendendo diferentes significados das operações envolvendo números naturais. 412 195 169 39 MAT5ºANO–PROF.indd 50MAT5ºANO–PROF.indd 50 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 51 e o aluno deve encontrar o total de canetas. A atividade 2 envolve o signifi- cado de transformação, em que o estado inicial é desconhecido, sofre uma transformação positiva (comprou) e apresenta um resul- tado. Essa atividade apresenta uma dificuldade maior que a an- terior, pois, no geral, os alunos se apoiam no primeiro termo para resolver o problema. A atividade 3 envolve o signi- ficado de comparação, em que a expressão a mais do texto do problema pode provocar alguma confusão, pois, se havia 36 lápis a mais do que precisava, então ela precisava de 1.048 – 36, e não 1.048 + 36. Converse com os alunos sobre o comércio da Rua 25 de Março. Passe à leitura do texto e à reso- lução dos problemas. Observe como eles pensam e dis- cuta as soluções com a classe. Socialize alguns procedimentos. A atividade 1 envolve o signi- ficado de composição de duas quantidades. São dadas as partes •Analisar, interpretar, formular e resolver situações-problema compreendendo diferentes significados das operações envolvendo números naturais. 5.580 280 1.012 MAT5ºANO–PROF.indd 51MAT5ºANO–PROF.indd 51 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    52 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP As atividades 2 e 3 envolvem o significado de transformação. Na segunda há uma transformação negativa (vendeu), e na terceira há uma transformação positiva (comprou). Ambos apresentam o estado inicial e a transformação, e é preciso calcular o estado final. Na atividade 4, os alunos devem elaborar, em grupo, um problema que possa ser resolvido pela ope- ração indicada e depois trocá-lo com o de outro grupo. Veja se o enunciado tem uma narrativa, os dados numéricos e a questão que deve ser respondida. Criar enun- ciados de problemas tem por objetivo levá-los a compreender melhor os enunciados que leem. Peça aos alunos que identifiquem os dados e o que se pede em cada um dos problemas. Depois, soli- cite que verifiquem se a resposta encontrada é realmente a solução. Socialize as soluções e discuta-as com a classe. A atividade 1 envolve o significado de composição, em que um termo é desconhecido e é dado o total. •Analisar, interpretar, formular e resolver situações-problema compreendendo diferentes significados das operações envolvendo números naturais. 334 1.089 2.246 222 MAT5ºANO–PROF.indd 52MAT5ºANO–PROF.indd 52 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 53 Na atividade 3, os alunos fa- rão cálculos aproximados, para auxiliá-los no cálculo mental. Na primeira linha, se os alunos adicionarem 150 com 50, obte- rão 200, uma boa aproximação, mas na segunda, se adiciona- rem 300 com 200, obterão 500, que não é a melhor estimativa, porque 380 é mais próximo de 400 do que de 300. Nesse caso, a melhor aproximação é 600. Oriente-os a calcular o resultado na calculadora para verificar se a aproximação foi adequada. Na atividade 1, observe se os alunos percebem que podem adi- cionar as parcelas em qualquer ordem. Socialize as respostas. Na atividade 2, peça aos alunos que verifiquem o resultado na calculadora. Faça o levanta- mento dos procedimentos esco- lhidos e discuta-os. •Resolver adições com números naturais por meio de estratégias pessoais e do uso de técnicas operatórias convencionais, cálculo mental e da calculadora e usar estratégias de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora. 126 135 Resposta pessoal MAT5ºANO–PROF.indd 53MAT5ºANO–PROF.indd 53 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    54 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Nas atividades 2, 3 e 4, discuta com a classe as resoluções que apareceram na atividade 1. Ve- rifique se os alunos se apoiam no procedimento de Daniel para con- cluirem que: o número 1 escrito em vermelho refere-se à dezena do 13, resultado de 9 + 4. Na atividade 5, observe como eles chegam ao resultado das operações propostas e tire as dú- vidas individualmente, discutindo os procedimentos utilizados. Na atividade 1, peça aos alunos que analisem com atenção os dois procedimentos e discutam como fazer uma adição com reserva. •Resolver adições com números naturais por meio de estratégias pessoais e do uso de técnicas operatórias convencionais, cálculo mental e da calculadora e usar estratégias de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora. Resposta pessoal. Leia os comentários. Daniel transforma 7 dezenas e 5 dezenas em 70 e 50 unidades. Adicionam unidades com unidades e dezenas com dezenas. Daniel fez a decomposição dos números. 3.462 4.434 7.435 2.624 MAT5ºANO–PROF.indd 54MAT5ºANO–PROF.indd 54 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 55 Na atividade 2, eles devem ler o enunciado e observar a outra for- ma de indicar o cálculo e conver- sar a respeito. Veja se percebem que o colega de Daniel transfor- mou as 38 dezenas e 5 unidades em 37 dezenas e 15 unidades. Na atividade 3, observe qual a forma de cálculo escolhida e faça as intervenções necessárias. Na atividade 1, peça aos alunos que leiam a primeira parte do texto e observem os cálculos de Daniel. Pergunte se algum aluno já usou a decomposição de núme- ros para fazer a subtração, como Daniel. Socialize as respostas. Espera-se que percebam que o professor substituiu 80 + 5 por 70 + 15. •Resolver adições com números naturais por meio de estratégias pessoais e do uso de técnicas operatórias convencionais, cálculo mental e da calculadora e usar estratégias de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora. O professor calculou 80 + 5 por 70 + 15. Resposta possível: o colega de Daniel não usou a decomposição. 589 1.669 1.934 MAT5ºANO–PROF.indd 55MAT5ºANO–PROF.indd 55 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    56 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP discutir as diferentes estratégias que surgem. Peça-lhes que ex- pliquem e tentem representar o modo como calcularam, refletindo coletivamente sobre as diferenças de cada estratégia. Acompanhe os procedimento de cálculo dos alunos. Peça a alguns que expliquem como pensaram e faça as intervenções necessárias para que calculem corretamente. Na correção, socialize os proce- dimentos, pois o importante é •Resolver adições com números naturais por meio de estratégias pessoais e do uso de técnicas operatórias convencionais, cálculo mental e da calculadora e usar estratégias de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora. 487 1.365 705 2.927 1.344 4.444 MAT5ºANO–PROF.indd 56MAT5ºANO–PROF.indd 56 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 57 497 1.115 531 2.317 252 1.883 MAT5ºANO–PROF.indd 57MAT5ºANO–PROF.indd 57 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    58 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP localizar a escola. De volta à sala, peça-lhes que escrevam ao amigo o bilhete descrevendo o quarteirão. Ressalte que o ami- go não conhece o bairro, então será necessário indicar algumas referências para chegar à escola. Depois da discussão e da sociali- zação de alguns textos, proponha a atividade 2. Numa roda de conversa, diga aos alunos que, para andar por uma cidade grande como São Paulo, podemos usar mapas, esquemas, referências etc. Antes de começar a atividade 1, leve-os para dar uma volta no quarteirão, observando e ano- tando lugares que possam servir como pontos de referência para •Descrever, interpretar e representar por meio de desenhos a localização ou a movimentação de uma pessoa ou um objeto. Resposta pessoal Resposta pessoal MAT5ºANO–PROF.indd 58MAT5ºANO–PROF.indd 58 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 59 Na atividade 2, primeiro, co- mente alguns trajetos descritos pelos alunos e, depois que eles fizerem os desenhos, socialize-os. Veja se os pontos de referências estão claros e se de fato ajudam Daniel a fazer esse percurso des- conhecido por ele. Na atividade 1, se não houver uma padaria próxima à escola, pode ser escolhido outro lugar que lhe pareça adequado à ativi- dade. Depois de algumas descri- ções, feitas oralmente, cada aluno escreverá o trajeto. •Descrever, interpretar e representar por meio de desenhos a localização ou a movimentação de uma pessoa ou um objeto. Resposta pessoal Resposta pessoal MAT5ºANO–PROF.indd 59MAT5ºANO–PROF.indd 59 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    60 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP que todas as tarefas sejam feitas no mesmo dia: organize-as como achar melhor. Registre as dificuldades dos alu- nos, para planejar possíveis re- tomadas. A seção Agora, é com você vai aparecer no final de cada Unida- de, com propostas que retomam o conteúdo trabalhado. São ati- vidades individuais, e você deve analisá-las para verificar se as expectativas de aprendizagem foram atingidas, quanto os alu- nos avançaram e o que precisa ser retomado. Não é necessário MAT5ºANO–PROF.indd 60MAT5ºANO–PROF.indd 60 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 61 MAT5ºANO–PROF.indd 61MAT5ºANO–PROF.indd 61 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    62 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP 42 902 89 222 77 13 MAT5ºANO–PROF.indd 62MAT5ºANO–PROF.indd 62 9/15/10 1:45 PM9/15/10 1:45 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 63 Peça-lhes que pesquisem há quantos anos ela existe. Veja se fazem uma subtração ou uma adi- ção e se percebem que precisam saber em que ano estamos. Peça aos alunos que leiam indivi- dualmente o texto e, depois, que um deles o faça em voz alta. Se al- guém conhecer a Feira de Artesa- nato da Praça da República, pode contar alguma coisa a respeito. •M7 Analisar, interpretar, formular e resolver situações-problema compreendendo diferentes significados das operações envolvendo números naturais. •M10 Resolver multiplicações com números naturais por meio de técnicas operatórias convencionais, cálculo mental e da calculadora e usar estratégias de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora. •M18 Reconhecer semelhanças e diferenças entre poliedros (como os prismas, as pirâmides e outros). •M19 Identificar relações entre o número de elementos como faces, vértices e arestas de um poliedro. •M24 Utilizar unidades usuais de tempo e temperatura em situações-problema. •M25 Utilizar unidades usuais de temperatura em situações-problema. Material necessário para o desenvolvimento da Unidade: conjunto de prismas em madeira ou papel cartão caixas em forma de prisma (sucata) calculadoras Resposta pessoal Depende do ano. MAT5ºANO–PROF.indd 63MAT5ºANO–PROF.indd 63 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 64.
    64 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP A leitura e a compreensão do texto que antecede as questões devem ser garantidas. Prepare uma coleção de prismas e um conjunto de caixas (sucata) que tenham a forma de paralele- pípedo e dê aos grupos. Proponha que os alunos levantem hipóteses sobre os elementos dos sólidos, para confirmá-las, posteriormente, ao manipularem as caixas. •Reconhecer semelhanças e diferenças entre poliedros (como os prismas, as pirâmides e outros). Material necessário (por grupo): uma coleção de prismas um conjunto de caixas (sucata) com forma de paralelepípedo 4 retangulares e 2 quadradas 3 retangulares e 2 triangulares 6 retangulares e 2 hexagonais MAT5ºANO–PROF.indd 64MAT5ºANO–PROF.indd 64 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 65.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 65 Nas atividades 2 e 3, os dese- nhos são individuais. Deixe-os explorar as caixas que você le- vou (em forma de paralelepípedo e de outros prismas). Você tam- bém pode propor que a classe faça uma coleção dessas caixas. Todos os prismas analisados nesta Unidade são retos, isto é, têm to- das as faces laterais retangulares. Resposta pessoal. Por exemplo, o desenho de uma caixa em forma de paralelepípedo ou cubo. Resposta pessoal MAT5ºANO–PROF.indd 65MAT5ºANO–PROF.indd 65 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 66.
    66 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Na atividade 2, depois da leitura do enunciado, pergunte aos alu- nos se conhecem essas formas geométricas e peça-lhes que ob- servem todas as caixas vistas an- teriormente, identificando entre elas as que têm forma de cubos e paralelepípedos. Estimule-os a comentar semelhanças e diferen- ças entre essas formas, antes de fazer o desenho. Discuta o texto inicial e retome as formas geométricas para que os alunos observem as faces e as bases de cada prisma. Na atividade 1, distribua um con- junto de prismas para cada grupo, discuta as respostas e verifique se eles nomeiam os prismas de acor- do com o polígono da base. •Reconhecer semelhanças e diferenças entre poliedros (como os prismas, as pirâmides e outros). Prisma de base triangular cubo paralelepípedo Por exemplo, a figura de um cubo Por exemplo, a figura de um paralelepípedo Prisma de base pentagonal Prisma de base hexagonal MAT5ºANO–PROF.indd 66MAT5ºANO–PROF.indd 66 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 67.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 67 duas bases e que, para calcular o total de faces, basta observar o polígono da base, contar o número de faces laterais e adicionar dois. Na atividade 3, peça-lhes que ob- servem o desenho do prisma, des- tacando os vértices e as arestas. Você pode propor uma atividade complementar usando um conjun- to de modelos de prismas de pa- pelão solicitando que pintem cada vértice com tinta guache para ca- rimbá-lo num papel (vão aparecer pontos) e façam o mesmo com as arestas (vão aparecer segmentos de reta). A contagem desses pon- tos e segmentos de reta permite encontrar o número de vértices e arestas do prisma. Distribua um conjunto de prismas para cada grupo e oriente-os a explorá-los para preencher a ta- bela e socialize as respostas. Nas atividades 1 e 2, socialize as conclusões dos grupos e verifique se os alunos percebem que o nú- mero de faces laterais depende do polígono da base, que sempre há •Identificar relações entre o número de elementos como faces, vértices e arestas de um poliedro. Material necessário: um conjunto de prismas para cada grupo 3 5 6 4 4 2 2 2 2 2 5 7 8 6 6 Resposta pessoal; leia os comentários. 8 12 MAT5ºANO–PROF.indd 67MAT5ºANO–PROF.indd 67 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 68.
    68 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Na atividade 2, promova uma nova discussão. Os alunos devem per- ceber que o número de arestas de cada base depende do polígono da base e que o número total de ares- tas é o triplo do número de lados do polígono da base. Na atividade 1, peça aos alunos que explorem os desenhos ou os modelos de prismas montados que já foram usados nas atividades anteriores e descubram quantos vértices há em cada prisma. Espera-se que os alunos cheguem à conclusão de que o número to- tal de vértices é o dobro do nú- mero de vértices da base. •Identificar relações entre o número de elementos como faces, vértices e arestas de um poliedro. Material necessário: um conjunto de prismas para cada grupo 3 3 5 5 6 6 4 4 4 4 6 9 10 15 12 18 8 12 8 12 Resposta pessoal; leia os comentários. Resposta pessoal; leia os comentários. MAT5ºANO–PROF.indd 68MAT5ºANO–PROF.indd 68 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 69.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 69 O item b normalmente é resolvi- do por duas operações: para sa- ber o preço de muitos, primeiro precisamos saber o preço de um. Nesse caso, há uma dificuldade, que é a divisão de R$ 2,00 por 3. Mas, nesse problema, ela não é necessária, pois ele poderá resol- ver utilizando os dobros. Assim: se 3 doces custam 2 reais, 6 cus- tarão 4 reais, 12 custarão 8 reais e assim sucessivamente. No item c, temos a relação “1 está para 6”. Assim, por exem- plo, 10 chocolates correspondem a R$ 60,00 (6 ∙ 10 = 60) e 6 cho- colates correspondem a R$ 36,00 (6 ∙ 6 = 36). Portanto, a compra será de 16 chocolates. •Analisar, interpretar, formular e resolver situações-problema compreendendo diferentes significados das operações envolvendo números naturais. 72 R$ 32,00 16 R$ 17,00 Os problemas desta página são do campo multiplicativo, envol- vem razão e apoiam-se na ideia de comparação entre razões (proporção). No item a, temos a relação “1 está para 8 assim como 9 está para 72”. O resultado 72 pode ser obtido multiplicando 9 por 8. MAT5ºANO–PROF.indd 69MAT5ºANO–PROF.indd 69 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 70.
    70 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Os problemas desta página são do campo multiplicativo e envolvem multiplicação comparativa: dobro, triplo, quádruplo, metade, terça parte etc. Verifique os procedimentos das duplas e socialize-os. •Analisar, interpretar, formular e resolver situações-problema compreendendo diferentes significados das operações envolvendo números naturais. 112 32 29 52 MAT5ºANO–PROF.indd 70MAT5ºANO–PROF.indd 70 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 71.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 71 O preenchimento da tabela pode ser realizado individualmente. Nos itens a, b e c, faça uma dis- cussão coletiva sobre as regulari- dades percebidas, que devem ser registradas. •Resolver multiplicações com números naturais por meio de técnicas operatórias convencionais, cálculo mental e da calculadora e usar estratégias de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora. 30 100 870 1.000 3.450 23.450 300 1.000 8.700 10.000 34.500 234.500 3.000 10.000 87.000 100.000 345.000 2.345.000 Acrescentar um zero a esse número. Acrescentar dois zeros a esse número. Acrescentar três zeros a esse número. MAT5ºANO–PROF.indd 71MAT5ºANO–PROF.indd 71 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 72.
    72 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Para as atividades das páginas 38 e 39, distribua calculadoras para as duplas fazerem as multiplica- ções e preencherem a tabela. As regularidades serão discutidas nos itens a, b, c e d. •Resolver multiplicações com números naturais por meio de técnicas operatórias convencionais, cálculo mental e da calculadora e usar estratégias de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora. 15 16 17 18 19 3632 36 44 48 60 64 9580757055 66 77 88 99 112 120 152 171144135 105 90 108 114 39 48 54 MAT5ºANO–PROF.indd 72MAT5ºANO–PROF.indd 72 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 73.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 73 O números da 2a linha são multiplicados por 2. O números da 4a linha podem ser obtidos multiplicando os números da 1a linha por 4 ou os da 2a linha por 2. O números da 8a linha podem ser obtidos multiplicando os números da 1a linha por 8, ou multiplicando os da 2a linha por 4, ou os da 4a linha por 2. Os números da 4a linha podem ser obtidos multiplicando os números da 1a linha por 2 × 2, porque 4 = 2 × 2. Os números da 8a linha podem ser obtidos multiplicando os números da 1a linha por 2 × 2 × 2, porque 8 = 2 × 2 × 2. MAT5ºANO–PROF.indd 73MAT5ºANO–PROF.indd 73 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 74.
    74 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Espera-se que os alunos respon- dam que contaram de 1 em 1, que fizeram adições interativas, ou que multiplicaram o número de linhas pelo de colunas. Na atividade 1, os alunos de- vem descobrir como Patrícia fez para saber quantos bombons cabem em cada caixa, a partir das divisórias. Verifique se eles percebem que basta multiplicar o número de linhas pelo número de colunas e ajude-os a escrever suas conclusões. •Resolver multiplicações com números naturais por meio de técnicas operatórias convencionais, cálculo mental e da calculadora e usar estratégias de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora. 9 16 30 20 50 Resposta pessoal (ler o comentário). MAT5ºANO–PROF.indd 74MAT5ºANO–PROF.indd 74 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 75.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 75 usada na resolução desse proble- ma é a distributiva da multipli- cação em relação à adição, apre- sentada pelo esquema. Na atividade 2, discuta como se repartiria a malha quadriculada na multiplicação de 12 por 11 e faça uma síntese dessa discussão. Na atividade 1, comente que as descobertas das atividades ante- riores podem ajudá-los nesta e pergunte se sabem de que repar- tição se trata. Depois, peça-lhes que comparem o cálculo com a divisão feita na malha quadricu- lada. Uma importante propriedade •Resolver multiplicações com números naturais por meio de técnicas operatórias convencionais, cálculo mental e da calculadora e usar estratégias de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora. 10 + 2 × 10 + 1 10 + 2 100 + 20 100 + 30 + 2 MAT5ºANO–PROF.indd 75MAT5ºANO–PROF.indd 75 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 76.
    76 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Na atividade 2, retome os pon- tos da discussão anterior para ajudá-los a respondê-la. Na atividade 3, chame atenção para o zero que aparece na se- gunda parcela intermediária do procedimento 2. Discuta com os alunos se isso acontece sempre e como fazemos no algoritmo convencional. Registre a síntese da discussão. Na atividade 1, peça aos alunos que comparem os procedimentos de Renata com os analisados nas atividades da página anterior (uso da malha quadriculada). A seguir, eles devem usar o proce- dimento de Renata para resolver as operações propostas. •Resolver multiplicações com números naturais por meio de técnicas operatórias convencionais, cálculo mental e da calculadora e usar estratégias de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora. Resposta pessoal. Por exemplo: as duas decompõem os números maiores que 10, mas só Patrícia usa o quadriculado. Resposta pessoal. Por exemplo: no procedimento convencional, começamos multiplicando pela unidade (3), mas, no procedimento 1, o resultado da multiplicação de 3 por 4 dezenas é indicado em unidades (120), e, no procedimento 2, em dezenas (12). 10 + 7 × 10 + 1 10 + 7 100 + 70 100 + 80 + 7 10 + 3 × 10 + 6 60 + 18 100 + 30 100 + 90 + 18 MAT5ºANO–PROF.indd 76MAT5ºANO–PROF.indd 76 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 77.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 77 Na atividade 2, os alunos podem fazer os cálculos individualmen- te e conferir os resultados com a calculadora. Na atividade 3, retome a discus- são sobre o segundo produto par- cial. Veja se os alunos percebem que todos terminam em 0 e se concluem que isso acontece por- que são multiplicados por dezena. Retome, se necessário, o procedi- mento da página anterior, em que os números foram decompostos. Na atividade 1, cada aluno deve resolver três multiplicações e ve- rificar com a calculadora o resul- tado das outras três, feitas pelo colega. •Resolver multiplicações com números naturais por meio de técnicas operatórias convencionais, cálculo mental e da calculadora e usar estratégias de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora. 966 736 1 0 6 4 1 6 4 89 1 5 6 3 8 4 5 7 6 83 9 6 5 1.088 1.408 540 660 As parcelas terminam em 0. MAT5ºANO–PROF.indd 77MAT5ºANO–PROF.indd 77 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 78.
    78 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Na atividade 1, pergunte aos alunos em que situações eles já mediram o tempo e faça a leitura compartilhada, verificando se há dúvidas. No item b, a divisão não é exata. O quociente representa o número de meses e o resto, o número de dias. •Utilizar unidades usuais de tempo e temperatura em situações-problema. A resposta depende do ano. 20 meses e 10 dias 84 anos MAT5ºANO–PROF.indd 78MAT5ºANO–PROF.indd 78 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 79.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 79 25 Depende da data. 1 1554 MAT5ºANO–PROF.indd 79MAT5ºANO–PROF.indd 79 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 80.
    80 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP tivamente, 100 e 0 graus, e que os termômetros usados no Brasil baseiam-se nessa escala. Conte também que hoje os termômetros usados para medir temperatura de pessoas são digitais ou de mercúrio, como os indicados na ilustração. Você pode sugerir que os alu- nos façam uma pesquisa sobre o termômetro: quando surgiu, quem inventou etc. Comente que Anders Celsius criou uma escala termométrica baseada nos pontos de ebulição e de congelamento da água, estabelecendo, respec- •Utilizar unidades usuais de temperatura em situações-problema. 39 °C Carina 2 °C 37 °C MAT5ºANO–PROF.indd 80MAT5ºANO–PROF.indd 80 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 81.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 81 previsões do tempo para vários dias. Normalmente, as previsões apresentam a menor temperatu- ra mínima e a maior temperatura máxima prevista para cada dia. Diga aos alunos que, depois de analisar temperaturas de pesso- as, vão analisar temperaturas da cidade de São Paulo num período de 5 dias. Comente que os meios de informação sempre apresentam •Utilizar unidades usuais de temperatura em situações-problema. No dia 10/07 (23 °C) No dia 12/07 (11 °C) A diferença de temperatura é de 12 °C. MAT5ºANO–PROF.indd 81MAT5ºANO–PROF.indd 81 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 82.
    82 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP que todas as tarefas sejam feitas no mesmo dia: organize-as como achar melhor. Enquanto os alunos fazem essas atividades, circule pela classe para acompanhá-los e orientá- -los, quando for o caso. Registre as dificuldades dos alunos, para planejar possíveis retomadas. A seção Agora, é com você vai aparecer no final de cada Unida- de, com propostas que retomam o conteúdo trabalhado. São ati- vidades individuais, e você deve analisá-las para verificar se as expectativas de aprendizagem foram atingidas, quanto os alu- nos avançaram e o que precisa ser retomado. Não é necessário O desenho é pessoal, mas a ordem 0 °C, 37 °C, 100 °C deve ser obedecida. MAT5ºANO–PROF.indd 82MAT5ºANO–PROF.indd 82 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 83.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 83 8 12 6 6 9 5 12 18 8 MAT5ºANO–PROF.indd 83MAT5ºANO–PROF.indd 83 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 84.
    84 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP 42 anos e (quase) 5 meses MAT5ºANO–PROF.indd 84MAT5ºANO–PROF.indd 84 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 85 Pela internet, você pode explo- rar construções de diferentes for- matos que existem na cidade de São Paulo: o prédio do Banespa, o edifício Copan, o edifício Itá- lia, o Masp etc. Depois, peça aos alunos que explorem a ilustração e façam os desenhos pedidos. Comente com os alunos o que estudarão nesta Unidade, peça a um deles que faça a leitura em voz alta e promova uma discussão coletiva. •M7 Analisar, interpretar, formular e resolver situações-problema, compreendendo diferentes significados das operações envolvendo números naturais (multiplicação com significado de configuração retangular e de combinatória). •M11 Resolver divisões com números naturais por meio de técnicas operatórias convencionais, cálculo mental e da calculadora e usar estratégias de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora. •M18 Reconhecer semelhanças e diferenças entre poliedros (como os prismas, as pirâmides e outros), destacando elementos da pirâmide e relações entre esses elementos e o polígono da base. •M32 Resolver situações- -problema com dados apresentados de maneira organizada por meio de tabelas simples ou tabelas de dupla entrada. Material necessário para o desenvolvimento da Unidade: conjunto de modelos de prismas e pirâmides em papelão ou madeira calculadora folhas de papel sulfite MAT5ºANO–PROF.indd 85MAT5ºANO–PROF.indd 85 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
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    86 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Para a atividade 1, é importan- te que os alunos manipulem um conjunto de pirâmides e prismas com diferentes bases. Verifique se eles percebem que há duas bases no prisma e uma só na pirâmide, ou que a forma das faces laterais é diferente nesses dois tipos de poliedros. É uma oportunidade para retomar os termos geomé- tricos convencionais. Verifique se os alunos observam as diferentes formas de alguns edifí- cios, se já repararam em fotos de edifícios que aparecem em revis- tas ou na internet e se, quando viajam, percebem as formas das construções de outros lugares. •Reconhecer semelhanças e diferenças entre poliedros (como os prismas, as pirâmides e outros), destacando elementos da pirâmide e relações entre esses elementos e o polígono da base. Material necessário: conjunto de prismas e pirâmides Resposta possível: a primeira tem as faces laterais em forma de triângulo, a segunda, em forma de retângulo e duas bases etc. MAT5ºANO–PROF.indd 86MAT5ºANO–PROF.indd 86 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 87 Na atividade 2, verifique como os alunos descrevem semelhanças e diferenças entre as formas ge- ométricas dos edifícios da foto. Você pode propor uma visita virtual a esses edifícios, no site http://www.sampaonline.com.br/ postais/index.htm. Resposta pessoal. Por exemplo: Semelhança: as formas geométricas dos dois edifícios têm duas bases. Diferença: no edifício da Fiesp a superfície é composta por formas geométricas poligonais e no do Citibank parte de sua superfície é arredondada. MAT5ºANO–PROF.indd 87MAT5ºANO–PROF.indd 87 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 88.
    88 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP métrico. Use um prisma de base hexagonal para explorar essa for- ma geométrica para confirmar ou não suas hipóteses anteriores. Na atividade 1, explore a ilus- tração, sempre perguntando o que as figuras têm em comum e o que chama atenção por ser diferente. Verifique se percebem que a forma da base é a mesma, mas as faces laterais da figura 1 são retangulares e as da figura 2 são triangulares. Leia o texto inicial com eles e explore a forma geométrica do edifício. Discuta com qual forma geométrica já estudada ele se parece. Pergunte, ainda, como é a base desse prisma. Retome as características desse sólido geo- •Reconhecer semelhanças e diferenças entre poliedros (como os prismas, as pirâmides e outros), destacando elementos da pirâmide e relações entre esses elementos e o polígono da base. Material necessário: conjunto de prismas e pirâmides A forma da base é a mesma, mas as faces laterais da figura 1 são retangulares e as da figura 2 são triangulares. MAT5ºANO–PROF.indd 88MAT5ºANO–PROF.indd 88 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 89 a forma e o número de faces e indicando de alguma maneira as faces ocultas etc. No item b, faça primeiro uma discussão oral e de- pois um texto coletivo. Faça per- guntas que os ajude a perceber que a pirâmide tem uma base quadrada e o cubo tem todas as faces congruentes, isto é, com as mesmas medidas e a mesma forma, e que as faces laterais da pirâmide são triangulares etc. No item a, observe se os alunos desenham a figura solicitada, mesmo que seja um esboço: se re- presentam apenas uma face, uma face e a base, mais de uma face ou a figura completa, mantendo A pirâmide tem base quadrada; o cubo tem todas as faces quadradas e com mesmas medidas; as faces laterais da pirâmide são triangulares etc. MAT5ºANO–PROF.indd 89MAT5ºANO–PROF.indd 89 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
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    90 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Na atividade 1, são retomadas as faces dos poliedros, particulari- zando as faces laterais e a base de uma pirâmide. •Reconhecer semelhanças e diferenças entre poliedros (como os prismas, as pirâmides e outros), destacando elementos da pirâmide e relações entre esses elementos e o polígono da base. Triângulo Quadrado Pentágono Hexágono MAT5ºANO–PROF.indd 90MAT5ºANO–PROF.indd 90 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 91.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 91 Na atividade 3, surgirão de- senhos de pirâmides com base quadrada e retangular. Aproveite para discutir que estas 2 formas de base são quadrangulares, pois têm 4 lados. Podem aparecer pi- râmides quadrangulares cujas ba- ses não são retângulos. Socialize os desenhos e discuta-os. Na atividade 2, retome a discus- são sobre as bases dos prismas e relacione-as com as bases das pi- râmides. Oriente a nomeação das pirâmides pelo polígono da base. Pirâmide de base triangular Pirâmide de base pentagonal Pirâmide de base hexagonal MAT5ºANO–PROF.indd 91MAT5ºANO–PROF.indd 91 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 92.
    92 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP ro de faces laterais. Dê as mesmas orientações quanto ao número de bases e o total de faces. Socialize as respostas. Na atividade 2, observe se eles compreendem a relação entre a forma da base e o número de fa- ces laterais. Na atividade 3, peça-lhes que observem o modelo da pirâmide de base triangular e o compa- rem com os números que estão no quadro. Discuta os resultados encontrados. Depois de discutir a atividade 4, produza um texto coletivo sobre o que se concluiu. Socialize algu- mas conclusões. Na atividade 1, peça aos alunos que explorem a ilustração da pá- gina anterior ou os modelos de prismas montados. Oriente-os a descobrir quantas faces laterais tem cada uma dessas pirâmides. Diga-lhes que explorem cada figu- ra e registrem no quadro o núme- •Reconhecer semelhanças e diferenças entre poliedros (como os prismas, as pirâmides e outros), destacando elementos da pirâmide e relações entre esses elementos e o polígono da base. 4 5 5 8 6 10 7 12 6 716 O número de faces laterais é igual ao número de lados do polígono da base. Respostas possíveis: (1) o número de vértices da pirâmide é igual ao número de vértices da base mais um; (2) O número de arestas da pirâmide é igual ao dobro do número de lados do polígono da base. MAT5ºANO–PROF.indd 92MAT5ºANO–PROF.indd 92 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 93.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 93 ções que apresenta. Os alunos estão se familiarizando com esse tipo de texto. Explore as informa- ções desta tabela: o que enten- dem por capacidade do auditório e onde Leandro conseguiu essas informações. Realize coletivamen- te as atividades dessa página. Leia o título e converse sobre os centros culturais, se conhecem al- guns deles, o que assistiram nas salas etc. Peça a um aluno que leia o 1º parágrafo e chame a atenção para a leitura da tabela: qual seu título, quais as informa- •Resolver situações-problema com dados apresentados de maneira organizada por meio de tabelas simples ou tabelas de dupla entrada. Capacidade dos auditórios dos centros culturais da cidade www.sampa.art.br/centros_culturais Pinacoteca do Estado 800 pessoas 1.960 pessoas MAT5ºANO–PROF.indd 93MAT5ºANO–PROF.indd 93 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 94.
    94 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP contam de 1 em 1, se adicionam o número de cadeiras por filei- ra (ou por coluna) e adicionam o total, ou se há aqueles que já multiplicam os números para calcular o total de cadeiras. Na socialização, discuta qual é o procedimento mais rápido. Na atividade 1, promova uma conversa para que os alunos per- cebam que o auditório está or- ganizado em filas horizontais e verticais. Combine com eles as denominações de filas (horizon- tal) e colunas (vertical). Verifi- que como resolveram o item c, se •Analisar, interpretar, formular e resolver situações-problema, compreendendo diferentes significados das operações envolvendo números naturais (multiplicação com significado de configuração retangular). 10 8 Multiplicando 10 × 8 = 80 MAT5ºANO–PROF.indd 94MAT5ºANO–PROF.indd 94 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 95.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 95 sala de vídeo que pode ser re- tangular. Espera-se que os alu- nos concluam por uma configu- ração semelhante a um quadro. Discuta ainda que, apesar de surgirem algumas representações comutáveis, por exemplo 12 × 4 e 4 × 12, elas não são iguais. Na atividade 3, verifique se eles conseguiram compreender o significado da configuração retangular quando elaboraram o enunciado do problema, a partir dos dados. Na atividade 2, verifique se os alunos realmente fazem uma con- figuração retangular, pois eles po- dem pensar em outras. Socialize as diferentes represen- tações e discuta qual é a mais adequada, tratando-se de uma Resposta pessoal. Algumas possibilidades: 6 × 8, 2 × 24, 12 × 4, 8 × 6, 24 × 2, 4 × 12, 16 × 3, 3 × 16. MAT5ºANO–PROF.indd 95MAT5ºANO–PROF.indd 95 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
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    96 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP combinação, no caso, uma mul- tiplicação. Socialize todos os pro- cedimentos e peça aos alunos que os expliquem. Na atividade 2, verifique os pro- cedimentos usados e se combi- nam cada elemento a outros dois. Na atividade 1, verifique os pro- cedimentos dos alunos: se ligam cada bermuda a cada uma das ca- misetas etc. Observe se contam as combinações para calcular o resultado. Pode ser que alguns façam a operação referente à •Analisar, interpretar, formular e resolver situações-problema, compreendendo diferentes significados das operações envolvendo números naturais (multiplicação com significado de configuração retangular). Procedimentos pessoais Total: 6 combinações Procedimentos pessoais Total 8 MAT5ºANO–PROF.indd 96MAT5ºANO–PROF.indd 96 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 97.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 97 Na socialização dos diferentes procedimentos, espera-se que os alunos percebam que as ativi- dades 1 e 2 pedem estratégias cujas operações são inversas. Na atividade 2, pode ser que alguns alunos usem desenho. Nesse caso, peça-lhes que estabeleçam a rela- ção entre as duas operações. •Analisar, interpretar, formular e resolver situações-problema, compreendendo diferentes significados das operações envolvendo números naturais (multiplicação com significado de configuração retangular e de combinatória). 108 18 MAT5ºANO–PROF.indd 97MAT5ºANO–PROF.indd 97 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
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    98 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Nas atividades 1 e 2, observe os procedimentos que os alunos utilizam para resolver problemas de análise combinatória. Socialize aqueles que achar interessante. 8 4 rapazes MAT5ºANO–PROF.indd 98MAT5ºANO–PROF.indd 98 9/15/10 1:46 PM9/15/10 1:46 PM
  • 99.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 99 Na atividade 2, o objetivo é que percebam a regularidade da divi- são por 10, 100 e 1.000. Antes de realizar a atividade 1, explore oralmente outros números e peça aos alunos que determi- nem a metade. Estas atividades são de cálcu- lo mental. Sugere-se fazê-las oralmente e depois pedir aos alunos que as respondam indivi- dualmente. •Resolver divisões com números naturais por meio de técnicas operatórias convencionais, cálculo mental e da calculadora e usar estratégias de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora. 36 8 8 8 10 diminuindo um zero desse número. diminuindo dois zeros desse número. diminuindo três zeros desse número. 10 10 13 13 13 121 121 121 120 8 33 16 93 MAT5ºANO–PROF.indd 99MAT5ºANO–PROF.indd 99 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
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    100 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP -se que eles façam a associação com a divisão. Explore o fato de a divisão não ser exata e sobrar uma latinha. Na atividade 3, pergunte aos alunos como acham que Leandro pensou e que relação tem seu procedimento com o de seu pai. Explore as semelhanças e as dife- renças. Discuta a relação entre o número 50 da divisão de Leandro e o número 50 da divisão de seu pai. Faça a mesma discussão para os números 5 e 2. Produza um texto coletivo baseado nos textos elaborados pelos alunos. Na atividade 1, explore as so- luções propostas pelos alunos. Depois, passe ao esquema da atividade 2. Explore o esquema da ativida- de 2: pergunte o que significam os números 50, 5 e 2 no esque- ma. Deixe-os discutir. Espera- •Resolver divisões com números naturais por meio de técnicas operatórias convencionais, cálculo mental e da calculadora e usar estratégias de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora. Uma das respostas possiveis: dividindo por 2. Resposta pessoal. Resposta possível: uma divisão Resposta possível: No esquema do pai de Leandro, os números que estão nos quadros em amarelo são os que aparecem no lado direito da divisão de Leandro. Os números dos quadros brancos são os que aparecem no lado esquerdo da divisão de Leandro. MAT5ºANO–PROF.indd 100MAT5ºANO–PROF.indd 100 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
  • 101.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 101 Na atividade 2, os alunos devem usar o procedimento discutido anteriormente. Se não conse- guirem, interfira com perguntas auxiliares: você deve começar colocando centenas inteiras? A atividade 3 é mais uma opor- tunidade para os alunos entende- rem os procedimentos expressos nesse esquema de divisão e iden- tificarem o quociente e o resto. Na atividade 4, verifique que procedimento os alunos usam, socialize alguns e discuta com a classe acertos e erros. Na atividade 1, organize os alu- nos em duplas e, com dicas e per- guntas, ajude-os a perceber que o número 115 foi dividido por 3 e a encontrar o quociente e o resto da divisão. •Resolver divisões com números naturais por meio de técnicas operatórias convencionais, cálculo mental e da calculadora e usar estratégias de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora. 38 400 O resultado é 412 e o resto é 0. Resultado 105, resto 1 10 2 400 10 2 24 4 0 Sim 1 latinha MAT5ºANO–PROF.indd 101MAT5ºANO–PROF.indd 101 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
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    102 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Na atividade 2, a proposta é que cada aluno resolva as divisões e depois, em duplas, troquem os cadernos para que cada um cor- rija a divisão do colega. Organize os alunos em duplas e faça uma leitura compartilhada do texto. Chame atenção para o fato de que Sabrina faz uma estimati- va, um procedimento importante para obter o resultado da divisão. •Resolver divisões com números naturais por meio de técnicas operatórias convencionais, cálculo mental e da calculadora e usar estratégias de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora. Os dois usaram a decomposição dos números para encontrar o resultado. Resultado estimado: um número maior que 300 e menor que 400. 392 Resultado estimado: um número maior que 100 e menor que 200. 123 MAT5ºANO–PROF.indd 102MAT5ºANO–PROF.indd 102 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 103 suficiente, comente outras situa- ções da tabela. Na atividade 1, a leitura é apenas das linhas. Verifique se eles perce- beram que basta adicionar as pre- ferências indicadas em cada linha. Na atividade 2, a proposta é a leitura das colunas. Além da lei- tura e da adição, os alunos de- vem comparar esses resultados. Oriente-os a fazer anotações in- termediárias. Na atividade 3, a leitura envolve o cruzamento da 1ª linha com a 1ª coluna. Na atividade 4, a leitura envolve o cruzamento da 2ª linha com a 2ª coluna. Leia com os alunos os dados da tabela, verificando se identificam o que está nas linhas e nas co- lunas. Como a tabela é de dupla entrada, comente que, para saber quantos preferem visitar o Masp e o Catavento, devem procurar o cruzamento da linha do Masp com a coluna do Catavento. Se não for •Resolver situações-problema com dados apresentados de maneira organizada por meio de tabelas simples ou tabelas de dupla entrada. 22 alunos preferem ir à Pinacoteca e 28 ao Masp. A maioria escolheu o Catavento (30 alunos). 16 alunos 8 alunos 50 alunos MAT5ºANO–PROF.indd 103MAT5ºANO–PROF.indd 103 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
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    104 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Na atividade 1, peça a alguns alunos que contem como enten- deram o esquema apresentado. No fim, redija um texto coletivo com a conclusão geral. Na atividade 2, peça-lhes que discutam se esse procedimento é válido para qualquer divisão e que deem outros exemplos. Organize os alunos em grupos e peça-lhes que observem o proce- dimento de Leandro. Verifique se eles entendem o esquema e, se for preciso, dê algumas pistas. 231 × 3 = 693; 693 + 2 = 695 •Resolver divisões com números naturais, por meio de técnicas operatórias convencionais, cálculo mental e da calculadora e usar estratégias de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora. Leandro, ao dividir 17 por 2, encontrou o resultado 8 e o resto 1. Ele descobriu que, se multiplicar 8 por 2 e adicionar o resto 1, obterá 17. 231– 6 0 9 – 9 0 5 – 3 2 MAT5ºANO–PROF.indd 104MAT5ºANO–PROF.indd 104 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
  • 105.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 105 Na atividade 3, pergunte se eles perceberam que, com a descober- ta de Leandro, podemos verificar se uma divisão está correta ou não. Proponha divisões na lousa. Chame alguns alunos para resol- vê-las e verificar com a calcula- dora se estão corretas. 122 × 3 = 366; 366 + 1 = 367 13 × 5 = 65; 65 + 4 = 69 4 × 12 = 48; 48 + 1 = 49 13– 5 1 9 – 1 5 4 122– 3 0 6 – 6 0 7 – 6 1 12– 4 0 9 – 8 1 MAT5ºANO–PROF.indd 105MAT5ºANO–PROF.indd 105 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
  • 106.
    106 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Depois que eles tiverem discutido essa afirmação com o colega de dupla, peça a alguns que mostrem na lousa como a entendem e deem exemplos. Procure relacionar essa igualdade com a descoberta de Leandro, da atividade anterior. Na atividade 1, discuta com os alunos os resultados da tabela e se os valores respeitam as igualdades. Na atividade 2, peça-lhes que efetuem a operação e verifi- quem se o resultado está correto usando uma calculadora e o que aprenderam nesta página. Peça a um aluno que leia o texto em voz alta, enquanto os outros acompanham a leitura. Destaque o significado dos termos dividen- do, divisor, quociente e resto. Para isso, peça-lhes que obser- vem com atenção a divisão na ilustração abaixo. 44 Quociente: 145 Resto: 1 5 8 3 •Resolver divisões com números naturais por meio de técnicas operatórias convencionais, cálculo mental e da calculadora e usar estratégias de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora. MAT5ºANO–PROF.indd 106MAT5ºANO–PROF.indd 106 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
  • 107.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 107 Esta atividade envolve uma tabe- la de dupla entrada que demanda leitura de linhas e colunas. Para saber quantos alunos preferem sorvete de casquinha e choco- late, basta olhar o cruzamento da linha e da coluna correspon- dente aos sabores e ao tipo de recipiente. 45 30 alunos 10 alunos 45 alunos 60 alunos 3555 135 60 75 MAT5ºANO–PROF.indd 107MAT5ºANO–PROF.indd 107 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
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    108 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP foram atingidas, quanto os alu- nos avançaram e o que precisa ser retomado. Não é necessário que todas as tarefas sejam feitas no mesmo dia: organize-as como achar melhor. A seção Agora, é com você vai aparecer no final de cada Unida- de, com propostas que retomam o conteúdo trabalhado. São ati- vidades individuais, e você deve analisá-las para verificar se as expectativas de aprendizagem 6 2 algarismos 11 206 3 algarismos 4 24 MAT5ºANO–PROF.indd 108MAT5ºANO–PROF.indd 108 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
  • 109.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 109 3 × 4 = 12 MAT5ºANO–PROF.indd 109MAT5ºANO–PROF.indd 109 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
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    110 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP 141 alunos 9 9 16 7 7 12 MAT5ºANO–PROF.indd 110MAT5ºANO–PROF.indd 110 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
  • 111.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 111 o Museu do Futebol, que fica no estádio do Pacaembu, e incenti- ve os alunos a pesquisar dados a respeito. Se fizerem a pesquisa em casa, marque um dia para todos trazerem os resultados e compar- tilhá-los com os colegas. Ao invés de um texto, eles também podem fazer um cartaz ou outro trabalho que você combine com a classe. Peça aos alunos que observem as fotos e pergunte se conhecem ou já estiveram em algum estádio da cidade de São Paulo. Pergun- te também se imaginam quantas pessoas cabem em cada um deles. Faça uma pesquisa sobre o espor- te preferido da maioria da classe, pedindo a um aluno que anote na lousa os resultados. Mencione •M1 Compreender e utilizar as regras do sistema de numeração decimal, para leitura e escrita, comparação, ordenação e arredondamento de números naturais de qualquer ordem de grandeza (com números de ordem de grandeza até o milhão). •M7 Analisar, interpretar, formular e resolver situações-problema, compreendendo diferentes significados das operações envolvendo números naturais (divisão, distribuição e medida, inversas da multiplicação). •M11 Resolver divisões com números naturais por meio de técnicas operatórias convencionais, cálculo mental e da calculadora e usar estratégias de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora. •M20 Explorar planificações de alguns poliedros e corpos redondos. •M26 Utilizar o sistema monetário brasileiro em situações-problema. •M33 Resolver situações- -problema em que os dados são apresentados por meio de gráficos de colunas ou gráficos de barras. Respostas de acordo com a turma Material necessário para o desenvolvimento da Unidade: régua tesoura cola branca fita adesiva cartolina ou papel cartão calculadoras dados tampinhas de garrafa prismas e pirâmides de papel cartão moldes de pirâmides com diferentes bases embalagens de papelão um tabuleiro do jogo a trilha do resto (por grupo) um quadro com valor posicional até a ordem dos milhões MAT5ºANO–PROF.indd 111MAT5ºANO–PROF.indd 111 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
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    112 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Na atividade 1, verifique se os alunos identificam o maior núme- ro e peça-lhes que o justifiquem. Veja que critério usam e se per- cebem a ordem de grandeza dos números. Discuta os resultados. Na atividade 2, verifique se eles reconhecem o menor número e que critérios de composição adotam. Na atividade 3, oriente as dis- cussões nos grupos e peça a alguns alunos que escrevam na lousa o número com algarismos. Peça a um aluno que leia o texto e à classe que observe com aten- ção os números apresentados na tabela. Destaque que capacidade significa, nesse caso, o número de pessoas sentadas que o estádio comporta. •Compreender e utilizar as regras do sistema de numeração decimal, para leitura e escrita, comparação, ordenação e arredondamento de números naturais de qualquer ordem de grandeza (com números de ordem de grandeza até o milhão). Estádio do Morumbi Estádio do Canindé 138.082 73.501 37.58525.000 32.000 MAT5ºANO–PROF.indd 112MAT5ºANO–PROF.indd 112 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 113 Na atividade 2, ajude os alunos a montar a subtração, observe como posicionam os números e se os separam em classes para facilitar a operação. Na atividade 3, veja se eles reco- nhecem a aproximação dos núme- ros no quadro. Peça a alguns que justifiquem seu raciocínio. Na atividade 4, observe se os alunos leem corretamente os números e se os escrevem por extenso. Se tiverem dificulda- des, peça-lhes que os escrevam no quadro de valor posicional, o que facilitará a leitura. Pergunte aos alunos se costumam ler notícias em jornais ou em ou- tros meios de informação e se já perceberam como é grande o valor do prêmio dado pela Mega-Sena. Na atividade 1, oriente-os a tirar informações do texto para preen- cher a tabela e observe se trans- crevem corretamente os números. •Compreender e utilizar as regras do sistema de numeração decimal, para leitura e escrita, comparação, ordenação e arredondamento de números naturais de qualquer ordem de grandeza (com números de ordem de grandeza até o milhão). •Utilizar o sistema monetário brasileiro em situações-problema. R$ 21.878.202,00 vinte e um milhões, oitocentos e setenta e oito mil e duzentos e dois reais quinze mil, trezentos e cinquenta reais e trinta e oito centavosR$ 15.350,38 22.000.000,00 ou 22 milhões Vinte e um milhões e novecentos mil Quinze milhões e quatrocentos mil MAT5ºANO–PROF.indd 113MAT5ºANO–PROF.indd 113 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
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    114 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Na atividade 1, organize a classe em duplas e peça-lhes que discu- tam entre si e depois escrevam na tabela como se lê cada número apresentado. Chame algumas du- plas para dar suas respostas na lousa e discuti-las com a sala. •Compreender e utilizar as regras do sistema de numeração decimal, para leitura e escrita, comparação, ordenação e arredondamento de números naturais de qualquer ordem de grandeza (com números de ordem de grandeza até o milhão). duzentos e noventa mil duzentos e vinte mil cento e sessenta mil cento e cinquenta mil cento e dez mil noventa e três mil MAT5ºANO–PROF.indd 114MAT5ºANO–PROF.indd 114 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 115 Nas atividades 3 e 4, pergunte quantas classes e ordens têm os números que aparecem no texto e ajude-os a completar a tabela. Na atividade 2, relembre com os alunos o significado de ordens e classes. Pergunte-lhes sobre situ- ações que exigem números gran- des e se já observaram seu uso no cotidiano e peça exemplos. 1 3 6 02 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 3 0 0 0 0 0 3 classes e 8 ordens MAT5ºANO–PROF.indd 115MAT5ºANO–PROF.indd 115 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
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    116 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Na atividade 2, eles devem resol- ver a operação no quadro. Peça a alguns que apresentem seu proce- dimento e discuta-os com a sala. Na atividade 3, novamente, ob- serve se os alunos reconhecem a operação de divisão ou se usam outro procedimento para resolver a situação-problema. Antes da atividade 1, organize a classe em duplas, peça a um alu- no que leia o texto e lembre que Mateus também faz parte da equi- pe de natação. Observe se eles percebem que a operação para resolver a situação é a divisão. Oriente-os a calcular os valores pedidos e completar os campos da tabela. •Analisar, interpretar, formular e resolver situações-problema, compreendendo diferentes significados das operações envolvendo números naturais (divisão, distribuição e medida, inversas da multiplicação). •Utilizar o sistema monetário brasileiro em situações-problema. 4 3 R$ 12,00 8 2 2 MAT5ºANO–PROF.indd 116MAT5ºANO–PROF.indd 116 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 117 atividade 1 pelo método que acharem conveniente. Depois, diga-lhes que confiram o resul- tado com a calculadora. Na atividade 2, peça-lhes que façam a operação na calculado- ra. Discuta com eles o resultado obtido e explique que, nesse caso, a divisão não é exata. Verifique se percebem que a resposta do pro- blema deve ser um número natu- ral, pois é referente ao número de ônibus; logo, a resposta indicada no visor da calculadora não pode ser a resposta do problema, pois é preciso um ônibus a mais para acomodar o restante dos passa- geiros. Pergunte quantos lugares sobram no último ônibus. Organize os alunos em grupos e distribua calculadoras. Peça-lhes que leiam o texto e sublinhem os dados que acharem importantes. Comente que a expressão exten- são linear, significa comprimento do parque. Verifique se há algum outro termo desconhecido e es- clareça-o. Oriente os alunos a resolver a •Resolver divisões com números naturais por meio de técnicas operatórias convencionais, cálculo mental e da calculadora e usar estratégias de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora. 750 834 MAT5ºANO–PROF.indd 117MAT5ºANO–PROF.indd 117 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
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    118 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Peça a um aluno que leia as regras do jogo e explique cada etapa. Distribua dados e peões (que po- dem ser tampinhas, por exemplo). Construa em papel cartão ou carto- lina um tabuleiro para cada grupo, conforme o modelo desta página. Enquanto eles jogam, passe pelos grupos fazendo as intervenções necessárias. •Resolver divisões com números naturais por meio de técnicas operatórias convencionais, cálculo mental e da calculadora e usar estratégias de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora. MAT5ºANO–PROF.indd 118MAT5ºANO–PROF.indd 118 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 119 MAT5ºANO–PROF.indd 119MAT5ºANO–PROF.indd 119 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
  • 120.
    120 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Na atividade 2, peça-lhes que montem as operações pedidas no texto, que escolham algarismos para esconder e lancem o desafio ao colega de dupla. Os resulta- dos podem ser conferidos com a calculadora. Antes de começar as atividades, organize a classe em duplas. Na atividade 1, peça aos alu- nos que observem com atenção a montagem das operações e de- pois completem com os números que faltam. Discuta com eles os procedimentos que adotaram para encontrar esses números. •Resolver divisões com números naturais por meio de técnicas operatórias convencionais, cálculo mental e da calculadora e usar estratégias de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora. 0 2 8 9 7 7 1 4 6 8 5 3 4 5 1 0 9 9 1 0 5 0 9 1 0 1 3 7 2 6 2 0 9 7 7 2 8 4 9 2 5 Resposta pessoal MAT5ºANO–PROF.indd 120MAT5ºANO–PROF.indd 120 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 121 gráfico. Comente que o título se refere aos dados apresentados no gráfico e a fonte é o lugar de onde foram tiradas as informações. Na atividade 2, peça-lhes que examinem o gráfico e explore os dados de cada coluna. Na atividade 3, ajude-os a iden- tificar os dados no gráfico. Verifi- que como eles dispõem os núme- ros para fazer a subtração, se os dividem em classes ou não. Na atividade 4, ajude-os a loca- lizar o número que fica entre 18 e 30 milhões. Verifique se percebem em que faixa está esse número e retome o gráfico porque eles devem identificar o ano no eixo horizontal. Peça a um aluno que leia em voz alta os números indicados no grá- fico e explique que cada coluna representa a população do estado de São Paulo em um determinado ano. Explique que este é um gráfi- co de colunas e organize a classe em duplas. Na atividade 1, observe se eles identificam o título e a fonte do •Resolver situações-problema em que os dados são apresentados por meio de gráficos de colunas ou gráficos de barras. título: Crescimento da população do estado de São Paulo Sim, houve crescimento. 24 milhões ou 24.000.000 1980 fonte: IBGE, relativo ao Censo 2000 MAT5ºANO–PROF.indd 121MAT5ºANO–PROF.indd 121 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
  • 122.
    122 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Na atividade 1, pergunte se esse gráfico é igual ao anterior. Verifique se eles percebem que, neste, as barras são horizontais. Diga que esse gráfico é conhecido como gráfico de barras. Peça a um aluno que leia o texto e esclareça o que significa morar em área urbana ou em área rural. Depois, organize a classe em gru- pos de 5 alunos. Peça aos alunos que leiam os da- dos do gráfico. Faça com a classe uma leitura coletiva dos números do gráfico e explore oralmente o título e a fonte. •Resolver situações-problema em que os dados são apresentados por meio de gráficos de colunas ou gráficos de barras. Neste, as informações estão em barras e, no outro, em colunas. MAT5ºANO–PROF.indd 122MAT5ºANO–PROF.indd 122 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
  • 123.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 123 Na atividade 4, peça a alguns alunos que escrevam os números na lousa e comente os resultados com a classe. Na atividade 2, ajude os alunos na leitura dos dados no gráfico. Na atividade 3, é importante que eles observem que em um gráfico a leitura das informações é mais imediata que no texto. 9.192.122 Resposta possível: os dados no gráfico são identificados mais facilmente do que no texto. Seiscentos e vinte um mil e sessenta e cinco Nove milhões, oitocentos e treze mil, cento e oitenta e sete MAT5ºANO–PROF.indd 123MAT5ºANO–PROF.indd 123 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
  • 124.
    124 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP rio, retome noções já estudadas sobre os elementos de um prisma. Depois da atividade 1, peça aos alunos que desenhem a planifi- cação da superfície de algumas figuras geométricas estudadas, re- cortem e colem os encontros das faces com fita adesiva, recompon- do as formas originais. Ofereça cartolina, réguas, tesouras e fita adesiva e oriente-os quanto às medidas dos lados dos polígonos das bases e das arestas laterais. A construção de hexágonos e pentágonos precisa ser orienta- da. Se não se usar fita adesiva para colar o encontro das faces, elas devem ter pequenas abas Organize duplas e distribua mo- delos de prismas montados em papel cartão ou embalagens de papelão em forma de prismas. Peça-lhes que as manipulem e verifiquem que tipos de prisma estão analisando. Pergunte que forma têm as faces laterais e as bases desses prismas. Se necessá- •Explorar planificações de alguns poliedros e corpos redondos. prisma de base hexagonal MAT5ºANO–PROF.indd 124MAT5ºANO–PROF.indd 124 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 125 se percebem que, na planificação da superfície de um prisma, a medida do lado da base deve ser igual a um dos lados do retângulo (face lateral). que ficarão internas às formas geométricas. Faça perguntas como “o que você observou so- bre a medida do lado da base e a medida do menor lado do re- tângulo?”. Na atividade 2, sugira aos alunos que façam a planificação na carto- lina e montem o prisma. Verifique prisma de base pentagonal paralelepípedo Resposta pessoal MAT5ºANO–PROF.indd 125MAT5ºANO–PROF.indd 125 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
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    126 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP percebam que as medidas dos la- dos da figura da base devem ser iguais a medida de um dos lados do triângulo que compõem as fa- ces laterais. Distribua os moldes e verifique se percebem que as faces laterais das pirâmides são triangulares. Na atividade 1, explore cada pla- nificação e peça aos alunos que identifiquem semelhanças e dife- renças entre elas. Faça pergun- tas como “o que você observou sobre a medida do lado da base e a medida de um dos lados do triângulo?”. Espera-se que eles •Explorar planificações de alguns poliedros e corpos redondos. MAT5ºANO–PROF.indd 126MAT5ºANO–PROF.indd 126 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 127 Na atividade 2, verifique se os alunos percebem que, na planifi- cação da superfície de uma pirâ- mide, a medida do lado da base deve ser igual à do lado menor do retângulo (face lateral). MAT5ºANO–PROF.indd 127MAT5ºANO–PROF.indd 127 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
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    128 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP bem que o cilindro tem duas ba- ses e o cone, apenas uma; que o cone tem um vértice e o cilindro, não. Explore as planificações das superfícies de cones e cilindros perguntando como foram obtidas a partir dos modelos das formas geométricas. Distribua modelos de cone e cilindro feitos em pa- pel cartão e oriente os alunos a começar separando a(s) base(s) e depois abrindo o restante do modelo. Explore as planificações obtidas. Pergunte se os alunos veem com frequência essas formas e em que elas diferem dos prismas e das pi- râmides. Verifique se percebem que existem superfícies não planas. Organize a classe em duplas e ex- plore as diferenças entre um cone e um cilindro. Veja se eles perce- •Explorar planificações de alguns poliedros e corpos redondos. MAT5ºANO–PROF.indd 128MAT5ºANO–PROF.indd 128 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 129 Na atividade 2, você pode fazer na lousa uma lista com os objetos mencionados. Explore os elemen- tos das formas geométricas. Na atividade 3, pode-se fazer uma tabela na lousa anotando as observações feitas pelos alunos. Resposta pessoal. Por exemplo: casquinhas de sorvete (cone); latinhas de refrigerante (cilindro) Por exemplo: os cilindros possuem 2 bases circulares e os cones possuem apenas uma base circular. MAT5ºANO–PROF.indd 129MAT5ºANO–PROF.indd 129 9/15/10 1:47 PM9/15/10 1:47 PM
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    130 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Na atividade 1, ajude-os a iden- tificar os dados no gráfico. Per- gunte se, só olhando o gráfico, dá para saber se há mais homens ou mulheres. Retome a importância de se apresentarem dados visu- almente para uma rápida identi- ficação. Comente que esses dados podem ser representados em grá- ficos de barras ou de colunas ou ainda em tabelas. Na atividade 2, peça aos alunos que calculem a diferença entre o número de homens e de mulheres. Peça a um aluno que leia em voz alta os números expressos no grá- fico e pergunte o que significa cada barra. Depois, organizados em duplas, eles devem identificar o título e a fonte desse gráfico. •Resolver situações-problema em que os dados são apresentados por meio de gráficos de colunas ou gráficos de barras. Total - 10.434.252 Há mais mulheres, e a diferença é de 488.896. MAT5ºANO–PROF.indd 130MAT5ºANO–PROF.indd 130 9/15/10 1:48 PM9/15/10 1:48 PM
  • 131.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 131 informações fornecidas pelo grá- fico. Socialize alguns textos. O Museu do Futebol tem uma sala de estatísticas. Sugira aos alunos que façam uma visita ao Museu para conhecê-lo e para ver nessa sala números como os que traba- lharam nesta Unidade. Na atividade 3, é provável que os alunos, ao fazerem os arredon- damentos, cheguem à conclusão de que os valores ficarão iguais. É importante que discuta porque isso ocorre. Na atividade 4, peça-lhes que escrevam um texto com base nas Resposta pessoal 5.000.0005.461.574 5.000.0004.972.678 10.000.00010.434.252 MAT5ºANO–PROF.indd 131MAT5ºANO–PROF.indd 131 9/15/10 1:48 PM9/15/10 1:48 PM
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    132 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP que todas as tarefas sejam feitas no mesmo dia: organize-as como achar melhor. Enquanto os alunos fazem essas atividades, circule pela classe para acompanhá-los e orientá- los, quando for o caso. Registre as dificuldades dos alunos, para planejar possíveis retomadas. A seção Agora, é com você vai aparecer no final de cada Unida- de, com propostas que retomam o conteúdo trabalhado. São ati- vidades individuais, e você deve analisá-las para verificar se as expectativas de aprendizagem foram atingidas, quanto os alu- nos avançaram e o que precisa ser retomado. Não é necessário 57.910.000 km cinquenta e sete milhões, novecentos e dez mil quilômetros cento e oito milhões e duzentos mil quilômetros cento e quarenta e nove milhões e seiscentos mil quilômetros duzentos e vinte e sete milhões e novecentos e quarenta mil quilômetros 108.200.000 km 149.600.000 km 227.940.000 km MAT5ºANO–PROF.indd 132MAT5ºANO–PROF.indd 132 9/15/10 1:48 PM9/15/10 1:48 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 133 MAT5ºANO–PROF.indd 133MAT5ºANO–PROF.indd 133 9/15/10 1:48 PM9/15/10 1:48 PM
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    134 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP 26.004 MAT5ºANO–PROF.indd 134MAT5ºANO–PROF.indd 134 9/15/10 1:48 PM9/15/10 1:48 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 137 Pergunte aos alunos se conhecem o Mercado Municipal. Comente a importância de ter sido construí- do ao lado do rio Tamanduateí, na época de sua implantação. Peça a um aluno que leia o texto in- trodutório e ressalte os números apresentados no texto. •M2 Reconhecer e fazer leitura de números racionais no contexto diário, nas representações fracionária e decimal. •M3 Explorar diferentes significados das frações em situações-problema: parte-todo, quociente e razão. •M5 Comparar e ordenar números racionais de uso frequente, nas representações fracionária e decimal. •M26 Utilizar o sistema monetário brasileiro em situações-problema. •M27 Utilizar unidades usuais de comprimento, massa e capacidade em situações-problema. •M32 Resolver situações- -problema com dados apresentados de maneira organizada, por meio de tabelas simples ou tabelas de dupla entrada. Material necessário para o desenvolvimento da Unidade: uma calculadora para cada grupo uma fita métrica para cada grupo balança para pesar os alunos folhas de papel sulfite 12.600: doze mil e seiscentos 1.600: um mil e seiscentos 14.000: catorze mil MAT5ºANO–2–PROF.indd 137MAT5ºANO–2–PROF.indd 137 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
  • 138.
    138 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP cados dados a esses números e, depois, discuti-los coletivamen- te. Esclareça o que significam os números racionais positivos, seu uso no dia a dia, e peça que descrevam situações em que se usam representações com vírgula. Esclareça também a forma 0.500 que aparece na ilustração. Em seguida, faça uma lista na lousa com os exemplos fornecidos pelos alunos e discuta coletivamente. Dê mais exemplos, destacando outras situações, como o preço do combustível. Explore a ilustração com os alu- nos, perguntando-lhes se já pre- senciaram uma situação como essa no mercado ou na feira. Na atividade 1, peça que leiam o texto e expliquem o que significa para eles 0,500 kg. Uma suges- tão é anotar na lousa os signifi- Resposta possível: O número 0,500 se refere a meio quilograma de peixe ou a 500 gramas de peixe. Metade de 0,500 kg ou 250 g. •Reconhecer e fazer leitura de números racionais no contexto diário, na representação decimal. MAT5ºANO–2–PROF.indd 138MAT5ºANO–2–PROF.indd 138 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 139 Resposta possível: Para medir a altura de uma pessoa, o peso de alimentos, representar o preço de mercadorias etc. Cinco centavos Dez centavos Vinte e cinco centavos Cinquenta centavos MAT5ºANO–2–PROF.indd 139MAT5ºANO–2–PROF.indd 139 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
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    140 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Na atividade 1, solicite que anali- sem as ilustrações das frutas e seus respectivos preços. Pergunte qual é o maior preço e o menor. Em segui- da, peça que escrevam por extenso os números apresentados. Circule pelos grupos, faça as intervenções necessárias e verifique as dificulda- des dos alunos nesta etapa. Na atividade 2, observe se eles conseguem diferenciar os va- lores maiores e os menores que 1 real. Você pode utilizar exem- plos que conhecem no cotidiano para estabelecer a relação entre as grandezas. As atividades dessa página têm ca- ráter de diagnóstico. Desse modo, é preciso explorá-las a fim de veri- ficar os conhecimentos dos alunos. Peça a um aluno que leia o texto introdutório. Pergunte se conhe- cem preços de algumas frutas. Dois reais e vinte e nove centavos Um real e quarenta e sete centavos R$ 0,25 R$ 2,29; R$ 1,47 Vinte e cinco centavos •Reconhecer e fazer leitura de números racionais no contexto diário, na representação decimal. •Utilizar o sistema monetário brasileiro em situações- -problema. MAT5ºANO–2–PROF.indd 140MAT5ºANO–2–PROF.indd 140 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
  • 141.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 141 parte inteira (escrita antes da vírgula) e uma parte não inteira (escrita após a vírgula). Na atividade 1, peça que com- pletem o quadro com os números indicados e socialize as respos- tas. Ressalte o número 0,375, cuja parte não inteira ocupa até a casa dos milésimos. Na atividade 2, solicite que leiam os números e observe se os escrevem corretamente por extenso. Na atividade 3, verifique se reco- nhecem os números menores que 1 e questione suas escolhas. Peça a um aluno que leia o texto inicial da página. Se for o caso, retome as noções de ordem e classe vistas anteriormente. So- licite que observem com atenção como está representado o número 3,19 no quadro. Esclareça que o número racional escrito na for- ma decimal é composto por uma 2 3 5 0 3 7 5 Três inteiros e dezenove centésimos Dois inteiros e trinta e cinco centésimos Trezentos e setenta e cinco milésimos •Reconhecer e fazer leitura de números racionais no contexto diário, na representação decimal. •Comparar e ordenar números racionais de uso frequente na representação decimal. MAT5ºANO–2–PROF.indd 141MAT5ºANO–2–PROF.indd 141 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
  • 142.
    142 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Na atividade 2, observe se eles comparam a parte inteira dos números apresentados a fim de escrevê-los em ordem crescente. Na atividade 3, oriente-os para descobrir que, se dois ou mais números apresentam a mesma parte inteira, a comparação deve ser feita entre os algarismos da parte não inteira. Na atividade 1, peça que leiam o enunciado e observem a res- pectiva ilustração. Verifique se eles reconhecem que o número maior tem o algarismo da ordem das unidades maior. Solicite a alguns alunos que leiam em voz alta suas respostas e discuta-as com a classe. Resposta possível: Fernanda observou que o preço de 1 quilograma de cenoura corresponde a 98 centésimos, número inferior ao do custo de 1 quilograma de pimentão, 2 inteiros e 15 centésimos, pois zero é menor que 2 inteiros. Desse modo, o pimentão é mais caro que a cenoura. 0,21; 1,47; 2,29; 3,35. Resposta possível: Comparei os números correspondentes à ordem das unidades (parte inteira). 1,57. Resposta possível: Comparei os números da parte não inteira e, no caso, 57 centésimos é maior que 23 centésimos. •Reconhecer e fazer leitura de números racionais no contexto diário, na representação decimal. •Comparar e ordenar números racionais de uso frequente na representação decimal. •Utilizar o sistema monetário brasileiro em situações- -problema. MAT5ºANO–2–PROF.indd 142MAT5ºANO–2–PROF.indd 142 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 143 situação apresentada. Essa ativi- dade permite diagnosticar se os alunos reconhecem que = 0,5, porque, dividindo 1 por 2, o re- sultado é 0,5. Na atividade 2, faça uma lista de situações propostas pelos alunos em que se utilizam os racionais no cotidiano. Solicite que repre- sentem na forma fracionária e façam a leitura da fração. Na atividade 3, pergunte se conhecem alguma receita, se já viram algo similar em revistas, livros ou na internet. Observe como representam as frações e se reconhecem a quantidade que cada uma delas expressa. Antes de iniciar as atividades, solicite aos alunos que retomem a figura da balança na página 102. Esclareça que a denominação “ra- cionais” é relativa à razão ou a um quociente e que esses dois termos se referem à operação de divisão. Na atividade 1, peça que leiam e discutam o que acham sobre a Resposta pessoal Sim. Justificativa possível: Meio pode ser escrito como e como 0,5 (ou 0,500), pois, dividindo 1 por 2, temos como resultado 0,5. Alguns exemplos: quilograma de carne, de pizza, de pó de café etc. •Reconhecer e fazer leitura de números racionais no contexto diário, nas representações fracionária e decimal. MAT5ºANO–2–PROF.indd 143MAT5ºANO–2–PROF.indd 143 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
  • 144.
    144 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Comente que o numerador indica o número de partes usadas e o denominador, o número de partes iguais em que o todo foi dividido. Na atividade 2, oriente-os para realizar o caminho inverso: com base na fração, escrever por ex- tenso como se lê. Peça a um aluno que leia o texto inicial. Na atividade 1, solicite que es- crevam as respectivas escritas fracionárias. Esclareça que o nú- mero que fica em cima do traço chama-se numerador e o que fica abaixo do traço, denominador. Um quarto de kg de azeitonas pretas Meio kg de presunto Três quartos de kg de mozarela •Reconhecer e fazer leitura de números racionais no contexto diário, na representação fracionária. MAT5ºANO–2–PROF.indd 144MAT5ºANO–2–PROF.indd 144 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 145 significado de parte-todo das fra- ções. O todo é dividido em partes iguais e são estabelecidas rela- ções entre partes e todo. Na atividade 2, os alunos devem descobrir que, quanto mais divi- dimos alguma coisa, menor suas partes ficam. Desse modo, quan- to maior o denominador, menor o “tamanho” da parte em que o todo foi dividido. Distribua folhas de papel sulfite para os alunos, indique a eles que podem fazer dobraduras em círcu- los divididos em 8 e 10 partes. Explique aos alunos que boxes do Mercadão são espaços delimitados para cada comerciante. Peça que observem a ilustração e digam em quantas partes está dividida a pizza. Nas atividades 1 e 2, é impor- tante que os alunos explorem o •Explorar diferentes significados das frações em situações- -problema: parte-todo. MAT5ºANO–2–PROF.indd 145MAT5ºANO–2–PROF.indd 145 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
  • 146.
    146 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP que metade da pizza. Observe se os alunos percebem que equi- vale à metade da pizza e explique a eles que as frações e são equivalentes, ou seja, represen- tam a mesma parte do inteiro. Nas atividades 1, 2 e 3 explore o significado de parte-todo das fra- ções. Pergunte se é maior ou menor que metade da pizza e, em seguida, se é maior ou menor que metade da pizza. Questione, então, se é maior ou menor Quem comeu de pizza comeu o pedaço maior. Explicação possível: A pizza foi dividida em menos partes e, portanto, o “tamanho” dessa parte é maior. •Explorar diferentes significados das frações em situações- -problema: parte-todo. MAT5ºANO–2–PROF.indd 146MAT5ºANO–2–PROF.indd 146 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 147 é o “tamanho” da parte. Logo, quando se comparam pedaços de “tamanhos” diferentes, o maior deles é representado pela fração de denominador menor. Na atividade 4, peça que com- parem os três pedaços de pizza pintados e indiquem, justifi- cando, qual fração representa a maior parte pintada. Observe se eles percebem que, quanto mais aumenta o número de partes em que o inteiro foi dividido, menor Sim. Explicação possível: Considerando o numerador igual nas três frações apresentadas, a fração com o menor denominador é a maior delas. MAT5ºANO–2–PROF.indd 147MAT5ºANO–2–PROF.indd 147 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
  • 148.
    148 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP A atividade 2 envolve o signi- ficado de parte-todo do número racional. Relembre com os alu- nos o significado de cada escrita fracionária; por exemplo, sig- nifica uma parte de um inteiro dividido em cinco partes iguais. Pergunte como fariam para saber quantos quadradinhos represen- tam do total de quadradinhos da malha. Verifique se percebem que basta dividir 100 por 5. Use o mesmo procedimento para as outras frações. Peça a um aluno que leia a in- formação inicial da página. Nela, a escrita fracionária envolve o significado de razão dos números racionais. Na atividade 1, solicite aos alunos que observem o total de pessoas que cada item descreve e o número de pessoas que repre- sentam a parte em cada situação. •Explorar diferentes significados das frações em situações- -problema: razão e parte-todo. MAT5ºANO–2–PROF.indd 148MAT5ºANO–2–PROF.indd 148 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
  • 149.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 149 Na atividade, comente que mo- saico é, em geral, uma imagem em que há padrões visuais – às vezes, com figuras geométricas – formada por pequenas peças de vidro, pedra ou pisos coloridos. No item a, verifique como proce- dem para contar os quadradinhos. Se for o caso, retome a ideia de configuração retangular, em que basta multiplicar 10 linhas por 10 colunas de quadradinhos. Nos itens b e c, observe se estabe- lecem corretamente a relação parte-todo para as pastilhas azuis e amarelas. Peça aos alunos que observem a fotografia do vitral. Explique que vitrais são elementos arquitetô- nicos construídos em geral com pedaços de vidro colorido e que formam determinado desenho. Peça para um aluno ler o texto referente à foto. 100 •Explorar diferentes significados das frações em situações- -problema: razão e parte-todo. MAT5ºANO–2–PROF.indd 149MAT5ºANO–2–PROF.indd 149 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
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    150 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP página, estabelece-se também a noção de porcentagem, ou seja, a expressão 40 entre 100 pessoas pode ser representada por ou por 40%. O significado de ra- zão é diferente do significado de parte-todo, que expressa a ideia de que o todo (unidade) se divide em partes “do mesmo tamanho” e que existe uma relação entre um número de partes e o total das partes. As atividades dessa página ex- ploram o significado de razão das frações. A escrita fracionária é, então, usada como índice compa- rativo entre duas quantidades, ou seja, é interpretada como razão. Quando o denominador é 100, como ocorre nas atividades dessa •Explorar diferentes significados das frações em situações- -problema: razão. MAT5ºANO–2–PROF.indd 150MAT5ºANO–2–PROF.indd 150 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 151 Na atividade 2, verifique se eles fazem a relação entre comprar de um produto e pagar seu preço dividido por quatro. Na atividade 5, observe como adicionam as representações decimais. Faça primeiro uma estimativa com a classe, per- guntando se o total em reais é maior ou menor que 12. Discuta a importância de estimar os re- sultados para verificar o cálculo e comente que, se adicionarem a parte inteira, obterão uma es- timativa próxima do resultado. Nas atividades de 1 a 4, explo- ra-se o significado de parte-todo das frações. As atividades da Unidade 5 pretendem conduzir os alunos a explorar os signifi- cados que os números racionais assumem no contexto em que se inserem. R$ 2,50 R$ 1,20 R$ 1,30 R$ 9,00 R$ 14,00 •Explorar diferentes significados das frações em situações- -problema: parte-todo. •Utilizar o sistema monetário brasileiro em situações- -problema. MAT5ºANO–2–PROF.indd 151MAT5ºANO–2–PROF.indd 151 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
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    152 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP embalagem de 1 kg, porque sai por R$ 1,40 (1,40 + 0,70 = 2,10). Na atividade 2, os alunos de- vem perceber que necessitarão de quatro embalagens de para ter 1 kg. Logo, para 2 kg precisa- rão de oito embalagens. Na atividade 1, solicite que ob- servem as embalagens e compa- rem os preços com a quantidade de cada produto. Peça que digam em que embalagem o preço de 1 kg de feijão é menor. É impor- tante que verifiquem que na em- balagem de 1,5 kg o quilograma do feijão é mais barato que na Naquela de 1,5 kg. Resposta possível: Na embalagem de 1,5 kg o valor do quilograma do feijão é mais barato: R$ 1,40. 8 embalagens •Utilizar unidades usuais de massa em situações-problema. •Reconhecer e fazer leitura de números racionais no contexto diário, na representação decimal. MAT5ºANO–2–PROF.indd 152MAT5ºANO–2–PROF.indd 152 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
  • 153.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 153 medidas diferentes e seus respec- tivos preços. Depois, podem dis- cutir vantagens e desvantagens de cada embalagem em relação ao preço. Nas atividades 3 e 4, eles têm de verificar quantas embalagens de 50 g são necessárias para for- mar 100 g e 250 g. Para comple- mentar, peça que realizem uma pesquisa em um mercado próximo sobre alguns produtos vendidos em embalagens que envolvam 4 2 4 MAT5ºANO–2–PROF.indd 153MAT5ºANO–2–PROF.indd 153 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
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    154 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP gol quando um jogador bate um pênalti, ou no jogo de bolinhas de gude mede-se com palmos a distância entre a bola e a caçapa. Pergunte que unidades de compri- mento eles conhecem. Na atividade, distribua uma fita métrica por grupo e solicite que meçam as alturas dos colegas e as anotem no quadro. Convide os alunos para explo- rarem os desenhos de partes do corpo e pergunte se já usaram palmos, passos, pés ou polegadas para medir e em que situações. Amplie o tema comentando que essas unidades de medida são usadas em muitos jogos. No jogo de futebol, por exemplo, a bola é colocada a alguns passos do Respostas pessoais Resposta pessoal Resposta pessoal •Utilizar unidades usuais de comprimento em situações- -problema. •Comparar e ordenar números racionais de uso frequente nas representações decimais. MAT5ºANO–2–PROF.indd 154MAT5ºANO–2–PROF.indd 154 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
  • 155.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 155 As unidades pé, polegada, pal- mo, jarda e cúbito são utilizadas como unidades-padrão em países de língua inglesa. As atividades 1 e 3 propõem uma pesquisa, que pode ser desenvol- vida na sala de informática. •Utilizar unidades usuais de comprimento em situações- -problema. •Comparar e ordenar números racionais de uso frequente nas representações decimais. 70 cm 22 cm 52,4 cm palmos ou pés polegadas ou palmos Resposta pessoal MAT5ºANO–2–PROF.indd 155MAT5ºANO–2–PROF.indd 155 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
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    156 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP isso, é preciso comparar a parte inteira das representações deci- mais apresentadas. Nos itens c e d, devem comparar as medidas verificando não apenas a parte inteira, mas também a parte de- cimal dos números. Explique aos alunos que, popu- larmente, empregamos a palavra “peso” no lugar de massa, que indica a quantidade de matéria de um corpo. Nos itens a e b, eles devem iden- tificar valores que se encontram acima ou abaixo de 40 kg e, para •Utilizar unidades usuais de massa em situações-problema. •Comparar e ordenar números racionais de uso frequente na representação decimal. Camila e Simone Júlia e Luana Camila Luana MAT5ºANO–2–PROF.indd 156MAT5ºANO–2–PROF.indd 156 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 157 Na atividade 1, pergunte se sa- bem quantos mL equivalem a 1 li- tro. Informe que 1 L = 1.000 mL e solicite que verifiquem, com base nessa informação, quantos copos de 250 mL se podem encher com 1 L de água. Lembre que 250 mL correspondem a de litro. Pergunte aos alunos quais são as unidades usuais de medida de capacidade. Questione se já ob- servaram diferentes unidades de medida de capacidade escritas, por exemplo, em garrafas e latas de refrigerante. Peça a um aluno que leia o texto introdutório. 6 copos 1 litro 750 mL 3 copos Para resolver a atividade 2, peça que digam quantos mL têm dois copos de água. Nas atividades 3 e 4, utilize os mesmos procedimentos das ativi- dades anteriores e oriente os alu- nos para realizarem comparações. •Utilizar unidades usuais de capacidade em situações- -problema. MAT5ºANO–2–PROF.indd 157MAT5ºANO–2–PROF.indd 157 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
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    158 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Na atividade 1, solicite que leiam a receita com as medidas caseiras e busquem na tabela as respectivas unidades de medida. Na atividade 2, os alunos devem verificar na tabela a unidade de medida correspondente a um copo de suco e multiplicar o nú- mero de copos por essa medida. Pergunte aos alunos se obser- varam em casa alguém fazendo uma receita, que “medidas” eram usadas nessa receita e se viram situações similares às descritas no texto introdutório. Em segui- da, peça-lhes que leiam os dados apresentados na tabela. Explique que a padronização das medidas é feita por aproximação. 4 ovos 4 colheres de sopa de açúcar lata de leite condensado 4 colheres de sopa de cenoura cozida e amassada 1 colher de sopa de manteiga 4 litros •Utilizar unidades usuais de massa e capacidade em situações-problema. •Resolver situações-problema com dados apresentados de maneira organizada, por meio de tabelas simples ou tabelas de dupla entrada. MAT5ºANO–2–PROF.indd 158MAT5ºANO–2–PROF.indd 158 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 159 ser retomado. Não é necessário que todas as tarefas sejam feitas no mesmo dia: organize-as como achar melhor. Enquanto os alunos fazem essas atividades, circule pela sala para acompanhá-los e orientá-los, quando for o caso. Registre as dificuldades dos alunos, para planejar possíveis retomadas. A seção “Agora, é com você” vai aparecer no final de cada Unida- de, com propostas que retomam o conteúdo trabalhado. São ati- vidades individuais, e você deve analisá-las para verificar se as expectativas de aprendizagem foram atingidas, quanto os alu- nos avançaram e o que precisa R$ 7,50 X X MAT5ºANO–2–PROF.indd 159MAT5ºANO–2–PROF.indd 159 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
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    160 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP R$ 4,50 X X X MAT5ºANO–2–PROF.indd 160MAT5ºANO–2–PROF.indd 160 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 161 na representação fracionária. Procure descobrir quais figuras geométricas planas eles conhe- cem e, caso não saibam dizer o nome delas, solicite que as dese- nhem na lousa. Em seguida, peça que leiam a informação abaixo da imagem e calculem quantos anos terá o autódromo de Interlagos na data indicada. Pergunte aos alunos se já ouviram falar do autódromo de Interlagos ou se o conhecem. Peça a um deles que leia o texto introdu- tório. Como retomada da Unida- de anterior, pergunte quais são os números racionais e solicite a alguns alunos que escrevam na lousa um número racional na representação decimal e outro Material necessário para o desenvolvimento da Unidade: folhas de papel sulfite lápis de cor folhas de papel de seda calculadoras •M3 Explorar diferentes significados das frações em situações-problema: parte-todo, quociente e razão. •M4 Escrever números racionais de uso frequente, nas representações fracionária e decimal e localizar alguns deles na reta numérica. •M5 Comparar e ordenar números racionais de uso frequente, nas representações fracionária e decimal. •M12 Analisar, interpretar, formular e resolver situações- -problema, compreendendo diferentes significados da adição e subtração, envolvendo números racionais escritos na forma decimal. •M13 Calcular o resultado de adição e subtração de números racionais na forma decimal, por meio de estratégias pessoais e pelo uso de técnicas operatórias convencionais. •M21 Identificar semelhanças e diferenças entre polígonos, considerando seu número de lados e de ângulos. •M22 Compor e decompor figuras planas e identificação de que qualquer polígono pode ser composto a partir de figuras triangulares. •M34 Ler informações apresentadas de maneira organizada por meio de gráficos de linha. 76 anos MAT5ºANO–2–PROF.indd 161MAT5ºANO–2–PROF.indd 161 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
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    162 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Faça outras questões, como: qual é o número racional que se situa na metade da distância entre 1 e 2? Esse recurso permite uma posição mais aproximada de 1,7. Pergunte se 1,7 é maior ou menor que 1,5. Com base na resposta, os alunos concluirão que 1,7 não pode estar antes do ponto médio entre os números 1 e 2. Na atividade 2, discuta todas as alternativas e peça que justi- fiquem oralmente por que esco- lheriam ou não cada uma delas. Na atividade 3, continue de- monstrando que, para comparar números racionais na forma deci- mal, primeiro compara-se a parte inteira e depois a parte decimal. Na atividade 1, explique, por exemplo, que a representação de- cimal 1,7 tem uma parte inteira (1) e uma decimal (7). Logo, 1,7 é um número maior que 1, mas menor que 2, pois se localiza na reta numérica entre os números 1 e 2. •Escrever números racionais de uso frequente na representação decimal e localizar alguns deles na reta numérica. •Comparar e ordenar números racionais de uso frequente, na representação decimal. B CA Resposta possível: Por meio da comparação entre os números racionais apresentados verificou-se que o número 2,8 é maior que 2,5 e menor que 3,25. Portanto, o carro D estaria posicionado entre os carros A e C na reta numérica. X MAT5ºANO–2–PROF.indd 162MAT5ºANO–2–PROF.indd 162 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
  • 163.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 163 Na atividade 2, pergunte que algarismo está escrito na parte inteira do número racional que indica a distância percorrida por Maurício. Questione se esse al- garismo representa um número maior ou menor que os demais. Observe se comparam apenas a parte inteira e se justificam di- zendo que a medida do percur- so de Maurício começa com 0, portanto é menor que as outras. Na atividade 3, relembre aos alunos que todo número racional pode ser escrito na representação decimal e fracionária. Pergunte qual é a representação decimal da fração e solicite que indiquem o valor na reta numérica. Explique aos alunos que 1 km é igual a 1.000 m e que 4,309 km se lê como quatro quilômetros e trezentos e nove metros. Pergunte a um aluno se os ciclistas 1 e 3 chegaram a dar uma volta comple- ta na pista. Peça que justifique. Na atividade 1, relembre aos alunos como comparar números escritos na forma decimal. 2,5 3,5 4,309 0 0,5 1 Ele percorreu um espaço menor que os demais ciclistas. Justificativa possível: O número 0,90 é menor do que os demais apresentados na tabela, porque começa com zero. Entre 0 e 1, pois = 0,5. •Escrever números racionais de uso frequente nas representações fracionária e decimal e localizar alguns deles na reta numérica. •Comparar e ordenar números racionais de uso frequente, nas representações fracionária e decimal. MAT5ºANO–2–PROF.indd 163MAT5ºANO–2–PROF.indd 163 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
  • 164.
    164 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP a mesma justificativa para com- parar as representações decimais e os números naturais, ou seja, quanto mais algarismos, maior o número, e concluem que 0,75 é maior que 0,9. Explique por que 0,9 é maior que 0,75. Na atividade 3, faça alguns ques- tionamentos, sempre comparan- do dois números. Peça a alguns alunos que coloquem na lousa a resposta e justifiquem por que um número é maior ou menor que outro dentro da sequência apresentada. Na atividade 4, solicite que des- crevam como procederam. Faça sínteses destacando alguns cri- térios de comparação utilizados. Na atividade 1, pergunte aos alunos se a parte inteira dos números racionais apresentados é igual. Como fazer, então, para comparar esses números? Espera- -se que respondam que é preci- so comparar a parte não inteira. Observe se percebem que 0,9 é maior que 0,75. Questione se isso é verdade e por quê. Alguns usam 0,9. Justificativa possível: Foram comparados os números da parte não inteira e verificou-se assim que o maior começa com 9. 0,1. Justificativa possível: Foram comparados os números da parte não inteira e verificou-se assim que 1 é o menor. Foi verificada a parte não inteira e comparados os algarismos da ordem dos décimos. 0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,4; 0,5; 0,6; 0,75; 0,8; 0,9 •Comparar e ordenar números racionais de uso frequente, na representação decimal. MAT5ºANO–2–PROF.indd 164MAT5ºANO–2–PROF.indd 164 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
  • 165.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 165 unidade em três partes e tomar duas (parte-todo) e dividir duas unidades para três pessoas (quo- ciente), embora os dois casos sejam representados pela fração . Divida a classe em grupos para que vivenciem a situação de divisão/repartição das folhas de papel. Só depois de fazer a atividade experimentalmente os alunos desenharão a divisão feita e representarão a parte da folha por uma fração. É importante que desenhem nas atividades 1 e 2 as folhas de mesmo tamanho. As atividades dessa página envol- vem o significado de quociente da fração. É a fração interpretada como a divisão de um número in- teiro por outro. Para os alunos, essa interpretação se diferencia do significado de parte-todo estudado na Unidade anterior, porque é diferente dividir uma Algumas representações de cada parte: Algumas representações de cada parte: Assim como na quarta divisão na resposta da atividade 1, as divisões da folha não precisam ser representadas apenas por segmentos retos. •Explorar diferentes significados das frações em situações- -problema: quociente. MAT5ºANO–2–PROF.indd 165MAT5ºANO–2–PROF.indd 165 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
  • 166.
    166 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Pergunte se cada amigo recebeu mais ou menos de uma folha. Questione se há alguma relação entre o fato de 3 ser maior que 2 na fração e os colegas de Maurício terem recebido mais de uma folha. As folhas podem ser divididas em dois e cada um receber três metades ou cada um receber uma folha inteira e metade da terceira. Na atividade 2, distribua mais quatro folhas de papel de seda para cada grupo e adote procedimento similar ao da atividade anterior. Ao final, discuta com os alunos em qual das duas situações, na ativi- dade 1 ou na 2, cada um recebeu fração maior de folhas e por quê. Peça a um aluno que leia a infor- mação introdutória. Depois forme grupos de cinco alunos. Na atividade 1, distribua três folhas de papel de seda para cada grupo e solicite que leiam o enunciado. Depois de reparti- rem as folhas de papel, peça que façam no espaço reservado o desenho da divisão das folhas. Uma representação possível: Uma representação possível: •Explorar diferentes significados das frações em situações- -problema: quociente. MAT5ºANO–2–PROF.indd 166MAT5ºANO–2–PROF.indd 166 9/15/10 2:03 PM9/15/10 2:03 PM
  • 167.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 167 1 por 4, 1 por 5 etc. e verifiquem os resultados encontrados com a calculadora. Solicite que façam a relação entre as representações fracionárias e decimais. Converse com os alunos sobre o resultado do item e. Na atividade 2, a situação é inversa. Os alunos têm a repre- sentação decimal e devem che- gar à representação fracionária. A leitura ajuda nessa conversão. Por esse motivo, é interessante propor aos alunos a leitura cole- tiva das representações decimais antes de pedir-lhes que façam a representação fracionária. Na atividade 1, comente que, dividindo o numerador pelo de- nominador de uma fração, o resultado é uma representação decimal. Faça alguns exemplos com a calculadora. Peça que explorem as frações , , fazendo as divisões de 1 por 2, 0,5 5 10 1 10 25 100 3 10 0,4 0,75 0,666... 5,625 •Escrever números racionais de uso frequente nas representações fracionária e decimal. MAT5ºANO–2–PROF.indd 167MAT5ºANO–2–PROF.indd 167 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
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    168 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP vírgula, se “dividem” o número em duas partes e subtraem a par- te inteira e a não inteira separa- damente etc. Peça que estimem os resultados antes da realização do cálculo. O resultado dessa sub- tração é maior que 2 ou menor que 2? Por quê? Perguntas como essas direcionam para a obtenção de resultados corretos no cálculo. Na atividade 2, solicite que fa- çam os cálculos por estimativa. Pergunte: Ricardo andou mais de 5 km ou menos de 5 km? Peça que justifiquem. Verifique como procederam para realizar as ope- rações com as representações de- cimais. Discuta com a classe os procedimentos adotados. As atividades dessa página são exploratórias. Após a leitura por um aluno da informação no iní- cio, pergunte se já ouviram falar do Bike Tour. Na atividade 1, verifique se utili- zam a subtração e como procedem para fazer o cálculo: se colocam os algarismos um abaixo do outro, observando o posicionamento da 2,160 km 5,590 km Resposta possível: Alinhei as vírgulas uma embaixo da outra para posicionar os números e realizar as operações. •Analisar, interpretar, formular e resolver situações-problema, compreendendo diferentes significados da adição e subtração, envolvendo números racionais escritos na forma decimal. •Calcular o resultado de adição e subtração de números racionais na forma decimal, por meio de estratégias pessoais e pelo uso de técnicas operatórias convencionais. MAT5ºANO–2–PROF.indd 168MAT5ºANO–2–PROF.indd 168 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
  • 169.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 169 As atividades 4, 5 e 6 reforçam o que foi explorado nas atividades anteriores. 80,300 kg 1,200 kg 81,350 kg MAT5ºANO–2–PROF.indd 169MAT5ºANO–2–PROF.indd 169 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
  • 170.
    170 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP decimal são os mesmos empre- gados com os números naturais. Na atividade 2, faça oralmente as estimativas dos resultados das operações e peça que as justifi- quem. Em seguida, solicite que confiram com a calculadora. Ob- serve se os resultados obtidos são próximos dos estimados. Na atividade 3, explique aos alunos que vão realizar o pro- cedimento inverso da atividade anterior. Agora devem estimar os resultados das operações e esco- lher o resultado mais aproximado na primeira coluna do quadro. Na atividade 1, peça aos alunos que observem as operações efe- tuadas por Maurício. Solicite que descrevam como foram realizadas e pergunte o que observam em cada uma. Verifique se percebem que os algoritmos utilizados na adição e subtração dos números racionais representados na forma Resposta possível: Adicionou os algarismos da parte não inteira (décimos) e os da parte inteira (unidades). Resposta possível: Subtraiu os algarismos começando da parte não inteira (décimos) e depois os da parte inteira (unidades). •Calcular o resultado de adição e subtração de números racionais na forma decimal, por meio de estratégias pessoais e pelo uso de técnicas operatórias convencionais. MAT5ºANO–2–PROF.indd 170MAT5ºANO–2–PROF.indd 170 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
  • 171.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 171 Socialize os procedimentos usados pelos alunos na resolução das ati- vidades 1 e 2. Discuta com a classe todas as pos- sibilidades da atividade 3. •Calcular o resultado de adição e subtração de números racionais na forma decimal, por meio de estratégias pessoais e pelo uso de técnicas operatórias convencionais. R$ 45,80 Recebeu R$ 1,70, porque gastou R$ 18,30 com o lanche. R$ 6,50: uma nota de 5 reais, uma moeda de 1 real e uma moeda de 50 centavos. Há outras possibilidades. MAT5ºANO–2–PROF.indd 171MAT5ºANO–2–PROF.indd 171 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
  • 172.
    172 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP apenas duas dimensões. Pergun- te que diferenças eles encontram nas figuras, anote algumas delas na lousa e faça uma síntese dos comentários. Esclareça que figu- ras formadas por segmentos de reta, como as que delimitam as superfícies planas dos painéis, denominam-se polígonos. Super- fícies poligonais são superfícies planas delimitadas por polígonos. Peça que, em cada tela, contem os números de lados e de ângu- los dos polígonos que limitam as regiões poligonais. Pergunte aos alunos quais são as formas geométricas das figu- ras da primeira imagem. Faça o mesmo com relação à segunda imagem. Comente que as figu- ras nas duas telas são planas. Informe que formas geométricas planas são aquelas que possuem Resposta possível: Todas as formas geométricas são planas; na primeira tela, todas as formas são poligonais, o que não acontece na segunda. •Identificar semelhanças e diferenças entre polígonos, considerando seu número de lados e de ângulos. MAT5ºANO–2–PROF.indd 172MAT5ºANO–2–PROF.indd 172 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
  • 173.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 173 no sentido vertical e depois pela metade novamente, mas no sen- tido horizontal, o papel dobrado forma uma quina com um ângulo reto. Com essa quina você pode “medir” os ângulos dos polígonos desenhados no livro. Os que fo- rem menores do que ela medem menos de 90º e os que forem maiores do que ela medem mais de 90º. A malha quadriculada também serve de referência para estabe- lecer comparação entre medidas de ângulos. Pergunte aos alunos quais as di- ferenças entre as figuras desenha- das. Peça que leiam a informação sobre polígono e tire as dúvidas. Na atividade 2, solicite que re- conheçam os ângulos das figuras e escrevam a resposta. Dobrando uma folha de papel pela metade Quadrado Triângulo Pentágono Hexágono 4 3 5 6 Os ângulos medem 90º no quadrado, mais de 90º no pentágono e no hexágono e menos de 90º no triângulo. •Identificar semelhanças e diferenças entre polígonos, considerando seu número de lados e de ângulos. MAT5ºANO–2–PROF.indd 173MAT5ºANO–2–PROF.indd 173 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
  • 174.
    174 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Na atividade 2, distribua alguns lápis de cor, peça que usem a malha quadriculada para fazer os polígonos e que considerem lados com medidas iguais e diferentes, bem como ângulos iguais, maio- res e menores que 90°. Lembre-os de que vão desenhar polígonos e não pintar seu interior. Na atividade 1, nos itens a, b e c, explore com os alunos as carac- terísticas dos polígonos. Informe que quatro lados com medidas iguais dois a dois significa que os pares de lados paralelos têm medi- das idênticas. No item c, verifique se os alunos compreendem que a figura solicitada é o trapézio. Retângulo; quadrado Losango; quadrado Resposta pessoal Trapézio •Identificar semelhanças e diferenças entre polígonos, considerando seu número de lados e de ângulos. MAT5ºANO–2–PROF.indd 174MAT5ºANO–2–PROF.indd 174 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
  • 175.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 175 que representa o mapa do Esta- do de São Paulo e, em seguida, a dividam em regiões triangulares. Na atividade 2, verifique o nú- mero de regiões triangulares que eles encontraram e se é o número máximo em que essa região poligonal pode ser divi- dida. Questione os alunos sobre a divisão de regiões poligonais em regiões triangulares e peça a alguns que justifiquem por que acham que a região pode ser dividida em regiões triangula- res. Discuta as respostas coleti- vamente. Peça a um aluno que leia o texto inicial. Na atividade 1, pergunte aos alunos se eles acham que toda a região poligonal pode ser di- vidida em regiões triangulares. Peça que reproduzam, na malha quadriculada, a região poligonal 8 Representação possível: •Compor e decompor figuras planas e identificação de que qualquer polígono pode ser composto a partir de figuras triangulares. MAT5ºANO–2–PROF.indd 175MAT5ºANO–2–PROF.indd 175 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
  • 176.
    176 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP e outras, em quatro. Discuta a possibilidade de decompor qual- quer região poligonal em regiões triangulares, pois o triângulo é o menor polígono, formado por três segmentos de reta. Comente também que a decomposição não é única. Na atividade sobre o piso que representa o mapa do Estado de São Paulo, para decompô-lo em regiões triangulares, os alu- nos encontraram diversas decom- posições corretas. Comente que às vezes não interessa obter uma decomposição com o mínimo de regiões poligonais possível, mas sim uma em que um dos polígo- nos que limita uma região se re- pita várias vezes. Informe aos alunos que um mo- saico é constituído de pequenas peças justapostas que, às vezes, formam figuras geométricas. Na atividade 1, pergunte o que observam na divisão de cada re- gião quadrada do piso e verifique se percebem que algumas regiões quadrangulares foram divididas em duas regiões triangulares Pode ser dividida em duas ou quatro regiões triangulares. •Compor e decompor figuras planas e identificação de que qualquer polígono pode ser composto a partir de figuras triangulares. Há outras possibilidades. MAT5ºANO–2–PROF.indd 176MAT5ºANO–2–PROF.indd 176 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 177 a camada de ozônio é uma es- pécie de “capa” de gás que envolve a Terra e a protege de várias radiações, sendo a ra- diação ultravioleta a principal delas. Consideramos a hipótese segundo a qual a destruição da camada de ozônio afeta as con- dições climáticas de determina- do lugar, tendo como uma das Solicite a um aluno que leia a informação inicial. Verifique se os alunos ouviram falar do ín- dice ultravioleta. Explique-lhes que esse índice aponta o nível de radiação solar na superfície da Terra e que a radiação solar é um fenômeno normal. Para elaborar essa atividade, partimos do princípio de que consequências o efeito estufa. O efeito estufa é um processo que ocorre quando parte da radiação solar refletida pela superfície terrestre é absorvida por certos gases presentes na atmosfera. Dentro de determinada faixa, esse efeito é de vital importância para aquecer o planeta e garantir a vida na Terra. •Ler informações apresentadas de maneira organizada por meio de gráficos de linha. 4 e 7 22 e 23 21 20, 22, 23 e 24 MAT5ºANO–2–PROF.indd 177MAT5ºANO–2–PROF.indd 177 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
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    178 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP mentou e peça-lhes que façam os cálculos para saber de quanto foi esse aumento. Na atividade 2, verifique se com- preendem que, para saber a produ- ção de gases do efeito estufa em milhões de toneladas no ano 2000, basta fazer a leitura do gráfico, buscando o dado correspondente ao ano 2000 no eixo vertical. Na atividade 3, observe se per- cebem que basta localizar o valor de 1.500 milhões de toneladas no eixo vertical e fazer a leitura dos pontos que se encontram abaixo desse valor, correspondentes aos anos do eixo horizontal. Peça aos alunos que observem os conteúdos apresentados no gráfico. Pergunte-lhes que dados se encontram no eixo horizontal e no eixo vertical e se sabem o nome da informação ao lado do gráfico, a legenda. Na atividade 1, certifique-se de que eles percebem que a produ- ção de gases do efeito estufa au- Aumentou em 841 milhões de toneladas. 2.052 milhões de toneladas Em 1990 e 1994 •Ler informações apresentadas de maneira organizada por meio de gráficos de linha. MAT5ºANO–2–PROF.indd 178MAT5ºANO–2–PROF.indd 178 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 179 ra a que as atividades se referem significa um valor médio entre as temperaturas máxima e mínima. Na atividade 1, peça aos alu- nos que façam uma leitura dos valores fornecidos no gráfico. Na atividade 2, verifique se observam quais são os números menores que 23,5 °C e encon- tram o dia correspondente no eixo horizontal. Na atividade 3, observe se veri- ficam o dia no eixo horizontal e encontram a respectiva tempera- tura no eixo vertical. Comente a importância de com- preender os dados por meio de gráficos, uma vez que a maioria dos meios de comunicação utili- za esse recurso atualmente para transmitir informações. Explore o título do gráfico e a legenda. Es- clareça que a média da temperatu- Maior média de temperatura: 4 de dezembro; menor média de temperatura: 3 de dezembro Nos dias 30 de novembro, 2 e 3 de dezembro 23,5 ºC •Ler informações apresentadas de maneira organizada por meio de gráficos de linha. MAT5ºANO–2–PROF.indd 179MAT5ºANO–2–PROF.indd 179 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
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    180 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP ser retomado. Não é necessário que todas as tarefas sejam feitas no mesmo dia: organize-as como achar melhor. Enquanto os alunos fazem essas atividades, circule pela sala para acompanhá-los e orientá-los, quando for o caso. Registre as dificuldades dos alunos, para planejar possíveis retomadas. A seção “Agora, é com você” vai aparecer no final de cada Unida- de, com propostas que retomam o conteúdo trabalhado. São ati- vidades individuais, e você deve analisá-las para verificar se as expectativas de aprendizagem foram atingidas, quanto os alu- nos avançaram e o que precisa 5 4 MAT5ºANO–2–PROF.indd 180MAT5ºANO–2–PROF.indd 180 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 181 6 9 3 9 4 1 1 2 Resposta possível: A média de congestionamento diminui de 2001 a 2003 e, a partir de 2003, aumenta até 2008. Maior: 2008; menor: 2003 MAT5ºANO–2–PROF.indd 181MAT5ºANO–2–PROF.indd 181 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
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    182 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP R$ 6,20 1,5 1,9 2,7 5,0 4,5 3,5 40,15 40,20 40,25 17 16,96 16,94 Há outras possibilidades. MAT5ºANO–2–PROF.indd 182MAT5ºANO–2–PROF.indd 182 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 183 medida km2 se referem a áreas do município de São Paulo e os outros indicam a quantidade de favelas e de pessoas. Há nú- meros que indicam um período de tempo também. Explore ou- tros significados dos números. Peça a um aluno que leia o tex- to da página inicial. Aproveite para comentar sobre o gran- de crescimento da cidade de São Paulo. Verifique se os alu- nos percebem que os números acompanhados da unidade de Resposta possível: Os números acompanhados por unidades de medida se referem às áreas (a área total da cidade de São Paulo e parcela da área ocupada por favelas); os números 2.000 e 3.000.000 indicam quantidades (de favelas e de população sem habitação formal); e os números 2000-2004 indicam um período de tempo. •M6 Identificar e produzir frações equivalentes, pela observação de representações gráficas e de regularidades nas escritas numéricas. •M14 Resolver problemas que envolvem o uso da porcentagem no contexto diário, como 10%, 20%, 50%, 25%. •M23 Ampliar e reduzir figuras planas pelo uso de malhas quadriculadas. •M28 Calcular perímetro de figuras desenhadas em malhas quadriculadas ou não. •M29 Compreender a área como a medida da superfície de uma figura plana. •M32 Resolver situações- -problema com dados apresentados de maneira organizada, por meio de tabelas simples ou tabelas de dupla entrada. •M35 Ler informações apresentadas de maneira organizada por meio de gráficos de setor. Material necessário para o desenvolvimento da Unidade: lápis de cor papel quadriculado calculadoras réguas tesouras sem ponta folhas de papel pedaços de cartolina MAT5ºANO–2–PROF.indd 183MAT5ºANO–2–PROF.indd 183 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
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    184 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Na atividade 2, observe se eles dividem 220 por 2 para calcular a metade e se chegam ao resultado de 110 litros, que corresponde a um consumo diário consciente de água por uma pessoa. Comente com os alunos que, em nosso país, há muito desperdício de comida, de água e de energia elétrica e que é preciso desenvol- ver nas atuais gerações a noção de consumo consciente. Pergunte se sabem o que significa consu- mo consciente. Peça a um aluno que leia o texto introdutório da página. 1 2 110 L 330 L •Identificar e produzir frações equivalentes, pela observação de representações gráficas e de regularidades nas escritas numéricas. MAT5ºANO–2–PROF.indd 184MAT5ºANO–2–PROF.indd 184 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 185 acontece, as frações que repre- sentam as partes, embora nume- ricamente sejam diferentes, são denominadas frações equivalen- tes, pois representam a mesma parte do inteiro. As atividades 1, 2, 3 e 4 ex- ploram a noção de equivalência. Observe se eles percebem que as frações, apesar de serem numeri- camente diferentes, representam partes que têm o mesmo tama- nho. Informe que, quando isso Resposta possível: As partes pintadas das tiras têm o mesmo tamanho. Resposta possível: As partes pintadas das tiras têm o mesmo tamanho. MAT5ºANO–2–PROF.indd 185MAT5ºANO–2–PROF.indd 185 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
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    186 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Retome a noção de equivalência e discuta as atividades. No item a, peça aos alunos que observem as partes pintadas de cada círculo e as traduzam com uma fração. No item b, verifique se eles percebem que as partes pintadas em ambos os círculos representam partes iguais de um inteiro e podem ser expressas por frações equivalentes. •Identificar e produzir frações equivalentes, pela observação de representações gráficas e de regularidades nas escritas numéricas. 1 4 2 8 Resposta possível: Elas são equivalentes, pois representam a mesma parte do inteiro. MAT5ºANO–2–PROF.indd 186MAT5ºANO–2–PROF.indd 186 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 187 esquemas gráficos ou outro tipo de procedimento, como dividir ou multiplicar o numerador e o denominador de uma fração pelo mesmo número para obter a ou- tra fração. É importante ressaltar que, na questão da equivalência, as frações representam o mesmo número, porém suas expressões fracionárias são diferentes. No item c, observe se eles perce- bem que as partes não pintadas em ambos os círculos também representam partes iguais de um inteiro e podem ser expressas por frações equivalentes. Explore a noção de equivalência e apresente outras frações para que os alunos verifiquem se são equivalentes. Observe se usam Sim, porque as frações e são equivalentes, pois representam “pedaços” de mesmo tamanho. Exemplo: 4 5 12 15 Resposta possível: Elas são equivalentes, pois representam a mesma parte do inteiro. MAT5ºANO–2–PROF.indd 187MAT5ºANO–2–PROF.indd 187 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
  • 188.
    188 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP tabela solicitando sua leitura e se reconhecem os valores expressos pelas porcentagens. Comente que geralmente, em uma pesquisa, as pessoas votam apenas uma vez em uma única opção, que os resultados dessa votação são apresentados em porcentagens e que a soma de todas elas deve to- talizar 100%. Nesse caso, a soma não deu 100%, pois existem outros acidentes envolvendo outros tipos de situação não apresentados na tabela. Peça que descubram como fazer para obter a porcentagem desses outros tipos de acidentes. Verifique se concluem que bas- ta subtrair de 100% o valor da porcentagem encontrada na ati- vidade 4. Na atividade 1, questione os alu- nos sobre os acidentes que ocor- rem com maior e menor frequência na região e que tipo de pessoas envolvem. Explore a tabela: per- gunte o que está colocado na primeira e na segunda coluna e se eles conhecem o símbolo que acompanha os números. Verifique se sabem ler cada porcentagem da Resposta pessoal Menor: 3%; maior: 40% Abaixo: 3% e 18%; acima: 40% 85% •Resolver problemas que envolvem o uso da porcentagem no contexto diário, como 10%, 20%, 50%, 25%. •Resolver situações-problema com dados apresentados de maneira organizada, por meio de tabelas simples. MAT5ºANO–2–PROF.indd 188MAT5ºANO–2–PROF.indd 188 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
  • 189.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 189 representa determinada parte desse total, o que possibilita es- crever a porcentagem em fração ou como decimal. Discuta com eles que 40% corresponde a 40 partes de 100, que podem ser tra- duzidas por ou 0,4. Para a atividade 2, os alunos precisam subtrair a porcentagem de casas com esgoto de 100% para descobrir as que ainda não tinham ligação com a rede de es- goto. Depois fazem a correspon- dência com 100% para escrever a representação fracionária. Esclareça aos alunos que toda porcentagem pode ser escrita nas representações fracionária e deci- mal. Informe a eles que, quando trabalhamos com porcentagem, o inteiro é expresso por 100%. Na atividade 1, observe se os alunos entendem que nesse caso a porcentagem está relacionada a um total de 100%, ou seja, ela Representação fracionária: Representação decimal: 0,40 ou 0,4 37% Representação fracionária: •Resolver problemas que envolvem o uso da porcentagem no contexto diário, como 10%, 20%, 50%, 25%. MAT5ºANO–2–PROF.indd 189MAT5ºANO–2–PROF.indd 189 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
  • 190.
    190 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP dele, ou seja, dividi-lo por 10. Na atividade 1, observe se adotam essa ideia e dividem 30 por 10. Na atividade 2, comente que, se 40% dos entrevistados são ho- mens, o que falta para 100% são mulheres. Esclareça que podem calcular o número de mulheres pelo procedimento que quiserem. Socialize os processos usados. Na atividade 3, peça aos alunos que se reúnam em grupos e resol- vam as porcentagens. Depois, dis- tribua calculadoras e solicite que confiram os resultados. Explique a eles como se utiliza a tecla de por- centagem da calculadora. Proponha outros problemas em que é preciso calcular porcentagens simples. Converse com os alunos sobre as maneiras de calcular a porcen- tagem de um número usando as informações do texto. Verifique se eles percebem que uma das for- mas de calcular a porcentagem de determinado número é usar o cál- culo de 10% como auxiliar, pois, para calcular 10% de um número, basta determinar a décima parte R$ 3,00 R$ 27,00 40 homens e 60 mulheres 25 13,60 60 24 •Resolver problemas que envolvem o uso da porcentagem no contexto diário, como 10%, 20%, 50%, 25%. MAT5ºANO–2–PROF.indd 190MAT5ºANO–2–PROF.indd 190 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
  • 191.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 191 a quantidade de quadradinhos na segunda de maneira a garantir a mesma forma, se usam régua, se percebem o posicionamento das linhas etc. Na atividade 2, discuta com os alunos que nessas atividades o que muda é a quantidade dos qua- dradinhos da malha quadriculada. Peça aos alunos que observem o desenho na malha quadricu- lada. Comente que cada parte do desenho é representada por uma quantidade de quadradinhos e que a figura reduzida terá uma quantidade menor de quadradi- nhos. Observe os procedimentos utilizados: se fazem a contagem nas duas malhas e se diminuem Resposta possível: Reduzi o tamanho de cada figura (a contagem de quadradinhos da primeira malha quadriculada é menor na segunda malha). •Ampliar e reduzir figuras planas pelo uso de malhas quadriculadas. MAT5ºANO–2–PROF.indd 191MAT5ºANO–2–PROF.indd 191 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
  • 192.
    192 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP servando se os lados da região retangular dobram de tamanho. Ajude os que não usaram o pro- cedimento anterior para ampliar a segunda figura. Na atividade 1, esclareça aos alunos como fazer para dese- nhar as figuras na outra malha quadriculada. Verifique se con- tam quantos quadradinhos há na primeira figura e se desenham essa figura na segunda malha ob- Armário: 7; cama: 6 Há vários lugares possíveis para a localização da mesa. •Ampliar e reduzir figuras planas pelo uso de malhas quadriculadas. MAT5ºANO–2–PROF.indd 192MAT5ºANO–2–PROF.indd 192 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
  • 193.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 193 e criar uma malha quadriculada com quadrados maiores, conser- vando o número de quadradinhos da primeira malha. Esse procedi- mento não é o mesmo usado até agora e deve ser discutido com todos. Existe ainda a possibili- dade de os alunos ampliarem as medidas, usando a régua. Um dos procedimentos de am- pliação da figura da atividade 5 pode ser quadricular a figura, depois fazer outro quadriculado com a malha do mesmo tamanho e reproduzi-la nesse quadriculado aumentando o número de quadra- dinhos da primeira malha. Outra maneira é quadricular a figura Armário: 28; cama: 24 Porque a malha quadruplicou o número de quadradinhos. Uma das maneiras é desenhar uma malha quadriculada interna à figura, depois ampliar a figura em uma malha quadriculada e fazer o novo desenho. MAT5ºANO–2–PROF.indd 193MAT5ºANO–2–PROF.indd 193 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
  • 194.
    194 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Ainda na atividade 1, itens a e b, discuta com eles as figuras que têm perímetros iguais e as que apresentam perímetros di- ferentes. Explique que, para ter o mesmo perímetro, as figuras não precisam ter necessariamente a mesma forma; podem ter contor- nos diferentes, como no caso das figuras A e D. As atividades dessa página ini- ciam o estudo dos perímetros. Na atividade 1, informe aos alu- nos que o lado de cada quadra- dinho equivale a uma unidade de medida. Solicite que calculem o perímetro, observe se realizam a contagem dos lados dos qua- dradinhos que formam cada figura e peça que completem o quadro. 12 u 14 u 16 u 12 u As figuras A e D As figuras A e B; A e C; B e C; B e D; C e D •Calcular perímetro de figuras desenhadas em malhas quadriculadas ou não. MAT5ºANO–2–PROF.indd 194MAT5ºANO–2–PROF.indd 194 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 195 Na atividade 3, peça que dese- nhem dois polígonos com o mes- mo perímetro, observando que os polígonos podem ter formas diferentes. Na atividade 4, eles devem iden- tificar o perímetro das figuras e verificar quantas unidades o pe- rímetro de um polígono é maior que o outro. Na atividade 2, comente que agora devem considerar que a lateral de cada quadradinho tem 2 cm. Observe se eles fazem a contagem novamente ou se mul- tiplicam os valores encontrados na atividade 1 por 2. Resposta pessoal 24 cm 28 cm 32 cm 24 cm Duas vezes, pois a figura A tem 8 unidades de perímetro e a figura B tem 16 unidades de perímetro. MAT5ºANO–2–PROF.indd 195MAT5ºANO–2–PROF.indd 195 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
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    196 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Peça aos alunos que observem as figuras pintadas na malha quadri- culada. Na atividade 2, observe o tipo de procedimento utilizado para cal- cular a área das figuras, se con- tam os quadradinhos pintados de cada uma ou se adotam o proce- dimento de multiplicar a quanti- dade de quadradinhos de duas das laterais. Se nenhum aluno usou o procedimento multiplicativo, ex- plique a eles que, para calcular a área de quadrados e retângulos, basta multiplicar dois de seus la- dos não paralelos. Na atividade 3, esclareça que duas figuras podem ter a mesma área sem necessariamente ter a mesma forma, o que significa que possuem áreas equivalentes. 9 u2 12 u2 16 u2 12 u2 Sim, as figuras 2 e 4. Respostas possíveis: Contei a quantidade de quadradinhos de cada figura ou contei os quadradinhos de duas das laterais e os multipliquei. •Compreender a área como a medida da superfície de uma figura plana. MAT5ºANO–2–PROF.indd 196MAT5ºANO–2–PROF.indd 196 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 197 Na atividade 1, observe se eles compreendem que, pelo fato de o terreno ser retangular, é possível trabalhar em malha quadricula- da e, se os lados medem 25 m e 10 m, então pode-se ter a malha quadriculada de 25 quadradinhos por 10 quadradinhos. Na atividade 2, observe se eles usam o procedimento multiplicati- vo e fazem 10 m × 25 m, obtendo 250 m2 . Lembre aos alunos a ne- cessidade de, na resposta, escrever a unidade de medida, que nesse caso é o m2 , a unidade de área. Na atividade 3, solicite que res- pondam se a pergunta é válida e que justifiquem a resposta. Peça aos alunos que observem o desenho e as medidas do terre- no. Comente com eles que o terreno tem a forma de um re- tângulo, ou seja, lados de mes- ma medida dois a dois e ângulos internos com medida de 90°. Resposta possível: Elaborar malha quadriculada com 25 quadradinhos em uma das laterais e 10 quadradinhos na outra lateral, considerando que cada quadradinho tem 1 m2 de área. 250 m2 Sim, uma vez que em retângulos a área é calculada por meio da multiplicação dos quadradinhos que formam dois lados não paralelos. •Compreender a área como a medida da superfície de uma figura plana. MAT5ºANO–2–PROF.indd 197MAT5ºANO–2–PROF.indd 197 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
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    198 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Nas atividade 1 e 2, peça aos alunos que verifiquem o que apresenta essa tabela, qual seu título e sua fonte. Informe que o título de uma tabela é impor- tante para indicar ao leitor de que informação se trata. Escla- reça ainda que a fonte é o meio do qual foram extraídos os dados e que ela deve ser citada para dar confiabilidade às informa- ções. Nesse caso, a fonte é um site. Explore a leitura da tabe- la, o que está representado em cada coluna e em cada linha. Na atividade 3, verifique como os alunos procedem para calcular a diferença entre a população da área urbana e da área rural. Comente com os alunos que São Paulo, apesar de sua caracterís- tica urbana, apresenta área rural e que isso pode ser constatado à medida que nos distanciamos das áreas centrais. 88% Porcentagem de população da área urbana e rural de São Paulo 100%. Significa toda a população de São Paulo. Site: <www.portalbrasil.net>. •Ler informações apresentadas de maneira organizada por meio de gráficos de setor. MAT5ºANO–2–PROF.indd 198MAT5ºANO–2–PROF.indd 198 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 199 cela pintada do gráfico e que a menor porcentagem indica a par- cela menor. Na atividade 7, comente a utili- zação dos gráficos de setores pela mídia e a facilidade que trazem na comparação de dados. Na atividade 5, solicite aos alu- nos que comparem os valores das porcentagens da tabela da página anterior com as partes pintadas do gráfico. Destaque a importân- cia da legenda e do título em um gráfico e comente que a maior porcentagem indica a maior par- Resposta possível: A porcentagem maior na tabela equivale à parte pintada de amarelo no gráfico, e a porcentagem menor equivale à parte pintada de azul. Resposta pessoal Porcentagem de população da área urbana e rural da cidade de São Paulo. População urbana População rural MAT5ºANO–2–PROF.indd 199MAT5ºANO–2–PROF.indd 199 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
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    200 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP O setor de transporte Industrial 7% Transporte 78% Residencial 10% Outros 5% MAT5ºANO–2–PROF.indd 200MAT5ºANO–2–PROF.indd 200 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 201 A atividade 1 dessa página re- toma a relação entre a represen- tação percentual e a fracionária. Na atividade 2, os alunos darão significado a essa relação, con- textualizando-a em uma situação- -problema. •Ler informações apresentadas de maneira organizada por meio de gráficos de setor. 25% 1 4 3 4 75% Resposta pessoal MAT5ºANO–2–PROF.indd 201MAT5ºANO–2–PROF.indd 201 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
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    202 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP ser retomado. Não é necessário que todas as tarefas sejam feitas no mesmo dia: organize-as como achar melhor. Enquanto os alunos fazem essas atividades, circule pela sala para acompanhá-los e orientá-los, quando for o caso. Registre as dificuldades dos alunos, para planejar possíveis retomadas. A seção “Agora, é com você” vai aparecer no final de cada Unida- de, com propostas que retomam o conteúdo trabalhado. São ati- vidades individuais, e você deve analisá-las para verificar se as expectativas de aprendizagem foram atingidas, quanto os alu- nos avançaram e o que precisa 16 quadradinhos 21 quadradinhos Figura 1: 22 cm; figura 2: 28 cm MAT5ºANO–2–PROF.indd 202MAT5ºANO–2–PROF.indd 202 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 203 2 25 260 R$ 150,00 Há outras possibilidades. MAT5ºANO–2–PROF.indd 203MAT5ºANO–2–PROF.indd 203 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
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    204 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP 60% Terror 20 Ação 40 Drama 15 Ficção 25 MAT5ºANO–2–PROF.indd 204MAT5ºANO–2–PROF.indd 204 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 205 ras latino-americanas, integran- do relações culturais, políticas, sociais e econômicas dos países da América Latina. Comente que o interior do prédio é dividido em espaços destinados a acervos de arte e em espaços culturais, abrigando também importante bi- blioteca especializada em cultura latino-americana. Pode-se indicar que visitem o site do Memorial (www.memorial.sp.gov.br), no qual encontrarão mais informa- ções sobre a instituição. Peça a um aluno que leia o tex- to introdutório. Pergunte aos alunos se conhecem o Memorial da América Latina. Conte a eles que o Memorial foi inaugurado em 18 de março de 1989, com o objetivo de difundir as cultu- O Memorial da América Latina foi criado para difundir as manifestações latino-americanas de criatividade e saber, com o objetivo de integrar as relações culturais, políticas, econômicas e sociais dos países da América Latina. Localiza-se no bairro da Barra Funda, na cidade de São Paulo. •M15 Identificar as possíveis maneiras de combinar elementos de uma coleção de objetos e de contabilizá-las usando estratégias pessoais. •M16 Explorar a ideia de probabilidade em situações-problema simples. •M30 Calcular área de retângulos ou quadrados desenhados em malhas quadriculadas ou não. •M31 Resolver situações- -problema que envolvam o significado de unidades de medidas de superfície como o metro quadrado (m2 ), o centímetro quadrado (cm2 ) e o quilômetro quadrado (km2 ). •M36 Construir tabelas e gráficos para apresentar dados coletados ou obtidos em textos jornalísticos. Material necessário para o desenvolvimento da Unidade: dados folhas de papel sulfite lápis de cor MAT5ºANO–2–PROF.indd 205MAT5ºANO–2–PROF.indd 205 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
  • 206.
    206 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP A atividade 2 pode servir para verificar se os procedimentos usados anteriormente foram aprendidos. Na atividade 1, observe se os alunos identificam, por meio de diagramas ou pela multiplica- ção, o número de combinações possíveis. Verifique que tipos de procedimento eles utilizam, de contagem ou multiplicativo, e discuta-os com a classe. 3 × 3 = 9 2 × 4 = 8. São 8 combinações. •Identificar as possíveis maneiras de combinar elementos de uma coleção de objetos e de contabilizá-las usando estratégias pessoais. MAT5ºANO–2–PROF.indd 206MAT5ºANO–2–PROF.indd 206 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 207 diferentes de canetas mexicanas, então é possível realizar 6 tipos de combinações diferentes de 1 caneca com 1 caneta. Na atividade 2, discuta os pro- cedimentos adotados e verifique como descrevem ter pensado; se percebem que agora existem 3 tipos de peças de cerâmica mexi- cana e 4 de peruana e que, dessa forma, ocorrem 12 possibilidades de combinações diferentes entre esses dois tipos de peças. Solicite a alguns alunos que escrevam na lousa seus procedimentos e dis- cuta os resultados com a classe. Na atividade 1, pergunte aos alunos como procederam para fazer as combinações. Verifique se usam algum esquema ou dia- grama, se descrevem cada par de objetos ou se utilizam a multipli- cação. Observe se concluem que, se existem 2 tipos diferentes de canecas peruanas e 3 modelos 2 × 3 = 6 3 × 4 = 12 •Identificar as possíveis maneiras de combinar elementos de uma coleção de objetos e de contabilizá-las usando estratégias pessoais. MAT5ºANO–2–PROF.indd 207MAT5ºANO–2–PROF.indd 207 9/15/10 2:04 PM9/15/10 2:04 PM
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    208 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP 1 livro e 1 gibi entre todos eles é possível fazer 10 combinações diferentes. Pergunte aos alunos que procedimentos adotaram e discuta com a classe. Peça que observem o quadro e verifiquem quantos livros e gibis são apresentados. No item a, cer- tifique-se de que entendem que, se existem 2 opções de livros e 5 opções de gibis, para escolher 2 × 5 = 10 3 × 4 = 12 •Identificar as possíveis maneiras de combinar elementos de uma coleção de objetos e de contabilizá-las usando estratégias pessoais. MAT5ºANO–2–PROF.indd 208MAT5ºANO–2–PROF.indd 208 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 209 No item c, observe se concluem que, se Rodrigo optou por 1 livro, então resta combiná-lo com 2 gi- bis escolhidos dentre os 5. Para isso, podem fazer um esquema ou uma multiplicação. Como são 5 gibis e devem-se escolher 2 entre eles, há 5 × 4 possibilidades. 20 MAT5ºANO–2–PROF.indd 209MAT5ºANO–2–PROF.indd 209 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
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    210 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Peça aos alunos que leiam os car- tazes com as opções de lanches e sucos. Na atividade 1, observe se fazem as combinações com o número de sucos com leite e percebem que, se ocorre a possibilidade de 2 tipos de sucos com leite e 4 lanches naturais, então é possível ter 8 combinações diferentes. 2 × 4 = 8 •Identificar as possíveis maneiras de combinar elementos de uma coleção de objetos e de contabilizá-las usando estratégias pessoais. MAT5ºANO–2–PROF.indd 210MAT5ºANO–2–PROF.indd 210 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 211 Na atividade 3, observe se iden- tificam que, se Rodrigo já esco- lheu um lanche, resta apenas as possibilidades de escolha de um dos sucos com água e que, dessa forma, as combinações possíveis são 3. Na atividade 2, o procedimento é o mesmo da atividade anterior, porém verifique se eles conta- bilizam os sucos com água e se percebem que, se existem 3 sucos diferentes e 4 opções diversas de lanche, então é possível ter 12 combinações diferentes. 3 × 4 = 12 1 × 3 = 3 MAT5ºANO–2–PROF.indd 211MAT5ºANO–2–PROF.indd 211 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
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    212 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP pontos virada para cima. Elabo- re outras questões desse tipo. Na atividade 1, pergunte qual a possibilidade de sair a face da fi- gura 1 virada para cima, ao jogar o dado para o alto e ele cair em uma mesa. Verifique se os alunos percebem que a chance de cair essa face é 1 em 6, pois o dado tem 6 faces. Comente com eles que essa chance pode ser repre- sentada pela fração . Solicite aos alunos que identi- fiquem a quantidade de figuras, lembrando que um dado tem 6 faces. Faça com eles o lançamen- to de um dado e pergunte qual a chance de cair a face com 5 1 em 6, pois existe 1 possibilidade em 6 situações possíveis. 1 em 6 (1 em um total de 6 possibilidades) •Explorar a ideia de probabilidade em situações-problema simples. MAT5ºANO–2–PROF.indd 212MAT5ºANO–2–PROF.indd 212 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 213 Na atividade 4, devem perceber que existem 2 possibilidades de ocorrência de sair a figura esco- lhida (figura 4 ou 5) em 6 possi- bilidades, que é o total de faces do dado. 1 em 6 (1 em um total de 6 possibilidades) 2 em 6 (2 em um total de 6 possibilidades) 2 em 6 (2 em um total de 6 possibilidades) MAT5ºANO–2–PROF.indd 213MAT5ºANO–2–PROF.indd 213 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
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    214 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP de probabilidade como fenômeno aleatório. Passe pelos grupos e observe se estão anotando corre- tamente os números encontrados nos lançamentos dos dados. Colo- que alguns quadros na lousa. Dis- cuta com a classe os resultados obtidos pelos grupos e explique que esses resultados são aleató- rios. O número 5, por exemplo, pode ter saído com maior frequên- cia em determinado grupo e com menor em outro. Oriente os alunos para que se reúnam em grupos de seis. Distri- bua entre os grupos alguns dados e folhas de papel sulfite. As ati- vidades dessa página devem ser desenvolvidas com o objetivo de que os alunos percebam a noção •Explorar a ideia de probabilidade em situações-problema simples. Resposta pessoal Resposta pessoal Resposta pessoal MAT5ºANO–2–PROF.indd 214MAT5ºANO–2–PROF.indd 214 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 215 casos favoráveis e o denomina- dor, o número de casos possíveis. Na atividade 1, observe se os alunos entendem por que a pro- babilidade de sair o número 6 no lançamento do dado é . Na atividade 2, eles devem ini- cialmente contabilizar o total de bolas amarelas e azuis (9), pois o total de bolas representa o nú- mero de casos possíveis de ocor- rência do evento, e concluir que o número de casos favoráveis é 5, pois existem 5 bolas amare- las. Dessa forma, devem verificar que a probabilidade de ocorrência desse evento é . Explique aos alunos que a pro- babilidade pode ser calculada pelo quociente entre o número de casos favoráveis e o número to- tal de casos possíveis em uma experiência. Informe que a pro- babilidade pode ser representada por meio de uma fração em que o numerador indica o número de •Explorar a ideia de probabilidade em situações-problema simples. 1 6 5 9 MAT5ºANO–2–PROF.indd 215MAT5ºANO–2–PROF.indd 215 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
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    216 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP figura e verifique se calculam a quantidade de quadrículas da su- perfície da cozinha. É importan- te que compreendam que, nesse caso, o número de quadrículas do desenho é equivalente a sua área, porém esse número deve vir acompanhado da unidade de medida – nessa questão, o m2 –, para caracterizar uma grandeza de superfície. No item b, verifique se os alunos compreendem que, se em cada m2 , ou seja, em cada quadrícula da malha quadriculada, cabem 4 lajotas, então na malha toda cabem 96. Peça a um aluno que leia o tex- to introdutório da página. Para o item a, lembre aos alunos que cada quadrícula da malha qua- driculada tem 1 m2 e que o me- tro quadrado é uma unidade de medida de superfície bastante usada. Solicite que observem a 24 m2 24 × 4 = 96 lajotas •Calcular área de retângulos ou quadrados desenhados em malhas quadriculadas ou não. MAT5ºANO–2–PROF.indd 216MAT5ºANO–2–PROF.indd 216 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 217 fazem fronteira com o Brasil e dois não fazem. Ressalte que a Guiana Francesa é um território francês, não um país. Peça a eles que retomem a questão, agora considerando todos os países que fazem fronteiras. O resultado será 2 × 11 ou 22. Solicite aos alunos que obser- vem no mapa os países que fa- zem fronteira com o Brasil e os que não fazem. Faça na lousa duas listagens, uma com o nome daqueles que fazem e outra dos que não fazem. Verifique se os alunos percebem que 11 países 6 maneiras •Identificar as possíveis maneiras de combinar elementos de uma coleção de objetos e de contabilizá-las usando estratégias pessoais. MAT5ºANO–2–PROF.indd 217MAT5ºANO–2–PROF.indd 217 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
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    218 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Distribua alguns lápis de cor aos alunos. Explique que cm2 é uma unidade de superfície de área. Na atividade 1, diga que podem desenhar os quadriláteros com as medidas que quiserem e que de- vem calcular a área de cada um deles. Na atividade 2, observe se os alunos pintam, para a superfície quadrada de 4 cm2 de área, um quadrilátero com lados de 2 cm e, para a superfície retangular de 6 cm2 de área, um quadrilátero com lados de 2 cm e 3 cm ou 1 cm e 6 cm. Resposta pessoal •Calcular área de retângulos ou quadrados desenhados em malhas quadriculadas ou não. MAT5ºANO–2–PROF.indd 218MAT5ºANO–2–PROF.indd 218 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 219 Retome as atividades anteriores e verifique se os alunos perceberam que, para calcular a área de um quadrilátero, basta multiplicar dois de seus lados não paralelos e que as unidades de medida de área sempre são ao quadrado, por exemplo, cm2 e m2 . Na atividade 1, observe se os alunos percebem que um qua- drado tem todos os lados iguais e que, para calcular a área li- mitada por ele, basta calcular 3 cm × 3 cm = 9 cm2 . Na atividade 2, eles devem mul- tiplicar 5 cm × 8 cm = 40 cm2 . Nas atividades 3 e 4, precisam adotar o mesmo procedimento das atividades 1 e 2, porém lem- bre a eles que agora a unidade de medida dos lados dos quadriláte- ros é o metro (m) e, por isso, a unidade de medida de área deve ser expressa em m2 . 9 cm2 40 cm2 4 m2 18 m2 •Calcular área de retângulos ou quadrados desenhados em malhas quadriculadas ou não. MAT5ºANO–2–PROF.indd 219MAT5ºANO–2–PROF.indd 219 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
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    220 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Peça aos alunos que observem o desenho do campo de futebol e suas respectivas medidas. Na atividade 1, solicite que cal- culem a área do campo de fute- bol. Eles devem multiplicar 75 m por 110 m, que representam as medidas dos lados do quadrilátero que forma o campo, a fim de ob- ter 8.250 m2 de área da superfície do campo todo. Na atividade 2, esclareça que a superfície da “grande área” é li- mitada pelo quadrilátero de lados 16 m por 40 m; eles devem obter a área de 640 m2 . 75 m × 110 m = 8.250 m2 16 m × 40 m = 640 m2 •Calcular área de retângulos ou quadrados desenhados em malhas quadriculadas ou não. MAT5ºANO–2–PROF.indd 220MAT5ºANO–2–PROF.indd 220 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 221 Na atividade 1, peça aos alunos que leiam em voz alta os dados da tabela, observando como fa- zem a leitura dos números e das unidades de medida. Comente que os elementos da tabela apresen- tam unidades de medida de área diferentes: o quilômetro quadra- do, o metro quadrado e o centí- metro quadrado. Na atividade 2, eles devem per- ceber que a área do Estado de São Paulo é a maior superfície da tabela e, por isso, tem sua uni- dade de medida em km2 , e que a área de uma folha de papel é a que apresenta a menor superfície e, por isso, sua unidade de medi- da está em cm2 . Na atividade 3, deve ficar cla- ro que o cm2 é utilizado usual- mente para representar a área de superfícies pequenas e que, por isso, não seria apropriado para representar a área do Estado de São Paulo. Maior: 248.209,426 km2 ; menor: 623,7 cm2 Não, pois o cm2 é utilizado para medir a área de superfícies menores, como a de uma folha de papel, e as dimensões do Estado de São Paulo são muito grandes. •Resolver situações-problema que envolvam o significado de unidades de medidas de superfície como o metro quadrado (m2 ), o centímetro quadrado (cm2 ) e o quilômetro quadrado (km2 ). MAT5ºANO–2–PROF.indd 221MAT5ºANO–2–PROF.indd 221 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
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    222 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Na atividade 1, os alunos devem associar a unidade de medida adequada a cada superfície rela- cionada. Precisam perceber que a unidade cm2 é adequada para superfícies menores e que o m2 pode ser utilizado em determina- das superfícies não tão pequenas, mas menores que o km2 , o qual deve ser usado quando se deseja representar áreas de superfícies muito grandes. Na atividade 2, explique aos alunos que, se 1 m = 100 cm, então, se multiplicarem os lados de um quadrado com medidas de 100 cm, vão encontrar uma su- perfície de 10.000 cm2 de área. Na atividade 3, o mesmo proce- dimento deve ser adotado. Ex- plique que, se multiplicarem os lados de um quadrado com me- didas de 1.000 m, terão uma su- perfície de 1.000.000 m2 de área. 1 m2 = 10.000 cm2 1 km2 = 1.000.000 m2 •Resolver situações-problema que envolvam o significado de unidades de medidas de superfície como o metro quadrado (m2 ), o centímetro quadrado (cm2 ) e o quilômetro quadrado (km2 ). MAT5ºANO–2–PROF.indd 222MAT5ºANO–2–PROF.indd 222 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
  • 223.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 223 Peça a um aluno que leia o texto introdutório da página. Na atividade 1, solicite que descrevam do que trata o texto, quais dados estão apresentados. Verifique se percebem a informa- ção que o texto transmite. Eles devem discutir oralmente suas considerações. Explique que as informações de um texto algumas vezes podem ser organizadas em tabelas e gráficos e que essas for- mas de apresentação facilitam a leitura dos dados. Esclareça que na linguagem corrente nem sem- pre a palavra “área” é usada para designar medida de superfície. Na atividade 2, oriente-os para que iniciem a anotação dos dados na tabela e depois a ampliem a fim de incluir o restante das in- formações do texto. Resposta pessoal 1 9 2 1 11 7 •Construir tabelas e gráficos para apresentar dados coletados ou obtidos em textos jornalísticos. MAT5ºANO–2–PROF.indd 223MAT5ºANO–2–PROF.indd 223 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
  • 224.
    224 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Na atividade 3, para construção do gráfico, peça que localizem na tabela o número de árvores cor- respondentes à legenda indicada. Explique a eles que o eixo verti- cal representa os valores relativos ao número de árvores e que eles devem pintar na malha quadricu- lada o valor dado. Lembre a eles a importância da legenda para um gráfico e peça que deem um título ao gráfico. Esclareça que o título do gráfico deve ter rela- ção com os dados apresentados. Na atividade 4, peça aos alunos que escolham quatro árvores e construam um gráfico de barras. Observe se eles se recordam de como é a construção do gráfico de barras. Se for o caso, ajude-os na montagem. Lembre a eles que devem fazer uma legenda, pois sem ela não seria possível fazer a leitura do gráfico. Resposta pessoal Resposta pessoal MAT5ºANO–2–PROF.indd 224MAT5ºANO–2–PROF.indd 224 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
  • 225.
    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 225 Esclareça que o gráfico de linha é aquele determinado por pontos e segmentos de retas. Eles devem utilizar os valores apresentados no enunciado da atividade em relação ao crescimento da árvore e relacionar o eixo do ano com o eixo da altura atingida pela ár- vore e marcar pontos na malha quadriculada. Em seguida, devem ligar os pontos com segmentos de reta. •Construir tabelas e gráficos para apresentar dados coletados ou obtidos em textos jornalísticos. Resposta pessoal MAT5ºANO–2–PROF.indd 225MAT5ºANO–2–PROF.indd 225 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
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    226 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP A seção “Agora, é com você” vai aparecer no final de cada Unida- de, com propostas que retomam o conteúdo trabalhado. São ati- vidades individuais, e você deve analisá-las para verificar se as expectativas de aprendizagem foram atingidas, quanto os alu- nos avançaram e o que precisa ser retomado. Não é necessário que todas as tarefas sejam feitas no mesmo dia: organize-as como achar melhor. Enquanto os alunos fazem essas atividades, circule pela sala para acompanhá-los e orientá-los, quando for o caso. Registre as dificuldades dos alunos, para planejar possíveis retomadas. 5 × 2 = 10 4 × 2 = 8 MAT5ºANO–2–PROF.indd 226MAT5ºANO–2–PROF.indd 226 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
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    LIVRO DO PROFESSORMATEMÁTICA · 5O ANO 227 16 cm2 54 m2 MAT5ºANO–2–PROF.indd 227MAT5ºANO–2–PROF.indd 227 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM
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    228 CADERNOS DEAPOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Resposta pessoal Resposta pessoal Número de escolhas N F B V Esporte Vôlei 10 5 18 8 Basquete Futebol Natação Vôlei - V Basquete - B Futebol - F Natação - N MAT5ºANO–2–PROF.indd 228MAT5ºANO–2–PROF.indd 228 9/15/10 2:05 PM9/15/10 2:05 PM