Na semana em que se cumprem 39 anos de liberdade, é essencial que voltemos a falar de...
liberdade!
De facto, apesar das muitas alterações que Portugal conheceu desde 1974, o Estado Português
continua a impedir que a liberdade chegue ao sector da educação. Os pais e os alunos,
impedidos de escolher a escola que desejam frequentar, não são livres para definirem o seu
futuro. E as escolas, condicionadas centralmente por um Estado que monopoliza as decisões
educativas, não são livres para gerirem as suas potencialidades, para desenvolverem novas
estratégias pedagógicas, nem para definirem o seu caminho.
Por tudo isso, os resultados educativos - que são os principais indicadores da qualidade do
ensino da qual depende o futuro das nossas crianças e jovens - estão ainda aquém daquilo que
Portugal necessita. Sem liberdade, a escola que temos diz pouco à maioria dos Portugueses e
o abandono escolar continua a ser um flagelo que urge combater.
(…)
Mais um Aniversário da Liberdade
FLE – Fórum para a Liberdade de Educação
www.fle.pt / secretariado@fle.pt
A OCDE publicou esta semana mais um estudo sobre a realidade educativa Portuguesa.
Desta vez o tema foi a avaliação e, como seria de esperar, são muitas as conclusões que
apontam para a necessidade de introduzir a Liberdade como princípio basilar do
funcionamento da nossa escola: "Student learning outcomes in Portugal are around or
slightly below the OECD average, depending on the skills assessed, and have shown some
encouraging improvement in the last decade. Efforts which followed the 1974 Revolution
to ensure access to education for all Portuguese resulted in a rapid expansion of
enrolment. However, educational attainment remains a challenge. It is the lowest in the
OECD area for the working-age population, with 30% of 25- to 64-year-olds having
attained at least upper secondary education in 2009 (against an OECD average of 73%).
Moreover, the high share of students leaving the education system too early with low
skills remains a major problem. A range of reforms have been introduced in education in
recent years, including new arrangements for school leadership, student learning
standards, teacher appraisal, and initiatives to reduce early dropouts. In this context, the
role of evaluation and assessment as key tools to achieve quality and equity in education
was reinforced. While there are provisions for evaluation and assessment at
student, teacher, school and system levels, challenges remain in strengthening some of
the components of theevaluation and assessment framework, in ensuring articulations
within the framework to ensure consistency and complementarity, and in establishing
improvement-oriented evaluation practices. The review team identified the following
priorities in its review of evaluation and assessment policies in Portugal".
Conheça AQUI a versão integral deste estudo e perceba como a Liberdade de Educação é
o grande desafio que Portugal enfrenta neste 39º aniversário da liberdade.
www.fle.pt
secretariado@fle.pt

Mais um Aniversário da Liberdade

  • 1.
    Na semana emque se cumprem 39 anos de liberdade, é essencial que voltemos a falar de... liberdade! De facto, apesar das muitas alterações que Portugal conheceu desde 1974, o Estado Português continua a impedir que a liberdade chegue ao sector da educação. Os pais e os alunos, impedidos de escolher a escola que desejam frequentar, não são livres para definirem o seu futuro. E as escolas, condicionadas centralmente por um Estado que monopoliza as decisões educativas, não são livres para gerirem as suas potencialidades, para desenvolverem novas estratégias pedagógicas, nem para definirem o seu caminho. Por tudo isso, os resultados educativos - que são os principais indicadores da qualidade do ensino da qual depende o futuro das nossas crianças e jovens - estão ainda aquém daquilo que Portugal necessita. Sem liberdade, a escola que temos diz pouco à maioria dos Portugueses e o abandono escolar continua a ser um flagelo que urge combater. (…) Mais um Aniversário da Liberdade FLE – Fórum para a Liberdade de Educação www.fle.pt / secretariado@fle.pt
  • 2.
    A OCDE publicouesta semana mais um estudo sobre a realidade educativa Portuguesa. Desta vez o tema foi a avaliação e, como seria de esperar, são muitas as conclusões que apontam para a necessidade de introduzir a Liberdade como princípio basilar do funcionamento da nossa escola: "Student learning outcomes in Portugal are around or slightly below the OECD average, depending on the skills assessed, and have shown some encouraging improvement in the last decade. Efforts which followed the 1974 Revolution to ensure access to education for all Portuguese resulted in a rapid expansion of enrolment. However, educational attainment remains a challenge. It is the lowest in the OECD area for the working-age population, with 30% of 25- to 64-year-olds having attained at least upper secondary education in 2009 (against an OECD average of 73%). Moreover, the high share of students leaving the education system too early with low skills remains a major problem. A range of reforms have been introduced in education in recent years, including new arrangements for school leadership, student learning standards, teacher appraisal, and initiatives to reduce early dropouts. In this context, the role of evaluation and assessment as key tools to achieve quality and equity in education was reinforced. While there are provisions for evaluation and assessment at student, teacher, school and system levels, challenges remain in strengthening some of the components of theevaluation and assessment framework, in ensuring articulations within the framework to ensure consistency and complementarity, and in establishing improvement-oriented evaluation practices. The review team identified the following priorities in its review of evaluation and assessment policies in Portugal". Conheça AQUI a versão integral deste estudo e perceba como a Liberdade de Educação é o grande desafio que Portugal enfrenta neste 39º aniversário da liberdade. www.fle.pt secretariado@fle.pt