O capítulo descreve o romance entre Carlos e Maria Eduarda, enquanto critica a alta sociedade lisboeta e o hipódromo como um espaço provinciano e grotesco. Carlos, ansioso para encontrar Maria Eduarda durante as corridas, enfrenta desilusões, simbolizando o contraste entre a sorte no jogo e o azar no amor. As observações sociais revelam um olhar crítico sobre a superficialidade e as incoerências da sociedade da época.