UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

FACED - Departamento de estudos básicos
História da Educação
Prof.ª: Dr.ª Simone Valdete dos Santos



                                     Antonio V. F. da Silva
                                       Fernanda Veeck
                                        Juliana Fraga
                                       Maciel Goelzer




                         ewey
                  Joh nD             do r q
                                            ue p
                                                 ôs a
                                                      p
                                                      em
                                                        rátic
                                                             a
                                                          f oc o
                            Op ens a
 O pr
                                       entu ofessor


                          y
                                      cons siasmo e que de


                      oc o
               De we                 nenh eguiu m seus sperta

                        f
                   a em
                                    méto uma         algo alunos
              rátic
                                   po r do s        soma      que
                                  sejam mais sistemat          d
                                          ,      corre izado e
           sap
    Joh n

                                               pode tos        s,
                                 (...) A                    que
                                                         obte
      e pô




                                perfe meta d                  r.
                                proc    ição,   a vid
                                      esso mas a não é
or qu




                               aper                 o e      a
                               amad  feiço              terno
                                      urec amento,
      nsad




                              refin                       de
                                    ame imento
    O pe




                                         nto.    ,
 Na
                                               desi escola
                                              foi nteressa ,            tev
                                             rece compen nte e de
                                                   b eu         sa do        eses uma
                                           Aind         em c
                                                                asa. pela timulanteducaçã     e
                                           filho a crian                            form       ,      o



                          y
                                                 s pe        ça, v                       ação o que




                      oc o
                                          sens
                                                 o de quenas ia sua
               De we
                                                                                                   que
                                        Foi           resp        t
                                                             onsaaref as pmãe con


                        f
                                        ante professo
                   a em
                                                                     bilid       a          f
                                              s de        r                 ade. ra desp iar aos
                                       Hopk             curs secundá                         ertar
                                               ins,                                                o
                                      filoso         em ar a               r io
              rátic
                                     Univ fia e Baltim Unive por trê
                                            ersid                    o           rs       s
                                   Escr           ade tornou re. Estu idade anos
           sap


                                                         de M -se                  do       Jo
    Joh n

                                   de eveu so                   inne
                                                                       sota.   prof e u arteshns
                                   conh arte, bre filos                              ssor        e
      e pô




                                          ecim religi            o                             da
                                Seu             ento      ão, fia e Ed
                                                      , psic        m          u
                                 obse interess                olog oral, cação, al
or qu




                                                                     ia e p teori          é
                                cont rvação e por                             olític a dm
                                por inuava, de que pedagog                          a.        o
                               inco valores em graa escola ia nasc
      nsad




                                    r
                              psico porado tradic nde pa de seu eu da
                                                           i             r
                              polít logia, n
                                   icos               as onais, ete, orietempo
    O pe




                                                e
                                          e soc m acom desco não ntada
                                                 iais.       panh berta havia
                                                                     ara o s
                                                                             s ava da
                                                                                    nços
s
                    Evolu
       ê nc ia       natu cionismo
                          rais;    das c
                   Positi                i ênc
                                                ia s
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                   hum ismo d
                       an as     as
                             .       c i ên
                                             cias
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                                            muit quase
                                                  as tr        u
                                                        ansfo m séc
                                                               rmaç ulo,
                                                                      ões,       D
                                           fim d                            tais cewey p
                                                   a Gu                            omo        rese
                                                                                         :        ncio
                                          o de          erra
                                                                Civil                                 u


                      r ic o
                                                 senv




                       ção
                                                                       Ame
                                                      olvim                  rican




                       do
                                          a Re                 ento
                                                volu                 tecn           a;
                                                    ção R

                           p
                          m un
                                         a cri              ussa           ológ

                     onc e
                                               se e c              de 1          ico;
                                                      onôm               917;
           His tó
                                                             ica d
                       bre o                                        e 192
               sua c

                                     Ele                                   9.
                                    reali adquiri
              so

                                   de qdade e u uma
          s em




                                   pode ue só dos va concep
                                         r de      a          lo          çã
                                              alter inteligêres, além o mut
   a nç a




                                                     ar s u                           á
      do



                                                                 n
                                                           a exi cia dá da convel da
                                                                  stênc       a         v
                                 Ide                                    ia. o homeicção
         m ud




                                                                                           m o
                                é um alizar e
Pe río




                               os cu a confis raciona
                               dize rsos da são de lizar o
      e as




                                   m re                 i           u
                                        spei s coisas ncapaci niverso
                                             to.         que        d
                                                               espe ade de em gera
                                                                      cific      d          l
                                                                            ame ominar
                                                                                 nte n
                                                                                        os
e
                                Defe




                  s
                                       n
             nt os              socia dia a uti

           ê nc ia
                                      i          lizaç
                               expe s,       dos        ão, d
                                                              ia
                                     r                méto nte dos
                              nas c imentais                  do          prob
                                    i
                             abor ências n que for s                  e         lema
                                  dage        atura          am             atitu s
      am e

                           f ilosó       m e         is. Pr       b em
                                  fica e      m r            ocur       -suce des
                                                                 ou a        d
   in f l u
                                          à did     elaçã              plica idos
                          Def e                 ática        o à
                        pens
                                 ndia
                                        a de          .             inve r essa
                                ame          mo c                        stiga
                        matu          nto         racia                        ção
Pe ns



                               r           c
                       cr ian ação em omo ins e a libe
                               ças.         ocio        t r um       r
                                                 nal           ento dade de
                                                        e in       s p
                                                               telec     ara
                                                                    tual       a
                                                                           da s
   A t eo
                                            r
                                    educ ia de De
                                           a              w
                                   com ção pro ey se in
                                        o               g                s
                                  cresc um to ressiva: creve na
                                                       d


                   e
                                         i
                                 para mento - o. O q educar                              cham
                                                     físico                           a cr ada




                  s
                                         ele                 ,         ue                     iança
                                apre                                          i
             nt os                    ndem o princ emocion mporta

           ê nc ia
                               asso
                                     ciad          melh ípio é              al e i
                                                                                    ntele é o
                              Ativi         a             o               qu                c
                                    dade s aos r realiz e os a tual,
                             dest          s m                                            l
                                   aque           anua conteúd ando ta unos
                                                        is e             os
                            pass                                               ensi refas
      am e

                                  aram no cu                    c r ia t              na
                           e pe                        rr               iv
                                 nsar a ser est ículo e as ganh dos.
   in f l u

                         Dew
                                        por s         im
                                               i me uladas                 as           ara
                                                                                 c r ia n m
                               ey                    smas            a ex                ça
                         camp def end                       .               per i
                                                                                  m en s
                                o              i
Pe ns



                        das e instituc a a dem                                           tar
                               scola         iona
                                     .            l ma ocracia
                       Estim                             s tam            n
                              ulava                             bém ão só n
                     Ele a           a coo
                                              pera
                                                                          no in
                                                                                terio
                                                                                         o
                            cred                    ção.                                r
                     alun         itava
                          os.             na l i
                                                 berd
                                                       ade
                                                              intel
                                                                     ectu
                                                                            al do
                                                                                   s
     A f il
                                            os
                                    doce ofia dew
                                            n              e
                                   para te base yana re
                                                         a            m
                                  próp elabora da na l ete a um
                                         r             r             ib
                                 mora ios conh as pró erdade a prática
                                        i             e             p             d
                                imp s. Isso cimentos r ias ce o aluno


                   e
                                      or                           ,           rt
                               do e tância não sig as própr ezas, os




                  s
                                     duca           d             n            i
             nt os                           dor. o curríc ifica r as regras

           ê nc ia
                             Para                               ulo o        e
                                    Dew                                 u do duzir a
                             cont           e                                s sa
                                  eúdo y, o prof                                    b e re
                            ou p           s esc        esso                              s
                                   roble          olare       r dev
                                                                     e
      am e

                           resp
                                 ostas mas e s na form apresen
                          com                         ja                         t
                                eçar ou soluç mais da a de que ar os
   in f l u

                         elab                        õ             r de          stões
                               orad com def es pront
                        façam        os, d          iniçõ        as. E antemã
                                  o al eve usa es ou                    m lu          o
                                                                             gar d
Pe ns



                       próp             uno             r            co
                      com
                              rios
                                    c           racio proced nceitos e
                             o co onceitos             cinar       im en
                                                                          tos q já
                     afirm        nhec                          e el
                            ar q          imen para de                a          ue
                    didá          ue a           to sis        pois borar o
                          tica,          s teo          tema          c           s
                   teóri         com
                                       o o c r ia s m a i     tizad onfronta
                         cas                                        o            r
                   Naci           dos          onstr         s mo . Pode-s
                        o                            u            de           e
                  educ nais, têm Parâme tivismo e rnas da
                        ador               insp       tro           as
                              .                 iraçã s Curr bases
                                                       o na          ic
                                                              s id ulares
                                                                   eia s
                                                                          do
     O
                                   com aprendi
                                         p            za
                                  poss artilhamo do              se
                                        ível
                                 não           num s exper
                                         haja        a mb       iênc dá             q
                                                                      ias,
                                pens
                                       ame       bar r    iente
                                                      eiras       dem       e iss uando



                   e
                           Por              nto.                        oc r á      o s
                               isso,                          ao               tico, ó é




                  s
                                       a es                         inter             onde
                                                                          câ m
             nt os            conj           cola

           ê nc ia
                                   unta                                           bio
                             coop        s e deve p                                    de
                                   eraç             prom    ropo
                            crian
                                  ça s d
                                         ão,
                                                em        over rcionar
                                         e f or      vez          situa práticas
                           à m                   ma i       d            ç
                                                     solad e lidar ões de
      am e

                                edid
                          fican        a em                a.              com
                                do               que
   in f l u
                         adul          com             as s                         as
                              to            p
                        nece s e crian lexas,               ocie
                              ssida          ças s       a d da des
                       pess          de d          e          is            foram
                                           a esc ampliou tância
Pe ns



                             oa s
                      educ         se e                                     en
                             adas        ncon ola, um          dem
                                                                      ais. D tre
                     segu         . O           tram        es
                            ndo             pa pe      para paço on aí a
                    em m          ele,             l d       educ        de
                    mod iniatura,
                                         é re
                                               prod essa            ar e as
                         o si                        u           in         ser
                   pouc        mpli apresen zir a co stituição
                         o           fic           tar o         m              ,
                  com s, condu ado e                      mun unidade
                       pree                                    d
                             nsão zir as cri organiza o de um
                                    das c         an         do
                                           oisas ças ao s          e, a
                                                                         os
                                                   mais       entid
                                                         com         o
                                                             plex e à
                                                                    as.
      A ex
                                         p
                                   em q eriência



             ofia
                    :
                                         u            e
                                  qual e partic ducativa



                e em
                                        s           ip
                                 ante e perce a o pen é uma ex
                                      s             b          sa             peri
                                os c não perc e relaçõ mento,

                   m
                                                                                   ê
                                     onhe          ebid        es e        atrav ncia
              resu
    Filo s
                               dá s         c           a             c           é
                                     ignif imentos, s. A expe ontinuid s do
                              nisso        ica           en         r iê          ad
                                      que ção ma riquece ncia am es
      fia se

                             cresc                      is p
                                    er,      cons
                                                  iste       rofun o espír plia
                            fisiol                                              i
                                   ógic não no a educa da à vi to e
                                        o,               senti ção. Ed da. É
iloso



                           senti
                                  do h m a s n                 do          uc
                          cada          uma         o
                                              no, n sentido          pura ar é
                         cada vez mais              o se                   m
     S ua f




                                                         ntido espiritua ente
                        hom vez ma rica e b                                 l
                              em.           is a         ela, de uma , no
                                                 dapt         em u          v
                                                       ado         m m id a
                                                             e p
                                                                 ropíc undo
                                                                         io a
                                                                               o
      No B

            içã o
                                       r
                               Nova asil insp



           a sil
                                                    ir
                              um m (Escola N ou o m
                                      ovim          ova é       ovim
                            f oi
                                   espe ento de             um d ento d
                           Amé             cialm         reno      os no      a Es
     tr ibu
      o Br                sécu
                                  r ic a
                                          e      ente         vaçã
                                                                    o
                                                                         mes       co
                                                                              dado la
                                 lo XX no Brasi forte n do ensin                    sa
                       "Esc              .            l, na
                                                             pr im
                                                                    a E
                                                                         u
                                                                                o qu
                                                                                     e
                               o la A                              eira ropa, n
                       term             t                               meta        a
                               os m iva" ou                                   de d
pa ra

                                                    "E                             o
Co n


                      esse             a is
                                             apro scola P
                     cr itic movime                priad         ro
                             ado,           nto            os p gressiva
                    inter                         q              a          "
                           essa ainda p ue, ape ra desc são
                                  ntes
                                          a no ode ter sar de rever
                                               s of e
                                                      rece muitas muito
                                                           r.            ideia
                                                                               s
Dent

            içã o
                           re os




           a sil
                         tend educad
                               ênci
                                   a no ores que
                                          Bras
                        Anís
                             io Te             il de introduz
                                  ixeir            staca      ir
                                                         m-se am a no
     tr ibu
      o Br             Nere
                            o Sam
                                         a                   :       va
                     Édou          paio
                           ard C
                    Ovid         la pa
                                        rède
                          e De
                               croly
pa ra
Co n



                    Artu
                        s Per
                              relet
dos      Insti


                 da
                                tuí   do e




                  a
                         Anísio          m
                                        1932


          o No v
                                 Teixe       por:
                        Louren
          eiro s
                                       ira
         fes to

                       Fernan ço Filho
                                 do d
                                      e   Azev
                                              edo
                                                  e
    c aç ã
                                                      outro
                   O
   pion


                                                              s
  M an i




                         o
                   educ bjetivo
                        a         do m
                  discr ção      volta anifesto
                       imin           da
                            ação                     e
                                 de c         para ra de t
Edu



                                      la sse
                                             socia     todo er uma
                                                  l.       s
                                                               sem
(...) E
                                 graç        sta
                                        as à do não p
                                tipos          or            od
                               asse      dif er ganizaçã erá, dec
                                      gure entes, a o de e erto, im
                              class         m              s             sc           pe
                 dos                 e d a seus classes olas pri dir que,


                 da
                             inde           e                            mais         vada
                                    cliná termina filhos                                   s de




                  a
                            esco          vel d           da;          uma privileg
                                   la              e             m                       ia


          o No v
                                                                               e
                           a qu r do Est não ad as est ducação das
                                  e             ado,           m              á n
                                                        quai itir, den
          eiro s
                          privi só ten                                              o d de
         fes to

                                 lé            ha            sque           t
                         esco gio exc acesso                        r cla ro do si ever
                        uma
                               la ún
                                       ic
                                               lusiv
                                                       a me     uma sses ou stema
                                cons a se ent               nte
                                                                   ec
                                                                       mino         e
                                                                              ria, scolas,
                       inf an          c              e
                              til à rição pr nderá e onômico por um
    c aç ã
                      subm            u              e            ntr             .
                              eten niversid coce arr e nós, n (...), a
   pion
  M an i




                     a um           do              ad             o             ã
                    post     a fo -os dura e, todo lando, d o como
                          erior rmação               nte o        s o           a
                   ante          e               i          maio s brasil escola
                         s com s em vis dêntica,                   r tem         ei
                                                                          po p ros e
                  as cr           o            ta               p
                         iança a escol de des ara ram ossível
Edu



                 ness                         a              ti
                       a id s, de 7 a oficial, ú nos dive ificações
                esco          a              1               n            r
                      la pú de, seja 5 anos, t ica, em sos, mas
               igua           b              m c           o             q
                     l par lica, ten                onfia das ao m ue todas
                            a tod          h               d            e
                                     os." am uma as pelo nos que,
                                                           educ        s
                                                                  ação pais à
                                                                         com
                                                                               um ,
     Muit
                                            o
                                     de n cr iticad
                                            ã               a,
                                   cont o exigi foi acus
                                          eú               r na          ada
                                  inge dos tr                     da,          p
                                         nuam            adic          de a rincipal


                    la
                                                               iona                       m
                                 alun
                                        os.     ent e                is e br ir mã ente




                 iva
                                                             na                          o do
              Es co            A le                               espo
                                                                         ntan
                                                                               de
                                                                                      acre      s
                                      itura                                    eida        ditar
                               expe           da s                                   de
                                      riênc         obra
           g ress             esco
                                     la
                             rigor novistas
                                              ias e
                                                    m qu
                                                             sea
                                                                    a
                                                              e, de nálise da
                                                                                           dos

                            válid mostram foram ex f ato, as s poucas
                                   a                               p            ide
                          disto s          apen que e erimenta ias dos
                                  rcida                           ss
                                        s do a s            para as crític s com
                                                                                 da
                            Esco                espí
                                                                       inter as são
       /Pro

                                   la N                r it o d
                         Teixe                                  o mo        p
                                ira. A ova fo                         vime retações
                        dem                          i                     nto.
                              ocra o coloca liderad
                       da e         cia             r               a
                              duca como i a ativida por A
                      pens           ç             m                d             n
                            ar d ão, valo portante e prátic ísio
Ativ a




                     ques           o             r                s             a
                           tiona s aluno izou a c ingredi e a
                    práti         r a            s; d                          e
                          ca e           reali          e pr apacida ntes
                                 de p           d               e           de d
                                        roble ade; de pará-los                      e
                                               mati              unir         para
                                                     zar.               teor i
                                                                               a e
     Toda
                                            influ criatur
                                                  ê          a
                                           cham ncia do viva
                                     A ar ou de expemeio, re cebe e so   e




                          a
                                                                 r iên
                                    Sem        te lig                 cia a isso        fre
                                                      a-se                             Dew a


                     ê nci
                                                           às ex                             ey
                                       habi emoçã                  peri
                                                                         ênci
                                  O si lidade o, não há as cotidianas
                                            g                               arte,
                                     de u nificado
               pe r i
                                                                                    apen
                                    “con ma expe na arte r                                as
                                           stitui       riênc       esid
                                A                uma         i          en
                                                         expe a, uma a expre
                                         o                                ob
                                  simp bra d                  riênc
                                                                      ia” ra de a ão
                                                                                     ss
           o Ex


                                  plen lesmente e arte                                rte
                                       a e             por          “m
                                 viven
                                plen   ciar intensa ser um antém
                                     itude o mu , a ca a exper viva,
                                            ”.          ndo          p        iê
                                                                com acidade ncia
       co m




                               O c
                               prag onceito                           um
                                                                           em      de
                                    mati
                              não h       sta é chave                             sua
                                    á vi d        o         d
                                           a, se de exp e sua
                                                 m el
                                                       a não eriência filosofia
                                                             há ar , sem
Ar t e




                                                                     te.       ela
D
                                      form uas ou
                                            u             tr
                                     prop lações d as inte
                                           o
                              As stas: e Dewey rpretações
    ya na u caç ão
                                          aulas                       no B              das



               ra sil
                                  term                                       rasil
                                         in         dev                              foram
                                 uma ar com eriam,
                                                      um “        o
                                cerâ dramatiz               prod brigator
                                       mica           a          u             ia
           no B           Os                , etc. ção, um to”: um d mente
                                                                 a p           e
                                       alun                             intur senho,
                             prov           o                                a, u
                                    ocad s obse
         e Ed

                                                                                    ma
                            as c           os p          rvav
                                    a             or           am
                           linha racteríst ela e d                    m
                                   s, p a         icas,        ever oviment
                          form            ra d                      ia             o
                                 a
                                        ev        epoi as expr m “sent s
                         preo                          s de        e             i
                                cupa ocativa                 senh ssões d r”
   A rte




                     Ae                ção c
                                                om r do ob em-na,
                                                                  ar             as
                             xp                      epro                      d
                       traba ressão a                      duçõ jeto, s e
                              l               t                 es re        e
                      uma hos man ravés do                             alista m
Dewe




                                            u                                .
                     expl experiê ais era a desenho
                           oraç
                                 ão d ncia pa última e e dos
                                        e um           r            t
                                                 dete a comp apa de
                                                      rmin
                                                            ado letar a
                                                                assu
                                                                      nto
        FERR
                                                          A
                                                 Disp RI, Már
                                                        onív          cio.
                                                peda           el           John
                                                        gogi                         Dew
                                      R                       ca/jo em:                    ey, o
                                                                     hn-d
                                                ISCH                       ewey http://re pensado
                                             http: BIETER,                          -428          v
                                                                                          136.s istaesco que pô
                                                                                                                 r
                                                    //
                                            idPu www.ed                   Luca                   html
                                                                                                        . Ace
                                                                                                               la.ab
                                                                                                                      r
                                                                                                                              s a
                                                                                                                                   p
                                                   bWi            ucac            s.                          sso e il.com.br rática e




            ia s
                                  R                     ki=9
                                                                577. ional.com Escol
                                                                                                    a
                                                                                                                     m 05
                                                                                                                            /Nov
                                                                                                                                   /hist
                                                                                                                                        o
                                                                                                                                              m fo
                                                                                                                                                   c
                                            AMA                       Aces                                                        /12. ria/prati o.
                                          http:     LHO                     so em .br/glos                   Nov                                 ca-
                                                          ,                                       sar io
                                                //
                                        3078 educarp Priscila
                                                                                      10/N
                                                                                             ov/1         peda a.            Di
                                                                                                                 gogi
                                               92.sh            arac          .                    2.                   co/v sponível
                              L                       tml. A
                                                                cess
                                                                     resce
                                                                             r.        John                                  erbe
                                                                                                                                   te.as       em:
                                                                     o em abril.com

      r ên c
                                        ACE                                                           Dew                                p?
                                               RDA                          : 10/            .br/a
                                      em:            , Ine                         Nov/                      ey.
                                                             s La                         12.       pren
                                     http:                        cerd                                     dizag         D
                                           //ww                         a - R                                      em/j isponíve
                                    senh           w.gtp                         esen                                    ohn-         l
                                           a_De             r                           ha A                                   dewe
                         C                       wey. agmatis                                 r te c                                y-      em:
                                    AMP                  pdf           mo.c                            omo
                                                                               om.b                            Expe
                                 de fo ELLO, Sh                                       r/red
                                                                                             escr                     rien̂ cia
                                         r ma           eila                                       icoe                         . Dis
                                utili          ção             Mari                                       s/red                       poní
                                      zaçã            cont          a Co                                         escr                      vel
                                                              in          n
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                               em:           o da
                                                     s tec uada d de Roch                                              icoe
                                                                                                                             s/an
                              http:                           nolo       os p            a. Ed                                    o2_0
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                            f               w.ar
                                                  tedu                    de i essores ação em
                                                                                  nfor           de a            ar te
                     S                                  ca.un
                                                                 b.br
                                                                                        maç
                                                                                              ão e r tes vis : Uma p
                            ILVA                                      /bib                             com         ua            ro
                          cont     , Ev
                                          erso                              liote
                                                                                    ca/d                     unic is por m posta
                                                                                                                    ação
                                 ri
                         ar te buições Melqui
                                                n                                         isser
                                                                                                tacao                     . Dis eio da
                                /edu             do p          ades                                      _pro                   poní
                        http:          cado                                                                    post                  vel
                               //             r          ensa          Araú                                          a_ar
                       /GT2 www.an                               men           jo. E                                       tedu
                              4-11           p          na             to d           xpe                                       ca.p
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                      BARB                 20in             r/ap         e mp             Dew            for m
                             O                   t.pdf            p/we           oran           ey p            ativa
                      mod SA, Ana                                        broo           e                ara
                           er ni            Mae                                 t/34r idade.                  a f        em
                                                                                                                               ar
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John dewey (apresentação)

  • 1.
    UFRGS - UniversidadeFederal do Rio Grande do Sul FACED - Departamento de estudos básicos História da Educação Prof.ª: Dr.ª Simone Valdete dos Santos Antonio V. F. da Silva Fernanda Veeck Juliana Fraga Maciel Goelzer ewey Joh nD do r q ue p ôs a p em rátic a f oc o Op ens a
  • 2.
     O pr entu ofessor y cons siasmo e que de oc o De we nenh eguiu m seus sperta f a em méto uma algo alunos rátic po r do s soma que sejam mais sistemat d , corre izado e sap Joh n pode tos s, (...) A que obte e pô perfe meta d r. proc ição, a vid esso mas a não é or qu aper o e a amad feiço terno urec amento, nsad refin de ame imento O pe nto. ,
  • 3.
     Na desi escola foi nteressa , tev rece compen nte e de b eu sa do eses uma  Aind em c asa. pela timulanteducaçã e filho a crian form , o y s pe ça, v ação o que oc o sens o de quenas ia sua De we que  Foi resp t onsaaref as pmãe con f ante professo a em bilid a f s de r ade. ra desp iar aos Hopk curs secundá ertar ins, o filoso em ar a r io rátic Univ fia e Baltim Unive por trê ersid o rs s  Escr ade tornou re. Estu idade anos sap de M -se do Jo Joh n de eveu so inne sota. prof e u arteshns conh arte, bre filos ssor e e pô ecim religi o da  Seu ento ão, fia e Ed , psic m u obse interess olog oral, cação, al or qu ia e p teori é cont rvação e por olític a dm por inuava, de que pedagog a. o inco valores em graa escola ia nasc nsad r psico porado tradic nde pa de seu eu da i r polít logia, n icos as onais, ete, orietempo O pe e e soc m acom desco não ntada iais. panh berta havia ara o s s ava da nços
  • 4.
    s  Evolu ê nc ia natu cionismo rais; das c  Positi i ênc ia s In f lu v hum ismo d an as as . c i ên cias
  • 5.
    Em muit quase as tr u ansfo m séc rmaç ulo, ões, D fim d tais cewey p a Gu omo rese : ncio o de erra Civil u r ic o senv ção Ame  olvim rican do a Re ento volu tecn a;  ção R p m un a cri ussa ológ onc e se e c de 1 ico; onôm 917; His tó ica d bre o e 192 sua c Ele 9. reali adquiri so de qdade e u uma s em pode ue só dos va concep r de a lo çã alter inteligêres, além o mut a nç a ar s u á do n a exi cia dá da convel da stênc a v Ide ia. o homeicção m ud m o é um alizar e Pe río os cu a confis raciona dize rsos da são de lizar o e as m re i u spei s coisas ncapaci niverso to. que d espe ade de em gera cific d l ame ominar nte n os
  • 6.
    e  Defe s n nt os socia dia a uti ê nc ia i lizaç expe s, dos ão, d ia r méto nte dos nas c imentais do prob i abor ências n que for s e lema dage atura am atitu s am e f ilosó m e is. Pr b em fica e m r ocur -suce des  ou a d in f l u à did elaçã plica idos Def e ática o à pens ndia a de . inve r essa ame mo c stiga matu nto racia ção Pe ns r c cr ian ação em omo ins e a libe ças. ocio t r um r nal ento dade de e in s p telec ara tual a da s
  • 7.
    A t eo r educ ia de De a w com ção pro ey se in o g s cresc um to ressiva: creve na d e i para mento - o. O q educar cham físico a cr ada s ele , ue iança apre i nt os ndem o princ emocion mporta ê nc ia asso ciad melh ípio é al e i ntele é o Ativi a o qu c dade s aos r realiz e os a tual, dest s m l aque anua conteúd ando ta unos is e os pass ensi refas am e aram no cu c r ia t na e pe rr iv nsar a ser est ículo e as ganh dos. in f l u  Dew por s im i me uladas as ara c r ia n m ey smas a ex ça camp def end . per i m en s o i Pe ns das e instituc a a dem tar scola iona  . l ma ocracia Estim s tam n ulava bém ão só n  Ele a a coo pera no in terio o cred ção. r alun itava os. na l i berd ade intel ectu al do s
  • 8.
    A f il os doce ofia dew n e para te base yana re a m próp elabora da na l ete a um r r ib mora ios conh as pró erdade a prática i e p d imp s. Isso cimentos r ias ce o aluno e or , rt do e tância não sig as própr ezas, os s duca d n i nt os dor. o curríc ifica r as regras ê nc ia  Para ulo o e Dew u do duzir a cont e s sa eúdo y, o prof b e re ou p s esc esso s roble olare r dev e am e resp ostas mas e s na form apresen com ja t eçar ou soluç mais da a de que ar os in f l u elab õ r de stões orad com def es pront façam os, d iniçõ as. E antemã o al eve usa es ou m lu o gar d Pe ns próp uno r co com rios c racio proced nceitos e o co onceitos cinar im en tos q já afirm nhec e el ar q imen para de a ue didá ue a to sis pois borar o tica, s teo tema c s teóri com o o c r ia s m a i tizad onfronta cas o r Naci dos onstr s mo . Pode-s o u de e educ nais, têm Parâme tivismo e rnas da ador insp tro as . iraçã s Curr bases o na ic s id ulares eia s do
  • 9.
    O com aprendi p za poss artilhamo do se ível não num s exper haja a mb iênc dá q ias, pens ame bar r iente eiras dem e iss uando e Por nto. oc r á o s isso, ao tico, ó é s a es inter onde câ m nt os conj cola ê nc ia unta bio coop s e deve p de eraç prom ropo crian ça s d ão, em over rcionar  e f or vez situa práticas à m ma i d ç solad e lidar ões de am e edid fican a em a. com do que in f l u adul com as s as to p nece s e crian lexas, ocie ssida ças s a d da des pess de d e is foram a esc ampliou tância Pe ns oa s educ se e en adas ncon ola, um dem ais. D tre segu . O tram es ndo pa pe para paço on aí a em m ele, l d educ de mod iniatura, é re prod essa ar e as o si u in ser pouc mpli apresen zir a co stituição o fic tar o m , com s, condu ado e mun unidade pree d nsão zir as cri organiza o de um das c an do oisas ças ao s e, a os mais entid com o plex e à as.
  • 10.
    A ex p em q eriência ofia : u e qual e partic ducativa e em s ip ante e perce a o pen é uma ex s b sa peri os c não perc e relaçõ mento, m ê onhe ebid es e atrav ncia resu Filo s dá s c a c é ignif imentos, s. A expe ontinuid s do nisso ica en r iê ad que ção ma riquece ncia am es fia se cresc is p er, cons iste rofun o espír plia fisiol i ógic não no a educa da à vi to e o, senti ção. Ed da. É iloso senti do h m a s n do uc cada uma o no, n sentido pura ar é cada vez mais o se m S ua f ntido espiritua ente hom vez ma rica e b l em. is a ela, de uma , no dapt em u v ado m m id a e p ropíc undo io a o
  • 11.
    No B içã o r Nova asil insp a sil ir um m (Escola N ou o m ovim ova é ovim f oi espe ento de um d ento d Amé cialm reno os no a Es tr ibu o Br sécu r ic a e ente vaçã o mes co dado la lo XX no Brasi forte n do ensin sa  "Esc . l, na pr im a E u o qu e o la A eira ropa, n term t meta a os m iva" ou de d pa ra "E o Co n esse a is apro scola P cr itic movime priad ro ado, nto os p gressiva inter q a " essa ainda p ue, ape ra desc são ntes a no ode ter sar de rever s of e rece muitas muito r. ideia s
  • 12.
    Dent içã o re os a sil tend educad ênci  a no ores que Bras Anís io Te il de introduz  ixeir staca ir m-se am a no tr ibu o Br Nere o Sam a : va  Édou paio ard C  Ovid la pa rède e De  croly pa ra Co n Artu s Per relet
  • 13.
    dos Insti da tuí do e a Anísio m 1932 o No v Teixe por: Louren eiro s ira fes to Fernan ço Filho do d e Azev edo e c aç ã outro O pion s M an i o educ bjetivo a do m discr ção volta anifesto imin da ação e de c para ra de t Edu la sse socia todo er uma l. s sem
  • 14.
    (...) E graç sta as à do não p tipos or od asse dif er ganizaçã erá, dec gure entes, a o de e erto, im class m s sc pe dos e d a seus classes olas pri dir que, da inde e mais vada cliná termina filhos s de a esco vel d da; uma privileg la e m ia o No v e a qu r do Est não ad as est ducação das e ado, m á n quai itir, den eiro s privi só ten o d de fes to lé ha sque t esco gio exc acesso r cla ro do si ever uma la ún ic lusiv a me uma sses ou stema cons a se ent nte ec mino e ria, scolas, inf an c e til à rição pr nderá e onômico por um c aç ã subm u e ntr . eten niversid coce arr e nós, n (...), a pion M an i a um do ad o ã post a fo -os dura e, todo lando, d o como erior rmação nte o s o a ante e i maio s brasil escola s com s em vis dêntica, r tem ei po p ros e as cr o ta p iança a escol de des ara ram ossível Edu ness a ti a id s, de 7 a oficial, ú nos dive ificações esco a 1 n r la pú de, seja 5 anos, t ica, em sos, mas igua b m c o q l par lica, ten onfia das ao m ue todas a tod h d e os." am uma as pelo nos que, educ s ação pais à com um ,
  • 15.
    Muit o de n cr iticad ã a, cont o exigi foi acus eú r na ada inge dos tr da, p nuam adic de a rincipal la iona m alun os. ent e is e br ir mã ente iva na o do Es co  A le espo ntan de acre s itura eida ditar expe da s de riênc obra g ress esco la rigor novistas ias e m qu sea a e, de nálise da dos válid mostram foram ex f ato, as s poucas a p ide disto s apen que e erimenta ias dos rcida ss  s do a s para as crític s com da Esco espí inter as são /Pro la N r it o d Teixe o mo p ira. A ova fo vime retações dem i nto. ocra o coloca liderad da e cia r a duca como i a ativida por A pens ç m d n ar d ão, valo portante e prátic ísio Ativ a ques o r s a tiona s aluno izou a c ingredi e a práti r a s; d e ca e reali e pr apacida ntes de p d e de d roble ade; de pará-los e mati unir para zar. teor i a e
  • 16.
    Toda influ criatur ê a cham ncia do viva  A ar ou de expemeio, re cebe e so e a r iên  Sem te lig cia a isso fre a-se Dew a ê nci às ex ey habi emoçã peri ênci  O si lidade o, não há as cotidianas g arte, de u nificado pe r i apen “con ma expe na arte r as stitui riênc esid  A uma i en expe a, uma a expre o ob simp bra d riênc ia” ra de a ão ss o Ex plen lesmente e arte rte a e por “m viven plen ciar intensa ser um antém itude o mu , a ca a exper viva,  ”. ndo p iê com acidade ncia co m O c prag onceito um em de mati não h sta é chave sua á vi d o d a, se de exp e sua m el a não eriência filosofia há ar , sem Ar t e te. ela
  • 17.
    D form uas ou u tr prop lações d as inte o  As stas: e Dewey rpretações ya na u caç ão aulas no B das ra sil term rasil in dev foram uma ar com eriam, um “ o cerâ dramatiz prod brigator mica a u ia no B  Os , etc. ção, um to”: um d mente a p e alun intur senho, prov o a, u ocad s obse e Ed ma as c os p rvav a or am linha racteríst ela e d m s, p a icas, ever oviment form ra d ia o a ev epoi as expr m “sent s preo s de e i cupa ocativa senh ssões d r” A rte  Ae ção c om r do ob em-na, ar as xp epro d traba ressão a duçõ jeto, s e l t es re e uma hos man ravés do alista m Dewe u . expl experiê ais era a desenho oraç ão d ncia pa última e e dos e um r t dete a comp apa de rmin ado letar a assu nto
  • 18.
    FERR A Disp RI, Már onív cio. peda el John gogi Dew  R ca/jo em: ey, o hn-d ISCH ewey http://re pensado http: BIETER, -428 v 136.s istaesco que pô r // idPu www.ed Luca html . Ace la.ab r s a p bWi ucac s. sso e il.com.br rática e ia s  R ki=9 577. ional.com Escol a m 05 /Nov /hist o m fo c AMA Aces /12. ria/prati o. http: LHO so em .br/glos Nov ca- , sar io // 3078 educarp Priscila 10/N ov/1 peda a. Di gogi 92.sh arac . 2. co/v sponível  L tml. A cess resce r. John erbe te.as em: o em abril.com r ên c ACE Dew p? RDA : 10/ .br/a em: , Ine Nov/ ey. s La 12. pren http: cerd dizag D //ww a - R em/j isponíve senh w.gtp esen ohn- l a_De r ha A dewe  C wey. agmatis r te c y- em: AMP pdf mo.c omo om.b Expe de fo ELLO, Sh r/red escr rien̂ cia r ma eila icoe . Dis utili ção Mari s/red poní zaçã cont a Co escr vel in n Re f e em: o da s tec uada d de Roch icoe s/an http: nolo os p a. Ed o2_0 //ww gias rof uc 4/re f w.ar tedu de i essores ação em nfor de a ar te  S ca.un b.br maç ão e r tes vis : Uma p ILVA /bib com ua ro cont , Ev erso liote ca/d unic is por m posta ação ri ar te buições Melqui n isser tacao . Dis eio da /edu do p ades _pro poní http: cado post vel // r ensa Araú a_ar /GT2 www.an men jo. E tedu 4-11 p na to d xpe ca.p  04% ed.org.b cont e John riência d BARB 20in r/ap e mp Dew for m O t.pdf p/we oran ey p ativa mod SA, Ana broo e ara er ni Mae t/34r idade. a f em ar em:h smo . . Ar t euni ao/im Disp or mação te: ttp:/ e Ed ages onvel do %7B / ucaç 0EB7 crv.educ ão n /trab alho em: %C3 498D acao o Br s/GT % -8 .m asil: %C3 A7%C3 C5C-47 g.gov.br do m 24 %B3 %A3 FD-9 /ave orde s-mo o 2 o dern %20no% BA-553D nline40/ nism o ao ismo 20Br B7C6 banc p´øs .pdf asil% 6151 o 20do %7D _objetos Disponív - %20 _A _c el mod rte%20 rv/ erism Educ o%2 a 0ao% 20p