1) O Ministério Público moveu ação contra ex-prefeita e secretárias de Jaru alegando irregularidades na reforma de uma escola municipal, como frustração de licitação e superfaturamento.
2) Após análise dos documentos, o juiz constatou que houve entrega de materiais diversos e de qualidade inferior aos comprados, fraudando o contrato com a construtora.
3) No entanto, não ficou comprovado superfaturamento ou enriquecimento ilícito dos réus.